Dislipidemia Flashcards

1
Q

Quais são os tipos de lípides?

A
  • Ácidos graxos
  • Fosfolípides
  • Triglicerídeos
  • Colesterol
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Q

Qual a primeira lipoproteína a ser formada? Onde é formado?

A
  • Quilomicrons
  • Intestino
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3
Q

Características dos quiloicrons?

A
  • Ricos em TG
  • Apo B48
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4
Q

Todas as lipoproteínas que tem a Apo B são:

A

Ruins (aterogênica)

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5
Q

Ação da lipase lipoprotéica?

A

Age sobre os quilomicrons, quebrando-os e liberando ácido graxo para ser armazenandos e gerando o quilomicron remanescente.

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6
Q

Para onde vai o quilomicron remanescente após ser quebrado pela lipase lipoprotéica?

A

Fígado

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7
Q

Quais lipoproteinas possuem Apo B?

A
  • VLDL
  • IDL
  • LDL
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8
Q

Qual o principal constituente do LDL?

A

Ésteres de colesteril (colesterol)

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9
Q

Onde é produzido o HDL?

A
  • Fígado (80%)
  • intestino 20%)
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10
Q

Quais fatores influenciam para o risco de instabilização de placa?

A
  • Menos colágeno
  • Mais atividade inflamatória (macrófagos, linfócitos)
  • Menor capa fibrosa
  • Maior núcleo lipídico e necrótico
  • Mais moléculas de adesão (VCAM-1; ICAM-1; selectinaP)
  • Maior vascularização
  • Mais quimiocinas
  • Mais metaloproteinases
  • Menos células musculares lisas
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11
Q

Qual o principal componente da placa aterosclerótica?

A
  • Matriz extracelular (colágeno e proteoglicanos) sintetizada pela as células musculares lisas.
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12
Q

Pq partículas pequenas e densas de LDL são mais aterogênicas?

A

Passa com mais facilidade entre as células endoteliais

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13
Q

Qual o principal mecanismo de instabilização de placa?

A

Fratura de capa fibrótica

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14
Q

Segundo mecanismo mais comum de instabilização de placa?

A

Erosão superficial íntima

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15
Q

Pra quem pedir dosagem de colesterol em pacientes assintomáticos?

A
  • A partir dos 2 anos:
    => HF de DLP ou DAC precoce (H < 55 e M < 65 anos)
    => Presença de xantoma, arco corneano, fatores de risco ou DCV manifesta
  • Acima de 10 anos: de rotina pelo menos uma dosagem
  • 20 a 39 anos: a cada 4 a 6 anos
  • Adultos acima de 40 anos pedir eriodicamente
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16
Q

Preciso de jejum para dosagem de perfil lipídico?

A
  • Não
  • Excessão: Se níveis de Tg (>440) muito elevados, repetir em jejum.
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17
Q

Dosagem elevada de Tg no período pós-prandial está relacionado com:

A

Risco cardiovascular aumentado

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18
Q

Hipertrigliceridemia é fator de risco para DCV?

A

Sim

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19
Q

Qual a fórmula para calcular o VLDL?

A

Tg/5

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20
Q

Como é calculado o valor do LDL?

A

Pela fórmula de Friedwald
LDL = CT - (HDL + Tg/5)

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21
Q

Quando não devo usar a fórmula de Friedwald?

A

Tg > 400

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22
Q

O que representa o colesterol não-HDL?

A

Basicamente as lipoproteínas que possuem Apo B

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23
Q

Quais os valores de referências para o perfil lipídico?

A
  • CT: < 190
  • HDL: > 40
  • Tg: < 150 (< 175 sem jejum)
  • LDL: depende
    => Baixo risco: < 130
    => Risco intermediário: < 100
    => Alto risco: < 70
    => Muito alto risco: < 50
  • Não-HDL (mesmo valores para LDL + 30):
    => Baixo risco: < 160
    => Risco intermediário: < 130
    => Alto risco: < 100
    => Muito alto risco: < 80
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24
Q

O que é a lipoproteína A?

A

É uma molécula de LDL com Apo A

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25
Q

Quando dosar a lipoproteína A?

A
  • HF de DCV precoce
  • Hipercolesterolemia familiar
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26
Q

Quando considerar história familiar de doença cardiovascular precoce?

A

DCV em parentes de primeiro grau:
- Homens < 55 anos
- Mulheres < 65 anos

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27
Q

Qual a diferença de fator de risco para marcador de risco?

