DIABETES MELLITUS Flashcards
A DIABETES É CARACTERIZADO POR HIPERGLICEMIA PERSISTENTE QUE PODE SER DE UMA DEFICIENCIA NA PRODUÇÃO OU RESISTENCIA DO ORGANISMO AO HORMONIO
A HIPERGLICEMIA PERSISTENTE ESTA ASSOCIADA A COMPLICAÇÕES CRONICAS MICRO E MACRO VASCULARES
MICROVASCULARES EU PENSO EM
NERVOS, LESOES OCULARES
MACROVASCULAR EU PENSO EM
RINS, CORAÇÃO CEREBRO
A DIABETES MELLITUS É UM DISTURBIO METABOLICO CARACTERIZADO POR HIPERGLICEMIA PERSISTENTE.
QUE SÃO DECORRENTES
DA DEFICIENCIA DE PRODUÇÃO E/OU AÇÃO INSULINICA
A PREVENÇÃO DA DIABETES TEM COMO OBJETIVO A PREVENÇÃO DAS COMPLICAÇÕES AGUDAS E CRONICAS DA DOENÇA.
A 3 FASES
PREVENÇÃO PRIMARIA
SECUNDARIA E TERCIÁRIA
NA PREVENÇÃO PRIMARIA DA DIABETES EU QUERO EVITAR O APARECIMENTO DA DOENÇA
PREVENÇÃO PRIMARIA DIABETES
EVITAR APARECIMENTO DA DOENÇA
NA PREVENÇÃO SECUNDARIA JÁ TEM O DIAGNOSTICO DE DIABETES E MEU OBJETIVO É PREVINIR AS COMPLICAÇÕES AGUDAS E CRONICAS
PREVENÇÃO SECUNDARIA DIABETES
PREVENIR COMPLICAÇÕES AGUDAS E CRONICAS
NA PREVENÇÃO TERCIÁRIA DO DIABETES O O BJETIVO É REABILITAR E PREVINIR QUE AS COMPLICAÇÕES CAUSEM INCAPACIDADE NA PESSOA
PREVENÇÃO TERCIÁRIA DO DIABETES
REABILIZAR E PREVINIR QUE AS COMPLICAÇÕES JA EXISTENTES CAUSEM INCAPACIDADE
QUAIS OS 3 TIPOS DE DIABETES + COBRADOS
1 2 GESTACIONAL
HEMOGLOBINA GLICADA TRADUZ
NIVEIS GLICEMICOS DE 3 MESES
DM 1 ESTA LIGADO A
PROCESSO AUTOIMUNE DESTRUIÇÃO DAS CELULAS BETA PANCREATICAS
CRIANÇA DE 11 ANOS COM HIPERGLICEMIA E POLIURIA, POLIFAGIA, POLIDIPSIA E PERDA DE PESO PONDERAL.
