2. GIN Flashcards
- Mastalgia
- 3 principais características da Mastalgia Cíclica?
- Principal característica da Mastalgia Acíclica?
- Principais causas da Mastalgia Acíclica? (5)
- Primeiro passo na investigação da Mastalgia Acíclica?
Principais características da Mastalgia Cíclica
- ↑ na fase lútea;
- Bilateral;
- Típica da AFBM.
Principal característica da Mastalgia Acíclica:
- Unilateral.
Principais causas da Mastalgia Acíclica:
- Mastites, nevralgia, angina, ectasia ductal e esteatonecrose.
Primeiro passo na investigação da Mastalgia Acíclica:
- Confirmar se dor é mamária ou extramamária.
- Mastalgia
- TTO não-medicamentoso da mastalgia?(2)
- TTO medicamentoso da mastalgia?(5)
TTO não-medicamentoso da mastalgia:
- Orientar (mastalgia não é sintoma de CA);
- Sustentação das mamas (resolve 90%).
TTO medicamentoso da mastalgia:
- Tamoxifeno (+ eficaz);
- Danazol;
- Análogos GnRH;
- Gestrinona;
- Dor extramamária: AINE/analgésico.
- Derrame papilar
- Principal causa de derrame papilar lácteo?(3)
- 2 principais causas do derrame papilar multicolor (verde/amarelo/marrom)?
- Principal causa de derrame papilar sanguinolento? / Causa mais grave?
- Quando investigar derrame papilar?(4)💡
- Como realizar a investigação de derrame papilar?
Principal causa de derrame papilar lácteo: Hiperprolactinemia
- Fisiológica (gestação): bilateral, multiductal, à expressão;
- Prolactinoma (TSH);
- Medicamentosa (antagonistas da dopamina): plasil, ranitidina, neurolépticos.
Causas do derrame papilar multicolor:
- AFBM (afecções benignas da mama);
- Ectasia ductal.
Principal causa de derrame papilar sanguinolento / Causa mais grave:
- Papiloma intraductal. / Câncer.
Quando investigar derrame papilar: Quando EUU vou Investigar?
- Espontâneo;
- Uniductal;
- Unilateral;
- Indica câncer (água de rocha/sanguinolento).
Como realizar a investigação de derrame papilar:
- Biópsia! (citologia negativa não exclui diagnóstico)
- Nódulos de mama palpáveis
- Como investigar nódulos de mama palpáveis?
- CD para nódulo sólido na PAAF?(3)
- Em caso de nódulo cístico com líquido sanguinolento ou nódulo residual ou > 2 recidivas de cisto simples na PAAF, o que fazer?
- Nódulo Cístico com MMG/USG alteradas, devemos…?
Como investigar nódulos de mama palpáveis:
- PAAF. (não é exame de imagem).
CD para nódulo sólido na PAAF:
- Citologia;
- MMG/USG;
- Biópsia.
Em caso de nódulo cístico com líquido sanguinolento ou nódulo residual ou > 2 recidivas de cisto simples na PAAF, o que fazer:
- Citologia;
- MMG/USG;
- Biópsia.
Nódulo Cístico com MMG/USG alteradas, devemos:
- biopsiar.
- Nódulos de mama palpáveis
- CD para cisto com MMG/USG normais?
- Características clínicas de um nódulo benigno?(4)
- Características clínicas de um nódulo maligno?(4)💡
- Quadrante mais acometido pelo CA de mama?
CD para cisto com MMG/USG normais:
- Seguimento.
Características clínicas de um nódulo benigno:
- Móvel;
- Regular;
- Fibroelástico;
- Sem retração de pele.
Características clínicas de um nódulo maligno: “AREIA“
- Aderido;
- Retração de pele;
- Endurecido (pétreo);
- IrregulAr;
Quadrante mais acometido pelo CA de mama:
- Quadrante superior lateral (50%). (maior densidade de tecido glandular)

- Nódulos de mama palpáveis
- Principal função da PAAF?
- 3 principais indicações de USG na avaliação de nódulo mamário?
Principal função da PAAF:
- Diferenciar nódulos císticos dos sólidos. (solicitar biópsia caso suspeite de malignidade)
Principais indicações de USG na avaliação de nódulo mamário:
- MMG inconclusiva (Bi-rads 0);
- Mamas densas (jovens e gestantes);
- Diferenciar cístico x sólido.

- Nódulos de mama palpáveis
* Sinais ultrassonográficos sugestivos de benignidade? (4)
Sinais ultrassonográficos sugestivos de benignidade: “BAR Homogêneo“
- Bem delimitado;
- Anecoico;
- Reforço Acústico Posterior;
- Homogêneo.

- Nódulos de mama palpáveis
- Sinais ultrassonográficos sugestivos de malignidade? (5)
- Indicações da ressonância na investigação de patologias na mama? (7)
- Sensibilidade e especificidade da ressonância na investigação de patologias na mama? / E desvantagens?(2)
Sinais ultrassonográficos sugestivos de malignidade:
- Misto (cístico + sólido);
- Heterogêneo;
- Mal delimitado;
- Sombra Acústica Posterior;
- Diâmetro craniocaudal > laterolateral.
Indicações da ressonância na investigação de patologias na mama:
- Prótese mamária;
- Múltiplas cirurgias (cicatriz no parênquima);
- BIRADS 0 (inconclusiva);
- Estudo de mama contralateral;
- Avaliar focos secundários;
- Rastreio de recidiva local / metástases
- (↑ especificidade para implantes ósseos).
Sensibilidade e especificidade da ressonância na investigação de patologias na mama:
- Alta sensibilidade e baixa especificidade (35-50%). (não é rastreio de CA)
(valor preditivo positivo de 100% para Tu > 2 mm)
Desvantagens da ressonância na investigação de patologias na mama:
- Não mostra microcalcificações;
- Não mostra lesões < 2 mm.

- Nódulos de mama palpáveis
- Único exame capaz de mostrar microcalcificações?
- Exame padrão-ouro para avaliação do parênquima mamário?
Único exame capaz de mostrar microcalcificações:
- Mamografia.
Exame padrão-ouro para avaliação do parênquima mamário:
- Mamografia.
- Tumores benignos
* Lesoes benignas da mama?(4)
Lesoes benignas da mama:
- Fibroadenoma
- Tumor filoide
- Esteatonecrose
- AFBM
- Tumores benignos
- Tumor sólido benigno mais comum da mama? Idade pico de incidência?
- Padrão de calcificação característico dos fibroadenomas?
- Indicações de retirada de fibroadenomas? (2)
- Tumor semelhante ao fibroadenoma, mas com crescimento rápido?
Tumor sólido benigno mais comum da mama/Idade pico de incidência:
- Fibroadenoma. (mulheres jovens: 25-35 anos)
Padrão de calcificação característico dos fibroadenomas:
- Calcificação em pipoca.
Indicações de retirada de fibroadenomas:
- Lesões muito grandes;
- Mulheres > 35 anos.
Tumor semelhante ao fibroadenoma, mas com crescimento rápido:
- Tumor filoide.

- Tumores benignos
- principais características do Tumor Filoide?(2)
- CD preconizada para Tumores Filoides?
- 3 principais fatores de risco para Esteatonecrose Mamária?
- AFBM, Tríade clássica?(3)💡
características do Tumor Filoide:
- Crescimento absurdamente rápido;
- Agressivo, apesar de ser considerado benigno.
CD preconizada para Tumores Filoides:
- Ressecção com margens cirúrgicas livres.
Principais fatores de risco para Esteatonecrose Mamária:
- Trauma;
- Mamoplastia;
- RT.
AFBM Tríade clássica: “MAC“
- Mastalgia cíclica;
- Adensamentos;
- Cistos.
- Rastreio do câncer de mama
- Segundo o MS, o autoexame no rastreio do câncer de mama..?
- Esquemas de rastreio do CA de mama para pcts de baixo risco, pelo MS? (2)
- Esquemas de rastreio do CA de mama para pcts de alto risco, pela SBM? (2)
O autoexame no rastreio do câncer de mama:
- Não é mais recomendado. (independente da idade)
Rastreio do CA de mama para pcts de baixo risco:
- 40-49 anos: ECM anual. Se alterado: MMG;
- 50-69 anos: ECM anual + MMG bienal.
Rastreio do CA de mama para pcts de alto risco:
- 35-40 anos: uma MMG (para ter como controle);
- > 40 anos: MMG anuais.
- Rastreio do câncer de mama
- Paciente alto risco de CA de mama? (3)
- Esquema de rastreio em pacientes alto risco para CA de mama, pelo MS?(2+)
Paciente alto risco de CA de mama:
- Parente 1º grau com CA < 50 anos, ou CA mama bilateral/CA ovário;
- Parente masculino com CA de mama;
- Lesão mamária proliferativa com atipia ou neoplasia lobular in situ.
Rastreio em pacientes alto risco para CA de mama:
- Exame clínico + MMG a partir dos 35 anos.
- Câncer de mama
* BIRADS 0? Conduta?
BIRADS 0
- Inconclusiva.
- CD: Avaliação complementar por USG ou RNM.

- Câncer de mama
- BIRADS 1? Conduta?
- BIRADS 2? Conduta?
BIRADS 1:
- Exame normal.
- CD: Manter seguimento de acordo com a idade.
BIRADS 2:
- Alterações benignas.
- CD: Manter seguimento de acordo com a idade.

