Gastro 4 Flashcards
Definição de dispepsia
Sensação de dor ou desconforto esporádico ou persistente na parte superior do abdome
Causa mais comum de dispepsia? (Classificação)
Funcional
Primeira classificação de dispepsia?
Classificar em investigada ou não investigada
Dispepsia orgânica?
Sintomas do aparelho digestivo alto relacionados à presença de doença orgânica
Dispepsia funcional: 2 síndromes de classificação?
Síndrome da dor epigástrica e síndrome do desconforto pós-prandial
Dispepsia: Subclassificações da dispepsia investigada?
Orgânica, funcional ou relacionada ao H. pylori
Principais causas digestivas de dispepsia?
Úlcera peptica, RGE, doença biliar, gastrite e duodenite, pancreatite, neoplasia, síndrome da má absorção, doenças infiltrativas
Principais causas não-digestivas de dispepsia?
DM, tireoidopatias, hiperparatireoidismo, alterações eletrolíticas, isquemia coronariana, colagenoses, síndrome de Cushing
Principais medicamentos causadores de dispepsia?
AINES, ATB orais, digitais e teofilina
Dispepsia - O que representa a lista seguinte: Perda de peso; Vômitos persistentes; Odinofagia ; Disfagia progressiva; Hematemese; Anemia/deficiência de ferro; Massa abdominal palpável ou linfadenopatia; HF de câncer do TGI; Cirurgia gástrica prévia; Icterícia
Sinais e sintomas de alerta na investigação de dispepsia
Dispepsia funcional - Roma IV: Sensação incomoda de plenitude pós-prandial, saciedade precoce, dor epigastrica, queimação epigastrica e ausência de evidência de doença estrutural que explique os sintomas anteriores são critérios de dispepsia funcional. Por quanto tempo esses critérios devem ser preenchidos?
Os critérios devem ser preenchidos por 3 meses, com o início dos sintomas ocorrendo pelo menos 6 meses antes do diagnóstico
Dispepsia funcional: No Brasil, deve-se afastar qual outra etiologia que poderia estar causando os sintomas?
Parasitoses intestinais - pesquisar ovos e larvas de parasitas nas fezes ou realizar tratamento antiparasitário empírico
Helicobacter pylori: Teste não-invasivo padrão-ouro para o diagnóstico?
Teste respiratório com ureia marcada por C13
Helicobacter pylori: Conduta em pacientes jovens (<40) com dispepsia e sem sinais de alarme e sem HF de CA gástrico?
Teste respiratório com ureia C13 OU Test-and-Treat (teste terapêutico)
Helicobacter pylori: Coloração e características?
Gram negativa; Espiralada; Desencadeia inflamação; Produz urease e catalase; Presença de flagelos e adesinas
Helicobacter pylori: Época em que a infecção é adquirida na maioria das vezes?
Infância
Helicobacter pylori: Transmissão?
Via oral-oral e oral-fecal
Helicobacter pylori: Único lugar colonizado pela bactéria?
Mucosa gástrica, principalmente pilórica; frequente causadora de antrite
V ou F: O H. pylori está fortemente relacionado com linfoma MALT e adenocarcinoma gástrico.
Verdadeiro
Helicobacter pylori: Por quanto tempo o uso de IBPs deve ser descontinuado antes da realização de testes diagnósticos para infecção por HP?
2 semanas (exceto sorologia)
Helicobacter pylori: Por quanto tempo o uso de antibióticos e sais de bismuto deve ser descontinuado antes da realização de testes diagnósticos para infecção por HP?
4 semanas
Helicobacter pylori: Testes não invasivos?
Sorologia; Pesquisa de antígenos fecais; Teste respiratório U C13
Helicobacter pylori: Testes invasivos?
Teste da urease; EDA (+Bx); Cultura
Helicobacter pylori - Indicações de tratamento?
Dispepsia funcional; Úlcera gastroduodenal ativa ou cicatrizada; Linfoma MALT de baixo grau; Gastrite atrófica; Risco para úlceras/uso de AAS e AINES cronicamente; PTI; Risco para CA gástrico; Gastrite crônica autoimune
Helicobacter pylori: Terapia tripla 1ª linha?
IBP + Amox + Claritro 14 dias
Helicobacter pylori: Terapia quádrupla de 1ª linha? (Se falha do tripla)
IBP + Amox + Claritro + Metronidazol 14 dias
Helicobacter pylori: Terapia tripla de 2ª linha?
IBP + Amox + Levofloxacino
Helicobacter pylori: Terapia 2ª linha com bismuto?
IBP + Metronidazol + Tetraciclina + Bismuto
Helicobacter pylori: Quanto tempo esperar após o término do tratamento para fazer testes de controle de erradicação?
Pelo menos 4 semanas
Helicobacter pylori: Quais são os testes que podem ser feitos para controle da erradicação?
Teste respiratório (*); Pesquisa de antígeno fecal; Testes moleculares
Dispepsia - Fatores fisiopatológicos que podem estar envolvidos?
Dismotilidade antropiloroduodenal; Hipersensibilidade visceral; Alterações psiquiátricas/psicológicas; Infecção por Hp; Irritantes da mucosa (medicamentos etc)
Dispepsia: Quais são os medicamentos procinéticos mais utilizados?
Bromoprida,Domperidona e Metoclopramida - 15 a 30 minutos antes de cada refeição principal
Dispepsia - Droga protetora da mucosa que ficou famosa por causar abortamento?
Misoprostol - Cytotec
Droga protetora da mucosa que pode ser usada com segurança no tratamento da dispepsia, porém sem resultados evidentes?
Sucralfato
As úlceras duodenais acontecem antes das úlceras gástricas, em média, quanto tempo?
2 décadas antes
Por que a pepsina possui papel importante na doença ulcerosa péptica?
Porque a associação de pepsina ao ácido clorídrico é muito mais ulcerogênica do que o ácido de forma isolada.
O risco de complicações das úlceras pépticas é maior em qual momento do tratamento em pacientes iniciando o uso de AINEs pela primeira vez?
O risco de complicações aumenta com o tempo de uso do medicamento, mas é maior no período precoce, dias a semanas após iniciar o uso
Doença ulcerosa péptica - Combinação de medicamentos que parece reverter os efeitos ulcerogênicos?
IBP + Inibidor de COX-2
Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 1 - Localização?
Tipo mais comum - Localiza-se, tipicamente, na curvatura menor, próxima à junção da mucosa oxíntica e à mucosa antral

