5. CIR-GAS Flashcards
- Hérnias
- Disenhe os limites do canal inguinal?
- Conteudo do canal inguinal no 1. ♂(5) e 2. ♀?
- Limites do triângulo de hesselbach.?
- Uma hérnia é chamada de encarcerada quando.?
- Uma hérnia é chamada de estrangulada quando.?
Teto ou anterior:
- Aponeurose do m. oblíquo externo do abdome. (A aponeurose do m. oblíquo externo do abdome deflete sobre si mesma formando o ligamento inguinal (de Poupart)).
Assoalho ou posterior:
- Fáscia transversalis;
- M. transverso do abdome;
- M. oblíquo interno do abdome.
Superior:
- Tendão conjunto,
- fibras arqueadas do oblíquo interno e transverso
Inferior:
- Ligamento inguinal
1. Funículo espermático no homem:
- Ramo genital do n. genitofemoral
- Artérias e veias testiculares
- Veias do plexo pampiniforme
- Ducto deferente
- Músculo cremaster
2. Ligamento redondo na mulher
Limites do triângulo de hesselbach:
- Ligamento inguinal
- Vasos epigástricos inferiores
- Borda lateral do músculo reto
Hérnia é chamada de encarcerada quando:
- o seu conteúdo está fixo no saco, devido ao seu grande volume e/ou orifício herniário muito apertado com formação de aderências OU a hérnia é irredutível mas não há estrangulamento.
Hérnia é chamada de estrangulada quando:
- o conteúdo do saco herniado fica preso e tem sua vascularização interrompida (grave). Há necessidade de intervenção cirúrgica em 24h ou menos.

- Hérnia inguinal
- H. mais comum na virilha?💡 E se anuncia pelo?
- H.I. _ (direta/indireta) ocorre devido à patência (não fechamento) do conduto peritônio-vaginal.
- H.I. _ (direta/indireta) ocorre devido ao enfraquecimento da parede posterior (triângulo de Hesselbach).
- A protusão vai de encontro à ponta do dedo, na H.I. _ (direta/indireta).
- A protusão vai de encontro à polpa do dedo, na H.I. _ (direta/indireta).
Hérnia mais comum na virilha? E se anuncia pelo:
- Inguinal indireta. (outras: inguinal direta e femoral) / anel inguinal interno (lembre-se: indireta).
- A hérnia inguinal (indireta) ocorre devido à patência (não fechamento) do conduto peritônio-vaginal.
- A hérnia inguinal (Direta = Defeito na parede.) ocorre devido ao enfraquecimento da parede posterior (triângulo de Hesselbach).
- A protusão vai de encontro à ponta do dedo, na hérnia inguinal (INdireta = “pINto na PONTA do dedo”).
- A protusão vai de encontro à polpa do dedo, na hérnia inguinal (direta).
- Hérnia inguinal
- CD, para H. inguinal redutível?
- CD, para H. inguinal encarcerada?(2)
- CD, para H. inguinal estrangulada?
- Qual incisao fazer na hérnia inguinal?(2)
- CD, na hérnia encarcerada que reduz durante a anestesia?
CD para H. inguinal redutível:
- Cx eletiva.
CD para H. inguinal encarcerada:
- Cx de urgência.
CD para H. inguinal estrangulada:
- Cx de emergência (enterectomia com reparo).
Qual incisao fazer na hérnia inguinal:
- Peritonite localizada: Inguinotomia
- Peritonite generalizada: Laparotomia mediana
CD na hérnia encarcerada que reduz durante a anestesia:
- Laparotomia xifo-pubiana para encontrar a alça com possível sofrimento isquêmico.

- Hérnia incisional
- Localização?
- CD? (defeitos pequenos x grandes)(2)
Localização:
- Incisão (cicatriz) de cirurgia anterior.
CD (defeitos pequenos x grandes):
- Defeitos pequenos (< 2 cm): reparo primário.
- Defeitos grandes (> 2 cm): reparo com tela.
- Hérnia femoral
- Onde se anuncia?
- Técnica de mais indicada para correção de hérnias femorais?
- Classificação de Nyhus, se aplica a quais hérnias.?(2) Classificação de Nyhus?(4)
- Hérnia femoral é mais comum à _ (direita/esquerda).
Onde se anuncia a hérnia femoral:
- Sempre abaixo do ligamento inguinal.
técnica de mais indicada para correção de hérnias femorais:
- Reparo de McVay: Tendão conjunto ao ligamento de Cooper com suturas inabsorvíveis interrompidas.
Classificação de Nyhus, se aplica a quais hérnias:
- Hérnias inguinais e femorais.
Classificação de Nyhus:
- *I.** H.I.I. com anel inguinal profundo normal (< 2cm);
- *II.** H.I.I. com anel inguinal profundo alargado (> 2cm);
- *III.** Defeito da parede posterior (IIIa. Direta / IIIb. Indireta / IIIc. Femoral);
- *IV**. Recidivada (IVa. Direta / IVb. Indireta / IVc. Femoral / IVd. Mista).
- Hérnia femoral é mais comum à (direita).

- Outras hérnias
- Localização, Epigástrica/Spiegel/Lombares/Littré/Richter.?
- H. umbilical, na criança é um defeito congênito que pode fechar até os.?
- H. umbilical, Indicações cirúrgicas na CÇA?(4)💡
- H. umbilical, Indicações cirúrgicas no adulto?(2)
EPIGÁSTRICA:
- Linha média, entre o apêndice xifóide e a cicatriz umbilical.
SPIEGEL:
- Entre borda lateral do músculo reto abdominal e linha semilunar de Spiegel.
HÉRNIA DE GRYNFELTT:
- Trígono lombar superior
- 12ª costela, musculatura paravertebral, músculo
- Oblíquo interno
HÉRNIA DE PETIT:
- Trígono lombar inferior
- Crista ilíaca, músculo oblíquo externo e músculo
- Latíssimo dorsal
HÉRNIA DE LITTRÉ:
- Presença de um divertículo de Meckel num saco herniário. “Littréckel”
A hérnia de RICHTER é uma condição rara, caracterizada pela:
- protrusão com encarceramento ou estrangulamento da borda antimesentérica intestinal por meio de um pequeno defeito da parede abdominal, podendo progredir rapidamente para necrose e perfuração.
H. umbilical, na criança é um defeito congênito que pode fechar até os:
- 6 anos (geralmente até 2 já está completamente fechada).
Indicações cirúrgicas na criança na hérnia umbilical: 1234
- 1 hérnia inguinal concomitante;
- > 2 cm;
- 3 letras: DVP associada;
- 4-6 anos de idade e ainda não fechou.
Indicações cirúrgicas no adulto na hérnia umbilical:
- Sintomáticos ou ascite volumosa.

- Hérnias (TTO)
- A técnica de mais indicada para correção de hérnias femorais.?
- Imbricação de 4 planos musculares, usando pontos contínuos: _ (Shouldice/Bassini).
- Reparo tecidual em 3 camadas: _ (Shouldice/Bassini).
- Técnica de Marcy.?
- Técnica de Stoppa.?
- Melhor técnica para hérnias bilaterais ou recidivadas?
A técnica de mais indicada para correção de hérnias femorais:
- McVay.
- Imbricação de 4 planos musculares, usando pontos contínuos: (Shouldice).
- Reparo tecidual em 3 camadas: (Bassini).
Técnica de Marcy:
- Ligadura alta do saco herniário.
Técnica de Stoppa:
- Tela gigante no espaço pré-peritoneal.
Melhor técnica para hérnias bilaterais ou recidivadas:
- Stoppa.

- Hérnias (TTO)
* Melhor técnica para correção de hérnias na criança?

Melhor técnica para correção de hérnias na criança:
- Marcy.

- Trauma de tórax
- Jugular túrgida no.?(2)
- Jugular colabada no.?
- Percussão timpânica do tórax no.?
- Macicez à percussão do tórax no.?
Jugular túrgida:
- Pneumotórax e tamponamento cardíaco.
Jugular colabada:
- Hemotórax.
Percussão timpânica do tórax:
- Pneumotórax.
Macicez à percussão do tórax:
- Hemotórax.
- Trauma de tórax (Lesão de aorta)
- Lesão de aorta, QC?(2)
- Padrão-ouro para DX?
- Quando suspeitar na radiografia?(3)
- TTO?(2)
- Principal local de lesão?
QC de lesão de aorta:
- Pulsos em MMSS mantidos e MMII diminuídos. (hematoma após a emergência das subclávias)
Padrão-ouro para DX de lesão de aorta:
- Angio-TC ou aortografia.
Raio-x na lesão de aorta:
- Mediastino > 8 cm;
- Perda do contorno aórtico;
- Desvio do tubo orotraqueal ou cânula nasogástrica para direita.
TTO da lesão de aorta:
- β-bloqueador
- E reparo da aorta (toracotomia ou terapia endovascular) em até 24 horas;
- Manter FC < 80 bpm e PAM < 60-70 mmHg.
Principal local de lesão:
- Ligamento arterioso.

- Trauma de tórax (Tamponamento cardíaco)
- O tamponamento cardíaco ocorre quando há.?
- Tamponamento cardíaco, QC? (5)
- CD imediata?
- CD definitiva?
Tamponamento cardíaco ocorre quando há:
- acúmulo > 100-150ml de líquido no espaço pericárdico.
QC do tamponamento cardíaco:
-
Tríade de Beck:
- Turgência jugular;
- Hipotensão;
- Hipofonese de bulhas.
- Pulso Paradoxal: ↓ PAs > 10 mmHg à inspiração;
- Sinal de Kussmaul: turgência jugular à inspiração.
CD imediata do tamponamento cardíaco:
- Pericardiocentese (drenagem de 15-20 ml - não precisa drenar todo o líquido para estabilizarV).
CD definitiva do tamponamento cardíaco:
- Toracotomia com reparo da lesão.

- Trauma de tórax (Pneumotórax Hipertensivo)
- Sinais?(7)
- CD imediata?
- CD definitiva?
- A punção do pneumotórax hipertensivo em crianças deve ser feita no.?
- Drenou e NÃO melhorou, pode ser.?
- Pneumotórax simples?
Sinais de pneumotórax hipertensivo:
- Hipotensão;
- Hipertimpanismo;
- Desvio traqueal;
- MV diminuído/abolido;
- Turgência jugular;
- Enfisema subcutâneo.
- FTV diminuído/abolido;
CD imediata no pneumotórax hipertensivo:
- Toracocentese de alívio (punção).
- Sabinston: 2º espaço intercostal na linha hemiclavicular (adulto e criança);
- ATLS 10ª ed.: 4-5º EIC entre linha axilar anterior e a linha axilar média.
CD definitiva no pneumotórax hipertensivo:
- Toracostomia (drenagem em selo d’água), no 5º espaço intercostal entre a linha axilar anterior e a linha axilar média.
Punção do pneumotórax hipertensivo em crianças deve ser feita no:
- 2º EIE na linha hemiclavicular.
renou e NÃO melhorou, pode ser:
- Lesão de brônquio-fonte (grande via aérea).
Pneumotórax simples:
- Pneumotórax formado por lesão < 1/3 do diâmetro da traquéia, sendo não hipertensivo.

- Trauma de tórax (Pneumotórax)
- Causa mais comum de pneumotórax hipertensivo?
- Todo pneumotórax deve ser drenado?
- Lesão de brônquio-fonte, DX?
- Lesão de brônquio-fonte, CD imediata?
- Lesão de brônquio-fonte, CD definitiva?

Causa mais comum de pneumotórax hipertensivo:
- Ventilação mecânica em paciente com lesão pleuropulmonar.
Todo pneumotórax deve ser drenado:
Não! Se simples, não drenar (salvo exceções):
- Transporte aéreo;
- Ventilação mecânica.
Dx de lesão de brônquio-fonte:
- Broncoscopia.
CD imediatada na lesão de brônquio-fonte:
- 2º dreno e/ou IOT seletiva.
CD definitiva na lesão de brônquio-fonte:
- Toracotomia com reparo da lesão.

- Trauma de tórax (Pneumotórax aberto)
- Qual a condição para formação de um pneumotórax aberto?
- CD imediata?
- O que acontecerá se oclusão completa da lesão?
- CD definitiva?
Qual a condição para formação de um pneumotórax aberto:
- Trauma penetrante > 2/3 do diâmetro da traquéia.
(a resistência à entrada de ar será menor na lesão que pela traqueia)
CD imediata:
- Curativo de 03 pontas.
O que acontecerá se oclusão completa da lesão:
- Pneumotórax hipertensivo.
CD definitiva:
- Toracostomia (drenagem em selo d’água) no 5º espaço intercostal entre linha axilar anterior e linha axilar média.

- Trauma de tórax (Tórax instável e contusão pulmonar)
- Tórax instável.?
- Tórax instável, QC?(2+) / CD?(4)
- V ou F? Apesar de assustador, o tórax instável não é fatal, devendo-se atentar à contusão pulmonar subjacente.
- Contusão pulmonar, CD?(3)
- Contusão pulmonar, Qnd indicar IOT?(2ou)
Tórax instável:
- Fratura em ≥ 2 arcos costais consecutivos em ≥ 2 locais em cada arco.
QC:
- Dor intensa + respiração paradoxal.
CD: Suporte:
- O2;
- Analgesia;
- SatO2;
- Gasometria.
- Verdadeiro. Apesar de assustador, o tórax instável não é fatal, devendo-se atentar à contusão pulmonar subjacente.
CD na contusão pulmonar:
- Evitar hiper-hidratação;
- Suporte (analgesia e O2);
- Monitorizar oximetria e gasometria arterial.
Quando indicar IOT na contusão pulmonar:
- SatO2 < 90% OU
- PaO2 < 60 mmHg.

- Trauma de tórax (Contusão miocárdica)
* Contusão miocárdica, CD?
CD na contusão miocárdica:
- Monitorização por 24h ± dobutamina (se instável).
(normalmente acomete ventrículo direito)

- Trauma de tórax (Hemotórax)
- Sinais/sintomas? (3)
- CD definitiva?(2+)
- Hemotorax maciço?
- Indicação de toracotomia?(2)
- V ou F? O hemotórax normalmente ocorre por lesão de pequenos vasos intercostais, com sangramento auto-limitado.
- A toracostomia estará sempre indicada no _ (hemotórax/pneumotórax).
Sinais/sintomas:
- Macicez à percussão;
- ↓Murmúrio vesicular;
- Jugular colabada.
CD definitiva:
- Toracostomia + drenagem.
Hemotorax maciço:
- Mais de 1.500ml de sangue
Indicação de toracotomia:
- Hemotórax maciço:
- Drenagem inicial > 1.500 ml;
- Débito constante > 200 ml, em 2-4 horas.
- Verdadeiro. O hemotórax normalmente ocorre por lesão de pequenos vasos intercostais, com sangramento auto-limitado.
- A toracostomia estará sempre indicada no (hemotórax).