A
  • Fator de risco participa da gênese problema
  • Marcador de risco não participa
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28
Q

PCR-US é fator ou marcador de risco?

A

Marcador de risco

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29
Q

Quais valores de PCR-US conferem risco cardiovascular alto e muito alto?

A
  • Alto risco: 2 a 10
  • Muito alto risco: > 10
    OBS: uma vez descartadas doenças imunes, Prainfecciosas e infiamatorias
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30
Q

Pra quem pedir a PCR-US?

A

Considerar pedir se paciente risco cardiovascular intermediário.

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31
Q

A partir de qual valor de PCR-US devo considerar tratar o paciente? Qual medicação usar?

A
  • Níveis > 2
  • Estatina
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32
Q

Definição de hipercolesterolemia?

A

LDL ≥ 160 mg/dl

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33
Q

Definição de Hipertrigliceridemia?

A

Tg ≥ 150 em jejum ou ≥ 175 sem jejum

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34
Q

Definição de HDL baixo?

A
  • < 50 em mulheres
  • < 40 em homens
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35
Q

Principal causa de dislipidemia secundária?

A

Síndrome metabólica

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36
Q

Quais são os 4Ds da dislipidemia secundária?

A
  • D - dieta (Excesso de gorduras, álcool e eta hipercalórico)
  • D - Drogas
  • D - Doenças (HIV, colestase, sd.nefrótica, DCR)
  • D - Distúrbios metabólicos
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37
Q

Drogas x lípides, quem aumenta mais?

A

Triglicerídeos

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38
Q

Causas secundárias que aumentam especificamente triglicerídeos?

A
  • T - Tiazídicos
  • R - Reposição hormonal
  • I - Inibidores de protease
  • G - Glicose (DM descompensada)
  • L - Libação etílica
  • I - Inibidor beta (BB)
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39
Q

Quais condições classificam o paciente como de muito alto risco cardiovascular?

A
  • Evento CV prévio
  • Estenose arterial ≥ 50%
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40
Q

Quais condições classificam o paciente como de alto risco cardiovascular?

A
  • ClCr < 60
  • Aneurisma de aorta abdominal
  • Aterosclerose subclínica
  • LDL ≥ 190
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41
Q

Presença de DM confere qual risco cardiovascular ao paciente?

A

No mínimo moderado
* Alto risco se pelo menos um:
- Aterosclerose subclínica (EC > 10)
- Comorbidades
- Idade (H ≥ 48 anos e M ≥ 54 anos)
- HF precoce de DCV
- Mais de 10 anos de DM
- Retinopatia diabética

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42
Q

Qual o valor percentual na calculadora de risco cardiovascular classifica o paciente como de alto risco?

A
  • Homens: > 20%
  • Mulheres: > 10% (pq em mulheres costuma ser subestimado pelo calculadora)
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43
Q

Qual alterações classificadas como aterosclerose subclínica?

A
  • Escore de Cálcio > 100 (Em DM, acima de 10)
  • Angio-TC de coronárias com lesões < 50%
  • ITB < 0,9
  • Placas em carótidas
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44
Q

Como interpretar o score de risco CV em homens?

A

Baixo risco: < 5%
Intermediário: 5 a 20%
Alto risco: > 20%

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45
Q

Como interpretar o score de risco CV em mulheres?

A

Baixo risco: < 5%
Intermediário: 5 a 10%
Alto risco: > 10%

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46
Q

Quando pedir quantificação do escore de cálcio?

A
  • Assintomáticos de risco CV intermediário
  • Assintomáticos de risco cardiovascular baixo mas com HF de DAC precoce
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47
Q

Quando não pedir escore de cálcio?

A
  • Sintomáticos
  • Assintomáticos de risco CV alto
  • Avaliar evolução de calcificação coronariana
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48
Q

Em quantos % limitar o consumo de gorduras saturadas em pacientes com LDL elevado?

A

Limitar a < 7% do valor calórico total

49
Q

Qual tipo de gordura devemos eliminar da dieta?

A

Gordura trans

50
Q

Em quantos % limitar o consumo de gorduras mono insaturada em pacientes com LDL elevado?

A

Limitar a < 15% do valor calórico total

51
Q

Medidas não farmacológicas para redução de triglicerídeos?

A
  • Perda de peso
  • Reduzir consumo de bebidas alcoólicas
  • Reduzir a ingestão de açucares simples
  • Trocar gordura saturada por insaturada
  • Exercício físico
52
Q

Indicações de tratamento de hipercolesterolemia com estática?

