Membros Flashcards
Bainha femoral - formação e compartimentos
Túnica facial
Fáscia transversais (anterior)
Fáscia ilíaca (posterior)
Lateral: artéria femoral
Intermédio: veia femoral
Medial: canal femoral e linfonodo de cloquet
NÃO CONTÉM O NERVO FEMORAL
Trígono femoral ou de scarpa
SAL
Ligamento inguinal
Músculo sartório
músculo Adutor longo
Ramos da femoral comum
Epigastrica, circunflexa e pudendas
Epigástrica superficial
Circunflexa ilíaca superficial
Pudenda externa superficial
Pudenda externa profunda
Epigástrica superior (normalmente sai da iíaca externa, mas pode sair da femoral)
Femoral profunda - posicionamento e principais ramos
É lateral portanto libera as circunflexas e perfurantes
circunflexa femoral lateral
circunflexa femoral medial
perfurantes
Qual é a veia do R3?
Veia circunflexa femoral lateral
Qual o músculo satélite da femoral superficial?
Músculo sartório
O que é o canal de hunter ou dos adutores?
M. Vasto medial
Mm. Adutor
Principal local da aterosclerose
Canal dos Adutores (Canal de Hunter)
O canal dos adutores, também chamado de canal de Hunter, é uma passagem anatômica localizada na coxa, através da qual passam estruturas neurovasculares importantes. Ele conduz a artéria e veia femoral da parte anteromedial da coxa para a fossa poplítea.
- Localização• Está situado na porção medial da coxa, abaixo do triângulo femoral, e segue em direção à fossa poplítea.
• Estende-se desde a interseção do músculo sartório com o adutor longo até o hiato do adutor magno, onde os vasos femorais passam para a região poplítea. - Estruturas que Passam pelo Canal dos Adutores• Artéria femoral → Continua como artéria poplítea após passar pelo hiato do adutor.
• Veia femoral → Acompanha a artéria e segue para a fossa poplítea.
• Nervo safeno → Ramo do nervo femoral que inerva a pele da perna medial.
• Nervo para o músculo vasto medial (ramo do nervo femoral). - Limites Anatômicos• Teto: Músculo sartório.
• Parede lateral: Músculo vasto medial.
• Parede medial: Músculo adutor longo e adutor magno. - Importância Clínica• Acesso cirúrgico vascular: Utilizado em cirurgias de revascularização arterial (bypass femoropoplíteo).
• Compressão da artéria femoral: Pode ocorrer em síndromes de isquemia vascular.
• Bloqueio do nervo safeno: Realizado para analgesia na região medial da perna.
Se quiser um esquema visual do canal dos adutores, posso criá-lo para facilitar o entendimento!
Relações da arterial femoral superficial
Veia femoral é posterior
Nervo safenico é medial
Único ramo na coxa da femoral superficial
Genicular descendente
Losango poplíteo ou FOSSA POPLITEA
PROXIMAL MEDIAL: m. semitendíneo e semimembranáceo (1)
PROXIMAL LATERAL: Bíceps femoral (2)
DISTAL MEDIAL: gastrocnêmio medial (3)
DISTAL LATERAL: Gastrocnêmio lateral + plantar (4)
VEIA POPLITEA É LATERAL NA FOSSA POPLITEA
Ramos da POPLITEA
surais
superiores, medial e inferiores do joelho
ramos cutâneos
TRONCO TIBIOFIBULAR
Músculos que envolvem cada artéria infragenicular
A. Tibial anterior: ELA É LONGA
1. Músculo tibial anterior
2. M. Extnsor longo dos dedos
3. M. Extensor longo do hálux (pega fib tbm)
Fíbular:
1. Sóleo
2. Flexor longo do hálux
A. Tibial posterior
1. Sóleo
2. Tibial posterior
3. Flexor longo dos dedos
Quais tamos distais da fibular?
