GQ Flashcards
PNI 1 MÊS
BB
- Hepatite B recombinante
- BCG (pneumonia e hanseníase)
PNI 2 meses
4 Ps
- Penta > DTP (difteria, tétano e coqueluche > inativada) + hepatite B (recombinante) + Hib (H. influenza conjugada)
- VIP > poliomielite inativada
- Pneumocócica conjugada 10-valente
- Rotavírus G1P1 atenuada
PNI 3, 4 e 5 meses
3 meses:
- Meningocócica conjugada
4 meses (igual 2 meses, 4Ps)
- Penta > DTP inativada + hepatite B recombinante + Hib conjugada
- VIP > poliomielite inativada
- Pneumocócica conjugada 10-valente
- Rotavírus G1P1 atenuada
5 meses (igual 3 meses):
- Meningocócica conjugada
PNI 6 meses
2 Ps e 2 presentes:
- Penta
- DIP > polio inativada
- Covid 19
- Influenza (inativada)
PNI 7 e 9 meses
7 meses
- Covid 19 (2a dose)
9 meses:
- Covid (3a dose)
- Febre amarela (atenuada)
PNI 12 meses
3 presentes:
- Pneumocócica conjugada 10-valente
- Meningocócica conjugada
- Tríplice viral (atenuada) > rubéola, catapora e sarampo
PNI 15 meses
A Debutante VOmitou Tequila
- Hebatite A (inativada)
- DTP (inativada)
- VOP > polio atenuada
- Tetraviral (tríplice + varicela)
PNI 4 anos
Depois, VOcê Fez Vacina?
- DTP (inativada)
- VOP > polio atenuada (2o reforço)
- Febre amarela (atenuada)
- Varicela monovalente
PNI 5 anos
Pneumocócica conjugada 23-valente
PNI 9-10 anos
2 doses da HPV4 (recombinante) > se tiver sofrido abuso sexual, não precisa de dose de reforço, se não tiver feito as 2 vacinas, fazer um esquma vacinal com 3 doses
PNI adolescente
- HPV4 recombinante (2 doses até os 14 anos)
- Meningocócica ACWY
- Febre amarela (atenuada) > 2 doses
- Hepatite B (recombinante) > 3 doses
- Triplice viral (atenuada) > 2 doses
- Difteria e tétano > 3 doses
Agente causador da TB
Mycobacterium tuberculosis (bactéria atípica muito pequena, por isso intracelular)
Criança com TB teve contato com adulto com TB, explique
A criança não expele bacilos, por isso não contamina
Vacina para TB, explique
BCG, protece contra formas graves da tuberculose (pulmonar miliar e meningoencefálica) e descobriu-se que também protege contra hanseníase.
Quadro clínico da TB pulmonar
- Astenia
- Febre
- Emagrecimento
- Tose duradoura (2 semanas) > tratamento para pneumonia não resolveu
- Adenomegalia cervical
Achados da TB pulmonar n RX de tórax
- Infiltrado (padrão miliar) > bem perceptível na TC
- Linfonodomegalia hilar
- Opacidade
Quais exames complementares são utilizados na pesquisa de TB?
- Rx de tórax (iniciar por ele no menos de 10 anos)
- Prova tuberculíca PT (iniciar por ela no maior de 10 anos) > encontra também ILTB
- TRC-TB teste rápido celular que avalia presença do DNA do Mycobacterium no sangue > encontra também ILTB
- Broncoscopia e cultura
Apresentaações da tuberculose extrapulmonar:
TB ganglionar
- Adenomegalia cervical, unilateral, dolorosa > evolui com drenagem espontânea
- Não tem tratamento, mas deve manter a tumoração exposta
TB pleural
- Consolidaão pulmonar que evolui com derrame pleural importante
- Drenar esse derrame, além de antibioticoterapia
TB meningoencefálica
- Forma GRAVE de meningite
- BCG protege, mas o paciente tende a falecer o ficar grave
- Sintomas iniciais: rigidez de nuca, febre, astenia e queda do estado geral
- Tratamento 12 meses igual a TB óssea
TB óssea
- Se confunde com osteomielite
- Causa dor óssea, não associada a claudicação. Evolui com febre e astenia
- Tratar 2 meses fase intensiva e 10 meses de manutenção (RHZ > RH ou RHZE > RH)
Tratamento TB pulmonar menores de 10 anos
2 meses iniciais: fase intensiva
- Rifampicina (R) + Isoniazida (H) + pirazinamida (Z)
4 meses finais: fase de manutenção
- Rifampicina (R) + isoniazida (H)
Tratamento TB pulmonar maiores de 10 anos
2 meses iniciais: fase intensiva
- Rifampicina (R)+ Isoniazida (H) + pirazinamida (Z) + etabutol (E)
4 meses finais: fase de manutenção
- Rifampicina (R) + isoniazida (H)
Casos de Tb meningoecefálica nos <10 anos pode-se utilizar um fármaco associado, qual?
Corticoide
Prednisolona oral por 4 semanas
Casos graves: dexametasona injetável por 4 a 8 semanas (redução da dose no 2o mês)
Qual é aquele paciente com suspeita de TB?