A
  • Baixo risco: MEV por 6 meses
  • Risco moderado: MEV por 3 meses
  • Risco alto ou muito alto: MEV + estatina
53
Q

Qual o mecanismo de ação das estéticas?

A

Inibem a enzima HMG-CoA redutase, reduzindo a síntese do colesterol intra-hepático e forçando ele captar mais LDL da circulação

54
Q

O que define a potência das estatinas?

A

O quanto reduzem do LDL em %
* Baixa potencia: reduz < 30%
* Moderada potência: reduz 30 a 50%
* Alta potência: reduz > 50%

55
Q

Quais são as estatinas de alta potência?

A
  • Rosuvastatina na dose 20 a 40mg
  • Atorvastatina na dose de 40 a 80mg
  • Sinvastatina + ezetimibe na dose de 40+10mg
56
Q

Qual o principal efeito colateral das estéticas?

57
Q

Precisa dosar CPK de rotina em todo paciente em uso de estática?

58
Q

Quando devo dosar a CPK?

A

Antes do início do uso se:
- Hx de miopatia por estadia
- Hx familiar de miopatia
- Medicações que interagem com a estatina

Durante:
- Sintomas de mialgia
- Aumento de dose
- Medicações que interagem com a estatina

59
Q

O mecanismo pelo o qual algumas medicações aumentam níveis de sinvastatina?

A

Medicações que inibem o citocromo CYP3A4

60
Q

Quais as medicações que aumentam os níveis de sinvastatina - 6 As?

A

A - Amiodarona
A - Antagonistas dos canais de Cálcio
A - Azitromicina e macrolíceos
A - Antidepressivos (fluoxetina)
A - Antagonistas da protease
A - Antifúngico

61
Q

Quais as medicações que diminuem os níveis de estatinas?

A

R - Rifampicina
F - Fenitoína e fenobarbital
C - Carbamazepina

62
Q

Quando dosar transaminases?

A
  • Antes de iniciar de rotina
  • Durante o uso de sintomas sugestivos de hepatotoxicidade
63
Q

Características da miopatia causada pelas estatinas?

A
  • Simétrica
  • Acomete grandes grupos musculares (cintura pélvica)
  • Causa dor muscular, câimbras e fraqueza
  • Início dos sintomas em menos de 4 semanas após o início da medicação
  • Sintomas desaparecem em menos de 4 semanas quando é suspensa
  • Sintomas retomar em menos de 4 semanas quando é reintroduzidas na mesma dose
64
Q

Paciente com efeitos musculares devido ao uso de estatinas sempre evoluiu com CPK aumentada?

65
Q

Quais os fatores de risco para o paciente desenvolver miopatia por estatina?

A

*DRC
* Hepatopatia crônica
*Etilismo
*Hipotireoidismo
Exercicio físico extenuante
*Genfibrozil
*Medicações que aumentam níveis séricos de estatinas

Obs: Quanto menos músculo e quanto mais medicação maior o risco.

66
Q

Qual o fibrado que não pode ser usado com estatina?

A

Genfibrozila

67
Q

Por que não devemos associal estatina com genfibrozil?

A

Risco elevado de rabidomiólise

68
Q

Qual a indicação de associação do ezetimibe?

A

A meta do LDL não for atingida com uso da dose máxima tolerada de estatina em pctes de muito alto risco CV

69
Q

Quando não podemos usar a colestiramina?

A

Na presença de hipertrigliciridemia

70
Q

É contraindicado uso de estatina em gestantes e crianças?

71
Q

Posso usa colestiramina em gestantes e crianças?

72
Q

Quais cuidados tomar com o uso da colestiramina x outros medicamentos?

A

Pode reduzir a absorção de outros medicamentos. Nesse caso, dar outros remédios 1h antes ou 4h após o uso de resinas.

73
Q

Qual o mecanismo de ação do inibidor de PCSK9?

A

Inibe o PCSK9 que é uma proteína que estimula a degradação lipossomal de receptores de LDL.

74
Q

Indicação de iPCSK9 pela SBC?

A

*Pctes de risco elevado que não tenham atingido meta de LDL usando estatina na maior dose tolerada associada ou não a ezetimiba

75
Q

Qual o mecanismo de ação dos fibratos?

A

Estimulam os Receptores Alfa Ativados da Proliferação dos Peroxissomas (PPAR-a). Isto aumenta a atividade da LPL e também aumenta a síntese de Apo A1 - elevando o HDL (10%)

76
Q

Qual o mecanismo de ação das estatinas?

