torax Flashcards
Quais as costelas verdadeiras e quais as falsas e as flutuantes?
Costelas verdadeiras: I a VII- fixam no esterno pela propria cartilagem
Costelas falsas(VIII, IX e X)- fixa-se na cartilagem da costela acima dela
Costelas flutuantes(XII e XII): não tem conexão
Composição da costela:
cabeça, corpo, colo e tubérculo da costela(local de fixação do ligamento costotransversário-ligação processo transverso-costela)
VERTEBRAS TORÁCICAS CARACTERÍSTICAS:
tipicas: corpos, arcos vertebrais e sete processos para conexão de musculos e articulações
foves costais bilaterais no corpo transversal
foveas costais nos processos transversos
processos espinhosos longos
Articulações da parede torácica:
Intervertebral-sinfise
costovertebral- sinovial plana
costocondral- cartilaginea hialina- esterno e costela
intercondral-sinovial plana
esternocondral-1a sincondrose e o restante sinovial plana
esternoclavicular-sinovial selar
manubrioesternal- sinfise
xifoesternal- sincondrose
Movimento do tórax:
dimensão vertical-diafragma
dimensão AP do tórax
alavanca de bomba-AP- intercostais
alça de balde- dimensão transversal-intercostais
Parte mais fraca da costela:
região imediatamente anterior ao seu ângulo;
fratura de I costela:
lesão do plexo braquial e vasos subclávios
torax instável:
fratura de duas ou mais costelas consecutivas
Local de toracotomia:
faces posterolaterais dos 5o
– 7o
espaços intercostais
Ossificação do xifoide:
Um pouco depois dos 40 anos, muitas pessoas subitamente percebem o processo xifoide parcialmente ossificado e consultam o médico por causa do nódulo duro na “boca do estômago”
Fratuas de esterno:
lesão por esmagamento
risco de lesão cardíaca ou pulmonar
anomalias do esterno:
pectus carinatum e pectus escavatum
Síndrome do Desfiladeiro Torácico:
Compressão das estruturas que saem do tórax por obstrução da abertura superior do tórax, causam manifestações clínicas no MMSS
Luxação de costela::
Deslocamento em relação ao esterno- pode lesar diafragma ou figado
geralmente unilateral
Paralisia do diafragma
lesão do frênico
durante a inspiração, o lado paralisado do diafragma sobe
Músculo intercostal externo e interno- ação e inervação
Externo- eleva as costelas durante a inspiração forçada- nervo intercostal
Intercostal Interno- abaixa as costelas durante a expiração-nervo intercostal
11 pares
Serratil posterior superior e posterior inferior ação, respectivamente
Propriocepção (eleva as costelas)
Propriocepção (abaixa as
costelas)
Fascia que reveste a caixa torácica:
fascia endotorácica
Nervos da parede torácica:
12 pares de nervos espinais torácicos
T1-T11 ramos anteriores: nervos intercostais
ramo anterior de T12- nervo subcostal
ramos posteriores- articulações,músculos profundos pele do dorso da região torácica
Nervos intercostais tipicos, ramos:
Os 3o– 6o nervos Intercostais
ramos comunicantes- tronco simpático
ramos colaterais: musculos intercostais e pleura parietal
ramos cutaneos laterais- pele da parede lateral do torax e abdome
ramos cutaneos anteriores- face anterior do torax e abdome
ramos musculares: musculos da parede torácica(intercostal,m subcostal, transverso do tórax)
margem inferior do sulco das costelas
Nervos intercostais atipicos:
10 e 20- face interna das costelas I e II
10 intercostal- sem cutaneo anterior e lateral
2o- nervo intercostobraquial- face medial e posterior do braço e axila
7-11o nervos intercostais: pele e musculos abdominais-toracoabdominais
Irrigação arterial da parede torácica:
parte torácica da aorta- intercostais posteriores e subcostais
artéria subclávia- toracica interna e intercostal suprema
axilar- toracica superior e toracica lateral
1o e 2o espaço intercostal- arteria intercostal suprema
Intercostal suprema:
ramo da subclávia- irriga 1o e 2o dando como ramos as intercostais posteriores 1o e 2o
Artérias intercostais que atravessam a parede torácica(10o e 11o = exceções)
artérias intercostais posteriores: ramos da arteria intercostal suprema(1o e 2o espaço intercostal) e parte torácica da aorta
3o-11o espaço intercostal
intercostais anteriores: ramo da artéria torácica interna e musculofrenica
3o ao 9o
Artéria torácica interna ramo e distribuição:
ramo da subclavia, emite ramos chamados intercostais anteriores que suprem o 1o ao 6o espaço intercostal
do 7o ao 9o-musculofrênica
termina nas artérias epigástrica superior e musculofrênica
Arteria subcostal ramo e distribuição:
ramo da parte torácica da aorta, distribui-se nos músculos da parede anterolateral abdominal- margem inferior da 12a costela
Quem irriga os 7o-9o espaço intercostal?
