HIAE Flashcards
Clínica: DII
Conduta na agudização de RCU crônica
- Internamento
- Sempre afastar desencadeantes como infecção por Clostridium ou CMV
- Dieta zero por 24-48 horas
- Antibióticos de amplo espectro
- Corticoide IV
Clínica: Gota
Tratamento de crise gotosa aguda
- AINEs (1ª linha) (ex: Naproxeno)
- Colchicina (2ª linha)
- Corticoide intra-articular ou sistêmico
Não fazer AAS ou alopurinol!!!
Clínica: PCR
Critérios de RCP de qualidade
- PA intra-arterial -> PAD > 20 mmHg
- Capnografia (PETCO2) -> recomendado
~~~
> 10-15 mmHg = RCP adequada
< 10 mmHg = melhorar RCP ou preditor de mau prognóstico se longo tempo
> 25 mmHg = retorno de circulação espontânea
~~~
Clínica: Adrenais
Investigação de hipocortisolismo
PASSO 1: Documentar o hipocortisolismo (Cortisol sérico basal entre 6-8h)
PASSO 2: Dosar ACTH (alto = primário / baixo = secundário)
Clínica: TEP
Sinais radiográficos de TEP
Sinal de Westermark: pouco sangue no lugar obstruido causando hipotransparência
Corcova de Hampton: hipotransparênica triangular periférica
Cirurgia: Pâncreas
Tratamento do pseudocisto pancreático
Se sintomático ou complicação = drenagem transgástrica por EDA (usada para coleções encapsuladas) ou cirúrgica para o jejuno (drenagem interna)
Se infecctada = drenagem percutânea
Cirurgia: pré-operatório e complicações
Causa de febre nas primeiras 24-72 horas do PO
- Atelectasia
- Infecção necrotisante da ferida (Streptococcus pyogenes ou Clostridium)
- REMIT
Cirurgia: pré-operatório e complicações
Causa de febre no intraoperatório
- Infecção prévia
- Hipertermia maligna
- Reação medicamentosa
Cirurgia: pré-operatório e complicações
Causa de febre após 72h de pós-operatório (3)
- TVP
- Infecção: ferida operatória (S. aureus), ITU, pneumonia
- Parotidite supurativa (S. aureus)
Clínica: Dermatologia
Características de malignidade de lesões epidérmicas
ABCDE
Assimetria
Bordas irregulares
Cores diversas
Diâmetro > 6 mm
Evolução (alteração de tamanho, formato, novos sintomas)
Cirurgia: Hérnias
Diferença entre hérnia inguinal e femoral
Femoral é abaixo do ligamento inguinal e mais comum em mulheres
(Porém o tipo mais comum em mulheres é a inguinal)
Cirurgia: Obstrução intestinal
Tratamento de pseudo-obstrução colônica (Síndrome de Ogilve)
- Excluir causas mecânicas + suporte
- Caso sem resposta (48-72h) ou ceco > 12 cm → Neoestigmina IV (parassimpaticomimético | pode ser o pontapé inicial)
- Caso sem resposta ou parcial → descompressão colonoscópica
- Caso sem resposta ou parcial → cecostomia percutânea ou cirúrgica (devido ao risco de perfuração de ceco)
Clínica: Vasculites
Padrão de doença de Buerger (tromboangeíte obliterante)
- Homem, adulto, tabagista
- Necrose de extremidades
- Fenômeno de Reynaud
- Tromboflebite migratória
- Apenas pulsos distais diminuídos
Cirurgia: Urologia
Causa mais comum de priapismo? Qual subtipo?
