Colo de Útero #2 Flashcards

1
Q

Segundo a FIGO, qual a definição de Tx para tumor primário de colo do útero?

A

Não avaliável.

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Q

De acordo com a FIGO, o que significa T0 na classificação de tumor primário?

A

Sem evidência de tumor primário.

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3
Q

Defina Tis no estadiamento FIGO de tumor primário de colo uterino.

A

Carcinoma in situ.

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4
Q

O que caracteriza T1 no estadiamento FIGO para câncer de colo do útero?

A

Carcinoma invasivo limitado ao colo.

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5
Q

Qual a profundidade de invasão estromal em T1a no estadiamento FIGO?

A

< 5 mm, medida da base do epitélio.

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6
Q

Defina T1a1 segundo a classificação FIGO para câncer de colo uterino.

A

Invasão estromal < 3 mm em profundidade.

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7
Q

O que caracteriza T1a2 no estadiamento FIGO de câncer de colo uterino?

A

Invasão estromal ≥ 3 mm e < 5 mm.

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8
Q

Segundo a FIGO, qual a definição de T1b para tumor primário de colo uterino?

A

Invasão estromal ≥ 5 mm (maior que IA), lesão limitada ao colo.

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9
Q

Defina T1b1 no estadiamento FIGO para câncer de colo uterino.

A

Invasão ≥ 5 mm e ≤ 2 cm (maior dimensão).

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10
Q

O que caracteriza T1b2 no estadiamento FIGO de câncer de colo uterino?

A

Invasão ≥ 2 cm e tumor ≤ 4 cm (maior dimensão).

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11
Q

Segundo a FIGO, qual a definição de T1b3 para tumor primário de colo uterino?

A

Tumor > 4 cm (maior dimensão).

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12
Q

O que define T2 no estadiamento FIGO para câncer de colo do útero?

A

Invade além do útero, mas não atinge parede pélvica ou 1/3 inferior da vagina.

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13
Q

Qual a extensão de envolvimento vaginal em T2a no estadiamento FIGO?

A

Limitado aos 2/3 superiores da vagina, sem invasão parametrial.

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14
Q

Defina T2a1 no estadiamento FIGO para câncer de colo uterino.

A

Tumor < 4 cm (maior dimensão) e envolvimento vaginal superior.

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15
Q

O que caracteriza T2a2 no estadiamento FIGO de câncer de colo uterino?

A

Tumor ≥ 4 cm (maior dimensão) e envolvimento vaginal superior.

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16
Q

Segundo a FIGO, o que significa T2b na classificação de tumor primário?

A

Tumor com invasão parametrial, mas não até a parede pélvica.

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17
Q

O que define T3 no estadiamento FIGO para câncer de colo do útero?

A

Envolve 1/3 inferior da vagina e/ou parede pélvica e/ou hidronefrose e/ou LFN.

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18
Q

Qual a extensão de invasão vaginal em T3a no estadiamento FIGO?

A

Envolve o 1/3 inferior da vagina, sem extensão para a parede pélvica.

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19
Q

Defina T3b no estadiamento FIGO para câncer de colo uterino.

A

Estende-se à parede pélvica e/ou causa hidronefrose.

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20
Q

O que caracteriza T3c no estadiamento FIGO para câncer de colo uterino?

A

Envolve LFN pélvicos e/ou para-aórticos (incluindo micrometástases).

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21
Q

Defina T3c1 e T3c2 no estadiamento FIGO para câncer de colo uterino.

A

T3c1: Metástases em LFN pélvicos; T3c2: Metástases em LFN para-aórtico.

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22
Q

O que define T4 no estadiamento FIGO para câncer de colo do útero?

A

Extensão além da pelve verdadeira ou bexiga/intestino (biópsia necessária).

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23
Q

Qual a extensão de invasão em T4 (IVA) no estadiamento FIGO?

A

Extensão a órgãos pélvicos adjacentes.

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24
Q

O que significa qualquer T IVB no estadiamento FIGO para câncer de colo uterino?

A

Extensão a órgãos à distância.

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25
Q

No estadiamento de linfonodos (N), o que significa Nx?

A

Linfonodos não avaliados.

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26
Q

Segundo a FIGO, o que significa N0 na classificação de linfonodos?

A

Sem comprometimento linfonodal.

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27
Q

Defina N0(i+) no estadiamento de linfonodos para câncer de colo uterino.

