DPOC Flashcards

1
Q

A DPOC é caracterizada:

A

1.Obstrução progressiva do fluxo aéreo em decorrência das alterações das vias aéreas e/ou alveolares e que se associam com sintomas respiratórios persistentes.

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2
Q

A DPOC é definida como:

A

1.Doença tratável e que pode ser prevenida.

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3
Q

A limitação ao fluxo aéreo na DPOC é ocasionada:

A

1.Pela presença de processo inflamatório, associada a presença de plugs de muco e aumento da resistência por perda da sustentação elástica bronquiolar.

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4
Q

A etiologia da DPOC:

A

1.É multifatorial e envolve aspectos socieconômicos, genéticos, história de infecções, crescimento pulmonar e principalmente a exposição a gases ou particulas nocivas.

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5
Q

Qual o principal fator de risco da DPOC

A

1.Tabagismo(70% dos casos)

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6
Q

Células fagocíticas na DPOC:

A

1.Macrófagos e Neutrófilos estão aumentadas tanto nos pulmões como sistemicamente e geram aumento das espécimes oxidativas.

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7
Q

Qual a principal medida no tratamento da DPOC:

A

1.Cessação do tabagismo ou afastamento da exposição que causa a doença.

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8
Q

O tratamento da DPOC proporciona/objetiva (2):

A

1.Alívio dos sintomas
2.Prevenção de exacerbações

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9
Q

Quais as classes de medicamentos utilizados no alívio dos sintomas da DPOC: (2)

A

1.LABA ( Beta2 agonistas de ação longa )
2.LAMA ( Anticolinérgicos de ação longa )

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10
Q

Resultado das exacerbações no paciente DPOC (3):

A

1.Aumenta o risco de morte (+15% nos primeiros 3 meses)
2.Piora a qualidade vida
3.Piora da função pulmonar

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11
Q

O uso de Corticóides Inalatórios(ICS) em associação com broncodilatadores:

A

Previne exacerbações em casos selecionados

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12
Q

Opções de medicamnetos para asssociaçao na prevenção de exacerbações:

A

1.Macrolídeos
2.Acetilcisteína
3.Inibidor da fosfodiasterase-4 (Roflumilaste)

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13
Q

O diagnóstico da DPOC é :

A

Clínico e funcional

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14
Q

Pacientes sintomáticos para DPOC tem indicação de:

A

Avaliação da função pulmonar por Espirometria pré e pós broncodilatador

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15
Q

De acordo com o documento Gold, a gravidade da DPOC depende:

A

Do valor de VEF1 pos-broncodilatador

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16
Q

Classificação de GOLD (gravidade)
Estádio I - Leve

A

vef1/cvf<70%
VEF1>80%

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17
Q

Classificação de GOLD (gravidade)
Estádio II - Moderado

A

vef1/cvf<70%
50<VEF1<80%

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18
Q

Classificação de GOLD (gravidade)
Estádio III - Grave

A

vef1/cvf<70%
30<VEF1<50%

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19
Q

Classificação de GOLD (gravidade)
Estádio IV - Muito Grave

A

vef1/cvf<70%
VEF1<30%

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20
Q

Qual o sintoma mais debilitante na DPOC:

A

Dispneia

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21
Q

A escala de mMRC avalia qual sintoma da asma:

A

Dispnéia

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22
Q

mMRC - 0 (zero)

A

Falta de ar apenas em exercícios intensos

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23
Q

mMRC - 1 (Um)

A

Falta de ar andando apresadamente ou subindo rampa leve

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24
Q

mMRC - 2 (Dois)

A

Anda mais devagar do que pesoas da mesma idade por causa da falta de ar ou tem de parar para tomar fôlego mesmo andando devagar

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25
Q

mMRC - 3(Três)

A

Para para respiara depois de andar menos de 100 m ou após alguns minutos

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26
Q

mMRC - 4(Quatro)