Anemia falciforme
Priapismo isquêmico
Cirurgia: Urologia
V ou F: em toda cirurgia urológica percutânea deve ser feita antibioticoprofilaxia perioperatória
Verdadeiro
Deve ser feita Cefazolina 2-3g IV na indução, repetindo de 4/4h
A urina não precisa ser estéril
CM: Síndrome metabólica
Causa mais comum de obesidade na adolescência
Exógena
CM: Intoxicações exógenas
Conduta inicial na ingestão de solda cáustica
- Dieta zero (não passar dispositivos)
- Reposição volêmica
- Detectar lesão de víscera oca (rotina de abdome agudo)
- EDA até 24 h
- Antibioticoterapia para todos (Sabiston) ou graves (graus 2 ou 3) ou em suspeita de perfuração
O uso de IBP é controverso
CM: entoxicações exógenas
Classificação endoscópica de esofagite cáustica
0 = Normal
1 = Edema de mucosa/hiperemia
2 = Friabilidade/hemorragia/úlcera (2A: normal | 2B: profunda ou circunferencial)
3 = Úlceras múltiplas ou necrose (3A: lesões focais | 3B: lesões extensas)
4 = Perfuração
GO: Pré-natal
Gravidade e transmissão da toxoplasmose na gestação
Transmissão: Aumenta com a IG
Gravidade: Diminui com a IG
GO: Embriologia
Zigoto X Mórula X Blastocisto
GO: Ovários
Apecto do cisto dermoide (teratoma cístico maduro)
- Heterogêneo
- Unilateral
- Cístico com conteúdo denso (aspecto gorduroso)
- Septos
- Folículos pilosos, cartilagem, dentes
- Áreas de clacificação
- Tecido tireoidiano
GO: SUA
Perfil da adenomiose
- Mais velha
- Multípara
- Dismenorreia secundária
- Sangramento intermenstrual frequente
Clínica: ITU
Diagnóstico diferencial de ITU com urocultura negativa
- Uretrite/Cervicite
- Cistite intersticial
Preventiva: Determinantes de Saúde
Índice de Vulnerabilidade Social (3)
Engloba indicadores de 3 dimensões:
1. Infraestrutura urbana
2. Capital humano
3. Renda e Trabalho
GO: Incontinência urinária
Complicação de histerectomia que desencadeia sintomas urinários
- Fístula vasicovaginal (mais prevalente em histerectomias por miomas)
- Fístula ureterovaginal (mais prevalente em histerectomias radicais por malignidade)
GO: Incontinência urinária
Exame solicitado na fístula vesicovaginal
Uretrocistoscopia
Permite localizar a fístula
GO: Incontinência urinária
Exame solicitado na fístula ureterovaginal (2)
Qual o melhor?
- Urografia excretora (melhor)
- Pielografia ascendente
Preventiva: Atenção Básica
V ou F: Atribuição comum da equipe de atenção básica registrar no Sistema de Informação de Atenção Básica e no mapa de acompanhamento do Programa Bolsa Família (e outros) as condicionantes de saúde das famílias beneficiadas
Verdadeiro
Preventiva: Vigilância da Saúde
Agravos de notificação imediata
IMEDIATAS
Internacionais (Varíola, Influenza, Poliomielite/PFA, SARS)
Mata todos (Raiva ou acidente por animal transmissor)
Eventos de risco a saúde pública
Doença de Chagas (aguda)
Internacionais antigas (Cólera, Peste e Febre amarela)
Acidentes (Acidente de trabalho grave ou por animais peçonhentos)
Terrorismo (Botulismo, Antraz, Violência [sexual e suicídio] e Tularemia)
Anticorpo (Todas vacinais, menos tuberculose e hepatites virais)
Síndromes febris (Óbito por dengue, Chikungunya e Zika | Zika na gestante | Malária fora da Amazônia | Leptospirose é, Leishmaniose não)
Violência contra mulher = notificação policial em até 24h
Dermato & Oftalmo etc: Psiquiatria
Tríade da encefalopatia de Wernicke
- Confusão mental
- Ataxia de marcha
- Distúrbio da oculomotricidade
Dermato & Oftalmo etc: Psiquiatria
Qual a causa da encefalopatia de Wernicke?