A

Células tumorais isoladas em LFN (≤ 0,2 mm) ou células agrupadas (≤ 200 células).

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28
Q

O que caracteriza N1 no estadiamento de linfonodos para câncer de colo uterino?

A

Comprometimento de LFN pélvicos apenas.

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29
Q

Defina N1mi no estadiamento de linfonodos para câncer de colo uterino.

A

Comprometimento de LFN pélvicos > 0,2 mm e ≤ 2,0 mm.

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30
Q

O que caracteriza N1a no estadiamento de linfonodos para câncer de colo uterino?

A

Comprometimento de LFN pélvicos > 2,0 mm.

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31
Q

Segundo a FIGO, o que significa N2 na classificação de linfonodos?

A

Comprometimento de LFN para-aórticos, com ou sem LFN pélvico acometido.

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32
Q

Defina N2mi e N2a no estadiamento de linfonodos para câncer de colo uterino.

A

N2mi: LFN paraaórticos >0,2 mm e ≤2.0 mm; N2a: LFN paraaórticos >2.0 mm.

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33
Q

No estadiamento de metástases (M), o que significa M0?

A

Sem metástases a distância.

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34
Q

O que caracteriza cM1 (IVB) no estadiamento de metástases?

A

Metástase a distância (inclui LFN inguinal, peritoneal, pulmão, osso e fígado; exclui vagina).

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35
Q

Defina pM1 (IVB) no estadiamento patológico de metástases.

A

Metástase a distância confirmada microscopicamente (inclui LFN inguinal, etc).

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36
Q

Quais exames de imagem são recomendados para estadiamento de câncer de colo uterino?

A

RM de pelve e abdome, RX ou TC de tórax, PET/CT se disponível (≥IB1).

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37
Q

Em que situações a cistoscopia e retossigmoidoscopia são indicadas no estadiamento?

A

Cistoscopia: suspeita de invasão de bexiga; Retossigmoidoscopia: suspeita de invasão de reto.

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38
Q

Quais exames laboratoriais são rotineiramente solicitados no estadiamento inicial?

A

Hemograma, função hepática e renal, sorologia HIV.

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39
Q

Qual o tratamento padrão para estádio IA1 com desejo de preservar fertilidade?

A

Conização.

40
Q

O que fazer em IA1 com desejo de fertilidade e margens positivas pós-conização?

A

Repetir conização ou traquelectomia.

41
Q

Em IA1 fértil, quando associar linfadenectomia à conização?

A

Se invasão vascular presente.

42
Q

Qual o tratamento de escolha para IA1 sem desejo de fertilidade e sem invasão vascular?

A

Histerectomia simples.

43
Q

Em quais pacientes com IA1 pode-se considerar traquelectomia mesmo sem desejo de prole?

A

Margens negativas, sem invasão vascular, histologia escamosa ou adenocarcinoma G1/G2, T≤2cm, invasão profunda ≤10mm.

44
Q

Qual conduta se margens positivas após conização em IA1?

A

Repetir conização ou histerectomia simples/radical modificada + linfadenectomia pélvica bilateral.

45
Q

Em IA1, quando histerectomia radical e linfadenectomia pélvica bilateral são indicadas?

A

Na presença de invasão vascular.

46
Q

Qual tratamento para estádio IA2 com desejo de preservar fertilidade?

A

Traquelectomia + linfadenectomia pélvica.

47
Q

Qual tratamento para IA2 sem desejo de fertilidade e com invasão vascular?

A

Histerectomia radical modificada + linfadenectomia pélvica bilateral.

48
Q

Qual tratamento para IA2 sem desejo de fertilidade e sem invasão vascular?

A

Histerectomia simples.

49
Q

Qual o tratamento padrão para o estádio IB1 do câncer de colo uterino?

A

Histerectomia radical + linfadenectomia pélvica bilateral.

50
Q

Em IB1, qual opção para pacientes selecionadas que desejam preservar fertilidade?

A

Traquelectomia radical + linfadenectomia pélvica (tumores ≤2cm, sem metástases).

51
Q

Em IB1, quando considerar linfadenectomia para-aórtica?

A

Doença pélvica linfonodal suspeita ou confirmada.

52
Q

Qual alternativa à cirurgia em IB1 para pacientes com comorbidades ou PS ruim?

A

RT pélvica + braquiterapia.

53
Q

Em IB1, quando indicar tratamento adjuvante?

