Hemato 2 Flashcards
Trombofilias:
Tríade de Virchow?
Alterações da coagulação
Estase
Lesão endotelial
Trombofilias hereditárias:
Definição?
Doenças genéticas hereditárias em que ocorre alteração da função e/ou quantidade de proteínas de coagulação e/ou do sistema fibrinolítico, levando a risco maior de trombose
Principais Trombofilias hereditárias? (5)
Fator V Leiden Mutações da protrombina(fator II;) Deficiência de proteína C Deficiência de proteína S Deficiência de antitrombina III
Quando investigar presença de trombofilias hereditárias?
Trombose sem fator de risco;
História familiar de trombose;
Trombose recorrente;
Trombose em sítios não usuais
Trombofilias:
Fator V Leiden - mecanismo?
Resistência à proteína C ativada
Trombofilias:
Fator V Leiden: risco trombótico comparado a pessoas normais, em heterozigose? E em homozigose?
3 a 10x maior em heterozigose
80x em homozigose
Trombofilias:
Mutação da protrombina (fator II) - mecanismo?
Mudança de uma guanina por uma adesina no gene G20210A
Trombofilias:
Deficiência de antitrombina III - deixa de inibir quais fatores de coagulação?
A antitrombina III é responsável por inibir as formas ativadas dos fatores: II, VII, IX, X, XI e XII.
Trombofilias:
Qual medicamento faz a sua função ao se ligar com a antitrombina III (ATIII)?
Heparina.
Na deficiência de ATIII, há resistência à heparinização
Trombofilias:
QCs associados à deficiência de proteína C/S?
Tromboflebite superficial recorrente;
Púrpura fulminante neonatal;
Necrose cutânea induzida por varfarina
Trombofilias:
Principais adquiridas?
Gestação e puerpério Cirurgia e trauma Neoplasias malignas Deficiência adquirida de ATIII Def adquirida de prot C Hiperviscosidade Medicamentos SAAF
Tratamento de eventos trombóticos:
HNF - ação e controle?
Heparina Nao fracionada
Potencializador da ATIII;
Controle com TTPA
Tratamento de eventos trombóticos:
HBPM - inibe? Controle?
Heparina de Baixo Peso Molecular:
Inibe fatores IXa, Xa e XIa
* nao precisa de controle com TTPA
Tratamento de eventos trombóticos: O que usar como alternativa no caso de trombocitopenia induzida por heparina (HIT)?
Inibidores diretos da trombina;
Inibidor do Xa (Fondaparinux)
Tratamento de eventos trombóticos:
QC da HIT?
Sangramento após heparinização
A trombocitopenia induzida por heparina costuma acontecer mais com HNF ou HBPM? Período que costuma ocorrer?
HNF
4º a 10° dia de uso
Tratamento de eventos trombóticos:
Inibidores diretos da trombina?
Hirudina
Argatrobana
Daparinoide
Anticoagulantes orais:
Varfarina - fatores antagonistas da vitamina K?
II, VII, IX e X
Quais Trombofilias apresentam risco trombótico ao iniciar tratamento com varfarina?
Deficiências de proteína C e S
Como é feito o controle da anticoagulação por varfarina?
TP (INR)
Manejo do cumarínico - Tratamento da anticoagulação excessiva:
Condutas INR 3~5?
INR 3 a 5: Interromper a varfarina por um dia e diminuir em ~20% as doses subsequentes; monitorizar frequentemente até alcançar dose ideal.
Manejo do cumarínico - Tratamento da anticoagulação excessiva:
Condutas INR 5~9?
INR 5 a 9: Suspender varfarina até INR estar ideal, administrar vitamina K 2,5mg VO e repetir INR em 24 horas. Ajustar as doses subsequentes do anticoagulante.
Manejo do cumarínico - Tratamento da anticoagulação excessiva:
Condutas INR >9?
INR maior ou igual a 9 (sem sangramento): Suspender o medicamento e administrar vitamina K 5 a 10mg VO. Repetir INR e ajustar.
Manejo do cumarínico - Tratamento da anticoagulação excessiva:
Condutas se sangramento excessivo independente do INR?
Condutas se sangramento excessivo: Suspender anticoagulante, administrar vitamina K IV e complementar com complexo protrombínico, plasma fresco congelado ou fator VII ativado, a depender da urgência e das condições do paciente.
Inibidores diretos (“novos acos”): Contraindicações absolutas?