Deficiência aguda de tiamina (B1)
CM: Anemias
Quadro clínico da anemia ferropriva (3)
- Síndrome anêmica (palidez, astenia, cefaleia e angina)
- Síndrome carencial (glossite ou quelite angular, perversão alimentar, coiloníquia e disfagia por membrana esofágica - Síndrome de Plummer-Vinson)
Perversão alimentar = gelo (pagofagia) e terra
CM: Pancitopenias
Síndrome de lise tumoral: achados laboratoriais (3)
- Liberação de K+: hipercalemia
- Liberação de fosfato: hiperfosfatemia, hipocalcemia, risco de nefropatia
- Liberação de ácidos nucleicos → ácido úrico: hiperuricemia com risco de nefropatia
Fosfato + cálcio = fosfato de cálcio (depositando em tecidos -> rins)
CM: Síndrome nefrótica
Patologias associadas a Glomeruloesclerose Segmentar e Focal (GEFS) (6)
- Anemia falciforme
- HAS
- Refluxo vesicoureteral
- Obsidade mórbida
- HIV
- Uso de heroína
CM: Síndrome nefrótica
Patologias relacionadas a Glomerulonefrite Membranosa (4)
- Neoplasias sólidas
- Captopril, sais de ouro e d-penicilamina
- Hepatite B
- LES
CM: Síndrome nefrótica
Patologias associadas à Doença por Lesão Mínima (2)
- Linfoma Hodkin
- Uso crônico de AINEs
CM: Síndrome nefrótica
Patologia associada a Glomerulopatia Proliferativa Mesangial
Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)
CM: Síndrome nefrótica
Patologia associada a Glomerulopatia Membranoproliferativa (Mesangiocapilar) (3)
- Hepatite C
- Crioglobulinemia mista
- Endocardite bacteriana
CM: Síndrome nefrótica
Quais são as glomerulopatias primárias? (5)
- Doença por lesão mínima
- Glomeruloesclerose focal segmentar (GEFS)
- Glomerulopatia proliferativa mesangial
- Glomerulopatia membranosa
- Glomerulonefrite membranoproliferativa (mesangiocapilar)
CM: Valvopatias
Achado eletrocardiográficos da estenose mitral
Aumento da largura da onda P e pode estar bífida em D2 e V1
> 100 ms (2,5 quadradinhos)
Em V1, a onda P negativa > 1 mm2 = Índice de Morris
CM: Valvopatias
Achados da estenose mitral na radiografia de tórax (3)
- Aumento da área cardíaca em região de AE (4º arco) a esquerda
- Sinal do duplo contorno a direita
- Sinal de compressão esofágica na esofagografia baritada
Deslocamento do brônquio E pelo AE = Sinal do Passo da Bailarina
CM: Valvopatias
Função do ecocardiograma na estenose mitral
Definir a existência da doença e a gravidade (se área valvar < 1,5 cm2 = grave)
Cirurgia: Dor abdominal
Principal indicação para cirurgia de Hartman
Perfuração com peritonite fecal
Cirurgia: Hérnias
Principal causa de reicidiva da hérnia após técnica de Linchtenstein
Defeito técnico na fixação da tela no púbis medialmente
Cirurgia: Hérnias
Tratamento cirúrgico padrão-ouro nas hérnias inguinais
Técnica de Lichtenstein
Cirurgia: Trauma
Tratamento de lesões extraperitoneais de bexiga
Sondagem vesical de demora por 10 a 14 dias
Cirurgia: Trauma
Tratamento de lesões intraperitoneais de bexiga
Laparotomia com rafia da lesão e cateterismo vesical de demora
Cirurgia: Perioperatório
Conduta dietética no pós-operatório
Realimentação precoce sem restrição em até 6 horas
Em casos de anastomose perigosa, pode ser avaliado
Cirurgia: Câncer gastrointestinal
Conduta paliativa para o sangrameno no câncer gástrico
Radioterapia hemostática
Cirurgia: Trauma
Condutas na hemorragia no trauma pélvico SEM sangramento retroperitoneal
- Lençol
- Tamponamento extraperitoneal
- Angioembolização arterial
Cirurgia: Trauma
Condutas na hemorragia no trauma pélvico COM sangramento retroperitoneal
- Lençol
- Laparotomia
CM: Distúrbio hidroeletrolítico e ácido-básico
Cálculo do Ânion-Gap e valor de referência
AG = Na - (Cl + HCO3)
VR: 8-12 mEq/L
CM: Distúrbio hidroeletrolítico e ácido-básico
Qual o distúrbio AB esperado na cetoacidose diabética?