- Pré-op. (Exames obrigatórios)
- // para < 45 anos?
- // para 45-54 anos?(2)
- // para 55-70 anos?(3)
- // para > 70 anos?(6)
- Qnd solicitar coagulograma?(3)
- Qnd solicitar Rx de tórax?(2)
< 45 anos:
- Nenhum (se hígido).
45-54 anos:
- ECG (somente para homens).
55-70 anos:
- ECG + HMG.
> 70 anos: “**REGES**“
- Rins (função renal);
- ECG;
- Glicemia;
- Eletrólitos;
- Sangue (hemograma).
Qnd solicitar coagulograma:
- Estimativa de perda > 2 litros;
- Neurocirurgia;
- Cirurgia cardíaca ou torácica.
Qnd solicitar radiografia de tórax:
- Cirurgia cardíaca ou torácica.
- Pré-op. (Estado clinico)
- Como estimar o risco cardiovascular?
- Classificaçao ASA?💡
- Como especificar cirurgia de emergência na classificação ASA?
Como estimar o risco cardiovascular:
- Índice de risco cardíaco revisado (IRCR).
I: Indivíduo saudável.
II: Dç sistêmica sem limitação (Obesidade IMC 30-40;HAS controlado; Tabagista; Gestante)
III: Dç sistêmica grave, Limita mas nao incapacita (HAS não-controlada; DM descompensado; IAM prévio; Obesidade IMC > 40)
IV: Dç sistêmica grave Limita e incapacita, representa risco de vida. (ICC; DRC grave, DPOC O2 dependiente)
V: Pct moribundo que não é esperado sobreviver sem cirurgia. (Aneurisma de aorta roto; AVE hemorrágico com HIC.)
VI: Morte en6fálica (paciente doador de órgãos).
Como especificar cirurgia de emergência na classificação ASA:
- Sufixo “E” (ex.: ASA 1E).
- Pré-op. (ATBprofilaxia)
- Classificação das cirurgias ATBprofilaxia?(4)
- Principais causas não-infecciosas de ferida operatória?(3)
*
Classificação das cirurgias ATBprofilaxia:
- Limpas
- Potencialmente contaminadas
- Contaminadas
- Infectadas ou sujas
Principais causas não-infecciosas de ferida operatória:
- Seroma;
- Hematoma;
- Deiscência aponeurótica.
- Pré-op. (ATBprofilaxia)
- A CX é classificada como limpa qnd.?💡
- CX limpa, Indicações do uso de ATB’s?(2)💡
- A CX é classificada como potencialmente contaminada qnd.?
- CX potencialmente contaminada, ATB usado na profilaxia?(2)
CX é classificada como limpa quando:
- Não penetra “RUG“ (respiratório, urinário, gastrointestinal)
Indicações do uso de antibióticos na CX limpa: “SIC”
- Sinais de infecção;
- Incisão óssea;
- Corpo estranho (tela de Lichtenstein, prótese).
CX é classificada como potencialmente contaminada quando:
- Penetra “**RUG**“ de forma controlada, sem extravasar conteúdo.
ATB usado na profilaxia da CX potencialmente contaminada:
- Cefazolina;
- Se colorretal: gentamicina + metronidazol (cobertura para gram negativo).
- Pré-op. (ATBprofilaxia)
- A CX é classificada como contaminada qdo.?
- CX contaminada, ATB usado na profilaxia?
- A CX é classificada como infectada qdo.?
- Em que momento cirúrgico deve-se realizar dose única da ATBprofilaxia?
- Indicações de replicar a dose de antibiótico profilático durante a cirurgia?
A CX é classificada como contaminada qdo:
- Penetra “RUG“ com inflamação ou extravasamento de conteúdo.
ATB usado na profilaxia na CX contaminada:
- Cefazolina;
- Se colorretal: gentamicina + metronidazol (cobertura para gram negativo).
(= potencialmente contaminada)
A CX é classificada como infectada qdo:
- temos “ite” abdominal supurada ou contaminação fecal.
Em que momento cirúrgico deve-se realizar dose única da ATBprofilaxia:
- 30 a 60 min antes da incisão (corresponde à indução anestésica).
Indicações de replicar a dose de antibiótico profilático durante a cirurgia:
- Cirurgia longas (> 4h) ou sangramento importante intraoperatório.
- Pré-op. (Medicações de uso crônico)
- Quais medicações devem ser mantidas? 💡
- Quais medicações suspender? 💡
- Como deve-se administrar as dose de insulina? E qual tipo de insulina?
- Em qual situação os antiagregantes devem ser mantidos?
- Qnt tempo antes da CX os antiagregantes devem ser suspensos?
Quais medicações devem ser mantidas: “CIA“
- Corticóide (hidrocortisona);
- Insulina (NPH);
- Anti-hipertensivos (exceto diuréticos).
Quais medicações suspender: “AAAA”
- Antiagregantes;
- Anticoagulantes;
- AINEs;
- Antidiabéticos orais. (Metformina 24h antes)
Como deve-se administrar as dose de insulina / E qual tipo de insulina:
- Deve-se administrar dois terços** (noite) da dose de insulina NPH que estava habituado na noite que antecede à cirurgia e **metade na (manhã) da cirurgia. Para prevenir a hipoglicemia pelo jejum pre-operatorio.
Qnt tempo antes da CX os antiagregantes devem ser suspensos:
- Uso por dç coronariana.
- 7 a 10 dias antes da cirurgia.
- Pré-op. (Medicações de uso crônico)
- Quanto tempo antes da CX a varfarina deve ser suspensa? CD?(2)
- Qnt tempo antes da CX a heparina deve ser suspensa? (HNF x HBPM)
- Qnt tempo antes da CX os antidiabéticos orais devem ser suspensos?
- HNF?(2) HBPM?(1) Anticoagulantes oral (AVK)?(1)
- Qnt tempo antes da CX o AINE deve ser suspenso?
Quanto tempo antes da CX a varfarina deve ser suspensa / O que fazer:
- 5 dias antes da cirurgia.
- Manter INR < 1,5 e iniciar heparina.
Qnt tempo antes da CX a heparina deve ser suspensa:
- HNF: 6 horas antes;
- HBPM: 24h antes da cirurgia. (Enoxaheparina)
Qnt tempo antes da CX o AINE deve ser suspenso:
- 1 a 3 dias antes da cirurgia.
Qnt tempo antes da CX os antidiabéticos orais devem ser suspensos:
- 24 a 48h antes da cirurgia.
HNF:
- Liquemine
- Heparina
HBPM:
- Enoxaheparina sodica (clexane)
Anticoagulantes oral (AVK):
- Warfarina (Marevan)
- Perioperatório
* Classificação de Mallampati avalia.? E descriva.?
Classificação de Mallampati avalia:
- Previsibilidade da facilidade de intubação do paciente.
Classe 1: Visualização dos pilares amigdalianos.
Classe 2: Visualização da abertura orofaríngea.
Classe 3: Visualização do palato mole e base da úvula.
Classe 4: Visualização somente do palato duro.

- Pré-op. (Jejum)
- Tempo para líquidos claros?
- Tempo para leite materno?
- Tempo para leite não-humano?
- Tempo para sólidos?
- IMC?
Tempo para líquidos claros:
- 2 horas
Tempo para leite materno:
- 4 horas.
Tempo para leite não-humano:
- 6 horas.
Tempo para sólidos:
- 6-8 horas.
IMC:
- TCE
* Explique as meninges.?
Epidural:
- Entre calota craniana e dura máter.
- Artérias meníngeas.
Subdural:
- Entre dura máter e aracnoide.
- Veias ponte.
Subaracnóideo:
- Entre aracnoide e pia máter.
- Líquido cefalorraquidiano (LCR).

- TCE

- Hemorragia subdural (crescente hiperdensa): acumulação de sangue nos espaços meníngeos (entre aracnóide e dura-mater).
“subi no pé de bananeira”
- TCE

- Hemorragia epidural ou extradural (biconvexa hiperdensa): acumulação de sangue entre a dura-máter e o crânio.

- TCE
- O intervalo lúcido é uma característica da hemorragia.?
- A clínica é progressiva na hemorragia?💡
- Hemorragia extradural, Principal fator de risco?
- Lesão típica do TCE secundário a maus tratos em crianças?
- O sangramento venoso, com baixa pressão, ocorre no hematoma.?
- O sangramento arterial, com alta pressão, ocorre no hematoma.?
O intervalo lúcido é uma característica da hemorragia:
- Epidural (extradural).
A clínica é progressiva na hemorragia:
- “SSubdural : progreSSiva”
Principal fator de risco do hemorragia epidural/extradural:
- Trauma importante em região temporal.
Lesão típica do TCE secundário a maus tratos em crianças:
- Subdural.
O sangramento venoso, com baixa pressão, ocorre no hematoma:
- Subdural.
O sangramento arterial, com alta pressão, ocorre no hematoma:
- Epidural.

- TCE
* Principais indicações de neurocirurgia no TCE?(2)
Principais indicações de neurocirurgia no TCE:
- Desvio da linha média > 5 mm;
- Hematoma cerebelar > 3 cm.

- Dçs anorretais
- Hemorróidas externas, QC?(2)
- Hemorróidas internas, QC?
- Fissuras anais, QC?
- HE, Conduta?(2)
- HI: 1º Grau? 2º Grau? 3º Grau? 4º Grau? CD?
- Hemorróidas internas, Quando dói? (2)
QC das hemorróidas externas:
- Sangramentos + prurido. (Se trombose = dor intensa).
QC das hemorróidas internas:
- Sangramento indolor + prurido.
QC das fissuras anais:
- Sangramento vivo e doloroso à evacuação.
HE, Conduta:
- Se trombose < 72h → excisão.
- > 72h → Dieta + higiene local; (Banho de assento)5-7 dias melhora sozinho
1º Grau:
- Sem prolapso;
- Dieta + higiene local.
2º Grau:
Redução espontânea;
Ligadura / escleroterapia / infravermelho.
3º Grau:
Redução manual;
Ligadura, hemorroidectomia, escleroterapia, infravermelho.
4º Grau:
Sem redução;
Hemorroidectomia.
Trombose;
Esforço crônico para evacuar (prolpaso para fora no canal anal).

- Dçs anorretais (Hemorróidas Ext.)
- HE, CD, se trombose de evolução?
- HE, CD, se trombose > 72h de evolução?
- Excisao com analgesia local
- Tto conservador. (Banho de assento e analgesia local) 5-7 dias melhora sozinho

- Dçs anorretais (Fissuras anais FA)
- Localização mais comum?
- A FA é aguda, quando dura menos que.?
- FA agudas, Características à inspeção?(2)
- FA agudas, CD?(4)
- FA crônicas, Características à inspeção?(3)
- FA crônicas, CD?(2)
- Fissuras anais, Principal complicação?
Localização mais comum:
- LMP
A fissura anal é aguda, quando dura menos que:
- 6 semanas. (se > 6 semanas = crônica)
Características à inspeção nas fissuras anais agudas:
- Vermelha e irregular.
CD das fissuras anais agudas:
- Dieta;
- Higiene local;
- Analgesia;
- Corticóide.
FA crônicas, Características à inspeção:
- Branca;
- Plicoma sentinela;
- Papila hipertrófica.
FA crônicas, CD:
- Relaxante esfincteriano: nitrato, BCC;
- “LEI”: Lateral Esfincterotomia Interna.
Principal complicação das fissuras anais:
- Fístula anal.
- Pós-op. (Infec. da ferida operatória)
* Principal agente etiológico?
- QC, se superficial?(4) E CD?
- QC, se profunda? (4) E CD?
- Tríade clínica que surge quando atinge orgãos e cavidades? E CD?
- V ou F? A infecção da ferida operatória é aquela que ocorre em até 40 dias após o procedimento, ou em até 2 anos se forem utilizadas próteses.
Principal agente etiológico:
- S. aureus.
Superficial:
- Febre; Dor; Flogose; Drenagem purulenta.
- Retirar os pontos + drenar + lavar.
Profunda:
- Febre; Dor; Flogose; Drenagem purulenta.
- Retirar os pontos + drenar + lavar + ATB.
Orgãos/cavidades:
- Febre + distensão + toxemia.
- ATB + drenagem.
- Falso. A infecção da ferida operatória é aquela que ocorre em até 30 dias após o procedimento, ou em até 1 ano se forem utilizadas próteses.

- Pós-op. (Complicações da ferida operatória)
- Seroma? Prevenção? TTO?
- Hematoma? Principal complicação? Qnd reoperar?
- Deiscência aponeurótica, Qnd ocorre? QC? Complicação mais temida? CD?
SEROMA:
- Linfa no subcutâneo (abaulamento claro).
- Prevenção: Dreno.
- Tto: Compressão ou aspiração. (curativo compressivo → reabsorção linfática)
HEMATOMA:
- angue no subcutâneo (abaulamento escuro).
- Principal complicação: Infecção secundária.
- Qnd reoperar: Reabrir se o hematoma for volumoso.
DEISCÊNCIA APONEURÓTICA:
- ocorre: 5-10 dias de pós-operatório;
- QC: Serosanguinolento (Líquido de cor salmão);
- Complicação mais temida: Risco de evisceração.
- CD: Reoperar.

- Pós-op. (Complicações da ciurgia)
- Causas de febre no perioperatório?(3)
- Causas de febre após 3 dias?(2)
- Causas de febre entre 24-72 horas?(2)
- Causas de febre entre 3o-5o dia?(2)
- Causas de febre entre 5o-7o dia?(2)
Perioperatório:
- Infecção preexistente;
- Reação a droga ou transfusão;
- Hipertermia maligna.
24-72 horas:
- Atelectasia (especialmente cirurgias torácicas ou abdominais)
- ou infeção necrosante (Streptococcus ou Clostridium).
Causas de febre entre 3o-5o dia:
- ITU e pneumonia.
Causas de febre entre 5o-7o dia:
- Infecção da ferida operatória e fístula/deiscência.
- Pós-op. (Complicações da ciurgia)
- Complicação mais temida da anestesia é.?
- Hipertermia induzida por anestesia, Grupos de risco?
- Hipertermia induzida por anestesia, CD?(4)
Complicação mais temida da anestesia é:
- Hipertermia maligna.
Grupos de risco hipertermia induzida por anestesia:
- História familiar e afecções osteomusculares (distrofia muscular ou osteogênese imperfecta).
CD na hipertermia induzida por anestesia:
- Interromper a exposição ao fármaco;
- Resfriamento (soro e compressas geladas);
- Bicarbonato (↓acidose e ↓hipercalemia);
- Antídoto: dantrolene.
- Trauma abdominal
- T.A. Fechado, Órgão mais acometido?
- T.A. Penetrante, Órgão mais acometido por arma branca?
- T.A. Penetrante, Órgão mais acometido por arma de fogo?
- Sinais que indicam abdome cirúrgico?(3)💡
- A vitima de trauma abdominal, apos reposiçao volemica inicial esta estavel hemodinamicamente e a USG FAST, mostro liq. livre no fundo de saco: Qual e a proxima CD a proceder?
Órgão mais acometido no T.A. Fechado:
- Baço.
Órgão mais acometido por arma branca no T.A. penetrante:
- Fígado = Faca.
Órgão mais acometido por arma de fogo no T.A. penetrante:
- Intestino delgado.
Sinais que indicam abdome cirúrgico: “CEP“
- Choque;
- Evisceração;
- Peritonite.
A vitima de trauma abdominal, apos reposiçao volemica inicial esta estavel hemodinamicamente e a USG FAST, mostro liq. livre no fundo de saco: Qual e a proxima CD a proceder:
- TC
- Trauma abdominal
- Sinal do cinto de segurança, Indica lesão de.?(2)
- Exame de escolha para avaliação do trauma de abdome?
- Exame mais sensível para hemorragia intra-abdominal?
- Locais rastreados pelo FAST?(4)
- Indicações de videolaparoscopia no trauma?(2)
Sinal do cinto de segurança, Indica lesão de:
- Intestino delgado ou mesentério.
Exame de escolha para avaliação do trauma de abdome:
- TC de abdome. (avalia lesões orgânicas específicas e o retroperitônio)
Exame mais sensível para hemorragia intra-abdominal:
- Lavado Peritoneal Diagnóstico (LPD).
Locais rastreados pelo FAST:
- Saco pericárdico;
- Espaço esplenorrenal;
- Espaço hepatorrenal;
- Pelve ou fundo de saco.
(e-FAST: espaço pleural)
Indicações de videolaparoscopia no trauma:
- Lesão em transição toracoabdominal;
- Suspeita de lesão diafragmática.
(videotoracoscopia seria possível, mas é menos usada)

- Trauma abdominal
- Indicações absolutas de laparotomia no trauma de abdome?
- Qnd ocorre lesão por PAF (projétil de arma de fogo) em região de flanco ou dorso, qual exame pode ser solicitado antes de uma laparotomia?
- V ou F? O FAST, LPD e exploração digital não são fidedignos para lesões em flanco ou dorso.
Indicações absolutas de laparotomia no trauma de abdome:“Abdome cirúrgico”:
- Penetrante: choque, peritonite ou evisceração;
- Contuso: peritonite, retro/pneumoperitônio.
Qnd ocorre lesão por PAF (projétil de arma de fogo) em região de flanco ou dorso, qual exame pode ser solicitado antes de uma laparotomia:
- TC com triplo contraste.
- Verdadeiro. O FAST, LPD e exploração digital não são fidedignos para lesões em flanco ou dorso.

- Trauma de baço e fígado
- Sinal clínico sugestivo do trauma de baço?(1)
- Qnd é possível tratar clinicamente o t. de baço?
- Qnd devo tratar cirurgicamente o t. de baço?
- Qnd é possível tratar clinicamente o t. de fígado?💡
- Qnd devo tratar cirurgicamente o t. de fígado?
- Manobra de Pringle? Finalidade?
- Na manobra de Pringle, o sangramento hepático de veia porta + artéria hepática _ (cessa/persiste) e o sangramento retro-hepático _ (cessa/persiste).
- Sangramento persistente (mesmo após a manobra de pringle), indica lesão em.?
Sinal clínico sugestivo do trauma de baço:
- Sinal de Kehr.
Qnd é possível tratar clinicamente o t. de baço:
- Paciente estável ± lesão grau I-III.
Qnd devo tratar cirurgicamente o t. de baço:
- Paciente instável ± lesão grau IV-V. Lesão hilar ou pulverização (Esplenectomia)
Qnd é possível tratar clinicamente o t. de fígado:
- Estabilidade ± lesão grau I-V.
Qnd devo tratar cirurgicamente o t. de fígado:
- Paciente instável e/ou lesão grau VI.
Manobra de Pringle:
- Oclusão temporária da tríade portal (artéria hepática, ducto biliar comum e veia porta).
(localizada no ligamento hepatoduodenal - borda livre do omento menor)
Finalidade:
- Identificar a origem do sangramento hepático (se retro-hepático ou de veia porta + artéria hepática).
- Na manobra de Pringle, o sangramento hepático de veia porta + artéria hepática (cessa) e o sangramento retro-hepático (persiste).
Sangramento persistente (mesmo após a manobra de pringle), indica lesão em:
- Cava inferior retro-hepática e/ou veias hepáticas.

