Exame Clínico Geral Flashcards
Em quantas partes dividimos o exame?
5 partes
Parte I do Exame Clínico Geral
Como começa a parte I?
Peça ao doente para dar alguns passos em linha recta e voltar para trás. Aprecie a facilidade, simetria e coordenação do movimento. Em caso de marcha antálgica, peça ao doente para localizar a dor — darlhe-á pistas para o exame que se segue.
Caso o inquérito coloque alguma hipótese de lesão neurológica dos membros inferiores ou de envolvimento da coluna lombar, peça ao doente para repetir a marcha em calcanhares e em bicos de pés. Isto permite apreciar a integridade das raízes de L5 e S1. Pode ainda solicitar ao doente que se agache e se levante sem apoio das mãos, avaliando assim a força muscular proximal, bem como a mobilidade das ancas e dos joelhos.
Parte I do Exame Clínico Geral
O que deve ser observado ao pedir ao doente para dar alguns passos em linha recta e voltar para trás?
Facilidade, simetria e coordenação do movimento
Parte I do Exame Clínico Geral
Qual é o objetivo de identificar a dor durante a marcha antálgica?
Dar pistas para o exame que se segue
Parte I do Exame Clínico Geral
O que deve ser solicitado ao doente se houver suspeita de lesão neurológica dos membros inferiores?
Repetir a marcha em calcanhares e em bicos de pés
Parte I do Exame Clínico Geral
O que a marcha em calcanhares e em bicos de pés avalia?
Integridade das raízes de L5 e S1
Parte I do Exame Clínico Geral
Qual é o exercício que pode ser solicitado para avaliar a força muscular proximal?
Agachar e levantar-se sem apoio das mãos
Parte I do Exame Clínico Geral
O que é avaliado ao pedir ao doente que se agache e se levante?
Força muscular proximal, mobilidade das ancas e dos joelhos
Parte I do Exame Clínico Geral
Como deve o doente estar posicionado antes de prosseguir para a 2ª fase da parte 1?
Em pé, com os pés alinhados na direcção dos ombros, de costas para o observador
Parte I do Exame Clínico Geral
O que deve ser perguntado ao doente antes de prosseguir para a 2ª fase da parte 1??
Se houver dor ou dificuldade em qualquer movimento
Parte I do Exame Clínico Geral
O que é avaliado na 2ª fase da parte 1? (8)
- Estática da coluna
- Equilíbrio dos ombros e da bacia
- Posição das ancas e dos joelhos
- Inspecção da pele visível
- Palpação da glândula tireóide
- Palpação das cadeias ganglionares
- Mobilidade da coluna cervical
- Mobilidade da coluna lombar
Parte I, fase 2
O que é avaliado na estática da coluna?
Existência de anormalidades das curvaturas fisiológicas no plano frontal e sagital
As curvaturas fisiológicas incluem a lordose e a cifose, que devem ser avaliadas quanto a desvios.
Parte I, fase 2
Como se verifica o equilíbrio dos ombros e da bacia?
Colocando os indicadores sobre os ombros e depois sobre as cristas iliacas
A báscula da bacia pode indicar dismetria dos membros inferiores, que é uma causa comum de escoliose e lombalgia.
Parte I, fase 2
Quais as posições que devem ser avaliadas nas ancas e joelhos?
Extensão completa, flexo, hiperextensão, desvio para fora (em varo) e para dentro (em valgo)
A avaliação da posição dos joelhos é importante para identificar problemas de alinhamento e função.
Parte I, fase 2
O que deve ser inspecionado durante o exame físico?
A pele visível, incluindo a do couro cabeludo
A inspecção da pele pode revelar condições dermatológicas ou sinais de doenças sistêmicas.
Parte I, fase 2
Quais as áreas que devem ser palpadas durante o exame?
Glândula tireóide, cadeias ganglionares submandibulares, submentonianas, cervicais anteriores e posteriores, supraclaviculares
A palpação dessas áreas é essencial para detectar linfadenopatia ou outras anomalias.
Parte I, fase 2
Como é avaliada a mobilidade da coluna cervical?
Solicitando ao doente que leve a orelha ao ombro e rode o queixo para os lados.
Colocando-nos agora numa posição lateral
ao doente, pedimos-lhe que toque com o queixo no peito, apreciando assim a flexio
da coluna, fazendo o movimento oposto de seguida.
A mobilidade cervical é importante para avaliar a função e a presença de dor ou rigidez.
Parte I, fase 2
O que o médico faz para avaliar a mobilidade da coluna lombar?