Perfurante anterior
Perfurante posterior
Relação da TP com nervo tibial
TP é anterior ao nervo tibial
Ramos da tibial posterior
Plantar medial
Plantar lateral
Compartimentos da perna
Compartimento anterior
M. Tibial anterior e vasos tíbias anteriores
M. EXTENSOR longo dos dedos e hálux
M. Fib 3 ~~~~~~ traz com ele n. Fibular profundo
Compartimento lateral
M. Fibular longo
M. Fibular curto
N. Fibular superficial
Sem vasos por isso incisamos aqui
Compartimento posterior superficial
M. Gastrocnêmio
M. Solear
M. Plantar
N. Sural que está próximo a safena parva
Função do nervo sural
Inervação sensitiva da parte lateral da perna e do pé
Está do lado da veia safena magna
Compartimento posterior profundo
N. Tibial
Vasos tibiais posteriores
M. Tibial posterior
M. FLEXOR longo dos dedos e hálux
Compartimentos da coxa
Anterior (vasos e nervo femoral) - função extensor do joelho e flexão do quadril (quadríceps femoral, sartório e psoas maior e ilíaco) QSP
Medial - adutor da coxa - TUDO OBTURA - n. Obturador, artéria obturaríeis e ramos da AFP ——- (m. Adutor longo, adutor curto, grácil, pectíneo, obturador externo)
Posterior - flexão do joelho e extensão do quadril - flexora - n. Isquiático (tibial e fibular comum) - AFP e a. Glútea inferior - (m. Bíceps femoral, semitendineo, semimembranaceo) - BSS
Função do n. Femoral
função sensitiva (tem o ramo safenuco que da sensibilidade da parte medial da coxa) e motora (inerva os m. Do como. Anterior)
Função n. Obturador
função adutora - motora - inerva os m. Do compartimento medial
Sensitivo da parte medial da coxa
Lesão causa dificuldade de cruzar as pernas e perda de sensibilidade medial
Qual maior nervo do corpo?
Nervo isquiático
Nervo isquiático
antes de se dividir (tibial e fibular comum) não tem função sensitiva
Inversa músculos do compartimento posterior - nervo FLEXOR do joelho e e extensor do quadril
Tibial - posterior da perna e planta do pé
N. Fibular comum - compartimento lateral e anterior da perna e dorso do pé
Relação anatomica: safena tem íntima relação com a. pudendas → CUIDADO PARA NÃO LESIONAR
Relação anatomica: safena tem íntima relação com a. pudendas → CUIDADO PARA NÃO LESIONAR
Tributárias da safena magna
pudenda externa superficial e profunda - 1
epigástrica superficial - 2
circunflexa ilíaca superficial - 3
safema acessórea medial e lateral - 4
Perfurante de cockett
Safena acessória posterior com tibiais posteriores
Perfurante de boyd
Terço superior da perna
Une poplítea com safena magna
Sistema comunicante
Giacomini - parva a magna
No sistema venoso do membro inferior, o mais importante é o profundo
O inverso para membro superior
Usa o sistema superficial por ter menos vascular, menos risco de estase e trombose. Mais fácil de puncionar
Porque podemos fazer fav no sistema superficial dos mmss se ele é o mais importante?
Sistema venoso é muito adaptável.
O profundo da cobra.
É o sangue arterializado vai direto para o coração.
Se tiver estenose, ele cria colateral,
PÉ CAIDO APÓS RESSECÇÃO DE VARIZES:
Nervo fibular profundo - cabeça da fibular - cuidadooo
Inervação motora da coxa
Femoral
Obturaríeis
Ramo tibial do isquiático
Inervação motora da perna
Tibial
Plantar medial e lateral
Fibular profundo - cuidado
Porções da subclávia
Trajeto: 3 porções
Na origem do m. escaleno anterior
Posterior ao m. escaleno anterior
Entre o m escaleno anterior e 1ª costela
Ramos da subclávia
Ramos:
Vertebral
Torácica interna
Escapular dorsal
Tronco tireocervical
Tronco costocervical
Vascularização da tireoide
Sua vascularização arterial é realizada, principalmente, pelas artérias tireóideas superiores e inferiores, e uma artéria mediana inconstante, a artéria tireóidea ima. As artérias tireóideas superiores são ramos da carótida externa e as tireóideas inferiores são ramos do tronco tireocervical, colateral da artéria subclávia. Já a ima é proveniente do tronco braquiocefálico ou do próprio arco aórtico.