- Trauma de duodeno
- Perfuração de duodeno, Sinais/sintomas? (5)
- CD, na perfuração de duodeno?
- Achado à TC, no trauma contuso de duodeno?
- TTO, no trauma contuso de duodeno?(2º)
- Trauma contuso de duodeno, Achado à TC?
- Trauma contuso de duodeno, TTO?(2+/-)
Sinais/sintomas na perfuração de duodeno:
- Retropneumoperitônio;
- Crepitação no toque retal;
- Dor lombar e escrotal;
- Ar delineando rins;
- Escoliose antálgica.
CD na perfuração de duodeno:
- Laparotomia!
Achado à TC, no trauma contuso de duodeno:
- Hematoma em parede duodenal.
TTO, no trauma contuso de duodeno:
- Descompressão gástrica + NPT por 14 dias;
- Laparotomia se refratário.
Achado à TC no trauma contuso de duodeno:
- Hematoma em parede duodenal.
TTOno trauma contuso de duodeno:
- Descompressão gástrica + NPT por 14 dias;
- Laparotomia se refratário.

- Trauma de abdome penetrante
- CD, se lesão por arma branca?
- CD, se lesão por arma branca com aponeurose íntegra?(2+)
- CD, se lesão por arma branca com exploração digital alterada/duvidosa?
- V ou F? Na lesão por arma branca com exploração digital alterada/duvidosa deve-se indicar laparotomia imediatamente.
CD se lesão por arma branca:
- Exploração digital da ferida sob antestesia local.
CD, se lesão por arma branca com aponeurose íntegra:
- Sutura + alta hospitalar.
(lesão sem violação do peritônio)
CD, se lesão por arma branca com exploração digital alterada/duvidosa:
- Observação por 24h. (exame físico e hemograma 8/8h)
- Falso. Na lesão por arma branca com exploração digital alterada/duvidosa deve-se indicar observar por 24h.
- Trauma de abdome penetrante
- CD se normalidade em 24h de observação?(2+)
- Qnd indicar laparotomia durante a observação hospitalar?(3)
- No trauma de abdome penetrante, CD se exploração digital duvidosa, e evolui com ↓Hb de 3 g/dL ou leucocitose durante 24h de observação hospitalar?(3ou)
CD se normalidade em 24h de observação:
- Reiniciar dieta + alta hospitalar. (perfuração abdominal sem lesão de visceras)
Quando indicar laparotomia durante a observação hospitalar: Evolução para abdome cirúrgico:
- Choque;
- Peritonite;
- Evisceração.
No trauma de abdome penetrante, CD se exploração digital duvidosa, e evolui com ↓Hb de 3 g/dL ou leucocitose durante 24h de observação hospitalar:
- TC OU FAST OU LPD.
- Trauma de abdome contuso
- V ou F? No trauma de abdome contuso, com estabilidade hemodinâmica, deve-se realizar o FAST para estimar risco de desmpensação durante a TC.
- CD, se instabilidade hemodinâmica + politrauma?(2ou)
- CD, se instabilidade hemodinâmica + não-politrauma?
- Verdadeiro. (mas não contraindicará a TC se positivo) No trauma de abdome contuso, com estabilidade hemodinâmica, deve-se realizar o FAST para estimar risco de desmpensação durante a TC.
CD se instabilidade hemodinâmica + politrauma:
- FAST ou LPD. (confirmar localização da hemorragia antes de indicar cirurgia)
CD se instabilidade hemodinâmica + não-politrauma:
- Laparotomia.
- Hematoma retroperitoneal
- CD, se trauma penetrante?
- CD, se trauma contuso?
CD se trauma penetrante no hematoma retroperitoneal:
- Explorar sempre!
CD se trauma contuso no hematoma retroperitoneal:
Explorar se:
- Grandes vasos;
- Hematoma em expansão ou exsanguinante.
- Atendimento inicial da vítima de queimaduras (ABCDE)
- Padrão epidemiológico das queimaduras: mortalidade?
- Cerca de 80% dos óbitos ocorridos no local do incêndio são por.?
- Qual a principal causa de mortalidade em vítimas de queimadura.?(2)
- No atendimento ao queimado, quais condições mais se associam à necessidade de RCP?(2)
Padrão epidemiológico das queimaduras: mortalidade:
Bimodal:
- Imediatamente após a injúria (principal);
- Semanas após (falência multiorgânica).
Cerca de 80% dos óbitos ocorridos no local do incêndio são por:
- Asfixia por monóxido de carbono.
Qual a principal causa de mortalidade em vítimas de queimadura:
- Infecçoes e complicações sépticas.
No atendimento ao queimado, quais condições mais se associam à necessidade de RCP:
- Queimaduras elétricas e intoxicação grave por monóxido de carbono.
- Atendimento inicial da vítima de queimaduras (ABCDE)
- Indicações de intubação endotraqueal no queimado?(3)
- Após controle das vias aéreas, como fazer alívio sintomático no queimado? O que não fazer?
- Como posicionar o queimado, após controle das vias aéreas e alívio sintomático?
- Se queimado foi exposto às chamas em ambiente fechado, qual deve ser a CD?
Indicações de intubação endotraqueal no queimado:
- ↓Nível de consciência;
- Queimadura circunferencial em pescoço;
- Presença de estridor.
Após controle das vias aéreas, como fazer alívio sintomático no queimado / O que não fazer:
- Irrigação das áreas queimadas com água gelada (↓Tromboxano A2 → ↓Edema).
- Não usar gelo (risco de hipotermia com vasoconstrição e piora da lesão).
Como posicionar o queimado, após controle das vias aéreas e alívio sintomático:
- Envolver em lençol ou cobertor;
- Remover jóias e anéis (edema de rápida instalação).
Se queimado foi exposto às chamas em ambiente fechado, qual deve ser a CD:
- Coletar gasometria arterial;
- O2 suplementar por máscara.
- Atendimento inicial da vítima de queimaduras (ABCDE)
- CD, se houver suspeita de infecção?
- Agente infeccioso mais comum?💡 Mais grave?💡
CD, se houver suspeita de infecção:
- Cultura e histopatologia do tecido (identificar a infecção).
Agente infeccioso mais comum / Mais grave:
- Mais Comum: Candida sp.
- Mais Grave: AsperGillus sp.
- Queimaduras
- Tipos de lesao queimadura em face e pescoço?(2)
- Tipos de intoxicaçao em incendio em recintos fechados?(2)
- Indicações de internação no (CTQ)?(3)
- Como quantificar a área de SCQ em pcts > 15 anos? E em crianças?
Tipos de lesao queimadura em face e pescoço:
- Lesao termica das vias aereas
- Lesao pulmonar por inalaçao
Tipos de intoxicaçao em incendio em recintos fechados:
- Intoxicaçao por monoxido de carbono
- Intoxicaçao por cianeto
Indicações de internação no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ):
- 3º grau;
- > 10% SCQ 2º grau;
- Mão, pescoço, face, genitália, via aérea.
(menos cobrado em prova: queimaduras químicas, elétricas, lesões inalatórias, dç ou trauma concomitante, crianças em hospital sem atendimento qualificado, casos especiais - questão social, emocional, etc).
Como quantificar a área de superfície corporal queimada em pacientes > 15 anos:
- Regra dos 9 (Wallace)
Como quantificar a SCQ em crianças:
- A cabeça é maior! regra dos 9 (Wallace)

- Queimadura em face e pescoço
* LESAO TERMICA DAS VIAS AEREAS:
QC?(4) / Complicaçao?(1) / Dx?(2+) / CD?(1)
- LESAO PULMONAR POR INALAÇAO:
QC?(2) / Complicaçao?(1) / Dx?(2+) / CD?(1)
- Como definir o acometimento pulmonar em vítimas de queimadura?
LESAO TERMICA DAS VIAS AEREAS:
QC:
- Hiperemia da orofaringe
- Ronquidao
- ESTRIDOR
- Queimadura de cilios e vibrissas nasais
Complicaçao:
- Insuficiencia respiratoria IMEDIATA
Dx:
- Clinica e Laringoscopia
CD:
- IOT Precoce (grande edema de vias aereas, Pa<60,PaCO2>50, PaO2/FIO2<200)
LESAO PULMONAR POR INALAÇAO:
QC:
- Sibilos expiratórios e rouquidão;
- Escarro carbonaceo e produção de muco
- ↑Carboxihemoglobina no sangue.
Complicaçao:
- Insuficiencia respiratoria +/- 24h
Dx:
- Broncoscopia e
- Cintilografia comXeronio-133
CD:
- NBZ com broncodilatadores +/- NBZ c/Heparina.
Como definir o acometimento pulmonar em vítimas de queimadura:
- Relação PO2/FIO2 (se < 300 → distúrbio pulmonar iminente).
- Intoxicaçao em incendio em recintos fechados
* Os sintomas da intoxicação por monóxido de carbono (CO) ocorrem quando os níveis de carboxihemoglobina (HbCO) ultrapassam quantos %? CD?
Os sintomas da intoxicação por monóxido de carbono (CO) ocorrem quando os níveis de carboxihemoglobina (HbCO) ultrapassam quantos %:
- 10%. Se > 60% → óbito.
- CD: oxigênio a 100%.
- Queimaduras
- Profilaxia para tétano?
- Qnts % equivale a superfície palmar nas queimaduras?
- Queimaduras que não são consideradas no cálculo da SCQ?(1)
- Quales sao os graus de queimaduras?(5)
- Qual tipo de queimadura está associada à insuficiência respiratória por ↓expansibilidade torácica? CD?
(SCQ = Superfície Corporal Queimada)
Profilaxia para tétano:
- Dose de reforço do toxóide tetânico (0,5 ml) para todos com SCQ > 10%;
- Se imunização anterior há > 10 anos ou ausente → Imunoglobulina Antitetânica (250 UI).
Qnts % equivale a superfície palmar nas queimaduras:
- 1%
Queimaduras que não são consideradas no cálculo da SCQ:
- 1º grau.
Quales sao os graus de queimaduras:
- 1ª grau: Limitadas à epiderme;
- 2ª grau superficial: Prolonga-se até à derme superficial;
- 2ª grau profundo: Prolonga-se até à derme profunda (reticular);
- 3ª grau: Acomete subcutâneo;
- 4º grau: Acomete tecidos profundos (ossos, músculos);
Qual tipo de queimadura está associada à insuficiência respiratória por ↓expansibilidade torácica / CD:
- Queimadura torácica circunferencial.
- CD→Escarotomia: cirurgia que remove tecidos duros e desvitalizados (escaras).
- Queimaduras
* Queimadura de 1º grau:
Dx?(3) / Principal causa?(1) / CD?(3)
- Queimadura de 2º grau superficial:
Dx.?(3)
- Queimadura de 2º grau profundo:
Dx.?(3) / CD?(2)
QUEIMADURA DE 1º GRAU:
Dx:
- Dor
- vermelhidão
- Sem bolhas.
Principal causa:
- Exposição solar!
CD:
- Analgesia (AINE);
- Não precisam de curativo;
- Soluções tópicas para hidratação.
QUEIMADURA DE 2º GRAU SUPERFICIAL:
Dx:
- Dor intensa
- vermelhidão
- com bolhas (flictenas) em 12-24h.
QUEIMADURA DE 2º GRAU PROFUNDO:
Dx:
- Dor
- palidez
- + bolhas.
CD:
- Curativo + enxerto (se profundo).

- Queimaduras
- Quais tipos de queimaduras são indolores?(2) / Explique.?
- Queimadura de 3º grau:
Dx.?(2) / CD?(2)
- Queimadura de 4º grau:
Dx.?(2) / CD?(2)
Quais tipos de queimaduras são indolores:
- 3º e 4º grau, devido às lesões de terminações nervosas. Embora o PHTLS em 2017 diz que queimadura de 3° grau (espessura total) é dolorida pela inervação do tecido vizinho ao local lesionado.
QUEIMADURA DE 3º GRAU:
Dx:
- Indolor (“couro”)
- palidez/acastanhada.
CD:
- Auto-enxerto / Escarotomia.
(escarotomia realizada no dorso da mão com queimadura de espessura total)
QUEIMADURA DE 4º GRAU:
Dx:
- Indolor
- negra/queimada com necrose.
CD:
- Igual a de 3º grau (Auto-enxerto / Escarotomia), mas na maioria das vezes deve-se amputar o membro.

- Queimaduras (TTO)
- Como realizar a reposição volêmica, segundo a fórmula de Parkland? (crianças x grande queimado x queimadura elétrica)
- O que é feito nas 24h seguintes?
- V ou F? A reposição volêmica no queimado, deve ser feita imediatamente (se possível ainda na cena do acidente), com ringer lactato, preferencialmente em veia periférica de grosso calibre. Se > 20% da SCQ, deve-se usar cateter vesical e monitrar a diurese.
Como realizar a reposição volêmica, segundo a fórmula de Parkland:
Deve ser feito nas primeiras 24h, com Ringer Lactato (metade do total nas primeiras 8h e a outra metade nas 16h posteriores).
- Crianças: 3 ml x Peso(kg) x %SCQ;
- Grande Queimado: 2-4 ml x Peso (kg) x %SCQ;
- Elétrica: 4 ml x Peso (kg) x %SCQ.
O que é feito nas 24h seguintes:
- Albumina 250ml para cada 10% de SCQ acima dos primeiros 20%.
- Verdadeiro. A reposição volêmica no queimado, deve ser feita imediatamente (se possível ainda na cena do acidente), com ringer lactato, preferencialmente em veia periférica de grosso calibre. Se > 20% da SCQ, deve-se usar cateter vesical e monitrar a diurese.
- Queimaduras (TTO)
- Nas queimaduras, a partir de quantos % da SCQ se faz necessária a reposição volêmica?
- Nas queimaduras, qual fármaco é usado para diminuir a FC e a perda de massa corporal?
- Nas queimaduras, como está o metabolismo basal?
- Nas queimaduras, qual o principal mediador endócrino do hipermetabolismo? Qual hormônio é permissivo para com a sua ação?
Nas queimaduras, a partir de quantos % da SCQ se faz necessária a reposição volêmica:
- > 15% da SCQ.
Nas queimaduras, qual fármaco é usado para diminuir a frequência cardíaca e a perda de massa corporal:
Betabloqueadores!
- FC: ↓20%;
- Perda de massa corporal: 9% para 1%.
Nas queimaduras, qual o principal mediador endócrino do hipermetabolismo? Qual hormônio é permissivo para com a sua ação:
- Catecolaminas.
- Glicocorticoides.
- Queimaduras (Complicações)
- Úlcera de Curling.?💡 Profilaxia?
- Úlcera de Marjolin.?💡
Úlcera de Curling:
- Curling - “Ceimado”: Úlcera duodenal que surge como consequência de uma queimadura extensa (secundária ao stress).
- Bloqueadores H2:*
- Cimetidina;
- Nizatidina;
- Famotidina;
- Ranitidina.
Úlcera de Marjolin:
- “Marjolin = Malignização”: Degeneração maligna de feridas crônicas não cicatrizadas ou cicatrizadas por segunda intenção (CA de células escamosas na cicatriz da queimadura). Tem comportamento agressivo, ocorrendo em média 35 anos após o trauma.

