Trauma Pediátrico Flashcards
Classificação Fx cabeça/colo do rádio:
Chambers: 1. Desvio primário da cabeça A- SH1 B-SH2 C- Metafisaria D- Após redução do cotovelo E- após luxação do cotovelo 2. Através do colo- variante de monteguia - Angular - Torsional 3. Por estresse Osteocondrite dissecante
Técnicas de redução:
Patterson: tração + supinação+ varo + empurrar cabeça
Israeli: flexão + promoção + empurrar a cabeça
Parvin: redução da luxação do cotovelo
Wallace: redução cruenta, elevação com a rugina da cabeça do rádio
Especificidade de fraturas nos maus tratos, segundo Kleinman:
Alta: metafisarias, processos espinhosos, costelas( posterior), esterno
Média: Múltiplas, diferentes estágios de elifisiolise, Fx-lx coluna vertebral, dedos, complexa do crânio
Baixa: subperiosteais, clavículas, diáfise de ossos longos, crânio simples
Tratamento Fx fêmur( diáfise)de acordo com a idade.
1: 0-6 meses:
2: 6m a 5A:
3: 5-11A:
4: > 12A:
- Pavilik, se desviado, encurtado> 2cm e angulação>30 graus—> GPP
- GPP. Associar tração se encurtamento ou instável
- TEN ou placa
- Haste rígida trocanterica
Obs: observar desvios aceitáveis
Fratura de Toddler acomete as crianças por volta de 2-4 anos. Qual o osso acometido?
Tíbia. Fratura em espiral do início da marcha( rotação externa do pé com o joelho fixo)
Classificação de Letts para diáfise lesão de Monteggia:
A- luxação anterior da cabeça + deformidade plástica da ulna
B- luxação anterior do rádio + galho verde da ulna
C- luxação anterior + fratura completa da ulna( Bado 1)
D- luxação posterior do rádio( bado 2)
E- luxação lateral do rádio( bado 3)
Fraturas do fêmur proximal:
Epidemiologia e classificação
Incidência de osteonecrose
Fx alta energia( se baixar é patológica). 30% lesões associadas. Se acomete GT, coxa valga, se epífise proximal coxa breve, vara
Delbet é Colona 1. Raras. Fx através da fise A- sem deslocamento da cabeça do acetábulo- 38% ON B- com deslocamento 2. Transcervical( 50%) - 28% ON 3. Basocervical( 34%)- 18% ON 4. Trans - 5%
Classificação de Ratliff:
1- Toda a cabeça, mais grave é mais comum
2- Parcialmente a cabeça
3- Só o colo
Fx úmero proximal: 80% crescimento do membro
Mecanismo de trauma: direto e indireto. 50% esportivas
Classificação:
SH:
1- mais comum em <5 anos
2- mais comum em > 11 anos
Neder: 1- até 5 mm de desvio 2- 5mm a 1/3 do diâmetro 3- 1-2 terços 4- maia de 2/3
Obs: tendão do bíceps interpõe
Fx metafisaria da tíbia proximal:
Pico entre 3-6 anos
Mecanismo: trauma na face lateral do joelho( valgo)
Deformidade em Valgo é a mais comum( interposição da pata de ganso
Fratura triplanar:
Supinação + RE
AP: SH3, Perfil: SH2
Desvios menores que 2mm, trat conservador
Pico: 10-16 anos
Classificação das lesões fisárias:
- Aitken
- Poland( igual SH até 3, 4 é SH 1 +3)
- Peterson
- Kyle
Estudar
Fratura da espinha da tíbia( avulsão condroepifosária do LCA)
Mecanismo: estresse em valgo + RE da tíbia ou hiperflexao.
Classificação:
Meyers é Mckeever:
Tipo I: sem desvio- trata com gesso
Tipo II: desviado e preso: artrocentese com gesso ou FI
TipoIII: desviado e soldo: anteocentese com gesso ou FI
OBS: Zaricznyf adicionou o tipo IV: cominuição da eminência tíbia.