- Câncer de mama
- BIRADS 3? Conduta? Quando BIRADS 3 deve regredir a BIRADS 2?
- BIRADS 4? Conduta?
BIRADS 3:
- Provavelmente benigno.
- CD: Repetir MMG em 6 meses.
Após 2 anos de investigação com exames normais.
BIRADS 4:
- Achados suspeitos de malignidade.
- CD: Biópsia.
- Câncer de mama
- BIRADS 5? Conduta?
- Achados clássicos de BIRADS 5? (2)
BIRADS 5:
- Achados altamente sugestivos de malignidade.
- CD: Biópsia.
Achados clássicos de BIRADS 5:
- Nódulo denso e espiculado;
- Microcalcificações pleomórficas agrupadas ou em trajeto ductal.

- Câncer de mama
- BIRADS 6? (2)
- Idade pico de incidência do CA de mama?
- Fatores de risco para câ. de mama? (9)
BIRADS 6:
- Lesão já diagnosticada como CA;
- Demanda história clínica, não apenas pela imagem.
Idade pico de incidência do CA de mama:
- 45 - 50 anos.
Fatores de risco para câ. de mama:
- ♀;
- Reposição Hormonal;
- História familiar (1º grau);
- Dieta ↑gorduras;
- ACO;
- Nuliparidade ou primipariade tardia;
- Menacme prolongada;
- Carcinoma in situ/hiperplasias atípicas;
- Antecedente de neoplasias ginecológicas.

- Câncer de mama
- Percentagem de CA de mama associada à história familiar positiva?.
- V ou F? Fibroadenomas complexos é fator de risco para CA de mama.
- 2 principais genes de mutações associadas ao câncer de mama?
- Tipo histológico mais comum no CA de mama?
Percentagem de CA de mama associada à história familiar positiva:
- 10%.
- Verdadeiro. Fibroadenomas complexos é fator de risco para CA de mama.
Genes de mutações associadas ao câncer de mama:
- BRCA-1 e BRCA-2.
Tipo histológico mais comum no CA de mama:
- Carcinoma Ductal Infiltrante (CDI). Nódulo unilateral.
- Câncer de mama
- Tumor de mama com pior progóstico e metastatização precoce? E aparência da pele típica?
- Principais características do CA de Paget (mama)?(4)
- Principal dx diferencial do CA de Paget?Como diferenciar? (3)
Tumor de mama com pior progóstico e metastatização precoce:
- Carcinoma inflamatório./ Pele em casca de laranja.
Características do Carcinoma de Paget (mama):
- Descamação unilateral;
- Evolução lenta;
- Destruição de papila;
- Evolução centrífuga.
Principal dx diferencial do CA de Paget:
- Eczema areolar.
- Bilateral; não destrói papila; responde ao corticoide.
(Paget → unilateral; faz destruição da papila; não responde ao corticoide)

- Câncer de mama
* Principal marcador prognóstico do CA de mama?
Principal marcador prognóstico do CA de mama:
- Acometimento dos LFND axilares.
- Ca. de colo uterino
Classificação de Bethesda para lesões de colo uterino? (5)
Classificação de Bethesda para lesões de colo uterino:
- ASC-US (Lesão escamosa atípica de significado indeterminado);
- ASC-H (Lesão escamosa atípica que não se pode excluir lesão de alto grau);
- AGC (AGUS) (Células glandulares atípicas);
- LIE-BG (LSIL) ;
- LIE-AG (HSIL) CA in situ.;
- CA invasor.
- Ca. de colo uterino
- (LSIL)? CD?
- ASC-US? CD?
- ASC-H? CD?
- AGC (AGUS)? CD?
- LIE-AG (HSIL)? CD?
LSIL:
- Lesão intraepitelial de baixo grau; Repetir o preventivo.
< 25a: em 3 anos;
≥ 25a: em 6 meses.
2x LIE-BG =Colposcopia.
ASC-US:
- Lesão escamosa atípica de significado indeterminado; Repetir o preventivo.
≤ 25 anos: em 3 anos;
26-29 anos: em 12 meses;
≥ 30 anos: em 6 meses.
ASC-H:
- Lesão escamosa atípica que não se pode excluir lesão de alto grau; Colposcopia.
AGUS:
- Células glandulares atípicas; Colposcopia.
(se AGC: investigar canal cervical)
HSIL:
- CA in situ, Lesão epitelial de alto grau. Colposcopia**.
- Ca. de colo uterino
- Situação de LIE-BG ou ASC-US indicando colposcopia?
- Equivalentes Bethesda e OMS da NIC I?
- Equivalentes Bethesda e OMS da NIC II e NIC III?
Situação de LIE-BG ou ASC-US indicando colposcopia:
- 2 exames seguidos com o mesmo resultado.
- LIE-BG (LSIL) e displasia leve.
- LIE-AG (HSIL), e displasias moderada e acentuada.
- Ca. de colo uterino
- Na vigência de infecção por HPV, qual outra infecção predispõe ao aparecimento de lesões malignas?
- Subtipos de HPV mais oncogênicos?(2)
- Subtipos de HPV mais relacionados ao condiloma acuminado?(2)
- Número de doses da vacina contra o HPV? /Intervalo?
Na vigência de infecção por HPV, qual outra infecção predispõe ao aparecimento de lesões malignas:
- HIV.
Subtipos de HPV mais oncogênicos:
- 16 e 18. (16 é o mais oncogênico)
Subtipos de HPV mais relacionados ao condiloma acuminado:
- 6 e 11. (baixo potencial oncogênico)
Número de doses da vacina contra o HPV / Intervalo:
- 2 doses./0-6 meses.
- Ca. de colo uterino
- Indicações para vacinação contra o HPV?(3)
- Idade de rastreio para CA colo uterino?
- Protocolo de rastreio para CA colo uterino?💡
- Rastreio de CA de colo uterino em HIV (+)?(2)
- Rastreio de CA de colo uterino em gestantes?
- Rastreio de CA de colo uterino em virgens?
Indicações para vacinação contra o HPV:
- ♂ 11-14 anos (0-6m);
- ♀ 9-14 anos (0-6m);
- HIV+ ou imunodeprimidos: 9-26 anos (0-2-6m).
Idade de rastreio para CA colo uterino:
- 25 a 64 anos. (após sexarca)
Protocolo de rastreio para CA colo uterino:
- 1, 2, 3. (1x/ano → 2 negativos consecutivos→ fazer de 3/3 anos)
Rastreio de CA de colo uterino em HIV (+):
- 2 exames semestrais pós-sexarca. Se normais: seguimento anual;
- Se CD4 < 200: 6/6m até corrigir, depois anual.
Rastreio de CA de colo uterino em gestantes:
- Idêntico ao padrão, de ♀ 25-64 anos, em intervalo e coleta. (1x / ano, após 2 negativos consecutivos, 3/3 anos; após sexarca)
Rastreio de CA de colo uterino em virgens:
- Apenas após sexarca. (risco de contato com HPV)
- Ca. de colo uterino
- Rastreio de CA de colo uterino em histerectomizadas? (2)
- Situação autorizada a suspender o rastreio para CA de colo uterino?(2+)
Rastreio de CA de colo uterino em histerectomizadas:
Depende da causa da histerectomia
- Causas benignas: dispensar do rastreamento;
- Causas malignas: seguimento de acordo com a doença em questão.
Situação autorizada a suspender o rastreio para CA de colo uterino:
- Sem história de lesão de alto grau + Histerectomia total por doença benigna.
- Condiloma acuminado
* Tratamento?(3)
TTO do condiloma acuminado:
- Cauterização/laser (↑extensão);
- Ác. tricloroacético (gestantes);
- Imunomodulador.
- Ca. de colo uterino
- Classificação de Richardt para lesões de colo uterino? (4)
- Função do Teste com Ácido Acético?
- Função do Teste de Schiller (LUGOL)?
- Achado ao Teste com Ácido Acético indicativo de biópsia?
Classificação de Richardt para lesões de colo uterino:
- NIC 1;
- NIC 2;
- NIC 3;
- CA invasor.
Função do Teste com Ácido Acético:
- Marcador de atividade proteica. (quantificar maturação celular)
Função do Teste de Schiller (LUGOL):
- Verificar depósitos de glicogênio.
Achado ao Teste com Ácido Acético indicativo de biópsia:
- Lesão acetobranca. (↑ atividade proteica)