artérias musculofrênicas
veias da parede torácica:
11 veias intercostais posteriores e 1 veia subcostal-anastomosam-se com as anteriores
recebem 1 veia intervertebral
a maioria drena pro sistema azigo/hemiazigo
1o EIC- braquiocefálica
2o e 3o- veia intercostal superior-direita-azigo
esquerda- braquiocefálica esquerda
aonde desemboca a maior parte das veias intercostais posteriores?
sistema venoso ázigo/hemiázigo,
aonde desemboca a veia azigo:
veia azigo DO LADO DIREITO drena para VCS
veia intercostal superior direita vs veia intercostal superior esquerda:
direita drena pra azigo
esquerda drena pra braquiocefalica esquerda
Bloqueio do nervo intercostal:
entre a linha paravertebral e a área de anestesia necessária.
tecido conectivo frouxo entre fáscia peitoral e musculo peitoral maior nas mulheres
espaço retromamário.
pequena parte da glândula mamária que pode estender-se ao
longo da margem inferolateral do músculo peitoral maior em direção a fossa axilar:>
processo axilar
quias os ligamentos suspensores da mama?
ligamentos de cooper-sustenta lobulos e glandulas
brotos do ducto lactifero:
lobulos da glandula mamaria(15 a 20)
irrigação arterial da mama:
Ramos mamários mediais de ramos perfurantes e ramos intercostais anteriores da artéria torácica interna, originados da artéria subclávia
Artérias torácica lateral e toracoacromial, ramos da artéria axilar
Artérias intercostais posteriores, ramos da parte torácica da aorta no 2o , 3o e 4o espaços intercostais.
drenagem venosa da mama:
veia axilar e toracica interna
drenagem linfática damama:
75% -quadrantes laterais-plexo linfatico subareolar-linfonodos axilares-peitorais ou anteriores–linfodos claviculares–tronco linfatico subclavio
linfa remanescente(quadrantes mediais)- linfonodos paraesternais ou para mama oposto-
quadrantes inferiores- abdominais
caracteristicas carcinoma mamario:
pele com aparência de casca de laranja
metastase linfonodal-linfonodos axilares, cervicais e
paraesternais também podem causar metástases da mama para os linfonodos supraclaviculares, a mama oposta ou o abdome
veias intercostais posteriores-plexo venoso vertebral interno- metastase cerebral
contração do peitoral- mama sobe(invasão do espaço retromamário)
Bronqui principal direito x esquerdo
direito: mais largo, mais curto e mais vertical
esquerdo: horizontalizado, inferior ao arco da aorta
Divisão bronquio principal-alveolo:
bronquio principal, bronquio lobar secundário, bronqui segmentar terciário-bronquiolos condutores-bronquiolos terminais-bronquiolos respiratórios- alvéolo
características dos segmentos broncopulmonares:
As maiores subdivisões de um lobo
Separados dos segmentos adjacentes por septos de tecido conectivo
Supridos independentemente por um brônquio segmentar e um ramo arterial pulmonar terciário
Geralmente, 18 a 20 (10 no pulmão direito; 8 a 10 no pulmão esquerdo, dependendo da associação de segmentos)
Cirurgicamente ressecáveis.
lobos e faces do pulm’ao?
