cabeça Flashcards
viscerocranio vs neurocranio:
neurocranio: frontal, etmoide, esfenoide, occipital-impares, temporal e parietal-bilaterais- pares
viscerocranio: mandibula, etmoide e vomer-impares, maxilas, cinchas nasais, zigomaticos, palatinos, ossos nasais e lacrimais-pares
pontos craniometricos:
lambda- junção da sutura lambdoide e sagital
bregma- sutura coronal + sagital
vertice: ponto superior no meio do neurocranio
astério:parietomastoidea+occipitomastoidea+lambdoidea
glabela: frontal superior à raiz do nariz
nasio- sutura frontonasal e internasal
inio- protuberancia occipital externa
pterigo:asa maior do esfenoide, parte escamosa do temporal, frontal e parietal- arteria meningea media
fraturas da maxila
le fort I: processo alveolar maxilar
Le Fort II: seios maxilares, palato duro e processos alveolares
Le Fort III: atravessa as fissuras orbitais superiores
fraturas mais comuns na mandibula?
fratura do colo e do corpo da mandíbula na região do dente canino oposto.
fonticulo anterior e posterior:
anterior- bregma- sagital e coronal e frontal
fonticulo posterior: sutura lambdoidea e sagital
bregma do bebe permite avaliar:
O progresso do crescimento do frontal e dos parietais
O grau de hidratação de um lactente (a depressão do fontículo indica desidratação)
O nível de pressão intracraniana (a saliência do fontículo indica aumento da pressão sobre o encéfalo).
cinco camadas do couro cabeludo
pele
tecido conectivo
aponeurose epicranica
tecido conectivo frouxo
pericranio-periosteo externo
os musculos da face derivam-se do
segundo arco faringeo
denominados eferentes viscerais especiais
músculos do couro cabeludo e fronte:
occipitofrontal- ventre occipital e frontal
forma a aponeurose epicrânica
ramos do nervo facial:
auricular posterior
temporal
zigomatico
bucal
marginal da mandibula
cervical
areas de inervação cutanea da face do trigemeo:
principais nervos cutaneos derivados do n oftalmico
supraorbital
lacrimal
nasal externo
nervo maxilar:
infraorbital
zigomaticofacial
zigomaticotemporal
ramo de V3
auriculotemporal
bucal
mentual
arterias superficiais da face são derivadas do:
ramos da arteria carotida externa
suprimento da face é realizado principalmente pela:
arteria facial
parte terminal da arteria facial:
arteria angular
menor ramo da carotida externa:
arteria temporal superficial
irrigação do couro cabeludo:
artérias carótidas externas por intermédio das artérias occipital, auricular posterior e temporal superficial e das artérias carótidas internas por intermédio das artérias supratroclear e supraorbital.
arteria que supre a parotida:
arteria facial transversa- ramo da arteria temporal superficial
ramos da carotida interna que suprem a face:
supraorbital e supratroclear
drenagem venosa da face:
veia facial
veia facial profunda
plexo venoso pterigoideo
veia jugular interna
veia retromandibular
veia retromandibular, formação e drenagem:
formada pela temporal superficial e maxilar
une-se a veia facial na parte anterior e seu ramo posterior se une à auricular posterior e forma a jugular externa
drenagem do couro cabeludo:
veias supraorbitais e supratrocleares
veias temporais superficiais e veias auriculares posteriores
veias
occipitais
plexo venoso pterigoideo
conexão venosa da face- intracraniana:
jugular interna e externa
veia angular-supraorbital e supratroclear-v oftalmica superior e inferior- seio cavernoso
camada vulneravel a infecções e disseminações do couro cabeludo:
camada de tecido conjuntivo frouxo (quarta camada)- pode passar para a cavidade do cranio atraves das veias emissarias que atravessam forames parietais da calvaria
NÃO DISSEMINA PARA O PESCOÇO NEM ARCO ZIGOMÁTICO
BLOQUEIO DO NERVO INFRAORBITAL:
dentes incisivos maxilares
nervo V2 maxilar
introduzindo a agulha através da junção da mucosa oral e gengiva na face superior do vestíbulo da boca.