- Ca. de colo uterino
- Achado do Teste de Schiller indicativo de biópsia?
- Significado de Teste de Schiller positivo?
- Achados anormais à colposcopia?(5)
- Achado mais suspeito de invasão à colposcopia?
- Colposcopia insatisfatória, O que é? Como prosseguir?
Achado do Teste de Schiller indicativo de bx:
- Iodo negativo = Schiller positivo. (↓ quantidade de glicogênio)
Achados anormais à colposcopia:
- Iodo negativo. (↓ glicogênio)
- Epitélio acetobranco;
- Leucoplasia;
- Pontilhado;
- Mosaico;
- Padrões vasculares atípicos.
Achado mais suspeito de invasão à colposcopia:
- Vasos atípicos.
Colposcopia insatisfatória, O que é/Como prosseguir:
- É aquela com ausência de visualização da junção escamocolunar - JEC./
Tentar buscar visualização da JEC no canal endocervical.
- Ca. de colo uterino
- Colposcopia insatisfatória, Opções de CD para visualização da JEC no canal endocervical? (3)
- Colposcopia insatisfatória, Opções de coleta/avaliação do canal endocervical? (3)
- Métodos destrutivos para lesões intraepiteliais de colo uterino? (3)
Colposcopia insatisfatória, Opções de CD para visualização da JEC no canal endocervical:
- Ampliar abertura especular - 1ª resposta;
- Usar espéculo endocervical - 2ª resposta;
- Ofertar estrogênio.
Coleta/avaliação do canal endocervical:
- Escovado - 1ª linha;
- Curetagem - 2ª linha;
- Histeroscopia.
Métodos destrutivos para lesões intraepiteliais de colo uterino:
- Crioterapia;
- Laser;
- Cauterização.
- Ca. de colo uterino
- Métodos de exérese para tto de lesões intraepiteliais de colo uterino? (2)
- Contraindicações da EZT (excisão da zona de transformação? (3)
- Principal indicação de conização?
Métodos de exérese para tto de lesões intraepiteliais de colo uterino:
- EZT - Exérese de Zona de Transformação;
- Conização.
(EZT é sinônimo de CAF - Cirurgia de Alta Frequência)
Contraindicações da EZT (excisão da zona de transformação):
- Não observado limites da lesão;
- JEC não visível (= colposcopia insatisfatória);
- Suspeita de invasão.
Principal indicação de conização:
- Suspeita de CA in situ - microinvasão. (pois é diagnóstica e terapêutica)
- Ca. de colo uterino
- 1º tipo histológico mais comum?
- 2º tipo histológico mais comum?
- O estadiamento clínico se aplica a qual neoplasia ginecológica?
1º tipo histológico mais comum:
- Epidermoide (espinocelular ou escamoso). (mais associado ao HPV do sorotipo 16)
2º tipo histológico mais comum:
- Adenocarcinoma. (mais relacionado ao HPV 18)
O estadiamento clínico se aplica a qual neoplasia ginecológica:
- CA de colo uterino. (unicamente)
- Amenorreia
- Estrutura embriológica básica da genitália feminina? E dá origem a que na genitália feminina?(3)
- Estrutura embriológica básica da genitália masculina?
Estrutura embriológica básica da genitália feminina / E dá origem a que na genitália feminina:
- Ducto de Müller (para-mesonéfrico).
- Útero;
- Trompas;
- 2/3 superiores da vagina.
Estrutura embriológica básica da genitália masculina:
- Ducto de Wolff (mesonéfrico).

- SOP
- Hormônio no embrião masculino que inibe o desenvolvimento dos ductos de Müller?
- Hormônio no embrião masculino provoca o crescimento do Ducto de Wolff?
- Hormônio determina a formação da genitália externa masculina?
Hormônio no embrião masculino que inibe o desenvolvimento dos ductos de Müller:
- Anti-mülleriano.
Hormônio no embrião masculino provoca o crescimento do Ducto de Wolff:
- Testosterona.
Hormônio determina a formação da genitália externa masculina:
- Di-hidrotestosterona.
- Amenorreia
- Amenorreia primária é caracterizada pela ausência de menstruação após qual idade?(2)
- Amenorreia secundária?
- Compartimento IV, III, II, I representa..?
Amenorreia primária é caracterizada pela ausência de menstruação após qual idade:
- 14a sem caracteres sexuais 2º ou
- 16a com caracteres sexuais 2º.
Amenorreia secundária:
- Ausência de menstruação quando previamente havia ciclos normais que cessam por 06 meses ou 03 ciclos.
Compartimentos que representam:
- IV: hipotálamo, III: hipófise, II: ovário, I: útero e vagina.
- Investigação da amenorréia secundária
- 1º passo.?(1)
- 2º passo.?(2)
- 3º passo.?(1) E objetivo?(2) Sangramento pós-teste é indicativo de que?
- 4º passo.?(2+) Objetivos do teste.? A ausência de sagramento após o teste.? Sangramento após teste exclui quais causas?
Investigação da amenorréia secundária
1º passo:
- Excluir gravidez! (dosar β-HCG / HCG)
2º passo:
- Dosar TSH e prolactina.
3º passo:
- Teste da progesterona. (medroxiprogesterona 10 mg 5-10 dias)
- Avaliar níveis de estrogênio e o trato de saída.
- Anovulação. (ex.: SOP)
4º passo:
- Teste do estrogênio + progesterona. (E + P por 21 dias)
- Avaliar resposta endometrial e trato de saída.
- alteração anatômica (uterovaginal - compartimento I). (amenorreia secundária)
- Anatômicas.
- Investigação da amenorréia secundária
* 5º passo.?:
Objetivo.?
Situação em uma causa ovariana?
Situação em uma causa central?
- 6º passo?:
Objetivo do teste?(2)
Dosagens aumentados, após teste indicam causa de origem.?
A não elevação do dosagens, após teste indicam causa de origem.?
Investigação da amenorréia secundária
5º passo:
- Dosagem do FSH.
- Definir se a falta de estrogênio é por causa ovariana ou causa central.
- FSH elevado (> 20).
- FSH normal ou reduzido (< 5).
6º passo:
- Teste do GnRH (administrar GnRH).
- Avaliar se a causa é hipotalâmica ou hipofisária.
- Hipotalâmica.
- Hipofisária.
- Investigação da amenorréia primária
- Parâmetro observado à investigação inicial?
- Se caracteres sexuais secundários presentes, o que avaliar?
- Se caracteres sexuais secundários ausentes, o que avaliar? (3)
Parâmetro observado à investigação inicial na amenorréia 1ria:
- Presença ou ausência de caracteres sexuais secundários.
O que avaliar se caracteres sexuais 2rios presentes:
- Compartimento uterovaginal. (ovários funcionam!)
O que avaliar se caracteres sexuais 2rios ausentes:
- LH/FSH;
- Cariotipagem (se LH/FSH elevados);
- Teste GnRH (se LH/FSH reduzidos).
- Amenorreia
- Causas hipotalâmicas? (5)
- Causas hipofisárias?(2)
- Causas ovarianas? (3)
- Causas uterovaginais de amenorreia? (3)
Causas IV:
- Tumor: craniofaringioma;
- Síndrome de Kallmann;
- Estresse;
- Anorexia;
- Exercícios.
Causas III:
- Tumores (prolactinomas)
- Síndrome de Sheehan.
Causas II:
- Disgenesia gonadal (primária); Sd de Turner.
- Falência ovariana precoce (< 40 anos);
- Síndrome de Savage;
Causas I:
- Malformações müllerianas - Rokitansky (46XX vagina curta, sem útero);
- Síndrome de Asherman - lesão endometrial;
- Hiperplasia Adrenal Congênita.
- Amenorreia
- Sd. de Kallmann, Tríade?
- Medicamentos capazes de causar hiperprolactinemia?(5)💡
- Síndrome de Sheehan?
- Amenorreia 1º, A maior causa é.?
- Síndrome de Savage?
- Sd de Turner, Características gerais?(4)
Sd. de Kallmann, Tríade:
- Amenorreia primária;
- Anosmia;
- Cegueira para cores.
Medicamentos capazes de causar hiperprolactinemia: “MANTRA“
- Metoclopramida;
- ACO;
- Neurolépticos;
- Tricíclicos;
- RAnitidina.
Síndrome de Sheehan:
- Necrose hipofisária pós-parto por hipovolemia.
A maior causa de amenorreia 1º é:
- disgenesia gonadal.
Síndrome de Savage:
- Folículo resistente às gonadotrofinas (FSH/LH).
Características gerais do Sd de Turner:
- 45 XO (+ comum);
- Pescoço alado;
- Tórax em escudo;
- ↓ estatura.
- Amenorreia
- Sd de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser?
- Sd de Asherman?(2+)
- Hiperplasia Arenal Congênita (HAC), Causa?
- Hiperplasia Arenal Congênita (HAC), Hormônio dosado para dar diagnóstico?
Sd de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser:
- 46XX + vagina curta, sem útero.
Sd de Asherman:
- Lesão endometrial + sinéquias uterinas.
Causa de Hiperplasia Arenal Congênita (HAC):
- Deficiência da enzima 21-hidroxilase.
Hormônio dosado para dar diagnóstico (HAC):
- 17-hidroxiprogesterona (17OHP).
- Amenorreia
- Síndrome de Morris?
- Característica da genitália externa na Sd de Morris?
- Sd de Morris, os caracteres 2º estão…?
- Sd de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser, os caracteres sexuais 2º estão…?
Síndrome de Morris:
- Insensibilidade a androgênios (pseudo-hemafroditismo masculino - 46 XY).
Característica da genitália externa na Sd de Morris:
- Feminina.
Sd de Morris, os caracteres 2º estão:
- Ausentes (↓ pilificação + ↓ mamas) + tem testículo - que pode herniar.
Sd de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser, os caracteres sexuais 2º estão:
- Normais.
- SOP
- Tríade?
- Globulina que está caracteristicamente reduzida na SOP?
- Sinal típico de resistência insulínica?
- Sinais de hiperandrogenismo? (3)
- Anovulação pode causar.?
Tríade do SOP:
- Menstruação atrasada;
- Infertilidade;
- Hiperandrogenismo.
Sinal típico de resistência insulínica:
- Acantose nigricans.
Globulina que está caracteristicamente reduzida na SOP:
- SHBG (sex-hormone binding globulin).
Sinais de hiperandrogenismo:
- Acne;
- Alopécia;
- Hirsutismo (pelos grossos com distribuição tipicamente masculina em uma mulher).
Anovulação pode causar:
- infertilidade.
- SOP
- Hormônios solicitados para excluir outras dçs? (3)
- Critérios de Rotterdam?(3) Com quantos se fecha o diagnóstico?
- Terapêutica?(5)💡
- No tratamento da SOP, caso o uso isolado de clomifeno não seja suficiente para induzir a ovulação, devemos associar __________.
Hormônios solicitados para excluir outras dçs:
- TSH, prolactina: outras irregularidades menstruais.
- 17-OH-progesterona: excluir HAC (< 200).
- Cortisol: excluir Cushing.
Critérios de Rotterdam:
- Ovários policísticos ao USG (≥ 12 folículos de 2-9 mm ou ≥ 10 cm³ de ovário);
- Oligo/anovulação;
- Hiperandrogenismo (clínico ou lab).
Diagnóstico = 2 de 3.
Terapêutica do SOP: “MAMCClo“
- MEV: exercícios / dieta / ↓ peso;
- ACO (↓ oligomenorreia);
- Metformina (resistência à insulina);
- Ciproterona (↓ hirsutismo);
- Clomifeno (↑ ovulação).
- No tratamento da SOP, caso o uso isolado de clomifeno não seja suficiente para induzir a ovulação, devemos associar: Metformina
- Úlceras genitais
- Perguntas que devemos fazer?(3)
- Tipos?(5)
- Tipos mais comuns?
- Superficiais?
- Únicas?
- Múltiplas? (3)
- Dolorosas?(2)💡
Perguntas que devemos fazer:
- Múltiplas?
- Dolorosas?
- Fistulização dos linfonodos?
Tipos:
- Herpes;
- Cancro mole;
- Linfogranuloma;
- Sífilis;
- Donovanose.
Tipos mais comuns:
- Herpes e sífilis.
Superficiais:
- Linfogranuloma e herpes.
Únicas:
- Sífilis e linfogranuloma.
Múltiplas:
- Herpes;
- Cancro mole;
- Donovanose (única ou múltipla).
Dolorosas:
- CHora de dor : Cancro mole (fundo sujo) e Herpes (fundo limpo).
- Úlceras genitais
- Indolores?(3)💡
- Quais fistulizam para linfonodos?(2)
- Quais não fistulizam para linfonodos? (3)
Indolores: Lesões Sem Dor
- Linfogranuloma;
- Sífilis;
- Donovanose.
Quais fistulizam para linfonodos:
- Linfogranuloma (múltiplas fístulas) e cancro mole (fístula única).
Quais não fistulizam para linfonodos:
- Herpes;
- Sífilis;
- Donovanose.
- Herpes genital
- Agente etiológico?
- Caracterize-a.?(3)
- Tratamento da primoinfecção?(2+)
- Herpes recidivante/recorrente.?
- TTO da recidiva/recorrência?
- Tratamento definitivo?
- V ou F? Lesão herpética genital ativa no trabalho de parto configura indicação absoluta para cesariana.
Agente etiológico do herpes genital:
- Herpes simplex vírus (HSV).
(lesões orais = HSV 1 / lesões genitais = HSV 2; mas pode ocorrer o oposto em ambos)
Caracterize-a:
- Úlceras dolorosas e limpas;
- Vesículas agrupadas sobre base eritematosa;
- Adenopatia bilateral dolorosa não fistulizante.
Tratamento da primoinfecção:
- Aciclovir 400 mg, VO, 8/8h, por 7 dias + Sintomáticos (analgésicos / limpeza local).
Herpes recidivante/recorrente:
- 10 episódios/ano.
TTO da recidiva/recorrência:
- Aciclovir 400 mg, VO, 8/8h, por 5 dias + Sintomáticos (analgésicos/limpeza local).
Tratamento definitivo:
- Não existe cura, tratamento apenas supressor.
- Verdadeiro. Lesão herpética genital ativa no trabalho de parto configura indicação absoluta para cesariana.
- Cancro mole
- Agente etiológico?💡
- Caracterize as lesões.?(4)💡
- Tratamento?(2)💡
- No cancro mole, qual deve ser a CD, se gânglios linfáticos regionais acometidos? O que é contraindicado de ser feito?
Agente etiológico do cancro mole:
- Haemophilus ducreyi. (MOle = MOphilus)
Caracterize as lesões:“O Jô é Mole”
- Fundo sujo (“suJô”);
- Múltiplas;
- Dolorosas;
- Adenopatia inguinal dolorosa fistulizante por orifício único.
Tratamento: CAncro
- Azitromicina 1g, VO, DU (dose única);
- Ceftriaxona 500 mg, IM, DU.
(tratar o parceiro)
No cancro mole, qual deve ser a CD, se gânglios linfáticos regionais acometidos:
- Aspiração por agulha.
- Contraindicado: Incisão com drenagem ou incisão dos linfonodos acometidos.
- Sífilis (lues/cancro duro/protossifiloma)
- Agente etiológico?
- Classificação até um ano após a infecção?(3)
- TTO da forma primária ou secundária?
- Classificação com mais de um ano de evolução?(3)
- TTO da forma terciária?
Agente etiológico da sífilis:
- Treponema Pallidum.
Classificação até um ano após a infecção:
- Primária;
- Secundária;
- Latente recente.
TTO da forma primária ou secundária:
- Penicilina G benzatina 2,4 milhões UI, IM, DU.
(1,2 mi em cada glúteo / alternativas: doxiciclina - exceto na gestante - e ceftriaxona / lembrar de avaliar o parceiro)
Classificação com mais de um ano de evolução:
- Terciária;
- Latente de duração incerta;
- Latente tardia.
TTO da forma terciária:
- Terciária = 3x a dose da primária: Penicilina G benzatina 2,4 milhões UI, IM, a cada semana, por 3 semanas.
(alternativas: doxiciclina - exceto gestante - e ceftriaxona)
- Sífilis (lues/cancro duro/protossifiloma)
- Sorologias não-treponêmicas?(3)
- Exame de rastreio e de seguimento?
- O seguimento para sífilis, deve ser feito ha qnt tempo.?
- Caracterize a forma primária.?(4)
Sorologias não-treponêmicas:
- VDRL;
- RPR;
- TRUST;
(positivam 3-6 semanas após infecção!)
Exame de rastreio e de seguimento:
- VDRL.
O seguimento para sífilis, deve ser feito ha qnt tempo:
- Deve ser feito trimestralmente.
Caracterize a forma primária:
- Úlcera única;
- Indolor;
- Bordas limpas;
- Desaparece sozinha.