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo I - Cloridria?
Normo/hipocloridria

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 2 - Localização?
Mesmo local do tipo 1, porém esse tipo está associado a lesão ulcerosa duodenal ativa ou crônica

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 2 - Cloridria?
Hipercloridria

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 3 - Localização?
Geralmente está localizada a até 2 cm acima do piloro

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 3 - Cloridria?
Hipercloridria

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 4 - Localização?
Parte proximal do estômago ou na cárdia; Tipo menos comum

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipo 4 - Cloridria?
Normo/Hipocloridria

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipos que cursam com Hipercloridria?
Tipos 2 e 3

Classificação de Johnson para úlceras pépticas:
Tipos de cursam com normo ou hipocloridria?
Tipos 1 e 4

Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Significado das siglas A, H e S?
A: Active
H: Healing
S: Scar
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Características de úlceras ativas (A)?
Úlcera arredondada/ovalada com fundo de fibrina espessa
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Características das úlceras em cicatrização (H)?
Diminuição da base, áreas reepitelizadas e circundadas por tecido cicatricial e convergência de pregas
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipos das úlceras cicatrizadas (S)?
Cicatriz vermelha e branca
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipo A1?
Características de úlcera ativa + margens edemaciadas
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipo A2?
Características de úlcera ativa + desaparecimento do edema marginal e formação de anel eritematoso
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipo H1?
Características de úlcera em processo de cura + convergência de pregas com depósito central delgado de fibrina
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipo H2?
Características de úlcera em processo de cura +diminuição do depósito de fibrina pela base, tornando-se uma fina película; predomínio da área cicatricial
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipo S1?
Cicatriz vermelha - Área deprimida com convergência de pregas, sem fibrina
Úlceras pépticas - Classificação endoscópica de Sakita:
Tipo S2?
Cicatriz branca - linha ou área esbranquiçada sem hiperemia
Doença ulcerosa péptica - Patogênese
A doença resulta da redução da defesa normal da mucosa contra o ácido luminal e substâncias irritantes e da alteração da cicatrização da mucosa. Existe um desequilíbrio entre os agentes de agressão e os de proteção/reparo da mucosa.
A H. pylori, bioquimicamente, é uma bactéria positiva ou negativa para catalase, urease e oxidase?
Positiva
Síndrome de Zollinger-Ellison - Sinonímia?
Gastrinoma
Síndrome de Zollinger-Ellison - Tríade clássica?
Hipersecreção de ácido gástrico, doença ulcerosa péptica grave e tumor de células não-beta das ilhotas pancreáticas
Síndrome de Zollinger-Ellison - Triângulo dos gastrinomas?
Locais mais frequentes dos gastrinomas:
Cabeça do pâncreas, paredes duodenais e linfonodos regionais
Doença ulcerosa péptica - Principal sintoma?
Dor abdominal, geralmente epigástrica
Doença ulcerosa péptica - Características da dor da úlcera gástrica?
4 tempos:
“não dói - come - dói - passa”
Doença ulcerosa péptica - Características da dor da úlcera duodenal?
3 tempos:
“dói - come - passa”
Na suspeita de Zollinger-Ellison (gastrinoma), além da dosagem de gastrina, quais outros 2 exames são úteis na investigação?
Ecoendoscopia e cintilografia com octreotida
Atualmente, qual é o exame com maior acurácia para o diagnóstico da úlcera gástrica?
EDA com bx
H. pylori:
O teste respiratório da ureia c13 baseia-se na hidrólise da ureia pela bactéria, que terá como produto…?
CO2 e amônia (NH3)
Úlcera gástrica vs. duodenal:
Em qual delas a dor é precipitada pela comida?
Gástrica
Úlcera gástrica vs. duodenal:
Em qual delas a dor é pior no jejum e melhora com comida?
Duodenal
Doença ulcerosa péptica:
A úlcera pode virar câncer?
Não - O que acontece é que a lesão pode ser um câncer ulcerado no momento do diagnóstico, mas a doença ulcerosa propriamente dita não evolui para câncer
Qual é o tipo (por órgão) mais comum de úlcera péptica? Tem associação de até 90% com?
Duodenal; Associação fortíssima com H. pylori
Doenã ulcerosa péptica - Fenômeno que leva o paciente a acordar no meio da noite, por conta de dor, quando a estimulação circadiana da secreção ácida é máxima (entre 23 e 2h)
Clocking - Paciente acorda no meio da noite com dor
Na cirurgia das doenças ulcerosas, é especialmente importante a associação com uma das técnicas de vagotomia em qual tipo de úlcera?
Duodenal
Doença ulcerosa péptica - técnica de piloroplastia mais utilizada?
Heineke-Mikulicz - Divide o esfíncter longitudinalmente e o fecha transversalmente
Qual outro procedimento é indicado em associação à vagotomia troncular + piloroplastia?
Colecistectomia - Denervação da vesícula e árvore biliar (vagotomia) causará cálculos biliares
Doença ulcerosa péptica - conceito de úlceras gigantes?
Aquelas maiores do que 2 cm
Doença ulcerosa péptica - Complicações:
Localização da maioria das úlceras que perfuram?
Parede anterior do bulbo duodenal
Doença ulcerosa péptica - Complicações:
Localização da maioria das úlceras que sangram? Artéria mais acometida?
Parede posterior do bulbo duodenal;
Artéria gastroduodenal
Doença ulcerosa péptica - Pilares do tratamento conservador?
Terapia antissecretória com IBP + Sucralfato
HDA - Classificação de Forrest:
Numeral romano que indica sangramento ativo?
I (1)
HDA - Classificação de Forrest:
Numeral romano que indica sangramento recente, mas não em atividade?
II
HDA - Classificação de Forrest:
Numeral romano que indica ausência de sangramento atual ou recente?
III
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest Ia - Descrição endoscópica?
Sangramento “em jato”, proveniente da lesão

