Onco Flashcards
Neoplasias que dão mtx para adrenais (4)
mama, pulmão, rim, intestino
tumores SNC mais comuns na faixa ped
gliomas, meduloblastomas e craniofaringeomas
Status performance (4)
Estimativa do estado geral do paciente oncológico
0 assintomático
1 sintomático, ambulatorial
2 sintomático, menos de 50% do tempo acamado
3 sintomático, mais de 50% do tempo acamado
4 acamado o tempo todo
tumores primários que mais dão mtx pulmonar
mama e colorretal
prevenção SLT
hidratação vigorosa pré e durante a qt
Alopurinol 300-800mg/dia
Rasburicase se hiperuricemia já instalada
– níveis seguros: cr < 1,6 e ac úrico < 8
Neoplasia mais comum da infância
LLA
principal causa de morte por ca no brasil e no mundo
ca de pulmão
4 tumores mais comuns no brasil em ordem
prostata, mama, colorretal e pulmão
neo de pulmão não pequenas céls - subdivisão
adenoca
epidermoide
grandes cels
tumores de pulmão malignos que tem localização central
epidermoide e pequenas cels
tumores de pulmão malignos que tem localização perif.
grandes cels e adenoca
tumores de pulmão malignos que mais cavitam
epidermoide e grandes cels
tumor que causa sd de pancoast, mais frequentemente e como é essa sd
tu pulmão, geralmente epidermoide (de sulco superior) - dor torácica (destr. gradil costal) + atrofia de mãos e dor no ombro com irrad. ulnar (invad. plexo braquial)
- pode vir associado a sd horner
principais sds paraneo de neo de pulmão
pequenas cels: siad, cushing, sds neurológicas como eaton lambert
adenoca - osteoartropatia hipertrófica
epidermoide - hipercalcemia
das neoplasias de pulmão não pequenas cels - qual a mais comum?
adenoca
- é tb a que mais vem aumentando em incidência
subtipo de neo de pulmão mais freq em não tabagistas
adenoca
- inclusive é mais frequente em pcts jovens (< 45a) e mulheres.
subtipo de neo de pulmão que é mais comum em não fumantes do q em fumantes: variante bronquiolo alveolar do adenocarcinoma = bem diferenciado e de melhor px. Cresce ao longo sem invadir o alvéolo
oncogenes relacionados ao ca de pulmão
k-ras, myc, HER2/neu e bcl-2
principal causa de SVCS
ca de pulmão - principalmente pqnas cels à direita
- em jovens- linfoma
sítios mais comuns de mtx em neo de pulmão
fígado, esqueleto, MO, adrenal e SNC
sd de trousseau
tromboflebite migratória - sd paraneo
rastreamento ca de pulmão - método, para quem
USPSTF
- tabagistas (e ex-tabagistas 15 anos) com CT 30 maços.ano
rastreamento anual com tc de baixa dose em pcts de 55-80 anos (Am. cancer soc. até os 74)
- interromper se passar os 15 anos e se houver problema de saúde que limite a expect. de vida
** MS não preconiza rastreio
como fazer o estadiamento no ca de pulmão
tc de tórax abd e pelve, rm de crânio
cintilo apenas se suspeita
mediastinoscopia se nao pequenas cels ressecável
* AMO e BMO no pq cels se hmg alterado
subtipo ca de pulmão que mais causa dp
adenoca
dx histopatológico ca de pulmão
como obter material a depender da localização?
