Gestão da Qualidade Flashcards
O conceito de qualidade total introduzido por W. Edwards Deming, absorvido largamente pelos japoneses na década de 1950, sustentava que: a melhoria contínua da qualidade é garantida a partir da adoção de um sistema de quotas de produção, com inspeção em massa na fase final da cadeia produtiva.
FALSO
Para Deming deve-se acabar com a dependência da inspeção.
O conceito de qualidade total introduzido por W. Edwards Deming, absorvido largamente pelos japoneses na década de 1950, sustentava que: a organização deve adotar uma filosofia de “falha zero”, incentivada por slogans e exortações de metas fundadas na eliminação de inconsistências a qualquer custo.
FALSO
Para Deming deve-se eliminar os slogans, exortações e metas para a força de trabalho.
O conceito de qualidade total introduzido por W. Edwards Deming, absorvido largamente pelos japoneses na década de 1950, sustentava que: melhor qualidade proporciona, no conjunto, custos mais baixos de produção, devendo o controle ser feito ao longo de todo o processo produtivo.
VERDADEIRO (8X)
A grande contribuição de Deming para o mundo da qualidade, entretanto, está na sua percepção da necessidade de mudança organizacional (através da melhoria contínua) e participação de todos para a melhoria contínua. Para isso, ele elaborou uma lista dos 14 pontos ou princípios que sintetizavam suas ideias sobre qualidade, conhecida como os 14 Pontos de Deming, e que constituem uma importante base para o movimento de Gerenciamento da Qualidade Total (TQM).
14 Princípios de Deming- Melhoria Contínua da Qualidade:
1- Constância de propósitos
2- Adoção da nova filosofia
3- Eliminar a dependência da inspeção em massa
4- ELIMINAR A PRÁTICA DE FAZER NEGÓCIOS APENAS COM BASE NO PREÇO
5- Melhorar constantemente o sistema de produção
6- Treinamento no trabalho
7- Estabelecer a liderança
8- ELIMINAR O MEDO
9- Quebrar a barreira entre os departamentos
10-ELIMINAR LEMAS, EXORTAÇÕES E METAS QUE EXIJAM ZERO DEFEITOS OU NOVOS NÍVEIS DE PRODUTIVIDADE
11- Remover barreiras que privam os trabalhadores de orgulhar-se do seu trabalho
12-Remover barreiras que impedem os engenheiros/gerentes de orgulhar-se do seu trabalho
13- Instituição de forte programa de educação e auto aprimoramento
14- Envolver toda a organização com a busca pela qualidade
O conceito de qualidade total introduzido por W. Edwards Deming, absorvido largamente pelos japoneses na década de 1950, sustentava que: a diversificação de fornecedores, com a instauração de uma competição entre os parceiros, aumenta a qualidade e diminui o custo dos insumos envolvidos na produção.
FALSO (2X)
A diversificação de fornecedores pode diminuir o custo dos insumos, mas compromete a qualidade.
É importante desenvolver UM ÚNICO FORNECEDOR PARA CADA ITEM, em relacionamento de longo prazo fundado na lealdade e na confiança.
O Ciclo PDCA, também conhecido como Ciclo de Deming, que teve origem nos anos de 1950 e forte aplicação no Japão, consiste em um(a): ferramenta utilizada para otimização de processos, incluindo as etapas de planejamento; execução; controle ou verificação; e ação corretiva.
VERDADEIRO (18X)
O ciclo PDCA é uma ferramenta que pode ser usada para melhorar a qualidade e reduzir a variação em qualquer processo. Na prática, é baseada na repetição de quatro ações.
Além da sigla, essa ferramenta é conhecida como o ciclo Deming ou o ciclo Shewhart.
Porém, vale abrir um pequeno parêntesis teórico para explicar essa relação:
O ciclo de Deming é uma ferramenta mais voltada ao aspecto industrial de um problema. É dividida em quatro passos (projeto, produção, vendas e estudo).
Na prática, é uma evolução de outro método de controle de qualidade: o ciclo de Shewhart, um processo circular composto de três etapas: especificação, produção e inspeção.
