1. OBS (73p) Flashcards
OBSTETRÍCIA REVISÃO INEP
- Partograma
Fase Ativa Prolongada:
- Definição?
- Causa?
- Conduta?
- Dilatação <1cm / h.
- Causa : discinesia uterina (uterina hipocontratilidade).
- Conduta: ocitocina (aumenta la intensidad de la frecuencia de las arterias uterinas).
- Partograma
Parada Secundária da Dilatação:
- Definição?
- Causa?
- Conduta?
- Dilatação mantida en 2 horas.
- Causa: desproporção céfalo-pélvica (DCP).
- Conduce: se não houver contração = Ocitocina EV ou Analgesia / se há contração (DCP) = cesariana.
- Partograma
Parada Secundária da Descida:
- Definição?
- Causa?
- Conduta?
- Período expulsivo: altura mantida por 1 hora.
- Causa: desproporção céfalo-pélvica (DCP).
- Conduta: acima do plano 0 = cesárea/ abaixo = fórceps.
- Partograma
Período Pélvico Prolongado:
- Definição?
- Causa?
- Conduta?
- Período expulsivo: descida é lenta (mas não parou!)
- Causa: contrações ineficientes.
- Conduta: fórceps (rotação ou para abreviar o período expulsivo – ex.: se o feto estiver em OP).
- Partograma
O que define um parto taquitócico/precipitado? Quais suas causas?
Dilatação cervical e descida/expulsão do feto ocorrem em um período de 4 horas ou menos.
Causas: excesso de ocitocina/multíparas.
- Partograma
Diagnostico?
- Definiçao?
- Causa?
- Conduta?

Parada Secundária da Descida
- Período expulsivo: altura mantida por 1 hora.
- Causa: desproporção céfalo-pélvica (DCP).
- Conduta: acima do plano 0 = cesárea/ abaixo = fórceps.
- Partograma
Diagnostico?
- Definiçao?
- Causa?
- Conduta?

Fase Ativa Prolongada
- Dilatação <1cm/h.
- Causa: discinesia uterina(hipocontratilidade uterina).
- Conduta: ocitocina (aumenta a intensidade e a frequência das contrações uterinas).
- Partograma
Diagnostico?
- Definiçao?
- Causa?

parto taquitócico/precipitado
- Dilatação cervical e descida/expulsão do feto ocorrem em um período de 4 horas ou menos.
- Causas: excesso de ocitocina/multíparas.
- Partograma
Diagnostico?
- Definiçao?
- Causa?
- Conduta?

Parada Secundária da Dilatação…
- Dilatação mantida em 2 horas.
- Causa: desproporção céfalo-pélvica (DCP).
- Conduta: se não houver contração = Ocitocina EV ou Analgesia/ se há contração (DCP) = cesariana.
- Partograma
Diagnostico?
- Definiçao?
- Causa?
- Conduta?

Período Pélvico Prolongado …
- Período expulsivo: descida é lenta (mas não parou!)
- Causa: contrações ineficientes.
- Conduta: fórceps (rotação ou para abreviar o Período expulsivo - ej .: se o feto estiver em OP).
- Parto
Quais achados sinalizam início do trabalho de parto?
- Dilatação colo 2-3 cm + dilatação progresiva.
- Contrações 2-3 / 10 min rítmicas, regulares.
- Pré-natal
β-hCG
Qual valor de β-hCG que confirma gravidez? Dobra em quanto tempo?
USG TV
Quando o saco gestacional pode ser visualizado? Vesícula vitelínica? Embrião? BCF? 💡
β-hCG
- > 1.000 (confirma 95% dos casos);
- Dobra a cada 48h (salvo abortamento ou ectociese).
USG TV
S ó V ejo E mbrião 4,5,6, 7
- Parto
Quando começa o período expulsivo e qual a sua duração?
- Após dilatação total.
- > 1h: multípara.
- > 2h: primípara.
- Parto
Valor normal de referência do BCF?
Qual a indicação de monitoramento do BCF durante o trabalho de parto de baixo risco?
alto risco?
Valor normal de referência do BCF: 110-160 bpm.
baixo risco:
30/30min durante dilatação
15/15 min durante expulsão (antes/durante/após contrações).
alto risco:
15/15min durante dilatação
5/5 min durante expulsão (antes/durante/após contrações).
- Parto
No que consiste a Manobra de Ritgen modificada (período expulsivo) ?
Proteção manual do períneo + apoio occipital.
- Parto
No que consiste o Mecanismo de Baudelocque-Shulze?
No que consiste o Mecanismo de Baudelocque-Duncan?
Baudelocque-Shulze: Placenta sai com face fetal (+comum) - sai primeiro a placenta e depois temos a hemorragia intensa.
Baudelocque-Duncan: Apresentação da face materna à dequitação placentária. Placenta sai e sangra ao mesmo tempo.

- Parto
Quais são as manobras auxiliares que podem ajudar na saída da placenta (Secundamento) ?
- 10U IM de OCITOCINA pós expulsão fetal.
- TRAÇÃO CONTROLADA do cordão.
- Manobra de FABRE.
- Manobra de JACOB-DUBLIN.

- Parto
No que consiste a Manobra de Fabre?
No que cosiste a Manobra de Jacob-Dublin?
Manobra de Fabre: Tração controlada do cordão umbilical + palpação do fundo uterino em busca de movimentos (avaliar se placenta descolou).
Manobra de Jacob-Dublin: No momento em que sair → rodar → ajuda a manter as membranas íntegras.