O médico coloca dois dedos sobre os processos espinhosos de L4 (imediatamente acima da linha que une as cristas ilfacas) e L2 e pede ao
doente que se incline para a frente, tentando levar os dedos ao chão sem dobrar os joelhos. O afastamento dos dedos indica o grau de flexão da coluna lombar.
De seguida, o doente deverá inclinar o tronco para trás, tanto quanto possível e para cada um dos lados. Tenha o cuidado de evitar que o doente flicta os joelhos durante estas manobras, para não confundir a sede do movimento.
Parte I, fase 2
O que indica o afastamento dos dedos durante a avaliação da coluna lombar?
O grau de flexão da coluna lombar
O movimento de inclinação do tronco para diante implica flexão da coluna lombar, mas tambêm da dorsal (limitada) e, sobretudo, das coxolemorais. A limitação de movimentos da coluna lombar pode ser mascarada por uma boa flexibilidade das ancas. A colocação dos dedos sobre a coluna lombar limita a apreciação à coluna.
Parte I, fase 2
Durante a avaliação da mobilidade da coluna lombar, o que deve ser evitado?
Que o doente faça flexão dos joelhos para não confundir a sede dos movimentos
Parte II do Exame Clínico Geral
Qual a posição do médico e do doente na Parte II do Exame Clínico Geral?
Nesta parte, o doente mantém a sua posição anatómica de repouso, em pé, e o médico observa-o de frente
Parte II do Exame Clínico Geral
Quais aspectos devem ser inspecionados pelo médico na Parte II do Exame Clínico Geral?
- Pele, com especial atenção às áreas expostas
- Coloração e hidratação das conjuntivas
- Mucosa oral e peças dentárias
- Mobilidade dos ombros e cotovelos
Parte II do Exame Clínico Geral
Por que é importante avaliar a mucosa oral e as peças dentárias?
A suspeita de doença do tecido conjuntivo ou de doença de Behçet justifica uma apreciação mais cuidadosa
Parte II do Exame Clínico Geral
Quais movimentos devem ser realizados pelo médico durante a avaliação da mobilidade do doente? 1º
Os braços partem da posicão de repouso, ao longo do tronco com as palmas das mãos voltadas para as coxas. Elevam-se os braços, em abdução, lateralmente ao tronco, mantendo os cotovelos em extensão, até aos 90° de abduçãdo do ombro.
As palmas das mãos são, então, rodadas para cima, enquanto o movimento do ombro prossegue em elevação até aos 180°, isto é, acima da cabeça. Os cotovelos são mantidos em extensão.
Chegados ao limite deste movimento, flectem-se os cotovelos para tocar com as palmas das mãos na regido dorsal, abaixo do pescogo, tão baixo quanto possivel.
De seguida, baixam-se os braços e levam se os dorsos de ambas as mãos ao contacto da região lombar e dorsal, tão alto quanto possivel.
Parte II do Exame Clínico Geral
Quais movimentos devem ser realizados pelo médico durante a avaliação da mobilidade do doente? 2º
As palmas das mãos são, então, rodadas para cima, enquanto o movimento do ombro prossegue em elevação até aos 180°, isto é, acima da cabeça. Os cotovelos são mantidos em extensão.
Parte II do Exame Clínico Geral
Quais movimentos devem ser realizados pelo médico durante a avaliação da mobilidade do doente? 3º
Chegados ao limite deste movimento, flectem-se os cotovelos para tocar com as palmas das mãos na regido dorsal, abaixo do pescoço, tão baixo quanto possivel.
De seguida, baixam-se os braços e levam-se os dorsos de ambas as mãos ao contacto da região lombar e dorsal, tão alto quanto possivel.
Parte II do Exame Clínico Geral
Qual é a posição inicial dos braços durante a avaliação da mobilidade?
Os braços partem da posição de repouso, ao longo do tronco com as palmas das mãos voltadas para as coxas
Parte II do Exame Clínico Geral
Qual é o limite máximo de elevação do ombro durante os movimentos de abdução?
Até aos 180°, acima da cabeça
Parte II do Exame Clínico Geral
O que acontece com os cotovelos durante a elevação dos braços?
Os cotovelos são mantidos em extensão
Parte II do Exame Clínico Geral
Qual é a posição das mãos ao tocar o dorso na avaliação da mobilidade?
As palmas das mãos tocam o dorso, com o ombro em abdução completa e rotação externa total
Parte II do Exame Clínico Geral
Como se ajustam os braços e mãos ao tocar com o dorso das mãos na região lombar?
Os ombros estão em completa adução e rotação interna, os cotovelos em flexão e as mãos em total pronação
Parte II do Exame Clínico Geral
Por que pedimos ao doente que reproduza activamente os movimentos do médico, ao invés de os mobilizarmos passivamente?
