ORTOPEDIA Flashcards
Tendinite de deQuervain
Lesão dos tendões do extensor curto e do abdutor longo do polegar
Epicondilite lateral ou cotovelo do tenista
Epicondilo lateral e tendão do EXTENSORES do punho
Fratura que atravessa a epifise , fise e metáfise
Qual Classic de salter harris?
IV (4)
Classificação de salter harris
Fratura de Fise
- Só cartilagem de cresc
- (+) fise e sobe pra metáfise, forma um triângulo
- fise e epífise
- Epífise fise e metáfise
- Compressão / esmagamento da fise por força axial
Salter harris 2 que forma um triângulo (fragmento ósseo metafísario ) qual o nome do sinal ?
Sinal de thurston holland
Epifisite da tuberosidade da tíbia
Dor + limitação
Doença de Osgood- Schlatter
Menino de 8-15 anos de idade praticante de esportes
Tto é conservador (repouso)
Dor, edema , tumoraca anterior
Dx - Rx incidência lateral do joelho
Deslizamento da epífise da cabeça femoral em relação ao colo do fémur por enfraquecimento da fise
EPIFISIOLISE
Menino 👦🏻 11-15 a
Dor no quadril ou joelho
Claudic
Exame : membro inferior ROTAÇÃO EXTERNA
Método dx epifisiolise e tto
Dx : RX SIMPLES AP E RÃ
TTO: cirurgia para promover fechamento da fise : fixação in situ com parafuso
Criança 3-8 a
Claudicação
Dor no quadril irradiando para coxa e joelho
Bom estado geral
SINOVITE transitória do quadril
- idiopática e autolim
- geralmente após infec viral respiratória
Dx clínico (excluir artrite séptica e osteomielite )
Tto repouso + aine
Menino 8-15 anos
Claudicacao
Dor inguinal , na coxa e joelho
Doença de Legg Calve perthes
Melhor prog em <6 anos
É necrose avascular autolimitada da epífise femoral (epifisite)
Dx da dc legg - calve - perthes
- Rx simples (AP e Rã)
🔺 espaço articular
Hiperdensidade
Fratura subcondral - RNM
- cintilografia
Manobra de ortolani
Abdução do quadril + tração da coxa para cima
Pesquisa : luxação congenita do quadril
(Até 3m)
Manobra de Barlow
Aducao da coxa + direcionamento para baixo
Pesquisa : luxação congenita de quadril
(Até 3m)
Pesquisa de luxação congenita de quadril no paciente assintomático 3-18m
Sinal de Galeazzi
- altura inferior do joelho quando em decúbito dorsal com coxas e joelhos fletidos
Pesquisa luxação congenita de quadril após 18 m ( marcha claudicante)
Sinal de trendelemburg : ao ficar de pé no lembro inferior doente, o quadril cai para o lado oposto
Conduta tto displasia do desenvolvimento do quadril
Manter congruência Entre cabeça femoral e acetábulo
Não invasiva — aparelhos fixos ou dinâmicos (tirante de Pavlik)
Redução incruenta — p/ refratários
(Tração + aparelho gessado )
Cirurgia aberta (após 18m pela deformidade )
Quando a fratura é exposta ?
Foco de fratura tem comunicação com o meio ambiente
Tto fratura exposta
Desbridamento em até 4-6h
ATB por 48-72h
Profilaxia antitetânica
Fixação
(Fixação externa pra IIIB e IIIC)
Classificação de Gustillo Anderson
Fraturas
I, II, III
I : < 1cm, mínima contaminacao, fratura óssea simples
II : 1 a 10cm , contam moderada
III : > 10cm , alta contaminação , extensa lesão de partes moles
Fratura exposta < 1cm, mínima contaminacao, fratura óssea simples
Qual classif e qual conduta ?
GUstillo Anderson I
Cd : fechamento primário
Fratura exposta 1 a 10cm , contam moderada
Qual classif e cd ?
II
CD: fechamento secundario (deixa ferida aberta )
Subclassif gustillo Anderson III
III > 10 cm
A) cobertura óssea adequada : fechamento secundario
B) 🚫 cobertura óssea
Cd: fechamento secundario
C) lesão ARTERIAL necessitando de reparo cirúrgico –> fechamento secundario
Qual a classificação de fraturas expostas SEGMENTARES AMBIENTE RURAL PAF ALTA ENERGIA
Gustillo Anderson III
INDEPENDENTE DO TAMANHO
Conduta em salter harris I E II
Redução fechada + imobilização gessada
Cd salter harris III e IV
Redução aberta + fixação interna
Cd salter harris V
Cirurgia p reduzir deformidade
Qual a fratura de fise mais comum ?
Fise distal do rádio
+ ccas 10-16a
Geralmente é salter harris II
Fratura de fise
(Placa epifisaria)
Compromete a placa epifisaria com risco da mesma fechar e a extremidade óssea parar de crescer
tto atb usado pra fratura G.A. I
cefazolina
tto atb usado pra fratura G.A. II e III
cefazolina + Aminoglicosideo
se area rural : + penicilina
primeiro corrige fratura ou corrige vaso ?