- Sífilis (lues/cancro duro/protossifiloma)
- Caracterize a forma secundária.?
- Caracterize a forma terciária. (4).
- Sorologias treponêmicas? (4)
- Qual o teste treponêmico mais confiável.?
- O exame padrão-ouro pelo MS para DX de sífilis primária é.?
Caracterize a forma secundária:
- Condiloma plano: forma cutaneomucosa não-ulcerada. (4-8 semanas após o cancro duro desaparecer)
Caracterize a forma terciária:
3-20 anos após infecção
- Gomas;
- Aneurisma de aorta;
- Artropatia de Charcot;
- Tabes dorsalis (neuro).
Sorologias treponêmicas:
- FTA-Abs (teste rápido);
- TPHA;
- EQL;
- ELISA.
Qual o teste treponêmico mais confiável:
- FTA-Abs é o teste treponêmico mais confiável
O exame padrão-ouro pelo MS para DX de sífilis primária é:
- é a pesquisa em campo escuro.

- Sífilis (lues/cancro duro/protossifiloma)
- Indicaçao de TTO, se gestante?
- VDRL (-) / FTA-Abs (-)?
- VDRL (-) / FTA-Abs (+)?
- VDRL (+) / FTA-Abs (-)?
- VDRL (+) / FTA-Abs (+)?
- Na sífilis, se VDRL (+), pede-se teste rápido (TR). Quais as CD’s de acordo com o resultado do TR?
Indicaçao de TTO, se gestante:
- 1 teste reagente e o tratamento já é iniciado.
(realiza-se junto ao tratamento, nova sorologia confirmatória que seja diferente do teste que acusou positivo - treponêmico ou não).
VDRL (-) / FTA-Abs (-): Não é sífilis ou está em “janela imunológica”.
VDRL (-) / FTA-Abs (+): Sífilis precoce ou previamente curada.
VDRL (+) / FTA-Abs (-): Falso-positivo.
VDRL (+) / FTA-Abs (+): Sífilis não tratada ou tratada recentemente.
Na sífilis, se VDRL (+), pede-se teste rápido (TR). Quais as CD’s de acordo com o resultado do TR:
- Teste rápido (+): tratar.
- Teste rápido (-): falso-positivo.
- Sífilis (lues/cancro duro/protossifiloma)
- O que fazer em caso de gestantes com sífilis que apresentam alergia à penicilina?
- TTO inadequado à gestação? (3)
- Controle de cura? (3)
- Reação de Jarisch-Herxheimer.? Conduta? (3)
O que fazer em caso de gestantes com sífilis que apresentam alergia à penicilina:
- Dessensibilizar! (se não for possível: estearato de eritromicina ou ceftriaxona, e considerar não adequadamente tratada).
TTO inadequado à gestação:
- Incompleto;
- Realizado com outra droga;
- Realizado com < 30 dias do parto.
Controle de cura: VDRL!
- Queda de 2 diluições em 3 meses;
- Queda de 3 diluições em 6 meses;
- Negativação após 6-9 meses do tratamento.
Reação de Jarisch-Herxheimer / Conduta:
- Reação após 2-4h da penicilina!
(conjunto de sintomas que surgem de forma aguda durante o tratamento da febre recorrente com um antibiótico. Nesses casos, ocorre eliminação de espiroquetas da circulação sanguínea e aumento de citocinas)
- Sintomáticos;
- Regride 12-48h;
- Não interromper o tratamento!

