Cirurgia Flashcards
Descreva o protocolo ACERTO
◦ Adequada informação pré-operatória;
◦ Avaliação perioperatória do status nutricional: recomenda-se realização de triagem nutricional rotineira com adequado suporte nutricional nos pacientes de alto risco, considerando-se estratégias nutricionais multimodais com suplemento protéico-calórico. nutrição enteral, parenteral e dietas imunomoduladoras;
◦ Abreviação do jejum pré-operatório: idealmente com jejum para dieta leve de 6 horas e uso de estratégias de abreviação com soluções de carboidrato até 2 horas da cirurgia em pacientes sem fatores de risco para gastroparesia. - Prática de videolaparoscopia;
◦ Abreviação do jejum pós operatório com realimentação precoce no pós-operatório: em cirurgias tais como colecistectomias, herniorrafias, cirurgias ano-oficiais e outras abordagens sem anastomose, recomenda-se dieta oral branda 3- 12 h após procedimento.
◦ Na realização de anastomose gastrointestinal, advoga-se por dieta líquida em até 24h do pós-operatório,
◦ Redução de fluidos endovenosos: principalmente no intuito de reduzir sobrecarga hídrica;
◦ Prevenção de náuseas e vômitos no pós-operatório: idealmente com uso de procinéticos (como metoclopramida) e antieméticos de resgate (ondansetrona);
◦ Evitar uso de opióides no pós-operatório: uso de opióides se associa com retenção urinária, depressão respiratória e íleo metabólico. O controle analgésico deverá ser feito de maneira escalonada, multimodal e com uso de adjuvantes.
◦ Uso racional de drenos e sondas apenas em cirurgias com > risco de dilatação gástrica ou íleo prolongado:
◦ Estímulo à deambulação ultraprecoce: sempre que possível, tendo em vista que se associa com menor risco de atelectasia, trombose venosa profunda e íleo adinâmico;
◦ Evidência contrária ao preparo mecânico do cólon para operações colônicas convencionais: preparo é responsável pela espoliação dos pacientes, predispondo a desidratação e distúrbios hidroeletrolíticos com maior necessidade de terapia hídrica no pré e no intraoperatório;
◦ Auditoria e reavaliação rotineira dos principais resultados.
Cacacterize os calculos na colelitiase
A colelitíase corresponde à presença de cálculos no interior da via biliar, sendo que estes podem ser amarelos (colesterol), correspondendo a 80%,
pretos (hemólise)
marrons (secundários à colonização bacteriana)
Quais os fatores de risco para colelitiase (6F)
Feminino
Multiparidade (fertile)
Idade >= 40 (Forty)
Obesidade (Fat)
Caucasiana (Fair)
Historia Familiar
Em que pacientes está indicado a colecitectomia eletiva
• Sintomáticos;
◦ Associação com pólipos;
•> 2,5-3 cm;
◦ Vesícula em porcelana;
◦ Anemia hemolítica;
◦ Decisão do paciente.
- DM2
Defina acalasia e seu quadro clinico
A acalásia corresponde a uma patologia em que há perda do peristaltismo esofágico, secundária à destruição do plexo de Auerbach. A causa na maioria das vezes é idiopática, porém sempre deve ser afastado o diagnóstico de megaesôfago chagásico. Observa-se o mecanismo de paralisía flácida do corpo esofágico, associada a hipertonia do esfincter esofágico inferior (EEI) e peristalse aberrante.
Clinicamente paciente pode apresentar disfagia de condução com sólidos e líquidos, regurgitação de alimentos não digeridos, dor torácica (acalásia vigorosa) e pirose, halitose, perda de peso e tosse crônica.
Qual o exame padra ouro para diagnosticos de acalasia
Esofagometria
Descreva a classificação de Chicago para Acalasia
◦ Tipo I (clássica): deglutição não altera a pressão esofágica;
• Tipo ll: deglutição resulta em aumento da pressão que atinge todo corpo esofágico;
◦ Tipo lll (espástica): deglutição desencadeia contrações e espasmos esofágicos precoces e que obliteram a luz do esôfago.
Que estruturas estão contidas no canal inguinal
No homem contém o funículo espermático (artéria do duscto deferente, artéria creamastérica e artéria testicular, plexo v venoso pampiniforme, nervos genitofemoral, simpáticos e parassimpáticos, vasos linfáticos e o ducto deferente) e na mulher o ligamento redondo.
Delimite o canal inguinal
Anterior: Aponeurose do musculo obliquo externo
Posterio: Fascia transversal
Teto: Fascia do trasnversal + musculo obliquo + musculo transverso
Paviemento: ligamento inguinal
Resuma o quadro clinico de Abdome aguda inflamatório, cite exemplos e qual o metodo diagnostico
QD: Insidioso, frequentemente com peritonismo localizado ou difuso.
Exemplos: pendicite, colecistite, diverticulite, pancreatite
Diagnóstico: USG ou TC de ABD
Resuma o quadro clinico de Abdome aguda obstrutivo, cite exemplos e qual o metodo diagnostico
QD: Quadro mais insidioso, com vômitos, distensão, parada de eliminação de flatos e fezes
Ex: Hérnia encarcerada, volvo, neoplasia, bridas, fecaloma
Diag: Rx ou TC
Resuma o quadro clinico de Abdome agudo perfurativo , cite exemplos e qual o metodo diagnostico
Ex: ÚIcera péptica. neoplasia de cólon
QD: Súbito, com peritonismo difuso e pneumoperitônio
D: Rx ou TC
Resuma o quadro clinico de Abdome agudo vascular , cite exemplos e qual o metodo diagnostico
Ex: Embolia arterial ou trombose da artéria mesentérica superior
QD: Dor desproporcional ao exame clínico, com poucos achados
D: AngioTC
Resuma o quadro clinico de Abdome agudo hemorrágico, cite exemplos e qual o metodo diagnostico
Ex: Trauma abdominal contuso, hemangiomas, gravidez ectópica
QD: Súbito, acompanhado de sinais de choque hemorrágico
D: USG ou AngioTC
Medidas preconizadas no Protocolo ERAS para pre-operatório
◦ Orientação do paciente quanto ao procedimento;
◦ Otimização das medicações para comorbidades,
◦ Preparo intestinal para procedimentos intestinais;
◦ Jejum para alimentos pesados de 8 horas;
◦ Jejum para alimentos lever e líquidos são claros de 6 horas;
◦ Jejum para líquidos claros de 2 horas;
◦ Bebida rica em carboidratos (dextromaltose) 2 horas antes do procedimento (opicional)
Medidas preconizadas no Protocolo ERAS para intra-operatório
◦ Profilaxia para tromboembolismo venoso;
◦ Antibioticoprofilaxia;
• Normotermia;
◦ Otimização de fluidos;
◦ Abordagem minimamente invasiva;
◦ Evitar sonda nasogástrica;
• Evitar drenos abdominais ou perineais.
Medidas preconizadas no Protocolo ERAS para pos-operatório
◦ Nutrição enteral se iniciando no 1° PO;
◦ Suplemento calórico 2x/dia;
• Analgesia multimodal;
◦ Regime de antieméticos multimodal;
◦ Retirada precoce de sonda vesical (tipicamente no 1° PO);
• Movimentação precoce.