- O sintomático com história condizente (contato c adulto com TB)
- O assintomático com alteração no RX de tórax (assumindo assim que pode não ser ILTB), já que a PT pode ser reagente para a fase latente e ativa
O que fazer no paciente com suspeita de TB?
Broncoscopia, como muitas vezes dará falso negativo, partir para o teste rápido celular (TRC-TB), podendo dar:
1. Reagente com resistência a rifampicina > refazer RR-TB, pedir PT e cultura > ENCAMINHAR
2. Reagente sem resistência a rifampicina > CT e cultura > iniciar tratamento
3. NÃO reagente ASSINTOMÁTICO > descartar TB
4. NÃO reagente SINTOMÁTICO > partir para o score clínico
Quais são os critérios do score clínico?
- Febre, astenia, emagrecimento, tosse, sudorese > 15 pontos
- ## Desnutrição grave > 10 pontos
- Opacidade OU infiltrado há 2 semanas > 15 pontos
- ## Opacidade Ou infiltrado há pouco tempo > 5 pontos
- Contato com doente adulto > 10 pontos
- Prova tubercuílica:
- Maior que 5mm > 5 pontos
- Maior que 10mm > 10 pontos
PONTOS NEGATIVOS:
RX normal > - 5 pontos
Melhora com antibiotico normal > - 10 pontos
A depender da pontuação do score clínico, terá uma chance de ser TB, explique:
Maior ou igual a 40 pontos > muito provável de TB
Entre 30-35 pontos > possível TB
25 pontos ou menos > pouco possível, porém não descartar
Formas de prevenção TB
- RN com suspeita de TB
- Primero 3 meses de Rifampicina, depois faz a PT, se negativo > faz a BCG
- Depois dos 3 meses de R, depois se o teste PT der positivo > completar tratamento e NÃO dar BCG - Mãe amamentando com TB
- Continuar amamentação, mas usando máscara
- Tratar B e refazer broncoscopia em 2 semanas para ver se negativou - Tratar ILB
- Notificação compulsória TB e ILTB
- Incentivar a BCG!
Protocolo TB < 10 anos
SINTOMÁTICOS > investigar TB
ASSINTOMÁTICOS:
1. RX de tórax anormal > investigar TB (broncoscopia eTRC-TB)
- RX normal > fazer prova tuberculínica
- PT menos de 5mm > esperar e refazer PT, alterou? > tratar ILTB
- PT maior ou igua a 5mm > tratar ILTB
Protocolo TB > 10 anos
SINTOMÁTICOS > investigar TB
ASSINTOMÁTICOS:
1. PT > 5mm? Fazer RX de tórax
- RX anormal > investigar B
- RX normal > tratar ILTB
- PT < 5mm? Esperar e refazer
- Normal? alta e descarta TB
- Com conversão? Fazer RX de tórax: Se alterado > pensar em TB. Se normal > tratar ILTB
Resuma dicas do protocolo de TB
< de 10 anos começa investigando pela RX de tórax
> de 10 anos começa pela PT
ILTB tem alteração da PT, mas não do RX de tórax
TB será avaliada se: paciente sintomático OU assintomático com RX anormal
Defina anemia
Deficiência dos padrões de hemácia, hemoglobina e hematócrito
Sinal de anemia carencial
Anemia microcítica (VCM baixo) com anisocitose (RDW alto) > sinal que hora tem, hora não tem
Anema ferropriva, achados clínicos
- Astenia
- Palidez e apatia
- Emagrecimento
- Unhas quebradiças
- Irritabilidade
- Sinal da pica
Grupo de rsco da anemia ferropriva
Pré-termo e de baixo peso > baixa massa sanguínea, menor potencial de produção de eritrócitos, maior a exigência de ferro
Diagnóstico da anemia ferropriva, o que valiar?
- HDA (história clíica e exame físico)
- Exame laboratorial (hemograma completo, reticulócitose padrão de ferro)
Achados laboratoriais do paciente com anemia ferropriva
- Hm baixa
- Hb baixa
- Ht baixo
- VCM baixo (microcitose) > volume da hemácia
- HCM baixo (hipocromia) > “quantidade” de Hb dentro da hemácia
- CHCM baixo (hipocromia) > grau de concentração da hemoglobina em relação à hemácia
- RDW alto (anisocitose) > tamanho da hemácia
- Leucopenia
- Reculopenia > baixos níveis dos precursores das hemácias
- Ferro sérico baixo (ferro livre, não armazenado)
- Ferritina baixa (ferro armazenado)
- Transferrina amentada (mais transportador se formando para tentar compensar)
- Saturação de transferrina baixa (baixa afinidade do ferro com a transferrina, já que tem menos ferro)
Tratamento anemia ferropriva
- Orientar sobre a ingesta de ferro na alimentação (diferença de ferro ferroso e férrico)
- Prescrever 3-5mg/kg/dia de ferro elementar
- Reavaliar exames laboratoriais
Prevenção anemia ferropriva
- Aleitamento adequado: exclusivo/predominante/misto até os 6 meses, complementado até 1 ano
- Suplementação de ferro:
6 meses > até os 2 anos, nos pacientes a termo com peso ideal
1 mês > até os 2 anos, nos pacientes pré-termo e/ou baixo peso (a dose depende do peso ao nascer)
Quais são as principais cardiopatias congênitas? Qual a principal subdivisão?