- Sífilis (lues/cancro duro/protossifiloma)
* Indicação de punção liquórica, se HIV (+)?(5)
Indicação de punção liquórica, se HIV (+):
Pelo menos 1:
- Sintomas neuro/oftálmológicos;
- Sinais de sífilis terciária ativa (ex: gomas);
- Latente tardia;
- Linfócito TCD4+ < 350;
- VDRL ≥ 1:16 ou RPR ≥ 1:32.
- Linfogranuloma venéreo
- Agente etiológico?
- Caracterize a úlcera.?(3)
- Tratamento?💡
- CD, se bubões?

Agente etiológico do linfogranuloma venéreo:
- Chlamydia Trachomatis. (sorotipos L1, L2, L3 - cepas “L” de Linfogranuloma)
Caracterize a úlcera do linfogranuloma venéreo:
- Única;
- Indolor;
- Adenopatia dolorosa que fistuliza em bico de regador.
TTO do linfogranuloma venéreo:
- Doxiciclina 100 mg, VO, 12/12h, por 14-21d.
(alternativa pra tratar clamí<u><em><strong>D</strong></em></u>i<u><em><strong>A</strong></em></u>: <u><em><strong>A</strong></em></u>zitromicina 1g, VO, 1x/semana, por 3 semanas)
CD, se bubões:
- Aspiração com agulha calibrosa. (incisão cirúrgica é proibido)
- Donovanose
- Agente etiológico?
- Caracterize a lesão. (6)
- Tratamento?💡
Agente etiológico da donovanose:
- Calymmatobacterium granulomatis (Klebsiella).
Caracterize a lesão da donovanose:
- Lesão úlcero-vegetante friável;
- Bordas hipertróficas/planas;
- Profunda;
- Indolor;
- Crônica;
- Autoinoculável (em espelho).
TTO da donovanose:
- DOnovanose → DOxiciclina 100 mg, VO, 12/12, por 21 dias (ou até o desaparecimento da lesão).

- Critérios de elegibilidade da OMS
- Categoria 1?
- Categoria 2?
- Categoria 3?
- Categoria 4?
Categoria 1: Sem restrições para o uso do método.
Categoria 2: Usar com cautela.
Categoria 3: Contraindicação relativa.
Categoria 4: Uso proibido.
- Anticoncepção
- Quais os 2 critérios para o uso da lactação como método contraceptivo?
- Quais métodos anticoncepcionais contêm apenas progesterona?(4)💡
- .Dos métodos que contêm apenas progesterona, quais são anovulatórios?
Quais os 2 critérios para o uso da lactação como método contraceptivo:
- Amamentação exclusiva até 6 meses E Amenorréia.
Quais métodos anticoncepcionais contêm apenas progesterona: “PITI DIU“
- MiniPílula;
- Injetável Trimestral;
- Implante subdérmico;
- DIU de progesterona.
Anovulatórios, dos métodos que contêm apenas progesterona:
- Injetável trimestral
- Implante subdérmico.
- Anticoncepção
- Quais métodos anticoncepcionais contêm E+P?💡
- Quais as indicações clássicas da minipílula?(2)
- Qual o mecanismo de ação da minipílula?
- Qual o principal mecanismo de ação dos métodos anticoncepcionais combinados?
- O estrogênio antagoniza qual hormônio?
Métodos anticoncepcionais contêm E+P: “INJOAANEL“
- INJetável mensal;
- Oral (ACO);
- Adesivo;
- ANEL vaginal.
Indicações clássicas da minipílula:
- Amamentação e peri-menopausa.
Mecanismo de ação da minipílula:
- Atrofia endometrial + alteração muco cervical.
(anovulação em 40%)
Mecanismo de ação dos métodos anticoncepcionais combinados:
- Anovulação.
O estrogênio antagoniza qual hormônio:
- FSH.
- Anticoncepção
- Quais as contraindicações categoria 4 para métodos anticoncepcionais combinados? (7)
- Quais fármacos podem reduzir a eficácia dos ACO’s?(3)
Contraindicações categoria 4 para métodos anticoncepcionais combinados:
- Enxaqueca com aura;
- CA mama atual;
- Amamentação < 6 semanas pós-parto;
- Fumo ≥ 15 cigarros/dia após 35 anos;
- DM + vasculopatia;
- HAS grave;
- Trombose.
Fármacos podem reduzir a eficácia dos ACO:
- Rifampicina;
- Anticonvulsivantes;
- Antiretrovirais.
- Anticoncepção
- Qual a duração do DIU de cobre?
- Qual a duração do DIU de progesterona?
- Qual o mecanismo de ação do DIU de cobre?(3)
- Qual o mecanismo de ação do DIU de progesterona?(2)
- Principais efeitos indesejados do DIU de cobre?(3)
Duração do DIU de cobre:
- 10 anos.
Duração do DIU de progesterona:
- 5 anos.
Mecanismo de ação do DIU de cobre:
- Irritação;
- Inflamação
- Espermicida.
Mecanismo de ação do DIU de progesterona:
- Atrofia endometrial + alteração muco cervical.
Efeitos indesejados do DIU de cobre:
- ↑Fluxo menstrual;
- Dismenorreia;
- Sangramentos de escape.
- Anticoncepção
- Quais as principais contraindicações do DIU?(8)💡
- Contraindicações específicas do DIU de cobre?(2)
- Em qual período pós-parto o DIU pode ser instalado?
Principais contraindicações do DIU: ABC2D3E
- Alterações anatômicas uterinas;
- Bebê (gravidez);
- Câncer de colo;
- Câncer de endométrio;
- DIP;
- Discrasia;
- Doença de Wilson;
- “Emorragia” (entre 48h e 4 semanas pós-parto).
Contraindicações específicas do DIU de cobre:
- Alergia ao cobre e Doença de Wilson.
Período pós-parto o DIU pode ser instalado:
- Primeiras 48h ou somente após 04 semanas.
- Anticoncepção
- Quais as limitações legais para laqueadura?(3)
- Quanto tempo após a fecundação ocorre a nidação?
- Contracepção de emergência, Principais métodos? (3)
Limitações legais para laqueadura:
- > 25 anos ou > 2 filhos;
- > 60 dias entre vontade e cirurgia;
- Fora do parto/aborto até 42 dias.
Quanto tempo após a fecundação ocorre a nidação:
- 5 - 6 dias. (janela máxima para anticoncepção de emergência)
Principais métodos contracepção de emergência:
- Levonorgestrel (+ usado);
- Yuzpe;
- DIU de cobre.
- Anticoncepção
- Dose e posologia do levonorgestrel?
- Dose e posologia do método de Yuzpe?
- Em quanto tempo, após a relação sexual, o DIU de cobre pode ser usado na contracepção de emergência?
- Qual a principal contraindicação do DIU de cobre como método de contracepção de emergência?
Dose e posologia do levonorgestrel:
- 1 cp 1,5 mg dose única OU 1 cp 0,75 mg 12/12h
…em até 5 dias após relação sexual desprotegida.
Dose e posologia do método de Yuzpe:
- 100 mcg de etinilestradiol + 0,5 mg de levonorgestrel 12/12h.
Em quanto tempo, após a relação sexual, o DIU de cobre pode ser usado na contracepção de emergência:
- Até 6 dias.
Qual a principal contraindicação do DIU de cobre como método de contracepção de emergência:
- Violência sexual.
- Anticoncepção
- O corpo lúteo produz qual hormônio?
- Onde e quando é produzida a inibina A?
- Qual o principal estímulo para ovulação?
- Qual o principal estímulo para supressão do GnRH?
- Além da anticoncepção, quais as vantagens dos anticoncepcionais orais hormonais?
- Além da anticoncepção, quais as vantagens dos anticoncepcionais de barreira?
Corpo lúteo produz o hormônio:
- Progesterona.
Onde e quando é produzida a inibina A:
- Corpo lúteo, na fase lútea.
Qual o principal estímulo para ovulação:
- ↑Estradiol → ↑LH → ovulação.
Principal estímulo para supressão do GnRH:
- ↑Progesterona e ↑androgênios.
Vantagens dos anticoncepcionais orais hormonais:
- ↓CA de ovário e ↓Endometriose.
Vantagens dos anticoncepcionais de barreira:
- ↓DSTs.
- Menacme fisiológico
- pH vaginal?
- Teste das aminas?
- Células epiteliais encontradas?
- Espécie bacteriana predominante na microbiota vaginal normal?(1)
- V ou F? Fazem parte da microflora vaginal: Mycoplasma hominis, Candida albicans, Gardnerella vaginalis e Chlamydia trachomatis.
pH vaginal: 3,5-4,5;
Teste das aminas na menacme fisiológica:
- Teste das aminas negativo;
Células encontradas na menacme fisiológica:
- Células escamosas / raros polimorfonucleares.
Espécie bacteriana predominante na microbiota vaginal normal:
- Lactobacillus sp.
- Falso. Fazem parte da microflora vaginal: Mycoplasma hominis, Candida albicans, Gardnerella vaginalis exceto Chlamydia trachomatis.
- Vulvovaginite
- Vulvovaginite quales temos E agente etiológico?(4)
- Vaginose bacteriana é a vaginite decorrente de uma alteração complexa da flora vaginal, com __________ (aumento/diminuição) de lactobacilos __________ (aumento/diminuição) de anaeróbios.
Vulvovaginite quales temos e agente etiológico:
- Vaginose bacteriana: Gardnerella vaginalis.
- Candidíase: Candida sp. (Albicans é a mais frequente)
- Tricomoníase: Trichomonas vaginalis.
- Inespecifica.
- Vaginose bacteriana é a vaginite decorrente de uma alteração complexa da flora vaginal, com (diminuição) de lactobacilos (aumento) de anaeróbios.
- Vaginose bacteriana
- DX? E quales sao os criterios.?
- DX padrão-ouro pelo MS?
- Odor típico do corrimento?
- TTO?(5)
- TTO para gestantes?
DX e criterios da vaginose bacteriana:
- Critérios de AMSEL (3 de 4), e/ou teste de Nugent (Gram).
AMSEL 3 de 4 fecha o diagnóstico:
- Acinzentado, branco, fino e homogêneo (corrimento);
- Maior que 4,5 (pH);
- “Sélulas-chave” (clue cells / células-alvo);
- Lembra “peixe podre” (teste das aminas KOH / Whiff + ).
DX padrão-ouro pelo MS:
- Teste de Nugent. (nugent = nojento = cheiro ruim)
Odor típico do corrimento:
- “Peixe podre”.
TTO da vaginose bacteriana:
- Metronidazol 500 mg, VO, 12/12h, por 7 dias;
- Metronidazol 2g, VO, dose única;
- Metronidazol gel 0,75%, 5 g, vaginal, por 5 noites;
- Clindamicina 300 mg, VO, 12/12h, por 7 dias;
- Clindamicina creme 2%, 5 g, vaginal, por 7 noites.
TTO para gestantes:
- 1º trimestre: Clindamicina 300 mg, VO, 12/12h, por 7 dias;
- A partir do 2º trimestre: Metronidazol 250 mg, VO, 8/8h, por 7 dias
- Vaginose bacteriana
* TTO para alérgicas ao metronidazol?
* V ou F? A presença de Gardnerella vaginalis no exame de preventivo em paciente assintomática tem indicação de tratar.
* V ou F? Na vaginose bacteriana, deve-se tratar o parceiro na ausência de sintomas.
TTO para alérgicas ao metronidazol na vaginose bacteriana:
- Clindamicina creme 2% 5g, vaginal, por 7 noites ou Clindamicina 300 mg, VO, 12/12h, por 7 dias.
- Falso. A presença de Gardnerella vaginalis no exame de preventivo em paciente assintomática não tem indicação de tratar. Deve-se tratar somente se sintomática.
- Falso. Na vaginose bacteriana, não há necessidade de tratar o parceiro na ausência de sintomas.
- Candidíase
* Os lactobacillus encontram-se _________ (aumentados/diminuídos) e os leucócitos, _________ (aumentados/diminuídos).
- V ou F? Se pH < 4,5 ou é fisiológico ou é candidíase ou é vaginose citolítica.
- Clínica?(7)💡
- TTO? (4)
- Os lactobacillus encontram-se (aumentados) e os leucócitos (aumentados).
- Verdadeiro. Se pH < 4,5 ou é fisiológico ou é candidíase ou é vaginose citolítica.
Clínica: CANDIDA
- Corrimento branco aderido, em nata;
- Abaixo de 4,5 (pH);
- Negativo teste das aminas;
- Dispareunia;
- “Ifas”: pseudo-hifas no exame à fresco com KOH;
- Disuria / hiperemia vulvar;
- Ardor / prurido.
Tratamento da candidíase:
- Miconazol por 7 noites;
- Nistatina por 14 noites;
- Clotrimazol por 7 noites;
- Fluconazol 150 mg, VO, dose única.
(cremes imidazólicos tópicos são a 1ª linha)
- Candidíase
- TTO para gestantes?
- Candidíase recorrente.?
- Tratamento, se recorrente?
- Indicação de tratar o parceiro?
- V ou F? Se candidíase em exame de preventivo, deve-se tratá-la.
TTO para gestantes na candidíase:
- Clotrimazol ou miconazol tópico por 7 dias. (só creme)
Candidíase recorrente:
- ≥ 4 episódios/ano.
TTO se recorrente:
- Fluconazol 150 mg, VO, 1 cp nos dias 1, 4 e 7, depois 1 cp por semana por 6 meses.
Indicação de tratar o parceiro:
- Se houver sintomas: balanite e hiperemia do pênis.
- Falso. Se candidíase em exame de preventivo, não é necessário tratá-la.
- Tricomoníase
- DX Clínico-laboratorial?(10)💡
- O que mostra a microscopia?
- Efeito antabuse? Clínica gerada por ele? (4)
- TTO?
- Se alergia/interações medicamentosas, deve-se realizar…?
DX Clínico-laboratorial: TRICOMONAS
- Tigróide (aspecto do colo ao teste de Schiller);
- Relações sexuais dolorosas (dispareunia);
- Irritação vulvar (ardência, hiperemia e edema);
- Cultura diamond (+);
- Odor desagradável;
- Morango ou framboesa (aspecto do colo - colpite);
- Outras DSTs/infecções associadas;
- Neutrófilos e leucócitos presentes;
- Amarelo-esverdeado e bolhoso (corrimento);
- Seis (pH > 5-6).
O que mostra a microscopia:
- Protozoário móvel.
Efeito antabuse/Clínica gerada por ele:
- Hipersensibilidade ao álcool que ocorre como uma reação adversa à medicação específica, como o dissulfiram.
- Clínica:
- Gosto metálico na boca;
- Mal-estar;
- Náuseas;
- Tonteira.
TTO da tricomoníase:
- Metronidazol 500 mg, VO, 12/12h, por 7 dias ou Metronidzol 2 g, VO, dose única.
(é idêntico ao da vaginose, mas creme não pode)
Se alergia/interações medicamentosas, deve-se realizar:
- dessensibilização ao metronidazol.

