VIDEOAULA SOPROS Flashcards

1
Q

Estudar mais fisiocardio e o diagrama de wiggers em mais detalhes

A
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2
Q

Obs a valva aortica se abre quando o VE atinge a PD pois é a menr pressao atingida na arteria.

A
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3
Q

Quais as caracteristicas de um fluxo sanguineo normal?

A

O fluxo normal é considerado laminar e consequentemente silencioso. O fluxo laminar é o fluxo em que a porcao mais central do sangue está em uma velocidade maior do que as periferias, permitindo menor atrito entre a estrutura do sangue e os vasos que ele passa.

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4
Q

Descreva a relacao estabelecida entre pressao de perfusao e fluxo.

A

Quando a pressao de perfusao aumenta, o fluxo sanguineo, que é indicativo de velocidade do sangue, tambem aumenta, entretanto ele so se mantem laminar ate certo ponto, que é o ponto critico de reynolds. Nesse ponto, o aumento de fluxo sanguineo passa a provocar turbilhonamento do sangue e portanto um sopro.

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5
Q

O que pode causar sopro entao?

A

Aumento da velocidade do sangue ou um obstaculo (barreia anatomica) no trajeto do sangue que promova atrito do sangue com o vaso sanguineo. Essas barreiras anatomicas sao ou valvulopatias ou vias de fluxo anomalo, como uma CIA ou CIV

Cabe destacar que o sopro pode ocorrer frente a reducao da viscosidade sanguinea tbm, como na anemia.

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6
Q

O que é um sopro? Do que ele depende para existir?

A

É a conversao de energia cinetica das particulas componentes do sangue em energia sonora a partir do atrito das particulas sanguineas entre si e com estruturas do vaso. Dessa forma ele so existe enquanto houver o gradiente de pressao.

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7
Q

A intensidade so sopro é determinada pelo que?

A

Ele é proporcinal ao gradiente de pressao entre as duas cavidades envolvidas no fluxo anomalo.

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8
Q
A
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9
Q

Uma comunicacao interventricular pode ocorrer por quais motivos?

A

Pode ser iatrogenica, congenita ou pos IAM.

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10
Q

Aonde esta o foco tricuspide? ROCCO “ERROU”

A

NA BORDA ESTERNAL ESQUERDA NO QUARTO ESPACO INTERCOSTAL OU TALVEZ QUINTO

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11
Q

Como comecamos a ausculta cardiaca?

A

A primeira coisa que devemos fazer é nos achar no CC. Estamos ouvindo o que? A alteracao se deu em que momento? Sistole ou diastole? Para isso é necessario identificar as bulhas, B1 e B2, de forma que a B1 seja o marco do inicio da sistole e a B2 o marco de inicio de diastole. Inicialmente é aconselhavel palpar um pulso central enquanto auscultamos, a bulha que ocorrer ao mesmo tempo que a ascencao do pulso carotideo é a B1.
Com a experiencia sera possivel determinar isso antes mesmo de palpar, apenas identificando a diferenca de tempo entre sistole e diastole, mas em pacintes taquicardicos ou com sopros que englobem mto do cc É BOM FAZER A PALPACAO.

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12
Q

Quais sao os tipos de sopros?

A

NAO PATOLOGICOS
Inocentes

PATOLOGICOS
Nao cardiopaticos
Cardiopaticos—> funcional ou organico

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13
Q

O que é um sopro inocente?

A

Trata-se de um sopro presente em crianças, raro em adultos, e está associado a hipercinesia do fluxo de sangue (as criancas apresentam coracoes menores e com maior FC).

Esses sopros reduzem ou ate desaparecem quando passamos de decubito dorsal a ortostase, pois o retorno venoso é menor assim.

Sao sistolicos apenas e nao apresentam fremito.

Sao MAIS AUFIVEIS NA BORDA PARAESTERNAL ESQUERDA

E OBVIAMENTE NAO APRESNETA SINAIS FISICOS COMO ICTUS DESLOCADO E ETC

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14
Q

O que seria um sopro patologico nao cardiopatico?