FA valvular
SAAF
“Novos coagulantes” - Inibidores diretos de fatores de coagulação -
Quais são?
Rivaroxabana
Dabigatrana
Apixabana
Qual é o único anticoagulante oral passível de diálise?
Dabigatrana
Qual HBPM é a mais comumente utilizada?
Enoxaparina
Pancitopenia: Definição?
Comprometimento de qualquer uma das séries da linhagem sanguínea: células tronco/L mieloide/L linfoinde/ plaquetária
Pancitopenia: exames mandatórios da avaliação medular?
Mielograma
Imunofenotipagem
Cariótipo
Bx de MO
Pancitopenias:
Anemia aplásica (aplasia de medula) - O que ocorre?
Diminuição da celularidade da medula óssea, com substituição por tecido adiposo
Celularidade normal da medula óssea (“regra” geral)?
100 - idade
Principais anemias aplasicas congênitas?
Anemia de Fanconi
Disceracitose congênita
Anemia aplásica de Fanconi:
QC?
Baixa estatura
Baixa implantação orelhas
Pele com sardas
Anemias aplásicas:
QC disceracitose congênita?
Alterações cutâneas/ungueais
Leucoplaquia de mucosas
Hipotrofia cerebelar*
Causa mais comum de aplasia medular secundária (anemia aplásica) transitória?
QT e RT em tratamento de neoplasias
Agentes químicos/físicos potenciais causadores de aplasia medular secundária?
Radiação
Benzeno e derivados
Arsênio
Sais de ouro
Medicamentos que podem cursar com anemia aplásica secundária?
Cloranfenicol Corticoides Antitireoidianos AINES Anticonvulsivantes
Vírus que podem causar anemia aplásica secundária?
HIV
HAV HBV HCV
EBV
PV B19
Doenças autoimunes que podem cursar com aplasia de medula secundária?
Fasciite eosinofílica LES Timoma Hipoimunoglobulinemia D. Enxerto x hospedeiro
Aplasia de medula idiopática (1ª):
Mecanismo fisiopatológico?
Autoimune, com inversão da relação CD4/CD8
Aplasia de medula idiopática (1ª):
Têm resposta à terapia com:
Imunossupressão
Aplasia de medula idiopática (1ª):
Critérios diagnósticos?
Hb<10
Reticulócitos <50.000
Neutropenia <1.500
Celularidade medular reduzida
Aplasia de medula idiopática (1ª):
QC?
De pancitopenia:
Anemia/plaquetopenia/neutropenia
Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN):
Fisiopatologia?
Hemólise intravascular noturna
Anemias aplásicas (AA):
Critérios de gravidade AA severa?
Neutrófilos <500
Plaquetas <20.000
Reticulócitos <20.000 (<1%)
Muito severa: única ≠ neutrófilos <200
Anemias Aplásicas:
Tratamento para paciente <40 anos com doador de MO?
Transplante alogênico de MO.
Todos os outros pacientes:
ATG + ciclosporiba
Síndrome Mielodisplásica (SMD):
O que é?
Uma neoplasia hematológica onde há clone das células tronco hematopoiéticas com função e forma comprometidas.
Síndrome Mielodisplásica (SMD):
Pode evoluir para?
Leucemia Mielóide Aguda (LMA)
Síndrome Mielodisplásica (SMD):
Tratamento para pacientes jovens e de alto risco?
TMO
Síndrome Mielodisplásica (SMD):
Tratamento para idosos?
Agentes hipometilantes: Azacitidina/Decitabina;
QT doses baixas;
Suporte
Síndrome Mielodisplásica (SMD):
Tratamento quando Del5q?
Lenalidomida
“Cada uma das várias patologias malignas nas quais ocorre proliferação do tecido linfoide.”
- Essa é a definição de?
Linfomas
Linfomas - explicação funcional?
Erros no amadurecimento do linfócito
Linfomas - Como fazer o Dx?
Biópsia: imunohistoquímica
Linfomas: QC generalizado?
Linfonodomegalia
Hepatoesplenomegalia
Sintomas compressivos locais
Sintomas B
Linfomas:
Características da linfonodomegalia?
Indolor
Generalizada
Endurecida
Linfomas:
Quais são os sintomas B?
Febre >38;
Perda de peso >10% em 6 meses;
Sudorese noturna profusa
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Princípios etiológicos?
