UG GERAL Flashcards
Nome do ducto parotídeo
Stenon
Nervo facial (veia retromandibular)
Lobo superficial e profundo da parótida
Artéria carótida externa cruza a
Parótida
Artéria facial cruza a
Submandibular
Ducto submandibular
Wharton
Glândula mais frequentemente associada a inflamação por cálculos
Submandibular (80%)
Neoplasias das glândulas salivares
Maioria na parótida (80-90%)
Apenas 10% submandibulares (porém quase 50% malignas)
Neoplasias benignas mais comuns das glândulas salivares
Adenoma pleomórfico (tumor misto) - mais comum
Tumores de Warthin (adenolinfoma)
Características do adenoma pleomórfico
Mais comum na parótida 40-50 anos Mulheres Crescem devagar Pode malignizar
Características do Tumor de Warthin
Homens 50-60 anos Relação com tabagismo e EBV Epitélio pode malignizar Pode ser hipervascularizado É mais heterogêneo Capta tecnécio 99m
Neoplasias malignas mais comuns nas glândulas salivares
Carcinoma mucoepidermoide e adenoide cístico (mais comuns)
CEC e adenocarcinomas (menos comuns)
Câncer mais comum da tireóide
Papilífero associado a microcalcificações
Nódulos hipoecogênicos associados com malignidade
Câncer tireoide
Carcinoma hepatocelular
Adenocarcinoma de próstata
Tumores testiculares
Linhas A do tórax
Horizontal paralela a linha pleural
Artefatuais “em espelho”
Encontrada em indivíduos normais
Linhas B do tórax
Linhas verticais que saem da pleura ou de pequenas consolidações
Apagam a linha A
Representam o septo intra ou interlobular espessado
Linhas B coalescentes do tórax
Linha B espessa/ feixe de linhas B agrupadas ou contíguas
Representam o vidro fosco na periferia pulmonar
Linhas E do tórax
“E” de enfisema subcutâneo São verticais, bem definidas Apagam as linhas A Não emergem da pleura Não são sincronizadas com a respiração
Linhas Z do tórax
São verticais, mal definidas Emergem da pleura Não apagam a linha A Podem não sincronizar com a respiração Detectadas em mais de 80% dos pacientes
Características do pneumotórax no USG
Gás não permite caracterizar a linha pleural Lung point “Código de barras” Pulmão parado Presença de linha B EXCLUI pneumotórax
USG no derrame pleural
Detecta a partir de 3-5 ml
Hérnia inguinal indireta
LATERAL aos vasos epigástricos
Homens
Direita
Congênita: permeabilidade processo vaginal em homem e canal de Nuck na mulher
Adquirida: fraqueza e alargamento do canal inguinal interno
50%
Hérnia inguinal direta
MEDIAL aos vasos epigástricos Geralmente adquiridas Colo amplo, baixo risco de encarcerar Incidência maior com o aumento da idade, bilateralidade Colo amplo
Hérnia femoral
Incomum Mais frequente em mulheres Direita Gestação Color menor - estrangula mais (40%)
Relações:
Medial a veia femoral comum
Cranial a junção safeno-femoral
Inferior ao ligamento inguinal
Hérnia Spiegel
Através da fascia (linha semilunar)
Abaixo da linha arqueada, local enfraquecido pela passagem dos vasos
Abdominoplastia e dialise peritoneal
Classificação dos tumores testiculares
Células germinativas (mais comuns em homens de 15-49 anos):
- Seminomas (50%): costumam ser mais homogêneos, hipoecogênicos
- Não seminomas: mais heterogêneos
Não células germinativas
Obs: Criptorquidia aumenta o risco em 10-40x
Microlitíase como FR é controversa
Não se realiza Bx em tumores testiculares
Epidemiologia da varicocele
> 2,5 mm com refluxo às manobras de esforço
15% homens em geral
85% esquerda
40% homens inférteis ou subférteis
Secundária: causa extrínseca de compressão venosa
Tendinopatias:
Tendinoses x Tenossinovites
Tendinose: sem bainha sinovial (calcâneo, patelar, quadricipital, manguito rotador) - espessamento, afilamento, desorganização, heterogeneidade, hipoecogenicidade
Tenossinovite: envolvido por bainha (TCLB, flexores e extensores das extremidades) - distensão líquida, espessamento sinovial, aumento da vascularização
Cisto epidermoide de testículo
Tumor benigno de células germinativas Raro (1% dos tumores testiculares) 2-4 década de vida Mais comum a direita Aspecto em casca de cebola
Rotura de cisto poplíteo
Cisto de Baker: recesso da bursa do semimembranoso / gastrocnêmio medial, com comunicação articular
Pode romper e/ou sangrar
Edema e empastamento, simulando TVP
Quais estruturas delimitam o segmento I?
Veia porta (ramo esquerdo) Veia cava inferior Fissura do ligamento venoso
Metástases hepáticas
Hipoecogênicas (65%): pulmão, mama, pâncreas e linfoma
Hiperecogênicas: colorretal, renal, coriocarcinoma, sarcoma, neuroendócrinos
Padrão incomum, mas mais específico: bull’s eye
Conduta pólipos de vesícula biliar
Até 5 mm: repetir US em 1 ano 0,6 - 0,9: controle anual US 1 - 2 cm: colecistectomia > 2 cm: estadiamento e ressecção após Sintomático < 1 cm: colecistostomia
Nefrocalcinose
Depósito de sais de cálcio no córtex renal
Medular (95%)
Cortical (5%)
Angiomiolipomas
80% esporádicos 20% associados com facomatoses - grande maioria esclerose tuberosa - síndrome de von hippel lindau - neurofibromatose tipo I
Banda esplênica
Anomalia de fusão do baço
Intussuscepção intestinal
Criança: ileocólica, geralmente beniga
Adulto: qualquer localização, geralmente relacionada a um tumor
Câncer de próstata
Mais comum na zona periférica (75%) e hipoecogênico Zona central (25%) Zona transicional (raro cancer)
FAST
- Pericárdio
- Espaço hepatorrenal (Morison)
- Espaço esplenorrenal
- Pelve
- Espaços pleurais (extendido)
Uropatia obstrutiva
Conceitos antigos
Hidronefrose
US doppler - IR acima de 0,7 nas artérias intrarrenais
Ausência ou fluxo contínuo baixo nos jatos ureterais ao doppler