HIPOTESE DIAGNOSTICA
DM 1
HOMEM 47 ANOS, COM HIPERGLICEMIA LONGA HISTORIA DE EXCESSO DE PESO, HIPERTENSAO ARTERIAL, DISLIPIDEMIA
HIPOTESE DIAGNOSTICA
DM 2
MULHER 32, PRIMIGESTA, COM HIPERGLICEMIA. AUSENCIA DE CRITERIOS PARA DM
HIPOTESE DIAGNOSTICA
DM GESTA
4PS
POLIUIRIA
POLIFAGIA
POLIDIPSIA
PERDA DE PESO PONDERAL
GLICOSE DE JEJUM NORMAL <100
TOTGH NORMAL <140
GLICEMIA CASUAL NORMAL <200
HEMOGLOBINA GLICADA NORMAL <5,7%
PRE DIABETES GLICEMIA DE JEJUM 100 A 125
PRE DIABETES TOTG 140 A 199
PRE DIABETES HEMNOGLOBINA GLICADA ATE 6,4%
DIABETES GLICEMIA DE JEJUM >=126
DIABETES TOTG >=200
DIABETES GLICEMIA AO ACASO >=200 COM SINTOMAS DE HIPERGLI
DIABETES HEMOGLOBINA GLICADA >6,5%
GLICEMIA DE JEJUM NORMAL
<100
TESTE ORAL DE TOLERANCIA A GLICOSE NORMAL
<140
GLICEMIA AO ACASO NORMAL
<200
HEMOGLOBINA GLICADA NORMAL
<5,7%
PRE DIABETES GLICEMIA DE JEJUM
100 A 125
PRE DIABETES TESTE DE TOLERANCIA A GLICOSE
140 A 199
PRE DIABETES HEMOGLOBINA GLICADA
5,7 A 6,4%
DIABETES GLICEMIA DE JEJUM
> 126
DIABE TES TOTG
> 200
DIABETES GLICOSE AO ACASO
> 200 COM SINTOMAS DE HIPERGLIC
DIABETES HEMOGLOBINA GLICADA
> 6,5%
FATORES DE RISCO PARA DM:
HISTORICO FAMILIAR
OBESIDADE
AVANÇAR DA IDADE
SEDENTARISMO
SINDROME METABOLICA
CITE ALGUNS FATORES DE RISCO PARA DM
HISTORICO FAMILIAR, OBESIDADE, SEDENTARISMO, SINDROME METABOLICA, IDADE
A MULHER COM DIABETES GESTACIONAL, COM O CESSAR DA GESTAÇÃO PODE DESENVOLVER…..
DM2
PQ SINDROME DO OVARIO POLICISTICO PODE SER UM FATOR DE RISCO PARA DM
RESISTENCIA A INSULINA
HIPOGLICEMIA VALOR
<70
O VALOR NORMAL DE GLICEMIA EM JEJUM E´<100, POREM EM GESTANTES SE O VALOR FOR >=92 JA PODE SER DIAGNOSTICADA COM DMG
NO EXAME DE GLICEMIA DE JEJUM, QUAL VALOR TRADUZ DIABETES GESTACIONAL
> 92
INSULINAS DE AÇÃO RAPIDA PODEM SER FEITAR POR VIA INTRAMUSCULAR
O RASTREAMENTO DA DIABETES, DEVEM SER FEITOS EM PACIENTES QUE TENHAM CHANCE DE DESENVOLVER ESTA DOENÇA:
PACIENTES QUE JÁ TENHA: HAS, DISLIPIDEMIA, OBESIDADE, SINDROME DO OVARIO POLISCITICO
O RASTREAMENTO DA DIABETES, DEVEM SER FEITOS EM PACIENTES QUE TENHAM CHANCE DE DESENVOLVER ESTA DOENÇA:
CITE ALGUMAS DOENÇAS QUE AUMENTAM O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE DM
OBESIDADE, HAS, DISLIPIDEMIA, OVARIOPOLI, OBESIDADE
ACANTOSIS NIGRICANS É SINAL DE
RESISTENCIA A INSULINA
RAÇA/ETNIA PDODE SER UM FATOR DE RISCO PARA DIABETES
ALGUNS EXAMES SAO FEITOS NO ACOMPANHAMENTO DA PESSOA COM DIABETES:
EX: GLICEMIA JEJUM, HEMOGLOBINA GLICADA, HDL, LDL, TRIGLICERIDES, CREATININA, URINA 1 E FUNDOSCOPIA
PQ A DOSAGEM DE CREATININA É UM DOS EXAMES FEITOS NO ACOMPANHAMENTO DA PESSOA COM DIABETES?
RELACIONADO A LESOES DE ORGAOS ALVO, RINS
PQ A FUNDOSCOPIA É UM EXAME FEITO NO ACOMPANHEMEN TO DA PESSOA COM DIABETES
RELACIONADO A LESOES MICROVASCULARES
PQ URINA 1 É UM DOS EXAMES FEITOS NO ACOMPANHEMTNO DA PESSOA COM DIABETES
GLICOSURIA E RINS
OBESIDADE, SEDENTARISMO, SINDROMES METABOLICAS. ESTÃO RELACIONADO A QUAL TIPO DE DIABETES
2
INICIO NA INFANCIA, ACOMPANHADA DE 4 PS QUE EVOLUEM RAPIDAMENTE PARA CETOSE.
