NEF 2 Flashcards
causas de nefrite intersticial
Diuréticos
Rifampicina
Omeprazol
Grandes ATBs: beta-lactâmicos
AINEs e Anticonvulsivantes
Sulfa
azotemia após iniciar IECA ou BRA
estenose da artéria renal: nefropatia isquêmica
como IECA ou BRA causam nefropatia isquêmica na estenose de artéria renal?
rim adapta-se ao estado de hipoperfusão: hipofluxo para mácula densa, que ativa SRAA e causa retenção de sódio e água e vasoconstrição da arteríola eferente, com aumento da pressão glomerular permitindo filtração. ao usar a medicação, perde a capacidade compensatória
síndrome da lise tumoral
grande destruição de células neoplásicas cursando com:
hiperuricemia: aumento do ácido úrico pela metabolização de ácidos nucleicos
hiperKlemia e hiperfosfatemia: eletrólitos INTRAcelulares
hipoCAlcemia: formação de fosfato de cálcio
deposição de cristais de ácido úrico e fosfato de cálcio
acidose tubular tipo I
ATDistal: não consegue excretar H+, não acidifica urina; acidose metabólica por consumo do HCO3 plasmático
acidose tubular tipo II
ATProximal: não consegue reabsorver HCO3, bicarbonatúria; hipocaliemia
acidose tubular tipo IV
resistência tubular à ação da aldosterona: retenção de K e H, excreção de Na
principais causas de necrose tubular aguda
isquêmica: choque (hipo perfusão), contraste iodado (vasoconstrição da arteríola )
tóxica: filtração da substância lesa glomérulo > contraste iodado; aminoglicosídeo; rabdomiólise; anfotericina B; leptospirose
NTA X pré-renal:
FeNA
NTA: > 1%
pré-renal: < 1%
NTA X pré-renal:
Na urinário
NTA: > 40
pré-renal: < 20
NTA X pré-renal:
rel. ur/creatinina plasm.
NTA < 20
pré-renal > 40
NTA X pré-renal:
osmolaridade e densidade urinária
NTA: DIMINUÍDAS osm < 350 d < 1015
pré renal: > 500 d > 1020
exame de imagem na hipertensão resistente
USG com doppler de art. renais: avaliar estenose da artéria renal
causas de estenose da art. renal
aterosclerose (principal)
displasia fibromuscular: em JOVENS
rabdomiólise e lesão renal
destruição maciça de fibras musculares e liberação do seu conteúdo. a lesão renal ocorre por filtração glomerular da mioglobina, que é nefrotóxica
estenose da artéria renal é causa de hipertensão secundária pois
ao ativar o SRAA, causa vasoconstrição nao apenas na arteríola eferente, como em todos os vasos do corpo, levando a HAS
epidemiologia e tratamento das causas de estenose da art. renal
aterosclerose: > 70% dos casos, predomina em idosos. acometimento proximal é mais comum
se for unilateral, tratamento realizado com anti-hipertensivos. se for bilateral ou rim único, angioplastia COM stent
displasia fibromuscular: principal causa em jovens, principalmente mulheres. acometimento distal mais comum.
angioplastia SEM stent ou tratamento anti-hipertensivo
causa mais comum de nefrite intersticial aguda
medicamentos: mnemônico DROGAS
tratamento NIA
suspensão do agente alérgico
corticoide se: necessário diálise; refratário à suspensão (7-10d após)
diagnóstico NIA
clínica: insuf. renal + febre + rash
lab: EAS com hematúria não dismórfica, proteinúria subnefrótica, eosinofilúria, cilindros leucocitários
aumento de IgE sérica e eosinofilia
nitrofurantoína não deve ser usada para tratar pieolo em adultos pois
não alcança concentração terapêutica no parênquima renal
laboratório rabdomiólise
CPK elevada, hiperpotassemia, hiperfosfatemia, acidose metabólica com ânion gap aumentado, hipocalcemia (quelado pelo fosfato), hiperuricemia (liberação de ácidos nucleicos)
IRA após cateterismo
1) nefropatia por contraste iodado: mais comum! azotemia após 48hs, pico entre 3-5 dias, melhora com 1-2 semanas.
2) ateroembolismo: mais grave! azotemia, livedo reticular, cianose de extremidades
patogênese e diagnóstico ateroembolismo renal
laceração mecânica da placa de aterosclerose cria embolos de colesterol que se impactam em arteríolas pré-glomerulares e vasculatura, causando isquemia;
placas de hollenhorst à fundoscopia (placas de colesterol na microcirculação ocular): PATOGNOMÔNICO
fissuras biconvexas na biópsia; eosinofilia e eosinofilúria transitórias; hipocomplementemia; trombocitopenia; CPK aumentada
causas de necrose tubular aguda
isquêmica: MAIS comum
tóxica
crepitações na embolia gordurosa
EAP:
impactação do embolo no vaso causa lesão endotelial, com liberação de citocinas inflamatórias que aumentam permeabilidade da membrana alveolocapilar, gerando exsudato nos alvéolos
principais causas de nefrite intersticial crônica
- obstrutiva: refluxo vesico-ureteral (IRC em crianças) e hiperplasia de próstata benigna > aumenta pressão hidrostática nos túbulos que desencadeia processo de inflamação tecidual crônica
- analgésicos
- saturnismo (intoxicação por chumbo)
- pielonefrite crônica ou recorrente
- nefropatia hipercalcêmica e sarcoidose (hipercalcemia e hipercalciúria): nefrocalcinose
nefrite intersticial crônica
fibrose do interstício renal, com atrofia e perda dos túbulos
nefrocalcinose
deposição de cálcio e fosfato no tecido renal
clínica de nefrite intersticial crônica
lesão TUBULAR:
anemia > acometimento do túbulo contorcido proximal que secreta eritropoetina
poliúria > acometimento da alça de henle: não concentra medula renal, impedimento atuação do ADH: não concentra urina
acidose tubular renal > túbulo contorcido proximal não consegue secretar amônia que titularia o ácido.
prevenção da nefropatia por contraste iodado
hidratação vigorosa com SF 0,9% 1mg/kg/h de 6-12h antes e após o procedimento
e uso de contrastes não iônicos de baixa osmolaridade
droga que NÃO CAUSA necrose tubular aguda
AINEs
trombose de veia renal à esquerda
no homem, pode causar varicocele pois a veia testicular esquerda é tributária da veia renal
lesão renal na sepse
necrose tubular aguda por hipoperfusão
medicações que não devem ser usados na vigência de contraste iodado
AINEs, IECA ou BRA, metformina
por que suspender IECA ou BRA na vigência de contraste iodado?
mecanismo de lesão renal do contraste iodado inclui vasoespasmo da arteríola aferente. com uso de IECA ou BRA temos a vasodilatação da arteríola eferente. ambos combinados reduzem muito a pressão de filtração glomerular (pressão hidrostática), diminuindo a TGF
NEF 2complicação renal relacionada a procedimentos endovasculares
ateroembolismo renal por ruptura de placa de ateroma, soltando microembolos na circulação
síndrome nefrótica + hematúria e dor em flanco
pensar em TROMBOSE DA VEIA RENAL.
síndrome nefrótica é marcada por estado de hipercoagulabilidade por diminuição da antitrombina III (cofator da heparina), diminuindo anticoagulante endógeno