- Parto
Qual a indicação de Ocitonina indução do parto?
Qual a indicação de Misoprostol na indução do parto?
Ocitonina: Bishop ≥ 9.
Misoprostol: Bishop < 9.
- Parto
Quais os principais preditores de parto prematuro?
- Fibronectina fetal (↑VPN).
- Colo < 25 mm (18-24s USG).
- Parto
Quais fármacos podem ser utilizados com o objetivo de tocólise** e **contraindicaçoes?(4) 💡
Qual a indicação para neuroproteção com Sulfato de Magnésio na gestação?
“BINA”
- β-agonistas: (EAP e DM)
- Indometacina: (evitar se >32 sem, Aumenta chance de fechamento precoce de ducto arterioso → hipertensão pulmonar na criança.).
- Nifedipina: (↓ PA e ICC)
- Atosiban ($$):
Sulfato de Magnésio na gestação: Trabalho de Parto Prematuro < 32 sem.
- Assistencia ao Trabalho de parto
Qual o marcador anatômico da apresentação cefálica:
fletida/occipital?
Defletida de 1º grau?
Defletida de 2º grau (fronte)?
Defletida de 3º grau?
- Fletida/occipital: Fontanela posterior (Lambda).
- Defl. de 1º grau: Fontanela anterior (Bregma).
- Defl. de 2º grau (fronte): Base do nariz (Glabela).
- Defl. de 3º grau: Face (Mento).

- Assistencia ao Trabalho de parto
Quais os referenciais anatômicos que demarcam a:
- Conjugata vera anatômica?
- Conjugata vera obstétrica?
- Conjugata diagonalis?
- Conjugata vera anatômica: Borda superior da SP → promontório sacral.
- Conjugata vera obstétrica: Borda interna da SP → promontório sacral. (= Diagonalis - 1,5 cm).
- Conjugata diagonalis: Borda inferior da SP → promontório sacral. (mensurável )

- Diagnóstico de gravidez
Sinais de presunção?(3)
Sinais de probabilidade?(3)
Sinais de certeza?(3)
Sinais de presunção:
- Tubérculos de Montgomery;
- Sinal de Hunter; “Aréola secundária”: aumento da pigmentação dos mamilos, que torna seus limites imprecisos (como se fosse um alvo).
- Rede de Haller.
Sinais de probabilidade:
- Hegar; Amolecimento da região ístmica do colo uterino.
- Piskacek;
- Nobile-Budin; preenchimento do fundo saco da vagina
- Jacquemier; Coloração violácea do meato urinário e da vulva.
- Kluge: Coloração violácea da vagina.
Sinais de certeza:
- Sinal de Puzos; Apos 14ª semana.
- Movimentação fetal (médico); 18ª-20ª semana.
- BCF presente: 20ª sem (Pinard), 10ª sem (sonar doppler).

