PROVA 2 DE CARDIO Flashcards
Tratamento de aterosclerose com muito alto risco:
estatinas de alta potência
(atorvastatina, rosuvastatina, pitavastatina).
Se LDL ainda alto, associar ezetimiba ou evolocumab
Meta de LDL para Paciente com aterosclerose com muito alto risco:
LDL < 50 mg/dL ou reduzir ≥ 50% LDL basal.
Tratamento de aterosclerose com alto risco:
tratar fatores de risco + MEV
Meta de LDL para Paciente com aterosclerose com alto risco:
LDL < 70 mg/dL ou reduzir ≥ 50% LDL basal
Tratamento de aterosclerose com risco moderado:
tratar fatores de risco + MEV
Meta de LDL para Paciente com aterosclerose com risco moderado:
LDL < 100 mg/dL
Duração da angina estável:
30 segundos a 10
minutos.
Fatores desencadeantes e de alívio da angina estável?
Fatores desencadeantes: Esforço físico Refeições volumosas Frio Estresse emocional
Fatores de alívio:
Repouso
Nitrato sublingual
O que pode ser encontrado em exame físico de paciente com angina estável?
B3 em galope e B4
Tratamento da angina estável?
ABCDE
- ANTIAGREGANTE: AAS ou clopidogrel
- BETA-BLOQUEADOR: atenolol, metoprolol, carvedilol.
- COLESTEROL: estatina (atorvastatina, rosuvastatina)
- DOR: nitrato (ação rápida - sublingual; ação
prolongada - via oral) - EIXO RENINA-ANGIOTENSINA: IECA
Quando é indicado fazer revascularização em paciente com angina estável?
quando comprometimento > 50% em tronco de coronária esquerda
Duração da angina instável?
Duração inferior a 20 minutos
Tratamento da angina instável?
BANHA ME DOI + tratar fatores de risco + MEV
O que é o BANHA ME DÓI e o que ele trata?
para tto de angina instável
- BETA-BLOQUEADOR
- Antiagregante plaquetário ( AAS + clopidogrel/ ticagrelor)
- NITRATO
- HEPARINIZAÇÃO
- ANALGESIA (morfina)
- MONITORIZAÇÃO CARDÍACA CONTÍNUA
- ESTATINAS
- DIURÉTICO
- OXIGÊNIO (apenas se saturação O2 < 94% e/ ou
dispneia) - IECA (enalapril, captopril)
Quadro clínico do infarto agudo do miocárdio:
Dor precordial/retroesternal mais intensa e com irradiação, que dura 30 minutos ou mais.
Diagnóstico de IAM sem supra:
quadro clínico sugestivo com dor torácica sustentada por mais de 20 minutos, ECG sem
supradesnivelamento do segmento ST persistente e
elevação de enzimas cardíacas
Diagnóstico de IAM com supra:
sintomas isquemicos, elevação da troponina e CK-MB com aparecimento de ondas Q no ECG e elevação do segmento ST >1mV em 2 derivações contíguas
Sintomas de estenose mitral:
Dispneia aos esforços e ortopneia
Palpitações
Hemoptise
Rouquidão
Exame físico de uma estenose mitral:
EF: facies mitralis, estalido de abertura precoce e sopro diastólico em ruflar
Diagnóstico de estenose mitral?
ECG: sobrecarga de AE
RaioX = aumento do AE e dilatação da artéria pulmonar - sinal da bailarina, duplo contorno e 4 arco.
Eco: Área Valvar Mitral < 1,5 cm2
O que é a sindrome de Ortner?
Rouquidão na estenose mitral por compressão do nervo laríngeo
Tratamento clínico de estenose mitral:
beta-bloqueadores, furosemida
penicilina se Febre reumática
e anticoagulação se FA
Tratamento cirúrgico de estenose mitral:
Valvoplastia por cateter-balão
Ou
Troca valvar mitral
Epidemiologia da insuficiência mitral?
> mulheres, meia idade
Possível causa = febre reumática
Exame físico de insuficiência mitral?
desvio do ictus cordis
Sopro holossistólico
B3
Sopro holossistólico “em barra”, sopro sistólico regurgitativo, B1 geralmente hipofonética
Sinais e sintomas da insuficiência mitral?
Dispneia progressiva aos esforços Palpitações - FA Tosse Rouquidão Edema periférico
Diagnóstico de insuficiência mitral?
ECG: SAE + SVE
RX tórax: aumento da silhueta cardíaca com dilatação
do VE e AE e Sinais de congestão pulmonar.
Ecocardiograma = identifica refluxo sistólico pela válvula mitral para AE.
Tratamento para insuficiência mitral?
IM primária: plastia mitral, troca valvar
IM secundária: furosemida e BB, cirurgia ou transcateter.
O que é a insuficiência mitral?
Quando a válvula mitral sofre prejuízo na função e não consegue fechar.
Cursa com AE e VE dilatados
e posteriormente insuficiência cardíaca
Tratamento para insuficiência mitral?
Primária: plastia mitral ou troca valvar
Secundária: furosemida e Beta-bloqueador, cirurgia ou transcateter
Quadro clínico de estenose aórtica:
angina, dispneia e síncope de esforço
Exame físico de estenose aórtica:
Pulso Parvus et Tardus
Sopro sistólico ejetivo com pico telessistólico - em foco aórtico
Fenômeno de Gallavardin - irradiação do sopro para área mitral
Desdobramento paradoxal de B2
Diagnóstico de estenose aórtica:
ECG: SVE, sobrecarga atrial esquerda
Ecocardiograma confirma o diagnostico Área valvar aórtica ≤ 1 cm2
Fator complicador da estenose aórtica?
FEVE < 50%, TE +/ou valvopatia crítica.
Sintomas da Insuficiência aórtica?
angina, dispneia aos esforços e fadiga, síncope
Exame físico da Insuficiência aórtica?
Pulso em martelo d’água ou Corrigan
Diagnóstico da Insuficiência aórtica?
ECG: SAE + SVE
Eco: método de escolha. Fração regurgitante ≥ 50%
Volume regurgitante ≥ 60 mL/ batimento
Tratamento para Insuficiência aórtica?
Troca valvar
IECA/ BRA, Hidralazina, BCC, NDP atenuam os sintomas enquanto se aguarda a cirurgia
Mulher jovem com sopro diastólico…Qual diagnóstico?
Estenose mitral
Sopro em ruflar diastólico com Reforço pré-sistólico
Estalido de abertura
Estamos falando de?
Estenose Mitral
desvio do ictus cordis para a esquerda e para baixo, B3
Insuficiência mitral
Sopro holossistólico “em barra”, sopro sistólico regurgitativo, B1 geralmente hipofonética
Estamos falando de
Insuficiência mitral
Sopro mesossistólico “em diamante” ou “em crescendo e decrescendo em foco aórtico.
Estenose aortica
Pulso Parvus et Tardus
Fenômeno de Gallavardin
Estenose aortica
Sopro sistólico ejetivo com pico telessistólico - em foco aórtico
Estenose aortica
Sopro aspirativo, protodiastólico, em foco aórtico e/ou aórtico acessório.
Insuficiência aortica