A

Trata-se de um sopro que nao esta ocorrendo por uma alteracao na estrutura cardiaca, mas por uma patologia sistemica. Um exemplo seria a tireotoxicose e a febre, que promovem estados hipercineticos e portanto sopro. Tambem pode ser causado por anemia, que promove sopros frente a reducao da viscosidade sanguinea. Assim, o coracao esta estruturalmente normal.

A DEFICIENCIA DE b1, OU BERI BERI TBM CAUSA ESSE SOPRO.

OBS ISSO ACONTECE SIMPLESMENTE POR QUE O AUMENTO DE VELOCIDADE FEZ COM QUE O PONTO DE TEYNOLDS FOSSE ULTRAPASSADO

OBS OS SOPROS PATOLOGICOS ESTAO PRESENTES EM TD E QUALUQER CONDICAO N SO EM DECUBITO (?????)

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15
Q

O que seria um sopro patologico cardiopatico organico?

A

Trata-se de um sopro que ocorre como consequencia a uma alteracao na anatomia cardiaca de forma que o sopro ocorra DIRETAMENTE por conta dessa alteracao morfologica, ou seja, o sopro é experienciado a patir da passagem do sangue por um trajeto anormal, como é o caso em estenoses, insuficiencias, comunicacoes interventriculares… ent o sopro ocorre NO LOCAL da alteracao.

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16
Q

E os funcionais?

A

Sao sopros que ocorrem INDIRETAMENTE por conta de uma alteracao morflogica, ou seja, a alteracao anatomica resulta em uma fisiologia cardiaca alterada e essa alteracao funcional provoca o sopro.

Por exemplo: o sopro por conta da CIA nao ocorre no ponto de comunicacao por onde o sangue flui, isso pois o gradiente pressorico entre esses dois atrios nao é suficientemente grande para provocar turbilhonamento signoficativo. O sopro ocorre pois com o atrio esta recebendo mito sangue, esse excesso é transmitido ao VD que posteriormente o envia para a AP. Essa ultima transmissao de VD para AP por haver um excesso de sangue gera turbilhonamento e portanto sopro.
Assim o sopro de CIA é geralmente auscultado na borda esternal esquerda ou no foco aortico acessorio ou pulmonar, ou seja, um local que nao e aonde esta a alteracao.
A VP ESTA INTEGRA. A alteracao esta no septo interatrial.
OBS HIPERFLUXO

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17
Q

ACHEI A CLASSIFICACAO DE SOPROS INCOMPLETA PROCURAR MAIS DEPOIS

A
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18
Q

Como podemos classificar os sopros?

A

Primeiro devemos classificar quanto a cronologia no cc, CONFORME JA FOI MENCIONADO. Ou seja, em sistolico, diastolico, sistodiastolico (apresenta um componente sistolico e um componente diastolico sendo eles bem separados entre si) e continuo (nao ha intervalo de tempo definido entre o sistolico e diastolico)

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19
Q

Continue

A

Tambem devemos classificar o sopro quanto a localizacao, devemos descrever em quais focos de ausculta eles sao mais perceptiveis. Nem sempre o foco em que ele é mais audivel é anatomicamente aonde ele esta (ex seria o efeito de gallavardin).

O sopro tende a ser audivel em todos os focos, porem geralmente é mais audivel em um foco, e isso deve ser descrito no exame fisico. Caso o sopro seja igualmente audivel em todos os focos ele é classificado como PANCARDIACO e geralmente esta associado a um sopro patologico nao cardiopatico.

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20
Q

Continue

A

Tambem é necessario classificar o sopro quanto ao seu padrao de irradiacao. Ele pode irradiar para as carotidas, para a axila, pode nao irradiar…

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21
Q

Continue

A

Padrao de intensidade de 1 a 6 cruzes conforme ja visto

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22
Q

Continue

A

Quanto a morfologia, devemos classificar o sopro em…

Holossistolico—> se mantem igual ao longo d td a sistole
Mesossistolico—> cresce e abaixa ao longo da sistole (SERIA ISSO SINONIMO DE EM DIAMANTE???)
Protodiastolico—> ouvido no inicio da diastole
Se tem reforco pressistolico tbm

E assim por diante.

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23
Q

Continue

A

Quanto a qualidade, que diz respeito a frequencia do sopro, em geral sao de alta frequencia ou seja auscultamos com o diafragma do esteto.

O UNICO SOPRO DE BAIXA FREQUENCIA É O DE ESTENOSE MITRAL, MAIS DIFICIL DE AUSCULTAR.

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24
Q

Continue

A

Tambem é necessario descrever como o sopro se modifica com manobras semiologicas.

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25
Q

Quanto a cronologia, fale sobre os sopros sistolicos do tipo EJETIVO.

A

Os sopros sistolicos ejetivos podem ser os sopros inocentes, nao cardiopaticos, funcionais e organicos.

Em se tratando dos sopros ejetivos (e portanto sistolicos) devemos nos atentar principalmente ao sopro da estenose aortica, que é o mais comum disparado, o de estenose pulmonar é mais raro.

VER ESSA PARTE NA AULA 30:00
Alem do padrao em diamante ou mesossistolico ja visto no rocco, foi dito sobre como a principal causa disso em adultos mais novos que 50 anos é a aorta bucuspide congenita, em que os sintomas so tendem a se manifestar depois de atingida a idade adulta. Tbm existe a estenose por degeneracao senil por calcificacao (ele usou outro nome) que tem como fatores de risco os mesmos que a doenca arterosclerotica, como diabetes, dislipidemia e HAS.

Ele ser em diamante ocorre justamente em virtude do gradiente de pressao ao longo do CC no VE.

mesossistolico ja visto

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26
Q

OBS ACABEI DE PENSAR QUE NO FUNDO 100% DOS SOPROS OCORREM POR CONTA DE AUMENTO DE VELOCIDADE NO FUNDO.

A
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27
Q

Fale sobre os principais tipos de estenose aortica.

A

A estenose aortica pode ser valvar, subvalvar ou supravalvar.

Mais comum é a valvar.

A supravalvar é muito rara e se baseia em uma obstrucao acimada valva por formacao de membranas (é congenita) de forma que a pressao de sangue naquela regiao imediatamente acima da valva aortica seja mto alta, fazendo com que na realidade (nesse caso em especifico) seja possivel observar uma hiperfonese de B2, por conta de uma A2 mto forte.

A subvalvar é nada mais nada menos que a CMHO ja estudada.

O que é mais relevante nesse aspectoé a comparacao entre sub e valvar, de forma que a estenose valvar seja considerada fixa (a valva sempre que abre tem uma area efetiva de abertura menor que o padrao) e a subvalvar seja dinamica (pois o grau de obstrucao é tanto menor quanto mais sangue houver no VE conforme ja estudado) a CMHO ocorre quando o volume da cavidade é menor do que o habitual, algo que pode acontecer com menor volemia (o VE fica menor e o septo se aproxima mais da parede oposta) e tbm com uma taquicardia, pois na taquicardia a diastole e consequentemente o enchimento ventricular é encurtado. DESSA FORMA OS BETA BLOQUEADORES SAO DROGAS QUE AJUDAM MTO ESSES PACIENTES POIS REDUZ FC.

OBS ISSO SIGNIFICA QUE FAZER O PACIENTE FAZER AGACHAMENTOS IRA AUMENTAR CMHO TBM ALEM DE VALSALVA CONFORME JA ESTUDAMOS.

ELE FALOU MAIS SOBRE ASPECTOS SEMIOLOGICOS JA ESTUDADOS NO ROCCO

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28
Q

Qual é uma das causas mais comuns de morte subita em atletas?

A

A CMHO conforme ja visto no Rocco..

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29
Q

Aonde essas duas estenoses tem seus sopros como sendo mais audiveis?

A

Na borda esternal esquerda, no foco aortico acessorio
REVEEEER

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30
Q

Comente sobre a irradiacao da estenose valvar e subvalvar da aortica.

A

Ambas podem gerar irradiacao para as carotidas mas a estenose valvar de fato (conforme ja visto) pode irradiar para o FM esse é o chamado fenomeno de gallavardin, em que nao sabemos exatamente pq ocorre mas o sopro se irradia para o FM e portanto se confune com sopro de IM. Para distinguir o fenomeno de Gallavardin e IM o ideal é observar se ha a irradiacao para a axila esquerda classica da IM.

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31
Q

Comente sobre a intensidade desses sopros.

A

Tem intensidade variavel mas nao é raro ter fremito paupavel no foco aortico (é bem mais comum a valvar ter fremito do que a subvalvar).

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32
Q

E quanto a morfologia?

A

Tanto valvar quanto subvalvar sao em diamante

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33
Q

E quanto a qualidade?

A

Ambos sao de alta frequencia

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34
Q

E quanto as variacoes com manobra semiologica?

A

Subvalvar aumenta com valsalva e ambas reduzem com handgrip, a medida que o sopro de IM tenha aumento com handgrip.
TA AI MAIS UMA DIFERENÇA

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35
Q

Como diferenciar Gallavardin de IM?

A

Observar se ha irradiacao axilar e se aumenta ou reduz com handgrip.

36
Q

Alem dos sopros sistolicos de ejecao, qual tipo relevante existe?

A

Sopros sistolicos de regurgitacao

37
Q

Podemos dividir esses sopros sistolicos de regurgitacao em que tipos?

A

Funcionais e organicos. Ou seja, sao sempre cardiopaticos.

Ex de funcional—> pode haver uma miocardiopatia dilatada do VE por ex (que pd ter varias etiologias, desde chagasica, alcoolica, idiopatica…) que acaba por resultar em uma dilatacao do anel valvular e dessa forma as cuspides nao conseguem coaptar devidamente, ou seja, apesar de as valvas estarem integras foi estabelecida uma insuficiencia mitral Que vai apresentar um sopro sistolico de regurgitacao associado.

Ex de organico—> pode ser endocardite, reumatica ou ainda degeneracao mixomatosa (procurar cada um).

38
Q

Como funciona o sopro da IM?

A

É sistolico, inicia logo apos B1 (marca inicio da sistole) na contracao isovolumetrica, e é considerado holossistolico pois se mantem com a mesma intensidade por td a sistole.

Ele é holossistolico pois apesar do AE estar recebendo sangue durante a sistole, o gradiente de P entre VE e AE mal é alterado. VER 54:00.

VEJA BEM, o volume atrial cresce mto nessa sistole, porem ele é mto complacente ent o aumento de P n é tao significativo.

É fundamental entender que a pressao do VE so passa a ser menor do que do AE depois do relaxamento isovolumetrico, de forma que apos B2 (fechamento semilunar) ainda ha um intervalo de tempo que a pressao de VE supera a de AE, ou seja, B2 é engolida por esse sopro que, nesse contexto, pode ser classificado como SISTODIASTOLICO. VER 54:00.

Nesses pacientes tbm podemos observar uma terceira bulha. Essa terceira bulha ocorre tanto em ventriculos pouco complacentes recebendo qtds normais de sangue quanto em ventriculos normais recebendo muito samgue. Nesse caso de IM o ventriculo tende a ter hipertofia excentrica e alem disso ele recebe excesso de sangue (pois o AE se enche tanto das veias quanto do VE na regurgitacao). Assim, tende a haver B3 e tbm tende a haver o sopro de Carey Coombs, que se deve ao msm motivo.

39
Q

Comente sobre os padroes de jatos regurgitantes possiveis.

A

Caso seja um sopro funcional, por dilatacao do anel valvular, CASO ESSA DILATACAO SEJA SIMETRICA a tendencia é que esse jato de regurgitacao seja central.

Caso haja uma alteracao de insuficiencia especialmente da valva anterior (algo muito comum de ocorrer em sopros de IM organicos) perceberemos um jato de regurgitacao posterior, e é justamente esse jato regurgitante que promove a irradiacao para a axila. Cabe destacar que caso esse jato seja muito intenso observaremos na vdd uma continuacao dessa irradiacao em torno do torax inteiro, passando ate mesmo para a linha axilar media DIREITA. Nesse caso chamamos esse sopro de sopro circular de Miguel-Couto.

Agora, caso a insuficiencia seja mais caracteristica de valva posterior, o jato sera mais anterior e consequentemente irradiara prioritariamente para o esterno, ou seja, anteriormente. É bem menos comum.

Assim, a irradiacao para a axila é caracteristica de afeccao majoritaria da cuspide anterior.

40
Q

Comente sobre a localizacao desse sopro.

A

É bem mais audeivel no FM (IC)

41
Q

Comente sobre a intensidade.

A

Frequentemente tem fremito ent geralmente ao minimo 4 cruzes.

42
Q

Comente sobre a morfologia.

A

Holossistolico podendo ate ser sistodiastolico!(????????)

43
Q

Qualidade

A

Alta frequencia.

44
Q

Como varia com manobra semiologica?

A

Aumenta com handgrip

45
Q

OBS REVER ESSA AULA TODA NO 2X

46
Q

Quais os outros tipos de sopros sistolicos que devem ser comentados?

A

Estenose pulmonar, insuficiencia tricuspide, CIV e coarctação da aorta.

47
Q

Quais aspectos sao os mais relevantes acerca dos sopros de EP e IT?

A

Eles aumentam com manobras que geram aumento de retorno venso e reduzem com manobras que geram reducao de RV.
Ou seja, aumentam com Rivero Carvallo e Muller e reduzem com Valsalva.

Auscultamos elas melhor em seus respectivos focos.

48
Q

O que é mais relevante saber acerca da CIV?

A

É um sopro que se confunde com o de IM, por ser sistolico, mas é relevante entender que se trata de um sopro mais bem auscultado na borda esternal esquerda (ao inves de no ictus cordis, apesar de ele PODER SIM irradiar para o FM) que geralmente apresenta bastante fremito associado e nao irradia para a axila. Alem disso ele é MESOSSITOLICO!!!!!

Cabe destacar que essa CIV pode ocorrer consequente a um IAM, assim como a regurgitacao mitral tbm pode, e tbm pode ser congenita. Nesse caso, havera uma evolucao gradual e tbm poderemos notar um sopro caracteristico de hiperfluxo pulmonar (assim como o da CIA) assim pode ter seu componente “normal” e o componente de hiperfluxo pulmonar. Isso pode causar uma hipertensao arterial pulmonar.

49
Q

O que é e quais os aspectos fundamentais acerca da coarctacao da aorta?

A

Trata-se de uma area de estenose da aorta apos a ramificacao da arteria braquiocefalica esquerda. A passagem do sangue por essa estenose pode, evidentemente, provocar um sopro que sera mais bem auscultado dorsalmente, na regiao infraescapular esquerda, que é por onde a aorta esta passando.

Obs essa condicao é congenita e portanto mais identificada em criancas.

50
Q

Podemos dividir os sopros diastolicos mitrais em que tipos?

A

Funcionais e organicos.

51
Q

Quais sao os sopros diastolicos mitrais funcionais?

A

Baseia-se basicamente no sopro de Carey-Coombs, que é consequente de uma regurgitacao mitral na realidade, de forma que seja considerado um sopro funcional.

52
Q

OBS VER O GRAFICO USADO EM 1:07

53
Q

Qual seria o organico?

A

Sopro de estenose mitral.

54
Q

Qual a principal etiologia associada?

A

Cardiopatia reumatica, que pode ocorrer anos depois de desenvolvida a doenca de base, de forma que as vezes demore mais de 20 anos para aparecer. Cabe destacar tbm que frequentemente aparece em mulheres gravidas, pois a gravidez envolve maior fluxo sanguineo pelas valvas cardiacas.

55
Q

Como podemos descrever de forma morfologica o sopro da estenose mitral?

A

Ele é um sopro protodiastólico, precedido por um estalido de abertura, e pode ter reforco pre sistolico CASO O PACIENTE ESTEJA EM RITMO SINUSAL, em fibrilacao atrial nao ocorre esse reforco.

56
Q

De que forma o grafico com as curvas de pressao nos justifica a morfologia do sopro?

A

Percebemos que assim que a valva abre o gradiente entre AE e VE é maximo, entao a intensidade do sopro tambem ha de ser maxima. Esse gradiente vai caindo ate aumentar (em caso de ritmo sinusal) com a contracao atrial, gerando esse reforco pre sistolico.

57
Q

O que é o estalido de abertura?

A

Trata-se de um barulho referente a abertura da valva atrioventricular, no caso a VM.

Ele ocorre pois a valva sofre uma parada brusca durante sua abertura, nao conseguindo concluir essa abertura, de forma que acabe havendo uma vibracao sobretudo do aparato subvalvar mas tbm da estrutura da valva.

58
Q

Que informacao acerca do estalido é relevante para avaliar a seriedade da estenose?

A

O quao proximo ele esta de B2. Pois caso a estenose seja mto grande, a pressao do AE sera tbm muito grande, de forma que o estalido ocorra mais precocemente pois a pressao do AE se equivale a do VE antes no CC. Assim, é facil entender que o estalido se aproxima de B2. TENTAR FAZER ESSA ANALISE NO GRAFICO.

Cabe destacar que se conseguimos ouvir o estalido com nitidez, é porque mto provavelmente ele esta bem afastado de B2, se estivesse mto proximo seria dificil diferenciar os dois.

59
Q

Aonde é mais audivel o sopro de estenose mitral?

60
Q

Irradia?

61
Q

Intensidade?

A

No maximo 3 cruzes, pois n tem fremito.

62
Q

Morfologia?

A

Protodiastolico com reforco pre sistolico, se houver ritmo sinusal.

63
Q

Qualidade?

A

Baixa frequencia, mais facil de auscultar com a campanula

64
Q

Qual caracteristica de bulha é relevante?

A

Eventual hiperfonese de B1 que pode evoluir para hipofonese de B1.

65
Q

Quais os possiveis tipos de sopros diastolicos aorticos?

A

Funcionais, como um aneurisma de aorta que gerou dilatacao de aorta ascendente e consequente dilatacao de anel valvular, resultando em um afastamento de valvulas que estruturalmente estao completamente integras.

Organicos, como cardiopatia reumatica, endocardite, espondiloartropatias soro negativas como espondilite anquilosante e outras condicoes autoimunes.

66
Q

Como é a morfologia desse sopro?

A

Protodiastolico decescente, semelhante a uma EM com fibrilacao atrial.

67
Q

Por que isso ocorre? Jusifique a morfologia com base no grafico de pressoes (1:17)

A

Pois o momento em que o gradiente é maximo entre aorta e VE deveria ser acompanhado de fechamento da VA, porem n é, de forma que o gradiente de pressao se mantenha alto.

A pressao na aorta vai descendo a medida que perde sangue para o VE e periferias do corpo ate que o gradiente se torna minimo no final da diastole do proximo ciclo. Assim, o sopro se comporta da mesma forma que o gradiente pressorico entre aorta e VE.

68
Q

Qual alteracao envolvendo bulhas notamos?

A

B2 pode estar diminuida ja que nao aprsentamos A2 normal.

69
Q

Qual a localizacao desse sopro?

A

Mais audivel no foco aortico e ponto de erb

70
Q

Irradiacao?

A

Nao apresenta irradiacao mto tipica

71
Q

Qual a intensidade?

A

Geralmente n tem fremito mas pode sim apresentar, de forma que seja portanto mto variavel.

72
Q

Morfologia?

A

Protodiastolica ou em decrescendo.

73
Q

Duracao?

A

Relacao com a gravidade da valvulopatia. Se o sopro dura ate o final da diastole isso significa dizer que mesmo no momento de menor gradiente entre aorta e VE continuou havendo regurgitacao, ou seja, certamente trata-se de uma valva MUITO insuficiente.

74
Q

Qualidade?

A

Alta frequencia

75
Q

Variacao com manobras semiologicas?

A

Aumenta com handgrip

76
Q

Obs pode haver um sopro sistolico de hiperfluxo, assim como o carey-coombs.

77
Q

A IA tem sinais associados a que pulso?

A

Martelo d’agua

78
Q

Quais sao outros 2 classicos sopros diastolicos?

A

Estenose tricuspide—> muito rara, geralmente causada por cardiopatia reumatoide ou ate mesmo sindrome carcinoide.

Insuficiencia pulmonar—> tambem rara, geralmente associada a hipertensao pulmonar que pode evoluir para essa insuficiencia

Manobras—> manobras que aumentam RV podem aumentar esses dois, como
Muller e rivero carvallo enquanto que valsalva reduz.

muller e r

79
Q

Que outro sopro diastolico é muito relevante?

A

O sopro de austin flint. Esse sopro é funcional e associado a regurgitacao aortica grave, pois o fluxo regurgitado pode bater no folheto anterior da valva mitral e acabar empurrando esse folheto em direcao a uma tendencia de fechamento fazendo com que haja inducao de uma estenose mitral. Assim havera o sopro de regurgitacao no foco aortico e tbm havera esse sopro no FM.

80
Q

Como diferenciar um sopro de austin flint e de estenose mitral organica?

A

Nao ha estalido de abertura e o sopro de austin flint pode estar associado a uma B3 alem disso B1tbm n estara hiperfonetica.

81
Q

Defina sopro sistodiastolico

A

Trata-se de um sopro que abrange tanto a sistole quanto a diastole, porem necessariamene havera um intervalo audivel entre o componente sistolico e diastolico.

82
Q

Em que situacoes podem ocorrer?

A

1)lesao valvar dupla:
—> nesse caso podemos usar exemplo de uma valva aortica estenosada e insuficiente ao mesmo tempo, durante a sistole percebemos o sopro de uma estenose e diastole de insuficiencia.

2)lesoes em duas valvulas distintas:
—> pode-se perceber, por ex, uma insuficiencia aortica e mitral simultaneamente. Nesse caso o sopro de insuficiencia aortica sera diastolico e o de insuficiencia mitral sistolico.

3)sopros acessorios de insuficiencias GRAVES
Ex seria o carey coombs e seu equivalente da valva aortica insuficiente. (Hiperfluxo no ciclo seguinte)

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Q

O que é um sopro continuo?

A

Ha componente sistolico e diastolico mas n é possivel identificar quando um termina e outro comeca.

84
Q

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85
Q

QUAIS SAO OS TIPOS DE SOPRO CONTINUOS?

A

Persistencia do canal arterial:
Durante a circulacao fetal ha naturalmente uma comunicacao entre aorta e arteria pulmonar, mas isso cessa apos nascimento. Em alguns pacientes acaba nao fechando, nesses casos ocorre um fluxo da aorta para a arteria pulmonar, especialmente em primeiro momento ate que possa ocorrer um remodelamento de arteria pulmonar e uma eventual hipertensao arterial pulmonar cronica, isso é possivel. Mas ainda assim inicialmente sera um fluxo de aorta para pulmonar de forma que ele seja crescente durante a sistole e decrescente durante a diastole.
ZUMBIDO VENOSO:
É um sopro venoso que nao esta associado a nenhuma patologia, na realidade ele é benigno e ocorre usualmente em pacientes jovens. O que ocorre é simplesmente um retorno venoso associado a turbilhonamento de sangue . Ele é aucultado na regiao supraclavicular bilateralmente. PROCURAR SE AUMENTA EM PE OU REDUZ. Esse sopro é mais intenso na diastole pois a tricuspide esta aberta e menos intens na sistole.