TEP Flashcards
Principais causas (3)
- Fatores de risco temporários (provocados, 50%)
- Não provocado (30%)
- Câncer (20%)
Causas de eventos não provocados (3)
- Mutação do fator V de Leiden
- Mutação do gene da protrombina
- Deficiência de proteínas C e S
Sintomas mais comuns (4)
- Dispneia (73%)
- Dor pleurítica (66%)
- Tosse (37%)
- Hemoptise (13%)
Achados mais comuns do exame físico (3)
- Taquipneia
- Sibilância focal
- Taquicardia
Alterações do RX de tórax (5)
- Alterações inespecíficas (80%)
- Sinal de Palla (dilatação de ramo descendente de a. pulmonar à direita)
- Sinal de Westermark (redução focal ou regional da vascularidade do pulmão)
- Corcova de Hampton (imagem em cunha no parênquima)
- Sinal de Fleischner (dilatação de aa. pulmonares)
Alterações do ECG (3)
- Taquicardia sinusal (mais comum)
- Alterações inespecíficas de ST e T
- S1Q3T3 (pior prognóstico)
Critérios para diagnóstico
- Escore de Wells
- PERC
Paciente não apresenta nenhuma das condições averiguadas pelo PERC. Significado?
TEP descartado
Paciente tem qualquer uma das alterações do PERC. Significado?
Investigar
Valor de Wells de baixo risco
0-1
Valor de Wells de risco intermediário
2-6
Valor de Wells de alto risco
Maior ou igual a 7
Wells de risco baixo e PERC+ ou risco intermediário. Conduta?
Solicitar d-dímero
Wells de alto risco. Conduta?
AngioTC + anticoagulação
Valor de referência do d-dímero corrigido pela idade
VR = idade x 10
Exame confirmatório para TEP
AngioTC
Mais acurado, fácil realização, permite diagnósticos diferenciais
Confirmação de TEP pela cintilografia V/Q
Exame alterado em paciente de alta probabilidade de TEP
Exclusão de TEP pela cintilografia V/Q
Exame normal em paciente de baixa probabilidade (PERC+, d-dímero +)
Achado do USG de MMII que favorece o diagnóstico
Presença de TVP, especialmente se distal
Confirmação de TEP com USG de MMII
Presença de TVP proximal em paciente instável
Exames para estratificação de risco de mortalidade em 7 dias (3)
- Troponina (pior prognóstico se +, injúria miocárdica) OU BNP
- ECOTT
Estratificação do risco de mortalidade em 30 dias
PESI
Risco de mortalidade alto. Conduta?
- Trombólise + CTI
Risco de mortalidade intermediário-alto. Conduta?
HNF contínua
Risco de mortalidade intermediário-baixo. Conduta?
Ponte de heparina + varfarina OU DOACs
Risco de mortalidade baixo. Conduta?
DOACs ou ponte + varfarina e alta
Tempo de anticoagulção para eventos provocados
3 meses
Tempo de coagulação para evento não provocado
6 meses
Tempo de coagulação para eventos recorrentes não provocados
Indefindo
Tempo de coagulação para pacientes de SAAF
Indefinido com varfarina
Anticoagulação contraindicada ou recorrência em vigência de anticoagulação. Conduta?
Filtro de veia cava
Droga de escolha para tumores uroteliais, gastrointestinais ou de alto risco de sangramento
HBPM
Droga de escolha para outros tumores
DOACs
Câncer ativo em reavaliação após 6 meses. Conduta?
Manter anticoagulado
Câncer inativo em reavaliação após 6 meses. Conduta?
Considerar suspender
Medidas para paciente em instabilidade hemodinâmica (3)
- Suporte hemodinâmico
- Suporte ventilatório
- Trombólise
Medidas para suporte hemodinâmico (3)
- Infusão volêmica cautelosa
- Vasopressor
- Inotrópico
Cuidados com o suporte ventilatório
Evitar PEEP elevada
Critérios para trombólise (3)
- AngioTC confirmatória
- Acometimento de VD em ECOTT
Tempo para trombólise
14 dias
Contraindicações absolutas para a trombólise (6)
- Sangramento ativo
- AVCh ou desconhecido prévio
- AVCi < 6 meses
- TCE, trauma importante ou cirurgia < 3 meses
- Neoplasia intracraniana
- Diátese hemorrágica
Contraindicações relativas para a trombólise (5)
- Úlcera péptica ativa
- Anticoagulação oral
- Gravidez ou primeira semana pós-parto
- PAS > 180
- Endocardite infecciosa