direito- fissura obliqua direita e horizontal- 3 lobos
esquerdo- fissura obliqua esquerda- superior e inferior
três faces- costal, mediastinal e diafragmática
face mediastinal do pulmão esquerdo- sulco do arco da aorta, e impressão cardiaca
face mediastinal pulmão direito- esôfago e azigo
Raízes dos pulmões conteudo:
brônquios (e vasos brônquicos
associados), artérias pulmonares, veias pulmonares superior e inferior, plexos pulmonares de nervos (fibras aferentes
simpáticas, parassimpáticas e viscerais) e vasos linfáticos
a pulmonar- superior à esquerda
veias pulmonares superior e inferior- anterior e inferior
bronquio principal- meio do limite posterior
hilo- area de saida das raizes- bainha pleural
A parede dos bronquiolos é composta por cartilagem.
V ou F?
falso
não tem cartilagem
vascularização do pulmão:
VD-tronco pulmonararteria pulmonar direita e esquerda-arteria lobar superiores e inferiores- arterias segmentares
drenagem pelas veias dos pulmões:
veias lobares segmentares- duas veias pulmonares superiores e inferiores, uma de cada lado- AE
vaso que irriga a raiz pulmonar e pleura visceral, tecido de sustentação pulmonar:
arterias bronquiais- 2 esquerdas- parte toracica da aorta
1 direita- toracicas intercostais posteriores superiores(3a)
As artérias bronquiais irrigam parte do esôfago.
V ou F:
verdadeiro
A pleura parietal é irrigada pelas arterias que suprem a parede torácica.
V ou F:
verdadeiro
drenagem da irrigação pulmonar:
veia bronquial esquerda- hemmiazigo
veia bronquial direita- azigo
Plexo linfático pulmonar:
plexo linfático pulmonar
plexo linfatico superficial- drena a raiz pulmonar
plexo linfatico profundo- linfonodos traqueobronquiais- tronco linfatico broncomediastinal-ducto torácico
inervação pulmonar:
parassimpático- nervo vago
simpático- ganglios simpáticos paravertebrais do tronco simpático
fibras aferentes reflexas- nervo vago
simpatico: broncodilata e diminui secreção
parassimpático- broncoconstringe e aumenta secreção
limites pulmões:
apice- fossas supraclaviculares
margem anterior- 2a-4a cartilagem costal
pleura parietal estende-se cerca de duas costelas abaixo do pulmão- T12
pulmão = T10
lesões do apice pulmonar:
cupula da pleura- feridas na base do pescoço- acesso venoso central
cupula mais alta em lactentes
Uma incisão abdominal pode lesar a pleura.
V ou F:
verdadeiro
pode pegar os angulos costovertebrais direitos e esquerdos
incisão em parede posterior do abdome para exposição renal pode lesar a pleura.
Vou F:
verdadeiro:
a pleura presente nos angulos costovertebrais inferiores à XII costela ficam posteriores aos polos superiores renais
Local da toracocentese:
No moore- 9o espaço intercostal na linha media
mediasno características gerais
coberto de cada lado pela parte mediastinal da pleura parietal
contém todas as vísceras e estruturas torácicas, exceto os pulmões.
As principais estruturas no mediastino também são circundadas por vasos sanguíneos e linfáticos, linfonodos,nervos e gordura.
Divisão do mediastino: superior médio e inferior:
mediastino superior: estende-se inferiormente da abertura superior do tórax até o plano horizontal, que inclui o ângulo do esterno anteriormente e atravessa aproximadamente a junção (disco IV) das vértebras T IV - T V .
mediastino inferior — situado entre o plano transverso do tórax e o diafragma
— é subdividido, ainda, pelo pericárdio em partes anterior, média e posterior.
O pericárdio e seu conteúdo constituem o mediastino médio. Algumas estruturas, como o esôfago, seguem verticalmente através do mediastino e, portanto, ocupam mais de um compartimento mediastinal.
Pericárdio fibroso características:
Contínuo superiormente com a túnica adventícia dos vasos e com a lâmina pré-traqueal da fáscia cervical
Fixado anteriormente à face posterior do esterno pelos ligamentos esternopericárdicos
Unido posteriormente por tecido conectivo frouxo às estruturas no mediastino posterior
Contínuo inferiormente com o centro tendíneo do diafragma
ligamento pericardicofrênico:
parede inferior (assoalho) do saco pericárdico fibroso que se fixa com o centro tendíneo do diafragma.