Imunossupressão;
Defeitos do reparo do DNA;
Inflamação crônica;
Vírus
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Etiologias relacionadas à imunossupressão?
Congênita (Wiskott-Aldrich);
Transplante (ciclosporina);
AIDS;
Idade avançada
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Etiologias relacionadas aos defeitos do reparo do DNA?
Ataxia telangiectasia;
Xeroderma pigmentoso
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Etiologias relacionadas à inflamação crônica?
H pylori
Chlamydia psitacci
Barrelia sp
Síndrome de Sjögren
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Etiologias relacionadas à vírus?
EBV HIV HCV HHV 8 HTLV
Linfoma de Hodgkin (LH):
Célula que caracteriza o LH?
Célula de Reed-Sternberg
“Células em olhos de coruja”
Linfoma de Hodgkin (LH):
Fenótipo clássico?
CD45 -
CD20-
CD30+
CD15+
Linfoma de Hodgkin (LH):
Classificações histológicas do LH clássico?
Esclerose nodular (NScHL);
Celularidade mista (MCcHL);
LH clássico rico em linfócitos (LRcHL);
Depleção linfocitária (LDcHL)
Linfoma de Hodgkin (LH) - Esclerose nodular (NScHL):
Epidemiologia?
Mulheres jovens
Doença inicial
Cervical + mediastinal (linfs)
Linfoma de Hodgkin (LH) -
Celularidade Mista (MCcHL):
Epidemiologia?
HIV +
>40
Sem acomt mediastino
Linfoma de Hodgkin (LH):
Apresentação clínica?
Gânglios palpáveis;
Acometimento contíguo das cadeias linfáticas;
Hepatoespleno nos estádios avançados (III/IV)
Linfoma de Hodgkin (LH):
Prognóstico?
% cura em casos avançados?
Bom;
~80%
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
HTLV (vírus humano linfotrópico T) - Tipos de LNH?
ATLL
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
EBV - Tipos de LNH?
Linfoma de Burkitt;
Linfoma 1° de SNC;
Linfomas relacionados à IMSS;
Linfoma T/NK nasal
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
H pylori - Tipos de LNH?
Linfoma MALT de estômago
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Barrelia sp - Tipos de LNH?
Linfoma B cutâneo
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
Chlamydia psitacci - Tipos de LNH?
Linfoma MALT ocular
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
HIV - Tipos de LNH?
Linfoma de Burkitt e Linfoma difuso de grandes células B
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
HCV - Tipos de LNH?
Linfoma esplênico da zona marginal
Linfoma Não Hodgkin (LNH):
HHV-8 - Tipos de LNH?
Linfoma primário de efusão (cavidades serosas)
Linfoma de Burkitt:
Etiologias?
EBV
HIV
Linfoma de Burkitt:
Aspecto histológico?
“Céu estrelado”
Linfoma de Burkitt:
Agressivo ou indolente?
Altamente agressivo - duplicação em ~25 horas
Linfoma de Burkitt:
Hiperexpressão de qual gene?
c-Myc,t (8;14)
Linfoma de Burkitt:
Alto risco de infiltração em que tecido?
SNC
Linfoma de Burkitt:
O que explica a alta taxa de mortalidade precoce?
Síndrome de lise tumoral
Linfoma de Burkitt:
Resultados tto classico/ terapias de alta intensidade?
Clássico: resultados ruins;
Terapias de alta intensidade: boa possibilidade de cura
LNH Folicular (LF): É o (1°/2°/3°) tipo mais comum de LNH?
2°
LNH Folicular (LF): Mediana de idade?
60 anos
LNH Folicular (LF): O LF é o protótipo de LNH (indolente/agressivo)?
Indolente: progressão lenta, muitas recaídas
LNH Folicular (LF): Conduta em estádio inicial?
Radioterapia
LNH Folicular (LF): Conduta em estádio avançado e baixa carga tumoral?
Observação
LNH Folicular (LF): Conduta em estádio avançado e alta carga tumoral?
Tratamento
LNH difuso de grandes células B:
Principal etiologia?
HIV
LNH difuso de grandes células B:
Características histológicas?
Neoplasias de linfócitos B com núcleo igual ou maior que o núcleo de um macrófago, ou 2x o tamanho de um linfócito normal, e crescimento difuso
LNH difuso de grandes células B:
Comportamento?
Heterogêneo
LNH T/NK extranodal tipo nasal:
Etiologia?