- Atendimento inicial ao trauma
- V ou F? Politraumatizado: é lesão em pelo menos 3 sistemas, sendo pelo menos 2 com risco vital.
- Trauma, Atendimento primário?💡
- A: Via aérea definitiva?
- A via aérea avançada pode ser obtida por.?(2)
- A: Via aérea avançada, Indicações?(4)💡
- Via aérea: Como avaliar a perviedade rapidamente? / CD se fonação ausente?
- Falso. Politraumatizado é o paciente que apresenta lesão em pelo menos 2 sistemas sendo pelo menos 1 com risco vital.
Trauma, Atendimento primário: ABCDE
- Airways (via aérea + coluna cervical);
- Breathing (respiração e ventilaçao);
- Circulation (circulação+controle hemorragia);
- Disability (disfunção neurológica);
- Exposition (exposição+controle ambiente).
Via aérea definitiva:
- Tubo colocado na traquéia protegendo com balonete insuflado.
Via aérea avançada pode ser obtida por:
- IOT (intubação orotraqueal) ou
- DEGs (dispositivo extraglótico: máscara laríngea, tubo duplo esôfago-traqueal ou tubo laríngeo).
Indicações de via aérea definitiva: “APIT”
- Apneia;
- Proteger vias aéreas;
- Incapacidade de manter a oxigenação;
- TCE grave (Glasgow ≤ 8).
Via aérea: Como avaliar a perviedade rapidamente / CD se fonação ausente:
- Avaliar fonação. (se preservada: somente oferecer O2)
- Afastar obstrução por corpo estranho, secreções ou queda da base da língua

- Atendimento inicial ao trauma (A)
- Exemplos de via aérea definitiva?(4)
- Exemplos de via aérea temporária?(3)
- IOT, Principal contraindicação relativa?
- IOT, O que dificulta seu uso?(3)
- Qual a 1ª CD se IOT inviável?(2ou)
- Se IOT inviável e não tenho máscara laríngea ou combitubo, o que eu faço?
Exemplos de via aérea definitiva:
- IOT;
- Intubação nasotraqueal;
- Cricotireoidostomia cirúrgica;
- Traqueostomia.
Exemplos de via aérea temporária:
- Cricotireoidostomia por punção;
- Máscara laríngea;
- Combitubo.
Principal contraindicação relativa do IOT:
- Cç’s < 12 anos. (nesse caso realizar crico por punção)
O que dificulta seu uso IOT:
- Distorção anatômica (fraturas);
- Incapacidade de visualização;
- Sangramento.
Qual a 1ª CD se IOT inviável:
- Máscara laríngea ou combitubo.
Se IOT inviável e não tenho máscara laríngea ou combitubo, o que eu faço:
- Cricotireoidostomia cirúrgica. (se IOT inviável e não tenho máscara laríngea ou combitubo, o CRICO eu faço?)

- Atendimento inicial ao trauma (A)
- Cricotireoidostomia por punção, Indicações?(2)
- Cricotireoidostomia por punção, Risco se ultrapassar o tempo máximo?
- Cricotireoidostomia por punção, Características e parâmetros?(4)
- Intub. nasotraqueal, Indicações?(4) / Contraindi.?(4)
- Indicação de traqueostomia no trauma?
- O que fazer no “B” do ATLS?(3)
Indicações de cricotireoidostomia por punção:
- < 12 anos (risco de traqueomalácia, se IOT);
- Apneia com necessidade de correção imediata.
Risco se ultrapassar o tempo máximo da cricotireoidostomia por punção:
- Carbonarcose.
Características e parâmetros da cricotireoidostomia por punção:
- Acesso temporário;
- Tempo máximo de utilização: 30 a 45 min.
- Inspiração:Expiração → 1:4 segundos.
- 40-50 PSI: 15 L/min de O2;
Indicações da intubação nasotraqueal, :
- Consciente (respirando e ventilando);
- Trismo intenso;
- Impossibilidade de visualizar estruturas anatômicas durante a laringoscopia;
- Impossibilidade de posicionar em decúbito dorsal.
Contraindicações da intubação nasotraqueal:
- Inconsciência;
- Apneia;
- Trauma de face;
- Fratura de base de crânio.
Indicação de traqueostomia no trauma:
- Fratura de laringe, qnd não consegue intubar.
(rouquidão/enfisema cervical/fratura palpável + falha de IOT)
O que fazer no “B” do ATLS:
- Oferecer O2 a 100% 10-12 L/min;
- Exame físico do aparelho respiratório;
- Oxímetria de pulso.

- Atendimento inicial ao trauma (C)
- Reposição volêmica, Infundir o quê? Volume?
- Meta de diurese em adultos? Em crianças?
- Principais focos de hemorragia no choque hipovolêmico?(4)
- Mecanismos do choque?(5)
- Classificaçao do choque?(8x4)
- V ou F? Em vítimas de trauma deve-se obter dois acessos venosos centrais de grande calibre.
Reposição volêmica, Infundir o quê / Volume:
- Cristalóide (SF 0,9% ou ringer lactato) aquecido.
- Adulto: 1 litro / criança: 20 ml/kg.
Meta de diurese:
- Adultos: > 0,5 ml/kg/h.
- Crianças: > 1 ml/kg/h (> 2 ml/kg/h se < 1 ano).
Principais focos de hemorragia no choque hipovolêmico:
- Tórax;
- Abdome;
- Pelve;
- Fêmur.
Mecanismos do choque:
- Hipovolemico: Depleçao do volume vascular
- Restritivo: Compressao do coraçao e grandes vasos
- Cardiogenico: Falha da bomba
- Neurogenico: Perda do controle autonomico
- Septico: Resposta inflamatoria sistemica grave por infecçao.
Classificaçao do choque:
- Falso. Em vítimas de trauma deve-se obter dois acessos venosos periféricos de grande calibre.

- Atendimento inicial ao trauma (C)
- Causas de choque cardiogenico?(2)
- Causas de choque obstructivo?(3)
- Causas de choque neurogenico?(3)
- Hipotensão permissiva.?
- Transfusão maciça.?(2ou)
- Quando indicar transfusão maciça?
- Qnd a vítima de trauma se mantém hipotensa após a infusão de cristaloides (1L para adultos ou 20ml/kg para crianças), deve-se.?
- Perda da bomba
- Disminuçao do vol. sistolico, IAM, ICC.
Choque obstructivo:
- Taponamiento cardiaco
- Pneumotorax hipertensivo
- Reflexo vagal
Choque neurogenico:
- Lessao medular: perda do tonus simpatico
- Perda da resistencia vascular periferica
- Hipotensao sem taquicardia
Hipotensão permissiva:
- Atingir uma PA mínima para garantir a perfusão, sem “encharcar” o paciente (aumentando o risco de ressangramento de lesões).
Transfusão maciça:
Administração de:
- > 10 UI/24h OU
- > 4 UI em 1h.
Quando indicar transfusão maciça:
- Choque classe 4. (considerar no choque clase 3)
Qnd a vítima de trauma se mantém hipotensa após a infusão de cristaloides (1L para adultos ou 20ml/kg para crianças), deve-se:
- Considerar hemotransfusão.
- Atendimento inicial ao trauma (C)
- V ou F? No trauma, pode-se indicar ácido tranexâmico (transamin®) para sangramentos importantes.
- Qnd realizar á. tranexâmico (transamin®) no trauma?
- V ou F? O torniquete é autorizado como “medida heróica”, por até 6 horas, para lesões de membros com sangramento importante.
- Verdadeiro. (iniciar em até 3 horas)
Quando realizar ácido tranexâmico (transamin®) no trauma:
- 1ª dose em até 3 horas, idealmente em até 3 min;
- Dose de reforço nas primeiras 8h.
(não iniciar após a 3ª hora)
- Verdadeiro. O torniquete é autorizado como “medida heróica”, por até 6 horas, para lesões de membros com sangramento importante.
- Atendimento inicial ao trauma (C)
- Se eu não conseguir acesso venoso periférico, posso tentar.?
- V ou F? Em crianças < 4 anos, a primeira escolha é o acesso venoso periférico e a segunda é a punção intra-óssea.
Se eu não conseguir acesso venoso periférico, posso tentar:
- Central, safena ou intraósseo.
- Falso. Em crianças anos, a primeira escolha é o acesso venoso periférico e a segunda é a punção intra-óssea.
- Atendimento inicial ao trauma (D)
- Glasgow, Variáveis avaliadas?(3)
- Escala de Coma de Glasglow, Classificação?
- Explique a postura de decorticacion / decerebracion?
RESP. OCULAR
- Espontânea 4
- Estímulo verbal 3
- Estímulo doloroso 2
- Ausente. 1
RESP. VERBAL
- Normal Orientada 5
- Confusa 4
- Plv. Inapropriadas 3
- Sons Incompreensível 2
- Ausente 1
RESP. MOTORA
- Obedece a comando 6
- Localiza a dor 5
- Retira ao dor 4 (flexão normal)
- Postura de decorticacion 3 (Flexão anormal)
- Postura de decerebracion 2 (Extensão anormal)
- Ausente. 1
Classificação:
- Leve 13-15 pontos;
- Moderado 9-12 pontos;
- Grave ≤ 8 pontos.
Postura de decorticacion: Flexão anormal
Decerebracion: Extensão anormal.

- Fratura de pelve
- Quando suspeitar?(4)
- As fraturas de pelve normalmente cursam com sangramento _ (arterial/venoso).
- CD inicial?
- CD se mantiver sangramento após (2ou)
- / E indica que o sangramento tem origem.?
Quando suspeitar fratura de pelve:
- Discrepância de tamanho entre os MMII;
- Rotação lateral de MMII;
- Hematoma perineal;
- Uretrorragia.
- As fraturas de pelve normalmente cursam com sangramento (venoso).
CD inicial na fratura de pelve:
- Amarrar a pelve. (fixação externa é um procedimento cirúrgico, devendo ser realizado após o “ABCDE”)
CD se mantiver sangramento após amarrar a pelve:
- Angioembolização (1ª opção) OU Tamponamento (packing) pré-peritoneal.
* Na fratura de pelve, se mantiver sangramento após amarrar a pelve indica que o sangramento tem origem (arterial).
- Cirurgia para controle de danos
- Previne o quê?(3)
- Etapas?(3)
Previne o quê a cirurgia para controle de danos:
Tríade letal:
- Hipotermia;
- Acidose;
- Coagulopatia.
Etapas da cirurgia para controle de danos:
- Operação abreviada (controle de lesões grosseiras);
- Reanimação em UTI (24-72h);
- Cirurgia definitiva.

- Pneumotórax Hipertensivo

- Hemotórax

Lesão de aorta
- Mediastino > 8 cm;
- Perda do contorno aórtico;
- Desvio do tubo orotraqueal ou cânula nasogástrica para direita.

- Trauma de duodeno

- Íleo paralítico (Alças intestinais dilatadas).

- Síndrome de Ogilvie: Dilatação aguda do cólon na ausência de qualquer obstrução intestinal mecânica em pacientes gravemente doentes (sepse, IAM, trauma).


Cirurgia
- Explique e disenhe a operação de Billroth I?

Cirurgia
- Explique e disenhe a operação de Billroth II?



- Radiografias obrigatórias em politraumatizados?
Radiografias obrigatórias em politraumatizados:
- Coluna cervical;
- Tórax;
- Pelve.

- Situações nas quais a cicatrização estará prejudicada?(5)
- Quando a infecção será um problema?
- Quando a hipóxia será um problema?(3)
- A cicatriz que ultrapassa seus limites é chamada de _ (quelóide/hipertrófica).
- Locais mais comuns de quelóides?(2)
Situações nas quais a cicatrização estará prejudicada:
- Infecção;
- Idade avançada;
- Diabetes;
- Hipóxia;
- Albumina < 2 g/dl.
Quando a infecção será um problema:
- > 100.000 bactérias e/ou infecção por Streptococcus β-hemolítico.
Quando a hipóxia será um problema:
- Doença vascular;
- Tabagismo;
- Hematócrito < 15%.
- A cicatriz que ultrapassa seus limites é chamada de (quelóide).
Locais mais comuns de quelóides:
- Acima da clavícula e dorso.

Causas
- Causas de HDA?💡
- Causas de HDB?💡
- Causas de obstrução funcional?(2)
- Causas de obstrução mecânica no adulto?(3)
- Principais causas de obstrução mecânica na infância?(4)
- Fezes presentes ao toque retal indica obstrução _ (funcional/mecânica).
- Ampola retal livre de fezes indica obstrução _ (funcional/mecânica).
- Sinal de Hochemberg.?
Causas de HDA: “ÚVuLa”
- Úlceras (+ comum);
- Varizes esofagogástricas;
- Lacerações Mallory-Weiss.
Causas de HDB: “**DICA**“
- 1º: Divertículo (Meckel em crianças/adultos): IG
- Inflamação (Crohn/RCU): ID, IG
- Câncer: IG
- 2º: Angiodisplasia: ID
Causas de obstrução funcional (comprometimento da função motora):
- Íleo paralitico (adinâmico)
- Sd de Ogilve (Pseudo obrtrucçao colônica aguda).
Principais causas de obstrução mecânica no adulto (obstrução física):
- Aderências = Adulto (Causa mais comum de obstrução do delgado)
- Neoplasias;
- Hérnias.
Principais causas de obstrução mecânica na infância:
- Intussuscepção = Infância;
- Hérnias;
- Áscaris;
- Bezoar (corpo estranho).
- Fezes presentes ao toque retal indica obstrução (funcional).
- Ampola retal livre de fezes indica obstrução (mecânica).
Sinal de Hochemberg:
- Ampola retal livre de fezes (indica obstrução mecânica).
Causas
- Causa mais comum de abdome agudo não traumático?
- Principal complicação do divertículo de Meckel em adultos?
- Principal complicação do divertículo de Meckel em crianças?
- Qual o local mais comum das úlceras gástricas?
Causa mais comum de abdome agudo não traumático:
- Apendicite aguda.
Principal complicação do divertículo de Meckel em adultos:
- Obstrução intestinal.
Principal complicação do divertículo de Meckel em crianças:
- Sangramento.
Qual o local mais comum das úlceras gástricas:
- Pequena curvatura.

Causas
- Causas da disfagia de transferência?(3)
- Causas de disfagia de condução?(2)
Causas da disfagia de transferência:
- Dç´s neurológicas;
- Dç´s musculares;
- Obstruções intraluminais e extrínsecas.
Causas de disfagia de condução:
- Obstrução mecânica ou distúrbios motores do esôfago.
Causas
- Causas neurológicas na disfagia de transferência?(3)
- Causas musculares na disfagia de transferência?(3)💡
- Causas mecânicas (altas) na disfagia de transferência?
- Causas de obstrução mecânica na disfagia de condução?(7)💡
- Distúrbios motores na disfagia de condução?(4)💡
Causas neurológicas de disfagia de transferência:
- Esclerose múltipla;
- Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA);
- Doença de Parkinson.
Causas musculares de disfagia de transferência: “MMM”
- Miastenia gravis;
- Miopatias primárias;
- Miopatias inflamatórias idiopáticas (poli/dermatomiosite).
Causas mecânicas (altas) de disfagia de transferência:
- Obstruções extrínsicas: compressão vascular, bócio, abscesso retroamigdaliano, osteófito cervical.
- Obstruções intraluminais: abscesso periamigdaliano, tumores de cabeça e pescoço.
Causas de obstrução mecânica na disfagia de condução: “**EMTALADO**“
- Estenose péptica;
- Membranas;
- Tumores malignos e benignos;
- Anéis;
- Lesões agudas (ingestão de produtos químicos);
- Divertículos esofagianos;
- Obstrução extrínseca.
Distúrbios motores na disfagia de condução: “4 Es“
- Esofagopatia chagásica: acalásia secundária/primária;
- Espasmo esofagiano difuso;
- Esclerodermia;
- Esfôfago em quebra-nozes.
Causas
- Distúrbios motores na disfagia de condução?(4)💡
- As dispepsias podem ser divididas em.?(2) E causas?
Distúrbios motores na disfagia de condução:“4 Es”
- Esofagopatia chagásica: acalásia secundária/primária;
- Espasmo esofagiano difuso;
- Esclerodermia;
- Esfôfago em quebra-nozes.
As dispepsias podem ser divididas em:
- Orgânica e funcional.
Dispepsias orgânicas:
- DRGE;
- Gastrite;
- Doença Ulcerosa Péptica;
- Doença pancreática ou biliar;
- Intolerância alimentar/medicamentosa;
- Câncer.
Dispepsias funcionais:
- Gastrite;
- Enterite por Helicobacter pylori;
- Hipersensibilidade visceral;
- Transtorno de ansiedade/humor.
- Úlcera péptica
- Fatores predisponentes?(2)
- Mecanismo de ação dos AINEs/AAS?
- V ou F? As prostaglandinas do “mal” são provenientes do ciclo da COX-2.
- V ou F? A presença de infecção por H.pylori aumenta a probabilidade de desenvolvimento de úlceras em pacientes em uso de AINE.
- A úlcera _ (gástrica/duodenal) é mais frequente na faixa etária mais jovem, enquanto que a úlcera _ (gástrica/duodenal) é mais frequente em idosos.
- Complicações?(3)💡
- Classificação Forrest?(3) E risco de ressangramento?
- CD, para Forrest IA, IB, IIA e IIB?(4º)
- Falha endoscópica define-se após quantas tentativas?
- Indicações de cirurgia?(3)💡
Fatores predisponentes:
- ↑Acidez: H. pylori, gastrinoma, mastocitose, leucemia basofílica;
- ↓Defesas mucosas: AAS/AINE, isquemia, alcool, tabaco, H. pylori crônico.
Mecanismo de ação dos AINEs/AAS:
- Inibição da COX → ↓ Prostaglandinas (responsáveis pela barreira mucosa gástrica).
- Verdadeiro. E as prostaglandinas do “bem”? “O bem sempre ganha = vem em 1º lugar” = ciclo da COX-1.
- Verdadeiro. A presença de infecção por H.pylori aumenta a probabilidade de desenvolvimento de úlceras em pacientes em uso de AINE.
- A úlcera (Duodenal) é mais frequente na faixa etária mais jovem, enquanto que a úlcera (Gástrica) é mais frequente em idosos.
Complicações: “**POH**“
- Perfuração;
- Obstrução;
- Hemorragia.
Classificação Forrest: Classifica as úlceras pépticas hemorrágicas, predizer prognóstico e orientar tratamento.
I – Ativo:
- IA: Sangramento ativo arterial em “jato”. (Risco Alto)
- IB: Sangramento ativo lento (“Babando”).(Risco Alto)
II – Recente:
- IIA: Vaso visível. (Risco Alto)
- IIB: Coágulo. (Risco intermediário)
- IIC: Hematina. (Risco baixo)
III – Sem sangramento:
- III: Base clara, sem estigmas de sangramento.(Risco baixo)
CD, para Forrest IA, IB, IIA e IIB:
- Estabilizar o paciente;
- Suspender AINEs e IBP VO ou IV,
- Tratar H. pylori,
- E realizar EDA com terapia endoscópica combinada (química/térmica/mecânica).
Falha endoscópica define-se após quantas tentativas: 2
Indicações de cirurgia: “**FHC**“
- Falha endoscópica: 2 tentativas;
- Hemorragia (sangramento pequeno e contínuo): transfusão > 3 U/dia;
- Choque refratário: > 6 U sangue/hemorragia recorrente.