Quais as fases de cicatrização
1 - Inflamatória
2 - Fibroproliferativa
3 - Maturação
Descreva a fase inflamatória da cicatrização
Fase Inflamatória: Fase que dura do 1 ao 6 dia, sendo caracterizada pelos processos de hemostasia e migração celular. Do 1 ao 2 dia há inicialmente a migração de neutrófilos, enquanto do 3 ao 5 dia há migração de macrófagos, a principal célula desta etapa.
Descreva a fase fibroproliferativa da cictrização
Fase que dura do 7° ao 21° dia, tendo como principal agente OS fibroblastos. Nesta etapa, há formação do tecido de granulação e reepitelização, promovida pelos anexos cutâneos adjacentes; Predomina o colágeno do tipo 3, que posteriormente é reabsorvido.
Descreva a fase de maturação do processo de cicatrização
Fase de maturação ou remodelamento: Fase que dura do 21 dia até o final do 1 ano, sendo caracterizada pelo equilíbrio do colágeno e contração da ferida pela ação dos miofibroblastos. Nesta etapa há uma reorganização das fibras, de forma que a taxa de síntese é a mesma da de degradação, ocorrendo a troca colágeno tipo Ill pelo colágeno tipo I.
QUAL O QUADRO CLINICO SUGESTIVO DE COLELITIASE
DOR ABDOMINAL PÓS ALIMENTAR, EPSÓDICA, COM DURAÇÃO < QUE 6H, ESPECIAMENTE ASSOCIADO A ALIMENTOS GORDUROSOS
QUAL A TRIADE DA FISIOPATOLOGIA DA COLELITIASE
SAIS BILIARES X LECTINA X COLESTEROL, O DESBALANÇO EM QUALQUER UM DESSES COMPONENTES FAVORECE A FORMAÇÃO DE CALCULO
INDICAÇÃO DE CIRURGIA NA COLELITIASE (COLECISTECTOMIA)
• Sintomáticos
• Assintomáticos :
- Drenagem anômala
- Vesícula em porcelana
- Adenoma, pólipos
- Cálculos grandes > 3 cm (pode evoluir para colecistite aguda), micro cálculos (lama biliar pode preceder evolução de pancreatite)
- Doenças hemolíticas, anemia falciforme
-Bypass gástrico
- Jovens (< 50 anos)
- DM, NPT prolongada
TRIADE DE CHARCOT
FEBRE + ICTERICIA + DOR EM HCD
PENTA DE RAYNOLDS
FEBRE + ICTERICIA + DOR HCD + CONFUSÃO MENTAL + HIPOTENSÃO
CRITÉRIOS DE TOKYO PARA COLECISTITE
• A – sinais locais de infl amação -> Murphy +, Dor, rigidez em HCD.
• B – sinais sistêmicos de infl amação -> Febre; Leucocitose; PCR elevado.
• C – imagem compatível -> USG de abdome superior = MELHOR EXAME, vesicula dilatada > 4 cm
Classificação e conduta na colecistite LEVE
• LEVE:
• ASA < III/CCI < 6 (= paciente BOM). Padrão-ouro = colecistectomia por videolaparoscopia. ATB pode ser suspenso após cirurgia
• ASA > III/CCI > 6 (=paciente RUIM). ATB + terapia de suporte (jejum, analgesia, hidratação venosa) e cirurgia tardia. ATB: Ceftriaxone + metronidazol; Alternativa meropenem, tazocin.
Classificação e conduta na colecistite MODERADA
• MODERADA:
• Medidas iniciais: analgesia, ATB (cef+metro), jejum, hidratação
• Resposta inicial boa. ASA < III/CCI < 6 (= paciente BOM). Padrão-ouro = colecistectomia por videolaparoscopia; ASA > III/CCI > 6 (=paciente RUIM). ATB e cirurgia tardia após melhora clínica
• Resposta inicial ruim ou piora clínica: ATB + DRENAR = COLECISTOSTOMIA
Classificação e conduta na colecistite GRAVE
• GRAVE:
• Suporte INTENSIVO = UTI, jejum, hidratação, analgesia, DVA, IOT
• Paciente bom = colecistectomia (mesma lógica da moderada)
• Paciente ruim = drenagem
Qual o principal agente etiologico na colangite
E. COli
Classificação e conduta da Colangite LEVE
LEVE:
• Sem nenhum critério positivo.
• ATB + suporte + drenagem em 24/48 horas.
Classificação e conduta da Colangite MODERADA
• Moderada:
• Leucócitos > 12.000 células/mm3 ou < 4.000 células/mm3;
• Febre > 39 °C;
• Idade > 75 anos;
• Bilirrubina total > 5 mg/dL;
• Hipoalbuminemia.
• Conduta: ATB + suporte + Drenagem imediata.
Classificação e conduta da Colangite GRAVE
• Grave:
Disfunção orgânica:
• Cardiovascular = uso de drogas vasoativas;
• Neurológico = rebaixamento do nível de consciência;
• Renal = Cr > 2 mg/dl;
• Hepática = INR > 1,5;
• Pulmonar
• Coagulopatia
•CONDUTA: Drenagem conforme etiologia: se cálculo faz CPRE, em tumores pode-se passar prótese ou drenagem transparieto-hepático (DTPH).• Conforme altura da obstrução, etiologia e disponibilidade do serviço;• Sempre resolver a causa base após manejo inicial• Colecistectomia (72h a 14 dias ou após 2 meses);• Cirurgia;• Prótese.
Critérios de Tokyo para Colangite
• Critérios de Tokyo, 2018;
A – sinais sistêmicos de infl amação: Febre > 38 °C, calafrios; Leucocitose.
B – colestase: Bilirrubina > 2 mg/dL; TGO, TGP, FA, GGT elevadas.
C – imagem compatível: Dilatação de vias biliares; etiologia visível.
Quais os principais agentes etilogicos relacionados a apendicite
Fragilis e E. Coli
O que se avalia no score de alvorado e qual sua interpretação
Atributo Pontuação
Dor migratória no quadrante inferior direito 1
Anorexia 1
Náusea ou vômito 1
Dor no quadrante inferior direito 2
Descompressão brusca positiva no quadrante inferior direito 1
Temperatura > 38 °C 1
Leucocitose 10000 a 18000 2
Total 9
Interpretação: se < 4 = alta
se 4-6 = exames complementares
se > 6 = cirurgia
Quando uma hérnia é considerada gigante
quando o orifício herniário é superior a 15cm.
Definição de hernia com perda de domicilio
quando há relação entre volume do saco herniário e cavidade abdominal > 25%
Classificação de Nyhus
TIPO 1
indireta com anatomia normal do anel inguinal interno.
Classificação de Nyhus
TIPO 2
Hérnia
indireta com dilatação do anel inguinal interno (> 2cm)
Classificação de Nyhus
TIPO 3 A
Hérnia
com defeito na parede posterior:
Direta;
Classificação de Nyhus
TIPO 3 B
Hérnia
com defeito na parede posterior:
Indireta;
Classificação de Nyhus
TIPO 3 C
Hérnia
com defeito na parede posterior:
Femoral
Classificação de Nyhus
TIPO 4
Hérnia recidivada
Descreva o manejo no trauma colorretal
lesão < = 50%
Lesão < 50% da prevenção = desbridamento e ráfia primária
Descreva o manejo no trauma colorretal
lesão > 50%
Lesão > 50% da prevenção = ressecção e anastomose primária, sem colostomia de proteção
Descreva o manejo no trauma colorretal
Quando está contraindicado anastomose primária
- comorbidades significativas,
- > 6 unidades de transfusão de sangue,
- choque,
- atraso na operação (> 4 a 6 horas)
- contaminação fecal pesada
Conduta é ressecar e fazer uma colostomia (Hartmann, fístula mucosa).