- Tricomoníase
- V ou F? Na gestante, o tratamento da tricomoníase sempre estará indicado independente da idade gestacional.
- Conduta no parceiro?
- Verdadeiro. Na gestante, o tratamento da tricomoníase sempre estará indicado independente da idade gestacional.
Conduta no parceiro:
- Convocar, tratar e rastrear outras ISTs.
- SUA
- Menorragia.?
- Metrorragia.?
- Menometrorragia.?
- Hipermenorreia.?
- Causas orgânicas de sangramento uterino anormal (SUA)?(6)💡
Menorragia: Aumento da duração/fluxo.
Metrorragia: Irregularidade dos ciclos.
Menometrorragia: Irregularidade dos ciclos + aumento da duração/fluxo.
Hipermenorreia: Aumento do fluxo.
Causas orgânicas de (SUA): “PALM - GT“
- Pólipo;
- Adenomiose;
- Leiomioma;
- Malignidade;
- Gestação;
- Trauma.
- SUA
- Causa de SUA no período neonatal?
- Causas de SUA na infância?(2)
- Causa de SUA na adolescência?
- Causas de SUA na idade adulta?(4)💡
- Causas de SUA no período pós-menopausa?(3)
Causa de SUA no período neonatal:
- Privação do estrogênio materno.
Causas de SUA na infância:
- Corpo estranho e abuso sexual.
Causa de SUA na adolescência:
- Imaturidade do eixo HHO.
Causas de SUA na idade adulta: “GINA“**
- Gestação;
- Infecção;
- Neoplasia;
- Alteração disfuncional.
SUA no período pós-menopausa:
- Atrofia (30%) (< 4-5mm);
- Terapia hormonal (30%);
- CA endométrio (15%).
- SUA
- Dçs sistêmicas relacionadas a SUA?(3)💡
- Exames complementares para SUA? (3)
Dçs sistêmicas relacionadas a SUA: 3 H’s
- Hipertireoidismo;
- Hipotireoidismo;
- Hepatopatias.
Exames complementares para SUA:
- β-hCG;
- USG TV;
- Histeroscopia (padrão-ouro).
- Mioma
- Tipos de mioma.?(3)
- Tipo de mioma que mais causa sangramento?(1)
- Tipos de mioma relacionados à infertilidade?(2)
- Formas de degeneração do mioma? (3)
- A formas de degeneração mais comum do mioma é.? E a mais rara é.?
Tipos de mioma:
- Subseroso
- Submucoso
- Intramural
Tipo de mioma que mais causa sangramento:
- Submucoso.
Tipos de mioma relacionados à infertilidade:
- Intramural e submucoso.
Formas de degeneração do mioma:
- Hialina;
- Rubra/necrose asséptica (mais comum);
- Sarcomatosa. (mais rara)