ACIANÓTICAS
- CIA
- CIV
- Persistência do canal arterial
- Coartação de aorta
CIANÓTICAS
- Transposição de grandes artérias > cianótica mais comum entre menores de 1 ano
- Tetralogia de Fallot > cianótica mais comum entre maiores de 1 ano
Conceitue cardioapatias cianóticas e acianóticas
- Acianóticas NÃO possuem proliferação de sangue pobre em oxigênio, por isso por alguma anomalia terá o shunt E > D.
- Cianóticas tem shunt D > E, causa hipóxia grave por má circulação, sangue pobre em O2 sendo impulsionado
CIA: classifique, defina, cite achados clínicos, radiológicos e tratamento
Classificação: cardiopatia ACIANÓTICA, causa hiperfluxo pulmoar
Definição: falha no septo interatrial, geralmente no ostium secundium (forame cego), gerando passagem de sangue do AE > AD
Achados clínicos:
- Geralmente assintomático
- Sopro alto
- B2 hiperfonética com desdobramento constante e fixo
- Dilatação de AD e VD
Achados radiológicos:
- RX de tórax: hipertrofia de câmara direita, aumento da trama hilar
- ECG: alteração da onda P
- ECO: visualiza tudo e estima acometimento hemodinâmico
Tratamento:
Avaliação clínica, se necessário, operar (não fechar ou gerar sintomas)
CIV: classifique, defina, cite achados clínicos, radiológicos e tratamento
Classificação: ACIANÓTICA, com hiperfluxo pulmonar
Definição: falha no sempo interventricular, geralmente perimembranoso, causando shunt de VE > VD. Gera insuficiência de VD, causando lesão da camada íntima do tronco pulmonar, levando a estenose. Por consequência, a pressão se inverte, passando o shunt para D > E (passa a ser cianótica)
Achados clínicos:
- Sopro, hiperfonese de B2
- ICC de VD
- Dificuldade respiratória que pode agravar
Achados radiológicos:
RX: cardiomegalia e aumento da trama pulmonar
ECG
ECO
Tratamento:
Diurético + vasodilatador
Se necessário, operar
PCA (persistência do canal arterial): classifique, defina, cite achados clínicos, radiológicos e tratamento
Classificação: cardiopatia ACIANÓTICA com hiperfluxo pulmonar
Definição: o canal central não se fecha, causando passagem de sangue da aorta para o tronco pulmonar, gerando hipertensão pulmonar. Mas a aorta não está suprindo as necessidades, por isso compromete as camaras esquerdas tentando compensar
Achados clínicos:
- Sinais de congestão pulmonar (dificuldade respiratória)
- Pulso amplo (sangue aórtico demora para atingir a via sistêmica)
- B2 hiperfonética e sopro
Achados radiológicos:
Rx de tórax: Cardiomegalia de VE e AE
ECG: Sobrecarga de VE
ECO
Tratamento: AINE (para inibir prostaglandina, que seria inibidora do fechamento do CA)
Se necessário, cirurgia
Coartação de aorta: classifique, defina, cite achados clínicos, radiológicos e tratamento
Classificação: cardiopatia ACIANÓTICA sem alteração no fluxo pulmonar
Definição: Diminuição da lux da aorta em algum ponto, se antes do CA, o troncopulmonar aida pode compensar passando sangue para a via sistêmica (gerando pulso fino). Se a coartação for depois do CA, irá gerar perda de pulso importante pelo menor sangue irrigando
Achados clínicos:
- ICC de VE > pela pós-carga aumentada, o esforço se torna muito maior para ejetar sangue
- Pulsos em MMII ausentes > principalmente com coactação pós CA
Achados radiológicos:
- RX de tórax: Sinal do 3
- ECG
- ECO
Tratamento:
- Prostaglandina para manter o canal arterial
- Cirúrgico
Transposição de grandes artérias: classifique, defina, cite achados clínicos, radiológicos e tratamento
Classificação: cardiopatia CIANÓTICA com hipofluxo pulmonar
Definição: substituição da aorta pela pulmonar, gerando ausência de sangue oxigenado irrigando a via sistêmica, muitas vezes incompatível com a vida. O canal arterial (se mantido) poderá ajudar nesse caso.
Pode estar associado a estenose pulmonar e CIV (pela transposição)
Achados clínicos:
- B2 alta (aorta perto)
- Ausência de sopros
- ICC, cianose, hipóxia, acidose
Achados radiológicos:
-RX: coração em “ovo deitado”
- ECG mostra sobrecarga de VD e VE
Tratamento: prostaglandina (para manter CA), estabilizar acidose e CIRURGIA.
