Revival Sanar Flashcards
IRA DX KDIGO
- Aumento de 0,3 mg/dl na Cr de 48h (ou 7 dias)
OU
Aumento de 50% na Cr de 48h
OU
diurese < 0,5 por 6h
Gravidade da IRA
I - 1,5-1,9x o valor basal
II - 2-2,9x o valor basal
III - >3x o valor basal ou anúria por 12h
Síndrome Urêmica na IRA
sobrecarga de volume (HAS, derrames cavitários, edema periférico)
+ uremia (pericardite, encefalopatia ‘flapping’)
+ Dist. eletrolíticos
+ infecções
+ distúrbios na hemostasia
Síndrome Urêmica na IRA (distúrbios eletrolíticos)
HIPO Na e HIPO Ca
HIPER K, P, Mg, Ur
Acidose Metabólica com ânion gap aumentado
Dist. eletrolítico na IRA com HIPO K:
Leptospirose
Aminoglicosídeos (gentamicina)
Anfotericina B
Síndrome Urêmica na IRA (distúrbios na hemostasia)
Anemia (por não produzir eritropoietina)
+ Disf. plaquetária (TX: desmopressina)
Lesão pré-renal
hemorragia
desidratação
Lesão pós renal
Obstruções:
HPB
neoplasias
iatrogenia (cateter vesical)
cálculos
Lesão renal intrínseca
NTA
NIA
glomerulopatias
aminoglicosídeos
Pré renal x NTA (Na urinário)
pré: < 20
NTA: >40
Pré renal x NTA (FRÇÃO EXCRETÓRIA DE NA:)
pré: <1%
NTA: >1%
Pré renal x NTA (OSMOLAR. URIN.)
pré: > 500
NTA: < 350
Pré renal x NTA (SEDIMENTO URIN.)
pré: cilindros hialinos
NTA: cilindros granulosos
Pré renal x NTA (UR/CR plasmática)
pré: > 40
NTA: <20
NIA: causas
Penicilina
AINEs e contraste iodade (vasod. da eferente + vasoconst. da eferente)
TX IRA: dopamina
não
TX IRA: bicarbonato
se pH < 7,1 e sem indicação pra diálise
TX IRA: diuréticos
de alça, se hipervolemia em não anúricos (não altera mortalidade)
IRA: indicações de diálise de urgência
Intoxicações (metanol, salicilatos, etilenoglicol)
OU
uremia franca (pericardite, encefalopatia)
OU
acidose, hiperK e/ou hipervolemia graves e refratárias
Conceito doença renal crônica
alterações patológicas estruturais e/ou funcionais nos rins por + de 3 meses
objetivamente
TFG < 60
ou albuminúria > 30
ou alterações no sedimento urinário
ou rins pequenos na imagem
TFG G1
>90
TFG G5
< 15
TFG G2
60-89
TFG G3a
45-59
TFG G3b
30-44
TFG G4
15-29
Manifestações clínicas DRC acontecem no
> estágio 3
*noctúria e isostenúria inicialmente
*HAS, dist eletrolítico, anemia, dist. no metabolismo ósseo
*estágio 5 = síndrome urêmica
Albuminúria A1
<30
Albuminúria A2
20-300
Albuminúria A3
> 300
Clearance de Cr
(140 - idade) x Peso / Cr x 72
Se mulher, multiplica por 0,85
Causas DRC
- HAS (1o no Brasil)
- DM (1o no mundo)
- glomerulopatias
- pielonefrite crômnica
- mieloma múltiplo
- anormalidades congênitas do trato urinário
DRC com rins normais ou aumentados (6)
- DM
- doença policística
- anemia falciforme
- amiloidose
- esclerodermia
- hidronefrose
DRC x IRA
DRC possui anemia + rins simétricos e reduzidos + dist. no metabolismo ósseo
osteodistrofia na DRC
1- acúmulo de fosfato e diminuição de calcitriol (vitamina D ativa)
2 - fosfato reduz fração livre do Ca + calcitriol inibe absorção intestinal de Ca = HIPO Ca
3 - alterações produzem PTH nas paratireoides (hiperpara secundário com alto turnover ósseo e fraturas *osteíte fibrosa*)
osteíte fibrosa
hiperpara secundário com alto turnover ósseo e fraturas
ao tratar hiperfosfatemia e hipocalcemia
inibe PTH, leva a baixo turnover ósseo (doença óssea adinâmica)
Osteomalácia
devido ao Al na hemodiálise
hiperparatireoidismo secundário crônico
leva ao terciário (autonomia das paratireoides, independente do Ca) TX: paratireoidectomia
Tx osteodistrofia renal
- diminuir ingesta de fosfato
- (se não melhorar) quelantes de fosfato, suplementar Ca e calcitriol, paratireoidectomia
PA na DRC
< 130/80 se proteinúria assoc. : BRA ou IECA se não proteinúria: BCC
Principal causa de mortalidade na DRC
doenças coronárias
DRC: bicarbonato?