Para entender o que é PDCA, é preciso saber o que cada letra desta sigla significa:
P (plan ou planejar): é a primeira fase do ciclo, em que são identificados os problemas e depois é feito o planejamento PDCA para saber como serão resolvidos. Pode se tratar de uma situação, processo ou até mesmo uma máquina que precise de aprimoramento;
D (do ou fazer): trata-se da implementação do plano, além do monitoramento para identificar o progresso;
C (check ou checar): aqui é feita uma análise dos resultados alcançados. Se preciso, pode ser feito ajustes no plano;
A (act ou agir): é a fase final, em que se verifica se foi obtido sucesso. Em caso positivo, O PROCESSO SE TORNA O NOVO PADRÃO. Já em caso negativo, o ciclo se reinicia.
O principal objetivo dessa ferramenta é MELHORAR CONTINUAMENTE os processos. Pode ser utilizada em todos os aspectos, inclusive na vida pessoal.
Fonte: TOTVS.COM
OBS: Algumas questões da FCC pedem o objetivo do ciclo, então deve-se atentar para as palavras “aperfeiçoamento contínuo dos processos”.
A penúltima fase do modelo PDCA pode seguir dois caminhos: o primeiro consiste em buscar as causas fundamentais, com o objetivo de prevenir a repetição de efeitos indesejados, e o segundo, em verificar as metas alcançadas de forma satisfatória e padronizar os processos.
FALSO (3X)
O conceito trazido pela afirmativa V refere-se à fase de nº 4, de acordo com Marshall Junior et al.:
Quarta fase (ACT – agir CORRETIVAMENTE): Nesta fase, há duas alternativas. A primeira consiste em buscar as causas fundamentais, a fim de prevenir a repetição dos efeitos indesejados, no caso de não terem sido alcançadas as metas planejadas. A segunda, em adotar como padrão o planejado na primeira fase, já que as metas planejadas foram alcançadas.
Sobre a penúltima fase, de acordo com Marshall Junior et al.:
Terceira fase (CHECK – verificação): É quando, por meio da comparação entre as metas desejadas e os resultados obtidos, verifica-se se o planejado foi consistentemente alcançado. Normalmente, usam-se, para isso, ferramentas de controle e acompanhamento, como cartas de controle, histogramas, folhas de verificação, entre outros. É importante ressaltar que essa comparação deve ser baseada em fatos e dados e não em opiniões ou intuição.
Ao longo da terceira fase deste modelo de gerenciamento, devem-se coletar dados que serão utilizados na última fase do ciclo.
FALSO (2x)
1º A coleta de dados se faz na segunda fase (DO) e não na terceira (CHECK).
2º Os dados são coletados na segunda fase (DO) para serem verificados na terceira fase (CHECK).
Segunda Fase (DO – executar) é a fase de implementação do planejamento. É preciso fornecer EDUCAÇÃO E TREINAMENTO para a execução dos métodos desenvolvidos na fase de planejamento. Ao longo da execução, devem-se coletar os dados que serão utilizados na fase de verificação. Quando o pessoal envolvido na execução vem participando desde a fase de planejamento, o treinamento, em geral, deixa de ser necessário (Marshall Junior et al. Gestão da Qualidade e Processos – FGV, 2012).
Um importante instrumento para a gestão de qualidade e busca da excelência nos serviços públicos consiste nas certificações, como aquelas conferidas com base nas normas da International Organization for Standardization, a exemplo da denominada ISO 9000, a qual: atesta que a organização implantou de forma adequada o Sistema de Qualidade Total, sendo periodicamente auditada para verificar se o mesmo continua em vigor dentro dos padrões estabelecidos.
VERDADEIRO (2X)
“A série 9000 é a que se refere ao sistema de gestão da qualidade das empresas. As normas ISO não garantem qualidade; certificam PROCESSOS que asseguram que os produtos fabricados segundo este processo apresentarão as mesmas características e o mesmo padrão de qualidade.
Seguindo os padrões validados, em tese, os produtos e serviços deveriam apresentar qualidade, mas isso a ISO não garante; ela só assegura padrões.”
