Cardio Flashcards

1
Q

O que é importante e provavel de relacionar na anamnese de cardio?

A
  • idade: crianças e jovens com anomlia congenita ou febre reumatica, 20 a 50 anos HAS ou Chagas, +50 é DAC
  • sexo: estenose e prolapso de mitral é mais comum em mulher jovem
    -raça: HAS é mais comum em negros
  • profissão: estresse da mais HAS e cardiopatia isquemica
  • local: Chagas
  • antecendentes: infecções estreptococicas e reumatica
  • familiar
  • habitos de vida: tabagismo, sendentarismo, alcolismo
    -$$: febre reumatica é maia comum em baixa renda
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2
Q

Quais os principais sinais e sintomas do sistema cardiovascular?

A

Dor torácica
Dispneia
Palpitações
Tosse e expectoração: devido congestão pulmonar na IC E
Hemoptise
Alterações no sono
Desmaio (lipotimia (pré sincope) e síncope)
Cianose
Edema: cardio, hepatico ou renal
Astenia
Posição de cócoras: melhora retorna venoso

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3
Q

Quais as características da dor torácica angionosa?

A

Localização: Não pontual, geralmente paciente faz um aperto com a mão. Acima do umbigo até e abaixo da mandibula

Caracteristica: opressão, queimação ou mal estar toracico

Intensidade: leve, moderada ou grave

Duração: dura ate 5 min (angina estavel), 10-20 min (instavel) ou horas (infarto)

Fatores: exercicio fisico, esforço, uso de vasodilatores, repouso

Sinal de Levine!

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4
Q

Quais as classificações da dor toracica?

A
  • Tipo A (definitivamente anginosa): dor/desconforto retroesternal ou precordial, geralmente precipitada pelo esforço, podendo irradiar para ombro, mandíbula ou face interna do braço, com duração de alguns minutos, e aliviada pelo repouso ou nitrato em menos de 10 minutos

-Tipo B (provavelmente anginosa): maioria das característica da dor Tipo A

-Tipo C (provavelmente não anginosa): poucas características da dor Tipo A

-Tipo D (definitivamente não anginosa): nenhuma característica da dor anginosa, mesmo se localizada em região precordial ou retroesternal

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5
Q

Quais os tipos de dispneia?

A
  • subjetiva: dificuldade respiratória sentida pelo paciente
  • objetiva: o que visto objetivamente; aceleração dos movimentos respiratórios (taquipneia) e participação ativa da musculatura acessória da respiração (músculos do pescoço na inspiração e músculos abdominais na
    expiração).
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6
Q

Qual a classificação funcional de uma IC?

A
  • Classe I: ausência de sintomas durante as atividades cotidianas
  • Classe II: sintomas em atividades cotidianas (“esforços habituais”)
  • Classe III: sintomas em atividades menos intensas que as cotidianas (“pequenos esforços”).
  • Classe IV: sintomas em repouso ou durante mínimos esforços (ex: falar)
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7
Q

Qual a diferença entre ortopenia e dispneia paroxistica do sono (DPN)?

A
  • Ortopneia: dispneia ao deitar e melhora ao sentar ou ficar em pé. Acontece pq na posição supina há aumento do retorno venoso para o coração, o que sobrecarrega VE disfuncional e leva à congestão pulmonar. Sintoma tipico ICC E.
  • DPN: paciente dorme mas é acordado “sufocado” pela dispneia e precisa sentar, melhorando em 15/30min. Sobrecarga volemica resultante da reabsorção dos edemas graviatcionais. Associado a edema periferico, noctúria. Pode ter broncoespasmo, “asma cardiaca” e edema agudo de pulmão.
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8
Q

Quais os tipos de cianose? O que é fenômeno de Raynaud?

A

– Cianose central: resulta de shunts direita-esquerda ou por deficiência da função pulmonar.

– Cianose periférica: resulta de vasoconstrição secundária a
baixo débito ou exposição ao frio.