- Modificações maternas
4 alterações respiratórias?
3 mecanismos do edema?
3 alterações hematologicas?
Alterações respiratórias:
- ↑Ventilação;
- ↑Expiração (protege o feto da acidose);
- ↑Expansão do tórax;
- Alcalose respiratória compensada.
Mecanismos do edema:
- Hiperaldosteronismo secundário;
- ↓Pressão coloidosmótica;
- Compressão da veia cava inferior.
Alterações hematologicas:
⇈50% volemia c/ ↑20-30% eritrócitos.
↓
Anemia fisiológica dilucional.
+
- Leucocitose sem ↑bastões;
- Tendência pró-coagulante (Tríade de Virchow). (↑ Fibrinogeno, Plaquetas normais, ↑ VII VIII e IX)
Tríade de Virchow = ↑ coagulação + estase + lesão endotelial
** O período mais trombogênico é o pós-parto (quando temos também a lesão endotelial – pela ferida placentária). Profilaxia de evento tromboembólico no puerpério: deambulação precoce.
- Pre-natal
Considera-se a presença de embrião no saco gestacional a partir de quantos mm na USG-TV?.
Idade Gestacional (IG)
Parâmetro mais fidedigno pela USG-TV? A partir de qual IG pode ser aferido pelo USG?
Prenatal
se ≥ 25 mm.
Idade Gestacional (IG)
Comprimento Cabeça-Nádegas (CCN).
Entre 6 y 12 semanas.
- Pré-natal
¿A partir de qué se correlaciona con el fundo uterino?púbis, umbigo?
Se fundo uterino estiver ≥ 3cm abaixo do esperado para a IG deve-se pensar em?
18 - 30 semanas.
12 sem. → púbis;
20 sem. → umbigo.
Crescimento Intrauterino Restrito ( CIUR ).
- Pré-natal
Quantas consultas são preconizadas pelo MS em cada trimestre?
Cual es una periodicidad ideal de consultas?
Pelo preconizado MS:
1º trimestre: 1 consulta; 2º trimestre: 2 consultas; 3º trimestre: 3 consultas.
Mínimo de 6 consultas.
Periodicidade ideal:
Mensais: até 28ª semana;
Quinzenais: 28-36ª semana;
Semanais: > 36ª semana.
- Pré-natal
Como é feita a suplementação de ferro profilático na gestação?
Como é feita a suplementação de ácido fólico profilático na gestação?
Se paciente tem filho anterior com defeito de tubo neural ou for usuária de anticonvulsivantes a dose de ácido fólico profilático deve ser ?
Ferro profilático:
20ª semana até 3 meses pós-parto (40 a 60mg / dia de Fe elementar). Hb >11
Acido fólico profilático:
3 meses antes da gestação até o completar o 1º trimestre (0,4 mg/dia).
10x maior ( 4-5 mg ).
- Pré-natal
Quais vacinas são permitidas durante a gestação? (5)
Quais vacinas são contraindicadas durante a gestação? (5)
Permitidas:
- dT / dTPa: a partir de 20 semanas de IG.
- Hepatita B;
- Gripe sazonal;
- Raiva
- Meningococo.
Contraindicadas:
- Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
- Varicela;
- Sabin (VOP);
- BCG;
- Febre amarela (relativo).
- Pre-natal
10 exames iniciais de acordo com o MS?
Quais exames devem ser repetidos na 30ªsemana? (7)
10 exames iniciais:
- Tipagem sanguínea;
- Rh;
- Hemograma
- Glicemia jejum;
- VDRL (teste rápido);
- VIH (teste rápido);
- HBsAg;
- EAS;
- Urocultura;
- Toxoplasmose IgG / IgM.
exames da 30ªsemana:
- Hemograma;
- Glicemia de jejum;
- EAS
- Urocultura;
- VDRL,
- HIV,
- HBsAg.
- Pré-natal
Sorologias para toxoplasmose
IgG e IgM (-) indicam? Conduta?
IgG positiva e IgM (-) indicam? Conduta?
IgG (-) e IgM (+) indicam?
IgG e IgM (+) indicam? Conduta?
Significado do teste de avidez > 60% (alta) ou <30% (baixa) para toxoplasmose?
IgG e IgM (-) indicam: Gestante não-imunizada, Repetir trimestralmente.