Tetralgia de Fallot (T4F): classifique, defina, cite achados clínicos, radiológicos e tratamento
Classificação: cardiopatia CIANÓTICA com hipofluxo pulmonar
Definição: doença genética que cursa com hipertrofia de VD, estenose pulmonar, CIV e transpoição de aorta. A má posição da aorta pode favorecer a estenose pulmonar e a CIV. Por consequência, o esforço para vencer a resistência da estenose e expulsar o sangue enviado do VE, o VD fica hipertrofiado, evoluindo com ICC
Achado clínicos:
- Sopro sistólico de ejeção em foco pulmonar
- Dificuldade respiratória, entre outros sinais de ICC
- Posição de cócoras: melhora o retorno venoso
Achados radiológicos:
RX de tórax: coração em “tamanco holandês”, hipertrofia de VD e alteração anatômica da aorta
ECG
ECO
Tratamento medicamentoso para as cardiopatias congênitas
- CIV: diurético + vasodilatador
- Persistência do canal arterial: AINE (para inibir a prostaglandina)
- Coactação de aorta: prostaglandina (para manter o canal arterial)
- Transposição de grandes artérias: prostaglandina
Prostaglandina mantém canal arterioso, AINE inibe prostaglandina.
Achados radiológicos típicos de cardiopatias
- Coactação de aorta: sinal de 3
- Transposição de grandes artérias: coração em ovo deitado
- T4F: coração em tamanco holandês
Quais são as dermatites pediátricas de causa bacteriana? (6)
- Impedigo
- Ectima
- Foliculite
- Furnoculose
- Erispela
- Celulite
Impetigo: descreva e trate
Causado por má higiene, agressão ou atopia. Pode ser CROSTOSO (mácula eritematosa que forma uma crosta fina) ou BOLHOSO (formam-se bolhas no eritema). O último só é causado pelo Staphylo.
Tratamento: antibiótico tópico (mupirocina, neomicina)
Se houver febre, adenomegalia, etc > antibiótico sistêmico (cefalosporina)
Ectima: descreva e trate
Geralmente secundário a Impetigo, causando abcesso interno, com eritema elevado margeando-o.
Tratamento: antibiótico sistêmico e higiene do local
Foliculite: descreva e trate.
Inflamação do folículo pilórico. Se leve, será auto-limitado, mas se necessário, entrar com antibiótico tópico
Furnoculose: descreva e trate
Infecção do piloro, gera hiperemia local com ponto purulento.
Tratamento: antibiótico tópico, se atingir a via sistêmica, partir para antibiótico sistêmico
Erispela: descreva e trate
Lesão fortemente hiperemiada (lembrando uma queimadura) que pode evoluir com bolhas no local. Acomete sistemicamente, gera febre e mal estar.
Tratar com antibiótico sistêmico (cefalosporina)
Celulite: descreva e trate
Dor e dema, porém pouco hiperemiado e com bordas mal definidas. Acomete a derme profunda. Gera febre e linfadenopatia regional.
Tratamento: Antibiótico sistêmico (cefalosporina)
Principais tipos de dermatite viral (3)
Verrugas
Molusco contagioso
Hérpes
Subdivida as verrugas
- Verruga vulgar > acomete dobras, formando uma crosta
- Verruga genital > geralmente pelo HPV (hoje tem vacina para esses tipos)
- Verruga plana > múltiplas verrugas planas, porém hiperemiadas
- Verruga filiforme > nas mucosas, acomete a superfície cutânea com estruturas firmes e amareladas
- Verrugas plantares > lesão amarelada e firme na planta do pé
Molusco contagioso, explique e diferencie
São múltiplas lesões elevadas, hiperemiadas e em formato semiesférico com leve depressão centra. Causada pelo poxvírus
Subdivida a hérpes
- Hérpes clássica
- Estopatite herpética > infecção de via oral, esbranquiçada, ulcerativa
- Hérpes genital > lesões rígidas e esbranquiçadas, pequenas esferas aglomeradas
- Hérpes zóster > única que não é causada pela herpes víru, e sim pela varicela-zoster. Lesão maior, hiperemiada, com microlesões aglomeradas
Dermatofitoses (fúngicas), quais são? (9)
- Tinea capis > alopécia descamativa
- Tinea corporis > lesão com borda hiperemiada e demarcada
- Tinea cruris > lesão eritematosa demarcada que atiinge o pubis e região anterior da coxa
- Tinea pedis > “frieira”, lesão descamativa entre os dedos dos pés
- Tinea unguium > “onicomicose”, fungo que agride a borda das unhas
- Candidíase oral
- Candidíase na área das fraldas
- Intertrigo candidíasico > hiperemia importante na região genital e nadegas
- tríase versicolor > manchas brancas que acometem adolescentes
Dermatozoonoses, quais são? (5)
- Escabiose > lesão contagiosa, que vai evoluindo para formar vesículas eritematosas
- Pediculose > “piolho”
- Larma migrans
- Milária > “brotoeja” obstrução do ducto sudoríparo
- Dermatite das fralgas
Defina pneumonia e cite agentes (a depender da idade)
Infecção de vias aéreas inferiores, causada por:
3-30 dias: Staphylo
30 dias a 3 meses: Viral
4 meses a 4 anos: Viral, Staphylo, Strepto, H. influenza
+5 anos: GRAM + ou atípico
Sintomas e sinais da pneumonia na criança
Sintomas:
- Tosse
- Dor torácica
- Dor abdominal (principalmente quando acomete lobo inferior)
Sinais:
- Taquipneia
- Dispneia > pode haver sinal de cansaço, indicando gravidade
- Febre
- Ausculta alterada > sibilo, ronco, estertores
Classifique gravidade da pneumonia
- Pneumonia leve
- Pneumonia grave > com tiragem subcostal, porém sem outros achados (s/ ruídos adventícios, EGR, s/ taquipneia ou febre importantes, etc)
- Pneumonia muito grave > outros sinais de gravidade além da tiragem subcostal
Diagnóstico diferencial pneumonia
- Tuberculose
- Bronquiolite
- Crise de sibilância
- Aspiração de corpo estranho
Exames complementares da pneumonia, explique
- RX de tórax
- Hiperinsuflação (cuidado com bronquiolite)
- Infiltrado intersticial, peribrônquico
- Consolidação, broncograma aéreo - Hemograma:
- Leucocitose com neutrofilia e desvio a esquerda - Hemocultura > mais fácil na enfermaria
- Provas de atividade inflamatória > PCR e PCT principalmente
Tratamento da pneumonia NÃO complicada e pneumonia complicada
NÃO complicada:
- Alta hospitalar
- Orientar repouso
- Amoxicilina via oral 50mg/kg/dia de 8/8 ou 12/12h
- Retornar em 48/72h
Complicada:
- Internar
- Observar saturação, temperatura e hidratação
- Ampicilina EV (se RN, associar com gentamicina) OU penicilina cristalina
Paciente com diagnóstico de pneumonia não melhorou. O que pode ter havido?