ESTA RELACIONADO A QUAL TIPO DE DIABETES
1
DE QUANTAS FORMAS O PANCREAS PRODUZ INSULINA
2 FORMAS
EXPLIQUE A PRODUÇÃO BASAL DE INSULINA
PRODUÇÃO DE PEQUNAS QUANTIDADES PRA COBRIR A GLICONEOSENE HEPATICAQ
EXPLIQUE A PRODUÇAÕ PRANDIAL/BOLUS DE INSULINA
LIBERAÇÃO DE INSULINA PRA COBRIR OS CARBOHIDRAS VINDOS COM A ALIMENTAÇÃO
COMO FUNCIONA A INSULINOTERAPIA EM DM1
PRECISA DE2 TIPOS DE INSULINA
PRA COBRIR A GLICONESOSE HEPATICA E ALIMENTAÇÃO
PARA COBRIR A GLICONEOSEGE HEPATICA. QUAL TIPO DE INSULINA PODE SER UTILIZADO?
INTERMEDIARIAS, LENTAS, ULTRALENTAS
PARA COBRIR OS CARBOIDRATOS VINDOS DA ALIMENTAÇÃO. QUAL TIPO DE INSULINA PODE SER UTILIZADO?
RAPIDAS. ULTRARRAPIDAS
QUAL A INSULINA DE AÇÃO RAPIDA DISTRUIBUIDO PELO SUS
REGULAR
A INSULINA REGULAR TEM AÇÃO..
RAPIDA
QUAIS SAO AS INSULINAS ULTRARRAPIDAS?
SUPER INSULINAS
LISPRO
ASPARTE
GLULISINA
INSULINA NPH. QUAL O TIPO DE INSULINA
INTERMEDIARIA
DETERMIR, GLARGINA, GLARGINA U300 E DEGLUDECA. SÃO QUAIS TIPOS DE INSULINA
LENTAS E ULTRALENTAS
QUANTO MAIOR O PICO DE AÇÃO DA INSULINA, MAIOR A CHANCE DE….
HIPOGLICEMIA
A INSULINA REGULAR TEM ASPECTO
TRANSPARENTE
A INSULINA NPH, TEM ASPECTO
LEITOSO
A INSULINA NPH TEM ASPECTO LEITOSO POR CONTA DE UM COMPONENTE QUE AJUDA NA SUA DURAÇÃO NO ORGANISMO.
ESTE COMPONENTE É
PROTRAMINA
O PRINCIPAL EFEITO ADVERSO DA INSULINOTERAPIA É
HIPOGLICEMIA
SÃO SINAIS DE HIPOGLICEMIA: MAL ESTAR, PELE PEGAJOSA, TONTUTA, FRAQUEJA, PERDA DE CONSCIENCIA TAQUICARDIA E CONVULSAO
CITE ALGUNS SINAIS DE HIPOGLICEMIA
PELE PEGAJOSA
TREMOR
FRAQUESA
MAL ESTAR
PERDA DE CONSCIENCIA
CONVULSAO
AS PRINCIPAIS CAUSAS DE HIPOGLICEMIA EM PACIENTES EM INSULINOTERAPIA SÃO?
ERRO DE DOSE
PACIENTE APLICA E NAO COME
INSUFI RENAL/HEPATICA
COMO A INSUFICIENCIA HEPATICA/RENAL PODE SER O RESPONSAVEL POR HIPOGLICEMIA EM PACIENTES EM INSULINOTERAPIA?
FAZ A INSULINA FICAR MAIS TEMPO DO QUE DEVIA NO ORGANISMO
DEFINA GLUCAGON
HORMNIO CONTRAREGULATORIO A INSULINA
QUAL A FUNÇÃO DO GLUCAGON
AUMENTA A GLICONEOGESE HEPATICA
PACIENTE COM HIPOGLICEMIA GRAVE, FOI FEITO GLUCAGON E AUMENTO DA GLICEMIA.