Quais os vasos indicados para acesso venosos central
V, Femoral, v. subclávia D e v. Jugular interna
Descreva o trigono de sedillot
A veia jugular interna é um sítio de punção central muito realizado, Ela localiza-se de forma MEDIAL à artéria carótida, e o local de mais fácil acesso a esse vaso é no vértice superior do triângulo de Sedillot formado pelas duas cabeças do músculo esternocleidomastoideo (clavicular e esternal) e a borda clavicular
Como é feito o acesso venoso central na jugular interna
O ponto anatômico está no pescoço, no vértice da união dos ramos esternal e clavicular do músculo esternocleidomastóideo (vértice do triângulo de Sedillot), onde se realiza a punção com a agulha em 30° de angulação em direção ao mamilo ipsilateral.
Como é feito o acesso venoso central na subclávia
A punção da veia subclávia é feita na junção do terço proximal com os dois distais, no bordo inferior da clavícula com angulação da agulha em 45° em direção ao manúbrio esternal. Apesar de tecnicamente acessível, permite maiores possibilidades de complicações pulmonares (como hemo e pneumotórax, além de hidrotórax no caso de punção à esquerda) do que ao se puncionar a veia jugular interna. Porém, comporta menores taxas de complicações relacionadas à infecção.
Como é feito o acesso venoso central na femoral
É uma opção principalmente para dispositivos como cateteres de hemodiálise, porém pode ser utilizada para os mesmos fins das outras posições. Na prega inguinal a artéria femoral é lateral e a veia femoral é medial. Palpa-se a artéria, medialmente punciona-se a veia e faz-se a introdução pela mesma técnica de Seldinger.
Descreva a tecnica de Técnica de Seldinger
- Posicionamento do paciente:
Veia Jugular Interna e Veia Subclávia: Cabeça rotacionada 45º para o lado contralateral ao da punção + Posição de Trendeleburg (pernas mais elevadas do que a cabeça)
Veia Femoral: Cabeceira elevada a 15º + leve flexão e rotação lateral da coxa. - Realizar a punção de acordo com os referenciais anatômicos da veia central a ser puncionada;
- Introduzir lentamente a agulha em aspiração contínua até refluir sangue;
- Retirar a seringa e inserir o fio-guia com a ponta em “J” direcionada para baixo;
- Usar o dilatador para aumentar o orifício e facilitar a inserção do cateter. Lembrar de segurar o fio-guia durante a inserção do cateter para não perdê-lo dentro da vaso;
- Após inserção do cateter, retirar o fio-guia e acoplar o equipo;
- Realizar Teste de Perviedade: colocar a bolsa de soro abaixo do nível do átrio direito, o que deve provocar refluxo de sangue até o equipo de soro;
- Fixar o cateter na pele com pontos simples;
- Curativo: gaze + esparadrapo;
- Solicitar radiografia de tórax para confirmar posicionamento adequado.
Qual o principal efeito colateral da metformina
Acidose latica
Descreva a gastrectomia Billroth 1
Billroth I: Gastrectomia parcial com anstomose gastroduodenal termino-terminal
Descreva a gastrectomia Billroth 2
Billroth II: Gastrectomia parcial com encerramento do coto duodenal seguido de anastomose gastrojejunal
Qual o marcador com melhor acurácia diagnóstica para desnutrição recente
pré-albumina
Descreva a vascularização do estomago
A irrigação arterial do estômago é feita por ramos do tronco celíaco (gastrica E, Esplênica, Hepatica comum), incluindo:
- Artéria gástrica esquerda, que se origina diretamente do tronco celíaco
- Artéria gástrica direita, que se origina da artéria hepática comum
- Artéria esplênica, que dá origem às artérias gástricas curtas e à artéria gastromental esquerda
- Artéria gastroduodenal, que se origina da artéria hepática comum e vasculariza a parte pilórica
Descreva a vascularização do intestino grosso
O intestino grosso é vascularizado pelas artérias mesentéricas superior e inferior, que fornecem sangue arterial a esta parte do sistema digestório:
- Artéria mesentérica superior
Irriga o ceco, apêndice, cólon ascendente e os dois terços proximais do cólon transverso. A artéria ileocólica, cólica direita e cólica média são ramos principais desta artéria.
- Artéria mesentérica inferior
Irriga o cólon descendente e sigmóide. A artéria cólica esquerda e sigmóide são ramos desta artéria.
Descreva a vascularização do intestino delgado
O duodeno é irrigado por artérias do tronco celíaco, como a artéria gastroduodenal e a artéria pancreaticoduodenal superior, e pela artéria pancreaticoduodenal inferior, um ramo da artéria mesentérica superior. O jejuno e o íleo são irrigados por ramos da artéria mesentérica superior, conhecidos como artérias jejunais e ileais.
Classificação de colecistite:
Grau I (LEVE)
Paciente saudavel, sem disfunções
Classificação de colecistite:
Grau II (Moderado)
Leucocitose > 18.000
Massa palpavel e sensivel em HCD
Sintomas a mais de 48H
Infecção loacal acentuada
Classificação de colecistite:
Grau III (GRAVE)
Disfunção organica
Hipotensão
RNC
Relação PO2 FO2 < 300
CR > 2
INR > 1.5
Plaquetas < 100.000
Trauma abdominal penetrante:
Zona I de Kudsk-Sheldon - qual a abordagem
Zona I representa a região de epigastro e mesogastro
SEMPRE EXPLORAR
Trauma abdominal penetrante:
Zona II de Kudsk-Sheldon - qual a abordagem
Zona II corresponde a Hipocondrio D e E e flacos D e E
So explora se hematoma em expansão ou falha no tratamento
Trauma abdominal penetrante:
Zona III de Kudsk-Sheldon - qual a abordagem
Zona III corresponde ao fossas iliaas e hipogastro
Não se explora, o manejo é semelhante ao trauma pelvico
Choque Hemorragico grau I
- < 750 ml de sangue
- Volume < 15%
- FC < 100
- FR 14-20
- PA Normal
- debito urinário > 30
- Ansioso
- Se necessário Cristaloide
Choque Hemorragico grau II
- 750-1500 ml de sangue
- Volume 15-30%
- FC > 100
- FR 20-30
- PA Normal
- debito urinário 30-20 ml/h
- Ansioso/letargico
- Cristaloide
Choque Hemorragico grau III
- 1500-2000 ml de sangue
- Volume 30-40%
- FC > 120
- FR 30-40
- PA reduzida
- debito urinário 15-05 ml/h
- Ansioso/confuso
- Cristaloide/Sangue
Choque Hemorragico grau IV
- > 2000 ml de sangue
- Volume >40%
- FC > 140
- FR > 35
- PA reduzida
- debito urinário < 05 ml/h
- letargico/confuso
- Cristaloide/Sangue
Qual a triade letal do trauma
acidose metabolica + hipotermia + coagulopatia
Qual a indicação do uso de transamin no trauma
Trauma com suspeita de sangramento com até 3 horas do inicio do evento + FC > 110 + PAS < 90
Qual a dose de transamin usada no trauma
1 g em boulos + 1 g de 8/8h
Qual a triade de Cushing no TCE
Bradicardia + bradipneia + hipotensão
Schock Index: como calcular e interpretar
IC= FC/PAS, se > 0,8 necessita de protocolo de tranfusão maciça
Score ABC no truama: como calcular e interpretar
Trauma penetrante
Fast positivo
PAS<= 90
FC>=120
> = 2 pontos grande chante de PTM
O que é protocolo de tranfusao maciça
é quando fazemos 04 bolsas em 1h ou 10 bolsas em 24h
Porporção do concentrado de hemacias
1:1:1 (2:1:1 mais atual)
Composição do Ringer Lactato (solução de hartmann)
Sódio (130mmol/L), Potássio (4,0mmol/L), Cálcio (3,0mmol/L), Cloro (109mmol/L) e Lactato (28mmol/L).
