SCLC P3 Flashcards

1
Q

Qual é o tratamento padrão para SCLC em estágio limitado?

A

Quimiorradioterapia concomitante com cisplatina e etoposídeo por quatro ciclos. Radioterapia torácica (TRT) hiperfracionada é recomendada.

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2
Q

Quando a ressecção cirúrgica pode ser recomendada para SCLC LS?

A

Para pacientes com tumores T1-2 e doença linfonodal negativa confirmada por estadiamento mediastinal invasivo.

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3
Q

Após a terapia primária para SCLC LS, quais exames são recomendados?

A

Reestadiamento com tomografia computadorizada e ressonância magnética cerebral.

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4
Q

O que é a PCI e para quem é indicada?

A

Irradiação craniana profilática (PCI) para pacientes sem evidências de disseminação intracraniana após resposta à terapia primária.

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5
Q

Qual o regime de quimioterapia recomendado para SCLC em estágio extenso?

A

Etoposídeo + agente de platina (cisplatina ou carboplatina) + anticorpo anti-PD-L1 (atezolizumabe ou durvalumabe).

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6
Q

Qual é a estratégia de monitoramento para pacientes com SCLC ES após terapia inicial?

A

Imagens de vigilância a cada 2 meses no primeiro ano, a cada 3-4 meses nos anos 2 e 3, a cada 6 meses nos anos 4 e 5 e, depois, anualmente.

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7
Q

O que define um paciente com SCLC recidivado como sensível ou resistente à quimioterapia?

A

Se o intervalo sem quimioterapia (CTFI) for >90 dias, a doença é sensível; se for <90 dias, a doença é resistente.

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8
Q

Qual a sobrevida mediana de pacientes com recidiva sensível?

A

Aproximadamente 6 meses.

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9
Q

Quais são os únicos agentes terapêuticos aprovados pela FDA para SCLC recidivado?

A

Topotecano e lurbinectedina.

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10
Q

Qual a principal preocupação com a radiocirurgia estereotáxica (SRS) para metástases cerebrais no SCLC?

A

O risco de recidiva cerebral além da lesão tratada devido à propensão do SCLC a desenvolver metástases multifocais.

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11
Q

Qual o papel da quimioterapia no tratamento de metástases cerebrais em SCLC?

A

Pode ser usada em pacientes que não receberam irradiação cerebral prévia ou na recidiva após radioterapia.

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12
Q

Qual é o mecanismo de ação do trilaciclib?

A

Inibidor de CDK4/6 que mantém células-tronco hematopoiéticas em G1, reduzindo a mielossupressão induzida por quimioterapia.

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13
Q

Quais são as principais características genômicas do SCLC?

A

Alta carga mutacional, perda bialélica de RB1 e TP53, e amplificações de genes MYC (MYC, MYCN, MYCL).

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14
Q

Por que a perda de RB1 é importante no SCLC?

A

RB1 é um supressor de tumor essencial, e sua perda contribui para a proliferação descontrolada das células do SCLC.

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15
Q

Quais são os principais desafios no tratamento personalizado do SCLC?

A

Alta heterogeneidade intratumoral e plasticidade de linhagem dificultam o desenvolvimento de terapias-alvo eficazes.

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16
Q

Qual o papel da Aurora quinase A no SCLC?

A

Ela é um alvo terapêutico potencial devido ao seu envolvimento no ciclo celular, e o inibidor alisertib foi testado em ensaios clínicos.

17
Q

O que diferencia o SCLC de outros carcinomas neuroendócrinos?

A

Perda quase universal de RB1 e TP53, além de características moleculares e histopatológicas específicas.

18
Q

Qual é a abordagem terapêutica mais comum para pacientes com SCLC recidivado após ≥6 meses?

A

Retratamento com um dupleto de quimioterapia de primeira linha.

19
Q

Quais são as principais vias genéticas envolvidas na tumorigênese do SCLC?

A

Alterações em RB1, TP53, MYC, NOTCH, PIK3CA, FGFR1, entre outras.

20
Q

Quais as principais limitações do uso de biomarcadores no SCLC?

A

A alta carga mutacional e a escassez de amostras de tumor tornam desafiadora a identificação de alvos terapêuticos recorrentes.

21
Q

Como a amplificação de MYC influencia o SCLC?

A

Acelera a tumorigênese e pode ser um alvo terapêutico promissor.

22
Q

Por que os modelos de camundongos são importantes para o estudo do SCLC?

A

Permitem a validação de novos alvos terapêuticos e a compreensão da biologia tumoral.

23
Q

Quais mutações são mais comuns no SCLC humano e extrapulmonar?

A

Perda de RB1 e TP53, além de amplificações de MYC, RLF-MYCL e NFIB.

24
Q

Qual o papel da PIK3CA no SCLC?

A

Mutação ativadora pode ser um alvo terapêutico, mas ainda não há tratamentos aprovados para essa via.

25
Q

Quais agentes terapêuticos são aprovados para mitigar a mielossupressão no SCLC?

A

Trilaciclib, que reduz a toxicidade hematológica sem comprometer a eficácia da quimioterapia.

26
Q

Quais são as principais abordagens terapêuticas emergentes para o SCLC?

A

Inibidores de Aurora quinase, letalidade sintética para perda de RB1, e imunoterapia baseada em biomarcadores.

27
Q

Por que a resistência ao tratamento é um grande desafio no SCLC?

A

A plasticidade celular e a heterogeneidade intratumoral permitem adaptação rápida às terapias.

28
Q

O que é a fusão RLF-MYCL e qual sua importância?

A

É a primeira fusão genética oncogênica descrita no SCLC, acelerando a tumorigênese.

29
Q

Qual a importância do NFIB no SCLC metastático?

A

Facilita a disseminação tumoral e pode estar envolvido na resistência terapêutica.

30
Q

Qual é o principal objetivo do tratamento do SCLC recidivado?

A

Paliativo, focando no controle dos sintomas e na qualidade de vida do paciente.