PALUDO, Augustinho Vicente. Administração Pública. Rio de Janeiro: Forense. 7ª ed. revista e atualizada. 2018. P. 272
A ISO9001 é uma norma internacional que estabelece requisitos para o Sistema de Gestão da Qualidade de uma organização. Muitas empresas possuem certificação nessa Norma que tem como um dos objetivos: dar conformidade ao produto, de acordo com as especificações do fornecedor.
FALSO
fornecer bens e serviços de acordo com o especificado pelo cliente.
um dos principais objetivos da ISO 9001 é garantir que a organização entregue produtos e serviços que atendam aos requisitos dos clientes. A norma foca na satisfação do cliente e na conformidade com especificações acordadas.
Suponha que determinada empresa pretenda lançar uma nova linha de produtos e, para consecução de tal objetivo, esteja cogitando utilizar a conhecida ferramenta 5W2H. Considerando as características e finalidades dessa ferramenta, tal utilização: auxiliará no planejamento para consecução do objetivo, com a identificação do que será feito; por que será feito; onde, por quem, quando e como será feito, e quanto vai custar.
VERDADEIRO
O 5W2H, basicamente é um checklist de determinadas atividades que precisam ser desenvolvidas com o máximo de clareza possível por parte dos colaboradores da empresa. Ele funciona como um mapeamento destas atividades, onde ficará o quê, em qual período de tempo, em qual área da empresa e todos os motivos pelos quais esta atividade deve ser feita. Em um segundo momento, deverá figurar nesta tabela (sim, você fará isto em uma tabela) como será feita esta atividade e quanto custará aos cofres da empresa tal processo.
WHAT – O que será feito? (Etapas)
WHY – Porque será feito (Justificativa)
WHERE – Onde será feito (local)
WHEN – Quando será feito? (Tempo)
WHO – Por quem será feito (Responsabilidade)
HOW – Como será feito (Método)
How much – Quanto custará fazer (custo)
O brainstorming é uma das ferramentas básicas de gestão da qualidade, cujo propósito consiste em lançar e detalhar ideias originais e com certo enfoque. NÃO faz parte das características principais dessa ferramenta: Presença de hierarquia durante o processo.
VERDADEIRO
não há Presença de hierarquia pois se vai ouvir tudo que é de ideias durante o processo.
Características do Brainstorming:
-capacidade de auto-expressão
-liberação da criatividade
-capacidade de aceitar e conviver com diferenças
-AUSÊNCIA DE JULGAMENTO PRÉVIO
-registro de ideias
-capacidade de síntese
-delimitação do tempo
-AUSÊNCIA DE HIERARQUIA DURANTE O PROCESSO
O superintendente administrativo de uma empresa que presta serviços de saneamento básico em uma região metropolitana do Estado apresentou as etapas de planejamento de um projeto utilizando-se da ferramenta exibida na figura abaixo.
Essa ferramenta de planejamento denomina-se: Gráfico de Gantt.
VERDADEIRO
O DIAGRAMA DE GANTT é um gráfico usado para ilustrar o avanço das diferentes etapas de um projeto. Os intervalos de tempo representando o início e fim de cada fase aparecem como barras sobre o eixo horizontal do gráfico.
O denominado Diagrama de Pareto constitui uma ferramenta que: considera que nem todos os itens merecem a mesma atenção da administração, eis que 80% do volume de problemas é constituído por apenas 20% de eventos causadores.
VERDADEIRO (3x)
DIAGRAMA DE PARETO OU 80/20
80% das consequências decorrem de 20% das causas enfrentados pela organização. Dessa forma, a instituição deve dar maior atenção aos 20% que causam 80% das consequências sofridas pela organização.
No bojo da modelagem de processos de negócios, mais especificamente no aspecto relacionado com as melhorias e aprimoramentos necessários, ainda é muito utilizada a ferramenta clássica denominada Diagrama de Ishikawa: também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Espinha de Peixe, utilizado para identificar a causa-raiz do problema, analisando todos os fatores que envolvem a execução do processo.
