TAQUIARRITMIAS Flashcards
Onde iremos encontrar esse padrão no sistema cardíaco
São celular de automatismo encontrado nos no sinuosal, atrioventricular …
Onde iremos encontrar esse padrão no sistema cardíaco
É um padrão de células de condução onde podemos encontrar nos feixes
descreva a origem das taquicardias supraventriculares
A cirurgia tardia pode facilitar o reparo septal na ruptura do septo interventricular devido ao desenvolvimento de tecido cicatricial no local da ruptura. No entanto, essa abordagem também traz o risco de extensão da ruptura, tornando o momento do procedimento crítico.
descreva a origem das taquicardias ventriculares
descreva a origem das taquicardias supraventriculares
como é determinada a FC max
220-idade
Em crianças, as TSV podem estar associadas à ?
miocardite infecciosa.
quais são os principais mecanismo que podem desencadear uma taquiarritmia
Os principais mecanismos são automatismo anormal, reentrada e atividade deflagrada por pós-potenciais.
descreva como se manifesta as taquiarritmias causadas por automatismo anormal
normalmente ela se manifesta de maneira gradual, respeitando o limite da FCmax, normalmente relacionada aumento da atividade adrenérgica,
um susto pode ocasionar a mesma
descreva como é a fisiopatologia das taquiarritmias causadas por reentrada
No que tange à reentrada nodal, para a sua ocorrência, é necessária a presença de um circuito com 2 vias de condução do estímulo, que possuem propriedades eletrofisiológicas distintas, com velocidades de condução e períodos refratários diferentes. Em condições normais, há apenas um caminho a ser seguido pelo estímulo elétrico. Em algumas situações, pode haver mais de um trajeto possível, como na presença de fibrose miocárdica, dupla via nodal ou uma via acessória. Nesses casos, o estímulo é conduzido anterogradamente por uma das vias, enquanto a outra via encontra-se em período refratário. Ao chegar ao ponto final do circuito de reentrada, o estímulo encontra a via previamente refratária passível de nova despolarização, conduzindo retrogradamente por essa via. Forma-se, assim, a reentrada
descreva como se manifesta as taquiarritmias causadas por reentrada
causado por um curto circuito das vias rápidas e lentas onde vai surgir de maneira súbita não respeitando a FCmax
descreva a fisiopatologia das taquiarritmias causadas por pós potenciais
A atividade deflagrada tem relação com potencial de ação. Podem ocorrer “abalos” na corrente elétrica transmembrana relacionados à movimentação de cálcio no meio intracelular, o que pode gerar um novo potencial de ação. Esses “abalos” são chamados de pós potenciais precoces ou tardios, a depender da fase do potencial de ação em que ocorrem.
as taquiarritmias deflagadas por pós potenciais normalmente está relacionado a ? e pode originar quais padrões de FC
cálcio intracelular e pode originar uma TdP e INTOX digitálica
O que é o automatismo anormal?
O automatismo anormal refere-se ao aumento na frequência de despolarização de células com capacidade de automatismo.
Quais são as causas associadas ao automatismo anormal?
O automatismo anormal pode ocorrer em resposta ao aumento de atividade adrenérgica, que pode ser desencadeado por condições como febre, hipertireoidismo, hipóxia, hipovolemia, anemia e o uso de β-agonistas, entre outros fatores.
Quais são as taquicardias relacionadas ao automatismo anormal?
O automatismo anormal está relacionado às seguintes taquicardias: taquicardia sinusal (quando o foco de automatismo está no nó sinoatrial) e taquicardia atrial (quando o foco de automatismo está nos átrios, em uma região do nó sinoatrial).
O que é reentrada no contexto das arritmias cardíacas?
A reentrada é um mecanismo de arritmia cardíaca em que o início e o término são súbitos, e ela pode atingir frequências cardíacas mais elevadas do que o esperado para a idade.
Quais são os tipos de taquicardias relacionadas à reentrada?