Porções da artéria axilar
Trajeto: 3 porções - PEITORAL MENOR
PORÇÃO SUPERIOR DO PEITORAL MENOR
PORÇÃO POSTERIOR DO PEITORAL MENOR
PORÇÃO INFERIOR DO PEITORAL MENOR
Ramos da artéria axilar
Ramos:
artéria subescapular
artéria circunflexa do úmero ANTERIOR (vasculariza m. coracobraquial e bíceps braquial)
artéria circunflexa do úmero POSTERIOR (vasc. articulação do ombro, m deltóide, m. redondo maior, menor e cabeça longa do tríceps braquial)
Principal relação da braquial
N mediano
Ramos da braquial
Ramos:
Braquial profunda
Colateral ulnar superior
Colateral ulnar inferior
Sulco deltopeitoral
Arco das cefálicas
Basilica desemboca
Braquial ou axilar
Síndrome de paget-schroetter
Trombose primária induzida por esforço na região axilosubclávia (ao nível da junção costoclavicular)
Nadadores, levantadores de peso,
Tratamento: Anticoagulação → se manter sintomas de empastamento/parestesia, trombólise com alteplase
A síndrome de Paget-Schroetter, também conhecida como trombose venosa de esforço, ocorre quando há uma trombose da veia subclávia, geralmente associada a esforço repetitivo do membro superior. É mais comum em jovens, especialmente atletas que realizam movimentos vigorosos e repetitivos dos braços, como nadadores, levantadores de peso, jogadores de beisebol e tenistas.
A síndrome ocorre devido a uma compressão crônica da veia subclávia no espaço toracobraquial, geralmente causada por anomalias anatômicas, como:
- Hipertrofia do músculo escaleno anterior ou subclávio
- Presença de costela cervical ou bandagem fibrosa
- Estreitamento do espaço costoclavicular
Essa compressão leva a uma lesão endotelial progressiva, resultando em inflamação, hipercoagulabilidade local e, eventualmente, trombose da veia subclávia.
- Esportes ou atividades com uso repetitivo dos membros superiores
- Anomalias anatômicas (costela cervical, hipertrofia muscular)
- Histórico de trombose venosa profunda (TVP) ou distúrbios da coagulação
- Cirurgia prévia na região torácica ou clavicular
- Dor e sensação de peso no membro superior afetado
- Edema e aumento da circunferência do braço
- Cianose ou eritema do membro superior
- Dilatação venosa colateral no ombro ou parede torácica anterior (sinal de Urschel)
- Piora dos sintomas com elevação do braço (sinal de Wright)
- Ultrassom com Doppler (exame inicial para detectar trombose)
- Flebografia (padrão-ouro para avaliar o local e extensão da obstrução)
- Angio-TC ou angio-RM (avaliam compressões anatômicas associadas)
-
Fase aguda:
- Anticoagulação imediata (heparina seguida de varfarina ou DOAC)
- Trombólise farmacomecânica (em pacientes selecionados)
- Em alguns casos, trombectomia cirúrgica
-
Fase crônica:
- Descompressão cirúrgica do espaço toracobraquial (ressecção da primeira costela ou bandagens fibrosas)
- Fisioterapia para reabilitação do membro
Se não tratada adequadamente, pode levar a síndrome pós-trombótica com edema persistente, dor crônica e limitação funcional.
Se precisar de mais detalhes, posso aprofundar algum aspecto específico!
Sinal de Urschel
Dilatação venosa no ombro ou na parede torácica
Síndrome de paget-schurett
Sinal de wrigth
Piora dos sintomas a elevação do braço