bloqueio do nervo mentual e incisivo
mentual- pele do queixo
lesões no nervo facial:
ramo zigomatico: orbicular do olho na balpebra inferior
ramo bucal- bucinador e orbicular da boca
ramo marginal da mandibula: parte inferior do orbicular da boca e labio inferior
pulsação da arteria na cabeça:
artéria temporal superficial cruza o processo zigomático imediatamente anterior à orelha- pulso temporal
conexão arteria carotida- carotida interna:
arteria angular e anastomose com supraorbital e supratroclear
drenagem linfatica da face:
linfonodo parotideo
submandibular
submentuais
tronco linfatico jugular
ducto torácico
o ducto torácico fica do lado:
esquerdo
quais as invaginações da dura-mater?
Foice do cérebro
Tentório do cerebelo
Foice do cerebelo
Diafragma da sela.
o que são granulações aracnoideas
prolongamentos em tufo da aracnoide-máter que
se salientam através da lâmina meníngea da dura-máter para os seios venosos durais, principalmente as lacunas laterais, e afetam a transferência de LCS para o sistema venoso
aumentadas (corpos de Pacchioni) podem causar erosão do osso, formando depressões chamadas de fovéolas granulares na calvária
seio reto é formado:
do seio sagital inferior com a veia cerebral
magna.
o seio occipital comunica-se
com o plexo venoso vertebral interno
seio cavernoso recebe sangue de:
veias oftálmicas superior e inferior, veia cerebral média superficial e seio esfenoparietal.
estruturas que estão no seio cavernoso
n oftalmico, abducente, oculomotor, troclear, carotida interna, n maxilar
hipofise fica no meio entre os seios
seio petroso superior: drenam para
seio petroso inferior: drenam para:
seios transversos
VJI e seio sigmoideo
veias que unem os seios venosos durais as veias fora do cranio
veias emissarias
vasculatura da dura-mater:
arteria meningea media-ramo da maxilar- ramo da carotida externa
veias da dura mater drenam:
veias meníngeas médias- plexo venoso pterigoideo
quem inerva a dura mater
parte anterior- trigemeo
fossa posterior posterior-X e XII
fratura de pterio:
pode ser fatal porque ele está sobre os ramos frontais dos vasos meníngeos médios
tromboflebite de veia facial:
A veia facial faz conexões clinicamente importantes com o seio cavernoso através da veia oftálmica superior, e o plexo
venoso pterigóideo através das veias oftálmica inferior e facial profunda
infecção das veias faciais que se disseminam para os seios venosos da dura-máter
trigono perigoso da face
seios da dura que se comunicam com o plexo venoso vertebral
plexo basilar e o seio occipital atraves dfo forame magno
hematoma subdural ruptura de
veia cerebral superior quando entra no seio sagital superior
partes da carotida interna:
cisternas subaracnoideas:
poligono de willis é formado por
Artéria comunicante anterior
Artérias cerebrais anteriores
Artérias carótidas internas
Artérias comunicantes posteriores
Artérias cerebrais posteriores.
Aparelho lacrimal:
Dúctulos excretores da glândula lacrimal: conduzem líquido lacrimal das glândulas lacrimais para o saco da conjuntiva
Canalículos lacrimais: começam em um ponto lacrimal na papila lacrimal perto do ângulo medial do olho e drenam
líquido lacrimal do lago lacrimal (L. lacus lacrimalis; um espaço triangular no ângulo medial do olho, onde se acumulam as lágrimas) para o saco lacrimal (a parte superior dilatada do ducto lacrimonasal)
Ducto lacrimonasal: conduz o líquido lacrimal para o meato nasal inferior (parte da cavidade nasal inferior à concha nasal inferior).