Irrigação arterial do pericárdio:
Artéria musculofrênica, um ramo terminal da artéria torácica interna
Artérias bronquial, esofágica e frênica superior, ramos da parte torácica da aorta
Artérias coronárias (apenas a lâmina visceral do pericárdio seroso), os primeiros ramos da aorta.
drenagem venosa do pericárdio:
Tributárias variáveis do sistema venoso ázigo
veias pericardiofrenicas- veias braquiocefálicas
Inervação do pericárdio:
nervos frênicos(C3-C5)
Porque o paciente com pericardite apresenta dor irradiada no ombro do lado esquerdo?
as fibras nociceptivas de dor são levadas pelo nervo à região de C3-C5 da medula, que possue interconexões com os dermátomos da região supraclavicular
Inervação autônoma do pericárdio:
Nervos vagos, função incerta(Moore)- relacionado com o parassimpático
Troncos simpáticos, vasomotores.
Níveis das visceras em decubito dorsal vs ortostático em relação ao mediastino:
Em decubito dorsal: O arco da aorta situa-se superiormente ao plano transverso do tórax
A bifurcação da traqueia é cortada pelo plano transverso do tórax
O centro tendíneo do diafragma situa-se no nível da sicondrose xifosternal
ortostático: O arco da aorta é cortado pelo plano transverso do tórax
A bifurcação da traqueia situa-se inferiormente ao plano transverso do tórax
O centro tendíneo do diafragma pode descer até o nível do meio do processo xifoide e do disco entre T IX e T X.
alargamento do mediastino no trauma pensar em:
ruptura traumática aórtcia
Pericardiocentese:
5o ou 6o
espaço intercostal esquerdo, na linha paraesternal
características do ápice do coração:
É formado pela parte inferolateral do ventrículo esquerdo
Situa-se posteriormente ao 5o espaço intercostal esquerdo em adultos, em geral a aproximadamente 9 cm (a largura de uma mão) do plano mediano
Permanece imóvel durante todo o ciclo cardíaco
É o local de intensidade máxima dos sons de fechamento da valva atrioventricular esquerda (mitral) (batimento apical); -1a bulha
Base do coração:
É a face posterior do coração (oposta ao ápice)
É formada principalmente pelo átrio esquerdo, com menor contribuição do átrio direito
- *Está voltada posteriormente em direção aos corpos das vértebras T VI a T IX** e está separada delas pelo pericárdio, seio oblíquo do pericárdico, esôfago e aorta
- *Estende-se superiormente até a bifurcação do tronco pulmonar e inferiormente até o sulco coronário**
Quais são as 4 faces do coração?
Face esternocostal (anterior), formada principalmente pelo ventrículo direito Face diafragmática (inferior), formada principalmente pelo ventrículo esquerdo e em parte pelo ventrículo direito; Face pulmonar direita, formada principalmente pelo átrio direito Face pulmonar esquerda, formada principalmente pelo ventrículo esquerdo; **forma a impressão cardíaca do pulmão esquerdo**
Margens cardíacas e delimitações:
Margem direita (ligeiramente convexa), formada pelo átrio direito e estendendo-se entre a VCS e a VCI Margem inferior (quase horizontal), formada principalmente pelo ventrículo direito e pequena parte pelo ventrículo esquerdo Margem esquerda (oblíqua, quase vertical), formada principalmente pelo ventrículo esquerdo e pequena parte pela aurícula esquerda Margem superior, formada pelos átrios e aurículas direita e esquerda em vista anterior; a parte ascendente da aorta e o tronco pulmonar emergem dessa margem e a VCS entra no seu lado direito. Posteriormente à aorta e ao tronco pulmonar e anteriormente à VCS, essa margem forma o limite inferior do seio transverso do pericárdio.
Ventrículo direito: estruturas importtantes:
trabeculas carneas
crista supraventricular: separa a parede muscular rugosa na parte de
entrada da câmara da parede lisa do cone arterial, ou parte de saída.
cordas tendineas e músculos papilares anteriores e posteriores- impede o prolapso
musculo papilar septal
trabécula septomarginal
trabécula septomarginal:
feixe muscular curvo que atravessa o ventrículo direito da parte inferior do SIV até a base do músculo papilar anterior.