No ombro e no cotovelo, a patologia periarticular é muito mais frequente do que a articular. Nesta patologia os movimentos passivos são muito menos dolorosos do que os activos.
Parte II do Exame Clínico Geral
Qual é a limitação mencionada sobre a flexão do ombro?
Raramente estará limitada se os restantes movimentos são livres
Parte II do Exame Clínico Geral
O que deve ser feito se o doente referir dor no ombro durante a avaliação?
Proceder a exame mais fino desta região, mesmo que o exame geral seja normal
Parte III do Exame Clínico Geral
Como se realiza a Parte III do Exame Clínico Geral e que fases engloba?
Pedimos agora ao doente para se sentar, voltado para o médico.
Exame dos punhos e das mãos
* Inspecção
* Mobilização passiva
* Palpação articular geral
* Mobilização activa
Mobilidade da coluna dorsal
Auscultação cardíaca e pulmonar
Parte III do Exame Clínico Geral
Qual é o primeiro passo no exame dos punhos e das mãos?
Inspecção para procurar deformações, desvios, alterações da coloração e integridade da pele e unhas, atrofias musculares.
Parte III do Exame Clínico Geral
O que se realiza na mobilização passiva dos punhos?
Levar o punho do doente a flexão e extensão completas.
Parte III do Exame Clínico Geral
O que se observa durante a palpação articular geral?
Comprimir as articulações metacarpo-falângicas e interfalângicas para detectar dor.
Parte III do Exame Clínico Geral
Qual é o objetivo da mobilização activa dos dedos?
Pedir ao doente que flicta e estenda completamente os dedos, apreciando limitações de mobilidade ou ressalto.
Parte III do Exame Clínico Geral
O que deve ser feito se for detectada qualquer anomalia durante o exame das mãos?
Obriga a estudo mais fino dos punhos e das mãos.
Parte III do Exame Clínico Geral
Como é avaliada a mobilidade da coluna dorsal?
Cruzando os braços sobre o peito e mantendo a bacia imóvel, o doente roda
completamente os ombros para um lado e para o outro.
Este movimento aprecia a rotação da coluna dorsal, detectando limitação de movimento ou dor.
Parte III do Exame Clínico Geral
Quando se deve realizar palpação e percussão durante o exame cardiorrespiratório?
Se a auscultação ou o interrogatório sugerirem anomalias.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Como se realiza a Parte IV do Exame Clínico Geral e que fases engloba?
Com o doente em decúbito dorsal e integra o exame do abdómen e dos membros inferiores.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é a posição ideal para o exame do abdómen?
Decúbito dorsal, relaxado, com as ancas e os joelhos flectidos.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Como deve o doente manter os membros inferiores durante o exame?
Estendidos e em repouso, a face posterior do joelho deve tocar a marquesa.
Todos os gestos serão passivos, devendo manter-se relaxado e indicar se houver dor ou qualquer dificuldade.
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que é avaliado no exame dos membros inferiores?
Inspecção geral.
Distensão do nervo ciático
Mobilização da coxofemoral
Flexão e extensão
Rotação interna e externa
Adução e abdução
Mobilização do joelho
obilização dos tornozelos e pés
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que deve ser apreciado na inspecção geral dos membros inferiores?
Alinhamento, atrofia muscular, deformação articular, alterações tróficas da pele e das unhas.
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que indica a falta de contacto da face posterior do joelho com a marquesa?
Uma provável limitação de extensão do joelho (flexo).
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é o teste utilizado para verificar a distensão do nervo ciático (raízes L5 e S1)?
Elevação passiva do membro inferior com o joelho em extensão.
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que caracteriza a positividade do teste de distensão do nervo ciático?
Dor irradiando da região lombar pela face posterior da coxa e perna obriga a estudo neurológico mais fino
Parte IV do Exame Clínico Geral
Como se realiza a mobilização da coxofemoral?
Uma mão sobre o joelho e a outra segura o terço inferior da perna do mesmo lado.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual o ângulo que a coxa deve flectir em relação à bacia?
Com o doente relaxado, induzimos flexão completa da coxofemoral e do joelho, seguida de extensão, repetindo o movimento.
A coxa deve flectir até cerca de 120º sobre a bacia. Ao fazermos este movimento apreciamos a coxa contra-lateral.
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que sugere a elevação do joelho esquerdo ao induzir flexão completa da coxa direita?
Limitação da extensão da coxofemoral esquerda.