- Mioma
- TTO para mioma em mulheres sintomáticas e nulíparas?
- TTO para mioma em mulheres sintomáticas e multíparas?(2)
- Droga utilizada para redução de miomas em pré-operatório? Por quanto tempo?
TTO para mioma em mulheres sintomáticas e nulíparas:
- Miomectomia.
TTO para mioma em mulheres sintomáticas e multíparas:
- Histerectomia ou histeroscopia (submucoso).
Droga utilizada para redução de miomas em pré-operatório/ Por quanto tempo:
- Análogo de GnRH / Por até 6 meses.
- Adenomiose
- Tríade?
- Achado de imagem característico?
- TTO?(3)
Tríade de adenomiose:
- SUA;
- Dismenorreia;
- Miométrio heterogêneo.
Achado de imagem característico:
- Zona juncional mioendometrial > 12 mm.
TTO:
- Histerectomia;
- DIU de progesterona;
- Ablação.
- Endometriose
- QC ?(2+)
- Localização mais comum de implantes endometriais extrauterinos?
- Exames complementares?(4)
- Utilidade do marcador tumoral?
- TTO para dor?(4)
QC de endometriose:
- Dismenorreia intensa + infertilidade.
Localização mais comum de implantes endometriais extrauterinos:
- Ovário.
Exames complementares:
- USG;
- RNM;
- Laparoscopia (padrão-ouro);
- CA-125.
Utilidade do marcador tumoral:
- Controle pós-tratamento.
TTO para dor:
- AINEs;
- Anticoncepcionais hormonais;
- Análogo GnRH;
- Inibidores da aromatase.
- Endometriose
- TTO para endometrioma?
- TTO para infertilidade?(2)
- Infertilidade.?
TTO para endometrioma:
- Cistectomia/tumorectomia.
TTO para infertilidade:
- Laparoscopia (leve) ou fertilização in vitro (severa).
Infertilidade:
- Ausência de gravidez após 1 ano (relações 3-4x/sem).
- Violência sexual
- Procedimentos iniciais?(5)
- Exames a solicitar? (6)
- Contracepção de emergência?
- Interrupção da gravidez por estupro?(3)
Procedimentos iniciais:
- Notificação compulsória imediata SINAN;
- Não exigir BO;
- Solicitar exames;
- Profilaxia DST’s;
- Contracepção.
Exames a solicitar:
- Conteúdo vaginal (gonococo, clamídia e HPV);
- VDRL;
- Anti-HIV;
- Hepatite B e C;
- Transaminases;
- Hemograma.
Contracepção de emergência:
- Levonorgestrel 1,5 mg VO dose única. (ideal = até 72h, máximo 5 dias)
Interrupção da gravidez por estupro:
- IG < 20 semanas;
- Consentimento por escrito obrigatório;
- Médico pode se negar a fazer, porém deve garantir realização do procedimento por outro profissional!
- Violência sexual
- Profilaxia pra HIV? (3+)
- Profilaxia pra hepatite B?(2+)
- Profilaxia pra IST’s não virais?(4)💡
Profilaxia pra HIV:
- Lamivudina + Tenofovir + Dolutegravir.
Profilaxia pra hepatite B:
- Vacina (0-1-6 meses) + Imunoglobulina (0,06 ml/kg) - ideal: 48h / máx: 14 dias.
Profilaxia pra IST’s não virais: “ABC +/- M“
- Azitromicina 1g, VO, DU: clamídia/haemophilus;
- Benzatina 2,4 milhões UI, IM: sífilis;
- Ceftriaxona 500mg, IM, DU: gonococo;
- Metronidazol 2g, VO, DU: tricomoníase. (o metronidazol pode interferir com o antirretroviral)
- Cervicite
- Agentes etiológicos?(2)
- Fatores de risco?(4)
- Clínica?(5)
- TTO?(2+)
- Principal complicação?
- V ou F? Na cervicite, além do tto medicamentoso, deve-se também convocar o parceiro e rastrear ISTs.
Agentes etiológicos da cervicite:
- Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis.(gonococo e clamídia)
Fatores de risco:
Forma infecciosa:
- Relação sexual desprotegida (ISTs);
- Múltiplos parceiros.
Forma não-infecciosa:
- Ducha vaginal;
- Uso de diafragma
Clínica:
- Colo hiperemiado e friável;
- Corrimento purulento;
- Sinusorragia;
- Dispareunia;
- Disúria.
TTO:
- Ceftriaxone 500 mg, IM + Azitromicina 1 g, VO, ambos em dose única.
(pois são dose única e com menor resistência)
Principal complicação:
- Dç Inflamatória Pélvica (DIP).
- Verdadeiro. Na cervicite, além do tto medicamentoso, deve-se também convocar o parceiro e rastrear ISTs.
.

- Dç Inflamatória Pélvica (DIP)
- Agentes etiológicos?(2+)
- Principal agente etiológico nas usuárias de DIU?
- DX?
Agentes etiológicos da DIP:
- Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis. (mas podem haver outros)
Principal agente etiológico nas usuárias de DIU:
- Actinomyces Israelii.
DX:
3 critérios MAIORES + 1 menor ou 1 elaborado.
MAIORES (mínimos):
- Abdominal infraumbilical/pélvica/hipogástrica;
- À palpação anexial;
- À mobilização do colo uterino.
Menores (adicionais):
- Febre;
- Leucocitose;
- ↑VHS/PCR;
- Cervicite (comprovação laboratorial);
- Massa pélvica.
Elaborados (definitivos):
- Endometrite na biópsia;
- DIP na laparoscopia;
- Abscesso tubo-ovariano ou em fundo de saco.
- DIP
- Critérios maiores (mínimos)?(3)
- Critérios menores (adicionais)?(5)
- Critérios elaborados (definitivos)?(3)💡
- Classificação de MONIF?(4)
- Pela classificação de MONIF, quando tratar ambulatorialmente?
Critérios maiores (mínimos):
Dor:
- Abdominal infraumbilical / pélvica / hipogástrica;
- À palpação anexial;
- À mobilização do colo uterino.
Critérios menores (adicionais):
- Febre;
- Leucocitose;
- ↑ VHS/PCR;
- Cervicite (comprovação laboratorial);
- Massa pélvica.
Critérios elaborados (definitivos): “EDA“
- Endometrite na biópsia;
- DIP na laparoscopia;
- Abscesso tubo-ovariano ou em fundo de saco.
Classificação de MONIF:
- MONIF 1: sem peritonite;
- MONIF 2: com peritonite;
- MONIF 3: oclusão trompa / abscesso tubo-ovariano;
- MONIF 4: abscesso > 10 cm / abscesso roto (cirúrgico).
Pela classificação de MONIF, quando tratar ambulatorialmente:
- MONIF = 1 (sem peritonite). (sempre reavaliar em 48-72h)
- DIP
- Quando internar?(4)
- TTO ambulatorial?(3+)
- TTO hospitalar?(2)
- V ou F? Uma vez diagnosticada a DIP, deve-se recomendar a retirada do DIU (dispositivo intrauterino), caso a paciente faça uso do mesmo.
Quando internar DIP:
- MONIF 2, 3 e 4;
- Gestantes;
- Imunodeprimidas;
- Sem melhora após 72h do tratamento ambulatorial.
TTO ambulatorial:
- Ceftriaxone 500 mg, IM, dose única;
- Doxiciclina 100 mg, VO, 12/12h, por 14 dias;
- Metronidazol 500 mg, VO, 12/12h, por 14 dias.
(lembrar de sempre reavaliar em 48-72h)
TTO hospitalar:
- Clindamicina IV + Gentamicina IV por 14 dias OU
- Ceftriaxona IV + Metronidazol IV + Doxiciclina VO, por 14 dias.
- Falso. Só retirar se não houver melhora após 2 primeiras doses do esquema terapêutico!
- DIP
* Complicações?(7)
Complicações na DIP:
- Sd de Fitz-Hugh-Curtis (peri-hepatite gonocócica);
- Dispareunia;
- Infertilidade;
- Prenhez ectópica;
- Abscesso tubo-ovariano;
- Hidrossalpinge;
- Óbito.
- Sd de Fitz-Hugh-Curtis
- Caracterize a fase aguda.?
- Caracterize a fase crônica.?
Caracterize a fase aguda:
- Exsudato purulento na cápsula de Glisson, sem aderências hepáticas.
Caracterize a fase crônica:
- Dor em hipocôndrio direito;
- Dor pleurítica à direita;
- Aderências em “corda de violino”.
- Bartolinite
- O que e.?
- Agentes etiológicos?(2)
- Tratamento?(5)
O que e bartolinite:
- Bartolinite é causada pela obstrução com inflamação de uma ou ambas as glândulas de Bartholin (glândulas acessórias que lubrificam a vagina). No caso da obstrução sem infecção, forma-se um cisto de Bartholin, geralmente assintomático e que pode ter cura espontânea.
Agentes etiológicos:
- Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis.
(outros: Escherichia coli, Staphylococcus aureus).
Muitas vezes, não é preciso tratamento (assintomáticas). Quando necessário, as opções incluem:
- AINEs/antibióticos;
- Banho de assento com água morna;
- Drenagem cirúrgica (se alta recorrência);
- Marsupialização;
- Bartolinectomia.

- Ciclo menstrual
- Qual hormônio inicia o eixo hormonal do sistema reprodutor feminino? Onde é produzido e liberado?
- Qual é o padrão de liberação do GnRH?
- Qual o mecanismo de ação e efeitos fisiológicos dos análogos de GnRH?
Hormônio inicia o eixo hormonal do sistema reprodutor feminino/ Onde é produzido e liberado:
- GnRH. / Hipotálamo.
Padrão de liberação do GnRH:
- Pulsátil. (evita o downregulation de receptores)
Mecanismo de ação e efeitos fisiológicos dos análogos de GnRH:
- Castração química pelo downlregulation de receptores de GnRH, induzida pelo padrão não-pulsátil de administração (tratamento de puberdade precoce, leiomiomas, etc.).

- Ciclo menstrual
- Sítio de liberação do FSH e LH?
- Qual sistema comunica o hipotálamo com a adenohipófise?
- Quais hormônios são liberados pela adenohipófise?(6)
- Quais hormônios são liberados pela neurohipófise?(2)💡
Sítio de liberação do FSH e LH:
- Adenohipófise.
Sistema comunica o hipotálamo com a adenohipófise:
- Sistema porta-hipofisário.
Hormônios são liberados pela adenohipófise:
- LH;
- FSH;
- GH;
- TSH;
- ACTH;
- Prolactina.
Hormônios são liberados pela neurohipófise:
- OCA: OCitocina e ADH.