- Úlcera péptica
- V ou F? Toda úlcera péptica deve ser testada para H. pylori, pois a infecção aumenta o risco de recorrência.
- V ou F? A úlcera péptica não é fator de risco pra câncer gástrico, mas o câncer pode se apresentar como úlcera.
- A úlcera _ (duodenal/gástrica) é decorrente de hipercloridria enquanto que a úlcera _ (duodenal/gástrica) pode ser decorrente tanto de hiper quanto hipocloridria.
- A úlcera _ (gástrica/duodenal) cursa com dispepsia que piora com a alimentação e está mais associada à náuseas.
- A úlcera _ (gástrica/duodenal) cursa com dispepsia 2-3 horas após refeição, geralmente noturna e alivia com a ingesta de alimentos.
- Verdadeiro. Toda úlcera péptica deve ser testada para H. pylori, pois a infecção aumenta o risco de recorrência.
- (por isso úlceras pépticas são indicações de tratamento para H. pylori)*
- Verdadeiro. A úlcera péptica não é fator de risco pra câncer gástrico, mas o câncer pode se apresentar como úlcera.
- A úlcera (Duodenal) é decorrente de hipercloridria enquanto que a úlcera (Gástrica) pode ser decorrente tanto de hiper quanto hipocloridria.
- A úlcera (Gástrica) cursa com dispepsia que piora com a alimentação e está mais associada à náuseas.
- A úlcera (Duodenal) cursa com dispepsia 2-3 horas após refeição, geralmente noturna e alivia com a ingesta de alimentos.

- H. Pylori
- H. pylori é um bacilo gram _ (positivo/negativo).
- V ou F? A maioria dos caso de infecção pelo H. pylori não tem repercussão clínica.
- Quando sto. EDA na abordagem inicial do pct com queixa de dispepsia?(2)
- Qual a CD diante de pct com dispepsia sem indicação de EDA?
- H. Pylori, Indicações de controle de cura? E apos de qnt tempo?
- Helicobacter pylori é um bacilo gram (negativo).
- Verdadeiro. A maioria dos caso de infecção pelo H. pylori não tem repercussão clínica.
Quando sto. EDA na abordagem inicial do pct com queixa de dispepsia:
- Idade > 40 anos;
- Sinais de alarme “DOEA”:Disfagia; Odinofagia; Emagrecimento; Anemia.
CD diante de pct com dispepsia sem indicação de EDA:
- Testar H. pylori.
H. Pylori, Indicações de controle de cura / E apos de qnt tempo:
- Úlcera péptica e Linfoma MALT/ Realizar controle de cura só após 4 semanas do término do tratamento (<u>sorologia é proibido</u>).
- H. Pylori
- Esquema para erradicação?(3)💡
- Todo paciente com dx de úlcera péptica deve receber pesquisa para H. Pylori. Como é feita?
Esquema para erradicação:
- “CAÔ“ por 14 dias:
Claritromicina 500 mg (2x/dia) + Amoxicilina 1 g (2x/dia) + Omeprazol 20 mg (2x/dia) /7dias.
Como é feita a pesquisa para H. Pylori:

- Pancreatite Aguda
- Amilase, VN e vigencia em um quadro de P.A.? acuracia=precisión?
- Lipase, VN e vigencia em um quadro de P.A.? acuracia?
- Como fazer DX de P.A.?(3)
- Quando solicitar TC?
- TTO da PA Leve (80-90%)?(4º)
TTO da PA Leve:
- Dieta Zero
- Analgesia (opioides)
- Hidratação venosa
- Eletrólitos + suporte
Obs: em 5-7 dias pode-se retornar à dieta VO
Amilase: Ate 150UI Volta a normalidade em 3-6 dias. (-Especifico)
Lipase: Ate 140UI Volta a normalidade em 7-8 dias. (+Especifico)
Como fazer DX de P.A.: 2 dos 3:
- Clínica: Dor abdominal em barra + Náuseas + Vômitos
- Amilase ou Lipase (3x valor normal)
- TC / USG (Colelitíase) 48-72 horas após.
Quando sto TC em casos de P.A.:
- 48-72 horas após início do quadro.

- Pancreatite Aguda
- Critérios de gravidade da P.A.?(6)
- TTO da P.A. Grave?(4)
- P.A. GRAVE, quais as terapêuticas CX’s indicadas?(2+)
- Indicações de ATB’s?(2)
- ATB’s indicados?(3)
- Complicações da pancreatite aguda?(3)
- Pancreatite Edematosa, Principais complicações locais? Períodos de surgimento?(2)
- Pancreatite Necrosante, Principais complicações locais? Períodos de surgimento?(2)
Critérios de gravidade da P.A.:
- Disfunção orgânica (choque, insuf renal, insuf resp aguda);
- Complicação local (necrose, abscesso);
- Complicação sistêmica (CIVD, Ca < 7,5mg/dL);
- RANSON ≥ 3;
- APACHE-II ≥ 8;
- PCR > 150 mg/mL (após 48h).
Tratamento da P.A. Grave:
Medidas da leve + Internar em CTI
- HV: reanimação volêmica vigorosa! (manter diurese 0,5 ml/kg/h)
- ATB NÃO!!
- Suporte enteral
- CPRE sempre que colangite ou obstrução persistente.
No tto da P.A. Biliar GRAVE, quais as terapêuticas indicadas:
- Papilotomia endoscópica em até 48-72h (mais rápido possível) +
- Colecistectomia por vídeo em até 6 semanas.
Indicações de antibióticos:
- Sepse e necrose infectada.
Antibióticos indicados:
- Imipenem;
- Ciprofloxacino + Metronidazol.
Complicações da pancreatite aguda:
- Coleção fluida aguda (30-50%);
- Necrose grave (aparece após 3-4 semanas);
- Pseudocisto (15%).
Pancreatite Edematosa, Principais complicações locais / Períodos de surgimento:
- Coleção peripancreática (< 4 sem);
- Pseudocisto (> 4 sem).
Pancreatite Necrosante, Principais complicações locais / Períodos de surgimento:
- Coleção necrótica aguda (< 4 sem);
- Coleção necrótica organizada (> 4 sem).

- Pancreatite Aguda
- Principais sinais que indicam reinício da dieta durante o tratamento?(3)
- CD, se paciente não tolerou nutrição oral durante o tratamento?
- CD, se paciente não tolerou nutrição enteral durante o tratamento?
- No tto de PA Biliar LEVE, qual a terapêutica cirúrgica indicada para pct com bom status? mau status?
- Principal determinante para terapêutica cirúrgica?
Principais sinais que indicam reinício da dieta durante o tratamento:
- Fome;
- Melhora da dor;
- ↓PCR.
CD, se paciente não tolerou nutrição oral durante o tratamento:
- Sonda nasojejunal.
CD, se paciente não tolerou nutrição enteral durante o tratamento:
- Nutrição parenteral (intravenosa).
No tto de PA Biliar LEVE, qual a terapêutica cirúrgica indicada para pct com bom status:
- Colecistectomia por VLP antes da alta.
No tto de PA Biliar LEVE, qual a terapêutica cirúrgica indicada para pct com mau status:
- Papilotomia endoscópica antes da alta.
Principal determinante para terapêutica cirúrgica:
- Risco cardíaco.

- Pancreatite Aguda
- Pancreatite com necrose infectada, Achados?
- Principais indicações de necrosectomia?(3)💡
- Pseudocisto pancreático, Indicações de intervenção? (3)
Achados na pancreatite com necrose infectada:
- Gás na TC e/ou punção + cultura positiva.
Principais indicações de necrosectomia: “**HIS**“
- Hemorragia;
- Infecção da necrose;
- Sintomáticas (febre, anorexia, SIRS).
Indicações de intervenção pseudocisto pancreático:
- Sintomático (+compressão);
- Expandindo;
- Complicando (sangramento/infecção/rotura).
- Pancreatite crônica
- Achado anatomopatológico?
- Tríade clássica?
- Achados laboratoriais clássicos?(2)
- Métodos complementares para diagnosticar? (5)
- TTO clínico?(6)
- Principal indicação de CX? Qual exame deve ser solicitado antes?
Achado anatomopatológico da pancreatite crônica:
- Calcificação.
Tríade clássica da pancreatite crônica:
- Esteatorréia + Diabetes + Calcificações Pancreáticas.
Achados laboratoriais clássicos:
- Gordura fecal e elastase fecal < 200.
Métodos complementares para diagnosticar:
- Histologia (padrão-ouro);
- USG endoscópico;
- TC;
- RNM;
- CPRE (pré-cirúrgico).
TTO clínico da pancreatite crônica:
- Cessação do etilismo/tabagismo;
- Dieta hipolipídica;
- Suplementar enzimas;
- IBP;
- Analgesia escalonada.
- Insulina em baixas doses.
Principal indicação de cirurgia / Qual exame deve ser solicitado antes:
- Dor intratável.
- CPRE.

- Pancreatite crônica
- CD, se dilatação ductal pancreática > 7 mm?
- CD, se calcificação na cabeça do pâncreas?
- CD, se calcificação em corpo/cauda do pâncreas?
- Principal complicação da terapêutica cirúrgica?
- TVE, Tríade característica?(3)
- TVE, CD?
CD, se dilatação ductal pancreática > 7 mm:
- Cirurgia de Puestow-Parrington-Rochelle (pancreatojejunostomia látero-lateral em Y de Roux).
CD, se calcificação na cabeça do pâncreas:
- Cirurgia de Whipple modificada (pancreatoduodenectomia).
<u>Whipple remove:</u> cabeça do pâncreas, piloro, duodeno, vesícula biliar e o ducto biliar.
<u>Whipple modificada remove:</u> todos acima, exceto o piloro.
CD, se calcificação em corpo/cauda do pâncreas:
- Cirurgia de Child (pancreatectomia subtotal distal).
(remove corpo e cauda, conservando a cabeça)
Principal complicação da terapêutica cirúrgica:
- Trombose da Veia Esplênica (TVE).
Tríade característica da trombose da veia esplênica:
- Hipertensão portal segmentar;
- Varizes apenas em fundo gástrico;
- Esplenomegalia.
CD da trombose da veia esplênica:
- Esplenectomia.

- AdenoCA. pâncreas
- Apresentação clínica?(2)
- Local mais comum de malignidades pancreáticas é na.?
- Apresentação sindrômica quando na cabeça de pâncreas?(1)
- Adenoca. pâncreas, DX?(1); Acompanhamento?(1)
- Indicação tto curativo?(2)
Apresentação clínica do adenoCA. pâncreas:
- Dor abdominal + emagrecimento.
Local mais comum de malignidades pancreáticas é na:
- Cabeça do pâncreas.
Apresentação sindrômica quando na cabeça de pâncreas:
- Sd. de Courvoisier. (vesícula biliar palpável e indolor em paciente ictérico)
Adenoca. pâncreas, DX / Acompanhamento:
- TC / CA 19-9.
Indicação tto curativo:
- Ausência de metástase ou invasão vascular.
- Adenoca. pâncreas
- Cirurgia indicada, se na cabeça?
- Cirurgia para quando em corpo ou cauda do pâncreas?
Cirurgia indicada, se na cabeça:
- Whipple. (pancreatoduodenectomia)
Cirurgia para quando em corpo ou cauda do pâncreas:
- Pancreatectomia distal + esplenectomia.

- Obstrução intestinal (mecânica)
- Principais causas de obst. mecânica no adulto? (3) E causa mais comum do ID no adulto?💡
- Obst. mecânica, QC?(5); Qual e o sintoma mais precoce?
- Obstrução mecânica, Protocolo DX?(3)
- Obst. mecânica do ID, o raio-x pode mostrar.?(3)
Principais causas de obstrução mecânica no adulto:
- Aderências = Adulto (Causa mais comum de obstrução do delgado)
- Neoplasias;
- Hérnias.
Clínica obstrução mecânica / E o sintoma mais precoce:
- Dor em cólica; principal sintoma, e também o + precoce,
- Distensão abdominal;
- Vômitos (Qnt mais alta a obstrução intestinal, mais precoces serão os vômitos);
- Parada/diminuição da eliminação de gases e fezes;
- ↑Peristalse.
Protocolo DX da obstrução mecânica:
- Raio-x de tórax AP + Abdome (ortostase ou DCLE e decúbito);
- Toque retal (pesquisar fezes, massa e fecaloma);
- Se dúvida: USG, radiografia contrastada ou TC.
Obstrução mecânica do ID, o raio-x pode mostrar:
- Pregas coniventes
- distensão centralizada;
- Sinal do “empilhamento de moedas”.

- Obstrução intestinal (mecânica)
- Obstrução mecânica, Classificação?(4)
- A “diarreia paradoxal” pode estar presente na obstrução intestinal.?
- Sinais que indicam obstrução intestinal estrangulada?(6)
- Obstrução alta x baixa, Diferencie o vômito.?
- Na fase inicial da obst. intestinal mecânica, ocorre _ (acidose/alcalose) metabólica; já na fase avançada, ocorre _ (acidose/alcalose) metabólica.
Classificação da obstrução mecânica:
- Incompleta x completa;
- Simples x estrangulada;
- Alça aberta x fechada;
- Alta (delgado) x baixa (cólon, íleo)
A “diarreia paradoxal” pode estar presente na obstrução intestinal:
- Parcial (suboclusões).
Sinais que indicam obstrução intestinal estrangulada:
- Dor intensa, que não cessa;
- Sinais de irritação peritoneal;
- Taquicardia/pneia;
- Febre;
- Leucocitose;
- Alteração do nível de consciência.
Diferencie o vômito:
- Alta: mais precoces, biliosos e mucóides
- Baixa: mais tardio, fecaloides.
- Na fase inicial da obstrução intestinal mecânica, ocorre (alcalose) metabólica; já na fase avançada, ocorre (acidose) metabólica.
- Obstrução intestinal (mecânica)
- Na obstrução mecânica do intestino grosso, a radiografia pode mostrar.?
- CD, na obstrução mecânica parcial?
- CD, na obstrução mecânica total?
- V ou F? A obstrução intestinal neoplásica, pode ser causada por carcinomatose ou neoplasias extraintestinais (comprimem).
Na obstrução mecânica do intestino grosso, a radiografia pode mostrar:
- Distensão periférica e grosseira das alças + haustrações.
CD, na obstrução mecânica parcial:
- Suporte: SNG + repor eletrólito + antibiótico;
- Observar (resolução espontânea em 24-48h).
CD, na obstrução mecânica total:
- Suporte: SNG + repor eletrólito + antibiótico;
- Cirurgia imediata!
- Verdadeiro. A obstrução intestinal neoplásica, pode ser causada por carcinomatose ou neoplasias extraintestinais (comprimem).

- Obstrução intestinal (Intussuscepção intestinal)
- Local mais comum?
- Causa de intussuscepção intestinal em adultos/crianças?
- Ao exame abdominal, podemos encontrar…? Pico de incidência?💡
- DX e TTO?(2)
- Ao exame abdominal, podemos encontrar.?
- Intussuscepção intestinal, Aspecto das fezes?
Local mais comum da intussuscepção intestinal:
- Válvula íleo-cecal.
Causa de intussuscepção intestinal em adultos/crianças:
- Adultos: secundária a divertículos, neoplasia/Crianças: é primária (idiopática).
Podemos encontrar no exame abdominal / Pico de incidência:
- Massa em “salsicha”.,/Nos primeiros dois anos de vida! “inTWOssuscepção”
DX:
- Dx: USG, Raios X, Enema
TTO:
- Enema (apenas crianças respondem);
- Se refratário: cirurgia!
O contraste retal exerce pressão contrária à peristalse, pondendo realizar uma redução hidrostática da intussuscepção. Caso não resolva, está indicada a cirurgia.
Ao exame abdominal, podemos encontrar:
- Massa em “salsicha”.
Aspecto das fezes na intussuscepção intestinal:
- Fezes em “geleia de framboesa”: descamação da mucosa + eliminação mucossanguinolenta.

