Cardio Flashcards
Classificação angina estável (CCS)
I - angina com esforço físico extremo
II - angina com atividades do cotidiano, como andar mais do que dois quarteirões
III- angina com importante restrição da atividade física
IV- inabilidade para realizar qualquer atividade física sem dor ou dor mesmo ao repouso
Teste ergométrico
- Método de primeira escolha para confirmação do diagnóstico de doença arterial coronariana
- S 68% E 77%
- Positivo: depressão horizontal ou descendente do seguimento ST maior do que 1 mm, 60 a 80 ms após o final do QRS (ponto J)
Dados de alto risco para eventos cardiovasculares no TE
Baixa capacidade funcional (<=4METS)
Depressão ou elevação de ST em cargas baixas
Escore de Duke
Forma mais objetiva de avaliar a capacidade funcional no TE
> =5 baixo risco
-10 a 4 moderado risco
<= -11 alto risco
Condições em que o TE é interrompido
- FC submaxima atingida
- queda de 10mmHg na PA com sinais de isquemia
- Angina moderada a severa
- Tontura ou ataxia
- TV sustentada
- Desejo do paciente em interromper o teste
- Sinais de na perfusão
- supra de ST > 1mm
Indicação para diagnóstico de angina Classe I de recomendação
Pacientes com probabilidade intermediária de doença arterial coronariana
Indicação de teste ergométrico na definição prognostica do paciente com angina
Recomendação
Classe I: todos os pacientes com probabilidade intermediária ou alta de DAC ou que apresentem modificação dos sintomas
ECO de estresse
Pode ser induzido com esforço físico, estimulação atrial transesofagica, drogas vasodilatadoras (dipiridamol e adenosina) ou de estimulantes adrenérgicos (dobutamina)
Indicações classe I de cintilografia
Pacientes com probabilidade intermediária de DAC com síndrome de pré excitação ou depressão de ST ao repouso maior do que 1mm
Pacientes com história de procedimentos de ravacularizacao miocárdica prévia
Cintilografia com radionucleotideos em pacientes com marca-passo e BRE
Situações em que a cintilografia miocárdica e o eco com estresse são preferíveis ao teste de esforço no manejo da angina
- bloqueio completo do ramo esquerdo
- Ritmo ventricular com marca-passo
- depressão maior do que 1mm no ECG em repouso
- inabilidade de realizar esforço físico
- angina e história de revascularização
Indicações diagnóstico de DAC por cate
Classe I: pacientes sobreviventes de morte súbita ; pacientes com angina estável classificada como CCS III e IV ; critério de alto risco em exame de imagem não invasivo
Principais indicações de cate em paciente com angina estável
- angina limitante, apesar da terapia
- contraindicações a testes não invasivos
- sobreviventes de morte súbita e compartirias ventriculares complexas
- angina classes funcionais I e II, mas com disfunção ventricular
Pericardite evolução ECG
Estágio I : supra ST côncavo e difuso, exceto em aVR e V1, em que ocorre infradesnivelamento onda T apiculado, com leve aumento da amplitude; infradesnivelamento do segmento PR (exceto em aVR, em que ocorre supra). Essas alterações acontecem em mais de 80% dos casos.
Estágio 2: há normalização do segmento ST e PR, além do achatamento da onda T
Estágio 3: ocorre inversão da onda T difusa, simulando isquemia miocárdica
Estágio 4: retorno à normalidade da onda T; pode ocorrer semanas ou meses após o evento inicial
Classificação de Stanford DAA
Tipo A que envolve a aorta ascendente
Tipo B que não envolve
Classificação de Bakey
Tipo 1: dissecção da aorta ascendente e descendente
Tipo 2: dissecção da aorta ascendente
Tipo 3: dissecção de aorta descendente
Tipos de infarto
Tipo I: relacionado a aterotrombose e ocorre por rotura ou erosão da placa
Tipo II: desbalanço entre oferta e demanda de O2 pelo miocárdio não relacionado a fenômeno aterotrombotico
Tipo III: morte súbita precedida de sintomas sugestivos de isquemia, acompanhada de novas alterações isquemias ao ECG ou FV, mas com óbito antes da coleta de MNM ou antes do aumento poder ter sido identificado
Tipo IV: relacionado a procedimento de revaspercutanea. Tipo A em até 48h. Tipo B trombose de stent desde 24h após procedimento até 1 ano. Tipo C determinado por reestenose do stent
Tipo V: oclusão do enxerto vascular miocárdica ou de artéria nativa após revasc cirúrgica
Drogas que mudam o prognóstico na IC
- IECA/BRA
- Bbloq - são os mais eficazes na redução da mortalidade; os aprovados são carvedilol, bisoprolol, nebivolol, metoprolol
- antagonistas de aldosterona
fatores que precipitam intoxicação digitálica
- hipocalemia
- hipomagnesemia
- hipotireoidismo
- idoso
- IRrA
- Hipercalcemia
- drogas como quinidina e amiodarona
Estudo clínico RALES
- mostrou benefício incontestável da espironolactona no tto da IC para os pacientes CF III e IV
Estudo clínico TOPCAT
- mostrou que a espironolactona não reduz a mortalidade geral em pacientes com IC com FE preservada, mas reduz o número de internações
o depósito de material amiloide no miocárdio determina
realce refrativo do septo interventricular, aumento biatrial por redução do relaxamento ventricular e consequente aumento das pressões diastólicas de enchimento
Estudo DIG
mostrou reduÇão de internação com uso de digoxina em pacientes com IC FER
Classificação retinopatia hipertensiva Keith-Wegener:
Grau I - estreitamento arteriolar;
Grau II - estreitamento arteriolar mais pronunciado, cruzamento AV patológico;
Grau III - hemorragias e exsudatos;
Grau IV - edema de papila.