A

Falta de ar impede que saia de casa, ou falta de ar ao se vestir ou tomar banho

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27
Q

Quais as escalas, para avaliação da dispnéia na DPOC, mais utilizadas (2):

A

1.mMRC
2.CAT

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28
Q

Qual o melhor marcador para risco de exacerbações futuras na DPOC:

A

Exacerbações nos últimos 12 meses
Duas ou + exacerbações predizem novas exacerbações com especificidade de 83%

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29
Q

Fatores de risco para exacerbações na DPOC (3):

A

1.Sintomas ou Função pulmonar
2.Presença de comorbidades (bronquiectasias)
3.Má aderência ao tratamento

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30
Q

Qualo primeiro passo para definir o tratamento da DPOC:

A

Caracterizar o risco de exacerbações

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31
Q

Tratamento para pacientes com baixo risco de exacerbações:

A

1.LABA e/ou LAMA
Há evidências de que a associação de LABA+LAMA tem benefícios da função pulmonar, melhora da dispnéia, redução das internações se comparada a monoterapia em pacientes com VEF1<60%.

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32
Q

Tratamento em pacientes com exacerbações frequentes:

A

Avaliar uso de ICS.
Há evidencias que o uso de CI na DPOC benefia pacientes com esosinófilos pereféricos>200 cel/mm3 ou com sobreposição ASMA/DPOC. Nesses subgrupos p uso de LABA+ICS deve ser estimulada.

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33
Q

Tratamento em pacientes persistentemente sintomáticos ou que mantêm uma ou + exacerbações/ano com qualquer combinação medicamentosa:

A

Terapia Tripla - LABA+LAMA+CI

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34
Q

O inibidor da Fosfodiasterase 4 (Roflumilaste), AINE específico para DPOC tem com ação:

A

A redução das exacerbações moderadas ou graves.
Mesmo não sendo broncodilatador, mostra boa atividade na melhora da função pulmonar

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35
Q

O inibidor da Fosfodiasterase 4 (Roflumilaste) é broncodilatador sim ou não:

A

Não

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36
Q

O inibidor da Fosfodiasterase 4 (Roflumilaste) melhora a função pulmonar, sim ou não:

A

Sim

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37
Q

O inibidor da Fosfodiasterase 4 (Roflumilaste) mostra-se mais eficaz em quais pacientes: (2)

A

1.Obesos com asma grave ( VEF1<50%)
2.Bronquite crônica que mantêm exacerbações apesar do tratamento inalatório otimizado

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38
Q

Macrolídeo na DPOC é:

A

Segunda linha no tratamento do exacerbador

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39
Q

Para quais pacientes os Macrolídeos são indicados e posologia:

A

1.Grave e Muito grave e exacerbadores a despeito do tratamento habitual.
2.Azitromicina 250 mg/dia ou Azitromicina 500 mg/3x/semana

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40
Q

O benefício do uso de Macrolídeos é mais evidente em pacientes com associação de DPOC com: (2)

A

1.Bronquiectasias
2.Vias aéreas colonizadas por Pseudomonas

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41
Q

O uso prolongado de Macrolídeos associa-se: (2)

A

1.Desenvolvimento de resistência bacteriana
2.Aumento do risco de eventos adversos

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42
Q

Contra-indicações relativas ao uso de Macrolídeos: (3)

A

1.Cardiopatia
2.Taquicardia em repouso
3.História de arritmias

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43
Q

Ação da N-acetilcisteína:

A

Redução do estresse oxidativo nas vias aéreas

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44
Q

Benefícios da N-acetilcisteína na DPOC:

A

Controversos
Alguns estudos mostram eficácia na redução de exacerbações(1.200 mg/dia ou+)

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45
Q

Benefícios da Oxigênoterapia domiciliar prolongada(ODP): (3)

A

1.Melhora na sobrevida nos pacientes com DPOC e hipoxemia grave(PaO2<=55 mmHg ou SatO2<=88%)
2.Controle da Cor Pulmonale
3.Controle da Policitemia causada pela hipóxia crônica