VERDADEIRO (7x)
Diagrama de Ishikawa: Quais são as causas que desencadeiam um determinado problema? As causas podem ser encontradas olhando para a especificação do problema e perguntando “Por quê?” até que a CAUSA-RAIZ acionável seja identificada ou até que as possibilidades razoáveis em cada diagrama sejam esgotadas.
As causas costumam estar relacionadas aos 6M ou aos:
3 MA: Mão de obra / Maquinha / Matéria-prima
3 ME: Medida / Meio Ambiente / Método
Bizu = “ISHI”kawa = fish = espinha de peixe
O Diagrama de Dispersão é uma ferramenta usada para quantificar a frequência com que certos eventos ocorrem, em determinado período de tempo.
FALSO
A questão se refere a ferramenta HISTOGRAMA. O DIAGRAMA DE DISPERSÃO consiste numa ferramenta de avaliação no qual são representados graficamente pontos cartesianos de duas ou mais variáveis. A partir da plotagem dos pontos é possível traçar uma curva que apresenta a variação das variáveis).
BIZU: HISTOgrama - TEMPO
O gráfico elaborado com base em dados devidamente coletados, para analisar os tempos médios de atendimento às questões de referência e desta forma ajudar a identificar a frequência com que as variações ocorrem nesse processo, é conhecido como: Histograma.
VERDADEIRO
HISTOGRAMA: Também conhecido como distribuição de frequências ou diagrama das frequências, é a representação gráfica, em colunas ou em barras (retângulos), de um conjunto de dados previamente tabulado e dividido em classes uniformes ou não uniformes. A base de cada retângulo representa uma classe.
BIZU: HISTO lembra HISTÓRIA, que lembra TEMPO.
Os diagramas de “causa e efeito”, ou diagramas de “espinha de peixe”, são utilizados para determinar se existe ou não relação entre duas variáveis, neste caso o supervisor de atendimento de uma repartição pública pode identificar, por meio de uma pesquisa, a relação entre a satisfação do cliente e o seu tempo de espera na fila.
FALSO
A ferramenta nesse caso é o DIAGRAMA DE DISPERSÃO, comumente utilizado para estudar a possibilidade de relação entre duas variáveis ou relação de causa e efeito. Com este diagrama permite-se a identificação do grau de relacionamento entre duas variáveis consideradas numa análise.
A Matriz GUT é a representação de problemas, ou riscos potenciais, através de quantificações, normalmente em uma escala de 1 a 5, com o objetivo de elencar prioridades.
VERDADEIRO (5X)
A Matriz GUT – é a representação de problemas, ou riscos potenciais, através de quantificadores que buscam estabelecer prioridades para abordá-los, visando minimizar impactos (FGV, 2012). Os problemas são analisados sob os seguintes aspectos: gravidade (G), urgência (U) e tendência (T).
Utilizando-se esse tipo de matriz, a prioridade (P) das atividades é calculada de acordo com a expressão: P = G * U * T (GRAVIDADE x URGÊNCIA x TENDÊNCIA)
A alta administração precisa demonstrar liderança ao promover programas de melhoria da qualidade na prestação de serviços. Sabendo disso, o Secretário de um órgão público decidiu estar à frente da implementação do programa conhecido como “Seis Sigma”, o qual pode ser definido como: metodologia rigorosa e disciplinada para melhorar o desempenho operacional de uma organização ao eliminar defeitos do processo.
VERDADEIRO (2x)
O SEIS SIGMA OU SIX SIGMA (em inglês) pode ser definido como um conjunto de práticas desenvolvidas para maximizar o desempenho dos processos dentro da empresa, eliminando os seus defeitos e as não conformidades de acordo com as especificações de fábrica, ou seja, reduzindo a variabilidade.
Podemos dizer que o foco principal do Seis Sigma é a satisfação dos clientes, através da redução de defeitos nos processos e o ótimo desempenho da empresa.
BIZU: 6 sigma: Re6uzir varia6ilidade
A Metodologia Kaisen trata-se de um processo de melhoria contínua que envolve seis etapas: planejamento; alocação; execução; verificação, controle; e ação.