EBV (95%)
LNH T/NK extranodal tipo nasal:
Mais comum em homens ou mulheres?
Homens
LNH T/NK extranodal tipo nasal:
História clínica/ características?
História de sinusite de repetição;
Angiocentrico e angiodestrutivo (granuloma letal da linha média)
LNH MF (micóide-fungóide): Epônimo?
Síndrome de Sézary (SS)
LNH MF (micóide-fungóide): Células características?
Células de Sézary (cerebroides)
LNH MF (micóide-fungóide): Apresentações clínicas? (3)
Placas eritematosas;
Nódulos subcutâneos;
Eritrodermia descamativa generalizada
Linfomas:
Estadiamento?
Ann Arbor (I, II, III, IV) Sintomas B
LNH:
Quantos subtipos?
> 50
Hemostasia primária - Definição?
Processos responsáveis pela formação de um tampão plaquetário:
- Vasoconstrição, que diminui o fluxo sanguíneo e agregação das plaquetas no local do sangramento.
Hemostasia secundária - Definição?
Processo no qual o tampão plaquetário inicialmente gerado na hemostasia primária é reforçado, através da conversão do fibrinogênio para fibrina
Hemostasia terciária - Definição?
Ocorre a fibrinólise, ou seja, a dissolução do coágulo (fibrina), reativando o fluxo sanguíneo. A fibrina é degradada pela plasmina, proveniente do plasminogênio
Distúrbios de hemostasia:
TP?
Tempo de protrombina - Avalia a via extrínseca, mas também se altera nas deficiências da via comum, como II, V e X
Distúrbios de hemostasia:
TTPA?
Tempo de tromboplastina parcial ativada - Avalia a via intrínseca, alterando-se nas deficiências XII, XI, IX, VIII, X, V e II
Distúrbios de hemostasia:
TT?
Tempo de coagulação de Trombina - Avaliar deficiência/disfunção do fibrinogênio
Hemofilias hereditárias ligadas ao cr X:
Gravidade?
Grave <1%;
Moderada 1 a 5%;
Leve 5 a 30%
Hemofilias hereditárias ligadas ao cr X:
Genotipo homem?
Mulher?
XhY (homem);
XhX (mulher portadora) - 50% chance de transmissão;
XhXh (mulher hemofílica)
Hemofilias hereditárias ligadas ao cr X:
QC?
Hemartroses
Hematomas
Sangramentos profundos
Hemofilias hereditárias ligadas ao cr X:
Tratamento?
Reposição do fator responsável
Hemofilias:
Tratamento quando TTPA alargado?
Plasma fresco congelado
Hemofilias:
Tratamento se Fibrinogênio <100?
Crioprecipitado
Hemofilias:
Tratamento se plaquetas <50.000?
Plaquetas
Distúrbios de hemostasia primária:
3 mecanismos?
Fragilidade capilar;
Alteração na quantidade ou função das plaquetas;
Alteração “ “ “ do fator de von Willebrand (fvW)
Distúrbios de hemostasia primária por fragilidade capilar:
Púrpuras não trombocitopênicas?
Púrpura trombótica;
Púrpura de Henoch-Schönlein;
Eritema multiforme;
Pioderma gangrenoso
Distúrbios de hemostasia primária por fragilidade capilar:
Púrpuras não inflamatórias palpáveis?
Disproteinemia;
Púrpura trombotica;
Púrpura embólica
Distúrbios de hemostasia primária por fragilidade capilar:
Púrpura inflamatória palpável ou não?
Pioderma gangrenoso;
Púrpura de Henoch-Schönlein;
Eritema multiforme
Distúrbios de hemostasia primária por fragilidade capilar:
Púrpura inflamatória palpável?
Poliarterite nodosa;
Vasculites associadas ao ANCA
Distúrbios de hemostasia primária por fragilidade capilar:
Púrpura não inflamatória não palpável?
Hipersensibilidade a medicamentos (depósito de ICs);
Diminuição da integridade vascular
Distúrbios de hemostasia primária:
Geralmente, quando há sangramento espontâneo, as plaquetas estão abaixo de?
20.000
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
Etiologias?
Plaquetopenia espúria; Doenças primárias da MO; Carências nutricionais; Megacariopoese ineficaz; Quadros infecciosos; “ autoimunes; Drogas, QT/RT, toxinas, infiltração de MO
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
Etiologias que causam queda na produção de plaquetas?