Composição do Ringer simples
Sódio (147mmol/L), Potássio (4,0mmol/L), Cálcio (4,0mmol/L), Cloro (156mmol/L)
Composição do Soro fisiologico
Sódio (154mmol/L), Cloro (154mmol/L)
Composição do Plasma Lyte
Sódio 140 mEq/L
Potássio 5 mEq/L
Magnésio 3 mEq/L
Cloreto 98 mEq/L
Acetato 27 mEq/L
Gliconato 23 mEq/L
quais fatores preditivos são considerados desfavoráveis para o fechamento espontâneo das fístulas enterocutâneas
Obstrução distal,
Débito maior que 500 mL/24 horas,
Origem jejunal ou ileal
Inflamação
Infecção
Os nutrientes absorvidos em cada parte do intestino delgado são:
Duodeno
Duodeno: A primeira porção do intestino delgado, responsável por iniciar o processo de absorção, especialmente de nutrientes que requerem pH alcalino. Nele, são absorvidos:
Ferro
Cálcio (principalmente)
Magnésio
Vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K)
Ácido fólico
Os nutrientes absorvidos em cada parte do intestino delgado são:
Jejuno
Jejuno: É a parte intermediária e o principal local de absorção no intestino delgado, onde ocorre a maior parte da digestão e absorção de:
Carboidratos (glicose e outros açúcares)
Proteínas (aminoácidos)
Lipídios (ácidos graxos e monoglicerídeos)
Vitaminas hidrossolúveis, como a vitamina C e complexo B (B1, B2, B6)
Minerais, incluindo cálcio e fósforo
Ácido fólico (continuação da absorção)
Os nutrientes absorvidos em cada parte do intestino delgado são:
Ileo
Íleo: A porção final do intestino delgado, responsável por absorver nutrientes que ainda não foram captados nas partes anteriores e substâncias específicas:
Vitamina B12 (necessita do fator intrínseco para ser absorvida)
Sais biliares, que são reciclados e retornam ao fígado (circulação êntero-hepática)
Água e eletrólitos (como sódio e potássio), que ajudam na manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico
Score de BISAP
- BUN > 25 (UREIA >53)
- NIVEL DE CONSCIENCIA
- SIRS (2 CRITERIOS)
- AGE (IDADE > 60)
- DERRAME PLEURAL
CRITERIOS DE RANSON PANCREATITE ALCOOLICA
ADMISSÃO
- IDADE > 55
- LEUCO > 16.000
- LDH > 350
- AST > 250
- GLICEMIA > 200
CRITERIOS DE RANSON PANCREATITE ALCOOLICA
> 48h
- QUEDA DO HEMATROCRITO > 10%
- AUMENTO DA BUN > 5 MG-DL
- CALCIO < 8
- PO2 < 60
- DEFICIT DE BASES > 4
- PERDA DE LIQUIDOS > 6
CRITERIOS DE RANSON PANCREATITE BILIAR
ADMISSÃO
- IDADE > 70
- LEUCO > 18.000
- LDH > 250
- AST > 250
- GLICEMIA > 220
CRITERIOS DE RANSON PANCREATITE BILIAR
> 48h
- QUEDA DO HEMATROCRITO > 10%
- AUMENTO DA BUN > 2 MG-DL
- CALCIO < 8
- PO2 < 60
- DEFICIT DE BASES > 5
- PERDA DE LIQUIDOS > 4
INTERPRETE O RESULTADO DO SCORE DE RANSON
Os critérios de Ranson podem ser interpretados de acordo com a pontuação, sendo 0 e 2 representa 2% de mortalidade, 3 e 4, apresenta 15% de mortalidade, entre 5 e 6 aumenta para 40% e por fim entre 7 e 8 pontos podendo chegar a até 100% de mortalidade
COMO FAZER O DIAGNÓSTICO DE PANCREATITE AGUDA
Critérios diagnostico: Dois ou mais dos itens a seguir:
- Clínica: ANAMNESE e EXAME FÍSICO: dor em faixa + náuseas e vômitos + SIRS (febre, taquicardia, taquipneia, hipotensão, dessaturação, oliguria, rebaixamento nível de consciência);
- EXAME LABORATORIAL: elevação das enzimas pancreáticas > 3x o limite superior normal (lipase e amilase);
- IMAGEM: tomografia= edema do pâncreas, borramento gordura peripancreatica; pode visualizar ainda complicações como coleções liquidas/liquido livre e necrose;
QUANDO OPERAR A PANCREATITE
SEMPRE
PANCREATITE LEVE
Pancreatite leve: sem alterações orgânicas e sem complicações.
PANCREATITE MODERADA
Pancreatite moderada: apresenta disfunção orgânica <48h, podendo ter ou não complicações.
PANCREATITE GRAVE
Pancreatite grave: apresenta disfunção orgânica >48h, com envolvimento de um ou mais órgãos.
De acordo com as recentes diretrizes do manejo da pancreatite aguda (PA), são consideradas recomendações nível IA de evidência
1) Antibióticos profiláticos em pacientes com PA não estão associados a uma diminuição significativa na mortalidade ou morbidade. Assim, antibióticos profiláticos de rotina não são mais recomendados para todos os pacientes com pancreatite aguda.
2) Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) de rotina em PA por cálculos biliares não é indicada.
3) Na necrose pancreática infectada, a drenagem percutânea como primeira linha de tratamento (abordagem step-up) retarda o tratamento cirúrgico para um momento mais favorável, ou mesmo resulta na resolução completa da infecção em 25-60% dos pacientes e é recomendada como primeira linha de tratamento.
4) A colecistectomia laparoscópica durante a internação é recomendada na PA leve por cálculos biliares.
5) Na ausência de cálculos biliares ou história significativa de uso de álcool, os níveis séricos de triglicérides e cálcio devem ser medidos. Níveis séricos de triglicerídeos acima de 1000 mg/dl indicam a hipertrigliceridemia como causa da PA.