Acidose metabólica hipoclorêmica com AG aumentado
Pediatria: Maus-tratos
Tríade da síndrome do bebê sacudido
- Hematoma subdural
- Edema do sistema nervoso central
- Hemorragia retiniana
Pediatria: Maus-tratos
Sinais clássicos de maus-tratos na infância (4)
- Síndrome do bebê sacudido
- Fraturas (costelas, final de ossos longos)
- Lesões em dorso, dorso das mãos, nádegas e genitália
- Lesões cutâneas em diferentes estágios de evolução e em regiões protegidas
Cirurgia: BLS/ACLS
Causas de PCR (6H)
- Hipovolemia
- Hipóxia
- Hidrogênio (acidose)
- Hipotermia
- Hipo/Hipercalemia
- Hipoglicemia (pediatria)
Cirurgia: BLS/ACLS
Causas de PCR (5T)
- Tensão (pneumotórax)
- Tamponamento cardíaco
- Toxinas
- Trombose pulmonar (TEP)
- Trombose coronariana (IAM)
Cirurgia: Cirurgia pediátrica
Sinal radiológico característico da atresia duodenal
Sinal da dupla bolha
Pediatria: Puberdade
Início da puberdade
Sexo feminino: 8-13 anos
Sexo masculino: 9-14 anos
Pediatria: Puberdade
Primeiro sinal da puberdade masculina
Aumento do volume testicular
Deve ocorrer entre 9-14 anos
Pediatria: Puberdade
Primeiro sinal da puberdade feminina
Telarca
Deve ocorrer entre 9-13 anos
GO: Doenças clínicas na gravidez
Indicação de tratamento de bacteriúria assintomática em gestantes
Tratar TODAS (cefalexina)
GO: Amenorreia, SUA e infertilidade
Medicações sintomáticas no SUA (6)
- AINE
- Antifibrinolítico (Ácido tranexâmico)
- Estrógeno (agudo)
- Progesterona (médio prazo)
- Análogos de GnRH
- Antiandrogênicos
GO: Câncer de colo uterino
Indicação para o retorno do rastreio habitual com citopatológico após LIE-BG ou ASC-US
Duas citopatologias semestrais consecutivas negativas
GO: Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério
Cardiotocografia: DIP I (3)
- Desacelerações coinside com metrossístoles
- Fruto da compressão cefálica (resposta vagal)
- Não é sofrimento fetal agudo
Também chamado de precoce ou cefálico
GO: Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério
Cardiotocografia: DIP II (3)
- Desacelerações APÓS metrossístoles
- Asfixia
- Indica sofrimento fetal agudo
Também chamado de tardio
GO: Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério
Cardiotocografia: DIP III (3)
- Desacelerações VARIÁVEIS em relação às metrossístoles
- Causada pela compressão do cordão umbilical
- Inicialmente não indica sofrimento fetal
Também chamado de variável ou umbilical
GO: Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério
Cardiotocografia: Critérios para DIP III desfavorável (3)
GO: Sofrimento fetal, fórcipe e puerpério
Classificação da cardiotocografia
Categoria I = 110 a 160 bpm; variabilidade normal, sem DIP II ou III, aceleração presente/ausente
Categoria II = fica entre I e III
Categoria III = sem variabilidade + DIP II recorrente ou DIP III recorrente ou bradicardia mantida
CM: Leucemias
Sinais clássicos de leucemia linfoblástica aguda (LLA) (7)
- Criança (mais comum da infância)
- Dor óssea
- Febre intermitente
- Anemia
- Linfadenopatia generalizada (≥ 2 cadeias)
- Hepatoesplenomegalia
- Petequias (plaquetopenia)
GO: Sangramentos 1ª metade
Complicação mais grave e conduta após o óbito fetal
- Coagulopatia intravascular disseminada (CIVD)
- Coagulograma semanal por 4 semanas
GO: Parto
Episiotomia mais realizada
Médio-lateral
GO: Parto
Momento ideal para a realização da episiotomia e angulação
No momento que o polo cefálico distende o períneo em ângulo de 60º com a linha média
Pediatria: Imunização
Indicações da vacina de Sarampo
