Sangramento na gestação Flashcards
Saco gestacional ≥ … deve conter embrião
qual o tamanho ?
25mm
Se comprimento cabeça nádega (CCN) ≥ … –> Deve ter batimento cardíaco embrionário (BCE +)
7mm
No abortamento completo o endométrio é < …
15mm
Aborto com colo aberto (incompleto ou retido): conduta
- Se ≤ 12 semanas: AMIU ou Curetagem
- Se > 12 semanas: curetagem (sem feto) ou misoprostol +/- curetagem (com feto)
Abaixo de 12 semanas: sem formação óssea para perfurar útero
Abortamento precoce é aquele que ocorre ≤ …
12 semanas
Critérios necessários para abortamento em casos de anencefalia:
- Dois médicos assinando o laudo de um USG > 12 semanas demonstrando anencefalia
- O laudo deve conter pelo menos duas fotografias identificadas e datadas do feto, sendo uma da face em corte sagital e outra do polo cefálico em corte transversal
Não há limite superior de IG para interrupção da gestação
Causa mais comum de aborto esporádico:
Trissomias
A mais comum é a trissomia do 16
Em paciente com Incompetência íntimo cervical a cerclagem deve ser indicada entre … e … semanas. Antes de ser realizada, devemos fazer um USG (morfológico de primeiro trimestre)
12 e 16
Síndrome do anticorpo antifosfolipídeo (SAF): tratamento
AAS + Heparina
- Heparina dose profilática: sem história de trombose
- Heparina dose terapêutica/plena: história de trombose
A mola completa apresenta material genético … (diploide/triploide). Já a mola incompleta apresenta material genético … (diploide/triploide)
- diploide (46XX)
- triploide (69XXY)
Tratamento preconizado na doença trofoblástica gestacional:
- Esvaziamento uterino + Histopatológico (a melhor forma de esvaziar: vácuo aspiração)
- Histerectomia (prole definida ou idade avançada)
Acompanhamento após tratamento da mola hidatiforme:
Beta-hCG
1. Acompanhamento semanal, até atingir negativação
2. Repetir até 3 resultados negativos semanais
3. Depois, repetir mensalmente até 6 meses
O que sugere malignização na mola hidatiforme:
- Aumento ao longo de 2 semanas (dias 1, 7, 14) - aumento deve ser > 10% para ser considerado significativo
- Se 3 semanas platô (dias 1, 7, 14, 21) - variação de até 10%
- Se 6 meses e ainda positivo (questionável)
- Metástases
Tratamento indicado se metástase de doença trofloblástica gestacional:
Quimioterapia com metotrexate
Qual método contraceptivo deve ser evitado até o final do acompanhamento de mola hidatiforme?
DIU
Qual o valor de beta hCG que já deveria indicar presença de saco gestacional?
1500
Condições necessárias para o tratamento clínico em uma gravidez ectópica:
- Feto sem BCF
- Massa < 3,5 cm
- Beta-hCG < 5000
Como funciona o acompanhamento do tratamento de uma gravidez ectópica com metotrexate?
- Comparar beta-hCG do dia 4 com o do dia 7
- Deve cair pelo menos 15%
- Se não cair pelo menos 15%, mas continua condições ideias, podemos repetir Metotrexate (até 3x)
- Se não cair beta-hCG mesmo após repetir 3x o metotrexate ou ectópica íntegra porém sem condições ideais —> cirurgia conservadora
.
Tratamento cirúrgico na gravidez ectópica:
- Conservador: se ectópica íntegra / desejo reprodutivo –> Salpingostomia laparoscópica
- Radical: ectópica rota (via de regra) –> Salpingectomia Laparoscopia (estável) x Laparotomia (instável)
Gravidez heterotópica = …
gravidez tópica + ectópica ao mesmo tempo
Quando indicar imunoglobulina para prevenção de doença hemolítica perinatal?
- Sangramento
- Exame invasivo
- Pós parto (ideal < 72h, mas pode demorar até 28 dias)
- 28 semanas de gestação
Coombs indireto deve ser negativo
Quando indicar investigação de anemia fetal em gestantes com coombs indireto positivo?
Se titulações ≥ 1:16
Doppler de cerebral média > …MoM é indicativo de cordocentese
1,5
Exame não invasivo que avalia a velocidade máxima do pico sistólico
Quando indicar parto em gestantes com doppler de artéria cerebral média > 1,5 MoM?
Se > 34 semanas
Incompatibilidade Rh: A imunoglobulina no pós parto é idealmente administrada até …, mas pode ser feita até …
- 72 horas
- 28 dias
Quais semanas de gestação é recomendável realizar o coombs indireto?
Repetir 28, 32, 36, 40 semanas de gestação
Descolamento prematuro de placenta: é a separação da placenta normoinserida com mais e … semanas e antes do feto
20
Fatores de risco descolamento prematuro de placenta: (7)
- HAS
- Trauma abdominal
- Retração uterina intensa
- Tabagismo / Cocaína
- Idade
- Brevidade de cordão
- Miomatose uterina
Diagnóstico de descolamento prematuro de placenta:
Clínico!