A

Fatores patológicos de risco intermediário ou alto.

54
Q

Cite os critérios de Sedlis para risco pós-histerectomia em câncer de colo uterino.

A

Invasão linfovascular; Invasão estromal (profundidade); Tamanho do tumor.

55
Q

Defina risco intermediário de Sedlis e seu tratamento adjuvante.

A

2+ fatores de Sedlis. Considerar RT adjuvante (IMRT) ou RT+QT (cisplatina).

56
Q

Defina risco alto de Sedlis e seu tratamento adjuvante.

A

LFN pélvico positivo, margem positiva, invasão parametrial. RT + QT (cisplatina).

57
Q

Qual estudo randomizado comparou RT externa adjuvante versus observação em IB risco intermediário?

58
Q

Qual o tratamento primário padrão para estádios IB2-IIA de colo uterino?

A

Histerectomia total + linfadenectomia pélvica OU RT + Cisplatina + braquiterapia.

59
Q

Qual a dose de cisplatina e via de administração na quimiorradiação primária?

A

40 mg/m², EV semanalmente durante a RT.

60
Q

Qual dose total de radiação no ponto A na braquiterapia primária?

61
Q

Em IB2-IIA, quando considerar QT de indução antes da quimiorradiação?

A

Considerar Carboplatina AUC 2 + Paclitaxel 80 mg/m² semanal por 6 semanas.

62
Q

Qual o tratamento adjuvante para risco intermediário (Sedlis) após cirurgia IB2-IIA?

A

RT externa.

63
Q

Qual o tratamento adjuvante para alto risco (Sedlis) após cirurgia IB2-IIA?

A

RT + Cisplatina 40 mg/m² EV semanalmente durante a RT.

64
Q

Qual estudo fase III randomizado avaliou QT+RT vs RT isolada adjuvante em alto risco?

65
Q

Qual o tratamento primário padrão para estádios IIB-IVA de colo uterino?

A

RT + Cisplatina 40 mg/m² EV semanalmente durante a RT + braquiterapia.

66
Q

Em IIB-IVA, quando estender campo da RT para LFN para-aórticos?

A

Comprovação de envolvimento de LFN para-aórticos.

67
Q

Em IIB-IVA, quando considerar RT profilática para-aórtica?

A

Grande probabilidade de acometimento para-aórtico (ex: cadeia ilíaca comum).

68
Q

Qual estudo fase III avaliou QT neoadjuvante seguida de cirurgia vs QT+RT padrão?

A

Estudo fase III com 633 mulheres com câncer cervical estádios IB2, IIA ou IIB.

69
Q

Quando considerar RT profilática para-aórtica?

A

Grande probabilidade de acometimento para-aórtico (ex: cadeia ilíaca comum).

70
Q

Qual estudo fase III avaliou QT neoadjuvante seguida de cirurgia vs QT+RT padrão?

A

Estudo fase III com 633 mulheres com câncer cervical estádios IB2, IIA ou IIB.

Pior SLD em 5 anos no braço cirúrgico com QT neoadjuvante.

71
Q

Qual estudo demonstrou a importância da braquiterapia em câncer de colo uterino?

A

Estudo com mais de 7.000 mulheres com câncer cervical estádio IB2 a IVA.

Braquiterapia resultou em maior sobrevida específica e SG em 4 anos.

72
Q

Cite o estudo Interlace apresentado na ESMO 2023 e seus achados.

A

Estudo Interlace: Fase III com 500 pacientes IB2-IVa randomizados para QT indução ou não.

Melhor SLP e SG com QT indução (carboplatina e paclitaxel semanal) antes de QT+RT.

73
Q

Cite o estudo Keynote-A18 e seus achados em doença localmente avançada.

A

Estudo Keynote-A18: Imunoterapia (Pembrolizumabe) + QT+RT vs QT+RT.

Melhor SLP com adição de Pembrolizumabe, perfil de toxicidade manejável.

74
Q

Qual o tratamento de recorrência local em paciente sem RT prévia?

75
Q

Qual o tratamento de recorrência local em paciente com RT prévia e candidata à cirurgia?

A

Cirurgia (histerectomia ou exenteração pélvica).

76
Q

Qual o tratamento de recorrência local em paciente com RT prévia e não candidata à cirurgia?

A

QT paliativa combinada ou não à imunoterapia.