CORRIGE A FRATURA PRIMEIRO
Complicacoes de fraturas
- lesao arterial
- SD compartiment
- Embolia Gordurosa
- embolia pulmonar, TVP
- osteomielite
nome utilizado para redução de fratura cirurgica
reducao CRUENTA ; ABERTA
complic tto de fraturas
○ consolidação viciosa (consolida de forma inadeq )
○ pseudo-artrose (não consolidaçaõ)
qual movimento provoca a entorse de tornozelo
Eversão lateral
definicao de entorse
perda momentanea da congruencia articular
ligamentos mais afetados na entorse
PP : Talofibular anterior
Calcaneofibular
tto da entorse
Repouso
Ice
Compressao
Elevacao
estrutura mais afetada na luxacao de cotovelo
nervo ulnar
estrutura afetada na luxacao de joelho
Arteria poplitea e nervo fibular
Estrut afetada luxacao de quadril
nervo ciatico
crianca
membro em pronacao fixa antalgica
luxacao da cabeca do radio
causa: elevacao da crianca com MS estendido
manobra: supinacao + flexao
paciente homem mais velho, com elevacao da FA, mas sem doenca colestatica . pensar no q ?
doenca de Paget
qnd sintomatica : dor, deformidade ossea, fraturas
é o remodelamento osseo excessivo e desorg
calcio serico normal
tto- bifosfonatos e calcitonina
idosa historia de queda
rotacao externa e encurtamento do membro , grande aumento do volume do quadril por hematoma e edema
fratura transtrocanteriana
cd: cirurfia com reducao idealmente fechada e fixação interna (placa e parafuso)
idosa queda da propria altura
rotacao externa e encurtamento do membro
fratura de colo femoral
risco de necrose avascular
classificacao de GARDEN i- incompleta ii completa s desvio iii desvio parcial iv desvio total
quando pedir Rx na entorse de tornozelo ?
regra de Ottawa
○ dor maleolar
○ incapacidade de sustentar o proprio peso ou dor no medio-pe
tipo de luxacao de quadril mais comum
posterior
lembrar q luxacao de quadril é emergencia ortopedica
cd: reducao fechada ( manobra de Allis e Stimson) e uso de muletas por 6 semanas
Com escápula estabilizados , faz elevação passiva do braço em rotação interna
Teste do impacto de Neer
Significado: Sd do impacto
Rotação interna passiva do braço em flexão anterior e com cotovelo fletido
Teste do Impacto de Hawkins
Signific: Sd do impacto
Hawkins rosca
Componentes do manguito rotador
- Supra espinhoso
- Infraespinhoso
- Subescapular
- Redondo menor
Pp lesões do manguito rotador
- Tendinite
2. Ruptura do tendão –> fraqueza
Elevação do membro em rotação interna (polegar para baixo) contra resistência
Teste de Jobe
avalia SUPRAESPINHOSO
Significado :
-fraqueza = rotura do tendão
-dor = tendinite
Rotação externa do membro contra resistência com o cotovelo flexionado
Teste de Patte (patricinha)
Testa o INFRAESPINHOSO
Fraqueza — rotura
Dor — tendinite
Afastar mão do Dorso após colocar braço pra trás em rotação interna com cotovelo flexionado
Teste de Gerber
“Posição do general “
Avalia subescapular
Fraqueza – ruptura ; dor – tendinite
Manobras que avaliam biceps braquial
Teste de Yergason: Com braço aduzido ao tórax e cotovelo flexionado a 90º , fazer supinacao contra resistência
Palm up test ou teste de Speed:
Antebraço estendido e supinada, realizar elevação do braço contra a resistência enquanto se palpa o sulco bicipital
Teste mais importantes ombro
Jobe e impacto de neer
Pp causas de dor no cotovelo
Epicondilite lateral
Epicondilite Medial
Lateral ~ extensores dos dedos
Medial ~ flexores
Exame do cotovelo : dor a extensão do punho contra resistência
Epicondilite lateral ( tenista )
Cotovelo estabilizado a 90 graus e antebraço pronado faz se a extensão do pinho contra resistência
Teste de cozen
Epicondilite lateral
Tenossinovite de De quervain
Tendões do polegar : abdutor longo / extensor curto
Retinaculo
Após paciente flexionar o polegar, examinador promove um desvio ulnar passivo
Manobra de Finkelstein
Dor: tenossinovite de de quervain
Inervação do nervo mediano
1º, 2º , 3º e 1/2 lateral do 4º dedo
Doença reumato q complica com síndrome do túnel do carpo
AR
Estrutura acometida na Sd do túnel do carpo
Qual manobra ?
Nervo mediano
Teste de TINEL
Percussão do trajeto do nervo mediano, buscando despertar parestesia nos dedos intervalos por ele
Manter a mão em flexão palmar maxima durante 1 min buscando despertar parestesia nos dedos inervados pelo mediano
Teste de Phalen
Significado: síndrome do túnel do carpo
Se um golpe atingiu lateralmente o joelho
Lesa ligamento colateral MEDIAL
Tracionou a perna pra frente e o joelho realizou translação anterior
Lesão de ligamento cruzado anterior
Coxa e perna em flexão , puxar a perna pra frente
Teste da gaveta anterior
Se desliza pra frente –> lesão de ligamento cruzado anterior do joelho
Com o joelho em semi-flexão (30 graus ) , realizar tração anterior da perna e posterior do fêmur
Manobra de Lachman
(Lá cá )
Desliz anterior = lesão ligamento cruzado anterior
Com a coxa e perna em flexão, empurrar a perna para trás
Teste da gaveta posterior
Deslizamento posterior — > lesão do ligamento cruzado posterior
Com joelho em semiflexao (30 graus)
E tornozelo apoiado, forçar joelho medialmente
Estresse em valgo
Dor: lesão de ligamento colateral medial
(Quem tem valgo não cavalga )
Com joelho em semiflexao e tornozelo apoiado
Forçar o joelho lateralmente
Estresse em VARO
(Aro no joelho)
Dor: lesão de ligamento colateral lateral
Testes para meniscos
Sempre e rotação da perna (interna ou externa)
“Calcanhar do paciente aponta para o menisco testado “