IgG (+) e IgM (-) indicam: Gestante imunizada, Suspender rastreio.
IgG (-) e IgM (+) indicam: Infecção aguda.
IgG e IgM (+) indicam: Infecção aguda ou crônica, Solicitar teste de avidez.
Significado do teste de avidez para toxoplasmose:
- > 60% (alta) → infecção ocorrida há mais de 4 meses;
- <30% (baixa) → infecção ocorrida há menos de 4 meses.
- Pré-natal
Toxoplasmose na gestação
Conduta, se infecção materna aguda confirmada?
Conduta para a i_nfecção confirmada fetal_?
Infecção materna aguda confirmada:
Espiramicina (1g de 8/8h) + rastrear feto* (amnio/cordocentese a partir de 16 semanas).
*dispensável se infecção materna com mais de 30 semanas (nesse caso, já devemos iniciar tratamento para o feto).
Infecção confirmada fetal:
- Sulfadiazina;
- Pirimetamina;
- Ác. folínico.
- Intercalados com Espiramicina 3/3 sem.
- Pré-natal
Rastreio de cromossomopatias na gestação
Quando e como realizar el morfológico (del 1er trim) pelo USG ou exame biofísico do aconselhamento genético ? 💡
Período gestacional ideal para realização del morfológico (del 2do trim) pelo USG?
* ¿Parâmetro mais fidedigno pela USG-TV para calcular a Idade Gestacional?
USG morfológico (del 1er trim):
11-14 semanas.
- Translucência nucal (normal <2,5 mm);
- Osso nasal;
- Ducto venoso (+)
USG morfológico (del 2do trim):
20 a 24 semanas.
Comprimento Cabeça-Nádegas (CCN): Entre 6-12 sem. Parámetros más fidedigno Idade Gestacional (1-2 semanas de erro)
- Pré-natal
Streptococo do grupo B (GBS) na gestação
Cómo y qué rastrear una infecção?
Quando o rastreio estará dispensado?
Rastrear una infecção:
- Swab vaginal e retal.
- 35-37 sem.
*não faz parte dos exames do MS.
Rastreio estará dispensado:
- Bacteriúria positiva para GBS.
- Filho anterior com GBS.
- Pré-natal
Indicações de profilaxia intraparto?(4)
Fatores de risco?(3)
Indicações de profilaxia intraparto:
- Swab positivo entre 35-37 semanas;
- Bacteriúria atual (+) para GBS;
- Filho anterior teve GBS;
- Sem rastreio + fator de risco.
Fatores de risco:
- Trabalho de parto <37 sem;
- Impuesto intraparto ≥ 38º C;
- RPMO ≥ 18 horas.
- Pré-natal (GBS)
Cómo se realiza un profilaxia intraparto?
Quais condições dispensam a profilaxia intraparto para GBS?(3)
Como realizar un profilaxia intraparto:
Penicilina cristalina:
5x106 IV (ataque) / 2,5x106 IV (manutenção) 4/4h.
Condições dispensam profilaxia intraparto para GBS:
- Cesariana eletiva;
- Swab negativo nas últimas 5 semanas;
- Sem rastreio e sem fator de risco.
- DHEG
Dx Pre-Eclampsia?
Eclampsia?
HAS Cronica?,
Pre-Eclampsia sobreposta?
E Hipertensao gestacional OU Transitoria?
PRE-ECLAMPSIA:
- PA ≥ 140 x 90 mmHg
- Proteinúria ≥300mg / día ou ≥1 + na fita ou Proteinúria / creatinina urinária ≥ 0,3 equivalente a proteinúria de 24h ≥ 300mg
- após 20 semanas ( E MELHORA NO PUERPERIO 6-12 sem )
ECLAMPSIA: Pre-Eclampsia + Convulsao
PRE-ECLAMPSIA SOBREPOSTA: HAS + Pre-Eclampsia
HIPERTENÇAO GESTACIONAL OU TRANSITORIA: PA ≥ 140 x 90 mmHg aproximadamente 20 semanas SEM mais criterios ( MELHORA NO PUERPERIO 6-12 sem )
HAS CRONICA: PA ≥ 140 x 90 mmHg Antes de 20 semanas, sem proteinúria e que persiste mesmo após 12 semanas de pós-parto.
- DHEG
O diagnóstico de pré-eclâmpsia só pode ser feito a partir de qual semana gestacional? Explique.
20.