Classificaçao de Hinchey e Wasvary 2015
0
Espessamento da parede cólica - antibiotico
Classificaçao de Hinchey e Wasvary 2015
1.a
Flegmão, inflamação pericolica confinada - ATB
Classificaçao de Hinchey e Wasvary 2015
1.b
Abcesso pericolico - ATB
Classificaçao de Hinchey e Wasvary 2015
2
Abcesso intraabdominal ou retroperitoneal - ATB + Drenagem
Classificaçao de Hinchey e Wasvary 2015
3
Peritonite purulenta - ATB + cirurgia
Classificaçao de Hinchey e Wasvary 2015
4
Peritonite fecaloide - ATB + cirurgia a Hartmann
Quais são os homonios contrareguladores da insulina
glucagon, cortisol, catecolaminas
Classificação de lauren de CA gastrico
Difuso ou Intestinal
Ca gastrico intestinal, caracteristicas
- bem diferenciado
- Tumores distais
- Mais prevalente em homens
- associado a mutações no P53
- disseminação hematogenica
- FR: H. pylori, gastrite atrofica, metaplaisa intestinal
- sem atrofia
Ca gastrico difuso, caracteristicas
- Indiferneciado
- Mais prevalente em mulheres
- Tumores proximais
- FR: tipo snaguineo A
- mutação na e-caderina
Clasificação de Borrmann para CA gastrico avançado
Borrmann 1
Lesão polipoide
Clasificação de Borrmann para CA gastrico avançado
Borrmann 2
Lesão ulcerada
Clasificação de Borrmann para CA gastrico avançado
Borrmann 3
Ulcera infiltrativa
Clasificação de Borrmann para CA gastrico avançado
Borrmann 4
Difuso
Tratamento padrão ouro para CA gastrico avançado
Gastrectomia + Linfadenectomia D2 (15 linfonodos) + anastomose
Quais os tipos mais prevalentes de CA de esofago
CEC (proximais) e Adenocarnicoma (distais)
Fator de risco para CA de esofago do Tipo CEC
Tabagismo, etilismo, acalasia
Fator de risco para CA de esofago do Tipo Adenocarcinoma
DRGE e uso de bifosfonados
Classificação de Siewert do CA de esofago
S1
de +1 até +5 acima do nivel 0 = CA distal (adenocarcinoma) - tratamento esofagectomia em 3 campos
Classificação de Siewert do CA de esofago
S2
de +1 até -2 abaixo do nivel 0 = CA distal (adenocarcinoma de cardia) - tratamento esofagectomia em 3 campos ou gastrectomia total
Classificação de Siewert do CA de esofago
S3
de -2 até -5 abaixo do nivel 0 = CA distal (adenocarcinoma) - tratamento gastrectomia total in D2
Quando é indicado a cirrugia de Whipple
Em CA de cabeça de pancreas
Gastroduodenopancreatectomica
Sobre o tratamento de ulceras perfuradas:
Qual o padrão outro
Laparoscopia ou laparotomia com rafia usando patch de graham, se ulceras > 3 cm opata-se pela gastrectomia
Qual o principal patogeno relacionado a infecção de CVC
Estafilococo coagulase negativo (epidermidis)
Escalas preditoras de via aerea dificil para laringoscopia
Classificação de Mallampati
CLASSIFICAÇÃO DE CORMACK-LEHANE
LEMON
Qual o Pentágono da Via aérea Difícil
CRASH / LEMON / ROMAN / RODS / SMART
Via aerea
LEMON
Ele prediz a dificuldade de visualização da fenda glótica durante a laringoscopia.
L: olhe (look) externamente
E: avalie (evaluate) com a regra 3-3-2
M: mallampati
O: obstrução / obesidade
N: mobilidade cervical (neck)
Via aerea
ROMAN
Mnemônico ROMAN: dificuldade de ventilação com bolsa válvula máscara. Ele prediz a dificuldade de ventilação, principalmente de resgate, com uso de bolsa válvula máscara
R: radiação / restrição
O: obesidade / obstrução / apneia obstrutiva do sono
M: vedação da mascara / mallampati / sexo masculino
A: idade (age)
N: nenhum dente
Via aerea
RODS
Ele prediz a dificuldade de ventilação com dispositivos extraglóticos, que hoje no DE podem ser utilizados como alternativa a intubação traqueal, em casos selecionado, e também em situação de resgate a via aérea ao invés da tradicional bolsa válvula máscara.
R: restrição
O: obstrução / obesidade
D: distorção ou rompimento da via aérea
S: distância tireomentoniana curta (short)
Via aerea
SMART
Mnemônico SMART: dificuldade na cricotireotomia
Prediz dificuldade para realização da cricotireotomia
S: cirurgia (surgery) recente ou não
M: massa
A: acesso / anatomia
R: radiação (e outras deformidades ou fibrose)
T: tumor
Via aerea
CRASH
CRASH Prediz dificuldade no manejo da via aérea, independente da presença de preditores anatômicos. Além de exigir intervenção, no sentido de otimizar o paciente, antes do manejo dessa via aérea.
C: consumption increase (aumento do consumo)
R: right ventricular failure (insuficiência de ventrículo direito)
A: acidosis (acidose metabólica)
S: saturation (saturação)
H: hipotension (hipotensão)
Via aerea
classificação de Mallampati
A classificação de Mallampati é uma ferramenta para avaliar a acomodação da língua na boca e prever a dificuldade de intubação oral. A classificação é feita em quatro classes, de I a IV, e é baseada na quantidade de abertura da boca e no tamanho da língua:
I - Palato mole, úvula, pilares amigdalianos e fauce
II - Palato mole, úvula e fauce
III - Palato mole e base da úvula
IV - Apenas o palato duro
Via aerea
classificação de CORMACK-LEHANE
A classificação de Cormack-Lehane é um sistema de graduação que descreve a visualização da laringe durante uma laringoscopia direta. Ela é dividida em quatro graus, de acordo com as estruturas que são visíveis:
Grau I: A glote está bem visível, com as cordas vocais completamente visíveis
Grau II: Apenas a parte posterior da glote é visualizada, ou seja, apenas as aritenoides
Grau III: Somente a epiglote é visível, e nenhuma parte da glote é visível
Grau IV: Nem a epiglote, nem a glote podem ser visualizadas
Os graus 3 e 4 são consideradas difíceis.
Qual o protocolo quimioterápico utilizado no tratamento do câncer de pâncreas avançado
FOLFIRINOX
FOL – ácido folínico, um derivado de vitamina B
F – fluorouracila, um análogo da pirimidina
IRIN – Irinotecano, um inibidor da topoisomerase
OX – oxaliplatina, um agente antineoplásico platino
Qual o protocolo quimioterápico utilizado no tratamento do câncer de gastrico
FLOT 4 -> Cirurgia -> FLOT 4
FLOT 4 é o uso por 4 meses dos quimioterapicos (Fluorouracil, Leucovorin, Oxaliplatina e Taxano)
Em quais estruturas a maior ocorrencia de sindrome compartimental
Perna e antebraço
Se erro no pocedimento cirurgico qual estrutura anatomica lesada e compliação:
Fundoplicatura a Nissen
Fundoplicatura a Nissen; lesão do nervo vago; RETARDO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO.
A identificação do nervo vago anterior e posterior na fundoplicatura a Nissen (válvula de 360º) é passo importante desta cirurgia. Caso seja lesionado, ele leva a RETARDO DO ESVAZIAMENTO GÁSTRICO, com possível gastroparesia.
Se erro no pocedimento cirurgico qual estrutura anatomica lesada e compliação:
Esplenectomia
Esplenectomia; lesão dos vasos gástricos curtos; necrose do fundo gástrico.
A lesão dos vasos gástricos curtos, que são ramos da arteria esplenica, pode levar a necrose da PEQUENA CURVATURA E FUNDO GÁSTRICO.
Se erro no pocedimento cirurgico qual estrutura anatomica lesada e compliação:
Esofagectomia trans-hiatal
Esofagectomia trans-hiatal; lesão do nervo laríngeo recorrente; rouquidão;
O nervo laríngeo recorrente é responsável pela inervação motora das cordas vocais. A lesão unilateral do nervo pode levar a rouquidão e a lesão bilateral pode levar a paralisia das cordas vocais e insuficiência respiratória, com necessidade de traquestomia.