VERDADEIRO (3x)
A metodologia Kaizen, cujo nome significa “mudança para melhor” em japonês, tem sua origem no Japão, após a Segunda Guerra Mundial, como parte do esforço para reconstruir a economia do país. Essa ferramenta de melhoria contínua busca otimizar processos e aumentar a eficiência nas empresas.
Ela se tornou uma filosofia corporativa, incorporando a ideia de que pequenas mudanças, realizadas de forma contínua, podem levar a grandes melhorias ao longo do tempo.
5 princípios de Kaizen:
Os 5S são um dos pilares da metodologia Kaizen e representam cinco práticas que visam criar e manter um ambiente de trabalho organizado e eficaz.
Cada “S” corresponde a uma palavra japonesa que define um aspecto específico da organização e do comportamento no local de trabalho. Implementar os 5S ajuda a reduzir desperdícios, melhorar a qualidade das operações e aumentar a produtividade. São eles:
Seiri (Utilização);
Seiton (Ordenação);
Seiso (Limpeza);
Seiketsu (Saúde - Padronização);
Shitsuke (Autodisciplina);
6 etapas do processo Kaizen:
Como aplicar o processo de melhoria contínua Kaizen na sua organização? Você pode usar as seis etapas do Kaizen ou o “Ciclo Kaizen” da seguinte forma:
#1 – Identifique o problema
#2 – Plano de Melhoria
#3 – Implementar Mudanças
#4 – Avalie os resultados
#5 – Padronizar melhorias
#6 – Revise e repita
OBS: A FCC cobra a ordem dos 5S, é importante saber.
BIZU para sabê-los na ordem: (UOL S/A)
Os fluxogramas, também conhecidos como diagramas de processos, apresentam a variação de dados de forma visual. O gestor de qualidade normalmente os utiliza para apresentar dados contínuos que podem ser medidos.
FALSO
A ferramenta que se baseia em DADOS CONTÍNUOS é a ESTRATIFICAÇÃO, sendo o objetivo encontrar padrões que auxiliem na compreensão dos mecanismos causais e variações de um processo.
O fluxograma que descreve as atividades a partir das pessoas que a realizam é do tipo: horizontal.
VERDADEIRO (6x)
De acordo com Chiavenato (2010), os fluxogramas são utilizados como forma de tornar mais eficiente o estudo de um determinado conjunto de atividades e possibilita que os processos empresariais sejam melhorados.
FLUXOGRAMA VERTICAL: Este tipo de fluxograma é utilizado para a construção de uma ROTINA OU PROCEDIMENTO, como auxiliar no treinamento de pessoal e para a otimização do trabalho. Ele é composto por colunas verticais e linhas horizontais. Nas colunas verticais, encontram-se os símbolos (de operação, transporte, controle, espera e arquivamento), os colaboradores envolvidos, o espaço percorrido e o tempo necessário.
FLUXOGRAMA HORIZONTAL: se diferencia do fluxograma vertical apenas na direção do deslocamento da sequência, que nesse caso, é horizontalmente, mantendo-se os mesmos símbolos e convenções do fluxograma vertical. Quanto ao objetivo, o fluxograma horizontal volta-se para a análise das PESSOAS, em contraste com o foco na rotina, que é enfatizado pelo fluxograma vertical.
OBS: Para não confundir
FLUXOGRAMA - representação de uma ATIVIDADE/PROCESSO
ORGANOGRAMA - representação da ESTRUTURA HIERÁRQUICA de uma organização
OBS 2: Falou em gestão de insumos é processo! E falou de PROCESSO, falou de FLUXOGRAMA, o qual é utilizado para MAPEÁ-LO. Essa observação já foi cobrada 4x.
Dentre as técnicas de mapeamento de processos está o […], que focaliza as necessidades e experiências do cliente, pois gera evidências tangíveis do serviço. A lacuna é corretamente preenchida por: Fluxograma de processo.
FALSO (2x)
Blueprinting.
o SERVICE BLUEPRINT é um esquema que representa detalhadamente os serviços prestados para um cliente e as perspectivas da organização, ilustrando as fases e complexidade das decisões (experiências) do cliente e algumas que, mesmo não sendo visíveis, são de grande importância na interação existente, ou seja, trata-se de um MAPA DE TODAS AS TRANSAÇÕES INTEGRANTES do processo de prestação de serviço.