- Obstrução intestinal (Obstrução em alça fechada)
- Obstrução em alça fechada.?
- Obstrução em alça fechada, Causas?(2)
- Volvo (vôlvulos).?
- CD, Volvo.?
- Nos cólons, o local mais comum de ocorrer volvo é no _ (sigmóide/ceco).
- Volvo de sigmóide, Sinais típicos ao exame de imagem?(2)
Obstrução em alça fechada:
- Oclusão em 2 pontos simultaneamente, formando um circuito fechado.
Causas de obstrução em alça fechada:
- Obstrução colônica com valva ileocecal competente (mais comum)
- E volvo.
Volvo (vôlvulos):
- Torção do intestino em torno do seu próprio eixo.
CD no volvo:
- Sem peritonite: Descompressao retossigmoidoscopia ou colonoscopia + sigmoidectomia eletiva.
- Com peritonite: Sigmoidectomia a Hartmann (Laparotomia e ressecçao do colon) O cólon sigmóide é retirado, o reto é fechado e uma colostomia é realizada. A colostomia é então fechada tardiamente (geralmente cerca de 3 meses após), com restauração da continuidade do cólon.
- Nos cólons, o local mais comum de ocorrer volvo é no (sigmóide).
Sinais típicos ao exame de imagem:
- “Bico de pássaro” ou “chama de vela” (enema opaco);
- “Grão de café” ou “U” invertido (radiografia).

- Obstrução intestinal (?)
- Triade de Riegler.? E em que doença?
- TTO da triade de riegler?
- Síndrome de Bouveret.?
Triade de Riegler:
- Obstrução intestinal (distensão de intestino delgado)
- Calculo ectopico (fístula biliodigestiva)
- Pneumobilia (aerobilia)
Í**LEO BILIAR
TTO da triade de riegler:
- Enterolitotomia (se jovem: associar colecistectomia).
Síndrome de Bouveret:
- = íleo biliar, mas a impactação é mais alta (duodeno/piloro).
Obstrução intestinal mecânica causada pela impactação de cálculos biliares no duodeno ou piloro, sendo este evento secundário à formação de uma fístula biliodigestiva.

- Obstrução intestinal (funcional)
- Íleo paralítico, Causas?(5)
- Na suspeita de íleo paralítico, devemos excluir causas.?
- Íleo paralítico, CD?(4)
- Íleo paralítico, Tempo de normalização do trânsito intestinal no pós-op?(3)💡
- Íleo paralítico, A radiografia mostra.?
Causas do íleo paralítico:
- Pós-operatório;
- Medicamentos;
- Distúrbios hidroeletrolíticos (hipoK+);
- Hemorragias intra-abdominais;
- Doença de Parkinson.
Na suspeita de íleo paralítico, devemos excluir causas: mecânicas.
CD no íleo paralítico:
- Jejum;
- Drenagem (sonda nasogástrica);
- Correção hidroeletrolítica;
- Suspender fármacos desencadeantes.
Íleo paralítico, Tempo de normalização do trânsito intestinal no pós-op:
(DEC 24 +24 +24)
- Delgado: 24h;
- Estômago: 48h;
- Cólon: 72h.
O que mostra a radiografia no íleo paralítico:
- Alças intestinais dilatadas.

- Obstrução intestinal (funcional)
- Síndrome de Ogilvie.?
- Sd de Ogilvie, Complicação mais temida?
- Síndrome de Ogilvie, TTO?(4)
Síndrome de Ogilvie:
- Dilatação aguda do cólon na ausência de qualquer obstrução intestinal mecânica em pacientes gravemente doentes (sepse, IAM, trauma).
Complicação mais temida na sd de Ogilvie:
- Ruptura de intestino!
(distensão intensa → perda da integridade da parede intestinal)
TTO do síndrome de Ogilvie:
- Suporte:sonda nasogástrica, hidratação venosa, suspensão da droga, correção dos distúrbios hidroeletrolíticos;
- Neostigmina (anticolinesterásico);
- Se grave: descompressão por colonoscopia;
- Refratários → cirurgia (cecostomia).
- Dç Diverticular
- Sítios mais comuns?(2)
- Qual complicação da Dç Diverticular é mais encontrada em Cólon Direito/Cólon Esquerdo (sigmoide)?
- Quais exames fazer na suspeita de Doença Diverticular?
- V ou F? Na dç diverticular dos cólons (diverticulose), os pacientes geralmente são assintomáticos (diagnóstico feito de maneira incidental pela colonoscopia/clister opaco).
Sítios mais comuns:
- Cólon esquerdo e Sigmóide.
Complicação da Dç Diverticular é mais encontrada em Cólon Direito/Cólon Esquerdo (sigmoide):
- Hemorragia (15%)./ DIVERTICULITE (Inflamação por obstrução - 25%)
Quais exames fazer na suspeita de Doença Diverticular:
- Colono/Enema
- Verdadeiro. Na dç diverticular dos cólons (diverticulose), os pacientes geralmente são assintomáticos (diagnóstico feito de maneira incidental pela colonoscopia/clister opaco).

- Diverticulite Aguda
- Complicações?(4)
- Qual o estágio de HINCHEY?(4) e CD?
- Qnd fazer colonoscopia na D.A. e sua finalidade?
- D.A. não complicada, CD?(3)
- Quando D.A. complicada, CD? (3)
- CD, na D.A. se absceso > 4cm na TC?(3+)
- CD, na D.A. se fístula?(2+)
Complicações:
- Abscesso;
- Perfuração (peritonite);
- Fístula;
- Obstrução.
Qual o estágio de HINCHEY:
I: Fleimão ou Abscesso Pericólico; ATB + cx eletiva
II: Abscesso a distância localizado (retroperitoneal e pélvico); Drenagem + ATB + cirurgia eletiva
III: P. difusa Purulenta; Cx de urgencia ou Lavagem laparoscopico.
IV: P. difusa Fecal; Cx de urgencia
Quando fazer colonoscopia na D.A. / Qual a sua finalidade:
- Após 4-6 semanas do quadro agudo para exclusão de NEOPLASIAS.
CD na D.A. não complicada:
- Dieta líquida;
- ATB oral (cipro + metro 7-10 dias).
- Colonoscopia em 4-6 semanas;
- Se falha: cirurgia eletiva.
(se quadro intenso: interna + dieta zero + HV + ATB IV)
CD quando D.A. complicada:
- Se peritonite (Hinchey III*/IV): ATB + hidratação venosa + laparo de urgência (*considerar lavagem laparoscópica);
- Se abscesso > 4 cm: ATB + drenar + cirurgia eletiva;
- Se fístula: ATB + cirurgia eletiva;
- Se obstrução: ATB + drenar (se total → cirurgia de urgência).
CD na D.A. se absceso > 4cm na TC:
- Se abscesso > 4 cm: ATB + drenar + cirurgia eletiva;
CD na D.A. se fístula:
- Se fístula: ATB + cirurgia eletiva;
- Diverticulite Aguda (D.A.)
- Fístula mais comum?
- Qual o exame de imagem ✯ para D.A.? E quais exames NUNCA fazer na suspeita de D.A.?
- A parede do divertículo, na diverticulose, é constituída por.?(2)
Fístula mais comum:
- Colovesical.
Exame de imagem padrao ouro para Diverticulite Aguda / E quais exames NUNCA fazer na suspeita de doença D.A.:
- TC é padrão-ouro. Hipodensa e Bem Delimitada.
- Colono, Enema (risco de perfuração)
Parede do divertículo, na diverticulose, é constituída por:
- Mucosa e serosa

- Diverticulite Aguda
- Indicações da cirurgia de urgência?(2)
- Cirurgia eletiva proposta?(2)
- Cirurgia de urgência proposta? Hinchey III,IV.?
- Complicação mais frequente da D.A. é.?
- Complicação + encontrada em cólon direito?
- Complicação + encontrada em cólon esquerdo / sigmóide?
Indicações da cirurgia de urgência:
- Peritonite generalizada (devido à ruptura de divertículo/abscesso);
- Obstrução intestinal total refratária.
Cirurgia eletiva proposta:
- Sigmoidectomia + anastomose primária termino-terminal.
Cirurgia de urgência proposta / Hinchey III,IV.:
- Cirurgia de Hartmann (Ressecar cólon + colostomia terminal + fechamento do coto retal + anastomose secundária).
Complicação mais frequente da
diverticulite aguda é:
- Abscesso pericólico
Complicação + encontrada em cólon direito:
- Hemorragia (15%). Macete: assim como no CA de cólon direito.
Complicação + encontrada em cólon esquerdo / sigmóide:
- Diverticulite (divertículos nos cólons com inflamação). (inflamação por obstrução: 25%)

- Diverticulite Aguda
- CD, na D.A. se obstrução?(2+)
- CD, na D.A. se peritonite?
- D.A. Indicações da cirurgia eletiva?(5)
CD na D.A. se obstrução:
- ATB + drenar (se total → cirurgia de urgência).
CD na D.A. se peritonite:
- Colectomia a Hartmann de urgência; opçao para estagio III Lavagem laparoscopico.
D.A. Indicações da cirurgia eletiva:
- Falha do tto clínico na diverticulite não complicada;
- Após 3º episódio de diverticulite não complicada;
- Impossibilidade de excluir CA de cólon;
- Após 1º episódio de diverticulite em imunodeprimidos;
- Após 1º episódio de diverticulite complicada com:
a. Abscesso;
b. Fístula colovesical;
c. Obstrução parcial.
- Dç inflamatória intestinal (RCU)
- RCU, Padrão de acometimento?(4)💡
- RCU, Clínica?(1)
- RCU, Diagnóstico?(2+)
- Sorologia?💡
Padrão de acometimento: RCU
- Só Ucólon e retU;
- Só mUcosa;
- ContínUa;
- Ascendente.
QC da RCU:
- Diarreia baixa disentérica (colite disentérica).
Dx da RCU:
- Retossigmoidoscopia (ex. endoscópico) + biópsia
Sorologia:
- ASCA (-) e P-ANCA (+). (Não Crohn)
- Dç inflamatória intestinal (DC)
- DC, Padrão de acometimento?(4)
- DC, Clínica?(6)
- DC, Diagnóstico?(2+)
- Sorologia?💡
- Achados ao exame endoscópico?
- TTO de remissão?
- TTO na 1ª falha da remissão?(1)
Padrão de acometimento da DC:
- Todo o TGI (da boca ao ânus);
- Transmural;
- Descontínua (salpicada);
- Íleo terminal é o local mais comum.
Clínica da DC:
- Diarreia + dor abdominal + emagrecimento.
- Ulcera aftoides, fistula, f_issuras perinais_
Dx da DC:
- Ileocolonoscopia (exame endoscópico) + biópsia.
Sorologia:
- ASCA (+) P-ANCA (-). (Sim Crohn)
Achados ao exame endoscópico:
- “pedras de calçamento” e/ou úlceras aftoides. (ileocolonoscopia)
TTO de remissão:
- Derivados 5-ASA (antiinflamatórios locais / mesalamina ou sulfassalasina).
TTO na 1ª falha da remissão:
- Corticoide (local com enema ou oral). (step up)

- Dç inflamatória intestinal
- A DC mostra _ (criptites/granulomas) à biópsia; a RCU _ (criptites/granulomas).
- V ou F? RCU leve é a mesma coisa que colite proximal.
- A cirurgia é curativa apenas na _ (RCU/DC).💡
- A apendicectomia é um fator que protege contra _ (RCU/DC).
- A DC mostra (Granulomas) à biópsia; a RCU (Criptites).
- Falso. RCU leve é a mesma coisa que colite distal.
- A cirurgia é curativa apenas na (RCUrativa).
- A apendicectomia é um fator que protege contra (RCU).
- Dç inflamatória intestinal
- O cigarro exerce efeito protetor contra qual DII?💡
- Uso de ACO é um fator que aumenta o risco na.?💡
- Cálculos biliares/renais são mais comuns, na _ (RCU/DC). enquanto colangite esclerosante, na _ (RCU/DC).
- A artrite periférica é mais comum na.?
O cigarro exerce efeito protetor contra qual DII:
- RCU (retocolite ulcerativa). (entretanto, o cigarro piora a Doença de Crohn = Doença do Cigarro)
O uso de ACO é um fator que aumenta o risco na:
- O uso de ACO é um fator que aumenta o risco de (“antiCrohncepcional”).
- Cálculos biliares/renais são mais comuns, na (Doença de Crohn). enquanto colangite esclerosante, na (RCU).
A artrite periférica é mais comum na:
- Doença de Crohn.
- Dç inflamatória intestinal
- Complicações presentes em ambas as dç’s? (3)
- Colite sem proctite (poupando o reto) é visto na.?
- Complicações exclusivas da Dç de Crohn?(2)
- A _ (RCU/DC) pode evoluir para “tubo de chumbo”.
- Colite sem proctite (poupando o reto) é visto na _ (RCU/DC).
Complicações presentes em ambas as dçs:
- Hemorragia (anemia ferropriva);
- Câncer: adenocarcinoma de cólon, colangiocarcinoma e linfoma;
- Megacólon tóxico.
Colite sem proctite (poupando o reto) é visto na:
- Dç de Crohn.
Complicações exclusivas da Dç de Crohn:
- Estenoses e fístulas (enteroentérica é a mais comum).
- A (RCU) pode evoluir para “tubo de chumbo”. (também chamado de “cano de chumbo”)
- Colite sem proctite (poupando o reto) é visto na (Dç de Crohn).
- Dç´s do esofago
- Classificação da disfagia?
- Na disfagia de _ (condução/transferência), o paciente tem dificuldade de passar o alimento da boca para o esôfago.
- Na disfagia de _ (condução/transferência) o alimento já está dentro do esôfago, e este não consegue conduzir o alimento até o estômago.
Classificação da disfagia:
- Transferência (orofaríngea/alta);
- Condução (esofagiana/baixa).
- Na disfagia de (transferência), o paciente tem dificuldade de passar o alimento da boca para o esôfago.
- Na disfagia de (condução) o alimento já está dentro do esôfago, e este não consegue conduzir o alimento até o estômago.
- Dç´s do esofago
- Na disfagia de transferência ocorre _ (entalo/engasgo) do alimento.
- Na disfagia de condução ocorre _ (entalo/engasgo) do alimento.
- Na disfagia de _ (condução/transferência) pode haver regurgitação nasal, aspiração traqueal, tosse e sialorreia.
- A disfagia de _(condução/transferência) pode ser observada tanto para sólidos quanto para sólidos e líquidos, podendo ser intermitente ou progressiva.
- Na disfagia de transferência ocorre (engasgo) do alimento.
- Na disfagia de condução ocorre (entalo) do alimento.
- Na disfagia de (transferência) pode haver regurgitação nasal, aspiração traqueal, tosse e sialorreia.
- A disfagia de (condução) pode ser observada tanto para sólidos quanto para sólidos e líquidos, podendo ser intermitente ou progressiva.
- Disfagia
- Clínica da disfagia de condução?(4)
- O que explica a halitose?
- Exame inicial na disfagia de condução?
- Fisiopatologia do divertículo de zenker?
- O triângulo de Killian fica entre as fibras oblíquas do músculo _ (tireofaríngeo/cricofaríngeo) e as fibras horizontais do músculo _ (tireofaríngeo/cricofaríngeo).
- É por essa área que ocorre herniação da mucosa e da submucosa (divertículo falso / por pulsão). Estamos falando do.?
Clínica:
- Disfagia + Regurgitação + PErda de peso + Halitose.
(DR PEdro recebe tão pouco nos plantões que não tem dinheiro nem pra comprar escova de dente (halitose), quanto mais carro)
O que explica a halitose:
- Alimento fica por muito tempo dentro do esôfago (“entalo”) → ação de bactérias (putrefação) → halitose.
Exame inicial na disfagia de condução:
- Esofagografia baritada.
Fisiopatologia do divertículo de zenker:
- Hipertonia do Esfíncter Esofágico Superior (EES) + fragilidade do triângulo de Killian.
- O triângulo de Killian fica entre as fibras oblíquas do músculo (tireofaríngeo) e as fibras horizontais do músculo (cricofaríngeo).
É por essa área que ocorre herniação da mucosa e da submucosa (divertículo falso / por pulsão). Estamos falando do:
- Triângulo de Killian.