Se erro no pocedimento cirurgico qual estrutura anatomica lesada e compliação:
Retossigmoidectomia
Retossigmoidectomia; lesão do plexo hipogástrico; ejaculação retrógrada.
A lesão do plexo hipogástrico resulta em aumento do tônus da bexiga, ejaculação retrógrada e dispareunia.
Qual a função do nervo Ílio-hipogástrico
O nervo ílio-hipogástrico se divide em ramos cutâneo anterior, que dá sensibilidade a região hipogástrica, e o ramo cutâneo lateral, que dá sensibilidade a região glútea.
Qual a função do nervo ílio-inguinal
O nervo ílio-inguinal dá sensibilidade a coxa proximal e medial, monte do púbis e grande lábios, no sexo feminino, e raiz do pênis e parte superior do escroto, no sexo masculino.
Qual a função do nervo genitofemoral
O nervo genitofemoral dá sensibilidade para os grande lábios e escroto, pelo seu ramo genital, e face superior e medial da coxa, pelo seu ramo femoral.
Qual a função do nervo cutâneo femoral lateral
O nervo cutâneo femoral lateral dá sensibilidade para a porção ântero-lateral da coxa.
Qual a função do nervo pudendo
O nervo pudendo é o principal nervo da região perineal. Ele fornece sensibilidade para a genitália externa de ambos os sexos e da pele ao redor do ânus e períneo.
Quais nervos passam dentro do canal inguinal
Ramo genital do genitofemoral e ílio-inguinal
OBS: O nervo Ílio-hipogástrico passa proximo ao canal inguinal
Quais as 3 principais complicaçoes da ulcera peptica
São 3 as complicações esperadas: hemorragia, perfuração e estenose.
O que é a sindrome de Zollinger-Ellison
Zollinger-Ellison né uma síndrome clínica caracterizada por múltiplas úlceras pépticas refratárias, provocadas por um tumor produtor de gastrina (gastrinoma) que mantém o paciente num estado de hipercloridria permanente, por isso surgem as úlceras.
Os sinais de alarme da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) são:
Sangramento gastrointestinal
Anemia ferropriva
Anorexia
Perda de peso não explicada
Disfagia, ou seja, dificuldade para engolir
Odinofagia
Vômitos persistentes
Histórico familiar de câncer gástrico em parente de primeiro grau
>40 anos
Quais os sintomas tipicos de DGRE
Pirose
Regurgitação
Sintomas atipicos de DGRE
Dor de garganta, rouquidão, tosse ou sensação de nó na garganta
Tosse seca, principalmente à noite
Dor retroesternal de origem não cardíaca, que pode ser relatada como uma sensação de “bola na garganta”
Halitose, aftas, asma e pneumonias de repetição
Qual o padrao ouro para diagnostico de DGRE
Phmetria
Quando está indicado EDA no DGRE
Na presença de sinais de alarme
Qual o paciente ideal para se indicar ressecção cirúrgica de hepatocarcinoma?
Os pacientes com tumores únicos, Child A e boa reserva funcional hepática, sem hipertensão porta, são os principais candidatos ao tratamento com hepatectomia. Em tumores localizados no lobo esquerdo, a ressecção é menos extensa, com menor risco de complicações.
Em seu famoso livro ““O século dos Cirurgiões””, Jürgen Thorwald descreve um período no qual a evolução da ciência cirúrgica vivenciou uma revolução. Assinale a alternativa que descreve o século do qual estamos falando e as principais conquistas que provocaram essa revolução.
Século XIX/ técnicas de assepsia, antissepsia e anestesia geral
Os locais de acometimento de fraturas de alta energia
- Fraturas luxações de coluna vertebral.
- Fraturas da bacia de tipos específicos (como livro aberto).
- Fraturas de diáfise de fêmur.
- Fratura luxação do quadril.
- Fraturas do planalto tibial de tipos específicos (com Schatzker 5 e 6).
- Fraturas de escápula.
Quais neoplasias com o câncer colorretal hereditário não poliposo (HNPCC) - Sindrome de Lynch
é uma doença hereditária que aumenta o risco de desenvolver vários tipos de câncer:
Câncer de cólon
Câncer de útero
Câncer de estômago
Câncer de pele
Câncer de trato urinário
Câncer de pâncreas
Câncer de árvore biliar
Câncer de vesícula biliar
Câncer de intestino delgado
Câncer de cérebro
Quais genes relacionadas a Sindrome de Lynch
MLH1, MSH2, MSH6 ou PMS2, que afetam o sistema de reparo do DNA
Qual gene relacionado ao cancer gastrico
E-caderina (CDH1)
Qual gene relacionado ao cancer de colon
Receptor TGF-β
Qual gene relacionado ao Neurofibrossarcoma
NF-1
Qual gene relacionado ao Tumor de Wilms
WT-1
Qual gene relacionado ao Retinoblastoma
Rb
Sintomas de hipocortisolismo
Os sintomas de hipocortisolismo, ou seja, de baixa produção de cortisol, incluem:
Cansaço, fadiga e falta de energia
Dor nas articulações e músculos
Infecções frequentes
Febre baixa
Anemia
Falta de apetite
Pressão baixa
Dificuldade para acordar pela manhã
Oscilações de energia ao longo do dia
Apatia
Triade de Riegler
conjunto de sinais que indicam a presença de íleo biliar, uma condição rara de obstrução intestinal causada por cálculos biliares, é composta por:
- obstrução intestinal
- Pneumobilia ou aerobilia
- calculo em ileo terminal
Sinais de Pneumoperitoneo
- Sinal de jobert: timpanismo a percussão hepática
- Sianl de Riegler: Realce acentuado das paredes intestinais pelo ar
- Sinal de Kudelec: Ar interposto entre o figado e o diafragma
Ulceras gastricas
Qual parede esta mais relacionada a hemorragia
Parede posterior
Ulceras gastricas
Qual parede esta mais relacionada a perfuração
FURADA
Parede Anterior
Contraindicação a cricotireoidostomia
< 12 anos
Fratura de laringe
Classificação de Rezende Mascarenhas de acalasia
Grau I
Grau I: < 4cm, calibre aparentemente normal, trânsito lento, surtos de ondas terciárias, pouca retenção
Classificação de Rezende Mascarenhas de acalasia
Grau II
Grupo II: 4-7cm, pequeno aumento do calibre, retenção de contraste, ondas terciárias frequentes
Classificação de Rezende Mascarenhas de acalasia
Grau III
Grupo III: 7-10cm, grande aumento de diâmetro, aperistalse, hipotonia do EIE e grande retenção
Classificação de Rezende Mascarenhas de acalasia
Grau IV
Grupo IV: > 10cm, dolicomegaesôfago, grande retenção, dobra-se sobre o diafragma
O que é o sinal de Virchow
O linfonodo de Virchow, também conhecido como sinal de Troisier, é um aumento visível do linfonodo supraclavicular esquerdo. Este sinal está associado a tumores abdominais, como gástricos, ovarianos, testiculares e renais.