central - fibrobronco, escarro
perif. - agulha fina, videotoracoscopia, toracotomia
- lembrar que adenoca e grandes cels são periféricos e epidermoide e pequenas cels mais centrais
TNM neo de pulmão
T1 - nod solitário < 3cm
T2 - 3-5cm ou bronquio fonte (não carina) ou pleura visceral
T3 - 5-7cm ou pericárdio, pleura parietal, n. frênico ou parede torácica ou 2 nod mesmo lobo
T4 - > 7cm, estrutura adjacente ou dois nod em lobos diferentes
N1 - perihilares ipsi
N2 - mediastino/ subcarinais
N3 - supraclav. ou contralaterais
M1 - mtx (a = dp ou pericárdio// b 1 órgão // c > 1)
estadiamento ca pqnas cels
limitado - a um pulmão e seus respectivos linfonodos
extenso - não limitado
estágios ca de pulmão - I II III IV
I e II (juntos porque varia muito detalhe, p ex. T1a/T2b…)
- T1/T2 N0/N1 ou T3N0
* sempre M0
# IA - nod pulm solitário. IB e IIA - T2 (a e b)
III - T1/T2 N2/N3 ou T3 N1/N2/N3 ou T4 independente do N desde que M0
IV - qualquer T/N M1
capacidade funcional requerida para ressecção neoplásica pulmonar
VEF1
DLCO (cap dif mon carb)
para:
pneumectomia
lobectomia
pneumectomia VEF1 > 2L (80% cap) e DLCO > 60%
lobectomia > 1,5L e DLCO > 50%)
tto ca de pulmão de acordo com estadio (NPC)
IA - nod pulm solitário (T1N0M0): cirurgia isolada
IB - cirurgia + QT (depende, pode ser só cx)
II - cx + QT
IIIA
T alto e N baixo - cirurgia + QT adj se ressecável (ou QT + RT se não)
N alto e T baixo - QT + RT - ainda controverso se tentar cx depois
IIIB: QT + RT
IV - paliativo
- até IIIB ainda intenção de cura
- qd paciente recusa/sem condições clínicas para cx - indicar RT
ca de pulmão - pneumectomia x lobectomia
tumores muito centrais ou envolvendo múltiplos lobos e com boa reserva - pneumect
os demais - lobect
- segmentec e em cunha se baixa reserva e para tu periféricos
a partir de qd o ca de pulmão deixa de ser ressecável?
Até IIIA se resseca, desde que N0/N1
* IIIA N2 já não se benefia muito
sempre que for M1 ou N3 ou T4 de modo geral tb não (a menos que T4 por 2 lesões - avaliar)
Tto ca pulmão pqnas cels
limitado - qtx + rt
extenso - qtx
nod pulmonar solitário - caract que falam a favor de benignidade
< 2cm (idealmente < 8mm), calcificação difusa, central ou em pipoca (hamartoma)
+
sem fatores de risco
segundo harisson: 2 dados confiáveis: não cresc em 2 anos e padrão da calcific
- lembrar que nod pulmonar solitário é até 3cm
nod pulmonar solitário - caract que falam a favor de malignidade
fatores de risco (tabagista, idade ≥ 35, tamanho - > 2cm)
+
caract da imagem:
- borda irreg, espiculado
- calcificação excêntrica ou salpicada (geralmente maligno não tem calfic mas esses são os padrões se tiver)
- lembrar que nod pulmonar solitário é até 3cm
cdta nod pulm solit
se suspeita de benigno (especialmente sem fr) - acompanhar: RX, TC, PET a cada 3-6m por 2a
se susp maligno: inv adicional, que pode incluir fibrobronco, punção agulha fina, pet
- pode inclusive ser necessária ressec em cunha ou lobect - se for maligno a chance de cura é alta
nod pulmonar calcificado com calcificações em pipoca, qual possível dx?
hamartoma
principal fr carcinoma cels renais
tabagismo
sds genéticas associadas a carcinoma cels renais
von hippel lindau
esclerose tuberosa
von hippel lindau cursa com que neoplasias
carcinoma cels renais tumores retinianos tu cerebelares tu medulares cistos em diversos órgãos
subtipo de carcinoma de cels renais mais comum
cels claras
4 subtipos de carcinoma de cels renais
de cels claras - principal, px ruim
papilífero - px intermediário
cromofóbico - melhor px
do ducto coletor - pior px
carcinoma de cels renais, locais mais comuns de mtx
pulmão - a mais
fígado
ossos
snc - assoc a sangramento
exames para estadiamento de carcinoma de cels renais
rx tórax, tc abd e pelve
RNM é o melhor exame para avaliação de inv vascular
estadiamento carcinoma cels renais
T1: até 7cm
T2: > 7cm confinado ao rim
T3: invasão grandes vasos, cápsula - não invade cápsula gerota
T4: invade adrenal ou ultrapassa fáscia de gerota
N1 qualquer lfnd acometido
M1 mtx distância
– é considerado local até T3N1M0 - até quando invade grandes vasos é ressecável