- DHEG
Na fisiopatologia da DHEG:
O tromboxano A2 ……
e de prostaciclina …….
, agregação plaquetária……..
Na DHEG há ↑ tromboxano A2 (vasoconstritor), ↓ prostaciclina (vasodilatador), ↑ agregação plaquetária.
- DHEG
V ou F?
Na pré-eclâmpsia, se o EAS for normal podemos descartar proteinúria.
V ou F?
O tabagismo é um fator de risco para pré-eclâmpsia.
Falso
Na pré-eclâmpsia, se o EAS for normal, nãopodemos descartar proteinúria. Devemos pedir Urina de 24 horas (padrão-ouro)!
Falso
O tabagismo é um fator protetor para pré-eclâmpsia.
- DHEG
Paciente alto risco para Pré-eclâmpsia?(3)
Medicação para prevenção de PE em secundigesta de alto risco para PE? é a partir de quantas semanas.?
Aquela apresentando qualquer fator de risco:
- PE gestação anterior;
- HAS crônica;
- Vilosidades excessivas (gemelar, mola).
AAS 100 mg, a partir de 12-16 semanas.
(fazer também suplementação de cálcio se ingesta inadequada)
- DHEG
Pré-eclâmpsia Sinais de gravidade? (7) 💡
“P2ESO”
- PA ≥ 160 x 110 mmHg (2 aferições);
- Proteinúria > 5 g/2h (2+ na fita); (proteinúria não é bom marcador para sinal de gravidade)
- Edema agudo de pulmão (EAP);
- Síndrome HELLP; (LDH ≥600/ esquizócitos/ Bb≥1,2/ AST(TGO)≥70/ plaquetas < 100.000)
- Oligúria (< 400 ml/24h OU 25 ml/h); Creatinina > 1,3 mg/dl;
- Iminência de eclâmpsia: cefaleia, escotomas, epigastralgia/dor em barra no HD, ↑reflexos. (mesmo com PA normal)
- Crescimento intrauterino restrito;
- DHEG
Pré-eclâmpsia Meta pressórica?
PAs 140-155 mmHg
PAd 90-105 mmHg
- DHEG
Pré-eclâmpsia Conduta, se leve?
Conduta, se grave? (4)
Pré-eclâmpsia le_ve:_
Expectante até o termo, conforme condições maternas e fetais. Não faz anti-hipertensivos, nem sulfato de magnésio!
Pré-eclâmpsia grave: Internaçao hospitalar
- Interromper se IG > 34 semanas;
- Crise: hidralazina IV, labetalol IV, nifedipina VO;
- Manutenção: metildopa VO, hidralazina VO, pindolol VO;
- Sulfato de magnésio (iminência, crise e no parto).
- DHEG
Drogas que devem ser evitadas no tratamento da pré-eclâmpsia? (3) 💡
V ou F?
Os anti-hipertensivos não estão indicados na pré-eclâmpsia com PA < 160 x 110 mmHg.
DIP
- Diuréticos;
- IECA (captopril/enalapril);
- Propranolol.
IECA’s e BRA’s-II, Alterações ao feto:
- Oligodrâmnia;
- Anomalias renais;
- Insuficiência renal neonatal;
- Hipoplasia pulmonar;
- Retardo mental.
Diuréticos:
(precipitam hipovolemia e pioram perfusão placentária na gestante que já apresenta contração do volume intravascular)
Verdadeiro.
- DHEG
Pré-eclâmpsia interrupção da gestação, Se grave e < 34 semanas?
Eclâmpsia, Conduta?
Droga usada para prevenir?
PE interrupção da gestação, Se grave e < 34 sem:
Corticoide (Betametasona 12 mg IM 2 dias ou Dexametasona 6 mg IM 12/12h 2 dias)
OU
Parto (se sofrimento fetal).
Eclâmpsia, Conduta:
- Interromper após estabilização;
- Crise: hidralazina IV, labetalol IV, nifedipina VO;
- Manutenção: metildopa VO, hidralazina VO, pindolol VO;
- Sulfato de magnésio (iminência, crise e no parto).
Droga usada para prevenir:
Sulfato de magnésio
Exceto em: PE leve, HAS com PE sobreposta, hipertensão gestacional e crônica.
- DHEG
Sulfato de magnésio, Esquemas?
Pritchard:
- Ataque → 4g IV lentamente (20 min) + 10g IM
- Manutenção → 5g IM 4/4h.
Zuspan:
- Ataque → 4g IV lentamente (20 min)
- Manutenção → 2g IV 1/1h em BI.
Sibai:
- Ataque → 6g IV lentamente (20 min)
- Manutenção → 2-3g IV 1/1h em BI.
- DHEG
Sulfato de magnésio Conduta se intoxicação?
Conduta, se gestante convulsionar?
Conduta se intoxicação:
Suspender sulfato de magnésio
+
Antídoto (gluconato de cálcio 10 mL a 10%).
Conduta, se gestante convulsionar:
Repetir com metade da dose de ataque!
- DHEG
Sulfato de magnésio, Sinais de intoxicação? (4) 💡
Valor da diurese que pode levar à intoxicação?
Principal doença que contraindica o uso da droga?
Sinais de intoxicação:
“3R”
- Reflexos patelares ausentes;
- Respiraçao: FR < 12-16 irpm;
- Rins: Diurese < 25 ml/h. (<strong>Valor da diurese que pode levar à intoxicação)</strong>
Magnésio > 8 mEq/L;
Parada cardiorrespiratória.
: < 25 ml/h.
dç que contraindica o uso da droga: Miastenia Gravis.
- DHEG
Síndrome HELLP, Diagnóstico? (5)
- Hemólise (anemia hemolítica microangiopática):
- LDH > 600;
- Bilirrubina > 1,2 mg/dl;
- esquizócitos.
- AST (TGO) > 70;
- Plaquetopenia (< 100.000/mm³).
- DHEG
Antihipertensivos de Manutençao e crises?
V ou F?
Os anti-hipertensivos não estão indicados na pré-eclâmpsia com PA < 160 x 110 mmHg.
ANTI-HT MANUTENÇÃO :
- Metildopa VO,
- Hidralazina VO,
- Pindolol VO
ANTI-HT CRISE:
- Hidralazina IV,
- Labetalol IV,
- Nifedipina VO;
Verdadeiro.
- Diabetes gestacional
DM gestacional, Critérios laboratoriais? (2)
DM prévio, Critérios laboratoriais?
Se GJ < 92 devo solicitar…?
- GJ > 92-125 mg/dl na 1a consulta OU
- TOTG 75g entre 24-28 semanas alterado (pelo menos 1):
- GJ > 92-125 mg/dl
- 1 hora > 180 mg/dl
- 2 horas > 153-199 mg/dl.
DM prévio:
- Glicemia > 200 mg/dl S/J (Aleatoria) + sintomas OU
- Glicemia > 200 mg/dl após 2h de TOTG 75g (24 a 28 sem) OU
- Glicemia de jejum > 126 mg/dl OU
- HbA1c > 6,5%.
GJ < 92 solicitar:
TOTG 75g, entre 24-28 semana.
- Diabetes gestacional
Conduta inicial? (3)
Metas do controle glicêmico de paciente em tentativa de MEV (dieta fracionada, atv. física)? (3)
MEV.
- Dieta fracionada;
- Atividade física;
- Controle glicêmico.
Por 2 semanas.
Metas do controle glicêmico:
- Glicemia Jejum < 95 mg/dL;
- 1h após refeição < 140 mg/dL;
- 2h após refeição < 120 mg/dL.
- Diabetes gestacional
Quando iniciar insulina? (2)
V ou F?
Alguns hipoglicemiantes orais são seguros para uso na gestação.
- Falha no controle glicêmico com dieta + exercícios por 2 semanas, com média diária > 110 mg/dl OU
- Circunferência abdominal > p75 ao USG (entre 29-33 semanas).
Falso
Os hipoglicemiantes orais não são seguros para uso na gestação.
- Diabetes gestacional
No DM Previo , a dose de insulina :
1e trimestre/Posparto?
2o/3e trimestre?
Conduta puerperal de paciente que apresentou DMG?
1e trimestre/Posparto: reduzir a dose de insulina após o parto para 1/3 da dose usada ao final da gestação OU a mesma usada antes da gestação.
2o/3e trimestre: aumentar a dose de insulina (por hormonios contra-insulinicos placentarios)
Conduta puerperal de paciente que apresentou DMG:
TOTG 75 g em 4-12 semanas de puerpério.
- Diabetes gestacional
Principais complicações maternas? (4)
Principais complicações fetais? (7)
Complicações maternas:
- HAS / pré-eclâmpsia;
- ITU;
- Candidíase;
- Cetoacidose.
Complicações fetais:
- Malformações cardíacas congênitas (+ comum);
- _Síndrome de regressão cauda_l (+ específica);
- Morte fetal tardia súbita;
- Síndrome da angústia respiratória;
- Policitemia e hiperviscosidade fetal;
- Macrossomia/polidramnia;
- Distócia de ombro.
(apenas DM prévio faz malformações e <u>SD de regressão caudal</u>)
- S 1ª M G (Aborto)
Quais as principais causas de sangramento na 1ª metade da gravidez? (3)
O que é um abortamento precoce?
Causas de sangramento na 1ª metade da gravidez:
- Abortamento;
- Doença Trofoblástica Gestacional;
- Ectópica.
Abortamento precoce:
- S 1ª M G (Aborto)
Em quais situações o aborto provocado é permitido?
Qual a causa mais comum de abortamento esporádico?
Quais as duas causas mais comuns de abortamento habitual? definiçao?
- Risco de morte para a mãe (qualquer IG);
- Estupro (<20 sem);
- Anencefalia (>12 sem).
causa mais comum de abortamento esporádico:
Aneuploidias (trissomias-16).
causas mais comuns de abortamento habitual:
Incompetência istmocervical e Síndrome do anticorpo antifosfolipídeo (SAAF).
3 ou mais abortamentos espontâneos consecutivos.
- S 1ª M G (Aborto)
O que é um abortamento incompleto?
O que é um abortamento inevitável?
O que é um abortamento infectado?
Qual a principal conduta diante de suspeita de abortamento com colo aberto?
A. Incompleto: Colo aberto + útero menor + restos ovulares (endométrio > 15 mm).
A. Inevitável: Colo aberto + útero compatível com embrião.
A. Infectado: Colo aberto + febre/odor/leucocitose. Conduta: Esvaziamento + ATB (clinda+genta).
Conduta diante de suspeita de abortamento com colo aberto: Esvazimento (incompleto e inevitável).
- S 1ª M G (Aborto)
O que é um abortamento completo? Conduta?
O que é uma ameaça de abortamento? Conduta?
O que é um aborto retido? Conduta?
Qual a principal conduta diante de suspeita de abortamento + colo fechado?
A. Completo: Colo fechado + útero menor/vazio.
Ameaça de abortamento: Colo fechado + embrião vivo + útero compatível. Repouso relativo + analgésicos.
A. Retido: Colo fechado + embrião morto + útero menor.
Conduta diante de suspeita de abortamento + colo fechado: USG (ameaça x retido).
- S 1ª M G (Aborto)
Quais as formas de esvaziamento uterino propostas para terapêutica de abortamento?
Qual a conduta diante de gestantes com alto risco para parto prematuro?
> 12s: curetagem (s/ feto) ou
misoprostol ± curetagem (c/feto).
conduta diante de gestantes com alto risco para parto prematuro: Progesterona 100 mg via vaginal 1x/dia de 24-34 semanas IG.
- S 1ª M G (IIC)
Quais as principais características da incompetência istmocervical? (4)
Incompetência istmocervical, Conduta?
Momentos a circlagem deve ser desfeita?
principais características:
- Aborto tardio;
- Feto vivo e morfologicamente normal;
- Colo curto;
- Dilatação indolor.
Conduta:
Circlagem à McDonald com 12 a 16 semanas IG.
Momentos a circlagem deve ser desfeita:
36 semanas= trinta e 6clagem (seisclagem)
- 36-37s IG;
- Início de trabalho de parto.
- S 1ª M G (SAAF)
Quais as principais características da síndrome anticorpo antifosfolipídio (SAAF)? (6)
Anticorpos SAAF? (3)
- Colo normal;
- Lúpus presente;
- Tromboses;
- Feto morto;
- Aborto precoce OU tardio;
- Anticorpos (+) em 2 dosagens:
- Anticardiolipina
- Anticoagulante lúpico
- Anti-beta-2-glicoproteína
- S 1ª M G (Dç Trofoblastica)
Doença Trofoblástica Gestacional, Formas benignas? (2) E Taxa de malignização?
Formas malignas? (3)
Formas benignas:
- Mola hidatiforme completa 20%.
- Mola hidatiforme parcial 5%.
Formas malignas:
- Mola invasora;
- Coriocarcinoma;
- Tumor trofoblástico do sítio placentário.
- S 1ª M G (Dç Trofoblastica)
Qual o quadro clínico sugestivo de Dç Trofoblástica Gestacional?
Qual o achado ultrassonográfico característico da Dç Trofoblástica Gestacional?
- Sangramentos repetidos, vermelho acastanhado (“suco de ameixa”);
- Hiperêmese;
- Vesículas;
- ↑Útero (em sanfona).
achado ultrassonográfico:
“Flocos de neve” ou “Nevasca” ou “Cachos de Uva”.