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46
Q

Na reabilitação pulmonar, o treinamento dos mmii tem impacto: (3)

A

1.Dispneia
2.Tolerância ao exercício
3.Qualidade de vida

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47
Q

Na reabilitação pulmonar, o treinamento aeróbico proporciona:(2)

A

1.Maior condicionamento físico
2.Maior tolerância ao exercício

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48
Q

Na reabilitação pulmonar, o treinamento de resitência e força proporciona: (1)

A

1.Melhora da mssa muscular

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49
Q

A cirurgia de redução do volume pulmonar é considerada uma alternativa útil para um subgrupo de pacientes com DPOC grave quando: (2)

A

1.Terapia farmacologica máxima
2.Contraindicação ou antes de oferecer o transplante

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50
Q

A cirurgia de reduçaõ do volume pulmonar é indicada para quais pacientes:

A

DPOC muito grave, com VEF1 ainda maior que 20% e enfisema de predomínio apical.

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51
Q

Em que consiste a cirurgia de redução do volume pulmonar:

A

Ressecção da áreas de predomínio de enfisema e aprisionamento aéreo, podendo levar a melhora da função pulmonar, tolerância ao exercício e qualidade de vida.

52
Q

Quais pacientes com DPOC estão indicados ao transplante pulmonar:

A

1.Com insuficiência Respiratória Crônica ou
Hipertensão Pulmonar que continuam a deteriorar apesar do tratamento médico máximo.

53
Q

Sobreposição ASMA-DPOC (ACO):

A

Fenótipo misto que compartilha características de ambas as condições

54
Q

Critérios diagnóstico da ACO: (4)

A

1.Asma antes dos 40 anos
2.Obstrução ao fluxo aéreo documentada em curva espirométrica
3.Tabagismo significativo acima de 10 maços/ano ou exposição inalatória consistente
4.Sinais de hiperesponsividade brônquica ou resposta à prova broncodilatadora

55
Q

Fenótipos ACO: (2)

A

1.Predominantemente asmático
2.Predominantemente DPOC

56
Q

Fenótipo ASMA:

A

1.Pior qualidade de vida
2.Pior indicador socioeconômico

57
Q

Fenótipo DPOC:

A

1.Maior frequência de exacerbações
2.Maiores gastos com o sistema de saúde

58
Q

Quando investigar ACO:

A

Pacientes portadores de doença obstrutiva das vias aéreas não claramente categorizados com Asma ou DPOC.

59
Q

Espirometria na ACO:

A

Fortemente recomendada na avaliação diagnóstica e seguimento de portadores de ACO

60
Q

Alterações da Tc de tórax nas doenças obstrutivas: (3)

A

1.Redução do calibre
2.Espessamento das paredes brônquicas
3.S|inais de aprisionamento aéreo na fase expiratória

61
Q

A Fração Exalada de Óxido Nítrico na ACO:

A

1.Títulos elevados em relação aos indivíduos saudáveis e portadores de DPOC

62
Q

Em pacientes sem uso prévio de ICS o limiar diagnóstico da FeNO:

A

Entre 25 e 39,5 ppb

63
Q

Marcador par ACO na espirometria: (2)

A

1.Aumento do VEF1 maior que 15% e >=400 Ml
2.Variação positiva do VEF1>=12% e 200 Ml após a administração de B2 em 2 momentos

64
Q

Quais as bases do tratamento Não Farmacológico da ACO: (3)

A

1.Cessação do tabagismo e afastamento de exposição à fumaça ou gases tóxicos
2.Reabilitação pulmonar
3Recomendações de imunizações para DPOC( Influenza, Pneumococo, Covid-19, Coqueluche e Herpes) e para Asma(Influenza, Covid-19 e Pneumococo em casos selecionados)

65
Q

Qual medicamento está recomendado no tratamento da ACO com desfechos favoráveis na função pulmonar, redução das exacerbações e na qualidade de vida:

A

ICS (corticóides inalatórios)

66
Q

No tratamento da ACO, a associação de ICS e LABA em comparação com monoterapia com LABA ou LAMA:

A

Proporciona redução da mortalidade e nas taxas de internação hospitalares

67
Q

O acréscimo de LAMA à combinação ICS+LABA:

A

Pode proporcionar melhora da função pulmonar

68
Q

Quanto a utilização de anticorpos monoclonais anti-IgE e IL-5 na ACO:

A

Não há recomendação específica para o uso

69
Q

Exacerbação da DPOC segundo GOLD:

A

“Piora aguda dos sintomas respiratórios que resultam em terapia adicional”

70
Q

Classificação das exacerbações da DPOC:(3)

A

1.Leve
2.Moderada
3.Grave

71
Q

Defina exacerbação LEVE:

A

Aquelas tratadas somente com broncodilatadores de ação curta

72
Q

Defina exacerbação MODERADA:

A

Aquelas que além da broncodilatação de ação curta, necessita corticoterapia e/ou antibioticoterapia sistêmica

73
Q

Defina exacerbação GRAVE:

A

Aquelas que além da terapia adicional, demandam internação hospitalar (incluindo avaliações em unidades de emergência)

74
Q

Qual o sintoma mais relevante para os pacientes na exacerbação da DPOC:

75
Q

Exacerbação da DPOC de causa Viral:

76
Q

Exacerbação da DPOC de causa Bacteriana:

77
Q

Exacerbação da DPOC de inflamação eosinofílica:

78
Q

Etiologia infecciosa da exacerbação da DPOC, principais: (4)

A

1.Haemophilus influenzae
2.Streptococus pneumoniae
3.Moraxella catarrhalis
4.Pseudomonas aeruginosa

79
Q

Etiologia vira da exacerbação da DPOC:(5)

A

1.Rinovírus/Enterovírus
2.VSR
3.Virus influenzae parainfluenza
4.Adenovírus
5.Coronavírus

80
Q

Etiologia fúngica da exacerbação da DPOC, especialmente nos casos graves em uso frequente de corticoide oral: ( 2 )

A

1.Aspergillus spp
2.Pneumocystis jirovecci

81
Q

Qual o fator de risco mais importante para futuras exacerbações:

A

Histórico prévio de exacerbações

82
Q

Fatores de risco e gatilhos para exacerbação da DPOC: ( 7 )

A

1.Limitação/obstrução severidade fluxo aéreo
2.Infeccões virais e bacterianas
3.Tabagismo e poluição do ar
4.Comorbidades clínicas
5.Eosinofilia periférica
6.Imagem evidenciando enfisema pulmonar
7.Histórico de bronquite crônica

83
Q

Há correlação entre Bronquiectasias e exacerbação da DPOC, sim ou não:

84
Q

A correlação entre Bronquiectasias e exacerbação da DPOC é explicada:

A

Maior colonização crônica microbiana patogênica e uma maior taxa de incidência de Pseudomonas aeruginosa.

85
Q

O fenótipo exacerbador frequentemente é associado com: (6)

A

1.Maior inflamação (PCR,IL-6 e fibinogênio elevado)
2.Maior suscetibiliade para infecções virais e maior chance de colonização bacteriana
3.Queda acelerada do VEF1 e maior declínio funcional
4.Estado de saúde mais comprometido
5.Risco cardivascular aumentado
6.Transtorno de humor deprimido e/ou déficit cognitivo

86
Q

Diagnóstico diferencial da DPOC: (6)

A

1.Pneumonia
2.Pneumotórax
3.Derrame pleural
4.TEP
5.Edema pulmonar cardiogênico
6.Arritmias cardíacas - Fibrilação/Flutter Atrial

87
Q

Quais os fenótipos potenciais de exacerbações da DPOC: (4)

A

1.Bacteriana
2.Viral
3.Eosinofílica
4.Pauci-inflamatória

88
Q

Biomarcadores relacionados a exacerbação da DPOC causadas por bactérias, quanto a especificidade:

A

Baixa especificidade

89
Q

Quanto a especificidade do PCR e Fibrinogênio:

A

São inespecíficos

90
Q

PCR + Sintoma Cardinal (Dispnéia, purulência ou volume da expectoração)

A

Melhora a precisão diagnóstica, mas prevê gravidade clínica ou recuperação.