Interior do atrio esquerdo:
paredes lisas
quatro veias pulmonares
mais espesso que o direito
Ventrículo Esquerdo, interior:
Paredes duas a três vezes mais espessas do que as paredes do ventrículo direito
Paredes cobertas principalmente por uma tela de trabéculas cárneas que são mais finas e mais numerosas do que as do ventrículo direito
Músculos papilares anteriores e posteriores maiores do que os do ventrículo direito
Uma parte de saída, superoanterior, não muscular, de parede lisa, o vestíbulo da aorta, levando ao óstio da aorta e à valva da aorta
Um óstio da aorta situado em sua parte posterossuperior direita
arteria coronaria direita ramos:
origina-se do seio da aorta direito e emite a sequencia de ramos:
sino atrial
ramo marginal direito- irriga a margem direita do coração
ramo do no atrioventricular
ramo interventricular posterior- 67% dos casos
quem decide a dominância das artérias coronárias?
ramo interventricular posterior- irriga ambos os ventrículos
A ACD irriga:
O átrio direito
A maior parte do ventrículo direito
Parte do ventrículo esquerdo (a face diafragmática)
Parte do septo IV, geralmente o terço posterior
O nó SA (em cerca de 60% das pessoas)
O nó AV (em cerca de 80% das pessoas).
ACE ramos:
ramo IV anterior e ramo circunflexo
irrigação do septo IV:
2/3 anteriores = ramo IV anterior
terço posterior = ramo IV posterior
Ramo circunflexo ramos:
ramo marginal esquerdo- VE
ACE irrigação?
O átrio esquerdo
A maior parte do ventrículo esquerdo
Parte do ventrículo direito
A maior parte do SIV (geralmente seus dois terços anteriores), inclusive o feixe AV do complexo estimulante do coração,
através de seus ramos IV septais perfurantes
O nó SA (em cerca de 40% das pessoas).
Podem existir anastomoses entre ACE e ACD.
V ou F:
verdadeiro
ao redor de 10% da pop
o ramo marginal direito irriga:
Ventrículo direito e
ápice do coração
ramo interventricular posterior irriga:
Ventrículos direito e
esquerdo e terço
posterior do SIV
ramo interventricular anterior irriga:
Ventrículos direito e
esquerdo e dois terços
anteriores do SIV
ramo circunflexo irriga:
Átrio esquerdo e
ventrículo esquerdo
ramo marginal esquerdo irriga:
Ventrículo esquerdo
Drenagem do coração:
seio coronário: veia cardíaca magna- drena areas supridas pela ACE
veia IV posterior-ACD
veia cardiaca parva-ACD
drenagem linfática cardíaca:
plexo linfático subepicárdico- linfonods traqueobronquiais inferiores
1a causa de defeito congenito:
comunicação interventricular
valva aortica e pulmonar derivam embriologicamente do:
canal arterial
Dor anginosa, explicar porque ela é referida:
as dores álgicas seguem plexos aferentes viscerais simpáticos até T1 a T4, do lado esquerdo, após isso são feitas sinapses com os os segmentos da medula espinal de nervos cutâneos (T1–T3) que também são comuns às terminações
aferentes viscerais para as artérias coronárias. Também podem ser feitos contatos sinápticos com neurônios comissurais (conectores), que conduzem impulsos para neurônios no lado direito de áreas comparáveis da medula espinal(dor do lado direito).