bulbo do bulbo
Túnica fibrosa (camada externa), formada pela esclera e córnea
Túnica vascular (camada intermédia), formada pela corioide, corpo ciliar e íris
Túnica interna (camada interna), formada pela retina, que tem partes óptica e não visual.
tunica fibrosa do bulbo
esclera
córnea
humor aquoso
junção corneoescleral.
tunica vascular do bulbo do olho
uvea
corioide-lamina capilar coroidea
corpo ciliar
musculo esfincter da pupila
musculo dilatador da pupila
irirs
tunica interna bulbo do olho
parte optica da retina: estrato nervoso e pigmentoso
parte cega da retina: (parte ciliar da retina) e a face posterior da íris (parte irídica da retina)
fundo do bulbo do olho- disco do nervo opticp- ´ponto cego
area de maior acuidade visual na retina:
fovea central- macula
corte transversal do n optico:
bainha do n optico
fasciculos
veia central e arterial central da retina
músculos extrinsecos do bulbo do olho:
levantador da pálpebra superior, quatro retos (superior, inferior, medial e lateral) e dois oblíquos (superior e inferior).
obliquo inferior _________
obliquo superior_______
abduz eleva e gira lateralmente o bulbo do olho
Abduz, abaixa e gira medialmente o bulbo do olho
vascularização da órbita:
arteria oftalmica- carotida interna
arteria infraorbital-carotida externa-assoalho da orbita
arteria central da retina-face interna da retina
fratura da orbita gera:
exoftalmia
inflamação das glandulas palpebrais:
obstrução dos ductos das glândulas ciliares- hordéolo
cistos das glândulas sebáceas da
pálpebra, denominados calázios.
hemorragias subconjuntivais
de cor vermelho-vivo
descolamento da retina:
entrada de líquido entre os estratos nervoso e pigmentoso da retina
queixar de flashes luminosos ou pontos flutuando na frente do olho.
uveite:
inflamação da túnica vascular do bulbo do olho (úvea), pode evoluir para comprometimento visual grave e cegueira se a inflamação não for tratada por um oftalmologista.
papiledema:
tumefação do disco óptico,
meios de refração:
humor aquoso no segmento anterior-processos ciliares do corpo ciliar.
lente-cristalino
humor vitreo
glaucoma
A velocidade da saída de humor aquoso através do seio venoso da esclera para a circulação sanguínea deve ser igual
à velocidade de produção do humor aquoso. Caso haja diminuição acentuada da drenagem em razão de obstrução
da via de saída, a pressão aumenta nas câmaras anterior e posterior do olho, um distúrbio chamado
de glaucoma. A compressão da túnica interna do bulbo do olho (retina) e das artérias da retina pode causar cegueira se a
produção de humor aquoso não for reduzida para manter a pressão intraocular normal.
quem inerva a fascia da parotida?
auriculotemporal V3 e auricular magno
inervação parassimpatica da parotida:
glossofaringeo-fibras pré ganglionares-ganglio otico-fibras pos ganglionares são conduzidas pelo nervo auriculotemporal até a glandula
assoalho da fossa temporal:
ptério: frontal, parietal, temporal e asa maior do esfenoide.
