Tuberculose Flashcards
Apenas 10% dos casos de tuberculose ocasionam …
Doença primária
Doença primária: típica de …, clínica com …, radiografia de tórax com …, transmissão …bacilífera, tendo como complicação ..
- Crianças
- Pneumonia arrastada não responsiva a ATB
- Adenopatia hilar unilateral
- Paucibacilífera
- TB miliar (< 2 anos, imunodeprimidos, não vacinados)
Doença pós-primária: típica de …, clínica com …, radiografia de tórax com …, transmissão …bacilífera, tendo como complicação ..
- Adolescentes e adultos jovens
- Tosse ≥ 3 semanas (qualquer tempo para vulneráveis)
- Cavitação em lobos superiores
- Bacilífera
- Bola fúngica (Aspergillus) → hemoptise
Diagnóstico de tuberculose em ≥ 10 anos
2/3: iniciar tratamento
1. Clínica
2. Radiografia de tórax
3. Escarro
Diagnóstico bacteriológico de tuberculose pelo escarro
- Teste rápido molecular (TRM-TB): 1 amostra, resultado em 2h, resistência à “R”
- Baciloscopia (BAAR): se TRM-TB indisponível (≥ 2 amostras em dias diferentes)
- Cultura: dúvida, TRM-TB (+) ou vulnerável*
*Indígena, morador de rua, profissional de saúde, PVHIV
Diagnóstico de tuberculose em < 10 anos
Sistema de pontuação: ≥ 40 pontos, tratar
- Clínica, radiografia de tórax e contato de TB: 15
- Prova tuberculínica e desnutrição: 5
Forma mais comum de tuberculose extrapulmonar no 🇧🇷
Pleural
Características do líquido na tuberculose pleural
- Amarelo citrino
- Exsudato
- Glicose baixa
- ADA > 40 U/L
- Predomínio de mononucleares (linfócitos e macrófagos, mas inicialmente, PMN)
Se alterações presentes, TRATAR
Diagnóstico padrão-ouro de tuberculose pleural
Biópsia pleural
BAAR (< 5%) e cultura (< 40%)
Forma mais sequelante de tuberculose
Meníngea
- Crianças não vacinadas e imunodeprimidas
Características do liquor na tuberculose meníngea
- Hiperproteinorraquia
- Glicose baixa (< 2/3 glicemia)
- Mononucleares
Tuberculose meníngea cursa com clínica subaguda, cefaleia …, …falia e acometimento de …
- Cefaleia leve
- Hidrocefalia
- VI par craniano
Forma extra-pulmonar mais comum de tuberculose na PVHIV
Ganglionar
Esquema básico de tratamento da tuberculose
RIPE por 6 meses (2 RIPE + 4 RI)
Esquema básico de tratamento da tuberculose < 10 anos
RIP por 6 meses (2 RIP + 4 RI)
- Não usar “E” pelo risco de neurite óptica
Esquema de tratamento para tuberculose meníngea/osteoarticular
RIPE por 12 meses (2 RIPE + 10 RI)
- Observação: corticoide por 1-3 meses na meningite
Acompanhamento do tratamento de tuberculose com baciloscopias … ou, no mínimo, aos … meses
TDO com baciloscopias mensais ou, no mínimo, aos 2 - 4 - 6 meses
Efeitos adversos da Rifampicina
”Rifampiscina” = gripe
- Gripe
- Alergia (NIA)
- Citopenia
- Suor e urina laranjas
Medicamentos do esquema RIPE que causam intolerância gástrica
Rifampicina, Isoniazida e Pirazinamida
Efeitos adversos da Isoniazida
Neuropatia periférica (Piridoxina ou B6) → fazer reposição
Efeitos adversos da Pirazinamida
Hiperuricemia (gota = “Pingo”) → NÃO é um impedimento ao uso
Efeitos adversos do Etambutol
”Etambutolho”
- Neurite óptica
Drogas do esquema RIPE causadoras de hepatotoxicidade em ordem decrescente
Pirazinamida > Isoniazida > Rifampicina
Na hepatotoxicidade, suspender RIPE por … dias se … e reintroduzir na ordem … em 3-7 dias
30 dias
- Icterícia
- ⬆️ AST/ALT 2x LSN + sintomas
- ⬆️ 5x LSN
RE → I → P
Na hepatotoxicidade, se o paciente não melhorar após suspensão dos fármacos, usar o esquema de tratamento com …
Capreomicina, Etambutol e Levofloxacino
Investigação de pacientes contactantes sintomáticos ou assintomáticos
Avaliação clínica + radiografia
- Sintomático: investigar adoecimento
-
Assintomático: infecção latente
- PT ≥ 5 mm: tratar infecção latente
- PT < 5 mm: não infectado? → repetir em 8 semanas
Escolha de tratamento do paciente contactante com PT ≥ 5 mm
Escolha
- Isoniazida + Rifapentina: 3 meses
Alternativas
- Isoniazida: 9-12 meses (‘Isoninezida”)
- Rifampicina: 4-6 meses (“Rifampisix”)
Conduta no RN contactante de bacilífero
- Não vacinar com BCG ao nascer