- Todos de 1 a 59 anos
- Entre 1 e 29 = 2 doses
- Entre 30 e 59 = 1 dose
Preventiva
Classificação dos estudos de acordo com a United States Preventive Task Force (USPSTF)
I = estudos controlados randomizados
II-1 = Estudos controlados não randomizados
II-2 = Estudos coorte ou caso-controle
II-3 = Séries clínicas com e sem intervenção e resultados marcantes em estudos não controlados
III = Opnião de experts baseada em discussões clínicas, experiência ou relato de comitês
Preventiva
Classificação das evidências de acordo com a United States Preventive Task Force (USPSTF)
A = Boas evidências de que os benefícios são superiores aos riscos
B = Alguma evidência que os benefícios superem os riscos
C = Algumas evidências de que existam benefícios, mas próximos aos riscos, impedindo uma recomendação geral
D = Os riscos são maiores que os benefícios
CM: Medicina intensiva
Medidas para diminuir a PCO2 na VM
Aumentar a FR
Em retentores de CO2 = Reduzir frequência ou reduzir tempo inspiratório
CM: Medicina intensiva
Medidas para aumentar a PO2 na VM (2)
- Aumentar a PEEP
- Aumentar a FiO2
CM: Síndrome diarreica
Tratamento da doença de Crohn na fase aguda (3)
- Corticoterapia IV
- Imunossupressor (azatioprina)
- Drogas biológicas (anti-TNF)
Não é indicado pulsoterapia
Hemato: Anemias
Perfil laboratorias da anemia da doença crônica (6)
- Anemia normo-normo
- Ausência de reticulocitose (VR: 0,5-2%)
- Ferro normal (VR: 60-150 mcg/dL)
- Ferritina elevada (VR: 30-100 ng/mL)
- TIBC baixo (VR: 250-360 mcg/dL)
- Sat transferrina pode cair ou não (VR: 20-40%)
Anemia normo-normo + ferritina elevada = Anemia da DC
Cirurgia: Hérnias
Limites do canal dos músculos adutores
- Ântero-lateral: Vasto medial
- Póstero-medial: adutores longo, magno e sartório
Cirurgia: Trauma
Complicação mais frequente da IOT
Hipoxemia por pré-oxigenação inadequada
Cirurgia: Câncer urológico
Complicação mais temida da ressecção transuretral de próstata e causa
Intoxicação hídrica
CAUSA: uso de água destilada para não transmitir corrente elétrica
Cirurgia: Câncer urológico
Sinais de intoxicação hídrica (6)
- Náuseas
- Confusão mental
- Agitação
- Bradicardia
- Cefaleia
- Em pacientes submetidos a RTU de próstata monopolar
CM: Síndromes glomerulares
Achados clássicos da doença por lesão mínima (3)
- Proteinúria > 50 mg/kg/dia
- Proteína/creatinina > 2
- Hipoalbuminemia
GO: Doenças clínicas da gravidez
Complicações neonatais mais esperadas do DMG (10)
- Anomalias congênitas (NÃO FAZ MALFORMAÇÃO FETAL)
- IC e hipertrofia septal (cardiomiopatia hipertrófica)
- Doença da membrana hialina
- Taquipneia transitória do RN
- Hipertensão pulmonar resistente
- Hiperbilirrubinemia
- Hipoglicemia neonatal
- Hipomagnesemia
- Macrossomia
- Trombose de veia renal
GO: Vulvovaginites
Agentes mais comuns da vaginite aeróbica (3)
- Escherichia coli
- Staphylococcus aureus
- Enterococcus faecalis
GO: Patologias da mama
Indicações de biópsia de linfonodo sentinela
- Tumor infiltrante
- Axila clinicamente negativa
- Carcinoma in situ (APENAS lesão de alto grau, comendonecrose ou lesão diagnósticada por corebiopsy com características clínicas ou radiológicas invasivas)
GO: Amenorreia, SUA e infertilidade
Classificação PALM-COEIN
ESTRUTURAIS
P: Pólipo
A: Adenomiose
L: Leiomioma
M: Maligna
NÃO ESTRUTURAIS
C: Coagulopatia
O: Ovulatória
E: Endometriais
I: Iatrogênica
N: Não classificada
GO: Doenças clínicas da gestação
Sinais de gravidade da pré-eclâmpsia
- PAS ≥ 160 ou PAD ≥ 110 mmHg
- Edema agudo de pulmão