sim, via oral
TX DRC: anemia
EPO recombinante
Indicação de terapia de substituição renal na DRC
estágio 4 planeja 5, já usa
complicação diálise peritoneal
peritonite por bac gram+ e gram- Tx: vanco + aminoglicosídeos ou ceftriaxone intrabdominais
NÃO retira o cateter, só em casos graves ou agente agressivo (pseudomonas, mico, fungos)
diálise não evita
- aterosclerose e DLP
- anemia
- dist. no metabolismo ósseo
- predisposição a infecções
- prurido
- denutrição
mortalidade nos transplantados renais
1a causa: cardiovascular precoce: infecção
Conduta choque hemorrágico
Repor volume (2 acessos venosos - antecubital-, calibrosos, 1L de cristaloide aquecido) + controlar hemorragia
Vs
= pré carga . pós carga . contratilidade
DC
FC . Vs
PA
DC . RVP
Classe IV choque hemorrágico (ATLS 9a edição)
> 40% de perda > 140 bpm quase anúria
Até 30% de perda sanguínea
classes I ou II
Classe III (características + conduta)
perda de 1,5 L de sangue PA diminuída A partir daí, repor sangue
Contraindicação hipotensão permissiva no choque hemorrágico
TCE
Transamin no choque hemorrágico
antifibrinolítico usar em até 3h do trauma
Transfusão maciça: definição
> 10 CH em 24h no grau IV
Transfusão maciça: complicações
HIPO Ca HIPER K alcalose metabólica
HDA: mais sensíveis que EDA
arteriografia ou cintilografia são mais sensíveis
hemodiálise
cateter venoso profundo OU fístula arteriovenosa
HDA ocorre
acima do ângulo de Treitz
Forrest avalia + classificação + tx
risco de sangramento
1A até 2A = alto risco - dupla terapia
(adrenalina + hemoclips ou eletrocauterização + mantém IBP por 4 semanas)
2B = risco intermediário Z - remove coágulo e reclassifica
2C a 3 = baixo risco - tx medicamentoso
Forrest 3
sem sinais de sangramento
se EDA na HDA não achou sangramento, conduta:
colonoscopia com preparo do colon.
Qual a primeira conduta diante de um paciente com HDB após estabilizar?
Endoscopia digestiva alta!
CD inicial HDA
compensar (repor volume e distúrbios)
inbidor de bomba de prótons (tx empírico de úlcera péptica)
só pedir EDA se estabilizado
Forrest 2
Sangramento recente
2A - vaso visível
2B - coágulo
2C - hematina
Forrest 1
sangramento ativo
1A - arterial em jato
1B - venoso babação
Qual o local do intestino mais acometido por angiodisplasia?
Qual a população mais cometida?
Agudo ou crônico?
Tipo?
ceco
idosos
crônico
venoso
Síndrome de Mallory-Weiss: sangramento venoso ou arterial? Dizer também localização
Arterial!
Artérias submucosas na transição esofagogástrica
Quais os preditores de sangramento nas varizes esofagogástricas visto na endoscopia?