- Divertículo de zenker
- V ou F? O div. de Zenker é + comum em idosos na 7ª década de vida e geralmente à direita.
- V ou F? O div. de Zenker é considerado um divertículo falso (por pulsão) por não envolver todas as camadas do esfôfago.
- QC divertículo de zenker?(3)
- Div. de Zenker, Exame que deve ser evitado e por quê?
- Falso. O divertículo de Zenker é mais comum em idosos na 7ª década de vida e geralmente ocorre à esquerda.
- “Zenkerda”*
- Verdadeiro. Envolve somente mucosa e submucosa, poupando a camada muscular.
QC divertículo de zenker:
- Disfagia + Regurgitação + Halitose.
Div. de Zenker, Exame que deve ser evitado e por quê:
- Endoscopia Digestiva Alta (EDA), pelo risco de perfuração.
- Divertículo de zenker
- Exame diagnóstico?
- Tratamento?
- Disturbio motor mais comum do esôfago?
- Acalásia primária.?💡
- Acalásia secundária (doença de Chagas).?💡
Exame diagnóstico:
- Esofagografia baritada.
Tratamento: Miotomia do esfíncter esofágico superior
- < 2 cm: apenas miotomia;
- > 2 cm: miotomia + diverticulopexia ou diverticulectomia (preferencial se > 5 cm).
Disturbio motor mais comum do esôfago:
- Acalásia.
Acalásia primária:
- Distúrbio da motilidade do esôfago, em que ocorre perda de células ganglionares somente do plexo de Auerbach.
- Primária: Primeira letra do alfabeto* (Auerbach)
Acalásia secundária (doença de Chagas):
- Distúrbio da motilidade do esôfago, em que ocorre perda de células ganglionares do plexo de Auerbach e Meissner.
Secundária: Segundo, os dois plexos

- Distúrbios motores na disfagia
- A destruição dos plexos de Auerbach e Meissner leva a acalásia _ (primária/secundária).💡
- Acalásia, Tríade clínica?💡
- Acalásia, Exames?(3)
- Esofagomanometria na acalásia?(4)
- Esofagografia baritada na acalásia?(2)
- Na acalásia, sempre devemos pedir EDA para.?(2)
- A destruição dos plexos de Auerbach e Meissner leva a acalásia Secundária (esofagopatia chagásica).
“destruição dos <strong>2</strong>: <strong>secundária</strong>; destruição somente de<strong> 1 (Auerbach): primária</strong>”
Tríade clínica da acalásia: “DRE“
- Disfagia de condução (“entalo”) + Regurgitação + Emagrecimento.
Exames na acalásia:
- Esofagomanometria (padrão-ouro);
- Esofagografia baritada;
- EDA.
Esofagomanometria na acalásia:
- Falha de relaxamento do esfíncter esofagiano inferior (EEI) durante a deglutição;
- Hipertonia do EEI (p > 35mmHg);
- Peristalse anormal ou de baixa amplitude;
- ↑Pressão intraluminal do corpo esofágico.
Esofagografia baritada na acalásia:
- Dilatação do corpo esofágico;
- Afilamento do esôfago distal (retenção de contraste): sinal do “bico de pássaro” ou “chama de vela”.
Na acalásia, sempre devemos pedir EDA para:
- Excluir outras causas: neoplasias e doenças infiltrativas;
- Avaliar complicações: estenose e esofagite.

- Acalásia
- A acalásia predispõe câncer. Cite-os.?(2)
- Como tratar estágios iniciais na acalásia?(2)💡
- Como tratar estágios avançados/falha farmacológica/sintomas graves na acalásia?
A acalásia predispõe câncer. Cite-os:
- Carcinoma escamoso (espinocelular) e adenocarcinoma de esôfago.
Como tratar estágios iniciais na acalásia:
- Farmacológica: nitrato, antagonistas do cálcio, sildenafil, botox (grau I);
- Dilatação endoscópica por balão (grau II). “grau Dois = Dilatação”
Como tratar estágios avançados/falha farmacológica/sintomas graves na acalásia:
- Cardiomiotomia de Heller associada à fundoplicatura parcial para diminuir o refluxo (grau III);
- Esofagectomia total (grau IV).

- Espasmo esofagiano difuso (EED)
- Conceito.?
- O Espasmo Esofagiano Difuso é mais comum em _ (homens/mulheres).
- Clínica?(2)
- Diagnóstico diferencial?
- Exames diagnóstico?(2)
- Esofagomanometria com teste provocativo?
Conceito:
- Distúrbio neurogênico generalizado da motilidade esofágica, caracterizado por contrações vigorosas, simultâneas e não propulsivas do esôfago distal (≠ esôfago em quebra-nozes).
- O Espasmo Esofagiano Difuso é mais comum em (mulheres, com distúrbios psicossomáticos associados).
Clínica:
- Disfagia + precordialgia intensa.
Diagnóstico diferencial:
- Doença coronariana (IAM).
Exames diagnóstico:
- Esofagomanometria com teste provocativo (padrão-ouro) e esofagografia baritada.
Esofagomanometria com teste provocativo:
- Intensas contrações simultâneas, não propulsivas, com pressões maiores que 120 mmHg.

- Espasmo esofagiano difuso (EED)
- Esofagografia baritada?
- Tratamento?(2)
Esofagografia baritada:
- Sinal do “saca-rolhas” ou “contas de rosário”.
Tratamento:
- Farmacológico: nitratos, BCC, botox, antidepressivos tricíclicos;
- Refratários → esofagomiotomia longitudinal.

- Dispepsias
* Quando solicitar EDA na abordagem inicial do paciente com queixa de dispepsia?(2)
Quando solicitar EDA na abordagem inicial do paciente com queixa de dispepsia:
- Idade > 40 anos;
- Sinais de alarme “DOEA”:
- Disfagia;
- Odinofagia;
- Emagrecimento;
- Anemia.
- DRGE
- Indicações da prova terapêutica?(2)
- Como realizar prova terapêutica?
- Quando solicitar EDA?(3)
- Sinais de alarme que indicam EDA?(6)💡
- V ou F? A ocorrência de refluxo não é necessariamente patológico. O que caracteriza a DRGE em si, é um refluxo insistente, persistente, que gera sintoma/incômodo ao paciente.
Indicações da prova terapêutica:
- Sem EDA ou qualquer exame que confirme a dç;
- Suspeitos e sem indicação de EDA na abordagem inicial.
Como realizar prova terapêutica:
- IBP 1x/dia em dose padrão por 6-12 semanas.
Quando solicitar EDA:
- Idade > 45 anos;
- Sinais de alarme;
- Refratariedade ao tratamento clínico.
Sinais de alarme que indicam EDA: “ALARME“
- Anemia;
- Linfadenopatia;
- Amarelão: icterícia;
- “Raull”: vômitos de repetição/hematêmese;
- Massa na garganta: odinofagia/disfagia;
- Emagrecimento.
- Verdadeiro. A ocorrência de refluxo não é necessariamente patológico. O que caracteriza a DRGE em si, é um refluxo insistente, persistente, que gera sintoma/incômodo ao paciente.
- DRGE
- Exame diagnóstico padrão-ouro?
- Opções terapêuticas?(3)
- Quais as opções diante do pct que finalizou o tto padrão e voltou a apresentar sintomas?(2)
- Quando considerar o pct como refratário ao tto?
- V ou F? EDA normal não exclui DRGE.
- V ou F? A impendâncio-pHmetria vem despontando como novo método padrão-ouro no dx de DRGE.
Exame diagnóstico padrão-ouro:
- pHmetria de 24h. (alguns autores consideram a impedanciometria - mostra refluxo não-ácido)
Opções terapêuticas:
- Não farmacológica: medidas antirrefluxo;
- Farmacológica: antissecretores (Inibidores da Bomba de Prótons - IBPs);
- Cirúrgica: fundoplicatura de Nissen.
Opções diante do pct que finalizou o tto padrão e voltou a apresentar sintomas:
Uso de IBP:
- Sob demanda: somente durante período sintomático;
- Crônico: de forma ininterrupta.
Quando considerar o pct como refratário ao tto:
- Não respondeu à dose dobrada de IBP. (deve-se pesquisar outras etiologias).
- Verdadeiro. EDA normal não exclui DRGE.
- Verdadeiro. A impendâncio-pHmetria vem despontando como novo método padrão-ouro no dx de DRGE.

- DRGE
- V ou F? A EDA, na DRGE, serve para pesquisar complicações, afastar câncer e outras patologias.
- Complicações?(5)
- V ou F? A DRGE não é indicação para erradicação da H. pylori.
- V ou F? As medidas antirrefluxo são indicadas para todos os pacientes com DRGE e tem eficácia comprovada.
- Verdadeiro. A EDA, na DRGE, serve para pesquisar complicações, afastar câncer e outras patologias.
Complicações da DRGE:
- Esôfago de Barrett;
- Esofagite de refluxo;
- Estenose péptica do esôfago;
- Úlcera esofágica;
- Sintomas respiratórios.
- Verdadeiro. A DRGE não é indicação para erradicação da H. pylori.
- Falso. As medidas antirrefluxo são indicadas para todos os pacientes com DRGE e tem eficácia controversa.
- DRGE
- TTO clínico inicial?
- Paciente que não responde ao TTO clínico em 8 semanas, eu devo.?
- Quais as indicações de tto cirúrgico?(5)
- Quais exames pedir antes de realizar o tto cirúrgico?(2)
- Principal técnica cirúrgica?
TTO clínico inicial:
- IBP em dose plena (Omeprazol 20 mg / Lanso 30 mg / Panto 40 mg) + medidas antirrefluxo, por 4 a 8 semanas.
Paciente que não responde ao TTO clínico em 8 semanas, eu devo:
- Dobrar a dose do IBP e realizar por mais 12 semanas.
Quais as indicações de tratamento cirúrgico:
- Alternativa ao uso crônico;
- Complicações: estenose; úlcera;
- Pacientes impossibilitados do uso de terapia de manutenção;
- Associação com hérnia de hiato;
- Refratariedade ao tratamento clínico.
Quais exames pedir antes de realizar o tratamento cirúrgico:
- pHmetria 24 horas: confirma DRGE;
- Esofagomanometria: procura aperistalse e auxilia na escolha da técnica.
Principal técnica cirúrgica: Fundoplicatura total (de Nissen)
- Consiste no envolvimento completo de 360º do esôfago distal pelo fundo gástrico, formando uma válvula anti-refluxo.

- DRGE
- Qual a indicação da fundoplicatura parcial?
- Fundoplicatura parcial: técnicas? (anterior x posterior)
- V ou F? Na fundoplicatura parcial anterior de Thal, há o envolvimento de 180º do esôfago distal pelo fundo gástrico, formando uma válvula anti-refluxo.
- V ou F? Na fundoplicatura parcial anterior de Thal-hatafuku, há o envolvimento de 90º.
- V ou F? Na fundoplicatura parcial anterior de Toupet-Lind, há o envolvimento de 270º.
Qual a indicação da fundoplicatura parcial:
- Aperistalse esofagiana.
Fundoplicatura parcial: técnicas: (anterior x posterior)
- Anterior: Dor (180º) e Thal-Hatafuku (90º);
- Posterior: Toupet-Lind (270º).
- Falso. Na fundoplicatura parcial anterior de Dor, há o envolvimento de 180º do esôfago distal pelo fundo gástrico, formando uma válvula anti-refluxo.
- Verdadeiro. Na fundoplicatura parcial anterior de Thal-hatafuku, há o envolvimento de 90º.
- Falso. Na fundoplicatura parcial posterior de Toupet-Lind, há o envolvimento de 270º.

- DRGE
- Fundoplicatura anterior parcial: Dor x Thal.
- V ou F? A técnica de fundoplicatura parcial de Lind-Toupet consiste num envolvimento anterior do esôfago de 270º.
Fundoplicatura anterior parcial:
- “Qual dor é maior: a dor que mede 90 ou a dor que mede 180? R.: a Dor de 180º”
- Falso. A técnica de fundoplicatura parcial de Lind-Toupet consiste num envolvimento posterior do esôfago de 270º.
“Pra ficar Lindo joga o Toupet pra trás (posterior)”

- Esôfago de Barrett
- E.B., Definição histológica?
- O DX de E.B. é confirmado por..?(2)
- Classificação de Savary-Miller? (grau)
- E.B., Sequência evolutiva até o desenvolvimento de câncer?(4º)
- V ou F? O esôfago de Barrett é uma lesão precursora do adenocarcinoma invasivo de esôfago.
Definição histológica:
- Metaplasia intestinal: Substituição de epitélio escamoso estratificado do esôfago por epitélio colunar do intestino.
DX de E.B. é confirmado por:
- Endoscopia e biopsia patológica:
células caliciformes.
(a EDA somente levanta suspeita)
Classificação de Savary-Miller?: (grau)
- Grau V (mucosa de coloração “vermelho-salmão”).
Sequência evolutiva até o desenvolvimento de câncer:
- Metaplasia intestinal → 2. Displasia de baixo grau → 3. Displasia de alto grau (CA in situ) → 4. Adenocarcinoma invasivo
- Verdadeiro. O esôfago de Barrett é uma lesão precursora do adenocarcinoma invasivo de esôfago.

- Esôfago de Barrett
- CD para pct: Sem displasia?
- CD para pct: Com displasia de baixo grau?
- CD para pct: Com displasia de alto grau?
- CD para pct com: Adenoca. invasivo?
- Qual região do estômago é responsável pela maior parte da produção ácida?
- Células responsáveis pela produção ácida do estômago?
- Quais fatores estimulam as células parietais e, consequentemente, a produção ácida?(3)
- Células que produzem gastrina? Onde? Qual seu efeito?
- Células que produzem somatostatina? Onde? Qual seu efeito?
Sem displasia:
- Nova EDA com 3-5 anos.
Displasia de baixo grau:
- 2 EDAs no 1º ano e, após, anualmente.
Displasia de alto grau:
- Ressecçao endoscopica ou ablaçao.
Adenoca. invasivo:
- Esofagectomia.
Qual região do estômago é responsável pela maior parte da produção ácida:
- Fundo gástrico. (há maior população das células parietais)
Células responsáveis pela produção ácida do estômago:
- Parietais.
Quais fatores estimulam as células parietais e, consequentemente, a produção ácida:
- Nervo vago;
- Células G, presentes no antro.
- Histamina.
Células que produzem gastrina / Onde / Qual seu efeito:
- Células G (“Gastrina”).
- Antro gástrico;
- Estimulação das células parietais: ↑H+.
Células que produzem somatostatina / Onde / Qual seu efeito:
- Células D;
- Antro gástrico;
- Inibição da gastrina: ↓H+.

- Esôfago de Barrett
- V ou F? A ativação vagal no estômago bloqueia as células parietais, diminuindo a produção de ácido.
- Principal substância responsável pela manutenção da barreira mucosa gástrica?
- A _ (somatostatina/gastrina) tem efeito estimulante sobre a produção ácida enquanto que a _ (somatostatina/gastrina) tem efeito inibitório.
- Úlcera _ (gástrica/duodenal) é a mais comum.
- Falso. A ativação vagal no estômago estimula as células parietais, aumentando a produção de ácido.
Principal substância responsável pela manutenção da barreira mucosa gástrica:
- Prostaglandinas.
- A (gastrina) tem efeito estimulante sobre a produção ácida enquanto que a (somatostatina) tem efeito inibitório. Macete: a Gastrina estimula (ponto “G”)😏
- Úlcera (duodenal) é a mais comum.
- HDB
- Causas?💡
- E qual e a 1º e 2º causa?
Causas de HDB: “DICA“
- 1º: Divertículo (Meckel em crianças/adultos): IG
- Inflamação (Crohn/RCU): ID, IG
- Câncer: IG
- 2º: Angiodisplasia: ID
- Hemorragia digestiva
* Esquematize a CD da hemorragia digestiva?