- Cianose
- Oligúria
- Síndrome HELLP
- Creatinina ≥ 1,2 (divergente)
GO: Doenças clínicas da gestação
Síndrome HELLP (5)
- LDH > 600
- Esquizócitos
- Bilirrubina ≥ 1,2
- AST ≥ 70
- Plaquetas < 100 mil
Preventiva: Outros
Indicação de rastreamento de osteoporose (USPTF)
- Mulheres ≥ 65 anos
- Mulheres < 65 anos se risco de fratura em 10 anos ≥ 9% pelo FRAX (igual a ≥ 65 anos sem fatores de risco adicionais)
Preventiva: Outros
Menor unidade político-administrativa avaliada para o cálculo do índice de Vulnerabilidade Social
Município
Cirurgia: Dor lombar
Achados no sangue periférico característico de mieloma múltiplo (2)
- Rouleaux de hemácias (agregados lineares)
- Hipercalcemia (>10,5-11 mg/dL)
Muitas proteínas inflamatórias circulates neuralizam as hemácias
CM: Dispneia
Escore de gravidade no TEP
Índice de Gravidade de Embolia Pulmonar (PESI)
Também existe o PESI simplificado (sPESI)
CM: Dispneia
Variáveis do PESI (11)
- Idade (valor da idade)
- Sexo masculino (+10)
- História de câncer (+30)
- Insuficiência cardíaca (+10)
- Doença pulmonar crônica (+10)
- FC ≥ 110 bpm (+20)
- PAs < 100 mmHg (+30)
- FR ≥ 30 irpm (+20)
- Tax < 36º C (+20)
- Estado mental alterado (+60)
- SatO2 < 90% (+20)
CM: Dispeneia
Classificação do PESI
- CLASSE I = < 66 pontos
- CLASSE II = 66 a 85 pontos
- CLASSE III = 86 A 105 pontos
- CLASSE IV = 106 a 125 pontos
- CLASSE V = > 125 pontos
Classe I e II = Baixo risco | Classe III a V = alto risco de morte
Cirurgia: Síndrome da hipertensão porta e da insuficiência hepatocelular
Doença de Wilson
Mutação da proteína ATP7B, que liga o cobre a ceruloplasmina, diminuindo a excreção biliar de cobre e acumulando cobre nos tecidos
Cirurgia: Síndrome da hipertensão porta e da insuficiência hepatocelular
Tratamento da doença de Wilson (2)
- Quelante de ferro (Trientina)
- Transplante hepático (cura a doença)
Cirurgia: Obstrução intestinal e hérnias
Indicação de TC de abdome em hérnia umbilical
Avaliar presença de alguma outra doença na cavidade abdominal
Cirurgia: Trauma
Tratamento de trauma hepático no paciente estável
Tentar tratamento conservador
Cirurgia: Trauma
Indicação de intervenção cirúrgica no trauma hepático (2)
- Instabilidade hemodinâmica
- Grau VI (avulsão hepática)
Cirurgia: Trauma
Indicação de angioembolização no trauma hepático
Grau V + estabilidade hemodinâmica
Cirurgia: Trauma
Critérios para retirada de dreno de tórax (4)
- Melhora clínico-radiológica do paciente (pode não necessitar de imagem)
- Presença do dispositivo por no mínimo 24-48h
- Ausência de escape aéreo
- Débito baixo (< 150 mL/24h)
Dermatologia
Padrão de lesão da dermatite atópica (3)
- Prurido intenso
- Eritema, pápulas, vesícular e crostas
- Localizadas em face (poupam maciço central), face extensora dos membros e tronco
É um quadro crônico, quando comparado a varicela (aguda + febre)
Dermatologia
Padrão de lesão da dermatite seborreica
- Placas eritematosas com escamas amareladas de aspecto grumoso
- Manchas descamativas hipopigmentadas
- Localizadas em áreas ricas em glândulas sebáceas (couro cabeludo, nariz, orelha externa, centro da face ou áeras intertriginosas - dobras)
CM: Síndromes febris
Critérios da Síndrome Inflamatória Multisistêmica Pediátrica (SIM-P)
Febre elevada (≥ 38ºC) e persistente (≥ 3 dias) em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos + 2 sinais e sintomas:
- Conjutivite não purulenta ou erupção cutânea bilateral ou sinais de inflamação mucocutânea (oral, mãos e pés)
- Hipotensão ou choque