fossa infratemporal:
articulação temporomandibular:
sinovial do tipo gínglimo,
faces articulares: fossa mandibular e o tubérculo articular do temporal
superiormente, e a cabeça da mandíbula inferiormente
disco articular da atm
ligamento estilomandibular e esfenomandibular
movimentos da articulação temporomandibular:
elevação: masseter, temporal e pteriogideo medial
depressão: pterigoideo lateral, supra hioideo e infra hioideo
protusão: PTERIGOIDEO LATERAL E MEDIAL+ MASSETER
RETRUSÃO: temporal e masseter
movimento lateral: pterigoideo oposto
músculos da mastigação:
(temporal, masseter e pterigóideos medial e lateral)
primeiro arco faríngeo
origem e inserção dos músculos da mastigação:
temporal: fossa temporal-processo coronoide
masseter: processo maxilar do zigomatico-face lateral da madibula
pterigoideo lateral: 1-face infratemporal, 2-face lateral do processo pterigoide-capsula articular da ATM e processo condilar da mandibula
pterigoide medial: 1-processo pterigoide, 2-tuber da maxila-ramo da mandibula
musculos supra-hioideos:
todos inserem-se no hioideo
digástrico- n facial e mandibular
estilo hioideo-processo estiloide
milo-hioideo
genio-hioideo
musculos infra-hioideos;
omo-hioideo
esterno-hioideo
esternotireoideo
tireo-hiodeo
vascularização da fossa infratemporal:
arteria maxilar
neurovasculatura da fossa infratemporal
a maxilar
plexo venoso pterigoideo
n mandibular
n auriculotemporal
n alveolar inferior
n lingual
otico
bloqueio do nervo alveolar inferior:
V3
redor do forame mandibular,
inervação dos dentes:
alveolar superior-V2-maxila
alveolar inferior-V3-mandiibula
palato duro
palato mole
duro: processos palatinos da maxila e as lâminas
horizontais dos palatinos
mole: aponeurose palatina, úvula
arcos faringeos:
arcos palatoglosso e palatofaríngeo,
fauces-tonsilas palatinas
músculo do palato mole
tensor do veu palatino: tensiona o palato mole e abre o óstio da tuba auditiva
levantador do veu palatino- eleva o palato mole durante deglutição
inervação sensitiva do palato:
ramo de V2-nasopalatino e palatino maior
papilas da lingua:
folhadas
filiformes
fungiformwa
circunvaladas
maior musculo extrinseco da lingua:
genioglosso
vascularização da lingua:
arteria lingual- carotida externa
veias da lingua:
veias dorsais da lingua- VJI
conteudo da fossa pterigopalatina:
parte terminal da arteria maxilar
nervo maxilar
bainhas neurovasculares de vasos e nervos
septo nasal:
a lâmina perpendicular do etmoide, o vômer e a cartilagem do
septo.
parte ossea do nariz:
ossos nasais, processos frontais das maxilas, parte nasal do frontal e sua espinha nasal, e partes ósseas do septo nasal.
irrigação arterial da cavidade nasal
Artéria etmoidal anterior (da artéria oftálmica)
Artéria etmoidal posterior (da artéria oftálmica)
Artéria esfenopalatina (da artéria maxilar)
Artéria palatina maior (da artéria maxilar)
Ramo septal da artéria labial superior (da artéria facial).
area de Kiesselbach
drenagem venosa do nariz:
plexo venoso submucoso
seio frontal drena:
ducto frontonasal para o infundibulo etmoidal-meato nasal médio
células etmoidas drenam:
meato nasal médio através do infundíbulo etmoidal.
seio esfenoidal drena:
recesso esfenoetmoidal-meato nasal superior
seio maxilar drena:
óstio maxilar, para o meato nasal médio da cavidade nasal
por meio do hiato semilunar.
Inervação dos seios paranasais:
com exceção do seio maxilar(V2), são inervados pelo ramo oftalmico do trigemeo
epistaxe?
kiesselbach
drenagem dos seios maxilares só é possivel quando eles estão cheios, o que os tornam susceptiveis a infecções
V ou F:
verdadeiro
nervos da pele da orelha:
nervo auricular magno-metade posterior
nervo auriculotemporal-V3-meato acustico externo e orelha anterior
meato acustico externo:
segue internamente através da parte timpânica do temporal, da orelha até a membrana timpânica, uma distância de 2 a 3 cm em adultos
parte da membrana timpanica:
acima do processo lateral do martelo-parte flacida
restante-parte tensa
quem inerva a membrana timpanica?