Varizes de grosso calibre e Red spots (sinal da cor vermelha)
tríade hemobilia
HDA
dor no hipocondrio D
icterícia
sangramento por dieulafoy: local + mais comum em + tx
gástrico
mais comum em pcte com DRC
tx: EDA (clips)
tx síndrome de Mallory-Weiss
conservador (autolimitado)
síndrome de mallory-weiss é
laceração do esôfogo por vômitos de repetição
profilaxia secundária HDA varicosa
propanolol E ligadura elástica
HDA varicosa refratária ou não estabiliza, mesmo com EDA, o que fazer?
balão de Sengstaken-Blakmore (só por 24h)
ou
TIPS
ou
shunt porto-cava (pode dar encefalopatia hepática)
porque usar vasoconstrictor esplâncnico na HDA varicosa?
reduz sangramento
previne síndrome hepatorrenal
Tx HDA varizes esôfago x fundo gástrico
esôfago: ligadura elástica
fundo: escleroterapia com cianoacrilato
+ vasoconstrictor esplâncnico (terlipressina -melhor- ou octreotide)
+ profilaxia de PBE (norfloxacino)
profilaxia primária HDA varicosa
propanolol OU ligadura elástica
HDB: conduta inicial
repor volume
toque retal e anuscopia
endoscopia
colonoscopia
TX HDA por DUP
- IBP IV
- EDA: classificação de Forrest
- terapia dupla se 1A até 2A
- Se sangramento dificulta ver lesão: eritromicina IV
- refratário? Cirurgia
Classificação de Forrest avalia
risco de novo sangramento
Classificação de Forrest + condutas EDA
I - sangramento ativo Ia, Ib II - hemorragia recente IIa, IIb, IIc III - úlcera clara ____ CD EDA: Ia (em jato) Ib (babando) IIa (vaso visível) –epinefrina + eletrocoagulação + hemoclips
HDA DUP tx cirúrgico
- instável? ulcerorrafia (ressecção nas gástricas) + epiploplastia
- estável e úlcera tipo II ou III? vagotomia troncular
preditores de sangraento varizes esofágicas
grosso calibre pressão portal > 12 red spots
varize esofágica: profilaxia primária x secundária
primária: BB ou ligadura elástica secundária: BB + ligadura elástica
HDA por varize esofágica: tx no pcte estável
- EDA com: ligadura + escleroterapia + vasoconstrictor (octreotide/terlipressina) - se EDA falhar: TIPS (1a opção) cirurgia de Warren
Varizes sangrando no fundo gástrico
cianoacrilato
Varizes esofágicas sangrantes + ascite
norfloxacino para prevenir PBE
HDA por varize esofágica: tx no pcte instável
balão de Sengstaken-Blakemore por no máx 24h, tempo para estabilizar
Diferencie: MALLORY-WEISS (1) BOERHAAVE (2)
1: sangramento na JEG etilista com vômitos de repetição gestante com hiperêmese gravídica autolimitado 2: ruptura do esôfago durante vômito dor torácica + enfisema subcutâneo
Diverticulo de Meckel
-Crianças -Ileal -Mucosa gástrica no divertículo -Principal complicação em <5a: sangramento -Principal complicação tardia: obstrução
Definição AR + alvo autoimune
Poliartrite erosiva de mãos e punhos
Membrana sinovial
AR: epidemio, fatores de risco
- Mais comum no sexo feminino
- Incidência mais comum na meia idade
- Fator de risco genético mais forte: HLA DRB1 (MHC) -apresenta proteínas citrulinadas ao linfócito T, gerando resposta inflamatória - TNF, IL-6, IL-1, linf B. (plasmócitos produzem fator reumatóide, hipogamaglobulinemia)
- Fator de risco modificável + forte: tabagismo (citruliniza proteínas)
- Outros: microbioma, periodontite
Inflamação na AR, efeitos (6)
- destruição articular
- rotura tendínea
- atrofia muscular
- erosões ósseas
- subluxação
- instabilidade articular
Manifestações articulares precoces da AR