caract de imagem que falam a favor de malignidade na presença de massa renal
sólida, irregularidade, septações grosseiras, paredes espessadas, captação de contraste
tto de carcinoma de cels renais localizada
lembrar que é considerada dç localizada até T3N1
- cx = nefrect radical (lesões pequenas, nefropatas, portadores de rim único, considerar parcial)
- ref. cirurgia = sem adrenalect
- ref clínica = adrenalect
Atenção: não são radio nem quimiossensíveis = sem qt adj
tto de carcinoma de cels renais avançada
nefrectomia citorredutora, podendo até ressecar mtx dependendo - associado a imunoterapia ou terapia alvo-dirigida # IFN alfa, IL2, inib tirosina quinase
5 piores fatores prognósticos em pacientes com carcinoma cels renais avançado
já ter aberto quadro com M1 Karnofsky < 80 anemia hipercalcemia elevação LDH
bosniak e sua conduta para cada classe
I - cisto simples, sem septações, espessamentos ou calcific. - nada
II - finas septações, pqnas calcificações, sem realce - nada
IIF - II com mais septações, septos ou paredes minimamente espessadas, mas regulares, calcific. espessas ou nodulares - follow 6m e dps anual
III - espessamento parietal ou septações espessas e irregulares, com realce pelo contraste com ou s/ calcific. - cx
IV - espessamento parietal ou septal grosseiro nodular, parte tec. sólido - cx
subtipo mais comum de câncer de bexiga
carcinoma de cels transicionais
principal fator de risco para ca de bexiga
tabagismo
MC mais comum em neo de bexiga
hematúria
tto ca bexiga nos estágios clínicos
- superficial
- invasiva
- mtx
- superficial: ressec endoscópica + seguimento rigoroso 3/3m por 1a + BCG nos que recidivam/alto risco de recidiva (lembrar dos alto grau, cis)
- invasiva: cistect radical + linfadenect pélvica + QT neo e adj
- mtx: QT e pode ressecar se conseguir ressecar mtx tb
recusa/ contraind cx: qt + rt + ressecar td possível endoscopicamente
tu bexiga - CIS tem _________ chances de infiltrar
grandes chances!!! ao contrário do carcinoma papilar de baixo grau, o cis é alto grau já
principal sítio de mtx em ca de próstata
ossos - principalmente blásticas
gleason, a partir de qual é alto risco?
> 7
Screening de ca de próstata - quando indicar, como fazer?
controverso, MAS quando indicado:
entre 50-76 anos
> 45 negros/HF+
com TR + PSA
rastreamento de ca de próstata - o q indica bx?
TR alterado independente do PSA
- PSA: > 10 sempre > 4 bx ou usar os refinamentos - + tendência a bx entre 2,5e 4: refinamentos* > 2,5 em pcts < 60 - bx
- refinamentos:
fração livre < 25%
densidade > 0,15
velocidade crescimento > 0,75ng/ml/ano
pior px em ca de próstata
gleason ≥ 8
PSA > 10
sintomas de dç mtx (ex.: dor óssea)
extensão extraprostática ao toque/usg transretal
os que não tem essas caract, tem muito baixo risco de dç extraprostática
TNM próstata
T1 - impalpável
T2 - confinado a próstata, podendo variar de confinado a meio lobo a até os dois lobos
T3 - extracaps (vesícula seminal conta)
T4 - estrut adj - ves seminal não conta
N1 = lfnd acometido
M1 - mtx
em que estágio a maioria dos ca de próstata são dx?
T1c
Tto ca próstata dç localizada
Baixo risco: psa < 10, gleason < 6, T≤ 2a
- prostatec ou radio ou vigilância ativa
Médio risco PSA 10-20, Gleason 7, T2b-2c
- prostatec ou radio + hormonioterapia por 6m
Alto risco: PSA > 20, Gleason 8-10, T3-4
- prostatec ou radio + hormonioterapia (4m neoadj + 3a adj)
tto ca próstata avançado
privação androgênica - orquiect ou química (análogos GnRH) # Pode até RTU se mt sintomático - paliativo
FR ca esôfago a depender do subtipo histológico
Adenoca - DRGE/Barret, acalásia tb
Escamoso - etilismo, tabagismo, acalásia, estenose cáustica, nitrosaminas
localização ca esôfago a depender do subtipo histológico
escamoso - terços médio e superior
adenoca - terço inferior
ca esôfago mais comum no brasil (subtipo histológico)
escamoso - EUA adenoca, mas na maior parte do mundo é escamoso
principal doença genética que predispõe ao ca de esôfago
tilose palmar e plantar
dç esofagiana que traz aumento de risco dos dois tipos mais comuns de ca de esôfago
acalásia
esofagografia baritada - achado típico de ca esôfago