HDA - Classificação de Forrest:
Forrest Ia - Risco de ressangramento (%)?
90%
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest Ib - Descrição endoscópica?
Sangramento difuso (“em babação”) proveniente da lesão

HDA - Classificação de Forrest:
Forrest Ib - Risco de ressangramento?
20 a 30 %
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest IIa - Descrição endoscópica?
Presença de coto vascular de sangramento recente

HDA - Classificação de Forrest:
Forrest IIa - Chance de ressangramento?
50%
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest IIb - Descrição endoscópica?
Presença de coágulo aderido ao fundo da úlcera (coágulo vermelho recente)
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest IIb - Risco de ressangramento?
30%
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest IIc - Descrição endoscópica?
Presença de pontos de fibrina e hematina (coágulo branco)

HDA - Classificação de Forrest:
Forrest IIc - Risco de ressangramento?
10%
HDA - Classificação de Forrest:
Forrest III - Descrição endoscópica?
Ausência de sinais de sangramento

HDA - Classificação de Forrest:
Forrest III - Risco de ressangramento?
Menor do que 2 a 5%
Tratamento cirúrgico das úlceras gástricas de acordo com a classificação de Johnson:
Tipo I?
Gastrectomia distal + Reconstrução à Billroth I ou II

Tratamento cirúrgico das úlceras gástricas de acordo com a classificação de Johnson:
Tipos II e III?
Antrectomia + Vagotomia