- S 1ª M G (Dç Trofoblastica)
Quais as terapêuticas propostas para a Dç Trofoblástica Gestacional?
Qual a conduta na Dç Trofoblástica Gestacional em relação aos ANEXOS?
(1) Esvaziamento uterino + histopatológico.
(2) Histerectomia (se prole definida E mulher > 40 anos).
NÃO fazer anexectomia!
Os cistos teca-luteínicos presentes no ovário ocorre devido à hiperestimulação hormonal, portanto regridem com o tratamento!
- S 1ª M G (Dç Trofoblastica)
Qual a periodicidade da coleta de β-hCG para controle de cura da Dç Trofoblástica Gestacional?
Quais dos achados de controle de cura sugerem malignização da Doença Trofoblástica Gestacional?(4)
- Semanal/quinzenal até 3 resultados negativos.
- Mensal até 6 meses.
USP-SP (ZUGAIB): ao invés de controle semanal, o controle é quinzenal – após controle negativo, segue-se com controle mensal.
controle de cura sugerem malignização:
- Duas dosagens houve aumento.
- 3 dosagens e platô.
- 6 meses ainda (+)
- Metástases.
- S 1ª M G (Dç Trofoblastica)
Qual o quimioterápico de esoclha para tratamento de Doença Trofoblástica Gestacional maligna?
Qual a principal medida a ser realizada durante o controle de cura da Doença Trofoblástica Gestacional?
quimioterápico de escolha: Metotrexato.
medida a ser realizada durante o controle de cura:
Anticoncepção eficaz (exceto DIU).
caso a paciente engravidar, não saberemos se a elevação do beta-hcg é decorrente da gravidez ou de uma malignização.
- S 1ª M G (Gravidez Ectópica)
Qual a tríade clínica clássica da Gravidez Ectópica?
Quais achados clínicos indicam rotura de Gravidez Ectópica?(2)
Quais achados de exames complementares sugerem Gravidez Ectópica?(2)
Tríade clínica clássica: Atraso menstrual + dor abdominal + sangramento.
Achados clínicos indicam rotura de Gravidez Ectópica: Choque, sinal de Blumberg ou Proust (dor à palpação de fundo de saco).
Achados de exames complementares sugerem Gravidez Ectópica:
Útero vazio no USG + β-hCG > 1.500.
β-hCG (+) + Abdômen Agudo.
- S 1ª M G (Gravidez Ectópica)
A única ectópica que pode cursar com hemorragia vaginal intensa é a…
Quais os critérios necessários para a terapêutica expectante da Gravidez Ectópica?
Quais os critérios para a terapêutica medicamentosa da gravidez ectópica? (3) 💡
ECTÓPICA CERVICAL.
critérios necessários para a terapêutica expectante:
- Estabilidade hemodinâmica.
- ↓β-hCG progressiva.
- Ectópica íntegra.
critérios para a terapêutica medicamentosa:
“ABC”
- Ausencia de BCF;
- β-hCG < 5.000;
- Comprimento < 3,5 cm.
- S 1ª M G (Gravidez Ectópica)
Como é realizado o controle de tratamento da Gravidez Ectópica após administração de MTX?
Qual a indicação de tratamento cirúrgico conservador para Gravidez Ectópica?
controle de tratamento da Gravidez Ectópica após administração de MTX:
Comparar β-hCG 4º e 7º dia:
se cair pelo menos 15%: acompanhamento semanal.
<15%: nova dose de MTX.
indicação de tratamento cirúrgico conservador:
Ectópica íntegra + desejo de gestar.
“Salpingostomia laparoscópica”.
- S 1ª M G (Gravidez Ectópica)
Qual o tratamento cirúrgico radical proposto para Gravidez Ectópica?
Se a USG não estivesse disponível, qual a estratégia para descartar o diagnóstico de prenhez ectópica?
Qual a indicação de tratamento cirúrgico conservador para Gravidez Ectópica?
Salpingectomia laparoscópica (estável) OU Laparotomia + Salpingectomia (instável).
USG não estivesse disponível:
REPETIR BETA-HCG: se duplicar (ou mínimo > 66%) em 48h, sugere gestação normal
PROGESTERONA > 25ng/mL, o diagnóstico de ectópica também se torna pouco provável
Ectópica íntegra + desejo de gestar.
- Bacteriúria assintomática na gestação
Diagnóstico?
Conduta?
Antibióticos mais usados? (3) 💡
≥ 100.000 UFC/mL, sem sintomas.
Conduta:
Antibiótico + urocultura de controle.
Antibióticos: “**FAN**“
- Fosfomicina;
- Amoxicilina;
- Nitrofurantoína.
- Dç Hemolítica Perinatal
Qual situação clínica predispõe a Dç Hemolítica por incompatibilidade ABO?
Qual a periodicidade de solicitação de Coombs indireto para mãe Rh negativo?
Mãe O +
Filho A ou B.
Outras situações incomuns:
Mãe: B e RN: A.
OU
Mãe: A e RN: B.
periodicidade de solicitação de Coombs indireto:
28, 32, 36 e 40 semanas.
- Dç Hemolítica Perinatal
Qual situação clínica predispõe a Doença Hemolítica por Incompatibilidade Rh?
Mãe Rh(-) (DU-)
Pai Rh(+)
Feto Rh(+).
Variante DU: se ele vier (+) → paciente comporta-se como Rh+ e não entraria no protocolo.
- Dç Hemolítica Perinatal
Qual a conduta diante de Coombs Indireto positivo e titulação <1:16?
Qual a conduta diante de Coombs Indireto positivo e titulação ≥ 1:16?
titulação <1:16:
REPETIR MENSALMENTE.
titulação ≥ 1:16:
Investigar feto (iniciar com Doppler A. Cerebral Média).
- Dç Hemolítica Perinatal
Qual achado do Doppler de ACM determina investigação de Anemia Fetal com Cordocentese?
Quais as indicações de Imunoglobulina Anti-D para mãe?
Vmax de pico sistólico > 1,5.
Se V> 1,5 → sugere hemólise significativa → encaminhar para cordocentese (padrão ouro para diagnóstico e tratamento).
indicações de Imunoglobulina Anti-D:
- Sangramento.
- Exame invasivo fetal.
- Parto (< 72h).
- 28 SEMANAS
Só faz se Coombs Indireto negativo.
- Dç Hemolítica Perinatal
A Imunoprofilaxia DHP será efetiva quando?
Na DHP, o Coombs Indireto deve negativar em até…?
Qual o padrão-ouro para diagnóstico e tratamento da Anemia Fetal?
Imunoprofilaxia DHP será efetiva quando:
Coombs Indireto positivar (caso não positive fazer mais uma dose).
Teste de Kleihauer negativar (pesquisa de hemácias fetais na mãe.
Coombs Indireto deve negativar em até:
3 meses pós-parto.
caso não negative → significa que a paciente foi sensibilizada
tto da Anemia Fetal: Cordocentese.
Cirurgias não-obstétricas na gestação
Quais as duas mais comuns?
1º: Apendicectomia;
2º: Colecistectomia.
- S 2ª M G
Quais as principais causas de sangramento na 2ª metade da gravidez?(3)
- Descolamento Prematuro de Placenta
- Placenta Prévia.
- Roturas:
- Rotura de seio marginal
- Rotura de vasa previa
- Rotura uterina
- S 2ª M G (DPP)
Quais os fatores de risco para Descolamento Prematuro de Placenta?
Qual as 6 principais manifestações clínicas de Descolamento Prematuro de Placenta?
Qual o principal achado ultrassonográfico de Descolamento Prematuro de Placenta?
- HAS (principal fator de risco para DPP).
- Trauma.
- > 35 anos.
- Retração uterina súbita.
- Drogas – tabaco/ cocaína.
manifestações clínicas de DPP: DX E CLÍNICO!
- Dor abdominal
- Sangramento (80%).
- Taquissistolia (≥ 6/10min).
- Hipertonia uterina (útero lenhoso).
- Sofrimento fetal agudo.
- Hemoâmnio.

