TCE e trauma raquimedular Flashcards
TCE epidemio:
principal mortalidade em politrauma
homens 15-24a
Camadas que envolvem o encéfalo;
- couro cabeludo
- crânio
- meninges (dura mater, aracnoide e pia mater)
Tipo de fratura de região temporal:
Artéria meníngea media (hematoma extradural)
Dura-máter:
dois folhetos, um contato periósteo e outro aracnoide.
epidural é fora a dura;
Folheto interno forma:
foice do cérebro, tenda do cerebelo ou tentório.
divide o cérebro em supratentorial fossa cerebral anterior e media e infratentorial fossa cerebral inferior)
Entre os folhetos da dura há a drenagem cerebral.
Aracnoide:
Lcr corre entre a aracnoide e a pia-máter. as veias que ligam a dura a aracnoide (bridging veis) sangram e formam hematoma subdural
Exame neurologico em tce:
1: nivel de consciencia
2: pupila: simetria >1mm e reflexo fotomotor
3: deficit motor lateralizado
Midriase
LOE aumenta a PIC e faz que a parte mediaç do lobo temporal ( úncus) sofra herniação da tenda do cerebelo e comprima o III par craniano (oculomotor) no mesencéfalo. midriase ipsilateral a lesão
Heniação de uncus e deficit motor:
deficit motor contralateral por decussação pirâmides
Sindrome de Kernohan:
hemiplegia ipsilateral ( massa empurra mesencéfalo contra cerebelo e comprimindo via motora contralateral há lesão expansiva
Deficinições TCE grave e o que precisa:
pupilas assimétricas, assimetria motora, fratura aberta de cranio, ECG <9 ou queda de 3 pontos em reavaliação, fratura de crânio com afundamento;
NeuroCX + UTI
Melhor exame
TC
septo pelúcido:
fica entre ventrículos laterais
se >5mm precisa de cx
Fx de Cranio, tipo e tto:
linear simples: conservador
afundamento: so cx se afundamento > que espessura da calota craniana
aberta: (rompimento da dura mater) sutura da dura mater
base de cranio:
Fratura de base de cranio: sinais clinicos
fistula licorica (rino ou otorreia), sinal guaxinim, sinal battle e lesões do VII e VIII;
sinal de battle:
equimose pré-auricular
sinal do guaxinim
sinal periocular ( fx lamina crivosa)
Lesões cerebrais difusas ( tipos)
desaceleração súbita do sistema nervoso central dentro do crânio com interrupção da função cerebral
concussão: lesão que desaparece em 6h, grave com perda de memoria
Lesão Axonal difusa: dx patologico; coma após TCE >6h
QC da lesão axonal difusa:
coma> 6h ( grave coma >24h)
mortalidade LAD grave?
51%
LAD moderada:
sem decorticação ou descerebração em coma >24h
LAD leve:
coma entre 6-24h
LAD, TTO E CONDUTA:
dx: TC, conduta clinica
Lesão focal + frequente neurologicamente:
Hematoma subdural agudo;
fr: alcoolatras e idosos
Patologia de Hematoma subdural:
Lesão pequenas veias entre dura e aracnoide com sangramento progressivo
+ comum: frontotemporoparietal
Triade de Cushing:
HAS, bradicardia, bradipneia
Tc hematoma subdural:
lua crescente
Indicação craniotomia em subdural e epidural
desvio linha media >5mm
epidural: >5mm sintomaticos e >15mm assintomaticos.
epidural: craniotomia ampla frontotemporoparietal.
Fenitonina em subdural
diminui convulsão <7 dias
Epidural
sangue entre osso e folheto externo e dura máter
Local de sangramento de epidural + comum
artéria meningea media onde cruza temporal.
outros: seio venoso sagital, veia meningea media e veia diploicas.