Tratamento cirúrgico das úlceras gástricas de acordo com a classificação de Johnson:
Tipo IV?
Gastrectomia subtotal + Reconstrução em Y de Roux
Úlcera “penetrante” ou “terebrante” - Descrição?
Úlceras perfuradas contidas por órgãos adjacentes. Ocorrem mais no pâncreas, seguidas de omento menor, trato biliar, fígado, omento, mesocólon, cólon e estruturas vasculares
Função hepática:
Principais enzimas hepatocelulares?
- AST (TGO)
- ALT (TGP)
Função hepática:
AST (TGO) - nomes?
- Aspartato aminotransferase
- Transaminase Glutâmico-Oxalacética
Função hepática:
ALT (TPG) - nomes?
- Alanina aminotransferase
- Transaminase Glutâmico-Pirúvica
- O que as provas de lesão hepática denotam?
- Enzimas?
- Agressão aos hepatócitos
- AST/ALT
Provas de excreção hepática/agressão canalicular:
Quais enzimas estão relacionadas com lesão nos ductos hepáticos e colestase?
Enzimas canaliculares
- Fosfatase Alcalina (FA),
- Gamaglutamiltranspeptidase (GGT)
- 5’-nucleotidase
Enzimas hepáticas:
ALT (TGP) - Presente em quais locais?
Praticamente apenas no fígado
Enzimas hepáticas:
AST (TGO) - Presente em quais locais?
Fígado, músculos, ossos, rins, eritrócitos e outros
Avaliação hepática:
Enzima presente nas células superficiais dos canalículos biliares e se eleva precocemente nas colestases e na lesão ou proliferação de células ductais, geralmente 4 vezes seu valor normal
Fosfatase Alcalina (FA)
Avaliação hepática:
- A Fosfatase Alcalina é específica do fígado?
- Justificar
- Não
- Está presente também em ossos, adrenais, placenta, rins e pulmões
Avaliação hepática:
Enzima canalicular específica do fígado, com localização canalicular e padrão de elevação parlelo ao da FA
5’-nucleotidase
Avaliação hepática:
Enzima que se apresenta elevada nos casos de colestase e lesão canalicular, mas tem seus níveis elevados com a ingestão de algumas substâncias estimuladoras do citocromo P450, como álcool e os barbitúricos, mesmo na ausência de alterações na excreção hepática
Gamaglutamiltranspeptidase (GGT)
Avaliação hepática:
- A Gamaglutamiltranspeptidase é enzima específica do fígado?
- Justificar
- Não
- Encontrada na membrana celular de células de diversos tecidos, mas principalmente no fígado, rins e pâncreas
Avaliação hepática:
O que é a bilirrubina?
Produto de degradação do núcleo heme, principalmente da hemoglobina
Bb direta/indireta:
Qual é conjugada e hidrossolúvel?
Bilirrubina direta
Bb direta/indireta:
Qual é não conjugada e lipossolúvel?
Bilirrubina Indireta
Colúria e acolia fecal ocorrem quando há aumento de qual fração da bilirrubina?
Bilirrubina Direta
Justificativa clínica para o prurido observado em pacientes com icterícias obstrutivas?
Deposição de ácidos biliares na pele
Avaliação hepática:
Produtos da biossíntese hepática com importante valor clínico?
- Albumina
- Fatores de coagulação (INR)
Avaliação hepática:
Quais são os fatores de coagulação sintetizados no fígado?
Todos
Marcadores de doenças hepáticas congênitas e autoimunes:
Cirrose biliar primária?
Anticorpo antimitocôndria
Marcadores de doenças hepáticas congênitas e autoimunes:
Hemocromatose?
Transferrina sérica e ferritina
Marcadores de doenças hepáticas congênitas e autoimunes:
Doença de Wilson?
Ceruloplasmina
Marcadores de doenças hepáticas congênitas e autoimunes:
Hepatite autoimune?
- Anticorpo antimúsculo liso
- Anticorpo anti-LKM1
Glicoproteína normalmente produzida durante a gestação pelo fígado fetal e saco vitelínico. Sua concentração sérica é frequentemente elevada em pacientes com hepatocarcinoma, câncer gástrico, câncer testicular não seminomatoso e malformações do tubo neural?
Alfafetoproteína (AFP)
Avaliação hepática:
Principal proteína do soro fetal?
AFP
Avaliação hepática:
Em quais casos, exclusivamente, que a AFP poderá atingir superiores a 10,000 mUI/mL
Hepatocarciona e tumores germinativos não seminomatosos
1o exame de imagem a ser solicitado em casos de icterícia?
US
Dentre US/TC/RNM, qual não é bom para avaliar a vesícula?
TC
Exame que permite avaliação quantitativa da rigidez tissular in vivo, medindo-se sua elasticidade, e geram-se elastogramas com os quais se analisa a rigidez hepática?
Elastografia hepática por RNM
Avaliação hepática:
Mnemônico MELD BIC?
- Bilirrubina
- INR
- Creatinina
Enzima que degrada heme para formar biliverdina?
Heme-oxigenase
Enzima que transforma biliverdina em bilirrubina indireta?
Biliverdina redutase
Porcentagem da bilirrubina sérica que é direta?
5 a 10%
Porcentagem da bilirrubina sérica que é indireta?
90 a 95%
Hemólise, kernicterus, eritropoiese ineficaz e síndrome de Gilbert elevam principalmente qual fração da bilirrubina?
Indireta
Colestase, álcool, halotano e síndrome de Dubin-Johnson elevam normalmente qual fração da bilirrubina?
Direta
Principal causa de icterícia na população <30 anos?
Hepatites virais
Principal causa de icterícia na população entre 30 e 60 anos?
Álcool
Principal causa de icterícia na população >60 anos?
Obstrução do colédoco
Valores normais para TGO/TGP?
5 a 50
(aprox)
Como estará a relação AST/ALT em:
- Álcool
- Drogas
- Doença de Wilson
>2
Como estará a relação AST/ALT em:
- Hepatite viral aguda
- Colestase extra-hepática
- Lesões hepáticas agudas
<1
Fosfatase Alcalina:
VR adultos?
40 a 130 UI/L~
Fosfatase Alcalina:
VR gestantes?
40 a 200 UI/L ~
Saturação da transferrina em paciente portador de hemocromatose?
>90%
Pesando 1.500g em adultos normais, é considerado a maior glândula do corpo
Fígado
Estruturas importantes dos lóbulos hepáticos, microscopicamente?