Sinal da irmâ Maria José
O sinal da Irmã Maria José, também conhecido como nódulo da Irmã Maria José (NIMJ), é um nódulo palpável na região umbilical que pode ser um sinal de câncer avançado, neoplasia intra-abdominal ou pelvica
Sinal da prateleira de Blumer
A prateleira de Blumer é um sinal de metástase que pode ser palpado durante um exame retal ou vaginal. Trata-se de uma massa palpável no fudo de saco de douglas que indica que o câncer se espalhou para o peritônio na região pélvica.
O que é o divertículo de Zenker
O divertículo de Zenker é uma doença rara do trato digestivo superior que se caracteriza por uma herniação da mucosa da faringe, sendo um diverticulo falso. A herniação acontece através do triangulo de Killian. É o diverticulo esofagico mais frequente.
Como diagnosticar o divertículo de Zenker
Esofagograma baritado
Classificação de Forrest para ulceras pepticas hemorragicas
TIPO I
Forrest I: Sangramento ativo, com maior risco de ressangramento
Forrest 1A: Sangramento arterial em jato
Forrest 1B: Sangramento lento (“babando”)
Classificação de Forrest para ulceras pepticas hemorragicas
TIPO II
Forrest II: Sinais de sangramento recente
Forrest 2A: Vaso visível sem sangramento
Forrest 2B: Coágulo aderido
Forrest 2C: Hematina na base da úlcera
Classificação de Forrest para ulceras pepticas hemorragicas
TIPO III
Forrest III: Úlceras sem sinais de sangramento, com menor risco de ressangramento. Úlcera não sangrante com leito limpo.
Qual a principal causa de hemorragia digestiva baixa
Doença diverticular
Qual a principal causa de hemorragia digestiva alta
Úlcera péptica
Quais os fatores de risco para Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica
Idade ≥60 anos
Síndrome da angústia respiratória aguda
Doença pulmonar obstrutiva crônica ou outra doença pulmonar subjacente
Coma ou alterações da consciência
Nível de albumina sérica <2,2 g/dL
Queimaduras, trauma
Transfusão sanguínea
Falência de órgãos
Posição supina
Aspiração gástrica de grande volume
Sinusite
Imunossupressão
Ventilação mecânica prolongada
Zonas do retroperitônio
ZONA I
- Zona 1:
É a a zona central, que vai do diafragma até a bifurcação da aorta, contendo as seguintes estruturas: aorta, veia cava inferior, origem dos vasos renais, porção do duodeno e pâncreas;
Zonas do retroperitônio
ZONA II
- Zona 2:
É uma zona lateral e superior, lateralmente inicia na área perirrenal e vai até a linha branca de Toldt, contendo as seguintes estruturas: adrenais, rins, vasos renais, ureteres, cólon ascendente e descendente;
Zonas do retroperitônio
ZONA III
- Zona 3:
Região abaixo da bifurcação aórtica, contendo: vasos ilíacos, ureter distal, colon sigmóide e reto.
Descreva a vascularização do esofago
ESOFAGO CERVICAL
Esôfago cervical:
- Irrigação arterial:
Artéria tireoidiana inferior, que é um ramo do tronco tireocervical, originado da artéria subclávia.
- Drenagem venosa:
Veias esofágicas que drenam para a veia tireoidiana inferior, conectando-se à veia braquiocefálica.
Descreva a vascularização do esofago
ESOFAGO TORACICO
Esôfago torácico:
- Irrigação arterial:
Artérias brônquicas, ramos da aorta torácica ou das artérias intercostais.
Artérias esofágicas, que emergem diretamente da aorta torácica.
- Drenagem venosa:
Veias esofágicas que drenam para:
Veia ázigo (lado direito).
Veia hemiázigo e hemiázigo acessória (lado esquerdo).
Estas veias formam conexões importantes com o sistema porta através das veias gástricas.
Descreva a vascularização do esofago
ESOFAGO ABDOMINAL
Esôfago abdominal:
- Irrigação arterial:
Artéria gástrica esquerda, que é um ramo do tronco celíaco.
Artéria frênica inferior esquerda, também originada do tronco celíaco.
- Drenagem venosa:
Veias que drenam para:
Veia gástrica esquerda (tributária da veia porta).
Veias esofágicas inferiores, que estabelecem conexões porto-sistêmicas importantes, especialmente em condições de hipertensão portal.
QUANTO A CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS, DEFINA:
CIRURGIA LIMPA:
Cirurgia realizada em condições assépticas, sem entrada no trato respiratório, gastrointestinal, geniturinário ou biliar. Não há sinais de inflamação ou infecção local, nem violação da técnica cirúrgica.
Conduta:
Profilaxia antibiótica geralmente não indicada, exceto quando próteses ou materiais implantáveis são utilizados.
Risco de infecção: Menor que 2%.
QUANTO A CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS, DEFINA:
CIRURGIA POTENCIALMENTE CONTAMINADA:
Cirurgia em que há entrada controlada no trato respiratório, gastrointestinal, geniturinário ou biliar, sem contaminação significativa (ou seja, sem extravasamento de conteúdo).
Exemplos: Colecistectomia sem bile infectada, apendicectomia em apêndice sem ruptura.
Conduta:
Profilaxia antibiótica geralmente indicada para reduzir o risco de infecção.
Risco de infecção: Entre 5% e 10%.
QUANTO A CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS, DEFINA:
CIRURGIA CONTAMINADA:
Cirurgia em que há violação significativa de técnicas assépticas, trauma aberto recente (menos de 6 horas) ou contaminação macroscópica de tecidos por material infeccioso. Pode haver inflamação não purulenta no local da cirurgia.
Exemplos: Apendicite com perfuração, feridas traumáticas recentes.
Conduta:
Profilaxia antibiótica obrigatória e medidas rigorosas de controle de contaminação.
Risco de infecção: Entre 15% e 20%.
QUANTO A CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS, DEFINA:
CIRURGIA INFECTADA:
Cirurgia em tecido já infectado, com presença de secreção purulenta, tecido necrótico ou feridas traumáticas com mais de 6 horas ou com material contaminante evidente.
Exemplos: Drenagem de abscessos, laparotomia em peritonite purulenta.
Conduta:
Terapia antimicrobiana indicada (profilaxia não se aplica), além do controle do foco infeccioso.
Risco de infecção: Superior a 30%.
QUAIS OS AGENTES ETIOLÓGICOS CAUSAM INFECÇÃO FULMINANTE PÓS ESPLENECTOMIA:
Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae tipo b e Neisseria meningitidis.
Para evitar a infecção fulminante após a esplenectomia, os pacientes candidatos a essa operação devem ser vacinados:
2 A 4 semanas antes do procedimento.
Quais as principais complicações da pancreatite ?
- Necrose pancreática infectada
- Pancreatite necrosante
- Insuficiência de órgãos
- Pseudocisto pancreático
- Pseudocisto pancreático
A prova de Brodie-Trendelemburg permite:
Avaliar a função das válvulas venosas dos membros inferiores.
A gangrena sinérgica de Meleney é causada por:
A gangrena sinérgica de Meleney é uma infecção necrosante rara e grave, também conhecida como gangrena sinérgica bacteriana progressiva. A infecção tipicamente ocorre após cirurgias abdominais ou traumáticas, com a participação de dois principais agentes:
Associação de S.aureus com estreptococos microaerófilos.
A tríade A de icterícia, vesícula biliar distendida e a ausência de dor abdominal, correspondem a que sinal e são indicativos de que ?
O fenômeno de Courvoisier, sendo indicativo de tumor de cabeça de pancreas.