Normalmente sangramento arterial, então sintomas abruptos;
Qual ocorre intervalo lucido:
epidural
TC epidural:
lesão hiperdensa biconvexa
contusão cerebral:
trauma do cerebro na calota: sangramento bilateral em frontal. forma hematoma intraparenquimatosa. acontece 20% no tce grave
Complica com cicatriz cortical e favorece epilepsia pós-traumatica
tem que repetir tc em 24h
Hematoma intraparenquimatoso unico após trauma pequeno
pensar em diátases hemorragica ou amiloidose vascular do idoso.
Lesões em pares cranianos: I II III etc
I: anosmia→ fratura osso frontal ( na placa cribriforme)
II Óptico: cegueria/ diminuição acuidade visual unilateral. pupila não reativa, reflexo consensual +.
fratura esfenoide
IV: Troclear: diplopia na mirada para baixo ( asa menor do esfenoide)
VII facial: paralisia facial decorrente de traumatismo sobre osso temporal
VIII: perda audição, vertigem e nistagmo, fratura osso petroso. ddx: trombose artéria vertebral;
indicações de TC em tce leve:
alto risco neurocx→
ECG <15 2h após trauma
Suspeita fratura cranio aberta ou afundamento
sinais fratura de base de cranio
>2 vomitos
>65a
Risco moderado neurocx→
perda consciencia>5min, amnesia retrógrada >30min antes do impacto
Mecanismo perigoso
**outros: convulsão, anticoagulante oral, sinais focaisç
ECG moderado:
TC + uti e tc em 12-24h
UTI tce grave ( 4 normo):
Cabeceira elevada
pescoço senta
TEmp, pressao, gasonometria normal.
O2 98% PaCO2:35
manitol ( se hipertenso, causa hipotensão)
solução Salina hipertonica ( se paciente hipotenso)
Doutrina MOnro-Kellie:
volume total intracraneano é constante.
obs. pq a pic sobe pós TCE.
cerebro perde capacidade autoreguladora + edema cerebral + > aumento permeabilidade barreira hematoencefáçica
Indicação Monitorar PIC:
coma + tce grave + tc alterada.
Cateter dentro do ventrículo.
PIC ideal 5-15mmHg (VR: 10)
pressão de perfusão cerebral (PPC)
PAM -PIC
PPC>60
neuromotorização avançada:
oximetria venosa jugular SjVO2: ( mais O2 o cerebro retem, mais sofrendo)
tensão de O2 do tecido cerebral ( PbtO2) > 15mmHG fator de bom prognostico
Tratamento:
PAS >110 em pacientes entre 15-49 e >70a
PAS>100 em 50-69
hipertensão intracraneana:
PIC> 20 por >5min e necessita de cx imediata
condutas clinicas para diminuir PIC:
manitol 0,25-1g/kg a cada 4-6h
osmolaridade plasmática <320 se maior, interromper)
se hipotenso salina hipertonica a 3%
tto Clinico de PIC refrataria:
Hiperventilação temporaria ( 25-30mmHg)
barbituricos e fenitoina ( diminui convulsão, nao muda mortalidade)
Morte encefalica:
não precisa ser neurologista.
coma não perceptivo ( sem atv supraespinhal e apneia persistente) espera 6h para protocolo
7dias -2m: 24h
2m-2a: 12h
>2h: 1h
confirmação: 2 medicos com intervalo depende da idade, teste de apneia e teste que demonstre ausencia de perfusão, atividade eletrica ou metabolica do cerebro
medicos ( um pode ser clinico, desde que tenha feito o curso ou viu 10ME em 1ano e o outro tem que ser especialista)
Teste apneia:
1 vez: 02 100% por 10min, desconeta ventilador mecanico e coloca catetar o2 fluxo 6l/min.
se nao responder em 10 min ou paCO>55 é positivo ( lesão em ponto-pulbar)
Exames complementares ME:
1: ausencia de perfusão cerebral: angiografia cerebral, cintilografia, doppler transcraniano
ausencia de atv metabolica: pet-tc
3- ausencia de atv eletrica: EEG
Trauma coluna:
coluna anatomia
33 vertebra:
7 cervical, 12 toracicas, 5L e 4 coccígeas.