COMO PROCEDER
ALIMENTAR PRA NAO CAIR E MEDICÇÃO DE 15 EM 15M
EM QUAL TEMPERATURA DEVE SER ARMAZENADA A INSULINA
+2 A +8
O LOCAL DE APLICAÇÃO DE INSULINA DEVE SER RODIZIADO A CADA APLICAÇÃO.
DEFINA LIPOHIPERTROFIA
HIPERTROFIA DA GORDURA NO LOCAL DE APLICAÇÃO DE INSULINA, ATRAPALHA A ABSORÇÃO
EM ALGUNS CASOS, PODE SER FEITO A APLICAÇÃO DE DUAS INSULINAS NA MESMA SERINGA.
EX: 10UI DE INSULINA REGULAR E 5UI DE INSULINA NPH.
COMO DEVE SER FEITO A ASPIRAÇÃO?
ASPIRAR SEMPRE A DE AÇAÃO RAPIDA PRIMEIRO
PODE-SE MISTURAR INSULINAS NA MESMA SERINGA CASO A BASAL SEJA NPH
CITE OS LOCAIS DE APLICAÇÃO DA INSULINA
2 DEDOS DO UMBIGO QQR LUGAR DO BUXO
LATERAL DE BRAÇO, LATERAL DE COXA
PRECISA FAZER PREGA CUTANEA NA APLICAÇÃO DE INSULINA
DEPENDE DO TAMANHO DA AGULHA
NA SERINGA DE INSULINA DE 100UI, QUANTO VALE CADA PALITI NHO
1UI
O CONTROLE GLICEMICO NO DIABETES, TEMOS O TRATAMENTO MEDICAMENTOSO E
MUDANÇA DO ESTILO DE VIDA
A PRIMEIRA LINHA DE TRATAMENTO PARA A DIABETES SÃO AS BIGUANIDAS
QUAL A PRIMEIRA LINHA DA TRATAMENTO PARA A DIABETES?
BIGUANIDAS
CITE UM EXEMPLO DE BIGUANIDA
METFORMINA
A SEGUNDA LINHA DE TRATAMENTO PARA A DIABETES SÃO AS BIGUANIDAS+ ASSOCIAÇÃO AGENTE HIPOGLICEMIANTE QUE ESTIMULA A SECREÇÃO DE INSULINA- OS MAIS UTILIZADOS SAO AS SULFONIUREIAS
QUAL A SEGUNDA LINHA DE TRATAMENTO PARA O DIABETES
BIGUANIDAS + SULFONIUREIAS
O USO DE INSULINAS SÃO AS TERCEIRAS LINHAS DE TRATAMENTO PARA O DIABETES
QUAL A TERCEIRA LINHA DE TRATAMENTO PARA O DIABETES
INSULINAS
AS SULFONIUREIAS E GLINIDAS AUMETAM A SECREÇÃO PANCREATICA DE INSULINA
QUAL O MECANISMO DE AÇÃO DAS SULFONIUREIAS E GLINIDAS
AUMENTAM A SECREÇÃO PANCREATICA DE INSULINA
AS BIGUANIDAS DIMINUEM A GLICONEOGENESE HEPATICA
QUAL O MENISMO DE AÇÃO DAS BIGUANIDAS
DMIMINUEM A GLICONEOGENESE HEPATI9CA
AS GLITAZONAS AUMENTAM A UTILIZAÇÃO DA GLICOSE PERIFÉRICA
QUAL O MECANISMO DE AÇÃO DAS GLITAZONAS
AUMENTAM A UTILIZAÇÃO DA GLICOSE PERIFERICA
NO DM TIPO 2, QUANDO É RECOMENDADO O INICIO DA INSULINOTERAPIA
GLICEMIA >300MG
QUAIS SÃO AS INSULINAS DISPONIVEIS NO SUS
NPH E REGULAR
AS INSULINAS SÃO A 3 LINHA DE TRATAMENTO PARA A DMT2.