sinal da maça mordida
sítio mtx mais imp de esôfago
fígado, pulmão, ossos
para quais tu de esôfago é necessária fibrobronco no estadiamento
terço médio e superior
para quais tu de esôfago é necessária US endoscópica no estadiamento
pacientes M0 para melhorar o T e o N - é o que tem mais acurácia para dizer TN
estadiamento tu de esôfago TNM
T1 até submucosa, sendo a até muscular e b até submucosa
T2 até muscular própria
T3 adventícia
T4 órgãos adjacentes, sendo a ressec (pleura, peric) e b irresec (aorta)
N1 1-2 regionais
N2 3-6
N3 ≥ 7
M1 - mtx - saber que lfnd não regional (ex.: supraclav) é M1
margem de segurança de esofagect em ca
8cm
estômago = 6cm
tto ca esôfago
só mucosa - mucosectomia Tis e T1a
até muscular da mucosa T1b - esofagect e linfadenect sem QT/RT
≥ T2 e/ou N+ - QT + RT neoadj + esofagect e linfadenect
* se CI - qt + rt e boa resposta, cx se recidiva - opção pior
T4b e/ou M1 paliativa: medidas para melhorar disfagia, stents para fístula, RT paliativa
neoplasias de TGI T é precoce até…
T1 - são os que tem chance de realizar apenas mucosectomia
condição precursora mais comum do ca gástrico
gastrite atrófica
prateleira de blumer - oq é e como se identifica
um dos sinais de dç metastática gástrica (ca gástrico) - disseminação de cels tumorais por via peritoneal (para o fundo de saco posterior)
identificado através de toque retal
nódulo de irmã maria josé
metástase umbilical (obliteração do ligamento umbilical) - dç metastática no peritôneo de ca gástrico (sugere carcinomatose peritoneal)
definição de câncer gástrico precoce
acomete mucosa e submucosa independente de acometimento linfonodal
- isto é: T1 e qqr N
gânglio de virchow
linfonodo supraclavicular E - relação com ca gástrico (mas tb outros intrabd)
classificação de Borrmann - macroscópica
1 - polipoide
2 - ulcerado de bordas nítidas (muito parecido com úlcera)
3 - ulcerado de bordos não nítidos (infiltrado na parede)
4 - infiltrante - qd todo estômago = linite plástica (mais comumente o tipo difuso de Lauren)
5 - não classificável
Classificação de Lauren
tipo intestinal - homem, > 50 anos, melhor px, bem diferenciado, associado a gastrite atrófica crônica (tb pode por H. pylori) - mais distal
tipo difuso - mulher mais jovem, pior px, pouco diferenciado, disseminação linfática e contiguidade; anel de sinete - + proximal
de acordo com a class de Lauren, quais fatores de risco mais relacionados
Lauren intestinal - ambientais e presença de gastrite crônica atrófica - é o tipo encontrado em regiões de alta prevalência
Difuso - sem história de gastrite, grupo sg A // relação genética
tumor gástrico com cels em anel de sinete = qual subtipo
lauren difuso
ca gástrico - as evidências que nos indicam doença não mais curável pela cx são…
massa abd (metástase, tu de gdes dimensões - T4 -, carcinomatose peritoneal)
linfadenopatia supraclav axilar, umbilical palpável
prateleira de blumer
acometimento ovariano (tu krukenberg)
nodularidade anterior e extraluminal na parede do reto
sds paraneo mais imp em tu gástrico
acantose nigricans sd trousseau - tromboflebite migratória isnal de leser-trelat (ceratose seborreica difusa) neuropatia periférica dermatomiosite
TNM estômago
T1 até submucosa, sendo a até muscular e b até submucosa
T2 até muscular própria
T3 subserosa sem atingir perit visc/estr adj
T4 órgãos adjacentes, sendo a peritôneo visc e b estr adjacentes
N1 1-2 regionais
N2 3-6
N3 ≥ 7
M1 - mtx - saber que lfnd não regional (ex.: supraclav) é M1
indicação absoluta de vlp em ca gástrico
ascite - pesq implantes peritoneais
- pode inclusive alterar planejamento terapêutico em alguns pcts
- sendo negativa alguns cirurgiões já procedem à cx curativa, quando indicado
método não invasivo de maior acurácia para avaliação do estadiamento T das neoplasias de tubo gástrico alto
Eco endoscopica
margem de segurança em neo de estômago
6cm
- esôfago - 8cm
quais pacientes com câncer gástrico precoce são candidatos à tto endoscópico
limitado à mucosa (T1a), não ulcerado, subtipo intestinal, < 2cm de diâmetro, sem linfadenopatia associada
- tem que ter todos esses
Tto ca gástrico