A reentrada está relacionada a vários tipos de taquicardias, incluindo Taquicardias por Reentrada Nodal (TRN), Taquicardias por Reentrada Atrioventricular (TAV), flutter atrial (que envolve macrorreentrada no átrio direito) e a maioria das taquicardias ventriculares.
Em quais condições a atividade deflagrada por pós-potenciais está implicada?
A atividade deflagrada por pós-potenciais está implicada na intoxicação digitálica e na taquicardia ventricular por Torsades de Pointes.
as TSV vão manifestar oq no ECG
QRS estreito, pois a via de condução é predominantemente rápida
as TV vão manifestar oq no ECG
QRS, largos, pois as vias de condução predominamente são lentas
como o paciente pode descrever os sintomas de taquicardia
Os sintomas mais comuns são palpitações, com sensação de batimento acelerado descrito muitas vezes como “batedeira” no peito. Outros sintomas podem ser inespecíficos, como tontura, mal estar, sensação de angústia.
quais são os sinais e sintomas que um paciente pode manifestar nos casos de taquicardia
os 5d´s
dispneia
dor torácica
desmaio
diminuição do NC
diminuição da PA
quais são os 5D´s nos casos de taquicardia
dispneia
dor torácica
desmaio
diminuição do NC
diminuição da PA
quais são os 5D´s nos casos de taquicardia
dispneia
dor torácica
desmaio
diminuição do NC
diminuição da PA
quais são os 5D´s nos casos de taquicardia
dispneia
dor torácica
desmaio
diminuição do NC
diminuição da PA
quais são as perguntas que podemos fazer a uma paciente com taquipneia
Na anamnese, deve ser pesquisado o uso de drogas estimulantes, como hormônio tireoidiano em fórmulas para emagrecer, excesso de cafeína, energéticos e drogas ilícitas simpaticomiméticas (cocaína, anfetamina).
quais são os fatores que uma taquicardia sinusal pode está associada ?
A taquicardia sinusal geralmente é secundária e pode estar relacionada ao
tromboembolismo pulmonar, desidratação
e à sepse.
oque será feiro no exame físico nos casos de taquicardia
Ao exame físico, pesquisar FC, regularidade e simetria do pulso. A ausculta cardíaca pode identificar sopros em pacientes com valvopatias associadas, e a ausculta pulmonar pode identificar sinais de congestão (crepitações, estertores).
descreva como os pacientes com FA podem manifestar seus sinais e sintomas
Pacientes com FA podem apresentar-se com sinais e sintomas associados a tromboembolismo sistêmico, como hemiparesias (AVC isquêmico) e quadro súbito de dor no abdome seguido de diarreia sanguinolenta (isquemia mesentérica).
como a presença da FA afetará a diástoles
Na presença de FA, a fase final da diástole (contração atrial) está ausente, portanto, todos os achados relacionados também desaparecem, como B4, onda “a” do pulso venoso e reforço pré-sistólico do sopro em ruflar mitral.
como é realizado o diagnóstico das taquicardia
O diagnóstico baseia-se na avaliação do Eletrocardiograma (ECG) para identificação da taquiarritmia específica e avaliação dos sinais e sintomas para definir se o paciente está instável ou estável do ponto de vista hemodinâmico.
qual será a nossa conduta nos casos de uma taquicardia INSTÁVEL
SE + MOVE,+ instável= CVES
sala de emengência
monitorização
oxigenio
acesso venoso
exame
como iremos tratar um paciente com taquicardia instável ?
as taquicardia podem ser solucionadas com
SE+MOVE+OSASCO
orientar
sedar ( mitazolam, evitar propofol )
ambuzar ( afastar fonte de oxigênio )
sincronizar
choque
observar
quais são os principais exames complementares que iremos pedir nos casos de taquicardia
ECG, magnésio e potássio
quais são as cargas que podemos utilizar nos casos de CVES
quais são os eventos que podem surgir após uma CVES
NADA, aumentaremos a carga
PIORA, desfibrilar e iniciar reanimação
MELHORA, acompanhar
taquicardia sinusal é igual a CVES
ERRADO, IREMOS TRATAR A CAUSA BASE
como iremos tratar um paciente com uma taquicardia estável
depende do QRS e seu ritmo
Oq é?