91
Q

Procalcitonina controverso, porquê?

A

1.Alguns estudos dizem que reduz a exposição a antibióticos e efeitos colaterais
2.Outros, não encontraram redução significativa na exposição a antibióticos
3.Tais resultados não permitem a indicação do uso de porcalcitonina em protocolos para decisão do uso de ATB em paciente com exacerbação de DPOC

93
Q

Manejo inicial da exacerbação da DPOC: (6)

A

1.Avaliação de sintomas
2.Oximetria para avaliar suplementação de O2
3.Gasometria para avaliar pH e PaCO2
4.Aumentar dose de Broncodilatador
5.Exame de imagem
6.Decisão sobre corticoterapia e ATB

94
Q

Qual o percentual de exacerbações tratados ambulatorialmente:

95
Q

Quais os indicativos de necessidade de internação para tratamento da exacerbação da DPOC: (5)

A

1.Estrutura domiciliar insuficiente
2.Falência ao tratamento inicial
3.Presença de comorbidades
4.Achados no exame fisico como cianose ou edema periférico
5.Sinais de insuficiência respiratória9 FR>30, Confusão mental, uso de musculatura acessória, hipoxemia que não melhora com FiO2>40%, hipercapnia - PaCO2>60 mmHg - ou presença de acidose -pH<=7,25)

96
Q

Broncodilatadores iniciais no tratamento da exacerbação da DPOC:

A

Beta-2 agonistas de curta ação

97
Q

Quando deve ser iniciada a terapia de manutenção com Broncodilatadores de ação longa na exacerbação da DPOC:

A

O mais rápido possível

98
Q

Aspectos a serem observados, na exacerbação da DPOC, para iniciar o uso de ATB:(3)

A

1.Aumento da dispnéia
2.Aumento do volume do escarro
3.Surgimento de purulência no escarro

99
Q

Efeitos esperados do uso do ATB nas exacerbações da DPOC: (4)

A

1.Reduzir o tempo de recuperação
2.Reduzir o risco de recaída
3.Reduzir falha no tratamento
4.Reduzir o tempo de internação

100
Q

Qual o tempo médio de usop de ATB na exacerbação da DPOC:

101
Q

Quais os germes mais frequentes na exacerbação da DPOC: (3)

A

1.Haemophilus influenzae
2.Moraxella catarrhalis
3.Strepatococcus pneumoniae

102
Q

Qual a base para a escolha do ATB na exacerbação da DPOC: (2)

A

1.Resistência bacteriana local
2.Melhora dos sintomas (dispnéia e diminuição da purulência do escarro)

103
Q

Quais ações podem ser esperadas do uso de corticóide sistêmico na exacerbação da DPOC:(4)

A

1.Melhora da função pulmonar(VEF1)
2.Melhora da oxigenação
3.Redução do tempo de recuperação
4.Redução do tempo de internação

104
Q

Pacientes com grave compromentimento da função pulmonar e internações frequentes podem estar colonizados por ?