– Cianose mista: quando se associa mecanismos da cianose central e da periférica (Ex.: ICC grave)

– Cianose por alterações da hemoglobina: alterações bioquímicas que impedem a fixação do oxigênio. Surge pela inalação ou ingestão de substâncias tóxicas que contêm
nitritos, fenacetina, sulfanilamida, anilinas.

Fenomeno de Raynaud: cianose concentrada nas maos

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9
Q

O que é o precórdio? Como avaliá-lo?

A

É a zona de projeção do coração sobre a parede anterior do tórax. Precisa aviá-lo por meio da inspeção e palpação (abaulamentos, analise do ictus cordis, batimentos ou movimentos visiveis e pesquisa de fremito).

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10
Q

Quais as caracteristicas do ictus cordis normal?

A
  • Localização: 4°- 5o EIE, linha hemiclavicular
  • Extensão: 2 cm (1 ou 2 polpas digitais)
  • Duração: não se estende por toda a sístole, geralmente ocupa 1/3 da sístole (< 2/3 da sístole)
  • Amplitude: pequena (não eleva a ponta do dedo, nem oferece resistência à palpação)
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11
Q

Quais as bulhas cardíacas?

A

Fisiológicas:
- B1: fechamento das valvulas atrioventriculares (tricuspide e mitral), depois vem a sístole
- B2: fechamento das valvulas aortica e pulmonar, despois vem a diástole

Patológica:
- B3: vibrações da parede ventricular subitamente distentida durante enchimento ventricular rapido, alta complascencia ventricular (dilatação), protodiastolico
- B4: brusca desacerelação do fluxo sanguineo, sobrecarga de pressão, telediastolico ou pre sistolico

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12
Q

Quais os desdobramentos de B2?

A

Fisiologico: Ocorre na inspiração devido ao aumento do retorno venoso, retardando o fechamento da valva pulmonar. VISTO APENAS NA INSPIRAÇÃO

Patologico:
- fixo: problema no ejeção lado D (BRD ou CIV), VISTO TANTO NA INSPIRAÇÃO QUANTO EXPIRAÇÃO
- paradoxal: problema na ejeção do lado E (BRE ou estenose aortica grave), VISTO SÓ NA EXPIRAÇÃO, pq na inspiração o desdobramento fisiológico da ejeção do lado D faz com que a válvula pulmonar tb atrase

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13
Q

O que são clicks ou estalidos e quais os tipos

A

São ruídos transitórios, com timbre que lembra um estalido de curta duração, de alta frequência, agudos e intensos

Tipos:
- ruidos de ejeção ou clicks protossitolicos: alta freq, mais audiveis com diafragma, diferencial com desdobramento de B1

  • click mesosistolico e telessistolico: prolapso de valva mitral, alta freq, seco, agudo, mais audivel com diafragma,
  • estalido de abertura mitral (EAM): estenose mitral, visto na diastole, diferencial com desdobramento de B2
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14
Q

O que sao sopros cardiacos e como classificá-lo

A

Sopros são sons mais prolongados,
que surgem pelo turbilhonamento do sangue, causados pelo aumento do fluxo, fluxo anterógrado, retrógrado…

Classificar e avaliar:
- Intensidade: grau I. II, III, IV, V, VI
- Frequencia: alta, media ou baixa
- Qualidade: suave, aspirativo, áspero ou rude, suflar, musical
- Fase no ciclo cardíaco: sistólico, diastólico ou contínuo
- Configuração: crescendo, decrescendo, crescendo-decrescendo, platô
- localização e irradiação

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15
Q

Como é a classificação de Levine

A

Grau I = ouvido com muito esforço e concentração;
Grau II= identificado rapidamente por um observador experiente, apesar de pouco intenso;
Grau III = de moderada intensidade, facilmente audível;
Grau IV = forte intensidade, audível com aposição completa do estetoscópio sobre o tórax;
Grau V = forte intensidade, audível com aposição parcial do estetoscópio sobre o tórax;
Grau VI = muito intenso, pode ser audível mesmo quando o estetoscópio não está em

contato direto com a parede do tórax.