- AdenoCA colorretal
- CA colorretal, QC em cólon direito? (3)
- CA C., QC em cólon esquerdo?(2)
- CA. C., QC em reto?(3)
- CA colorretal, Dx?(2+)
- CA colorretal, Acompanhamento após o Dx?
- V ou F? Dx do CA colorretal pode ser realizado por retossigmoidoscopia.
AdenoCA colorretal:
QC em cólon direito:
- Anemia ferropriva;
- Massa palpável;
- Melena.
QC em cólon esquerdo:
- Diarreia e constipação.
QC em reto:
- Hematoquezia;
- Fezes em fita;
- Tenesmo.
Dx:
- Colonoscopia + biópsia.
Acompanhamento após o Dx:
- Antígeno carcinoembrionário (CEA).
- Falso. A retossigmoidoscopia não detecta tumores sincrônicos altos.
- Apendicite Aguda
- Principais causas de obstrução do apêndice?(5)
- CD, numa apendicite Precoce/simple (< 48h) sem complicações?(3+)
- CD, numa Apendicite Massa complicada/tardia (>48h)?(1)
- CD, numa Apendicite com Fleimão (< 4 cm)?(3º)
- CD, numa Apendicite com Abscesso (> 4 cm)?(4+)
Principais causas de obstrução do apêndice:
- Fecalito;
- Hiperplasia linfoide;
- Neoplasias;
- Corpo estranho;
- Parasitos.
CD numa apendicite Precoce (< 48h) sem complicações:
- Dieta zero +
- ATB profilático (<em>CEFOTIXINA 1 dose</em>) +
- Apendicectomia (aberta ou VLP)
CD numa Apendicite Tardia (>48h) ou Massa Complicada:
Avaliar se há peritonite difusa:
- Sim? Repor volemia + ATB + cirurgia.
- Não? Pedir TC.
CD numa Apendicite com Fleimão (< 4 cm):
- ATB (Cef 3ºG + Metro) +
- Colono em 4-6 semanas +
- Apendicectomia em 6-8 semanas
CD numa Apendicite com Abscesso (> 4 cm):
- DRENAR +
- ATB (Cef 3ºG + Metro) +
- Colono em 4-6 semanas +
- Apendicectomia em 6-8 semanas
- Apendicite Aguda
- Grupos de pacientes que podem ser submetidos à exames de imagem?(4)
- Vascularizaçao do apendice e rama?
- O fator mais significativo no desenvolvimento da apendicite aguda é?
- E se não era apendicite, Outras causas?(4)
- V ou F? O risco de perfuração da apendicite aguda é CIA: Criança > Idoso > Adulto.
Grupos de pacientes que podem ser submetidos à exames de imagem:
- Criança;
- Idoso;
- Mulheres;
- Gestantes.
Vascularizaçao do apendice e rama:
- Artéria apendicular, rama da ileocecocólica.
Fator mais significativo no desenvolvimento da apendicite aguda é:
- Obstrução do lúmen
E se não era apendicite, Outras causas:
- Diverticulite de Meckel Meckel
- Causas ginecológicas
- Doença inflamatória (Crohn?)
- Apendicite branca: remover o apêndice (Evitar confusão diagnóstica posterior)
- Falso. O risco de perfuração da apendicite aguda é ICA: Idoso > Criança > Adulto.
- Apendicite Aguda
- Pontuação do escore de Alvarado que autoriza o diagnóstico clínico?
- Sinais ao exame físico?(8)
- Exames de imagem? O que mostram?
Pontuação do escore de Alvarado que autoriza o diagnóstico clínico:
- > 7. (se < 7: solicitar exame de imagem)
Sinais ao exame físico:
- Blumberg;
- Rovsing;
- Dunphy;
- Obturador;
- Lenander;
- Psoas;
- Lapinsky;
- Aaron.
Exames de imagem / O que mostram:
- USG e TC.
- Espessamento da parede e lesão em alvo. (diâmetro AP > 7 mm em ambos)

- Apendicite Aguda
- Sinal de Lenander.?
- Sinal de Lapinsky.?💡
- Sinal de Dunphy.?

Sinal de Lenander:
- Tºretal > Taxilar em pelo menos 1º C.
Sinal de Lapinsky:
- “LApinsky: eleva o membro LÁ pra cima”: Dor à compressão da FID enquanto eleva o membro inferior esticado.
Sinal de Dunphy:
- Dor em FID que piora com a tosse.
Sinal de Blumberg:
- Dor à descompressão brusca no ponto de McBurney.
*Atualmente é descrito como descompressão ampla dolorosa (não só no ponto de McBurney).
Sinal de Rovsing:
- Dor na FID ao comprimir a FIE.
Sinal do Obturador:
- Flexão passiva da perna sobre a coxa e da coxa sobre a pelve + rotação interna da coxa.
Sinal do Psoas:
- Em decúbito lateral esquerdo, o examinador realiza a hiperextensão passiva de membro inferior direito (ou flexão ativa contra resistência).

- Sd. diarreica
- A diarreia é aguda é crônica, quanto ela dura.?
- Caracterize a diarreia alta (delgado).?(3)💡
- Caracterize a diarreia baixa (colônica).?(3)💡
Diarreia é aguda é crônica, quanto ela dura:
- < 3 semanas é > 3 semanas.
Diarreia alta (delgado):
- Alto volume;
- Baixa frequência;
- Sem tenesmo.
Diarreia baixa (colônica):
- Baixo volume;
- Alta frequência (> 10 evacuações);
- Com tenesmo: desejo urgente de defecar e com eliminação de quantidade mínima de fezes.
- Sd. diarreica
- Classifique: diarreia pouco volumosa + disenteria há 3 dias + tenesmo + muco + febre alta + crise convulsiva generalizada. Pensar em…?
- Classifique: diarreia volumosa há 2 meses, sem sangue/muco/pus + perda de peso + anemia + dermatite herpetiforme. Pensar em…?
- Baixa, invasiva e aguda, (pensar em shigelose)
- Alta, não invasiva, crônica, (pensar em disabsortiva - doença celíaca)
- Diarreia aguda
* Diarreia aguda, Etiologias infecciosas? (4)
Virús (+ comum):
- Rotavírus, Coronavírus, Adenovírus, Calicivírus (em especial o norovírus) e Astrovírus.
Bactérias (padrão disentérico):
- E. coli enteropatogênica clássica, E. coli enterotoxigenica, E. coli enterohemorrágica, E. coli enteroinvasiva, E. coli enteroagregativa18,
- Salmonella,
- Shigella,
- Campylobacter jejuni,
- Vibrio cholerae,
- Aeromonas,
- Pleisiomonas,
- Yersinia.
Parasitos:
- Entamoeba histolytica, Giardia lamblia,
- Cryptosporidium,
- Isosopora.
Fungos:
- Candida albicans.
- Diarreia aguda
- Principal agente causador em crianças?
- Principal agente causador em adultos?
- Principal agente (independente de faixa etária)?
Principal agente causador em crianças:
- Rotavírus. (grave / < 2 anos)
Principal agente causador em adultos:
- Norovírus.
Principal agente (independente de faixa etária):
- Rotavírus.
- Diarreia aguda (disenteria)
- Característica da Salmonella?
- Característica do Clostridium difficile?
- Característica da Shigella?(5)
- Característica da Campylobacter jejuni?
- Característica da Campylobacter e Yersinia (pseudotuberculosis / enterocolítica)?
- Característica da Vibrio cholerae (cólera)?(5)
Característica da Salmonella:
- Diarreia aguda bacteriana + infecções à distância.
Característica do Clostridium difficile:
- Diarreia aguda bacteriana + colite pseudomembranosa.
Característica da shigella:
- Diarreia aguda bacteriana;
- 2ª mais envolvida com a SHU;
- Alterações no SNC:
- Cefaleia;
- Alteração de consciência;
- Crise convulsiva.
Característica da Campylobacter jejuni:
- Diarreia aguda bacteriana + envolvimento na Sd de Guillain-Barré.
Característica da Campylobacter e Yersinia (pseudotuberculosis / enterocolítica):
- Diarreia aguda bacteriana + pseudoapendicite.
Característica da Vibrio cholerae (cólera):
- Diarreia aguda bacteriana;
- Aquosa (“Água de arroz”);
- Volumosa (até 20 L/dia);
- Desidratação grave e distúrbio eletrolítico;
- Pode ser fatal.
- Dç celíaca
- “Gatilho” imunológico?
- Clínica? (4)
- Condições associadas?(4)
- Características das lesões herpertiformes?(4)
- Exames diagnósticos?(3)
- Anticorpos (screening)?(3)💡
- TTO?
Dç celíaca
“Gatilho” imunológico:
- Gliadina (derivado do glúten).
Clínica:
- Assintomático;
- Disabsorção parcial (cálcio, ferro, gordura): osteoporose, anemia, esteatorreia;
- Paranoia, depressão, ataxia (incoordenação motora);
- Miopatia: atrofia glútea. (variável e inespecífica)
Condições associadas:
- Dermatite herpetiforme;
- Síndrome de Down;
- Deficiência de IgA;
- Risco ↑ de linfoma e adenocarcinoma de jejuno.
Características das lesões herpertiformes:
- Causadas por IgA;
- Lembram lesões herpéticas;
- Mais comuns em região extensora de cotovelo;
- Relacionadas à autoimunidade.
Exames diagnósticos:
- EDA + biópsia, e/ou sorologia.
Anticorpos (screening): “**GET**“
- AntiGliadina IgA/IgG (crianças < 18 meses);
- AntiEndomísio IgA (mais específico);
- AntiTransglutaminase IgA/IgG (mais acurado).
Tratamento:
- Dieta 100% isenta de glúten!
*Abdome agudo
- Classificaçao de abdome agudo e etiologia mais comum?(5)
Classificaçao de abdome agudo e etiologia mais comum:
- Inflamatório: apendicite aguda.
- Obstrutivo: bridas.
- Perfurativo: úlcera péptica perfurada.
- Vascular: embolia da artéria mesentérica superior.
- Hemorrágico: gravidez ectópica rota.
*Abdome agudo
- Raios X do abdome agudo, Protocolo DX?(3)
- E tem a principal importância na suspeita de qual tipo de abdome agudo?(2)
Protocolo DX raios X do abdome agudo:
- Raio-x de tórax PA
- Abdome AP em ortostase ou DCLE
- Abdome AP em decúbito.
E tem a principal importância na suspeita de qual tipo de abdome agudo:
- Obstrução intestinal ou perfuração de víscera oca
*Abdome agudo INFLAMATÓRIO
- Etiologias?
Etiologias do abdome agudo INFLAMATÓRIO:
- Apendicite aguda → principal causa
- Colecistiteaguda aguda
- Pancreatite aguda
- Diverticulite
- Doença inflamatória pélvica
Hemorrágia
- Classificao do choque?

*Abdome agudo HEMORRÁGICO
- Etiologias?(4)
- Secreções que Mais/Menos irritam o peritônio?
- O abdome agudo hemorrágico provoca defesa ou contratura abdominal?
Etiologias abdome agudo hemorrágico:
- Gravidez ectópica rota
- Cisto ovariano roto
- Aneurismas rotos (aneurisma da artéria esplênica)
- Rotura de tumor hepático (adenoma hepático)
Secreções que Mais/Menos irritam o peritônio:
- Mais irritante: suco gástrico/Menos irritante: sangue
O abdome agudo hemorrágico provoca defesa ou contratura abdominal:
- Nao provoca
*Abdome agudo HEMORRÁGICO
- Classes de choque, disenhe?(4)

*Abdome agudo HEMORRÁGICO
- Tumor hepático roto, TTO?
TTO do tumor hepático roto:
- Embolização (Evitar hepatectomiade emergência)
*Abdome agudo PERFURATIVO
- Sinal de Jobert? E que sugere?
Sinal de Jobert / E que sugere:
- Perda da macicez hepática à percussão/sinal de Jobert sugere pneumoperitônio e exploração cirúrgica na ausência do sinal de Chilaiditi.
*Abdome agudo PERFURATIVO
- Etiologias?
- Sinal de Jobert?
Etiologias abdome agudo perfurativo:
- Úlcera péptica
- Divertículos de cólon
- Doença inflamatória intestinal
- Corpo estranho
Sinal de Jobert:
- Perda da macicez hepática
Cirurgia
- Explique e disenhe a operação de Hartmann?
O cólon sigmóide é retirado, o reto é fechado e uma colostomia é realizada. A colostomia é então fechada tardiamente (geralmente cerca de 3 meses após), com restauração da continuidade do cólon.

*Abdome agudo VASCULAR
- Etiologias?
- QC? (5)
- RX?
Etiologias de abdome agudo VASCULAR:
- Embolia da art. mesenterica 50%
- Insuf. vascular nao oclusiva 20-30% ← Drogas vasoativas
- Trombose da art. mesenterica 15-20%
- Trombose da veia mesenterica
Dx:
- Historia anterior de arteriopatia cronica, IAM, AVC, claudicaçao abdominal, arritmias.
- Desproporçao entre clinica e exame fisico
- Acidose metabolica
- Leucocitose intensa, com desvio a esquerda
- Toque retal sanguinolento, geleia de framboesa
Rx:
- Impressoes digitoformes (acumulo de liquido na mucosa)
- Pneumatose intestinal
- Aeroportograma
*Abdome agudo VASCULAR
- Exame complementar que confirma o Dx?
- TTO?
Exame complementar que confirma o dx de abdome agudo VASCULAR:
- Arteriografia
Tto quando NAO ha necrose:
- Embolia arterial: Embolectomia
- Trombose arterial: Revascularizaçao
- Trombose venosa: Anticoagulaçao
- Isquemia nao oclusiva: Papaverina
Tto quando HA necrose:
- Laparotomia com ressecçao de areas inviaveis
- Necrose extensa→Sd de intestino curto ↑mortalidade
Cirurgia

- Kocher
- Media
- McBurney
- Batlle
- Lanz
- Paramedia
- Transversa
- Rutherford morison
- Pfannensteal

Cirurgia



- SINAIS DE OBSTRUÇÃO INTESTINAL

- PNEUMOPERITÔNIO

- SINAIS DE OBSTRUÇÃO INTESTINAL

- CHILAIDITI:

Apendicite Aguda
Dados indiretos (diagnóstico diferencial)
- Nível hidroaéreo em FID
- Apagamento do psoas e gordura pré-peritonealperitoneal peritoneal
- Imagem de fecalito
- Escoliose antálgica
- Pneumoperitônio raro em apêndice perfurado (1 a 2%)

- Abdome agudo obstructivo

- Abdome agudo obstructivo

- Pneumobilia

- Pseudo-obstrução colônica aguda (Sd de ogilvie)

- Pneumoperitônio

- Pneumoperitônio em decúbito lateral

- Raios X chilaiditi

- Pneumatose intestinal: Impressoes digitoformes (acumulo de liquido na mucosa)




Anatomía
- Quais os ramos do tronco celíaco?
- O tronco celíaco irriga quais estruturas?(5)
- Artéria mesentérica superior irriga quais estruturas?
- Artéria mesentérica inferior irriga quais estruturas?
- Artérias marginais e o arco de Riolan derivam de qual artéria?
Ramos do tronco celíaco:
- A. gastrica esquerda
- A. esplenica
- A. hepatica comum
O tronco celíaco irriga estruturas:
- Estômago;
- Duodeno;
- Fígado;
- Baço;
- Pâncreas.
A artéria mesentérica superior irriga quais estruturas:
- Intestino delgado;
- Ceco;
- Cólon ascendente;
- Cólon transverso.
A artéria mesentérica inferior irriga quais estruturas:
- Cólon transverso;
- Descendente;
- Sigmóide;
- Reto superior.
As artérias marginais e o arco de Riolan derivam de qual artéria:
- Mesentérica superior.

Anatomía
- Art. gástrica direita (pilórica) é ramo da artéria.?
- Artéria gástrica esquerda é ramo do.?
- Artéria gastroepiplóica direita é ramo da artéria.?
- A. gastroepiplóica esquerda é ramo da artéria.?
- Linha Z marca a transição entre quais epitélios.?
- O 1/3 sup. do esôfago é composto de músculo.?
- Os 2/3 infer. do esôfago é composto de músculo.?
- Quais os plexos nervosos que controlam a peristalse?(2)
A artéria gástrica direita (pilórica) é ramo da artéria:
- Hepática própria.
A artéria gástrica esquerda é ramo do:
- Tronco celíaco.
A artéria gastroepiplóica direita é ramo da artéria:
- Gastroduodenal.
A artéria gastroepiplóica esquerda é ramo da artéria:
- Esplênica.
A Linha Z marca a transição entre quais epitélios:
- Escamoso (esôfago) e colunar (gástrico).
- O 1/3 superior do esôfago é composto de músculo (esquelético), sendo controlado de forma voluntária.
- Os 2/3 inferiores do esôfago é composto de músculo (liso), sendo controlado de forma involuntária.
Plexos nervosos que controlam a peristalse:
- Auerbach e Meissner.

- Úlcera péptica
- Úlceras pépticas causadas por hipocloridria?
- Úlceras pépticas causadas por hipercloridria?
- Localização da Úlcera gástrica tipo I.?
- Localização da Úlcera gástrica tipo II.?
- Localização da Úlcera gástrica tipo III.?
- Localização da Úlcera gástrica tipo IV.?
- Localização da
me quede en Síndrome disfágica e dispéptica
Úlceras pépticas causadas por hipocloridria:
- Gástrica I: pequena curvatura baixa;
- Gástrica IV: pequena curvatura alta.
“H<strong>ipo</strong>cloridria = as da <strong>hipo</strong>curva <strong>14</strong> do estômago (tipo <strong>I </strong>e<strong> IV</strong>)”
Úlceras pépticas causadas por hipercloridria:
- Gástrica II: corpo gástrico;
- Gástrica III: pré-pilórica;
- Duodenal.
“<strong>Hiper</strong>cloridria = as da<strong> hiper</strong>curva <strong>23D</strong> (tipo <strong>II </strong>e <strong>III</strong> + <strong>D</strong>uodenal)”