- artralgia contínua, pior em repouso, assoc. a rigidez matinal > 1h
- mais comum: IFP e metacarpofalageanas
- não acomete IFD
Manifestações articulares avançadas da AR
- atrofia de musculatura interóssea
- polegar em Z
- alargamento de punhos
- sinovite
- desvio ulnar de metacarpofalageanas e radial do punho
- dedo em pescoço de cisne, ou boutonniere, ou casa de botão
- dorso de camelo
- dedo em martelo
- alterações não reversíveis ao exame físico (se reversíveis: artropatia de Jaccoud - frouxidão ligamentar)
Acometimento axial da AR
somente atlanto-axial (c1-c2)
pode causar subluxação e mielopatia
Cisto de Baker (AR)
- na fossa poplítea
- não é patognomônico
- sua rotura pode levar a clínica semelhante à TVP
FR em atividade gera:
Manifestações extra articulares
Manifestações cutâneas da AR
- nódulos reumatoides (mais comum): indolores, móveis, em superfície extensora de antebraço, cotovelos e dedos das mãos
- vasculite cutânea (mais temida): púrpura palpável, isquemia digital, infartos/púrpuras periungueiais -lesão de Bywaters-, úlceras cutâneas
- outra vasculite: mononeurite múltipla (as vasculites atingem pequenos e médios vasos)
Manifestações oculares da AR
- ceratoconjuntivite sicca (mais comum): assoc. a Sjogren
- episclerite, esclerite, escleromalácea perforans (mais graves)
Manifestações pulmonares da AR
- pneumopatia intersticial
- derrame pleural (exsudato linfocítico, baixa glicose, baixo pH, alto LDH)
- bronquiolite obliterante
- nódulos pulmonares
Síndrome de Caplan (AR)
AR + pneumoconiose (ex. silicose) + nódulos pulmonares
Síndrome de Felty (AR)
AR + esplenomegalia + neutropenia
AR: labs
- PCR e VHS elevados
- anemia de doença crônica, plaquetose
- líq sinovial: PMN
- FR (pode ser encontrado em Sjogren e crioglobulinemia)
- anti-CCP (mais específico, mesmo em baixos títulos)
- FR e anti-CCP se relacionam com doença mais erosiva e pior prognóstico, não são úteis para monitoramento
- monitorar com VHS e PCR
- se < 6 sem do quadro, solicitar sorologias virais (dx def: chikungunya, dengue etc.)
AR: rx
- mãos e punhos mais usado
- precoce: osteopenia periarticular e edema de partes moles
- tardio: anquilose (fusão de ossos do carpo)
- diminuição do espaço articular simétrica
- USG e RMN veem melhor erosões
Aumenta FR
- AR
- infecções bacterianas crônicas
- transplantados
- doenças inflamatórias crônicas
- maior idade
Critérios de classificação AR (2010):
A. acometimento articular (pior quanto + e pequenas)
B. sorologia FR e anti-CCP, se baixo ou alto título
C. VHS e PCR
D. duração dos sintomas < ou > 6 semanas
OA x AR
- dor com ritmo mecânico (AR: pior com repouso)
- rigidez matinal fugaz e assimétrica (AR: simétrica e persistente)
- atinge IFD, poupa punho e metacarpofalangeana
- nódulos de Herberden e Bouchard
- rx: osteófitos, esclerose subcondral, diminuição assimétrica de espaço
Antinge IFD
- OA ou artrite psoriática (história familiar positiva, alterações ungueais e pele, pencil-it-up no rx)
Artopatia de Jaccoud (LES) x AR
- não há erosão (sem achados ao rx)
- deformidades em dedos reversíveis ao exame físico
Fibromialgia x AR
- achados não objetivos
- sono não reparador, dor difusa, alteração no humor
- tx: antidepressivo + ativ. física
TX AR aspectos gerais:
- cessar tabagismo
- contracepção se uso de DMARDS (teratogênico)