Deficiências da MO: aplasia, QT/RT, infecção, toxina, drogas, infiltração.
Eritropoese ineficaz: anemia megaloblástica
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
Etiologias que causam aumento da destruição de plaquetas?
Não imunológicas: circulação extra corpórea, CIVD, TT, SHU, vasculite
Imunológicas:
- drogas;
- Aloimunes: PTT, plaquetopenia neonatal;
- Autoimune: PTT, LES, HIV HCV, Linfoproliferacao
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
Trombocitopenia Aloimune Neonatal:
Fisiopatologia?
Plaquetas do RN possui antígenos herdados do pai, não possuídos pela mãe
- > anticorpos maternos (HPA1a ou PLA1) cruzam a barreira placentária (IgG)
- > atacam antígenos do feto
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
Trombocitopenia Aloimune Neonatal:
Conduta?
Manter PLQ >30.000;
Melhora em 4 a 6 semanas;
Alta taxa de recorrência
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
Trombocitopenia Aloimune Neonatal:
Risco se PLQ <30.000?
Sangramento SNC
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: epidemiologia?
Causa mais comum de plaquetopenia em adultos e crianças
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: fisiopatologia?
Destruição plaquetário mediada por anticorpos
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: classificação cronológica?
Aguda <3 meses;
Persistente 3 a 12 meses;
Crônica >12 meses
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: etiologias secundárias comuns?
Oncológicas (LNH, LLC);
Doenças infecciosas (HIV);
Medicamentos
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: QC?
Maior parte assintomática;
Petéquias, equimoses, epistaxe e sangramentos muco cutâneos
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: mielograma na PTI?
Megacariócitos aumentados
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: situações que exigem tratamento?
Plq <30.000;
Sangramento ativo;
Procedimento cirúrgico
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: opções de tratamento na fase aguda?
Corticoides (1mg/kg/dia);
IMG antitimocítica (urgencia);
TX de PLQ: apenas em sangramento com risco de vida
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTI: opções de tratamento para casos refratários?
Em ordem:
Corticoide
-> Esplenectomia ou rituximibabe;
-> Análogos da trombopoetina;
Outros IMSS
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT - Púrpura trombocitopenica trombótica:
Deficiência de qual enzima?
ADAMT13
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT: Fisiopatologia?
- Deficiência da enzima ADAMT13
- > não “fraciona” o fvW;
- > multímero não clivado;
- > adesão e agregação plaquetária ao fvW
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT: QC?
Anemia microangiopática (esquizócitos, hemólise, coagulação normal);
Pêntade de Raynaud: Febre Trombocitopenia Microangiopatia Alteração SNC Alteração renal
Alteração SNC na Pêntade de Raynaud?
Síndrome confusional;
Paresias;
Parestesias;
Convulsão
Alteração renal na Pêntade de Raynaud?
Necrose cortical (córtex renal)
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT: Diagnóstico?
Clínica;
Anemia microangiopática;
Dosagem de ADAMT13
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT: Tratamento?
Plasmaférese:
Retirada de anticorpos anti-ADAMT13;
Infusão de plasma com ADAMT13;
Manter até normalização do QC - contagem de PLQ e DHL
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT: o que não fazer no tratamento?
Não transfundir plaquetas
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
PTT: Tratamento ptt crônica?
Imunossupressão:
- corticoide
- rituximabe
- ciclosporina
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
SHU?
Síndrome Hemolítica Urêmica
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
SHU: QC?
Microangiopatia trombótica com anemia microangiopática;
Atinge principalmente os rins;
IRA oligúrica
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
SHU: Infecção relacionada?
Infecção pela cepa O157:H7 da Escherichia coli
Distúrbios de hemostasia primária por alterações quantitativas das plaquetas:
SHU: afeta mais crianças ou adultos?
Crianças (95% dos casos)
Distúrbios de hemostasia primária por alterações funcionais (qualitativas) das plaquetas?
(4)
Síndrome de Bernard-Soulier;
Trombastenia de Glanzmann;
Doenças do pool plaquetário;
Medicamentos
Distúrbios da hemostasia:
Coagulopatia hereditária mais comum?
Doença de von Willebrand
Distúrbios de hemostasia primária por alterações do fator de von Willebrand (fvW):
Características hereditárias?