USG: apenas de dúvida
Conduta frente a um descolamento prematuro de placenta:
- Amniotomia
- PARTO
Complicações descolamento prematuro de placenta:
- Choque hipovolêmico
- IRA
- Necrose hipofisária
- Coagulação intravascular disseminada
- Atonia uterina
Placenta prévia: é a implantação da placenta no segmento inferior do útero após … semanas
28
Placenta de inserção baixa: não atinge o colo, mas localiza até … dele
2 centímetros
Placenta prévia: diagnóstico
USGtv: classifica e confirma o diagnóstico
Não realizar toque vaginal
Conduta frente a paciente com placenta prévia:
- Hemorragia importante: PARTO (independe da idade gestacional)
- Hemorragia em gestante estável: PARTO (se termo); EXPECTANTE (pré termo)
O que é acrestimo placentário?
É qualquer implantação placentária na qual há aderência anormalmente firme à parede uterina
Após o parto o tempo máximo de espera para dequitação da placenta é de …
30 minutos
Placenta acreta: invade o endométrio até …
a camada esponjosa
Placenta increta: placenta que invade até …
o miométrio
Placenta percreta: placenta que invade …
Serosa ou órgãos adjacentes (ex: bexiga)
Diagnóstico de acrestimo placentário:
Ideal ser feito no pré natal
1. USG: ausência de plano hipoecoico
2. Dopplerfluxometria: vemos invasão da placenta (fluxo placentário)
3. RM (sem contraste): apenas se dúvida diagnóstica
Tratamento acretismo placentário:
- Acreta: tentativa de extração manual da placenta —> histerectomia se não der certo a extração
- Increta/Percreta: histerectomia após cesárea
Sinais clássicos de rotura uterina (2):
- Sinal de Reasens: subida da apresentação fetal ao toque vaginal
- Sinal de Clark: crepitação na palpação abdominal (enfisema subcutâneo)
Sinais clássicos de eminência de rotura uterina (2):
- Sinal ou anel de Bandl (sinal da ampulheta)
- Sinal de Frommel (ligamento redondo palpável)
Dos sangramentos da segunda metade da gestação qual temos sangramento de origem fetal?
Rotura de vasa prévia (sangramento origina do cordão umbilical)
Fatores de risco rotura de vasa prévia:
- Inserção velamentosa de cordão
- Placenta bilobadas
- Placentas sucenturiadas (lobos adicionais de tecido placentário)
Clínica: rotura de vasa prévia
- Sangramento vivo após amniorrexe
- Sofrimento fetal agudo
História clássica: após rompimento da bolsa –> sangramento –> bradicardia fetal –> óbito fetal
O sangramento da placenta prévia pode ser confundido com …; o que vai diferenciar os dois quadros é o USG evidenciando …
Rotura do seio marginal ; placenta normo inserida na rotura de seio marginal (≠ placenta prévia)
Estadiamento da neoplasia trofoblástica gestacional: (I-IV)
I: tumor confinado ao útero
II: tumor invade outras estruturas genitais (anexos, vagina ou ligamentos largos)
III: extensão pulmonar com ou sem envolvimento genital
IV: outros sítios de doença metastática
No aborto completo encontramos útero vazio e endométrio < …
15 milímetros
O que determina se abordagem de gravidez ectópica vai ser por laparotomia ou laparoscopia?
Estabilidade hemodinâmica da paciente
Classificação DDP: (graus)
Grau 0: assintomático
Grau I (leve): sangramento vaginal, mas sem dor
Grau II (intermediário): DDP clássico -> sangramento vaginal moderado, hipertonia uterina, dor abdominal, taquicardia materna, comprometimento da vitalidade fetal
Grau III (grave): óbito fetal -> IIIA: sem coagulopatia e IIIB: com coagulopatia
Condutas frente ao útero de Couvelaire:
Qual a sequência preconizada?
Primeiro vamos tentar condutas menos agressivas:
1. Massagem uterina bimanual (manobra de Hamilton) ) + ocitocina + ácido tranexâmico
3. Sutura compressiva (B-Lynch)
4. Ligadura/embolização artérias uterinas e hipogástricas
5. Histerectomia (último caso)
Diagnóstico do acresitmo placentário: qual o exame de escolha?
USG
Alternativas: dopplerfluxometria e Ressonância magnética
Diagnóstico de uma gravidez inviável pelo USG:
- Comprimento cabeça-nádega (CNN) ≥ 7mm e ausência de batimento cardiocofetal (BCF)
- Diâmetro médio do saco gestacional ≥ 25mm e embrião ausente
Diagnóstico de abortamento precoce (< 12 semanas) pelo USG:
- Ausência de embrião com BCF, 2 semanas ou mais após uma USGtv mostrando SG sem vesícula vitelínica
- Ausência de embrião com BCF, 11 dias ou mais após imagem ultrassonográfica de saco gestacional com vesícula vitelínica
Diagnóstico de uma gestação anembrionada pelo USG:
Ausência de saco gestacional íntegro em gestação com mais de 6 semanas, quando é obrigatório a observação de embrião. Isso significa que há ausência de eco embrionário em saco gestacional ≥ 25mm de diâmetro
Método para avaliar anemia fetal em fetos cujo as mães estão sensibilizadas (CI >1/8):
Medida do pico de velocidade sistólica da artéria cerebral média (através da dopplerfluxometria)