CCP Flashcards
Síndrome de Lemierre
Tromboflebite séptica da veia jugular interna, após uma orofaringite, com embolização séptica para o pulmão ou outros órgãos
Síndrome da fome óssea
HipoCa + hipoP + hipoMg graves e prolongadas, acompanhadas do aumento nos marcadores do metabolismo ósseo (FA)
Acontece após a correção de condições associadas à alta renovação óssea. Um exemplo é após a paratireoidectomia em pacientes com hiperparatireoidismo. A rápida queda nos níveis circulantes de hormônio paratireoidiano após a cirurgia leva ao aumento da deposição de cálcio no osso.
Hiperparatireoidismo
Alterações laboratoriais que confirmam o diagnóstico
PTH e Ca elevados
Confirmação do diagnóstico de carcinoma de paratireóide
Invasão de vaso ou cápsula na histologia
> PAAF serve apenas para confirmar se é paratireóide
Nódulos tireoideanos
Indicação de PAAF pelo USG
TIRADS:
3 se > 25mm
4 se > 15mm
5 se > 10mm
Nódulos tireoideanos
Seguimento com USG
Para nódulos que não preenchem critérios para PAAF:
< 1cm + carcaterísticas suspeitas: 6-12m
suspeita baixa-intermediária: 12-24m
muito baixo risco: 2-3a
Sistema Bethesda
Análise citológica da PAAF e risco de malignidade
Bethesda 1
Não diagnóstico (risco de malignidade 1,3%)
Repetir PAAF guiado por USG
Bethesda 2
Benigno (risco de malignidade 4%)
Acompanhamento clínico e USG
Bethesda 3
Indeterminado (risco de malignidade 22%)
Repetir PAAF
Teste molecular + calcitonina
Lobectomia ou Vigilância ativa
Bethesda 4
Indeterminado (risco de malignidade 30%)
Teste molecular e calcitonina + Lobectomia diagnóstica
Bethesda 5
Suspeito de malignidade (risco de malignidade 74%)
Teste molecular + Lobectomia ou Tireoidectomia
Bethesda 6
Maligno (risco de malignidade 97%)
Tireoidectomia ou Lobectomia
Teste de congelação para tireóide tem __________ sensibilidade
BAIXA sensibilidade
Níveis linfonodais
Ia
Ia – Submentoniano: encontra-se entre os ventres anteriores de cada músculo digástrico , seu limite inferior é o osso hióide e superior a mandíbula.
Níveis linfonodais
Ib
Ib – Submandibular: encontra-se entre os ventres anterior e posterior do músculo digástrico de cada lado, seu limite inferior é o osso hióide e superior a
mandíbula.
Níveis linfonodais
II
II: fica atrás da glândula submandibular acompanhando a jugular e a carótida,
anteriormente à borda posterior do músculo esternocleidomastoideo e
inferiormente até a altura do osso hióide ou do bulbo carotídeo.
* IIa: anterior ao nervo acessório
* IIb: posterior ao nervo acessório
Níveis linfonodais
III
III: se extende do bulbo carótideo ou altura do osso hióide até borda inferior do músculo omohióide ou na linha que passa pela borda inferior da cartilagem
cricóide.
Níveis linfonodais
IV
IV: se extende da borda inferior do músculo omohióide ou na linha que passa pela borda inferior da cartilagem cricóide até a clavícula.
Níveis linfonodais
V
V – Cadeia posterior: se extende da borda posterior do músculo
esternocleidomastóideo até a borda anterior do músculo trapézio, seu limite inferior é a clavícula.
* Va: superior ao nervo acessório
* Vb: inferior ao nervo acessório
Níveis linfonodais
VI
VI – Compartimento central: se encontra entre as bordas laterais dos músculos esterno-hióide de cada lado, extendendo-se do osso hióide até a fúrcula esternal.
Principal causa de hiperparatireoidismo
Primário - adenoma solitário de paratireoide
Hiperparatireoidismo primário
Exame localizatório
Cintilografia com sestamibi
Sinal de Chvostek
Sinal de hipocalcemia
> Percussão do n. facial em frente ao pavilhão auricular > contração da musculatura perilabial ipsilateral
Sinal de Trousseau
Sinal de hipocalcemia + específico
> Esfigmo com PAS + 20mmHg por 3min > contração do antebraço e flexão do punho
Tumores da glândula salivar (parótida e submandibular)
Diagnóstico
PAAF ou agulha de biópsia se ulceração
Tumores de baixo grau: história de meses-anos, nódulo indolor
Tumores de alto grau: história de dias-semanas, paralisia facial, Mx linfonodal
Tumores da glândula salivar (parótida e submandibular)
Tratamento
Parótida: parotidectomia total + excisão do nervo facial com reconstrução microcirúrgica se acometimento do mesmo +/- esvaziamento linfonodal
Submandibular: esvaziamento da loja submandibular + nível I + estruturas adjacentes acometidas
> +/- RT adjuvante
Qual o tumor mais comum das glândulas salivares?