A

Bactérias gram-negativas multirresistentes

105
Q

Qual o tempo da duração do uso de corticóide na exacerbação da DPOC:

106
Q

Qual a dose de Prednisona é recomendada na exacerbação da DPOC:

107
Q

Qual a via de administração recomendada para o uso do corticóide na exacerbação da DPOC:

A

Oral, quando possível pois é igualmente efetiva que a endovenosa

108
Q

Qual a saturação alvo para oxigenioterapia suplementar no manejo hospitalar da exacerbaçã da DPOC:

109
Q

Quais as alterações fisiológicas que ocorrem nas exacerbações da DPOC:(2)

A

1.Hiperinsulflação pulmonar
2.Obstrução do fluxo respiratório

110
Q

Qual o primeiro modo de ventilação utilizado nos pacientes com exacerbação da DPOC e com insificiência respiratória:

111
Q

Pelo menos 1 destes sinais indica VNI:(3)

A

1.Acidose respiratória
2.Dispnéia com sinais de fadiga muscular
3.Hipoxemia persistente a suplementação de O2

112
Q

Vantagens do uso da VNI em pacientes com insuficiência respiratória por DPOC: (4)

A

1.Menor mortalidade
2.Menor necessidade de IOT
3.menor tempo de UTI e internação
4.Menos complicações relacionadas ao tratamento

113
Q

A oxigenioterapia nasal de alto fluxo esta associada à: (6)

A

1.Diminuição do esforço respiratório
2.Diminuição do trabalho respiratório
3.Melhora das trocas gasosas
4.Melhora do volume pulmonar
5.melhora da complacência dinâmica
6.Melhora das pressões transpulmonares

114
Q

Critérios de internação em UTI:(5)

A

1.Dispnéia grave que não responde ao tratamento inicial
2.Alteração do estado mental(confusão, letargia, ou coma)
3.Hipoxemia persistente ou com piora(PaO2<40 mmHg)
4.Acidose respiratória grave(pH<7,25) apesar da oferta de O2 por cateter ou VNI
5.Instabilidade hemodinâmica com necessidade de vasopressor

115
Q

Principais riscos de uso da VMI:(4)

A

1.Pneumonia associada
2.Barotrauma
3.Volutrauma
4.Risco de traqueostomia em consequência a VMI prolongada

116
Q

Em relação a DPOC e exacerbações, os ensaios clínicos randomizados demonstram sobre o uso da Terapia Tripla, principalmente col níveis mais altos de eosinófilos no sangue:

A

Benefício potencial

117
Q

A Terapia Tripla(LABA+LAMA+ICS) para DPOC demonstrou:

A

Redução na mortalidade

118
Q

Em relação ao ICS para pacientes sem histórico de exacerbações frequentes(recomendação condicional, qualidade moderada de evidência):

A

Considerar a retirada do corticóide

119
Q

Em relação ao ICS em pacientes com contagem de eosinófilos no sangue>=300, com ou sem histórico de exacerbações frequentes( recomendação Forte, qualidade moderada de evidência):

A

Manter o corticóide

120
Q

Se o ICS for retirado os pacientes devem ser tratados com……..(recomendação forte, qualidade moderada de evidência):

A

Um ou Dois broncodilatadores de longa duração

121
Q

Estudos que relacionam a Reabilitação Pulmonar com exacerbações de DPOC têm focado a capacidade dessa intervenção em:(3)

A

1.Reduzir o número de ocorrencias
2.Reduzir a visita à emergência
3.Reduzir o número de hospitalizações

122
Q

Roflumilaste (Inibidor da fosfodiasterase-4) está indicado:

A

Pacientes que,mesmo em vigência do tratamento com terapia inalatória Tripla, seguem apresentando exacerbações frequentes

123
Q

Quanto aos macrolídeos:

A

É possível considerar o uso de Azitromicina 500 mg/3x/semana nos pacientes que apresentam exacerbações apesar da terapia inalatória apropriada e otimizada.

124
Q

Quais os riscos do uso de Macrolídeos na DPOC:

A

1.REsistência bacteriana
2.Prolongamento do intervalo QT
3.Perda auditiva

125
Q

Qual o tempo em que o uso da Azitromicina é favorável para previnir exacerbações de DPOC:

A

No máximo 1 ano.

126
Q

Vacinas recomendadas na DPOC para pacientes 65+ e pacientes jovens com comorbidades cardíacas e pulmonares:(2)

A

1.Antipneumococo(P13 e P23)
2.Influenza