Ca gástrico precoce: quando limitado à mucosa (T1a), não ulcerado, subtipo intestinal, < 2cm de diâmetro, sem linfadenopatia associada - mucosectomia endoscópica
- nos demais: gastrectomia* + linfadenectomia D2
- proximal: gastrec total com y roux
- distal: gastrec radical subtotal com billroth II
# adjuvância: para os pcts T3/T4 e/ou N+ - QT + RT - alternativa: qt neo + adj para os tu avançados localmente (facilitar ressec)
M1 = paliativo - pcts podem até se beneficar de gastrectomia - melhor alimentação, dor…
- QT paliativa
sítio mais frequente de adenocarcinoma colônico
cólon D
crit amsterdam para definir sd lynch (4)
- presença de ca colônico ou qqr outro ca relacionado a HNPCC (endométrio, delgado, ureter ou pelve renal) em três ou mais familiares sendo que:
presença de todos:
- presença de ca colônico ou qqr outro ca relacionado a HNPCC (endométrio, delgado, ureter ou pelve renal) em três ou mais familiares sendo que:
- um deles tem que ser obrigatoriamente parente de primeiro grau dos outros dois
- pelo menos um caso de ca colorretal antes dos 50a
- ca colorretal envolvendo pelo menos 2 gerações
- ausência de uma sd de polipose hereditária
cas sd lynch (II)
endométrio, ovário, delgado, estômago, pâncres, via biliar ureter ou pelve renal
rastreio pcts com sd lynch
colono a cada 2 anos a partir dos 20 e anual a partir dos 35
curetagem a vácuo, USTV e CA 125 anual a partir dos 25
pesq sg urina anual
qual neoplasia está associada a pcts com endocardite por s. bovis?
colorretal
Lynch 1 vs Lynch 2
Lynch 1 é apenas ca colorretal
Lynch 2 - além de colorretal outras neo malignas
- endométrio, ovário, delgado, estômago, pâncres, via biliar ureter ou pelve renal
quanto maior a presença de instabilidade microssatélite, _____________ é o prognóstico nos cas colorretais
melhor
PAF - polipose adenomatosa familiar
sd autossômica dominante
gente APC mutante
- múltiplos pólipos adenomatosos no cólon (pelo menos 100 para dx) - não se restringe ao cólon (ex.: hiperpigmentação retiniana hipertrófica)
– todos os pcts devem realizar colectomia profilática assim que dx
rastreamento ca colorretal
a partir dos 50 anos na pop geral
* 40 se HF ou 10 anos mais cedo que a menor idade em que um dos parentes desenv o ca (oq vier antes)- se HF de antes dos 60!
- 5 opções: sg oculto nas fezes anual rsc flex a cada 5a enema baritado de duplo contraste a cada 5a colono a cada 10a colono virtual a cada 5
melhor: colono
* rsc com sg oculto parece aceitável para pcts de médio risco
rsc de rastreio, qual conduta se achado ca ou adenoma?
além de excisão do pólipo, estender para colono - procura de sincronismo
local mais comum de mtx em ca colorretal?
fígado
* seguido de pulmão
mc de acordo com localização de tumor colorretal
CE - constipação/diarreia
CD - hemorragia/anemia
porque tumores de reto podem ter mtx em pulmão sem ter em fígado
lembrar que as mtx pulmonares em ca colorretal geralmente vem de mtx hepáticas - pela drenagem.
Porém, no ca retal, pode ir direto - drenagem venosa retal vai parar direto no sistema cava
opção de exame para avaliação do restante do cólon em pct com estenose por tumor que não permite progressão do aparelho da colono
colonoscopia virtual - por tc (reconstrução) ou (menos idealmente) exame radiológico contrastado (enema baritado)
margens de segurança em colectomia por ca colorretal
5cm
margens de segurança reto ca colorretal
5cm proximal e 2cm distal
quais mtx em ca colorretal podem ser ressecadas, ainda com intenção curativa?
no fígado se até 3 mtx unilobares
pulmão e peritôneo se sem outras mtx
- carcinomatose peritoneal (qt intraperit associada)
Estadiamento ca colorretal
T1 até submucosa
T2 invade muscular própria
T3 subserosa e gordura pericólica ou perirretal
T4 estruturas adjacentes
N1 1-3
N2 4-6
M1a: 1 órgão sem peritôneo
M1b: > 1 órgão
M1c: peritôneo independente de outros órgãos
#OBS: I T1/T2 N0 M0 II T3/T4 N0 M0 III qqr T, N+, M0 IV qqr T/N M+
Estadiamento de Dukes ca colorretal
A - T1N0M0 B1 - T2N0M0 B2 - T3N0M0 B3 - T4N0M0 C1 - T1/T2N1-2M0 C2 - T3N1-2M0 C3 - T4N1-2M0 D - M1
tratamento ca colorretal
cirurgia!!!