Observa-se então, que a principal diferença do Service Blueprint para os outros fluxogramas tradicionais é que ele unifica o cliente e suas ações na mesma estrutura juntamente com toda a operação envolvida. Com essa estrutura, O PROCESSO É VISTO SOB A PERSPECTIVA TAMBÉM DO CLIENTE, e não só da empresa, agregando assim uma visão mais ampla para análise e tomadas
de decisões.
A Gerência da Qualidade Total privilegia, entre outros aspectos, a: gestão participativa, cujo caráter motivacional favorece o controle e apropriação pelos trabalhadores dos processos dos quais participam.
VERDADEIRO
“A QUALIDADE TOTAL está baseada no EMPODERAMENTO DAS PESSOAS (EMPOWERMENT), que proporciona aos funcionários a autoridade para tomar decisões que normalmente eram dadas aos gerentes. Assim, os funcionários podem resolver questões sem ter que consultarem seus gerentes a todo o momento, poupando tempo e agilizando a resolução de problemas.”
Idalberto Chiavenato
A prática do Controle da Qualidade Total (Total Quality Control − TQC) compreende, entre outros, o seguinte tópico: Controle de resultados: uma empresa não pode ser controlada por processos, mas apenas em função do resultado final, quando é possível se tomar ações corretivas.
FALSO
Controle da Qualidade Total (Total Quality Control - TQC) é uma abordagem que visa a satisfação das necessidades de diversos stakeholders, como consumidores, empregados, acionistas e a comunidade. Isso é alcançado através de práticas que asseguram a qualidade em todos os processos da empresa.
A questão está incorreta, pois uma das bases do TQC é o controle por processos. A qualidade deve ser assegurada e controlada em cada etapa, não apenas quando o produto ou serviço final está pronto. A tomada de ações corretivas apenas no final não é eficaz na prevenção de problemas.
A prática do Controle da Qualidade Total (Total Quality Control − TQC) compreende, entre outros, o seguinte tópico: Controle da dispersão: observar cuidadosamente a dispersão dos dados e isolar a causa fundamental da dispersão.
VERDADEIRO
No TQC, a análise da variabilidade e a busca pela raiz dos problemas são essenciais para melhorar continuamente a qualidade dos processos e produtos.
A prática do Controle da Qualidade Total (Total Quality Control − TQC) compreende, entre outros, o seguinte tópico: Controle à montante: a satisfação do cliente se baseia exclusivamente em funções à montante. As contribuições à jusante são pequenas. Identificar as necessidades verdadeiras dos clientes, assegurar a qualidade em cada estágio, prevendo falhas.
VERDADEIRO
destaca que a satisfação do cliente se baseia em funções à montante (ou seja, fases iniciais do processo) e que é crucial identificar as necessidades verdadeiras dos clientes, assegurando a qualidade em cada estágio e prevendo falhas. O foco do TQC está na prevenção de defeitos, não apenas na correção.
O conceito proposto na década de 1990, por Hammer e Champy, consistente na implementação de mudanças radicais, com redesenho de processos de trabalho, rompendo paradigmas tradicionais de Administração, denomina-se:
Reengenharia.
VERDADEIRO (4X)
Palavra-chave quando falar em reengenharia é RADICAL.
OBS: Seu princípio basilar é a RADICAL redefinição dos processos em base zero, conhecido como princípio da “folha em branco”.
A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) apresenta um modelo de excelência em gestão composto por fundamentos e critérios de excelência em gestão, lendo como referência organizações de excelência em nível mundial. Constituem exemplos de fundamento e critério, respectivamente, predicados pelo modelo da FNQ: Pensamento sistêmico; liderança.
VERDADEIRO (questão bem recente)
Macete para fixar os FUNDAMENTOS: Excelente mesmo é fazer parte do “ CLÃ do P.A.G.O.D.I. “
C Compromisso com as partes interessadas
L Liderança transformadora
à Adaptabilidade;
do
P Pensamento sistêmico
A Aprendizado organizacional
G Geração de valor
O Orientação por processos
D Desenvolvimento sustentável
I Inovação
Considere as duas definições abaixo, relacionadas à qualidade de um serviço.