A

São inibidores da HMG Ca redutase no fígado

77
Q

Qual o mecanismo de ação do ezetimibe?

A

Inibição da NPC1-L1 no intestino

78
Q

Qual o mecanismo de ação das resinas de troca?

A

Redução da reabsorção de ácidos biliares no intestino

79
Q

Qual o mecanismo de ação das fibratos ?

A

Ativam a PPAR-alfa, aumentando a ação da LPL

80
Q

Qual o mecanismo de ação do ácido nicotínico?

A

Redução da lipase tecidual nos adipócitos

81
Q

Quando pensar em dislipidemias primárias?

A
  1. Histórico de DLP/aterosclerose
    precoce em familiares
  2. Apresentação na infância/adolescência
  3. Alterações típicas ao exame físico
  4. Ausência de fatores secundários que justifiquem
  5. Níveis muito alterados de lipoproteínas
    * Colesterol > 310mg/dl
    * LDL > 190 mg/dl
    * TG > 500 mg/dl
    * HDL < 10 mg/dl
82
Q

Mutações que podem causar
hipercolesterolemia familiar?

A
  • Mutação do gene do receptor de
    LDL
  • Mutação da Apo B levando menos afinidade pelo receptor de LDL
  • Mutação que ativa mais a PCSK9 levando a maior restrição do receptor de LDL
83
Q

Quais são as alterações que podem ocorrer no exame físico da Hipercolesterolemia familar?

A
  • Xantomas tendinosos
  • Xantomas planares
  • Xantomas tuberosos e xantelasmas
  • Arco córneo
84
Q

Como investigar se é hipercolesterolemia familiar?

A

Diretriz de 2019 de prevenção destaca o critério holandês

85
Q

Como é a estratificação de risco na hipercolesterolemia familiar?

A
  • Muito alto: DCV ou aterosclerose subclínica
  • Alto risco: LDL > 400 ou fatores de risco adicionais
  • Intermediário: Demais
86
Q

Qual o efeito do tabagismo no HDL?

A

Reduz o HDL

87
Q

Qual o único hipolipemiante seguro na gestação?

A

Colestiramina

88
Q

Devemos prescrever terapia de reposição hormonal para reduzir risco cardiovascular?

89
Q

Qual a combinação medicamentosa que não pode ser feita em pctes HIV+?

A

Sinvastatina + inibidor de protease (ritonavir…)

90
Q

Qual a definição de rabdomiólise causada por estatinas?

A

CPK > 50 x o LSN
OU
CPK > 10x o LSN +
disfunção renal +
sintomas musculares

91
Q

Ácido nicotínico - como prescrever?

A
  • Liberação rápida - dá muito rubor e flushing. Não usar.
  • Liberação prolongada - hepatoxicidade. Não usar.
  • Liberação intermediária - começar com 500 mg.d e ir aumentando
92
Q

Alteração dermatológica na Hipertrigliceridemia muito grave?

A

Xantomas eruptivos
* Obs: Não confundir com xantomas tendíneos Hipercolesterolemia Familiar

93
Q

Três pilates do diagnóstico da Síndrome da Quilomicronemia
Familiar?

A
  • Critérios laboratoriais
  • Critérios clínicos
  • Confirmação genética
94
Q

Mecanismo de ação dos principais medicamentos para tratar hipertrigliceridemia?

A
  • Fibratos - Ativam a PPAR-alfa, aumentando a ação da LPL
  • Ácido nicotínico - Redução da lipase tecidual nos adipócitos
  • Ômega 3 - Redução da produção de VLDL
95
Q

Qual a terapia específica para Síndrome da Quilomicronemia
Familiar?

A

Volanesorsen

96
Q

Como avaliar os paciente com terapia full e que se mantém sintomáticos? Ou seja, classe D

A

Interagency Registry for Mechanically Assisted Circulatory Support (INTERMACS)

97
Q

ESCORE INTERMACS

A

I. Choque cardiogênico grave
II. Declínio progressivo, apesar do inotrópico
III. Estável às custas do inotrópico
IV. Internações frequentes (frequente flyer)
V. Em casa, intolerante aos esforços (housebound)
VI. Limitação aos esforços
VII. Classe funcional Ill

98
Q

Indicações para DACM?

A
  1. Ponte para decisão
  2. Ponte para transplante
  3. Terapia de Destino
99
Q

O que é a ponte para decisão na avalição para DACM?