- fragmento grande: fixação
- cominuição ou pequeno: pull-out
Fraturas do fêmur proximal:
Epidemiologia e classificação
Incidência de osteonecrose
Fx alta energia( se baixar é patológica). 30% lesões associadas. Se acomete GT, coxa valga, se epífise proximal coxa breve, vara
Delbet é Colona 1. Raras. Fx através da fise A- sem deslocamento da cabeça do acetábulo- 38% ON B- com deslocamento 2. Transcervical( 50%) - 28% ON 3. Basocervical( 34%)- 18% ON 4. Trans - 5%
Classificação de Ratliff:
1- Toda a cabeça, mais grave é mais comum
2- Parcialmente a cabeça
3- Só o colo
Fx úmero proximal: 80% crescimento do membro
Mecanismo de trauma: direto e indireto. 50% esportivas
Classificação:
SH:
1- mais comum em <5 anos
2- mais comum em > 11 anos
Neder: 1- até 5 mm de desvio 2- 5mm a 1/3 do diâmetro 3- 1-2 terços 4- maia de 2/3
Obs: tendão do bíceps interpõe
Fx metafisaria da tíbia proximal:
Pico entre 3-6 anos
Mecanismo: trauma na face lateral do joelho( valgo)
Deformidade em Valgo é a mais comum( interposição da pata de ganso
Fratura triplanar:
Supinação + RE
AP: SH3, Perfil: SH2
Desvios menores que 2mm, trat conservador
Pico: 10-16 anos
Classificação das lesões fisárias:
- Aitken
- Poland( igual SH até 3, 4 é SH 1 +3)
- Peterson
- Kyle
Estudar
Fratura da espinha da tíbia( avulsão condroepifosária do LCA)
Mecanismo: estresse em valgo + RE da tíbia ou hiperflexao.
Classificação:
Meyers é Mckeever:
Tipo I: sem desvio- trata com gesso
Tipo II: desviado e preso: artrocentese com gesso ou FI
TipoIII: desviado e soldo: anteocentese com gesso ou FI
OBS: Zaricznyf adicionou o tipo IV: cominuição da eminência tíbia.
- fragmento grande: fixação
- cominuição ou pequeno: pull-out
Qual o diagnóstico diferencial de fratura de clavícula no neonato?
Pseudartrose congênita da clavícula, sempre a direita
Classificação de Peterson para Fx fisarias:
1: transversa da metáfise com extensão para fise
2: Sh2
3: Sh1
4: Sh3
5: Sh4
6: exposta com perda da fise
A lesão associada mais comum em Fx do fêmur distal em crianças é:
Lesão ligamentar do joelho
Qual o desvio da fratura em galho verde de acordo com o mecanismo de trauma?
Hiperpronacao: desvio dorsal
Hiperssupinacao: desvio volar
A Fx por estresse mais comum do pé é no mett, onde ela ocorre?
Geralmente no colo do mtt, tratada com repouso e imobilização por 4/6 semanas
Qual a ordem de frequência de monteggia no adulto e na criança para Bado?
Criança: 1,3,2,4
Adulto: 2,1,3,4
Delbet e colona para fratura do colo do fêmur:
1-4, sendo o 2 é 50% dos casos
Qual a lesão patognomônica de abuso infantil?
Fratura do canto ou alça de balde
Na fratura da metáfise proximal da tíbia, qual a deformidade mais comum por interposição da pata de ganso?
Valgo. A pata de ganso segura medial e a fíbula segura lateral. A lesão acomete a placa do tendão com perda da contenção
Qual o local mais comum de lesões fisarias:
Falanges da mão
Quais as complicações achochadas ao uso do Pavilik?
- Flexão excessiva( 110):luxação inferior, neuropatia femoral.
- Faixa dos ombros: lesão do plexo braquial
- Abdução excessiva: lesão da cabeça do fêmur e da placa fisaria.
Obs: subluxacao do joelho, lesões de pele na crista ilíaca e fossa poplítea
Faixa etária da promoção dolorosa:
1-2 anos
Média de 2-3 anos, raro após 7 anos. Maioria meninas, 70% do lado esquerdo. Se recorrente, tratar com imobilização por 2-3 semanas.
A redução da deformidade plástica dos ossos do antebraço é feita com qual intensidade e por quanto ti tempo?
20-30kg por 2-3 minutos
Qual a complicação menos comuns a contusão do quadríceps em crianças?
Síndrome compartimental
Qual a complicação mais comum nos casos de fratura do anel pélvico e do acetábulo?
Do anel: consolidação viciosa
Do acetábulo: lesão da cartilagem trirradiada
Na persistência da luxação anterior da cabeça do rádio após monteggia, qual a conduta?
O quadro clínico sugere consolidação viciosa da ulna, deve-se realizar osteotomia da ulna antes da redução da cabeça.
A lesão SH3 no rádio distal é considerada:
Rara, ocasionada por lesão compressiva. Ou avulsão dos ligamentos radiocarpaisvolares
A estrutura que se interpõe na fratura descida da espinha da tíbia:
Menisco medial( corno anterior)
Fratura avulsão do lixamento de chaput é considerada:
Sh3
O sinal do desaparecimento da fise ocorre em:
Fx úmero proximal com desvio posterior
A fratura do côndilo lateral do capítulo não ossificado pode ser confundida com:
Luxação do cotovelo
Qual a fratura de monteggia é comum na criança e rara no adulto:
Tipo 3:
1: mais comum na criança
2: mais comum no adulto
3: segunda mais comum na criança, rara no adulto
4: rara/ não ocorre na criança, alguns adultos
Classificação de Bado para monteggia I- luxação anterior II- luxação posterior III- luxação lateral IV- Luxação a anterior. Fx ambos
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