- Pode não ser o agente esperado. Pensar em causa bacteriana atípica, tentar substituir para macrolídeo (azitromicina, eritromicina ou claritromicina)
- Houve adesão ao tratamento?
- Pensar em TB > houve contato com TB ativa? perdeu peso? tosse continua após 2 semanas? não melhorou com o antibiótico comum?
- Reavaliar RX, pneumonia pode ter complicado > derrame pleural? empiema? pneumatocele? abcesso pulmonar?
Complicações de pnemonia
- Derrame pleural / empiema
- Pneumatocele
- Abcesso pulmonar
Principios da medicina no cuidado do adolescente (5)
- Não maleficência
- Autonomia
- Beneficência
- Justiça e equidade
- Privacidade > manutenção do sigilo
Quais as etapas importantes no atendimento da hebiatria? HEEADSSS
H > home (como é o convívio, quem mora junto?)
E > education (estuda onde? repetiu? o que gosta de fazer?)
E > eating disorders (qual é a dieta?)
A > activities (fazer exercício físico?)
D > drugs (já experimentou drogas? como é o contato e qual a frequência?)
S > security (sofre ou já sofreu alguma agressão física ou mental?)
S > sexuality (já teve relação sexual? como se sente com relação a isso? com quem foi?)
S > suicide (se sente triste? tem pensamentos suicidas ou auto maléficos?)
7 regras em que se deve quebrar o sigilo médico na hebiatria
- Agressão física ou psicológica
- Dependência química
- Sorologia positiva para HIV
- Tentativa de suicídio
- Condução inadequada de um tratamento
- Diagnóstico de doença importante
- Gravidez / aborto
5 regras para NÃO quebrar o sigilo médico na hebiatria
- Orientação sexual ou identidade de gênero
- IST (desde que o adolescente saiba lidar com a situação)
- Uso de drogas (desde que não configure dependência)
- Namoro, ficante, amigo…
- Uso de anticoncepcional
Nos primeiros 2 anos de via há o estímulo de hormônios esteroides (mini puberdade). Qual sua função?
Estímulo de GnRH, gerando a liberação de estradiol e testosterona (menina e menino, respectivamente) > a fim de estimular o desenvolvimento da genitália externa
Explique o estímulo hormonal no início da adolescência
1.Hipotálamo estimula novamente o GnRH (para iniciar a puberdade)
2. A hipófise anterior (adenohipófise) reage e libera o LH e o FSH.
3. FSH e LH agem nos testículos e ovários estimulando a liberação de esteroides sexuais
Fatores que estimulam a menarca/espermarca cedo
- Carga genética
- Obesidade (leptina estimula GnRH)
- desregulações endócrinas
Função dos esteroides hormonais: 1-estradiol 2-testosterona
1- aumento do útero e mamas, acúmulo de gordura nos quadris e cintura, maturação óssea
2- virilização: mudança na voz, crescimento de testículo, epidídimo, maturação óssea, crescimento de músculos
Outro evento marca a puberdade além da ativação do eixo hipotálamo-hipófise-gonadas. Qual? explique
Adrenarca. Ativação de glândula adrenal, que permite: mudança no odor, formação de acne, pelos pubianos
Fase da adolescência estra atrelada a quais fatores (5)
- Distanciamento dos pais e aproximação dos amigos
- Sentimento de invulnerabilidade
- Desejo de experimentação e “Maria vai com as outras”
- Desenvolvimento da sexualidade (estímulo adrenal e gonadal)
- Aceleração do crescimento
Instrumentos de avaliação de genitais no adolescente (2)
Estadiamento de de Tunner > pelos pubianos (P), geniais (G), mamas (M)
Orquidômetro > esferas de diferentes tamanhos, que deve-se utilizar comparativamente ao testículo, comparando-o a partir da palpação médica
Defina os seguintes termos acerca do desenvolvimento da menina na hebiatria 1-telarca, 2-pubarca, 3-axilarca e 4-menarca
1- Telárca > desenvolvimento do broto mamário (M2), momento de aceleração do crescimento
2. Pubárca > desenvolvimento inicial do pelo pubiano (P2)
3- Axilarca > desenvolvimento inicial do pelo axilar
4. Menarca > primeira menstruação (ocorre na fase M4)
Descreva o crescimento feminino com base na avaliação de mamas de Tunner
M1 > crescimento estável
M2 (formação dos brotos mamários) > aceleração do crescimento
M3 (crescimento da mama e aréola) > pico máximo do crescimento
M4 (projeção da aréola em relação a mama) > desaceleração do crescimento
M5 > estadiamento do crescimento e menarca
Descreva o crescimento masculino com base na avaliação das genitálias de Tunner
G1 > crescimento estável
G2 (crescimento do escroto e testículos) > aceleração do crescimento
G3 (aumento do tamanho peniano) > velocidade máxima de crescimento
G4 (aumento peniano em largura) > pico máximo de velocidade de crescimento
G5 > desaceleração do crescimento
Idade da altura final dos meninos e meninas. Explique o motivo
Meninas entre 15 e 17 anos.