Taquicardia sinusal
Oq é
Taquicardia sinusal. Onda “p” sinusal (positiva em DI e aVF) antes de todo complexo QRS.
Oq é
Taquicardia atrial.
como iremos tratar um paciente com taquiarritmia com QRS ESTREITO E REGULAR
manobra vagal ou compressão do seio carotídeo e caso não melhore iremos administrar adenosina em 6mg indo para 12 caso não melhore
como iremos tratar um paciente com taquiarritmia com QRS ESTREITO E REGULAR onde as manobras se tornaram falha
iremos administrar ADENOSINA em 6 mg e caso não melhore iremos por em 12 mg
quando não iremos administrar adenosina
quando esse estiver com broncoespasmo, se ele tiver asma podemos administrar
Oq é? e como iremos tratar
é uma FA, controle da FC com ( metaprolol, delanosídeo, amiodarona ) com anticoagulação (chadsvasc)
oq é o CHADSVASc
sigla em inglês que nos ajuda a determinar se iremos ou não coagular
quais são os os anticoagulantes que podemos utilizar nos casos de FA e como eles agem
Oq é e como iremos tratar
Tosades de pointes e iremos tratar com magnésio
Oq é
TV monofasica
Onde iremos aplicar amiodarona 1 ambola em 10 minutos
Oq é e como iremos tratar
TV polimorfica e iremos desfibrilar
Oq é e oque indica
Taquicardia ventricular
O que é Flutter Atrial?
Flutter atrial é uma arritmia cardíaca caracterizada pela presença de ondas “F” serrilhadas na linha de base do ECG, com frequência atrial entre 240 e 340 bpm. Essas ondas são geralmente negativas nas derivações inferiores devido ao circuito anti-horário e geralmente positivas em V1. A frequência cardíaca atrial fica em torno de 300 bpm e, na presença de bloqueio atrioventricular (BAV) 2:1, a frequência cardíaca no ECG fica em torno de 150 bpm
O que é Taquicardia Ventricular Monomórfica?
Taquicardia ventricular monomórfica é caracterizada por QRS largo com ritmo regular e mesma morfologia.
O que é Taquicardia Ventricular Polimórfica?
taquicardia ventricular polimórfica apresenta QRS largo com ritmo irregular e morfologias diferentes.
O que é Torsades de Pointes?
Torsades de Pointes é um tipo específico de taquicardia ventricular polimórfica, onde os complexos QRS aumentam e diminuem, como se houvesse mudança no eixo ou “torção das pontas”.
O que é Fibrilação Ventricular?
Fibrilação ventricular é um ritmo completamente irregular e bizarro, no qual não é possível identificar complexos QRS. Não é passível de pulso, sendo considerada um ritmo de Parada Cardiorrespiratória (PCR).
Quais são algumas situações clínicas que podem causar taquicardia por automatismo?
Algumas situações clínicas que podem levar à taquicardia por automatismo incluem febre, hipertireoidismo, TEP (Tromboembolismo Pulmonar), anemia, ansiedade, dor, uso de drogas como β-agonistas e sepse. Além disso, distúrbios hidroeletrolíticos como hipomagnesemia e hipocalemia, o uso de antiarrítmicos e a isquemia miocárdica também podem predispor o aparecimento de certos tipos de taquicardia.
O que são taquicardias instáveis e quais são os principais sintomas?
Taquicardias instáveis são arritmias cardíacas que causam alterações na hemodinâmica do paciente e podem ser ameaçadoras à vida. Os principais sintomas, conhecidos como os “5 Ds,” incluem dor torácica com características anginosas, dispneia devido à insuficiência cardíaca, desmaio (síncope), diminuição da pressão arterial (hipotensão) e diminuição do nível de consciência, que pode incluir confusão mental (Glasgow < 15).
Qual é o critério para considerar um paciente com taquicardia instável?