Composição da bile?
- Colesterol
- Sais biliares
- Bilirrubina
- Lecitina
“CS BraziL”
“Liga o fígado à parede abdominal anterior, do diafragma ao umbigo. Sua extensão constitui o ligamento redondo, advindo do úraco obliterado.”
Ligamento falciforme

“Uma característica marcante deste órgão (1) é a sua capacidade de regeneração, com base na proliferação dos __(2)__ até atingir a massa necessária para a fisiologia habitual.”
- Fígado
- Hepatócitos
“Referência anatômica importantíssima nas cirurgias que envolvem o fígado, através da qual se faz a compressão digital (manobra de Pringle), obtendo-se controle importante do sangramento em cirurgias hepáticas.”
Forame epiploico de Winslow

Compressão da porta hepatis no forame de Winslow para controlar sangramento hepático. A manobra é frequentemente utilizada em cirurgias de trauma e consegue, de maneira efetiva, parar o sangramento hepático caso a origem seja da veia porta ou artéria hepática.
Manobra de Pringle

“De 75 a 80% do fluxo sanguíneo hepático é proveniente da ___(1)___; o restante é atribuído à ___(2)___. Entretanto, a oxigenação hepática é igualmente dividida entre ___(3)___.”
- Veia porta (75~80%)
- Artéria hepática (20~25%)
- 50/50 entre artéria hepática e veia porta
Anatomia fígado:
A veia porta é formada pela junção das veias (1) e (2)
- Veia mesentérica superior
- Veia esplênica

Quais veias fazem a drenagem venosa do fígado? Drenam para qual outra veia?
- Veia hepática direita
- Veia hepática média
- Veia hepática esquerda
- Drenam diretamente para a VCI

Os ramos da artéria hepática, da veia porta e da via biliar seguem juntos para cada segmento independente do fígado e são recobertos pela (…)?
Cápsula de Glisson - por isso são chamados de pedículos glissonianos

Anatomia hepática:
Segmentação de Couinaud e sua localização anatômica
- I - Lobo caudado/Spiegel
- II - Posterolateral esquerdo
- III - Anterolateral esquerdo
- IVa - Superomedial esquerdo
- IVb - Inferomedial esquerdo
- V - Anteroinferior direito
- VI - Posteroinferior direito
- VII - Posterossuperior direito
- VIII - Anterossuperior direito

Ressecções hepáticas:
Retirada de quais segmentos na hepatectomia direita?
- V
- VI
- VII
- VIII
Ressecções hepáticas:
Retirada de quais segmentos na hepatectomia esquerda?
- II
- III
- IV
*com ou sem retirada do caudado (I)
Ressecções hepáticas:
Setorectomia ou segmentectomia?
Retirada de setores ou segmentos específicos, de cordo com a região operada
Ressecções hepáticas:
Retirada de quais segmentos na setorectomia direita anterior?
- V
- VIII
Ressecções hepáticas:
Retirada de quais segmentos na setorectomia direita posterior?
- VI
- VII
Ressecções hepáticas:
Retirada de quais segmentos na setorectomia esquerda medial?
- IV
Ressecções hepáticas:
Retirada de quais segmentos na setorectomia esquerda lateral?
- II
- III
Ressecções hepáticas:
- Retirada de quais segmentos na trissegmentectomia direita?
- Outro nome desse procedimento?
- Hepatectomia direita + segmento IV
- Também chamada de hepatectomia direita estendida
Ressecções hepáticas:
- Retirada de quais segmentos na trissegmentectomia esquerda?
- Outro nome desse procedimento?
- Hepatectomia esquerda + segmentos V e VIII
- Também chamada de hepatectomia esquerda estendida
Ressecções hepáticas:
Incisão de Chevron?
Incisão subcostal bilateral

Ressecções hepáticas:
Ressecção de Mercedes?
Incisão subcostal bilateral + extensão mediana superior

“A ____ costuma ser o primeiro procedimento para permitir a dissecção segura das estruturas da porta hepática.”
Colecistectomia
Ressecções hepáticas:
Quais pacientes não toleram grandes ressecções hepáticas?
- Cirróticos
- Esteatose hepática
- Pós- quimioterapia
Ressecções hepáticas:
V ou F: Atualmente, opções como a exclusão vascular seletiva e o cálculo de fígado residual por volumetria são importantes no planejamento cirúrgico dos candidatos a ressecções hepáticas
Verdadeiro