Meninos entre 17 e 21 anos.
A aceleração do crescimento do menino se inicia mais tarde.
Marcos do crescimento e desenvolvimento dos: 3 meses, 6 meses, 9 meses, 12 anos e etc
3 meses:
- Sustenta o tronco
- Abre as mãos (controle dos musculos flexores)
- Grita
6 meses:
- Senta sem apoio
- Pega as coisas, transfere de uma mão para outra
- Balbuca algumas coisas
9 meses:
- Engatinha
- Pinça com polegar e indicador
- Entende seu nome
- Começa a falar as primeiras palavras
12 meses:
- Anda
- Passa página de livro
- Fala as primeiras frases
Marcos importantes:
- Falar até os 18 meses
- Fala 50% compreendida até os 24 meses
- Fala 100% compreendida até os 4 anos
- Fraldas apenas para dormir a partir dos 3 anos
Defina taquipneia (aumento da FR) a depender da idade
0-2 meses: >60bpm
2 meses a 1 anos: 50bpm
1 a 5 anos: 40bpm
5 anos em diante: 20 bpm
Bronquiolite, defina e cite agentes
Infecção de bronquíolos, gerando edema e acúmulo de muco, com infiltração de células epiteliais, causando hiperinsuflação por dificuldade do ar sair (causando o sibilo).
Epidemio: importantíssimo na pediatria, 1 a cada 50 crianças interna por bronquiolite viral aguda
Agentes: VSR, rinovírus e adenovírus
História clínica do paciente com bronquiolite viral
Inicia com pródromo vira (rinorreia, obstrução nasal, espirros).
Porém entre o 3-5 dia, evolui com sintomas de vias aéreas inferiores > taquipneia (>60ipm nos RN), dispneia, tosse, sibilância, tiragem subcostal, tiragem intercostal, batimento de asa de nariz, retração de fúrcula, hipóxia
Diagnóstico de bronquiolite viral
Diagnóstico clínico!
- 1o episódio de sibilância, sem história de atopia
- Inicia com pródromo viral e evolui para IVAI
- Época do ano de aumento do número de casos
Se for realmente necessário, realizar RX de tórax:
- Hiperinsuflado
- Retificação dos arcos costais e diafragma
- Espessamento perihilar
Tratamento ambulatorial de bronquiolite viral
- Se estiver bem, alta domiciliar
Recomendações aos pais: - Se mantiver febre, dispneia ou taquipneia, levar de volta ao hospital
- Lavagem nasal com soro fisiológico e sintomáticos (antitérmico)
Critérios de internação da bronquiolite viral
- Sat <91%
- Desconforto respiratório
- Sinais de toxemia
- Desidratação
- Baixa aceitação alimentar
- Letargia
Tratamento na enfermaria do paciente com bronquiolite
- Inalção com soro fisiológico
- Inalação com NaCl 3% + B2 curta duração (porque a inalação hipertônica dará broncoespasmo, B2 agonista não funciona para tratra pneumonia
- Suporte ventilatório (se hipoxemia) > cateter de alto fluxo
- Monitorar oximetria de pulso (se hipoxemia)
- Suporte nutricional
Modelos de atenção a saúde
- Serviço social > atende aqueles que pagam o serviço de saúde
- Assistencial > exclusivo para aqueles em situação de pobreza
- Seguridad > fornecido por um grupo beneficente
Esferas dos determinantes em saúde
- Fatores intrínsecos > idade, sexo, naturalidade, genética
- Hábitos de vida > alimentação, exercício físico, sono, uso de celular
- Família e convivência em comunidade
- Econômicos e sociais > moradia, saneamento, água, lixo
Equipe de saúde da família deve ser composta por:
1 médico
1 enfermeiro
1 auxiliar de enfermagem 6 ACSs
Uma USF pode conter de quantas a quantas eSF?
No mínimo 1 e no máximo 3. Depende to tamanho e número populcional do território. Cada uma com sua área delimitada, separando o território.