- corticoide + AINE na fase aguda ou início de tratamento
- AR é causa isolada de dça cardiovascular (ainda + se assoc. a corticoide)
- DMARD 1a linha: metotrexato (sintético)
Fluxograma TX AR
- Metotrexato + ác. fólico (reduz efeitos colaterais)
- efeitos colaterais: intolerância gástrica, hepato-mielo-toxicidade, mucosite
- se ñ funciona ou efeito adverso: assoc. 2o DMARD sintético
- se não funciona, mantém 1 DMARD sintético e assoc. DMARD biológico
Monitorização resposta TX da AR
3 em 3 meses
escore DAS28 (28 articulações -dor e edema-; percepção de saúde pelo pcte; VHS e PCR)
remissão < 2,6
baixa atividade < 3,2
Antes de usar imunosupressores na AR
- verificar vacinação
- screening sorológico
- avaliar risco de osteoporose em usuário de corticoide, e repor cálcio e vitamina D
Contraindicações aos DMARDS biológicos (AR) (5)
- ICC III ou IV
- doenças desmielinizantes
- TB ativa
- neoplasias atuais ou passadas (até 5 anos)
- infecção ativa ou recorrente
DMARD na AR: cloroquina
mais leve
usado em associação (exceto se doença leve)
não altera raio x
Screening para usar DMARD biológico (AR)
- Vacinação atualizada
- sorologias (infecção)
- Hemograma (neoplasias) + transaminases (hepatotoxicidade)
- RX tórax + PPD (TB)
Screening DMARD biológico pra AR: TB
- Se contato prévio com TB ou imagem sequelar ao rx ou PPD > 5mm:
- profilaxia com isoniazida 300mg dia por 9 meses
- introduz DMARD após 1 m de tratamento
AR: fatores de mau prognóstico
- idade mais precoce
- número de articulações comprometidas
- VHS e PCR persistentes
- anti-CCP e FR positivos, altos títulos
- tabagismo
- limitação funcional
- erosões
- acometimento extra articular
- epítopo compartilhado
Maior mortalidade na AR
Doença coronariana (pois aumenta aterosclerose)
Pcte com AR com febre e monoarticulação inflamada
artite séptica
realizar punção articular pra Dx
Asma alérgica x não alérgica
alérgica:
- início na infância
- antecedente familiar (rinite, eczema)
- pode dar atopia
- escarro induzido com eosinófilos
- boa resposta a corticoide inalatório
não alérgica
- adultos
- não associada a atopia
- escarro inespecífico
- baixa resposta a corticoide inalatório
Quadro clínico asma
sintomas respiratórios
sibilos -nem sempre-, falta de ar -pode acordar à noite-, tosse, dor no peito -constrictiva-, dispneia | sintomas sobretudo à noite ou início da manhã
+
limitação do fluxo expiratório
Asma de início tardio
- na fase adulta
- não alérgica mas com eosinófilos estimulados por outra via (IL-5, IL-13)
- ou com neutrofilia -> neste caso; exposição ocupacional e alto risco de obstrução fixa
- precisa de mais corticoide inalatório ou é refratário (neutrofílica)
O que é CVF na espirometria
volume máximo de ar expirado forçadamente, a partir de uma inspiração máxima
O que é VEF1 na espirometria
Volume de ar exalado forçadamente em 1 segundo
O que é Pico de Fluxo Expiratório?
velocidade o quanto põe o ar pra fora dos pulmões
Espirometria na asma
- Espirometria com broncodilatador (avalia pré e pós)
- observa obstrução variável (na maioria dos casos, quando não é fixa) do fluxo aéreo
- VEF1/CVF < 0,7 = obstrução
- se normal, não afasta dx -> teste de broncoprovocação
Outras causas de hiperresponsividade brônquica
DRGE
Rinite Alérgica
também são positivas à broncoprovocação
Para que serve o PFE (pico de fluxo expiratório)?