- S 2ª M G (DPP)
Qual o principal fator determinante para a escolha da conduta terapêutica em DPP?
Qual a conduta terapêutica proposta para DPP com feto vivo?(2)
Qual a conduta terapêutica proposta para DPP com feto morto?(2)
Feto Vivo x Feto Morto
Feto Vivo:
- Antes → Fazer Amniotomia
- Via + Rápida: Cesariana (maioria)
Se parto iminente: Vaginal.
Feto Morto:
- Amniotomia
- parto vaginal (se demorar: cesariana).
- S 2ª M G (DPP)
Quais as 3 principais complicações do DPP?
Quais as 4 condutas terapêuticas, em ordem de prioridade, propostas para Apoplexia Uteroplacentária?
- Útero de Couvelaire
- Síndrome de Sheehan
- CIVD
Conduta na Apoplexia Uteroplacentária:
1º) Massagem + Ocitocina (se não der: misoprostol)
2º) Suturorrafia de B-Lynch.
3º) Ligadura de a. hipogástrica/uterina.
4º) Histerectomia subtotal.
- S 2ª M G (PP)
Qual a definição de PP e confirmaçao?
Quais as principais características do sangramento e do quadro clínico de PP? 💡
Como é feito o diagnóstico de PP?
Placenta, antes da expulsão fetal, próxima ou sobre orifício interno cervical confirmada após 28 semanas.
“PREVIA“
Progressivo Repetitivo Espontaneo Vermelho vivo Indolor Ausencia de hipertonia e SF
ULTRASSONOGRAFIA (± especular).
NÃO deve ser feito Toque vaginal.
- S 2ª M G (PP)
Quais são os tipos de PP e qual tipo de PPa tem indicação absoluta de cesariana?
Principal fator determinante para a escolha da conduta terapêutica na PP?
tipos de PP:
- Marginal: Avaliar parto vaginal (depende do sangramento).
- Parcial: Maioria CESARIANA.
- Total: indicação absoluta de cesariana.
Feto a termo: Interrupção da gravidez.
Feto pré-termo: avaliar intensidade de sangramento:
INTERRUPÇÃO se sangramento intenso.
Se escasso → EXPECTANTE!
- S 2ª M G (PP)
Quais achados durante o trabalho de parto sugerem Acretismo placentário? (2)
métodos diagnósticos de Acretismo placentário durante o pré-natal?
Qual a principal indicação de RNM diante de suspeita de Acretismo placentário?
Placenta prévia + dificuldade de extração placentária.
USG ou RNM.
2+ cesarianas anteriores + PP atual.
- S 2ª M G (PP)
No que consiste uma Placenta Acreta, Increta, percreta e conduta?
Acreta: Estende-se até camada esponjosa do endométrio→Tentativa de extração manual.
Increta: Estende-se até miométrio→Histerectomia.
Percreta: Estende-se até serosa→Histerectomia.
- S 2ª M G (Roturas)
No que consiste a Rotura de Seio Marginal?
Quais as características clínicas da Rotura de Seio Marginal?(4)
Qual a conduta proposta para Rotura de Seio Marginal?
Sangramento a partir da extrema periferia do espaço interviloso.
características clínicas:
- Sangramento indolor, espontâneo, vermelho vivo.
- Tônus uterino normal.
- Sem sofrimento fetal.
- USG normal.
conduta: Expectante.
- S 2ª M G (Roturas)
No que consiste a Rotura de Vasa Prévia?
Quais as duas manifestações clínicas características de Rotura de Vasa Prévia?
Qual a conduta proposta para Rotura de Vasa Prévia?
Rotura de vasos umbilicais desprotegidos entre a apresentação e o colo uterino.
(é de origem fetal; ocorre após amniorrexe; há sofrimento fetal)
manifestações clínicas:
(1) Sangramento pós-amniorrexe.
(2) Sofrimento fetal agudo.
conduta: Cesariana IMEDIATA.
- S 2ª M G (Roturas)
No que consiste a Sd de Bandl-Frommel?
Quais sinais indicam rotura uterina consumada?(2)
Sinais de iminência de rotura uterina.
Bandl: Banda separando corpo do segmento uterino inferior.
Frommel: Distensão do ligamento redondo (palpável).
rotura uterina consumada:
(1) Sinal de Clark: Crepitação abdominal (enfisema subcutâneo).
(2) Sinal de Reasens: Subida da apresentação fetal (feto livre na cavidade).

- S 2ª M G (Roturas)
Conduta proposta para Rotura Uterina iminente?(2)
Qual a conduta proposta para Rotura Uterina consumada?(2)
Quais os três principais fatores de risco para Rotura Uterina?(3)
Rotura Uterina iminente: Laparotomia + Cesariana IMEDIATA.
Rotura Uterina consumada: Histerorrafia (lesão pequena)ou Histerectomia (muito extensa).
fatores de risco:
- Cicatriz uterina prévia
- Multiparidade.
- Parto obstruído/mal-conduzido.