77
Q

Qual o tratamento para recorrência para-aórtica isolada não previamente irradiada?

A

RT para-aórtica + Cisplatina semanal.

78
Q

Cite o tratamento preferencial de 1ª linha paliativa para CPS ≥ 1.

A

Keynote-826: Cisplatina/Carboplatina + Paclitaxel + Pembrolizumabe + Bevacizumabe.

79
Q

Quais opções de 1ª linha paliativa para CPS ≥ 1, se Bevacizumabe não disponível?

A

Cisplatina + Paclitaxel ou Carboplatina + Paclitaxel.

80
Q

Quais opções de 1ª linha paliativa para CPS < 1?

A

Cisplatina/Carboplatina + Paclitaxel + Bevacizumabe.

81
Q

Cite alternativas à platina em 1ª linha paliativa (toxicidade/comorbidades).

A

Cisplatina + Vinorelbine; Cisplatina + Gemcitabina; Cisplatina + Topotecano.

82
Q

Qual esquema alternativo sem platina em 1ª linha paliativa?

A

Topotecano + Paclitaxel + Bevacizumabe.

83
Q

Qual estudo randomizado avaliou pembrolizumabe em 1ª linha paliativa?

A

Keynote-826.

Pembrolizumabe + QT (platina + paclitaxel) com ou sem bevacizumabe demonstrou ganho em TR, SLP e SG.

84
Q

Qual estudo fase III randomizado avaliou bevacizumabe em 1ª linha paliativa?

A

Estudo fase III com 457 pacientes com câncer de colo uterino recorrente/persistente/metastático.

Bevacizumabe + QT aumentou SG, SLP e TR vs QT isolada.

85
Q

Cite o estudo GOG 204 e seus achados em 1ª linha paliativa.

A

GOG 204: Fase III randomizado comparando 4 braços de QT contendo cisplatina.

Sem diferença em SG, mas cisplatina + paclitaxel melhor SLP, TR e qualidade de vida.

86
Q

Qual estudo fase II avaliou carboplatina, paclitaxel e bevacizumabe em 1ª linha paliativa?

A

Estudo fase II com 150 pacientes avaliando carboplatina AUC 5, paclitaxel e bevacizumabe.

Eficácia e segurança comparáveis ao GOG-240, SLP mediana 10,9 meses, SG 25 meses.

87
Q

Cite opções de tratamento paliativo de 2ª linha sem exposição prévia à imunoterapia.

A

Cemiplimabe 350mg EV D1 a cada 3 semanas ou Pembrolizumabe 200mg EV D1 a cada 3 semanas (CPS ≥ 1).

88
Q

Quais opções de tratamento paliativo de 2ª linha após progressão em imunoterapia?

A

Pemetrexede, Vinorelbine, Ifosfamida, Topotecano, Irinotecano, Docetaxel.

89
Q

Qual estudo fase III randomizado avaliou cemiplimabe em 2ª linha paliativa?

A

Estudo fase III randomizado comparou cemiplimabe (anti-PD-1) vs terapia de escolha do investigador.

Ganho de SG com cemiplimabe, aumento da taxa de resposta e melhor qualidade de vida.

90
Q

Qual estudo ASCO 2023 apresentou dados de trastuzumabe-deruxtecana em HER2+?

A

Estudo Destiny-panTumor02 (ASCO 2023).

TR 50% em pacientes com câncer de colo uterino HER2+ (IHQ 3+ ou 2+) após ≥2 linhas, mediana de resposta 9,8 meses.

91
Q

Qual o seguimento recomendado para estádios IA1 e IB1 nos primeiros 2 anos?

A

Exame clínico a cada 3-6 meses por 2 anos.

92
Q

Qual o seguimento recomendado para estádios IA1 e IB1 após 5 anos?

A

Exame clínico anual e citologia cervical/vaginal anual.

93
Q

Qual o seguimento recomendado para estádios IB3, IIA-IVA nos primeiros 2 anos?

A

Exame clínico a cada 3-6 meses por 2 anos.

94
Q

Qual o seguimento por imagem recomendado para IB3, IIA-IVA após tratamento?

A

RM de pelve e PET/CT entre 3 a 6 meses após o término do tratamento.

95
Q

Qual o seguimento recomendado para estádio IVB durante quimioterapia paliativa?

A

Exames físico e laboratoriais a cada consulta durante QT, TC tórax/abdome/pelve a cada 2-3 meses.