na asma:
Diagnóstico
controle
estratificação de gravidade durante crise
Broncoconstricção por exercício
x
descontrole da asma no exercício
Broncoconstrição por exercício:
melhora após
TX com B2 agonista de curta duração antes
Descontrole:
TX: mudar ou aumentar dose da medicação atual
TX de asma em gestante
budesonida
beclometasona
tosse variante da asma
x
bronquite eosinofílica
tosse variante:
só tosse noturna e dx de asma
bronquite eosinofílica:
tosse, eosinófilos no escarro, porém, sem hiperresponsividade bônquica
Controle da asma
nas últimas 4 semanas avaliar;
- sintomas noturnos
- sintomas diurnos
- necessidade de medicação de alívio
- limitação das atividades diárias/física
- limitação do fluxo aéreo (PFE ou VEF1)
se há 1 crise de asma nas últimas 4 semanas
automaticamente classificada para não controlada
relacionados a obstrução fixa ao fluxo aéreo (7)
- prematuridade
- baixo peso ao nascer
- exposição ocupacional
- tabaco
- baixo VEF1
- eosinofilia
- bronquite
diferença entre controle e gravidade da asma
controle:
- variável
- intensidade das manifestações suprimidas com tx
- adesão e fatores ambientais influenciam
gravidade:
- alteração lenta e progressiva
- intensidade do tx requerido
começo de tratamento da asma
etapa 2 ou 3 (se muito sintomático)
1a escolha de tx na asma:
corticoide inalatório (se eosinofílica)
resposta ao broncodilatador positiva na espirometria
VEF1 > 12% e > 200ml após o broncodilatador (GINA)
ou
VEF1 > 7% ou 200ml (diretriz brasileira)
Definição asma
Inflamação crônica das VA + hiperresponsividade brônquica (broncocconstrição exarcebada a inócuos)
broncoprovocação na espirometria
quando ocorre queda no VEF1 > 20% com histamina ou metacolina
asma controlada
em 4 semanas:
- <= 2 sintomas diurnos/semana
- nenhum despertar noturno
- <= 2 necessidades de meds de alívio/semana
- nenhuma limitação das atividades
- PFE ou VEF1 normal
Asma parcialmente controlada
em 4 semanas:
(presença de até 2 desses critérios)
- > 2 sintomas diurnos/semana
- no mínimo 1 despertar noturno
- > 2 necessidades de meds de alívio/semana
- limitação das atividades
- PFE ou VEF1 < 80%
Asma não controlada
em 4 semanas:
3 ou mais dos parâmetros da parcialmente controlada
e/ou
1 crise de exarcebação
6 fatores de risco para crise de asma:
- má aderência
- classificação de asma não controlada
- gestação
- tabagismo ou exposição ocupacional
- comorbidades: obesidade, sinusite, refluxo
- 1 exarcebação em 12 meses
classificação da gravidade da amsa
etapas do tratamento:
1 - leve
2,3 - moderada
4,5 - grave
etapa 1 de tx asma
broncodilatador quando necessário
NOVA RECOMENDAÇÃO: corticoide inalatório ou B2 agonista em baixas doses, ou associa os dois
etapa 2 tx asma
corticoide inalatório
pode associar antileucotrienos
etapa 3 tx asma
não deu certo etapa 2
CI + B2 de ação longa
ou
aumenta dose de CI
etapa 4 tx asma
não deu certo etapa 3
maior dose de CI + B2 de longa
pode associar tiotrópio
Etapa 5 tx asma
não deu certo etapa 4
associar tiotrópio se não fez
imunobiológico (omalizumabe) - se maior de 12 anos e IgE alto
ou corticoide sistêmico em dose baixa
Tratamento adjuvante da asma
- controle ambiental
- cessar tabagismo
- atividade física, dieta, controle do peso
- evitar AINES, BB, AAS
- vacina para influenza anual
- controle do DRGE ou rinite alérgica
uso de BB na asma
só cardioseletivos (atenolol, bisoprolol, metoprolol) e substituir caso crise
Para reduzir etapa de tx da asma
bom controle por no mínimo 3 meses
perda de controle na asma
piora e uso de med. de alívio por 2 dias seguidos
avaliar ajustes terapêuticos
O uso de corticoide VO ou IV na asma são ___________
equivalentes
Qual a medicação para asma quando refratária a corticoides em altas doses?