I. Qualidade prevista ou esperada: nasce da combinação de necessidades, interesses, elementos adquiridos de conhecimento sobre a estrutura que oferece o serviço; é fruto de um processo de transformação de expectativas genéricas em expectativas específicas.
II. Qualidade percebida: é aquilo que o cliente “sente” haver recebido da experiência do serviço sobre a satisfação de suas exigências e suas prioridades.
Tendo em vista essas definições, quando a qualidade prevista é menor que a qualidade percebida, o resultado é: insatisfação.
FALSO
grande satisfação.
Se eu prevejo a qualidade de algum produto, mas o resultado percebido é superior a essa previsão, é claro que se terá grande satisfação. Ter-se-ia satisfação se atingisse a qualidade prevista e insatisfação, claro, se não chegasse a tal previsão. Ex.: estudamos para concursos sabendo que iremos ganhar R$10.000,00. No entanto, ao tomar posse e iniciar o exercício, ganharemos líquido acima desse valor. Logo, teremos grande satisfação, pois superou nossas expectativas.
a Teoria do Caminho Crítico possui entre as principais características que podem ser apontada: identificação dos gargalos para o projeto.
FALSO
cumprimento de prazos.
A identificação dos gargalos no projeto nada tem a ver com a TEORIA OU MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO, pois este não tem como escopo identificar gargalos dos processos, mas sim, as atividades e seus prazos em que suas sequências se tornem um caminho crítico em que o Gerente de Projetos e sua equipe deverão se ater para intensificar o foco e energia ao cumprimento dos prazos em cada atividade que não possua folga, pois se ela atrasar, atrasa todo o projeto. A palavra-chave da Teoria ou Método do Caminho Crítico é “SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES OU IDENTIFICAÇÃO DA SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES” que podem gerar atrasos em outras atividades e em consequência disso, atrasar todo projeto.
O conceito de geração de valor, na perspectiva adotada pelo modelo de excelência em gestão da FNQ − Fundação Nacional da Qualidade: consiste em um dos fundamentos do modelo e diz respeito ao aumento de valores tangíveis e intangíveis, de forma sustentada.
VERDADEIRO
Geração de Valor: promove resultados consistentes e sustentáveis, TANGÍVEL E INTANGÍVEL, para todas as partes interessadas!
Fonte: Administração Geral e Pública para Concursos
Autora: Elizabete de Abreu e Lima Moreira.
O resultado de um Indicador de Desempenho em forma numérica é: um Índice.
VERDADEIRO
Os componentes básicos de um indicador são:
1. MEDIDA: grandeza qualitativa ou quantitativa que permite classificar as características, resultados e consequências dos produtos, processos ou sistemas;
2. FÓRMULA: padrão matemático que expressa a forma de realização do cálculo;
3. ÍNDICE (NÚMERO): valor de um indicador em determinado momento;
4. PADRÃO/REFERÊNCIA DE COMPARAÇÃO: índice arbitrário e aceitável para uma avaliação comparativa de padrão de cumprimento, tendo em vista desempenhos anteriores, pesquisas ou estudos; e
5. META: índice (número) orientado por um indicador em relação a um padrão de comparação a ser alcançado durante certo período.
Estratégia, Administração - Prof. Carlos Xavier.
As organizações que possuem uma gestão da qualidade utilizam-se de ferramentas da qualidade para a melhoria contínua. Quando se necessita colher dados baseados na observação amostral com o objetivo de definir um modelo, deve-se utilizar: Folha de Verificação.
VERDADEIRO
FOLHA DE VERIFICAÇÃO: As folhas de verificação ou checklist são tabelas ou planilhas simples para facilitar a coleta ou análise de dados. O uso das folhas de verificação economiza tempo, eliminando o trabalho de se desenhar figuras ou de escrever números repetitivos. São formulários planejados, nos quais os dados são preenchidos de forma fácil e concisa.