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16
Q

Como é a denominação da localização dos fenômenos estetoacústicos

A
  • Proto: terço inicial
  • Meso: terço médio
  • Tele: terço final
  • Holo: toda a duração

ex: protossitólico, mesodiastólico…

17
Q

Quais as manobras e como elas afetam os sopros

A
  • expiração e decubito semilateral E: aumento sopro na mitral
  • inspiração (Rivero-carvallo): aumenta sopro lado D
  • mudança subita de posição ortostatica para agachado: aument sopro lado estenose E e defeito septo ventricular
  • mudança subita posição agachada para ortostática
  • exercicio isometrico: aumenta sopro lado iinsuficiencia E e defeito spto-ventricular
18
Q

Quais os tipos de sopros inocentes

A
  • Sopro de Still: crianças em idade escolar, sopro musical, baixa freq, na BEE, 3 ou 4 espaço intercostal, posição suina e exercício físico
  • Sopro pulmonar: criança entre 8 e 14 anos, pectus escavatum, dorso reto ou cifoescoliose, 2 ou 3 EIE
  • Sopro supraclavicular: crinça e adole, arco aortico e braquiocefalicos, sentado
  • Zumbido venoso: criança 3 a 8 anos,fluxo turbulento das veias jugulares, subclavias e braquiocefalicas com VCS, sentado
19
Q

Quais os principais sopros sitolicos

A
  • estenose aortica: sopro mesossistolico aspero na base, desdobramento paradoxal de B2, pode ter B4, sentado com torax para frente, apneia, irradiação para pescoço e borda esternal E
  • estenose pulmonar: sopro mesossistolico rude na base, desdobramento de B2, Pode ter B4, manobra de Rivero-Carvallo, irradiação para BEE baixa e em direção ao ombro e pescoço E
  • insuficiencia ou regurgitamento mitral: sopro holossistolico, suave ou aspero, nao altera com a inspiração, pode ter B3, agachado, exercicio ou decubito semilateral E piora
  • insuficiencia ou regurgitamento tricuspide: sopro holossistolico foco tricuspide, nao tem irradiação, manobra de rivero carvallo, pode ter B3
  • defeito do septo interventricular: sopro holossistolico BEE inferior, desdobramento fisiologico de B2, pode ter B3
20
Q

Quais os sopros diastolicos

A
  • regurgitação ou insuficiência aortica: sopro protodiastolico, irradiação para apice ou BED, decrescente, sentado, apneia, cocoras, exercicio, sopro de Austin Flint
  • regusgitação ou insuficiencia pulmonar: sopro protodiastolico
  • estenose mitral: sopro mesodiastólico, debito simlateral E e expiração, apice cardiaco
  • estenose tricuspide: sopro mesodiasólico
21
Q

Quais os sinais de insuficiencia aortica

A

Principais sinais periféricos na regurgitação aórtica:
- Pulso em martelo d’água (Corrigan): Pulso arterial forte e colapsante, típico da insuficiência aórtica grave.
- Dança das artérias: Pulsação visível nas artérias periféricas.
- Sinal de Musset: Movimento rítmico da cabeça sincronizado com os batimentos cardíacos.
- Sinal de Müller: Pulsação visível da úvula.
- Sinal de Minervini: Pulsação percebida na base da língua.
- Sinal de Landolfi: Pulsação alternada das pupilas.
- Sinal de Quincke: Pulsação dos capilares subungueais (visível ao pressionar a unha).
- Sinal de Traube: Ruídos sistólicos e diastólicos audíveis na artéria femoral quando levemente comprimida.
- Sinal de Duroziez:
- Sopro sistólico quando a artéria femoral é comprimida proximalmente.
- Sopro diastólico quando comprimida distalmente.

22
Q

Qual a causa mais comum de sopro contínuo

A

Persistência do canal arterial (PAS)