Conteudo do mediastino superior:
Timo
Grandes vasos, com as veias (veia braquiocefálica e VCS) anteriores às artérias (arco da aorta e as raízes de seus principais ramos — tronco braquiocefálico, artéria carótida comum esquerda e artéria subclávia esquerda) e nervos
relacionados (nervos vago e frênico e o plexo cardíaco de nervos)
Continuação inferior das vísceras cervicais (traqueia anteriormente e esôfago posteriormente) e nervos relacionados (nervo laríngeo recorrente esquerdo)
Ducto torácico e troncos linfáticos.
veias braquiocefalicas são formadas pelas veias:
jugular interna e braquiocefálica
aonde se inicia o arco da aorta?
posteriormente à 2a articulação esternocostal
aonde termina o arco da aorta?
vertebra TIV
ramos do arco da aorta:
tronco braquiocefalico e carotida comum esquerda e subclavia esquerda
nervos do mediastino superior:
nervo vago direito e esquerdo
nervo frenico direito e esquerdo
frenico direito: direita da veia braquiocefálica direita, VCS e pericárdio sobre o átrio direito.
esquerdo: desce entre a artéria subclávia esquerda e a artéria carótida comum esquerda. Cruza a face esquerda do arco da aorta anteriormente ao nervo vago esquerdo
ramo do nervo vago direito no mediastino superior:
nervo laringo recorrente direito- anterior à subclávia direita
nervo vago esquerdo trajeto e ramo:
entra no mediastino entre a carotida comum esquerda e a subclávia esquerda- nervo laringo recorrente esquerdo(passa embaixo do arco da aorta)
No mediatisno superior, o esôfago está à direita do ducto torácico
V ou F:
verdadeiro
mediastino posterior conteudo:
parte torácica da aorta, o ducto torácico e os troncos linfáticos, os linfonodos mediastinais posteriores, as veias ázigo e hemiázigo, o esôfago e o plexo nervoso esofágico.
parte toracica da aorta começo e fim:
começa na vertebra T IV e termina na T12, ENTRANDO NO HIATO AÓRTICO DO DIAFRAGMA
quais estruturas atravessam o hiato aórtico?
ducto torácico, veia azigo e aorta toracica
ramos da parte descendente da aorta:
´plano mediano anterior-ramos impares: arterias esofagicas(4 a 5)
ramos pares: arterias bronquiais- principalmente a esquerda
ramos parietais- 9 arterias intercostais posteriores
arterias frenicas superiores
ramos pericardicos
nivel do hiato esofágico:
T10
ESTRUTURAS QUE COMPRIMEM O ESÔFAGO:
arco da aorta
bronquio principal esquerdo
diafragma
ducto torácico se origina de qual estrutura:
cisterna do quilo
nervos do mediastino superior:
tronco simpático torácico:
nervo esplâncnicos torácicos inferiores
todos os nervos torácicos:
vago
frenico
intercostais
subcostais
laringeo recorrente
plexo cardiaco, pulmonar e esofágico
aneurisma de aorta descendente, pq ocorre?
parede não é reforçada pelo pericárdio fibroso
lacewração do ducto toracico causa:
quilotorax
processo transverso articula-se com?
facetas costais se articulam com?
tuberculo da costela
cabeça da costela- se inserem entre duas vertebras
T11 e T12 apresentam facetas para a articulação com as costelas?
NÃO
Quais as costelas atípicas e suas características?
Costela I- mais larga e mais curva- articula-se apenas com T 1
costela II-tuberosidade do músculo serrátil anterior
X a XII- articulam-se apenas com a vértebra correspondente
XI e XII- não tem colo nem tubérculo- não articula com o esterno
carcinoma broncogênico metastase::
metástases cedo para os linfonodos broncopulmonares e, em seguida, para outros
linfonodos torácicos. Os locais comuns de metástases hematogênicas (que se disseminam pelo sangue) de um carcinoma
broncogênico são encéfalo, ossos, pulmões e glândulas suprarrenais.
pode paralisar o diafragma e laringo recorrente no apice pulmonar
atrio direito estruturas importantes:
óstio do seio coronário
parte posterior lisa e anterior rugosa com músculos pectíneos
Locais mais comuns de oclusão de artérias coronarianas:
Ramo IV anterior (DAE) da ACE (40 a 50%)
ACD (30 a 40%)
Ramo circunflexo da ACE (15 a 20%).
vasos do mediastino posteirior:
azigo:via colateral entre a VCS e a VCI drena sangue das paredes posteriores do tórax e abdome.
comunica-se com as intercostais posteriores e plexos venosos vertebrais
hemiázigo-origem das veias subcostal esquerda e lombar ascendente-se une à veia ázigo.