Um único critério, como hipotensão (PAS < 90 mmHg), é suficiente para considerar um paciente com taquicardia instável. No entanto, os sintomas geralmente aparecem em conjunto.
Qual é o tratamento de escolha para taquicardias instáveis?
O tratamento de escolha para taquicardias instáveis é a Cardioversão Elétrica Sincronizada (CVES), que deve ser realizada imediatamente. A CVES despolariza todo o miocárdio, permitindo que as células do nó sinoatrial reassumam o controle do ritmo cardíaco.
Qual é a carga inicial de desfibrilação recomendada para taquicardias instáveis?
As cargas iniciais de desfibrilação dependem da morfologia do QRS. Para ritmo regular (largo ou estreito), recomenda-se 100 Joules. Para ritmo estreito irregular (geralmente fibrilação atrial), recomenda-se 120 a 200 Joules (bifásico) ou 200 Joules (monofásico). Para ritmo largo irregular, a carga de desfibrilação não é sincronizada.
O que fazer após o primeiro choque na CVES se não houver reversão para ritmo sinusal?
Após o primeiro choque na Cardioversão Elétrica Sincronizada, se não houver reversão para ritmo sinusal, choques subsequentes podem ser administrados com aumentos progressivos da carga (100 – 150 – 200 Joules). Além disso, o paciente deve ser mantido em monitorização e podem ser necessárias drogas antiarrítmicas, como a amiodarona de manutenção em casos de taquicardia ventricular. Sempre obter um novo ECG após a reversão da arritmia para documentar o sucesso da terapia e identificar quaisquer alterações adicionais.
Por que não é necessário aguardar um ECG de 12 derivações antes de tomar uma conduta em um paciente com taquicardia instável?
Em casos de taquicardia instável, não é necessário aguardar um ECG de 12 derivações antes de tomar uma conduta, pois atrasos no tratamento podem contribuir para a piora clínica do paciente. O diagnóstico e a intervenção imediata são cruciais para estabilizar o paciente.
Como funciona a Cardioversão Elétrica Sincronizada (CVES) e por que é importante acionar o botão de sincronização no desfibrilador?
A CVES despolariza todo o miocárdio e permite que as células do nó sinoatrial reassumam o controle do ritmo cardíaco. É importante acionar o botão de sincronização no desfibrilador para garantir que a carga só seja liberada durante o QRS (despolarização) do ECG. Isso evita o fenômeno R sobre T, que ocorre quando uma carga é aplicada durante a onda T (repolarização), podendo levar à instabilidade elétrica e evolução para taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular.
Quais são as cargas iniciais de desfibrilação recomendadas para ritmo regular e estreito?
Para ritmo regular, tanto largo quanto estreito, a carga inicial de desfibrilação recomendada é de 100 Joules.
Como proceder após a reversão da arritmia durante a Cardioversão Elétrica Sincronizada?
Após a reversão da arritmia, o paciente deve ser mantido em monitorização até que se recupere da anestesia. Em alguns casos, podem ser necessárias drogas antiarrítmicas, como a amiodarona, para manter o ritmo normal. É fundamental obter um novo ECG após a reversão da arritmia para documentar o sucesso da terapia e identificar quaisquer alterações adicionais, como pré-excitação ventricular, sobrecarga de câmaras, áreas eletricamente inativas e bloqueios de ramo.
Quais são as possibilidades de arritmias em caso de taquicardias com QRS estreito e regular?
Em taquicardias com QRS estreito e regular, várias possibilidades de arritmias incluem taquicardia sinusal, taquicardia atrial, flutter atrial, taquicardia por reentrada nodal (TRN) e taquicardia por reentrada atrioventricular (TAV).
Qual é a conduta inicial em caso de taquicardias com QRS estreito e regular?
A conduta inicial é realizar manobras vagais, que estimulam o nervo vago e podem levar à bradicardia. As manobras vagais mais comuns incluem a massagem do seio carotídeo e a Manobra de Valsalva modificada.
Quais são as contraindicações da massagem do seio carotídeo?