Benigno: 1) adenoma pleomórfico, 2) tumor de Warthin
Maligno: 1) carcinoma mucoepidermóide, 2) carcinoma adenoide cístico
Tumor de Warthin
Cistoadenoma papilífero linfomatoso
Tumor benigno da glândula parótida
> Mais comum em homens tabagistas
> Polo inferior do lobo superficial
> 20% bilaterais
Estruturas anatômicas presentes na região submandibular
- Nervos:
- Vasos:
- Músculos:
- Outro:
- Nervo hipoglosso (XII), lingual (ramo do V), marginal da mandíbula (ramo do VII)
- Artéria e veia faciais
- Músculo digástrico e milo-hioideo
- Ducto de Warthon
% de tumores benignos
Parótida:
Submandibular:
Lingual e glândulas salivares menores:
Parótida: 80%
Submandibular: 50%
Lingual e glândulas salivares menores: 20%
Tratamento do cisto do ducto tireoglosso
Técnica de Sistrunk > menor recidiva
Excisão de todo o trajeto do cisto até a base da língua (forame cego) + porção central do hioide
Cisto do ducto tireoglosso é ______________ à protrusão da língua
MÓVEL
Lesão precursora do CEC
Queratose actínica
Subtipos mais comuns do CBC
Superficial e nodular (menos agressivos)
Subtipos mais agressivos do CBC
Micronodular, metatípico e esclerodermiforme
Fatores de risco para recidiva de CBC
> 2cm
< 35 anos
Imunossuprimidos
Áreas específicas da face
Bordas mal definidas
Área de radioterapia prévia
Subtipo escleroderiforme, basoescamoso, micronodular
CEC x CBC
Exposição solar
CEC - crônica x CBC e melanoma - queimaduras solares
Cisto dermóide x Cisto do ducto tireoglosso
Cisto dermóide: SEM mobilidade com deglutição e protrusão da língua e supra-hióideo
Fatores de pior prognóstico de CBC
Paciente jovem
Áreas de fusão embrionária (maior replicação celular) > sulco nasogeniano
Áreas próximas a orifícios naturais
Recidiva
Subtipo escleroderiforme, basoescamoso, micronodular
CEC de alto risco
> = 2cm
Invasão do subcutâneo
Invasão perineural
Localização: cabeça, pescoço, mãos, pés, anogenital, pré-tibial
Recidiva
Subtipos acantolítico, adenoescamoso, carcinosarcomatoso
> Realizar RNM (extensão) e TC (linfonodos)
Tratamento cirúrgico do CEC
Baixo grau: margens 4-6mm
Alto grau: margens 6-10mm + congelamento de margens no intraoperatório OU Cirurgia de Mohs (avaliação microscópica das margens)
Linfangioma (higroma cístico)
Principal característica
TRANSILUMINAÇÃO
Diagnóstico pré-natal
Tratamento dos linfangiomas (higroma cístico)
Escleroterapia com bleomicina, OK-432 (picibanil)
> 2 anos: excisão cirúrgica
O linfangioma/higroma cístico está correlacionado a
Anormalidades cromossômicas
Anomalias do aparelho branquial
Localização
Borda anterior do ECM
Anomalias do aparelho branquial
Tratamento
Excisão cirúrgica: cisto + trajeto
Massa cervical lateral cística
- Cisto branquial
- Linfangiomas
- Mx de CEC orofaringe HPV+
- Mx de carcinoma papilífero de tireóide
Sinal patognomônico de anomalias do aparelho branquial
PAAF: cristais de colesterol/birrefringência a luz
Dermatofibrosarcoma protuberante
Tumor baixo grau de malignidade
Crescimento lento e infiltrativo
Alta taxa de recorrência após excisão cirúrgica
Transformação maligna de um adenoma pleomórfico
Carcinoma ex-adenoma pleomórfico
O que divide a glândula parótida em lobo superficial x profundo
Nervo facial (VII)