- Ciclo menstrual
* Quem aumenta e quem diminui a secreção da prolactina?
Quem aumenta e quem diminui a secreção da prolactina:
- ↑Secreção: TRH e Estrogênio.
- ↓Secreção: Dopamina.

- Ciclo menstrual
- Manifestações clínicas da hiperprolactinemia.?(2)
- O que diz a teoria das “duas células, duas gonadotrofinas”?
Manifestações clínicas da hiperprolactinemia:
- Amenorréia e galactorréia.
O que diz a teoria das “duas células, duas gonadotrofinas”:
- “A síntese dos hormônios no folículo ovariano é compartimentalizada”.

- Ciclo menstrual
- O ___ (LH/FSH) é o hormônio que atua sobre a teca.
- Qual a função do LH na teca?
- Qual a função da inibina B?
- Onde e em qual fase é produzida a inibina B?
- O (LH) é o hormônio que atua sobre a teca.
Função do LH na teca:
- Aumenta conversão de colesterol em androstenediona.
Função da inibina B:
- ↓FSH.
Onde e em qual fase é produzida a inibina B:
- Camada granulosa, na fase folicular.

- Ciclo menstrual
- O ___ (LH/FSH) é o hormônio que atua sobre a granulosa.?
- Qual a função do FSH na granulosa?
- A aromatização da androstenediona resulta em qual hormônio?💡
- A aromatização da testosterona resulta em qual hormônio?
- O FSH é o hormônio que atua sobre a granulosa.
Função do FSH na granulosa:
↑Aromatização:
- Androstenediona → Estrona;
- Testosterona → Estradiol.
Aromatização da androstenediona resulta em qual hormônio:
- “AndrostenedionA = estronA”
Aromatização da testosterona resulta em qual hormônio:
- Estradiol. “Testosteronadiol”

- Ciclo menstrual
- Fases do ciclo ovariano?(3)
- Quais os dois principais eventos da fase folicular ovariana?
- Como é realizada a seleção do folículo dominante?
- Qual evento hormonal precede a ovulação? Quando ele ocorre?
Fases do ciclo ovariano:
- Folicular;
- Ovulatória;
- Lútea.
Principais eventos da fase folicular ovariana:
- Regressão do corpo lúteo e seleção do folículo dominante.
Seleção do folículo dominante:
- Folículo com maior sensibilidade ao efeito trófico do FSH.
Evento hormonal precede a ovulação / Quando ele ocorre:
- Pico de LH.
- No meio do ciclo.

- Ciclo menstrual
- Por que ocorre o pico de LH no meio do ciclo?
- Quantas horas após o início da elevação do LH ocorre a ovulação.?
- Em quanto tempo ocorre a ovulação após o pico máximo de LH.?
- O primeiro dia do ciclo menstrual corresponde ao primeiro dia de.?
Por que ocorre o pico de LH no meio do ciclo:
- Reposta bifásica do LH ao estradiol: se baixo inibe, se alto estimula.
Quantas horas após o início da elevação do LH ocorre a ovulação:
- 32 a 36 horas.
Em quanto tempo ocorre a ovulação após o pico máximo de LH:
- 10 a 12 horas.
Primeiro dia do ciclo menstrual corresponde ao primeiro dia de:
- sangramento!
- Ciclo menstrual
- Qual a duração do ciclo menstrual normal?
- Qual a duração e o volume do fluxo menstrual normal?
- Qual a duração da fase lútea?
- Quais os dois principais eventos da fase lútea?
Duração do ciclo menstrual normal:
- 21 a 35 dias! (em média: 28 dias)
Duração e o volume do fluxo menstrual normal:
- Duração: 2 a 6 dias.
- Volume: 20 a 60 ml.
Duração da fase lútea:
- 14 dias (normalmente fixo).
Principais eventos da fase lútea:
- Formação do corpo lúteo e ↑progesterona.
- Ciclo menstrual
- Qual a sequência de eventos que ocorre se não houver fecundação?
- Quais as fases do ciclo uterino?
- Qual hormônio é responsável por proliferar o endométrio?
- Qual hormônio é responsável por tornar o endométrio secretor?
Sequência de eventos que ocorre se não houver fecundação:
- Regressão do corpo lúteo → ↓ estrogênio, progesterona e inibina A → ↑ pulsos de GnRh e ↑ FSH → sinal para novo recrutamento (tudo começa novamente).
Fases do ciclo uterino:
- Menstruação;
- Proliferativa;
- Secretora.
Hormônio é responsável por proliferar o endométrio:
- Estrogênio.
Hormônio é responsável por tornar o endométrio secretor:
- Progesterona.
- Ciclo menstrual
- Quais as camadas do endométrio?(3)
- Qual(is) camada(s) do endométrio descama(m) na menstruação? E qual(is) não descama(m)?
- Qual evento precipita a menstruação.?
- Camadas do endométrio: esponjosa, compacta e basal.
Qual(is) camada(s) do endométrio descama(m) na menstruação / E qual(is) não descama(m):
- Descama: decícua funcional (esponjosa + compacta);
- Não descama: decídua basal (camada basal).
Evento precipita a menstruação:
- Queda do estrogênio e progesterona pela regressão do corpo lúteo (espasmo vascular).
- Ciclo menstrual
- Qual o aspecto do muco cervical durante a fase folicular?
- Qual o aspecto do muco cervical durante a fase lútea?
- V ou F? Fatores estressores ambientais podem exercer alterações no ciclo menstrual pela ação de neurotransmissores a nível hipotalâmico.
Aspecto do muco cervical durante a fase folicular:
- Fino e cristalizado.
Aspecto do muco cervical durante a fase lútea:
- Espesso e não-cristalizado.
- Verdadeiro. Fatores estressores ambientais podem exercer alterações no ciclo menstrual pela ação de neurotransmissores a nível hipotalâmico.
- Ciclo menstrual
* V ou F? A dopamina e as endorfinas têm efeito inibitório sobre a secreção do GnRH.
* V ou F? A influência do estresse sobre o ciclo menstrual é mediada, principalmente, via secreção de endorfinas.
* V ou F? Inibina, progesterona, contractina e relaxina são todos hormônios produzidos pelo corpo lúteo.
- Verdadeiro. A dopamina e as endorfinas têm efeito inibitório sobre a secreção do GnRH.
- Verdadeiro. A influência do estresse sobre o ciclo menstrual é mediada, principalmente, via secreção de endorfinas.
- Falso. Inibina, progesterona e relaxina são todos hormônios produzidos pelo corpo lúteo, mas a contractina não é.
- Ciclo menstrual
* V ou F? Para a diferenciação sexual, as células de Sertoli produzem totalmente a testosterona em conjunto com a 5-alfarredutase e a di-hidrotestosterona.
* Qual hormônio tem efeito de desvio termogênico (elevação da temperatura corporal basal) à ovulação?
- Falso. 25% da testosterona é secretada pelos ovários, 25% pelas adrenais, e 50% vêm da conversão periférica da androstenediona.
Qual hormônio tem efeito de desvio termogênico (elevação da temperatura corporal basal) à ovulação:
- Progesterona. (varia de 0,3-0,8°C)
- Ciclo menstrual
* V ou F? Predominância de células superficiais no epitélio vaginal, espessamento de mucosa endometrial e efeito samambaia do muco cervical são ações do estrogênio.
* V ou F? A estrona e a testosterona são os principais hormônios produzidos pelos ovários na pós-menopausa.
- Verdadeiro. Predominância de células superficiais no epitélio vaginal, espessamento de mucosa endometrial e efeito samambaia do muco cervical são ações do estrogênio.
- Falso. A androstenediona e a testosterona são os principais hormônios produzidos pelos ovários na pós-menopausa.
- Ciclo menstrual
* Quais hormônios são produzidos na pós-menopausa pelos ovários?(2)
Quais hormônios são produzidos na pós-menopausa pelos ovários:
- Testosterona e androstenediona.
- Climatério
- Climatério.?
- Pré-menopausa.?(3)
- Menopausa.?
- Como confirmar menopausa.?
- Indicações de terapia hormonal.?(1)
Climatério:
- Primeiros indícios de falha ovariana até 65 anos.
Pré-menopausa:
- ↓ Folículos e folículos envelhecidos
- ↓ Inibina (baixa inibição sobre o FSH)
- ↑ FSH
Menopausa:
- Ovário não produz estrogênio e progesterona
Continua a produzir androgênios – estrogênio circulante por aromatização (estrona é o principal estrogênio após a menopausa, fruto da aromatização periférica)
Confirmar menopausa:
- Clínico: >1 ano da última menstruação
- Laboratório: FSH > 35 → diagnóstico diferencial
Indicações de terapia hormonal:
- Fogachos: indicação mais comum
- Climatério
- Qual terapia escolher.?(2)
- Qual via escolher.?(2)💡
- Contraindicações.?(5)
Qual terapia escolher:
- Com útero: sempre ESTROGÊNIO + PROGESTERONA
- Sem útero: APENAS ESTROGÊNIO – exceção: pacientes com endometriose.
Qual via escolher:
ESTROGÊNIO:
- Patologias em geral: Parenteral (Oral, adesivo, gel ou implante)
*DM, HAS, fumo, risco de trombose, hipertrigliceridemia, dçs hepáticas (<em>EVITA PASSAGEM HEPATICO</em>)
- Colesterol alto: Comprimido
Contraindicações:
- Câncer de mama ou endométrio (prévio ou atual)
- Tromboembolismo atual
- Sangramento vaginal indeterminado
- Dç hepática ativa grave
- Porfiria (?) – não é unanimidade; a maioria dos autores a coloca como contraindicação absoluta.