COMO DEVE SER ARMAZENADO O FRASCO FECHADO
+2 A +8
AS INSULINAS SÃO A 3 LINHA DE TRATAMENTO PARA A DMT2.
COMO DEVE SER ARMAZENADO O FRASCO ABERRTO
TEMP AMB
QUANDO EU VEJO NEURO EU PENSO EM…
NERVO
A METFORMINA É CONTRAINDICADA PARA PACIENTES COM INSUFICIENCIA RENAL PRONUNCIADA
CITE UMA CONTRAINDICAÇÃO DA METFORMINA
INSUFICIENCIA RENAL PRONUNCIADA
RECOMENDA-SE INCIAR O TRATAMENTO DA DM COM METFORMINA COM DOSES BAIXAS. 500MG OU MEIO COMPRIMIDO 1 OU 2X AO DIA
EXPLIQUE O TRATAMENTO INICAL DA DM COM METFORMINA
500MG OU MEIO COMPRIMIDO 1 A 2 X POR DIA
DIABETICOS QUE ATINGUEM O NIVEL GLICEMICO ADEQUADO COM MONOTERAPIA É PROVAVEL QUE PRECISEM DE ASSOCIAÇÃO NOS PROXIMOS 2 ANOS
QUAIS SAO AS COMPLICAÇÕES AGUDAS MAIS COMUNS DO DIABETES
CETOACIDOSE DIABETICA
SINDROME HIPEROSMOLAR HIPERGLICEMICA NAO CETOTICCA
HIPOGLICEMIA
DEFINA CETOACIDOSE DIABETICA
CAUSADA PELA DEFICIENCIA ABSOLUTA DE INSULINA. GLICEMIA >250MG COM SINTOMAS DE POLIPSIA, POLIURIA,POLIFAGIA,PERDA DE PESO, HIPERVENTILAÇÃO, DESIDRATAÇÃO E ALTERAÇÃO DO ESTADO MENTALÇ
DEFINA
SÍNDROME HIPEROSMOLAR HIPERGLICEMICA NÃO CETÓTICA
HIPERGLICEMIA GRAVE >600 A 800MG
DESIDRATAÇÃO ALTERAÇÃO DO ESTADO MENTAL NA AUSENSIA DE CETOSE.
ACORRE APENAS NA DM 2
A RETINOPATIA DIABETICA É A PRINCIPAL FORMA DE CEGUEIRA IRREVERSIVEL NO BRASIL, NO INICIO É ASSINTOMATICA, MAS AO LONGO DO TEMPO ACABA ACOMETENDO PORTADORES DE DIABETES COM + 20 ANOS DE DOENÇA
/
AS COMPLICAÇÕES CRONICAS DO DM TEM ORIGEM
MICRO E MACROVASCULARES
O PÉ DIABETICO PODE SER CLASSIFICADO DE ACORDO COM O LOCAL DE ORIGEM DA DOENÇA.
NEUROPATICO- VASCULAR OU MISTO
DEFINA PÉ NEUROPATICO
PERDA DA SENSIBILIDADE.
FORMIGAMENTO, SENSAÇÃO DE QUEIMAÇÃO
DEFINA PÉ VASCULAR
GERALMENTE RECELACIONADO A CLAUDICAÇÃO, RUBOR DO PÉ E PALIDEZ A ELEVAÇÃO DO MEMBRO
DEFINA PÉ MISTO
MISTURA DO NEUROPATICO COM VASCULAR
NO PÉ DIABETICO COM INFECCÇÃO INFECÇÃO LEVE.
EXSUDATO PURULENTO E/OU +2 SINAIS DE INFLAMAÇÃO SEM REPERCUÇÃO HEMODINAMICA
CLASSIFICAÇÃO PÉ DIABETICO INFECCÇÃO LEVE
EXSUDATO PURULENTO + DOIS SINAIS DE INFLAMAÇÃO SEM REPERCUSSAO HEMODINAMICA
NO PE DIABETICO COM INFECÇÃO MODERADA.