A

Condição clínica proibitiva mas modificável (HP, neoplasia…)

100
Q

O que é a ponte para transplante na avalição para DACM?

A

Suporte hemodinâmico até realização do Tx

101
Q

O que é a terapia de destino na avalição para DACM?

A

Suporte hemodinâmico em paciente com IC refratária com contraindicação ao Tx

102
Q

Quem deve ir para transplante cardíaco?

A
  1. IC avançada dependente de inotrópicos e/ou suporte circulatorio mecânico
  2. IC CF III/IV em tratamento otimizado com fatores de mau prognóstico
  3. Arritmias ventriculares sintomáticas e refratárias a farmacos, CDI ou ablação
  4. IC avançada com VO2 pico ≤ 12ml/g/min em uso de Bbloq ou ≤ 14 sem BB
  5. Dça Isquêmica com angina refratária sem possibilidade de revascularização
103
Q

Com que valores devemos nos preocupar no
CATE direito de pacientes em avaliação de Tx?

A

PSAP ≥ 50 mmHg
Gradiente transpulmonar (GTP) ≥ 15 mmHg
RVP ≥ 3 woods

104
Q

Rastreamento de neoplasias em candidato a transplante cardíaco?

A
  • Cólon - Sangue oculto nas fezes 3x ou colono (50a)
  • Mama - Mamografia (>40a)
  • Útero - colpocitologia oncótica (>18a se sex ativa)
  • Próstata - PSA (> 45a)
  • AFP ou CEA
105
Q

Critérios de inclusão para ser doador?

A
  • ME e consentimento da família
  • Idade < 50 anos
  • Compatibilidade ABO
  • Sem doença cardíaca prévia
  • Peso compatível
  • Sem neoplasia maligna ou cerebral primária
106
Q

Critérios de inclusão para ser doador?

A
  • Mal formação cardíaca ao ECO
  • Disfunção ventricular grave
  • Doença coronariana importante
  • Septicemia ou SIRS
  • HIV, HBV, HCV ou HTLV+
  • Alcoolismo ou drogas EV
107
Q

Reposição hormonal a ser feita em um paciente com ME e candidato a doador de orgãos?

A
  1. Tiroxina por SNE
  2. Vasopressina 1Ui em bolus e 0,5-4Ui/h
  3. Metilprednisolona 15mg/kg em bolus
  4. Isulina 1Ui/h - Dx entre 120-180 mg/Dl
108
Q

Qual o objetivo de se usar a terapia de indução na imunossupressão pós Tx?

A

Uso de menores doses de corticóides e início mais tardio de Inib. Calcineurina

109
Q

Em que se baseia a terapia de indução na imunossupressão pós tx?

A
  • Imunoglobulinas antitimócitos policlonais
    (Timoglobulina - ATS)
    ou
  • Antagonistas dos receptores de IL2 (Basiliximab)
110
Q

Em que se baseia a terapia de manutenção na imunossupressão pós tx?

A

Esquema triplo:
1. Inib. Calcineurina (ciclosporina, tacrolimus - FK506)
2. Agente Antiproliferativo (azatioprina, micofenolato)
3. Esteróides (prednisona

111
Q

Valor de referência do pico de velocidade do refluxo tricúspide?

112
Q

Valor de referência da relação E/e’?

113
Q

Quais os parâmetros utilizados pelo escore H2FPEF?

A

H - Heavy => IMC > 30 => 2
H - Hypertensive => ≥ 2 drogas AHO => 1
F - FA => paroxística ou persistente => 3
P - Pulmonayr Hypertension = > PSAP > 35mmHg => 1
E - Elder => > 60 anos => 1
F - Filling Pressure => E/e’ > 9 => 1

114
Q

Cortes usados pelo escore H2FPEF?

A
  • Baixa probabilidade => 0-1
  • Probabilidade intermediária => 2-5
  • Alta probabilidade => 6-9
115
Q

Quais são os escores utilizados para avalição do diagnóstico de ICFEp?

A

H2FPEF - Americano
HFA-PEFF - europeu

116
Q

Quais dos dois escores para avaliação diagnóstica de ICFEp usam a dosagem de biomarcadores?

117
Q

Cortes usados pelo escore HFA-PEFF?

A
  • Baixa probabilidade => 0-1
  • Probabilidade intermediária => 2-4
  • Alta probabilidade => 5-6
118
Q

O que fazer quando os escores derem valores de risco intermediário?

A

Considerar ecocardiograma de estresse diastólico ou teste hemodinâmico invasivo