Aula 3. Flashcards
Para que servem os sistemas de informação em saúde
importante ferramenta para que gestores e
profissionais possam calcular seus indicadores, essenciais para o planejamento de ações e serviços mais contextualizados à realidade local das comunidades, municípios ou outros conglomerados populacionais.
O que é sistema de informação em saúde
mecanismo de coleta, processamento, análise e transmissão da informação necessária para se planejar, organizar, operar e avaliar os serviços de saúde.
Transformação de um dado em informação exige:
Análise;
Divulgação;
Recomendações para a ação.
Principal função do SIS
Organizar a produção de informações compatíveis com as necessidades dos diferentes níveis, garantido uma avaliação permanente das ações executadas e do impacto destas sobre a situação de saúde.
Assessorar o desenvolvimento de sistemas voltados para as especificidades das diferentes unidades operacionais do sistema de saúde.
Contribuir para o desenvolvimento dos profissionais de saúde para a construção de uma consciência em epidemiologia
O sistema de informação a saúde deve produzir indicadores capazes de medir a:
eficiência: utilização dos recursos disponíveis da melhor maneira possível, no menor tempo possível e com menor custo, evitando “desperdícios”
Eficácia: por meio das ações produzidas, alcançar os
melhores resultados possíveis, principalmente em relação à cobertura (número de pessoas atendidas) e à concentração (número de ações oferecidas a cada pessoa)
Efetividade: obter transformações concretas na situação de saúde, coerentes com os objetivos propostos pela gestão.
Eficiencia, tipos básicos de indicadores e tipos de análises que podem ser realizadas
Eficácia, tipos básicos de indicadores e tipos de análises que podem ser realizadas
Efetividade, tipos básicos de indicadores e tipos de análises que podem ser realizadas
Efetividade, tipos básicos de indicadores e tipos de análises que podem ser realizadas
Sistema e Informação sobre mortalidade
Permite acessar dados e causas de morte em todo br
contém informações sobre as características de
pessoa, tempo e lugar, condições de óbito, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas
Coleta de dados por meio da declaração de Óbito
Situações em que se emite a DO
Todos os obitos
Quando criança morre logo após nascer
No onto fetal se a gestação teve duração igual ou superior a 20 semanas, ou feto com peso igual ou inferior a 25cm
Situações nas quais não se emite a DO
Caracteristicas da DO
Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos
o sistema responsável pelo registro de nascidos vivos.
Tem como instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Nascido Vivo (DN) emissão, é de competência do Ministério da Saúde.
Tanto a emissão da DN como o seu registro em cartório são realizados no município de ocorrência do nascimento.
Quando o nascimento ocorre em domicício sem assistência de profissional de saúde
Deve ser preenchida nos hospitais e outras instituições de saúde que realizam partos e nos cartórios de registro civil, na presença de duas testemunhas
Contrução de quais indicadores a partir da DNV
Proporção de nascidos vivos de baixo peso;
Proporção de nascimentos prematuros;
Proporção de partos hospitalares;
proporção de nascidos vivos por faixa
etária da mãe;
Valores do índice Apgar no primeiro e quinto minutos;
Número de consultas de pré-natal realizadas para cada nascido vivo.
Sistema de Informação de Agravos de
Notificação
notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória,
Estados e municipios devem incluir outros problemas regionalmente importantes
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), objetivo
coletar, transmiti e disseminar dados gerados
rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, para apoiar o processo de investigação e dar subsídios à análise das informações de vigilância epidemiológica das doenças de notificação compulsória.
Para inclusão de novas doenças, quais aspectos devem ser considerados?
Magnitude – aplicável a doenças de elevada frequência, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos
potenciais de vida perdidos.
Potencial de disseminação – representado pelo elevado poder de transmissão da doença, através de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva.
Severidade: medida por taxas de letalidade, de
hospitalização e de sequelas.
Relevância social: avaliada, subjetivamente, pelo
valor imputado pela sociedade à ocorrência da
doença, e que se manifesta pela sensação de medo,
de repulsa ou de indignação.
Relevância econômica: avaliada por prejuízos
decorrentes de restrições comerciais, redução da
força de trabalho, absenteísmo escolar e laboral,
custos assistenciais e previdenciários.
Vulnerabilidade – medida pela disponibilidade concreta de instrumentos específicos de prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre indivíduos e coletividades
A utilização efetiva dos dados do Sinan
permite a realização do diagnóstico dinâmico da ocorrência de um evento na população, podendo fornecer subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas.