Nefro 5 (Urologia) Flashcards
Nefrolitíase
Clínica?
Dor lombar com hematúria.
Nefrolitíase
Composição dos cálculos? (4)
SECA
- Sais de Cálcio;
- Estruvita;
- Cistina;
- Ácido úrico.

Nefrolitíase
Principal sal de cálcio associado?
Oxalato de Cálcio (80%).
O mais Comum.
V ou F?
A maioria dos portadores de nefrolitíase são assintomáticos.
Verdadeiro.

(normalmente cálculos pequenos e facilmente expelidos)
Nefrolitíase
Consequências clínicas da impactação de cálculos?
- Hematúria - principal achado, por lesão urotelial;
- Cólica nefrética - lombalgia com ou sem irradiação.
Nefrolitíase
Exame mais utilizado?
USG de vias urinárias.

Hiperecogênico com sombra acústica posterior
Nefrolitíase
Exame padrão-ouro?
TC de abdome sem contraste.

Nefrolitíase
Locais mais comuns de impactação? (3)
- Junção ureteropiélica (JUP);
- 1/3 médio do ureter (cruzamento com a. ilíaca);
- Junção ureterovesical.

Cálculo impactado em JUP
Clínica?
Dor lombar + náuseas/vômitos.
Cálculo impactado em 1/3 médio de ureter
Clínica?
Dor lombar com irradiação.
testículos ou grandes lábios
Cálculo impactado em junção vesico-ureteral
Clínica?
Disúria + polaciúria.
Nefrolitíase
Tratamento imediato? (4)
- Analgesia: AINEs (atua no M.L) ± opioides;
- Tansulosina;
- Hidratação: apenas para repor as perdas básicas
- Desidratação → ↑ cálculo;
- Hiper-hidratação → ↑ distensão e dor.
- Intervenção urológica.
Nefrolitíase
Indicações de intervenção urológica? (6)
- > 10 mm;
- Sintomas refratários;
- Obstrução urinária com IRA;
- Cálculo coraliforme;
- Sepse;
- Rim único.
Realizar a desobstrução de emergência (Duplo J ou Nefrostomia)
Nefrolitíase
Intervenção para cálculos em ureter proximal e < 2cm?
LECO (litotripsia extracorpórea).

Indicações de LECO (litotripsia extracorpórea)? (4)
Cálculo:
- Proximal;
- < 2 cm;
- < 900 UH;
- < 10 cm da pele.
Contraindicações da LECO (litotripsia extracorpórea) são… (3)
- Gestação;
- Aneurisma de aorta;
- Uso de anticoagulantes.
Intervenção urológica para cálculos proximais e com densidade > 1.000 UH?
Nefrolitotomia percutânea.
(alta densidade contraindica LOCE)
Nefrolitíase
Intervenção para cálculos em ureter proximal e > 2cm?
Nefrolitotomia percutânea.

V ou F?
A melhor abordagem para cálculos no polo inferior do rim e coraliformes é a nefrolitotomia percutânea.
Verdadeiro.
Nefrolitíase
Intervenção para cálculos em ureter médio e distal?
Ureteroscopia.

Cálculo de estruvita
Sinônimo?
Fosfato de amônio magnesiano.

Nefrolitíase estruvita
Fatores predisponentes?
ITU por produtores de urease e urina alcalina (pH > 6,0).
V ou F?
As principais bactérias formadoras de urease são Proteus e Klebsiella.
Verdadeiro.
Nefrolitíase
Cálculo radiotransparente?
Ácido úrico.
Principal fator de risco para cálculos de oxalato de cálcio?
Hipercalciúria idiopática.
V ou F?
O pH urinário não é fator de risco para cálculos de oxalato de cálcio.
Verdadeiro.
(ácido → ácido úrico/alcalino → coraliforme)
Principal fator de risco para cálculos de ácido úrico?
Hiperuricosúria (pH < 5).
Nefrolitíase
Úrina ácida predispõe à formação de quais cálculos?
Urina ÁCida = Ácido úrico e Cistina.
Nefrolitíase
Terapia expulsiva? (2)
- α-bloqueadores (tansulosina);
- BCC (nifedipina).
Nefrolitíase complicada
Conduta? (2)
- Desobstrução com cateter duplo J;
- Nefrostomia Percutânea.

V ou F?
Na hipercalciúria idiopática não há hipercalcemia.
Verdadeiro.
Hipercalciúria idiopática
Valores de excreção urinária? (homem x mulher)
- Homens: excreção urinária > 300 mg/24h;
- Mulheres: excreção urinária > 250 mg/24h.
Hipercalciúria idiopática
Conduta? (3)
- Ingesta de cálcio deve ser mantida!
- Restringir sódio (T.C.D reabsorve Na ou Ca, se não tem Na → reabsorve Ca)
- Restringir proteínas (as proteinas ao ser metabolizadas liberam H+, deixando o meio mais ácido → ↑tampão celular);
- Usar diuréticos tiazídicos (T.C.D reabsorve Na ou Ca, se não reabsorve Na → reabsorve Ca) .
Hiperuricosúria
pH urinário? Taxa de excreção? (homem x mulher)
- pH urinário < 5,5.
- Excreção:
- Homem: > 800 mg/24h;
- Mulher: > 750 mg/24h.
Hiperuricosúria
Conduta? (2)
- Alcalinização da urina (citrato de K);
- Restrição de purinas (carnes e aves).
Hipercistinúria
pH urinário? Taxa de excreção?
- pH urinário < 5,5.
- Excreção > 250 mg/24h.
Hipercistinúria
Conduta? (3)
- Alcalinização da urina com citrato de K+;
- D-penicilamina;
- Tiopronina.
Litíase complicada
Associação com:
Pielonefrite
OU
Insuficiência renal.
Litíase complicada
Conduta?
Desobstrução:
Cateter duplo J (principal)
OU
Nefrostomia percutânea.

Tratamento específico para os cálculos de estruvita?
Ácido acetohidroxâmico.
(+ tratamento da infecção)
Tratamento específico para os cálculos de ácido úrico?
- Restrição de purinas (cerveja, frutos do mar, carne vermelha);
- Citrato de potássio;
- Alopurinol (↓formação de ácido úrico).
Quando tratar a bacteriúria assintomática?
- Gravidez;
- Antes de procedimentos urológicos com perspectiva de lesão da mucosa de trato urinário
ITU em crianças, o que deve ser investigado?
Anatomia do trato urinário: estenose de JUP é a mais frequente.
Estenose de JUP
Achado na uretocistografia?
Dilatação pielocalicial + Ureter ipslateral normal

(mais comum à esquerda)
Estenose de JUP
Tratamento?
Pieloplastia.
V ou F?
A prevalência da HPB aumenta com a idade.
Verdadeiro.
HPB
Tamanho e consistência normal da próstata?
- 20-30g (=cm3);
- Consistência fibroelástica.
1 poupa = 10g
V ou F?
A HPB acomete principalmente a zona periférica da prósta.
Falso.
A HPB acomete principalmente a zona de transição (que “abraça” o ureter) da prósta, sendo o adenocarcinoma o que acomete principalmente a zona periférica.
HPB
Patogenese
- Obstrução → LUTS obstrutivos.
- Hipertrofia e desnervação parassimpática (resposta do músculo detrussor à obstrução) → LUTS de enchimento.
HPB
LUTS obstrutivos?
- Jato fraco/intermitente (gotejamento pós miccional);
- Esforço miccional;
- Esvaziamento incompleto.
HPB
LUTS armazenamento?
- Urgência;
- Frequência;
- Noctúria;
- Urgincontinência.
devido a ↓ complacência e desnervação parassimpática (contrações involuntárias)
HPB
Como avaliar os sintomas? e sua classificação?
- International prostatic symtoms score (IPSS).
- Classificação:
- 0-7 = Leve;
- 8-19 = Moderado;
- 20-35 = Grave.
HPB
Quando e como tratar?
- IPSS ≥ 8;
- Medicamentoso:
- Alfa-bloqueador a1:
- Não seletivos (a1a e a1b): terazosina e doxazocina.
- Seletivos (a1a): tansulosina e silodosina.
- Inibidor da 5-a-redutase: dutasterida (tipo 1 e 2) e finasterida (tipo 2)
- Anticolinérgico: oxibutina.
- Alfa-bloqueador a1:
HPB
Função do alfa-bloqueador a1?
↓Tônus prostático.
HPB
Função da 5-alfa-redutase? quando usar?
- ↓tamanho prostático;
- IPSS ≥20 + próstata > 40g
HPB
Quando realizar a cirurgia?
Sem resposta ao tratamento clínico ou complicações (hidronefrose, retenção, IRA…)
Prostatectomia a “céu aberto”/subtotal/transvesical
Indicações? (3)
- >80g;
- Cálculos vesicais;
- Divertículos vesicais.
Ressecção transuretral da próstata (RTUP)
Quando realizar? Por que?
- <80g;
- Maior que isso demanda um maior tempo (>90 min) cirúrgico que aumenta o risco da síndrome da reabsorção hídrica (hiponatremia dilucional).
V ou F?
A neoplasia mais comum em homens é o CA de próstata, seguido pelo CA de pele não-melanoma.
Falso
A neoplasia mais comum em homens é o CA de pele não-melanoma, seguido pelo CA de próstata.
Neoplasia com maior letalidade em homens?
CA de pulmão.
CA próstata
Fatores de risco? (6)
- Idade avançada;
- História familiar;
- Negros;
- Obesidade;
- Dieta rica em gorduras;
- Mutações BRCA 1 e 2.
CA próstata
Tipo histológico mais comum?
Adenocarcinoma.

Diferente da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), o CA de próstata apresenta sintomas _______ (tardios/precoces).
Tardios.
CA próstata
Clínica?
Maioria assintomática.
(sintomas urinários obstrutivos e irritativos)
CA próstata
Início do rastreio?
A partir dos 50 anos.
(negros e/ou história familiar: a partir dos 45 anos)
V ou F?
Para o inca, sus e o Task Force (epidemio) o rastreio para o câncer de próstata não reduz mortalidade, dessa forma, não é recomendado.
Verdadeiro.
deve conversar com o paciente
V ou F?
Todos os maiores que 50 anos devem ser submetidos ao rastreamento para CA de próstata.
Falso
Todos os maiores que 50 e menores que 75 anos devem ser submetidos ao rastreamento para CA de próstata.
Segundo MS, as três neoplasias que devem ser rastreadas em pessoas hígidas são…
- CA colorretal;
- CA de colo uterino;
- CA de mama.
Segundo MS, a única neoplasia a ser rastreada em homens é…
CA colorretal.
(colonoscopia a partir dos 50 anos)
CA próstata
Como realizar o rastreamento?
Toque retal + PSA.

a cada 2 anos
CA próstata
Achados suspeitos ao toque retal? (3)
- Próstata endurecida;
- Próstata irregular;
- Nódulo em próstata.
CA próstata
Achados suspeitos ao PSA? (3)
- < 60 anos, biopsiar se PSA > 2,5;
- > 60 anos, biopsiar se PSA > 4;
- > 60 anos e PSA entre 2,5 - 4, fazer análise refinada.
Lembra que o PSA não é específico para CA de próstata, podendo estar elevado em diversas situações
CA próstata
Como refinar a análise do PSA? (3)
TFD
- Taxa de elevação > 0,75 ng/mL/ano;
- Fração livre < 25% (o PSA do câncer está ligado a proteína);
- Densidade > 0,15.
CA próstata
Como calcular a densidade do PSA?
PSA sérico ÷ peso prostático.

CA de próstata: aumenta o PSA mais rápido que o peso, por isso a densidade aumenta.
HPB: o peso aumenta mais que o PSA, reduzindo a densidade.
CA próstata
Indicação de biópsia por USG transretal?
Toque retal suspeito
E/OU
PSA alterado.
(são exames complementares)
CA próstata
Exame padrão-ouro para diagnóstico?
USG transretal.
(biópsia da lesão com 6 a 14 fragmentos)
O Escore de Gleason é calculado pelo somatório das duas histologias mais ________ (malignas/frequentes) na biópsia.
Frequentes.

V ou F?
O Escore de Gleason varia entre 2 a 10 pontos, sendo mais diferenciado quanto maior o valor.
Falso
O Escore de Gleason varia entre 2 a 10 pontos, sendo mais diferenciado quanto menor o valor.
Escore de Gleason ≤ 6?
Neoplasia diferenciada (baixo risco).
Escore de Gleason de 7?
Neoplasia intermediária (médio risco).
Escore de Gleason > 8?
Indiferenciada (alto risco).
CA próstata
Estágio T1?
Impalpável e restrito à próstata.

“1mpalpável”
CA próstata
Estágio T2?
Palpável, mas restrito à próstata.

(a: até 1/2 dos lobos/b:>1/2/c: ambos os lobos)
CA próstata
Estágio T3?
Extensão extracapsular (inclui vesícula seminal).

“3xtensão 3xtracapsular”
a: não invade vesícula/ b: invade.
CA próstata
Estágio T4?
Invasão de estruturas adjacentes (exceto vesícula seminal).

“4djacentes”
CA próstata
Definição de doença localizada?
T1 e T2a.
CA próstata
Como estadiar o N? indicação?
- Linfadenectomia pélvica;
- Gleason ≥8 ou PSA ≥10.
CA próstata
Como estadiar o M? indicação?
- Cintilografia óssea;
- Gleason ≥ 8 ou PSA ≥20.
CA próstata
Locais de metástase mais frequente? (3)
Ossos:
- Lombar;
- Pelve;
- Fêmur.

CA próstata
Tipo de lesão metastática nos ossos?
Lesões blásticas.

(radiografia com imagem hipotransparente = branca)
CA próstata
Tratamento da doença localizada?
Prostatectomia radical OU radioterapia.
V ou F?
A prostatectomia radical só estará indicada no CA de próstata se o paciente tiver expectativa de vida > 10 anos.
Verdadeiro.
V ou F?
No CA de próstata é aceitável realizar conduta expectante, mesmo em pacientes operáveis.
Verdadeiro.
(vigilância ativa)
CA próstata
Critérios para realizar vigilância ativa? (3)
≤ T2c + PSA < 10 + Gleason ≤ 6.
No tratamento do CA de próstata, normalmente se indica privação androgênica na doença _________ (localizada/metastática) e na localmente avançada.
Metastática.
CA próstata
Indícios de doença avançada? (2)
PSA > 20 ng/ml e/ou escore de Gleason ≥ 8.
CA próstata
Opções de terapia anti-androgênica? (3)
- Orquiectomia bilateral;
- Agonista GnRH (goserelina ou leuprolide);
- Anti-androgênicos (flutamida).
CA próstata
≥T2c E/OU Gleason ≥8 E/OU PSA ≥20, definição e conduta?
- Doença localmente avançada;
- RT + Desprivação androgênica.
CA próstata
A partir de qual valor do PSA após cirúrgia é considerado recidiva bioquímica?
>0,2mg/ml.
Aqueles com maior risco para CA de bexiga são ________ (brancos/negros) com idade ____ (60-70/>70) anos.
Brancos; > 70 anos.

(e tabagistas!)
Exposição ocupacional associada ao CA de bexiga?
Hidrocarbonetos (derivados do petróleo).

(ex.: pintor, frentista, sapateiro)
Fatores de risco para CA de bexiga do tipo escamocelular? (3)
Tudo que causa trauma mecânico!
- Litíase renal;
- SVD por longo período;
- Schistossoma Haematobium (Africa/Ásia).
CA de bexiga
Quando suspeitar?
>40 anos + Hematúria macroscopica indolor
principalmente se for tabagista
CA bexiga
Tipo histológico mais comum?
Carcinoma de células transicionais (95%).

CA bexiga
Exames para diagnóstico?
- Citologia urinária;
- Cistoscopia com biópsia.

Para o CA de bexiga a citologia tem alto valor preditivo _______ (positivo/negativo).
Positivo.
V ou F?
Mesmo com a citologia positiva, deve-se proceder a cistoscopia com biópsia para documentação histológica do CA de bexiga.
Verdadeiro.
Na cistoscopia com biópsia deve-se retirar obrigatoriamente parte do…
músculo adjacente à lesão.
(se invadido será > T2, com provável disseminação linfática)
CA bexiga
Tratamento do superficial (submucoso/papilar)?
Ressecção endoscópica (RTU-B) = própia bx ± BCG intravesical.
(BCG = bacilo atenuado de M. bovis promove ativação do sistema imunológico, com destruição de focos neoplásicos remanescentes)
V ou F?
O CA de bexiga superficial (papilar) é o tipo mais frequente e está relacionado com mais recidivas.
Verdadeiro.
CA bexiga
Indicações de BCG adjuvante? (4)
- T1;
- Recorrências;
- Tumores grandes;
- Multifocais (> 40%).
(após 4 semanas da ressecção, tempo de cicatrização da mucosa)
Após o tratamento do CA de bexiga superficial (submucoso) deve-se fazer seguimento a cada…
3 meses.
(citologia + cistoscopia)
CA bexiga
Tratamento do invasivo (muscular, ≥ T2)?
QT neoadjuvante (3 ciclos) + cirurgia radical (cistectomia + linfadenectomia) + QT adjuvante (3 ciclos).
CA bexiga
Tratamento do metastático?
QT ± ressecção da doença residual.
Câncer de testículo
Tipo mais comum?
Carcinoma de células germinativas (95%).
Câncer de testículo
Subtipos de CA de c. germinativas? Como diferenciar?
- Seminomatosos (alfafetoproteína normal).
- Não-seminomatosos (↑alfafetoproteína).
“SEMinomatosos: SEM elevação da AFP”
V ou F?
Toda massa renal deve ser considerada maligna até que se prove o contrário.
Verdadeiro.
Câncer renal mais comum?
Carcinoma de células renais/claras (hipernefroma).

(2º: carcinoma urotelial de células transicionais)
Carcinoma de células renais
Fatores de risco? (5)
- Tabagismo;
- Obesidade;
- Exposição ocupacional (cádmio, petróleo, asbesto);
- Doença cística renal adquirida (hemodiálise);
- Sd. genéticas (Von-hippel-lindau/Esclerose tuberosa).
CA renal
Qual o tipo do benígno?
Oncocitomas.
Carcinoma de células renais
Tríade clássica?
- Hematúria;
- Massa abdominal palpável;
- Dor em flanco.
Varicocele súbita à esquerda ou trombose da veia renal podem ser manifestações do…
câncer de rim.
CA renal
Distúrbio eletrolítico relacionado à síndrome paraneoplásica?
Hipercalemia.
Von-Hippel-Lindau
Quando pensar?
TU vascular de SNC
+
Feocromocitoma
+
Carcinoma de células renais <40a e bilateral
Abcesso renal
Condutas (1ª,2ª e 3ª)?
- Antibioticoterapia de amplo espectro (Urinocultura -);
- Drenagem percutânea guiada;
- Drenagem cirúrgica.
Síndrome de Stauffer
Disfunção hepática no CA renal, ocorrendo mesmo na ausência de metástases no fígado. Reversível após nefrectomia.
“StauFígado”
Exame de escolha para o diagnóstico de CA de células renais?
TC contrastada.