-
Rifampicina ou Isoniazida por 3 meses
- PT < 5 mm: BCG + suspender I ou R
- PT ≥ 5 mm: I por 3 meses ou R por 1 mês
Ao diagnóstico de tuberculose, o paciente deve ser IMEDIATAMENTE submetido à pesquisa de …
Anti-HIV
Local mais comum de acometimento da tuberculose no tubo digestivo
Íleo distal
- No sistema genital feminino são as tubas; no masculino, o epidídimo
Tratamento do paciente com PT ≥ 5 mm com Rifampicina
- < 10 anos
- > 50 anos
- Hepatopatia
- Intolerância à Isoniazida
V ou F
Pacientes com tuberculose, uma vez tratados, adquirem imunidade, não havendo a possibilidade de reinfecção, apenas de reativação
Falso
Mesmo após o tratamento e a cura, ninguém fica com anticorpos e com imunidade, havendo a possibilidade de se infectar novamente, o que é chamado de reinfecção
V ou F
A tuberculose pode ser causada por qualquer uma das sete espécies que integram o complexo Mycobacterium tuberculosis (M. tuberculosis, M. bovis, M. africanum, M. canetti, M. microti, M. pinnipedi e M. caprae); entretanto, do ponto de vista sanitário, a espécie mais importante é a M. tuberculosis
Verdadeiro
Lesão ulcerovegetante em cavidade oral com pontos hemorrágicos, tosse crônica e infiltrado peri-hilar simétrico são sugestivos de …
Paracoccidioidomicose
- Diagnóstico pela visualização de leveduras com parede celular birrefringente com brotamentos e aspecto de “roda de leme” ou em “cabeça de Mickey Mouse”
De modo geral, a melhor forma de diagnosticar tuberculose extrapulmonar é por meio de …; no caso da tuberculose pleural, a positividade da baciloscopia e da cultura são …
Biópsia da região afetada
Baixas (< 5% e < 15%)
Uma vez iniciado o tratamento, é fundamental a realização de baciloscopia mensal nos casos de TB pulmonar, esperando-se sua negativação em …; caso positiva ao final do 2º mês de tratamento, deve-se …
- 2 semanas
- Solicitar cultura para micobactéria com teste de sensibilidade, prolongando fase de ataque (RHZE) por mais 30 dias
V ou F
Em < 10 anos, a PT é utilizada tanto para o diagnóstico de ILTB quanto para o de TB ativa
Verdadeiro
V ou F
O TRM-TB pode ser usado para dar diagnóstico de reinfecção
Falso
Prova tuberculínica é feita pela inoculação intradérmica de 2 UT na face anterior do antebraço, sendo a leitura feita em … horas
48-72h
- Observação: IGRA é mais específico que o PPD
Em pacientes com melhora clínica, considera-se que deixam de ser infectantes após … dias de tratamento com RIPE
15 dias
V ou F
Todo paciente com ILTB deve ser tratado
Falso, apenas em casos selecionados como, por exemplo, história de contato com alguém com TB doença ou infecção pelo HIV
Paracoccidioidomicose: apresentações clínicas clássicas
- Aguda / Subaguda (juvenil): adenomegalia generalizada, hepatoesplenomegalia, adenite supurativa
- Crônica (adulto): 90% dos casos, com sintomas pulmonares e lesões mucosas - avaliação com Rx de tórax sempre
Paciente com relato de ecoturismo recente, sintomas como febre, astenia, cefaleia, mialgia associados à tosse seca e dispneia com radiografia de tórax mostrando infiltrados focais e linfadenopatia mediastinal ou hilar
Histoplasmose
- Manifestações sistêmicas reativas como eritema nodoso, conjuntivite, artrite podem ocorrer
- Tratatamento não é necessário nos assintomáticos ou se sintomas regredirem < 4 semanas (se não: Itraconazol)
O IGRA tem acurácia e valores preditivos comparáveis à PT; no entanto, não deve ser realizado em < … anos
2 anos
Critérios de abandono do tratamento da ILTB: … meses sem Rifampicina (consecutivos ou não); … meses sem Isoniazida (consecutivos ou não); … doses sem Rifapentina + Isoniazida (consecutivas ou não)
2 meses
3 meses
3 doses
Principal vantagem do IGRA em relação ao PPD
Não sofre influência pela imunização prévia com a BCG
Forma extrapulonar mais comum em HIV + e crianças
Ganglionar
Conforme uma atualização de 2024, pacientes com idade … meses - … anos com formas não graves podem ser tratados por … meses (… RIPE + … RI)
3 meses - 16 anos
- 4 meses (2 RIPE + 2 RI)