Valvopatias Flashcards
Valva mais afetadas
Mitral e Aortica
Principal causa da Estenose Mitral
Febre Reumática no Brasil
-nos países ricos decorre de degeneração senil
Quadro clínico da EM
Dispneia aos esforços + Congestão
*Hemoptise com tosse também pode aparecer
- pelo fato de a Febre Reumática ser a principal causa, normalmente é manifestada em pacientes jovens(acima de 18a) e em mulheres principalmente
- casos raros podem cursar com rouquidão e disfagia devido à compressão do VE das estruturas posteriores
EF da EM
1)Sopro diastólico
-em ruflar
2)Estalido de Abertura
3)Hiperfonese de B1
Estalido de abertura- é um B1 muito hiperfonética
Diagnóstico da Valvopatias
Qualquer suspeita diagnóstica de valvopatia deve ser analisada com ECO-TT
Quais os parâmetros avaliados no ECO-TT
1) Área valvar- principal parâmetro
2) Gradiente pressórico médio
3) Pressão sistólica da A. Pulmonar
4) Função de VE
Classificação da gravidade da IM quanto a AV
1)Leve
2,5cm-1,5cm
2)Moderada
1,5cm-1,0cm
3)Grave
Menor que 1cm
Classificação de estadio da EM
1) Classe A
- assintomático mas com fatores de risco
2) Estágio B
- lesão leve a moderada mas sem sintomas
3) Estágio C1
- lesão grave e sem sintomas e função de VE normal
4) Estágio C2
- lesão grave e sem sintomas e função de VE normal
5) Estágio D
- Paciente sintomático
Complicações da Valvopatias MItrais
FA
Eventos tromboembólicos
Causas da Estenose Aortica
Calcificação senil
Causa congênita- valva aortica bicúspide
Febre reumática
-a valva aortica bicuspide é a cardiopatia congênita mais comum
Quadro clínico da Estenose Aortica
Tríade clássica- sintomas desencadeados por esforço
- síncope
- angina
- dispneia ==> marcador de gravidade
EF:
- sopro sistólico em foco Aortico
- Pulso tardus parvus-pulso filiforme e de longa duração
- B4-nem sempre
Alterações da Estenose Aortica no ECG
Aumento de QRS(V5 e V6)+padrão strain(inversão da onda T)
- sinais compatíveis com sobrecarga de VE
- não há correlação de gravidade e os sinais de ECG
Tratamento da Estenose Aortica
Intervencionista apenas
-pode ser por hemodinâmica ou por troca valvar
*evitar beta bloqueador
Causas da IM
Podemos dividir em causas primárias e secundárias:
1) Primárias-doença na própria válvula
- Aguda- Endocardite e IAM
- Crônica- Prolapso
2) Secundária-válvula normal mas cursa com grau de insuficiência
- ICC
Causas da Insuficiência Aortica
1)Crônica
Reumático
Aterosclerose
Marfan
2)Aguda
Dissecção
Endocardite
Quadro clínico da Insuficiencia Aortica
Sinais de congestão
Angina
Sopro diastólico
Pulso em martelo d’água
Sinais clínicos clássicos da Insuficiência Aortica
1)QUINCKE
-tremor da cabeça a cada batimento
2)MUSSET
-pulsação da úvula
3)CORRIGAN
-pulso em martelo d’agua
-queda e distensão abrupta ao elevar o braço
4)MULLER
-batimento do leito ungueal
5)PA Divergente
*piora do sopro ao aumentar RVP => cocoras ou Valsalva
Tratamento da I.Aortica
1) Medicamentoso
- vasodilatador
2)Intervencionista
Troca valvar
Critério diagnóstico e de gravidade para as Insuficiências
Grau de Refluxo para as Câmaras cardíacas
Condutas para paciente com Estenose Mitral e FA
Anticoagulação com Warfarin
-não se deve de forma alguma usar os novos anticoagulantes
Utilidade da Manobra de Rivero Carvalho
Expiração forçada
-aumenta sopros do lado D
Utilidade da manobra de Valsalva
Aumenta sopro decorrente de Prolapso de Valva mitral
Aumenta a pressão intratorácica, o que diminui o tamanho do ventrículo esquerdo (VE); reduz o retorno venoso para o coração direito e, subsequentemente, para o coração esquerdo. Com isso, ela reduz a intensidade do sopro da estenose aórtica.
Utilidade da Hand grip
Aumento dos sopros de insuficiência e diminuição de estenoses
Características de sopros inocentes
sopro sistólico, que muda de intensidade com a posição (mais intenso na posição supina), de curta duração, sem estalidos ou galope, sem irradiação, suave/baixa intensidade, com timbre vibratório ou musical.
Características de sopros inocentes
Sopros de baixa intensidade
Sopro sistólicos
Sopros que se modificam com decúbito
Para que serve a posição de cócoras
Serve para intensificar o sopro Aortico
Alterações ECG pelo EM
1)Sobrecarga atrial
2)Fibrilação atrial
Tratamento da EM
1)Controle de FC
-Beta bloqueador
2)Intervenção ==> Escore Block > 8
-valvoplastia ou cirurgia
Critérios cirúrgicos
1)Sintomáticos
2)Assintomáticos com FE reduzida
Correlação Sopros x Valvopatias
1)Valvulas de ápice
SISTÓLICO ==> Estenose
DIASTÓLICO ==> Insuficiência
2)Válvulas de Base
SISTÓLICO ==> Insuficiência
DIASTÓLICO ==> Estenose
Técnicas cirúrgicas
1)TAVI
-pessoas de alto risco cirúrgico
2)Valvoplastia com balão
-paliativo
3)Cirurgia valvar
-de escolha para casos de baixo risco
Critérios de intervenção E. Aortica
1)Sintomáticos => tríade clínica
2)E. Aortica crítica
Fração de ejeção <50%;
Gradiente médio >50 mmHg;
Área valvar <0,7 cm²;
Velocidade sistólica >5 m/s;
Queda de pressão no teste ergométrico
Tipos de protese
1)BIOLÓGICA
-não requer warfarina, apenas AAS
2)NÃO BIOLÓGICA
-requer Warafarina + AAS => INR 2,5-3,5
*DOAC’s são PROIBIDOS
Complicações TAVI
1)TAMPONAMENTO
2)ISQUEMIA CORONARIANO
3)BAV
Conduta TAVI
AAS apenas
-associar Warfarina se não biológica
Quadro clínico Estenose Mitral
1)Sopro diastólico em ruflar
2)Sinais de HP
-Hiperfonese de B2
-Sinais de Congestão
*poupa o VE
Sinais de gravidade Estenose Aortica
1)Pulso parvus et tardus
2)Abafamento de B2
*Fenômeno de Gallavardin => calcificação da Aorta (não é gravidade)
CONDUTA: Solicitar Ecocardiograma
Critérios cirúrgicos de Estenose Aortica
Presença de sintomas clínicos associado a critérios ECO:
1)ÁREA VALVAR < 1 cm
2)GRADIENTE DE PRESSÃO
VE - Ao
3)VELOCIDADE DE PICO = até 4 m/s
*se sintomas + sem alteração no ECO => Teste provocativo com Dobutamina
Estenose Aortica + HDB recorrente
Sd de Heydge
-Angiodisplasia de colon + Clivagem de Fvw
CONDUTA: troca valvar