Defina território, área e microárea. Quantifique números mínimos e máximos de famílias que deve englobar uma área e uma microárea
Território > delimitação de funcionamento para uma USF (a unidade deve atender usuáros adstritos)
Área > subdivide o território, com base no local de atuação de uma USF
Microárea > subdivide a área, com base no local de atuação de cada ACS (por isso, cada área deve ter, no mínimo, 6 microáreas)
Área: 600 a 1.000 famílias (no máximo 4.500 pessoas)
Microárea: 20 a 250 famílias (no máximo 750 pessoas)
Defina a rede poliárquica de atenção a saúde
É a APS ao centro, ordenando e coordenando o cuidado com outros centros da rede de atenção à saúde (RAS), com:
1. Atendimento hospitalar
2. Urgência e emergência
3. Vigilância sanitária
4. Monitoramento e auditoria
5. Dispositivos comunitários: igrejas, escolas, creches…
Princípios do SUS (3)
- Universalidade
- Equidade
- Integralidade
Diretrizes do SUS (7)
- Regionalização e hierarquia
- Territorialização e população adstrita
- Cuidado centrado na pessoa
- Resolutividade
- Longitudinalidade do cuidado (coordenação e ordenação)
- Participação da comunidade (autonomia)
- Equipe multidisciplinar
Tecnologias do SUS (3)
Leves:
- Cuidado e acolhimento
Leves-duras:
- Conhecimento científico
Duras:
- Regras e diretrizes
- Máquinas e equipamentos
Quais exames são utilizados o escarro do paciente?
- Baciloscopia > empregado no diagnóstico e controle mensal dos positivados. Não tão sensível para criança, eixge 5.000 bacilos por ml
- Cultura > padrão ouro para avaliação de TB, porém porém indicado em casos de maior sensibilidade (baciloscopia negativa, imunossuprimidos, positivos que abandonaram o tratamento)
- Reste rápido molecular (TRM-TB) > alta sensibilidade, muito utilizado em caso de suspeita de TB (sintomáticos ou assintomáticos com alteração no RX de tórax). Mostra também se o indivíuo tem resistência a Rfampicina, se positivo
Além do método de escarro, quais outros métodos utilizar? Se o paciente estiver assintomático, por exemplo.
- RX de tórax (iniciar por ele, no caso do paciente assintomático menor de 10 anos)
- Prova tubeculínica/prova de Mantoux/PPD (iniciar por ele em caso de assintomático maior de 10 anos)
Testa hipersensibilidade ao bacilo no antebraço, medindo a reação cutânea
Como realizar a coleta o escarro?
Devem ser realizadas duas coletas, uma na chegada ao atendimento médico, outra na manhã seguinte. Ambas devem ser analisadas.
Se houver dificuldade, pode-se utilizar nebulização com soro fisiológico > para conseguir coletar material das arvores brônquicas, não somente saliva e secreções da faringe/laringe
- Respire fundo e expire lentamente pela boca (3 vezes)
- Respire fundo, prenda o ar e expire rapidamente (2 vezes)
- Faça força para tossir dentro do pote
Quando pedir exame de imagem em IVAS?
Quando houver estridor a ausculta (som anormal inspiratório)
Quais são as principais IVAS avaliadas na radiologia pediátrica?
- Epiglotite
- Crupe
- Traqueíte exsudativa (crupe membranosa)
- Abcesso retrofaríngeo
Achados clínicos da epiglotite
- Posição do tripé (sentado, pescoço estirado, tronco inclinado para frente) > porque melhora a respiração
- Salivaão excessiva > não consegue deglutir
- Febre alta
- Dispneia
- Cartão vacinal incompleto (Penta incompleta)
- Estridor
Protocolo da epiglotite
Se precisar realizar RX, se a suspeita já for epiglotite:
- Pedir apenas em perfil
- O mínimo de radiação possível, para ir mais rápido
- Médico acompanhando o técnico
- Material de intubação pronto
Sinal no RX em perfil que identifica epiglotite: “Olhou, viu logo”
Sinal do polegar, marcando a iglotite, pelo seu espessamento. E edema das pregas ariepiglóticas
Sinônimo de doença de crupe
Laringotraqueobronquite aguda
Achados clínicos na doença de crupe
- Febre baixa
- Estridor
- Rinorreia
- Dificuldade respiratória
- Tosse leve
Sinal no RX que identifica crupe: “Olhou, viu logo”
Sinal do V intertido, sinal da torre de igreja, sinal de ponta de lápis. Estreitamento simétrico da hipofaringe.
Achados clínicos da traqueite exsudativa
- Febre alta
- Estridor
- “Tosse de cachorro”
- Dificuldade respiratória
- NÃO piora em decúbito
- NÃO gera salivação excessiva
Achado radiológico da traqueíte exsudativa (crupe membranosa)
Fragmentos na traqueia, ocasionados pelo acúmul de placas de pús. Pode pedir para o paciente possir e não sairá. Sinal que não é muco.