auriculotemporal- V3-face externa
face interna- glossofaringeo
orelha média
componentes: O conteúdo da orelha média é composto por:
Ossículos da audição (martelo, bigorna e estribo)
Músculos estapédio e tensor do tímpano
Nervo corda do tímpano, um ramo do NC VII (Figura 7.114)
Plexo timpânico de nervos.
paredes da cavidade timpanica:
A parede tegmental (teto) é formada por uma lâmina fina de osso, o tegme timpânico, que separa a cavidade timpânica
da dura-máter no assoalho da fossa média do crânio
A parede jugular (assoalho) é formada por uma lâmina de osso que separa a cavidade timpânica do bulbo superior da
veia jugular interna
A parede membranácea (parede lateral) é formada quase totalmente pela convexidade em pico da membrana
timpânica; superiormente, é formada pela parede óssea lateral do recesso epitimpânico. O cabo do martelo está fixado à
membrana timpânica, e sua cabeça estende-se até o recesso epitimpânico
A parede labiríntica (parede medial) separa a cavidade timpânica da orelha interna. Também tem o promontório da
parede labiríntica, formado pela parte inicial da cóclea, e as janelas oval e redonda que, em um crânio seco, comunicam-
se com a orelha interna
A parede mastóidea (parede posterior) tem uma abertura em sua parte superior, o ádito (ao antro mastóideo, que une
a cavidade timpânica às células mastóideas; o canal para o nervo facial desce entre a parede posterior e o antro, medial ao
ádito
A parede carótica anterior separa a cavidade timpânica do canal carótico; superiormente, tem a abertura da tuba
auditiva e o canal para o músculo tensor do tímpano.
função da tuba auditiva:
é igualar a pressão na orelha média à pressão atmosférica, permitindo, assim, o livre movimento da membrana timpânica.
ossiculos da audição:
martelo-fixa-se na m timpanica-cabeça articula com a bigorna
bigorna: processo lenticular articula com o estribo
estribo: encaixa-se na janela do vestibulo na parede medial da cavidade timpanica-base oval
função dos ossiculos:
força vibratória do estribo é aumentada em cerca de 10 vezes em relação à da membrana timpânica. Assim, os ossículos da audição aumentam a força, mas diminuem a amplitude das vibrações transmitidas da
membrana timpânica através dos ossículos para a orelha interna
musculos associados ao ossiculo:
tensor do timpano-tensionando a membrana timpânica e reduzindo a amplitude de suas oscilações. Esta ação tende a evitar
lesão da orelha interna quando é exposta a sons altos-pelo nervo mandibular (NC V3).
estapédio:reduzindo a amplitude oscilatória. Também impede o movimento excessivo do estribo. O nervo para o músculo estapédio origina-se do nervo facial (NC VII).
labirinto ósseo:
(cóclea, vestíbulo e canais semicirculares)
coclea:
janela da cóclea, fechada pela membrana timpânica secundária
vestibulo do labirinto ósseo:
utrículo e o sáculo
canais semicirculares anterior, posterior e lateral
labirinto vestibular e coclear:
Labirinto vestibular: utrículo e sáculo, dois pequenos sacos comunicantes no vestíbulo do labirinto ósseo
Três ductos semicirculares nos canais semicirculares
Labirinto coclear: ducto coclear na cóclea.
meato acústico interno:
Através desse plano seguem o nervo facial (NC VII), o nervo vestibulococlear (NC VIII) e suas divisões, além dos vasos sanguíneos.
otite externa aguda:
mais comum em nadadores
obstrução da tuba auditiva:
audição afetada
paralisia do estapedio:
hiperacusia
meniere:
síndrome de Ménière está relacionada com produção excessiva de endolinfa ou obstrução do aqueduto da cóclea
e é caracterizada por crises recorrentes de tinido, perda auditiva e vertigem.