- Est. I - sem nada associado
- Est. II - qt adj só se de alto risco
- Est III - qt adj
- ou seja, adjuvância quando N+ no geral
- sem neoadj ou rt
- Est. IV - pode ressecar se: fígado se até 3 mtx unilobares
pulmão e peritôneo se sem outras mtx - carcinomatose peritoneal (qt intraperit associada)
os demais - paliativo
tto ca reto
cirurgia!!!
- Neoadj com qt e rt para pacientes T3, T4 ou N+ ou que invadam mesorreto ou com tu retal baixo (até 5cm MA)
- adjuvância após para todos que tenham recebido neoadj ou para aqueles est II ou III que não tenham recebido
- Est. IV - pode ressecar se: fígado se até 3 mtx unilobares
pulmão e peritôneo se sem outras mtx - carcinomatose peritoneal (qt intraperit associada)
os demais - paliativo
quais pcts tem indicação de neoadj em ca reto
T3, T4 ou N+ ou que invadam mesorreto ou com tu retal baixo (até 5cm MA)
3 lesões benignas hepáticas principais
hemangioma cavernoso
hiperplasia nodular focal
adenoma hepático
lesões benignas hepáticas e sua conduta (as 3 principais)
hemangioma cavernoso - expect
hiperplasia nodular focal - expect
adenoma hepático - cirurgia + suspensão ACO (risco ruptura e malignização)
qual lesão hepática benigna está associada ao ACO
adenoma hepático
tto CHC
Ressecável: Lesão única idealm. < 5cm + CHILD A (ou MELD < 15) + ausência hip porta
Tx: lesão única < 5cm ou até 3 lesões < 3cm (crit milão) - pode child B e C
Lesão irressecável (lesão multifocal, mas não disseminada): ablação, embolização, terapia alvo (sorafenib)
- é oq se faz quando as opções cirúrgicas não podem mais ser oferecidas
se mtx: paliação
ca tireoide mais comum
papilífero
disseminação ca papilífero de tireoide
linfática - mais comum ter lfnd associado
disseminação ca folicular de tireoide
hematogênica
fator de risco ca folicular de tireoide
áreas com def. iodo
fator de risco ca papilífero tireoide
irradiação
ca tireoide com corpos psamomatosos
papilífero
oncogene ras - relação com que ca tireoide?
carcinoma papilífero
proto-oncogene RET - relação com que ca tireoide?
CMT
carcinoma de tireoide de melhor px
papilífero
invasão dos linfonodos regionais em ca papilífero de tireoide guarda pior px?
não
ca tireoide - maior preditor de mortalidade
idade
ca tireoide - maior preditor de recorrência do tumor
dç extra-tireoidiana
preditores de risco em ca tireoide
são usados os scores AMES e AGES para definir estratificação. Eles incluem:
Idade > 40 alto risco
Sexo masculino alto risco
Extensão extratireoidiana, inv capsular - alto risco
Mtx regional ou à distância = alto risco
Tamanho < 2cm = baixo risco/ > 4cm = alto risco
Grau bem vs pouco diferenciado
ps.: AMES (age, metast, extent, size)/ AGES (age, pathologic grade, extent, size)
indicação de adjuvância (com imatinibe) para GIST
GIST de alto risco:
- > 5cm diâmetro e > 5 fig. mitose por 50 campos
- > 10cm diâm. indep número mitoses
- > 10 fig. mitose indep do tamanho
alt típicas da SLT
hiperuricemia, hiperK e hiperfosfatemia
hipocalcemia
ira
lesão renal nodular captante de contraste em pct idoso - dx mais provável
ca até que se prove contrário
2 principais causas de massa abd em crianças
- neuroblastoma - são mt sintomáticos, mau estado
2. tu wilms -pouco sintomático
maior suspeição de neoplasia em usg de tireoide
microcalcificações
infiltrativo
vascularização (Chamas IV - pouco periferia, pouco central -, Chamas V - central)
risco em nódulo de tireoide que aumentam chance de ser neoplasia
< 20 anos e > 60, hx irradiação, HF+, rouquidão, crescimento, alterações USG