anti-IgE (anticorpos monoclonais)
Sibilância na criança evoluirá pra asma? Avaliar:
- eczema ou rinite
- pai ou mãe asmáticos
- sibilância por estímulos inócuos
- eosinofilia na ausência de parasitoses
Uma crise asmática exige
modificação do tx habitual
o grau de dispneia na crise asmática
não correlaciona com intensidade de obstrução das vias aéreas
conduta perante classificação da crise asmática
leve/moderada/grave - emergência - alta ou interna a depender da resposta *
muito grave - UTI
IOT na crise asmática (4)
- PCR ou parada respiratória
- VNI não efetiva
- hipoxemia grave
- RNC
PFE ou VEF1 na crise de asma
medir preferencialmente antes do tx, e reavaliar até melhora
sinais de obstrução grave na crise asmática
- pulso paradoxal
- hiperinsuflação acentuada
- uso da musuculatura acessória
gasometria na crise asmática
sempre solicitar se muito grave *
comum: alcalose respiratória (hipocapnia) ‘uso da VA como um fole’ *
grave: hipoxemia, hipercapnia, insuficiência respiratória - achado tardio
Insuficiência respiratória
PaO2 < 60 mmHg PCO2 > 45 mmHg
Efeitos adversos B2 agonista de curta duração (4)
- taquicardia
- palpitação
- tremor
- hipocalemia (usados no tx da hipercalemia)
crise asmática grave/ muito grave
B2 curta + anticolinérgico de curta (brometo de ipratrópio 5mg 40 gts)
Sedação na crise asmática
ketamina ou propofol, pois diminuem resistência da VA
Qual o significado de hipercapnia na crise asmática?
iminência de PCR
Classificação da gravidade crise asmática: leve/moderada (LM) x muito grave (MG)
Estado mental: normal (LM) x sonolência, confusão (MG)
Fala: frases (LM) x monossilábico (MG)
Sibilância: presente ou ausente, MV normal (LM) x ausente e MV diminuído (MG)
PFE: >50 (LM) x <30 (MG) SpO2: >95 (LM) x <90 (MG)
Classificação da gravidade crise asmática: grave
Estado mental: normal ou agitação
Fala: frases incompletas
Sibilância: localizadas ou difusas
PFE: 30-50
SpO2: 91-95
Pulso paradoxal
queda > 10 mmHg na PAS durante inspiração
Fatores de risco pra pior prognóstico na crise asmática (7)
- necessidade anterior de IOT ou VM
- asma lábil
- ida à emergência no último ano
- uso ou interrupção de corticoide oral
- má aderência
- má percepção do grau de obstrução
- comorbidades (cardiovascular ou psiquiátrica)
1 - Crise asmática 2 - ____________ (edema) 3 - ____________ (dispneia súbita) 4-_____________ (crianças) 5- _____________ (mofo e aves) 6-______________ (mulher, DRGE) 7 -______________ (sibilo localizado)
2 - IC descompensada
3 - TEP
4 - bronquiolite
5 - pneumonite de hipersensibilidade aguda
6 - disfunção de pregas vocais
7 - aspiração de corpo estranho
conduta inicial crise asmática
- até 3 doses de B2 agonista a cada 10-30min (salbutamol *aerolin* 2,5-5mg 10-20 gts com 3-5ml de SF, se nebulização)
- avaliar inserir corticoide sistêmico precoce (1a hora)
- oxigênio por cateter nasal 1-3L/min se spo2 < 92 ou <94 em grávidas
- reavaliar gravidade em 30 minutos
Quando utilizar sulfato de Mg na crise asmática?
falha do tx inicial e hipoxemia persistente, sempre associado a broncodilatadores)
aminofilina na crise asmática
não recomendada rotineiramente, pela pobre eficácia e baixo perfil de segurança
VM na crise asmática
resistência de VA baixa, baixo volume corrente e baixa frequência respiratória, para maior tempo expiratório e menor risco de auto-PEEP e barotrauma, consequências do aprisionamento aéreo, podendo levar a pneumotórax
critérios de alta na crise asmática, e se melhora parcial:
alta: sem sinais de gravidade; PFE > 70%
melhora parcial:
redução dos sinais e PFE 50-70: manter no PS, associar ipratrópio e corticoide sistêmico, e manter B2 de curta a cada 30-60min até 4h.
Alta pós crise asmática, prescrição
- inserir CI se não tinha, rever controle
- manter B2 agonista via inalatória por 48 horas
- Prednisona por 3-10 dias
Quando faço profilaxia pós-exposição na Varicela?
em surtos hospitalares em maiores de 9 meses
sinal de Frommel
Palpação do ligamento redondo distendido na rotura uterina
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