Descreva a Colecistite enfisematosa
É uma forma grave de colecistite caracterizada pela presença de gás na parede da vesícula biliar, frequentemente associada a infecções por organismos anaeróbios, especialmente em pacientes diabéticos. Os sintomas incluem dor no hipocôndrio direito, febre e sinais de inflamação, e a TC confirma a presença de ar na parede da vesícula biliar.
Confirma-se Síndrome Carcinóide de maneira mais segura quando encontra-se elevada excreção urinária nas 24h de:
O diagnóstico da síndrome carcinoide é confirmado pela elevação do ácido 5-hidroxiindolacético (5-HIAA) na urina de 24 horas. O 5-HIAA é o principal metabólito da serotonina, que é produzida em excesso nesses tumores. A excreção elevada de 5-HIAA é um marcador confiável da atividade da síndrome carcinoide.
Vítima de contusão em região epigástrica faz radiografia de tórax que revela derrame pleural, pneumomediastino e ausência de fraturas de arcos costais. O diagnóstico
mais provável é:
Ruptura do esôfago
Paciente apresenta sangramento retal indilor + sinal de digitais do polegar na região de colon descendente no raio-x
Colite isquemica
Polipos adenomatosos tem alto risco de serem malignos
Verdadeiro ou falso
Verdadeiro
Sindrome de horner é caracterizada por tumores em que região
tumores de sulco superior do apice pulmonar (TUMORES DE PANCOAST, OU PANCOAST-TOBIAS) são neoplasias localizadas no SULCO PLEUROPULMONAR APICAL. que comprimem o GÂNGLIO ESTRELADO
Que camadas histológicas compõem um divertículo colônico típico?
Mucosa e submucosa (pseudodivertículo)
Que mecanismo leva ao desenvolvimento da diverticulite aguda?
Obstrução do divertículo → ↑bactérias → inflamação → ↑pressão →isquemia e microperfuração
Qual é a faixa etária típica da diverticulose colônica?
Aumenta com a idade (especialmente > 50-60 anos)
Qual é a apresentação clínica típica da diverticulite aguda?
Dor em FIE,
náusea/vômito,
febre baixa
alteração do hábito intestinal
Diagnóstico provável:
homem de 72 anos + dor em FIE + vômitos + febre baixa + alteração do hábito intestinal
Diverticulite aguda
Qual é a complicação mais comum da diverticulite aguda?
Abscesso diverticular
Qual é o tipo de fístula mais comum resultante de complicação da diverticulite aguda?
Fístulas colovesicais (65% dos casos)
Qual é a principal causa de fístula colovesical?
Diverticulite aguda (65-79%)
Que exame diagnóstico é contraindicado na fase aguda da diverticulite?
Colonoscopia.
Qual é o exame de imagem padrão-ouro para o diagnóstico
de diverticulite aguda?
TC de abdome com contraste
Qual é o exame indicado após o tratamento agudo de diverticulite aguda?
Colonoscopia após 6-8 semanas para descartar neoplasia de cólon
O que é o estágio I da diverticulite aguda (classificação de Hinchey)?
Abscesso mesentérico ou pericólico pequeno, confinado
O que é o estágio II da diverticulite aguda (Hinchey)?
Abscesso pélvico bloqueado
O que é o estágio III da diverticulite aguda (Hinchey)?
Peritonite purulenta generalizada
O que é o estágio IV da diverticulite aguda (Hinchey)?
Peritonite fecal generalizada
Qual é a cobertura antibiótica indicada na diverticulite aguda?
Gram-negativos + anaeróbios (p. ex. ceftriaxona + metronidazol)
Qual é o tratamento da diverticulite não complicada sem abscesso?
Suporte clínico + antibióticos
Qual é o tratamento da diverticulite com abscesso
pericólico confinado ao mesentério (Hinchey IB)?
- Abscesso < 4 cm: suporte clínico + antibióticos;
- Abscesso ≥ 4 cm: drenagem percutânea + antibióticos +
suporte clínico.
Qual é o tratamento da diverticulite com abscesso pélvico à distância (Hinchey II)
- Abscesso < 4 cm: suporte clínico + antibióticos;
- Abscesso ≥ 4 cm: drenagem percutânea + antibióticos +
suporte clínico.
Qual é o tratamento da diverticulite aguda com peritonite purulenta (Hinchey III)?
Laparotomia com cirurgia de Hartmann.
Qual é o tratamento da diverticulite com peritonite
fecal (Hinchey IV)
Laparotomia com cirurgia
de Hartmann
Quais são as indicações de cirurgia eletiva após um quadro
de diverticulite aguda?
- Diverticulite crônica (sintomas persistentes);
- Episódio único de diverticulite complicada;
- Imunossuprimidos.
Quais o principais fatores de risco para CA de pancreas ?
Os fatores de risco mais importantes incluem
tabagismo
histórico familiar
diabetes
obesidade
pancreatite crônica
> 60 anos
sexo masculino
Resumo do REMIT
Resposta Endócrina:
Aumento de hormônios de estresse (cortisol, adrenalina).
Mobilização de energia e controle do metabolismo.
Aumento da glicose sanguínea.
Resposta Metabólica:
Hipermetabolismo.
Catabolismo proteico e lipídico.
Mobilização de glicose e alteração nos líquidos e eletrólitos.
Resposta Imunológica:
Inflamação aguda e ativação do sistema imunológico.
Resposta inflamatória generalizada (SIRS).
Potencial imunossupressão em traumas graves, com aumento do risco de infecção.
O que estende-se por consolidação óssea primária
A consolidação óssea primária refere-se à cicatrização do osso sem a formação de calo ósseo, e ocorre quando há estabilidade absoluta no local da fratura.
O que estende-se por consolidação óssea secundária
A consolidação óssea secundária refere-se à cicatrização do osso com a formação de calo ósseo, e ocorre quando há estabilidade relativa no local da fratura.
Qual a manifestação mais comum e precoce do
adenocarcinoma retal.
Sangramento
Defina hemotorax maciço
Acumulo de volume > 1.500ml
Acumulo de liquido >= 1/3 o volume do torax
Quando indicar toracotomia no hemotorax
Sangramento inicial é > 1.500 mL
Sangramento é > 200 mL/hora durante > 2 a 4 horas e causa comprometimento respiratório ou hemodinâmico ou a necessidade de hemotransfusões repetidas.
Descreva a sindrome de Bouveret
A síndrome de Bouveret contempla o conjunto de sinais e sintomas decorrentes da obstrução do estômago distal ou duodeno causada por grandes cálculos biliares impactados. É uma condição rara, também precedida pela formação de uma fístula que permite a passagem do cálculo para o trato gastrointestinal.
Descreva a sindrome de Boerhaave
A síndrome de Boerhaave corresponde à perfuração espontânea do esôfago, observada em 90 a 95% dos casos no esôfago distal, decorrente do aumento súbito da pressão intraesofágica, gerado pelo esforço do vômito contra o esfíncter superior fechado
Descreva o quadro clássico de Ileo Biliar
A obstrução intestinal mecânica provocada por um cálculo biliar que migrou através de uma fístula colecistoentérica espontânea chamamos de ÍLEO BILIAR. Os pacientes apresentam-se clinicamente com quadro de obstrução mecânica do intestino delgado (distensão abdominal e vomitos). No rx apresenta nivel hidroareo com ausencia de gas no reto e distensão de alças abdominais. Na tc aerobilia.