- Disfunção miocárdica
- Coagulopatia
- Manifestações gastrointestinais agudas
É NECESSÁRIO:
- VHS, PCR ou procalcitonina elevados
- Exclusão de qualquer outra causa de origem infecciosa bacteriana
- Evidência de COVID-19 ou história de contato
CM: Síndromes febris
Doença relacionada a Critérios da Síndrome Inflamatória Multisistêmica Pediátrica (SIM-P)
COVID-19
Pediatria: Icterícia neonatal
Padrões de irradiância do aparelho de fototerapia
- Padrão (8 a 10 mcW/cm2/nm)
- Intensiva (≥ 30 mcW/cm2/nm)
Pediatria: Icterícia neonatal
Tratamento da hiperbilirrubinemia grave
Fototerapia intensiva (≥ 30 mcW/cm2/nm)
Pediatria: Icterícia neonata
Hiperbilirrubinemia grave
Níveis de bilirrubina próximo aos valores de exsanguíneotransfusão (20 mg/dL)
GO: Doenças clínicas da gravidez
Tratamento da pré-eclâmpsia leve
Acompanhamento ambulatorial semanal até o termo
NÃO prescrever anti-hipertensivos
GO: Sangramentos 1ª metade
Cariótipo da mola completa e parcial
Completa: Espermatozóide fecunda óvulo vazio e duplica (46XX ou 46YY)
Incompleta: Dois espermatozóides fecundam óvulo (69XXY, 69XYY ou 69XXX)
GO: Anticoncepção
Opções para anticoncepção de puerperas em amamentação
- DIU de cobre ou hormonal: < 48h ou após 4 semanas pós-parto
- Implante subcutâneo
- Minipílula
CM: Síndromes de imunodeficiência
Ordem de frequência etiológica das infecções oportunistas pulmonares
Bactérias > Fungos > Vírus > Parasitas
CM: Síndromes de imunodeficiência
Causas mais comuns de infecção pulmonar fúngica no imunossupresso/imunodeficiente e sintomas diferenciais (3)
- Aspergilose (Aspergillus fumigatus) -> Dor pleurítica + febre
- Pneumocistose (Pneumocystis jirovecii) -> Tosse seca + dispeneia + febre + hipoxemia
- Candidíase pulmonar (Candida neoformans) -> Rara invasão pulmonar
CM: Síndrome de imunodeficiência
Diagnóstico de aspergilose
- Quadro clínico de dor pleurítica e febre em imunossuprimido
- Galactomanana, beta-D-glucana ou PCR para aspergillus
- Lavado broncoalveolar (broncoscopia) para culutra e dosagem de galactomanana
- Biópsia pulmonar
DIAGNÓSTICO = 1+2 ou 1+3 ou 1+2+3+4 (quando 2 e 3 inconclusivos)
GO: Patologias da mama
Conduta em linfadenopatia na mamografia
Sempre investigar
Mesmo após administração de vacinas
Preventiva: outros
Recomendação de atividade física pela OMS
Atividade física aeróbica
Adultos: 150 a 300 min/semana de moderada intensidade ou 75 a 150 min/semana de vigorosa intensidade ou a combinação de ambas
Crianças e adolescentes: 60 min/dia de moderada intensidade
CM: Miscelânea
Condições que causam pulso paradoxal
- Tamponamento cardíaco
- Pericardite restritiva
- Cardiomiopatia restritiva
- Pneumotórax
- DPOC
- Asma
Lembrar de buscar demais sintomas para associar as hipóteses
CM: Miscelânea
Clínica de prostatite
- Disúria
- Polaciúria
- Sensação de peso pélvico
- Dor perineal
CM: Miscelânea
Tratamento de prostatite
Cirprofloxacina por 4-6 semanas
CM: Tosse
Radiografia da paracoccicdioidomicose
Infiltrado reticulonodular predominante em terço médio do parênquima pulmonar bilateral (asa de morcego)
CM: Miscelânea
Indicações de remoção de cateter
- Sepse
- Instabilidade hemodinâmica
- Endocardite ou evidência de infecção metastática
- Sinais de tromboflebite supurativa
- Bacteremia após 72 boras de ATB
Sempre colher hemocultura
Otorrinolaringologia
Conduta dos abscessos cervicais
- Drenagem + debridamento
- Antibioticoterapia
- Avaliação odontológica
CM: Medicina intensiva
Condutas na HIC
- OBJETIVO = PIC < 20 mmHg + PPC entre 60-70 mmHg