EXSUDATO PURULENTO + DOIS SINAIS DE INFLAMAÇÃO SEM REPERCUSSÃO HEMODINAMICA
ASSOCIADO A LINGAGITE OU GANGREANA
CLASSIFICAÇÃO PE DIABETICO INFECÇÃO MODERADA
EXSUDATO PURULENTO + 2 SIANMAIS DE INFLAMAÇÃO SEM REPERCUSSSAO HEMODINAMICA ASSOCAIDO A LINGAFITE OU GANGRENA
INFECÇÃO GRAVE ÉQUANDO HA SINAIS DE REPERCUSSAO HEMODINAMICA
INFECÇÃO GRAVE É QUANDOI…
HA SINAIS DE REPERCUSSAO HEMODINAMICA
A AVALIÇÃO DO PÉ DIABETICO CONSISTE EM UMA AVALIÇÃO GERAL, AVALIAÇÃO NEUROLOGICA, AVALIAÇÃO VASCULAR E AVALIAÇÃO DA FERIDA
EM QUE CONSISTE A AVALIÇÃO DO PÉ DIABETICO
AVALIÇÃO GERAL
AVALIAÇÃO NEUROLOGICA
AVALIAÇÃO VASCULÇAR
AVALIAÇÃO DA FERIDA
A AVALIAÇÃO NEUROLOGICA DO PÉ DIABETICO CONSISTE EM 3 PONTOS.
AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE TATIL COM MONOFILAMENTO SEMMS-WEINSTEIN
AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE VIBRATORIA COM DIAPASAO DE 128HZ
AVALIAÇÃO DO REFLEXO TENDINEIO AQUILEU
COM QUE É FEITO A AVALIÇAÕ DE SENSIBILIDADE TATIL NO PE DIABETICO
MONOFILAMENTO DE SEMMS-WEINSTEIN
COM O QUE É FEITO A AVALIÇAÕ DA SENSIBILIDADE VIRBATORIA NO PÉ DIABETICO
DIAPASAO 128HZ
QUAL O TERCEIRO PONTO DA AVALIAÇÃO NEUROLOGIA DO PE DIABETIC
REFLEXO TENDINEO DE AQUILEU
PARA QUE É USADADO O DIAPASÃO DE 128HZ?
AVALIAÇAÕ DA SENSIBILIDADE VIBRATORIA DO PE DIABETICO
PARA QUE É USADO O MONOFILAMENTO DE SEEMS-WEINSTEIN?
AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE TATIL
SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DO PÉ DIABETICO
GRAU 0 : NEUROPATIA AUSENTE
GRAU 1 : NEUROPATIA PRESENTE COM OU SEM DEFORMIDADES
GRAU 2: DOENÇA ARTERIAL PERIFÉRICA COM OU SEM NEUROPATIA PRESENTE
GRAU 3: HISTORIA DE ULCERA E AMPUTAÇÃO
SOBRE A PERIODICIDADE DO ACOMPANHAMENTO
GRAU 0: ANUAL
GRAU 1: 3 A 6 MESES
GRAU 2: 2 A 3 MESES
GRAU 3: 1 A 2 MESE
SOBRE A SENSIBILIDADE TATIL
A SENSIBILIDADE PROTETORA ERSTA PRESENTE QUANDO: 2 DE 3 RESPOSTAS CORRETAS
AUSENTA: 2 DE 3 RESPOSTAS INCORRETAS
SOBRE SENSIBILIDADE VIBRATORIA
PRESENTE: 2 DE 3 RESPOSTAS CORRETAS
NO CASO DE ALTERAÇÃO RECOMENDA-SE A REPETIÇÃO DO TESTE EM LOCAL MAIS PROXIMAL ( MALEOLO OU TUBEROSIDADE PROXIMAL)
SOBRE O REFLEXO TENDINEO AQUILEO
É CONSIDERADO ALTERADO QUANDO A FLEXÃO PLANTAR REFLEXA DO PÉ ESTA AUSENTE OU DIMINUIDA