Autossômico dominante (Tipo 1, 80%);
Autossômico recessivo (Tipo 3, raro)
Distúrbios de hemostasia primária por alterações do fator de von Willebrand (fvW):
Fisiopatologia?
Diminuição da produção de plaquetas e/ou produção de substância afuncional
Funções (2) do fvW?
Adesão plaquetária;
Manutenção dos níveis de fator VIII
Doença de vW:
Tipo 1?
Deficiência quantitativa parcial de FvW
Doença de vW:
Tipo 2?
Deficiência qualitativa do FvW
Doença de vW:
Tipo 3?
Deficiência quantitativa completa
Distúrbios de hemostasia primária por alterações do fator de von Willebrand (fvW):
QC?
Sangramentos mucocutâneos;
Sangramento menstrual aumentado
Distúrbios de hemostasia primária por alterações do fator de von Willebrand (fvW):
Alterações laboratoriais?
TS;
TTPA alargado (deficiência de fator VIII);
Dosagem FvW;
Atividade do cofator da ristocetina
Distúrbios de hemostasia primária por alterações do fator de von Willebrand (fvW):
Tratamento?
DDAVP -> desmopressina;
Reposição de fatores VIII/vW se paciente já sangrando;
Antifibrinolíticos
Distúrbios de Hemostasia secundária:
História familiar?
Positiva
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Predomínio em qual sexo?
Masculino
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Características gerais?
(5)
Hematomas profundos; Hemartrose, sangramentos profundos; Artropatia crônica; Pseudotumor; Início do sangramento tardio ao trauma
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Fator envolvido na hemofilia A?
Fator VIII
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Fator envolvido na hemofilia B?
Fator IX
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Alterações lab?
TTPA alargado;
Dosar fatores VIII e IX
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Tratamento das hemofilias A/B?
Reposição do fator liofilizado
Fator VIII: 1u/kg aumenta 2% da atividade
Fator IX: 1u/kg aumenta 1% da atividade
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Dose de reposição de fatores liofilizados das hemofilias A/B em sangramentos menores?
30% de aumento de atividade
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Dose de reposição de fatores liofilizados das hemofilias A/B em sangramentos maiores?
50% de aumento de atividade
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Dose de reposição de fatores liofilizados das hemofilias A/B em grandes cirurgias?
100% de aumento de atividade
Distúrbios de Hemostasia secundária:
A profilaxia com os fatores VIII e IX nas hemofilias A e B, respectivamente, cursa com quais benefícios para o paciente?
Diminuição de eventos hemorrágicos e de hamartrose;
Diminuição de artropatia crônica;
Melhora da qualidade de vida
*ha risco de desenvolver inibidores contra os fatores com o uso crônico profilático destes
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Qual a função do Fator XIII?
Estabilização da fibrina
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Deficiência do fator XIII - QC?
Sangramentos tardios após traumas e/ou cirurgias;
Sangramento persistente do voto umbilical
Distúrbios de Hemostasia secundária:
Como estarão as provas de coagulação da deficiência de fator XIII?
Normais
Distúrbios de Hemostasia secundária - CIVD:
Fisiologia?
Ativação simultânea dos fatores de coagulação, plaquetas e fibrinólise
Distúrbios de Hemostasia secundária - CIVD:
QC?
Necrose hemorrágica de pele;
Púrpura fulminante;
Trombose;
Sangramentos (coagulopatia de consumo);
Distúrbios de Hemostasia secundária - CIVD:
Lab: TTPA/TP, Fibrinogênio, plaquetas?
TP/TTPA alargados;
Fibrinogênio baixo;
Plaquetopenia
Distúrbios de Hemostasia secundária - CIVD:
Produtos de aumento da degradação da fibrina? (Não apenas em CIVD)
D-dímero;
Distúrbios de Hemostasia secundária - CIVD:
Tratamento?
Tratar causa de base;
Tratar coagulopatia
Distúrbios de Hemostasia secundária - CIVD:
Tratamento da coagulopatia?
Apenas se sangramento ou procedimento cirúrgico; Normalizar TP/TTPA; Manter PLQ> 50.000; Manter fibrinogênio >100; Proteína C recombinante
Distúrbios de Hemostasia secundária - Deficiência de Vitamina K:
Tratamento?
Reposição VO/EV de vitamina K
Distúrbios de Hemostasia secundária - Deficiência de Vitamina K:
Tratamento quando há sangramento com risco de vida?
PFC;
Fator VIIa;
Complexo protrombínico