A massagem do seio carotídeo está contraindicada em pacientes com aterosclerose carotídea, idosos com idade superior a 65 anos, pacientes com sopro carotídeo ou com múltiplos fatores de risco para aterosclerose, como diabetes, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e tabagismo.
Qual é a Manobra de Valsalva modificada e como ela é realizada?
: A Manobra de Valsalva modificada envolve o paciente começando a manobra sentado, fazendo uma expiração forçada e, após 10 a 15 segundos, deitando-se e elevando as pernas em um ângulo de 45° por mais 15 segundos. Isso aumenta a pressão intratorácica e estimula o nervo vagal, aumentando as taxas de reversão da taquicardia.
O que fazer se as manobras vagais não forem eficazes?
Se as manobras vagais não forem eficazes, o próximo passo é administrar adenosina. A adenosina é uma droga que inibe o nó atrioventricular (NAV) e tem efeito rápido, com pico de ação em segundos. A dose inicial é de 6 mg, administrada em bolus EV, seguida de um flush de solução salina e elevação do membro para chegar rapidamente à circulação central. Pode ser repetida com doses mais altas, conforme as diretrizes, e é contraindicada em caso de broncoespasmo, como em crises asmáticas ou DPOC exacerbado.
Quais são as doses permitidas de adenosina no tratamento de taquicardias estáveis com QRS estreito e regular?
De acordo com o ACLS 2020, a dose inicial de adenosina é de 6 mg, administrada em bolus EV. Se não houver resposta, uma segunda dose de 12 mg é permitida. Além disso, a Diretriz Europeia de Taquicardias Supraventriculares 2019 autoriza uma terceira dose adicional de 18 mg em caso de necessidade.
Qual é a ação da adenosina no tratamento dessas arritmias?
A adenosina atua inibindo o nó atrioventricular (NAV), interrompendo a condução elétrica entre as câmaras atriais e ventriculares do coração. Isso pode ajudar a reverter a taquicardia supraventricular para o ritmo sinusal.
O que fazer após a administração da adenosina?
Após a administração da adenosina, o paciente deve ser monitorado para avaliar a resposta. É importante documentar qualquer reversão para o ritmo sinusal ou alterações no ECG. Se a taquicardia não for revertida após a primeira dose, pode-se considerar administrar doses subsequentes de acordo com as diretrizes e a resposta clínica do paciente.
Qual é a importância de obter um novo ECG após a reversão da arritmia?
Obtendo um novo ECG após a reversão da arritmia é fundamental para documentar o sucesso da terapia e identificar quaisquer alterações adicionais no ECG. Isso ajuda a determinar se a causa subjacente da taquicardia foi tratada com sucesso e se há outras anomalias cardíacas que precisam ser abordadas.
Oq é
TAQUICARDIA SINUSAL
Frequência cardíaca maior ou igual a 100 bpm com presença de onda P positiva em DII e aVF
Oq é
TAQUICARDIA ATRIAL
Onda P de morfologia diferente da sinusal e FC >100bpm
Oq é
TAQUICARDIA SUPRAVENTRICULAR PAROXÍSTICA
RR regular com onda P ausente
Oq é
FLUTTER ATRIAL
O RR pode ser irregular ou regular. A onda P está ausente. Notar presença de onda F gerando uma morfologia de aspecto serrilhado.
Oq é
FIBRILAÇÃO ATRIAL
RR irregular, sem onda P, linha de base ondulante
Oq é
TAQUICARDIA ATRIAL MULTIFOCAL
RR, PR e PP irregulares, ≥3 ondas P de morfologia diferente na mesma derivação. FC geralmente entre 100-150bpm. Comum em paciente
com DPOC.
Oq é
TV MONOMÓRFICA
RR regular com QRS alargado e única morfologia.
Oq é
TV POLIMÓRFICA
QRS largo e aberrante com morfologia variável.
Oq é
TORSADES DE POINTES
QRS ora amplitude e polaridade positivas, ora amplitude e polaridade negativas. Associada a instabilidade. TV polimórfica vista em pacientes
com intervalo QT longo.