Abcesso retrofaríngeo, geralmente causado por:
- Otite média
- Faringotonsilites
Achados clínicos do abcesso retrofaríngeo
- Febre alta
- Estridor
- Disfagia
- RIGIDEZ de nuca
Sinal no RX que identifica abcesso retrofaríngeo: “Olhou, viu logo”
Aumento de partes moles no espaço retrofaríngeo
Faixa etária média de cada uma das patologias de vi área superior no exame radiológico
- Epiglotite > faixa etária mudou de 3,5 para 13,5 anos pela política vacinal
- Crupe > RN ou lactente
- Traqueíte exsudativa > a partir dos 8 anos
- Abcesso retrofaríngeo > 0,6 meses até 1 ano
Achados de um timo NORMAL
Patologias de via aérea inferior para analisar na radiologia
- Bronquiolite
- Pneumonia redonda
- Derrame pleural e empiema
- Pneumatocele
Achados radiológicos da bronquiolite viral aguda
- Hiperinsuflação
- Retificação dos arcos costais e cúpula diafragmática
- Aumento do EIC
Por que o paciente pediátrico desenvolve pneumonia redonda e pneumatocele
Porque não tem circulação colateral, diminuindo a chance do agente se disseminar
Achado radiológico da pneumonia redonda
Opacidade homogênea em formato redondo, impossibilitando a visão do parênquima pulmonar na região
Diferencie derrame pleural e empiema
Empiema é a evolução do derrame, com presença de exsudato no espaço pleural. Enquanto o derrame contém líquido armazenado.
Exames radiológicos que avaliam derrame/empiema, descreva-os
RX de tórax:
- Sinal do menisco
- Abafamento do seio costofrênico (cuidado, pois a imagem pode estar ampliada, não sendo possível visualizar)
USG
Diferencia o derrame do empiema.
O derrame tem acúmulo homogẽneo, enquanto o empiema possui fendas, septaões > placas de pús acumuladas
Achado radiológico da pneumatocele
Hiperinsuflação localizada, com obstruções ao redor que parecem cavitações. Porém se fizer o controle radiológico pós tratamento, verá que essa obstrução some
Defina adenomegalia
Hiperplasia ganglionar
Critérios de avaliação de uma adenomegalia
- Tempo e evolução
- Tamanho
- Localização
- Mobilidade
- Consistência
- Presença de sinais flogísticos
Locais de alto risco associados a adenomegalias neoplásicas
Subclávia e cervical inferior
O ponto princiapal de drenagem linfática ocorre nos canais subclávios, de onde vem nada um?
Subclávia esquerda > áreas do MMII e abdome
Subclávia direita > MMSS e tórax
Defina erisipela e celulite
Ambas são dermatites bacterianas
- Erisipela é mais bem definida, acomete apenas a porção superior da derme
- A celulite acomete a derme profunda e tem limiações mal definidas
Por que o apetite diminui aos 2 anos?
Porque a criança tem se crescimento diminuído, por isso a necessidade de alimento diminui também
Defina substâncias presentes em grande e aquelas pesentes em pequena quantidade no COLOSTRO (leite materno inicial)
- Muita IgA, vitamina A e anticorpos
- Muita proteína
- Muito cálcio
- Pouca gordura
- Pouca lactose
Qual princípio está associado ao incentivo a amamentação?
Vínculo e adstrição
Agente da febre reumática
Streptococo pyogenes
Paciente tem dor ao amamentar, o que indicar?
- Exposição ao sol para evitar rachaduas
- Molhar a aréola com o leite materno
- Sutiã com sustentação
- Pega ao amamentar adequada
- Não utilizar pomadas
O que saber sobre o prontuário?
- É do paciente, porém fica guardado no hospital
- A letra deve ser legível
- Não mentir, se não examinou, colocar qe não examinou
- Deve conter todas as informações importantes em ordem cronológica
- Data e hora do exame
- Assinatura e carimbo do responsável com CRM
Diferencie as seguintes vacinas dT, DTP, dTPa
DTP > 3 doses combinadas (penta), e outras 2 aos 15 meses e 4 anos
dT > a partir dos 7 anos, não incluir coqueluche, pois o efeito colateral é chato e a chance é pequena
dTPa > dar na grávida , possui outro meio de ação
D < 7 anos
d >7 anos
Como marcar o gráfico docrescimento e desenvolvimento?
Com ponto e linha tracejada
Quais vacinas previnem otite média aguda? (2)
Haemophilus influenza conjugada (Hib)
Anti-pneumocócica conjugada 10-valente
A PPD (prova tuberculínica) diagnostica previamente ou após alguns/dias horas?
Diagnóstico tardio > 72-96h
Uma consolidação pode apresentar sinal da silhueta, explique
É o borramento da margem cardiaca, geralmente porque a cosolidação antecede o coração
Explique o ciclo menstrual
- Fase folicular inicia no primeiro dia menstrual, com o aumento do FSH. Termina com a ovulação, 14 dias depois.
- Na ovulação, tem-se o pico de FSH, LH e estrogênio.
- Depois inicia a fase lútea, com aumento da progesterona
Período de crescimento máximo entre meninos e meninas
Meninos > 13 e 14 anos
Meninas > 11 e 12 anos
Aumento do peso e gordura estável em numeros na fase de rescimento seria…
5-6 cm e 2-3kg por ANO.
Defina idade do adolescente segundo MS e segundo o Estatuto da criança e do adolescente
10-19 anos > MS
12-18 anos > estatuto