- Titular a PAM de acordo com a necessidade
- Medidas gerais = Cabeceira 30-45º | Sedação (propofol) + Analgesia (fentanil) | Controlar febre e convulsões
- Osmoterapia = Manitol ou solução salina hipertônica (monitorar diurese e manter osmolaridade sérica entre 310-320 mOsm (Manitol, por ser diurético, é contraindicado em pacientes hipotensos)
- Hiperventilação transitória = PaCO2 entre 30-35 mmHg (hipercapenia = vasoconstricção)
- Remoção de líquor (ventriculostomia)
- Corticoide APENAS em tumores ou abcessos
Em refratários
- Barbitúricos (pentobarbital, tiopental)
- Hipotermia (estudos clínicos, apenas grave e refratários)
- Craniectomia descompressiva (formas intermediárias de gravidade)
Pediatria: Síndromes gastrointestinais
Avaliação de desidratação
Pediatria: Síndromes gastrointestinais
Plano A
Oferecer líquidos adicionais durante o dia e após cada evacuação
* < 1 ano: 50-100mL
* 1 ano: 100-200mL
Continuar a alimentação (exceto se diarreia persistente: AVALIAR redução de lactose)
Alertar sinais de desidratação
Suplementação de zinco (crianças < 5 anos em países em desenvolvimento)
* 10-14 dias
* até 6 meses: 10 mg/dia
* após 6 meses: 20 mg/dia
Pediatria: Síndromes gastrointestinais
Plano B
- Terapia de reidratação oral na UNIDADE DE SAÚDE
- Solução de reidratação oral: Volume conforme idade ou 75 (50-100) mL/Kg em 4-6 horas
- Durante a TRO: manter somente aleitamento materno
- Usar ondansetrona em caso de vômitos
- Reavaliação frequente
Após hidratação:
- HIDRATADA: alta com Plano A → com solução de reidratação oral e retorno em 48h
- DESIDRATADA: gastróclise
- GRAVE: plano C
Pediatria: Síndromes gastrointestinais
Plano C
- Hidratação venosa com solução cristalóide
- OMS: SF 0,9% 100mL/Kg
- < 1 ano: 30mL/Kg em 1h e 70mL/Kg em 5h
- > 1 ano: 30mL/Kg em 30 min e 70mL/Kg em 2:30h
- Após melhora inicial: iniciar TRO
Outras opções
* CDC: Ringer Lactato 20mL/Kg
CM: Terapia intensiva
Ocorrência súbita de piora clínica em paciente com VM
- Deslocamento do tubo
- Obstrução da cânula
- Pneumotórax
- Equipamento (falha)
DOPE
GO: Sangramentos 2ª metada
Condutas no acretismo placentário
- ACRETA: Extração manual ou histerectomia total
- INCRETA OU PERCRETA: Histerectomia total
GO: Câncer de endométrio e vulva
Tratamento do câncer de endométrio
- Laparotomia: estadiamento e tratamento
- Lavado peritoneal
- Inventário da cavidade
- Histerectomia total abdominal
- Anexectomia bilateral
- Linfadenectomia pélvica e para-aórtica (Dispensada em estágio IA (< 50% do miométrio) e G1 -> bem diferenciado) -> maioria faz, disseminação preferencial é linfática
- Radioterapia adjuvante (exceto em estágio IA)
RNM avalia invasão miometrial e cervical
GO: Câncer de colo uterino
Conduta na LSIL e ASC-US após 2º resultado positivo
Colposcopia
GO: Uroginecologia
Medicações para bexiga hiperativa
- Anticolinérgicos não seletivos (oxibutina/tolterodina/darifenacina/solifenacina ou imipramina → 2ª opção)
- Agonista beta3 adrenérgico de ação direta no detrusor ou antagonista seletivo de M3 (mirabegrona ou tropisium) → mesma eficácia com menos efeitos adversos
GO: Parto
Ausculta do BCF durante o parto
DILATAÇÃO
* Baixo risco: 30 em 30 min
* Alto risco: 15 em 15 min
EXPULSIVO
* Baixo risco: 15 em 15 min
* Alto risco: 5 em 5 min
CM: Dispneia
Interpretação de risco do escore de PESI no TEP
Baixo risco: PESI classe I ou II OU sPESI = 0
Alto risco: PESI III, IV ou IV OU sPESI ≥ 1
CM: Dipeneia
Modelo composto prognóstico de TEP (ESC)