Cisto renal benígno
Características na USG? (4)
- Limites bem definidos;
- Paredes lisas;
- Conteúdo anecoico;
- Reforço acústico posterior.

Cisto renal maligno
Características na USG? (3)
- Massa multiloculada com septações espessas;
- Realce pelo contraste;
- Calcificações espessas.
Bosneak (Cisto renal)
Conduta?
- I e II → Alta;
- III → Acompanhamento;
- VI e V → Cirurgia (Risco de malignidade >60%).
Carcinoma de células renais
Tratamento?
Nefrectomia radical (rim, tecido perirrenal, fáscia de Gerota).
(Não responde à QT/RT - adrenal não é removida de rotina)
Carcinoma de células renais
Quando indicar nefrectomia parcial?
- Lesões bilaterais;
- Rim único;
- IRC prévia;
- Tumores ≤4 cm (T1a).
(exceção. A regra é nefrectomia radical)
V ou F?
O carcinoma de células renais é extremamente sensível à radioterapia e quimioterapia.
Falso
O carcinoma de células renais não responde à radioterapia e quimioterapia.
V ou F?
No CA de rim, a invasão superficial da veia renal ou cava inferior não indicam irresecabilidade.
Verdadeiro.
(irressecável somente se invasão profunda da parede vascular)
V ou F?
No CA renal, a invasão tumoral das veias renal, cava inferior e mesmo átrio direito não indica que o tumor seja inoperável.
Verdadeiro.
(exceto se invasão profunda da parede vascular)
Principais causas de dor testicular crônica?
- Varicocele (mais comum).
- Hidrocele.
Hidrocele
Acúmulo de líquido na túnica vaginalis.

Hidrocele
Fisiopatologia?
Persistência do conduto peritônio-vaginal (resquício não-obliterado do peritônio durante a migração dos testículos do abdome para a bolsa escrotal).

Hidrocele
Tipos?

Hidrocele
Grupos mais acometidos? (2)
Bebês e adultos > 45 anos.
Hidrocele
Principal manobra diagnóstica?
Transiluminação do escroto.
- Hidrocele: há passagem de luz;
- Tumores testiculares: não há transiluminação.

O que ocorre na hidrocele comunicante?
Não há obliteração do conduto peritoneovaginal, com aumento testicular intermitente.
Hidrocele
Conduta?
Expectante.
(resolução no 1º ano de vida)
Hidrocele
Indicações cirúrgicas?
> 1 ano de vida
OU
Associação com hérnia inguinal indireta.
Escroto agudo
Principais diagnósticos?
Torção testicular e orquiepidimite.
Torção testicular
Rotação do testículo e cordão espermático.

Torção testicular
Tempo para lesões isquêmicas?
- Até 6h: viável;
- 6-24h: pode ou não estar viável;
- > 24h: necrose irreversível.
Torção testicular
Pico de incidência?
14 anos.
O reflexo cremastérico estará ausente na ________ (torção testicular/orquite).
Torção testicular.
(sem retração testicular ao toque retal pelo sofrimento isquêmico)
Torção testicular
Clínica?
Dor testicular súbita unilateral, durante o sono ou precipitada por exercícios.
Torção testicular
Exame diagnóstico?
USG com doppler.

Torção testicular
Principal diagnóstico diferencial? Como diferenciar?
- Orquioepididimite.
- Sinal de Prehn: ↓dor à elevação do testículo.

Torção testicular
Tratamento?
Correção cirúrgica manual + Orquidopexia.
Tumor de Willms (Nefroblastoma)
Clínica?
Isquemia nefrovascular (↑PA) + Massa abdominal
Síndrome de Prune Belly
Tríade?
- Ausência/deficiência/Hipoplasia congênita da musculatura da parede abdominal (Abdômen em ameixa);
- Criptorquidia bilateral;
- Anormalidades do trato urinário.
Bexigoma no RN
Qual exame solicitar? Interpretações?
- Uretrocistografia;
- Se:
- Alterada: válvula de uretra posterior;
- Normal: Prune belly.