calda equina L3-L5
Dermatomos: c3 c4 c5 c6 c7 t1 t4 t10
c3: cabeça clavicula
c4: acromio
c5: lateral braço e deltoide
c6: dorso polegar e biceps braquial
c7: dorso dedo medio e triceps
t1: lumbricais, medial do braço
t2 axila
t4: torax nivel mamilo
t10: umbigo
dermatomos l1 l2 l3 l4 l5 s1 s2 s3 s4 s5
l1 virilha e região pulso femoral L2: coxa medial, meio do femur l3: joelho medial e quadriceps L4: perna medial e tibial anterior L5: extermspr çpmgp dp açix s1 calcanhar lateral s2: fossa poplitea s3 gluteo medial s4-5 perianal
ligamentos que costumam rompem em fratura de coluna
ligamento longitudinal anterior, longitudinal posterior e complexo ligamentar da coluna posterior
Fraturas occipito-atlantoaxiais (c1 e c2)
Fratura de Jefferson (atlas)
Fratura de Jefferson
compressão axial do cranio sobre atlas
rotura do ligamento T é quando diferença entre >7mm entre diamentro tranversal do atlas e do axis em AP.
tto estavel: CC por 3 m
artrodese atlantoaxial em subluxação atlantoaxial >5mm
Fratura Odontoide
fratura + comum da coluna cervical alta
mecanismo hiperflexao cervical. se >50 a <5 mm, tto conversador
Fratura do enforcado:
fratura do pediculo do axis
espondilolistese = fratura do pediculo + deslizamento anterior
halo vest 3meses
Coluna cervical baixa
c3-c7 mais comum fraturar ( 85%)
mais comum c5-c6
Trauma raquimedular
c1-c2-c3, lesão frenica aguda com parada e IOT no ambiente
C3,C4,C5: lesão do frênico
-hipoventilação progressiva em horas
seccção medular nessa altura:
perda reflexo tendinoso e função neurologca sacral 9 bexiga neurogenica retenção vesical e disfunção retal)
Choque medular
24-48h
fase inicial: paralisia flacida arreflexa -> algumas semanas de espasticidade, hiperreflexia e babinski (+)
Sindrome centromedular:
hiperextensão:
perda força e sensibilidade mmss principalmente mãos
Sind medular anterior:
Tetraplegia e perda sensibilidade dolorosa sem afetar sensibilidade tatil, proprioceptiva e vibratoria
Sindr. Brown-Sequard
hemissecção medular:
hemiplegia + perda da propriocepção ipsilateral com perda da sensibilidade dolorosa contralateral
Choque neurogenico:
instabilidade hemodinamica + bradicardia
perda tonus vasomotor e inveração simpatica
tto: droga
metilprednisolona 30mg/kg em <6h + infusão continua de 5,4MG/kg/h por 23h (contraindicado em penetrantes, plotrauma, tce mod e grve)
lesão coluna baixa
Fx-Luxação por Hiperflexao sem compressão:
+ comum
rx: aumento espaço interespinhoso (>3,5mm ou >11 graus é instabilidade)
fx por Compressão- Hiperflexão: mergulho em agua rasa ( fratura em lagrima)
Fx toracolaombar:
90% ds fraturas:
- fratura impactada ( compressão) osteoporose: tto conservador
Fratura explosiva: estavel é colete 3m
instavel: cauda equina + compresão >50%, cifose
Sindrome calda equina:
- perda função motora,
- anestesia em sela:sensitiva e reflexa de l4-l5 a s5
- incontinência fecal
- disfunção geniturinária
- hiporreflexia.
Fratura de Chance
do cinto de segurança:
lesão em ligamentos colna media e posterior (tto cx) por dor cronica
quando tirar tabua rigida em pacientes com lesão de coluna:
o mais cedo possivel, e mover paciente em monobloco.
qual tecnica de drenagem vesical para paciente com bexiga acontratil:
sondagem intermitente