O doente deve ser capaz de manter o joelho do outro lado em contacto com a marquesa, graças à extensão da coxofemoral desse lado.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é o objetivo do teste de Thomas?
Avaliar a limitação da extensão da coxofemoral.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é a posição para induzir a rotação interna e externa da coxofemoral?
Coxofemoral em flexão de 90º e joelho também a 90º.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é o movimento normal de rotação interna e externa da articulação coxofemoral?
rotação interna normal: cerca de 30º
rotação externa normal: cerca de 60º
Parte IV do Exame Clínico Geral
Em que patologia está limitada a rotação interna e externa da articulação coxofemoral?
Estes movimentos estão muito precocemente limitados na artrose da anca, por vezes antes do aparecimento de dor espontânea.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Como realizamos a avaliação da abdução e adução da coxofemoral?
Seguramos a perna pelo seu terço inferior,
em posição neutra, com o joelho em extensão. A outra mão é colocada sobre a crista ilíaca do lado oposto, de forma a detectar movimentos de báscula da bacia
O membro inferior é então levado, passivamente, a adduçao e adução completa da coxofemoral
Parte IV do Exame Clínico Geral
Porque é importante detetar movimentos de bascúla da bacia?
Quando forçamos a adução ou abdução, a bacia faz báscula para o mesmo lado. Este movimento aumenta a amplitude aparente do movimento do membro inferior, mas não deve ser atribuído à coxofemoral!
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é a abdução completa normal da coxofemoral?
Cerca de 45º.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é a adução completa normal da coxofemoral?
Cerca de 30º.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Como é realizada a mobilização do joelho?
Simultaneamente com a flexão da coxa, o joelho é levado a flexão completa (normal: cerca de 130º) e depois a extensão completa (normal: de 0º a 10º)
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é a amplitude de movimento normal do joelho durante a mobilização?
Cerca de 130º para flexão e de 0º a 10º para extensão
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que deve ser apreciado durante a mobilização do joelho?
Apreciamos a amplitude de movimento e a dor. A mão pousada sobre o joelho aprecia a presença de crepitação (uma sensação de atrito mais ou menos grosseiro) e de ressaltos da articulação.
É útil, para este fim, repetir algumas vezes a flexão/extensão do joelho.
Parte IV do Exame Clínico Geral
Como é realizado o exame de mobilização dos tornozelos e pés?
O doente deve flectir e estender completamente os tornozelos e pés
Parte IV do Exame Clínico Geral
Quais articulações são avaliadas ao flectir e estender os tornozelos e pés?
Articulações tíbio-társica, médio-társicas e dos dedos
Parte IV do Exame Clínico Geral
Quais movimentos são realizados para avaliar a inversão e eversão dos pés?
Rodar os pés para dentro (inversão) e para fora (eversão)
Parte IV do Exame Clínico Geral
Quais articulações estão envolvidas nos movimentos de inversão e eversão?
Articulações subtalares e médio-társicas
Parte IV do Exame Clínico Geral
O que deve ser feito se houver limitações ou dor durante a mobilização dos membros inferiores?
Exigir estudo semiológico mais detalhado
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é o sinal que pode ser pesquisado para detecção de edema dos membros inferiores?
Sinal de godet
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual posição do doente permite apreciar as articulações sacroiliacas?
Decúbito dorsal
Parte IV do Exame Clínico Geral
Quando é indicado realizar um exame neurológico durante a avaliação?
Se o contexto clínico o tornar indicado
Parte IV do Exame Clínico Geral
Qual é a posição do doente para um exame minucioso da coluna lombar ou dorsal?
Decúbito ventral
Parte IV do Exame Clínico Geral
A mobilização do joelho deve ser repetida várias vezes para avaliar o quê?
A presença de crepitação e ressaltos da articulação
Parte IV do Exame Clínico Geral
A mobilização dos tornozelos e pés deve ser feita com o doente em que posição?
Decúbito dorsal
Parte V do Exame Clínico Geral
Em que consite a parte V do Exame Clínico Geral?
Pesquisar os pontos sensíveis de fibromialgia
Medir e pesar o doente
Parte V do Exame Clínico Geral
Qual é a altura ideal para pesquisar os pontos sensíveis típicos da fibromialgia?
Com o doente em pé, de costas para o médico.
Parte V do Exame Clínico Geral
Por que o diagnóstico de fibromialgia é considerado um diagnóstico de exclusão?
Porque deve ser ponderado após um exame músculo-esquelético geral sem alterações objetivas.
Parte V do Exame Clínico Geral
Quais são os passos que devemos realizar antes de considerar a fibromialgia?
Exame músculo-esquelético geral sem alterações objetivas.