Pâncreas Flashcards
Vasos que apresentam íntima relação com o pâncreas
Posteriormente, veia esplênica se junta à mesentérica superior para formar a veia porta
Dimensões pancreáticas: cabeça, corpo e cauda e ducto pancreático
Cabeça até 2,5 cm; Corpo e caudal até 2 cm; Ducto pancreático até 3 mm
Achados do pâncreas divisum
Ducto pancreático apresenta redução abrupta do calibre e desagua na papila menor
Achados do pâncreas anular e as 3 condições associadas
Parênquima pancreático ao redor do duodeno, podendo causar obstrução duodenal. Sd de Down, fístula traqueoesofágica e atresia esofágica.
Causas de atrofia e lipossubstituição pancreática na criança
FC, pancreatite hereditária e pancreatite tropical juvenil
Causas de atrofia e lipossubstituição no adulto 30-40 anos
DM, Obesidade, uso de CE e Sd de Shwaman-Diamond
Achados de um pâncreas lipossubstituído e onde pode ter preservação
Aumento da ecogenicidade e pode preservar a parte dorsal da cabeça do pâncreas/ processo uncinado do pâncreas.
Principais causas de pancreatite aguda, crônica e aguda na criança
Litíase biliar, álcool e anomalia congênita, principalmente cisto de colédoco.
Achados da pancreatite intersticial edematosa. Pode ter líquido?
Aumenta o volume e diminui ecogenicidade. Aumento da ecogenicidade da gordura adjacente. Líquido organizado sem necrose há menos de 4 semanas, coleção líquida aguda. Há mais de 4 semanas, pseudocisto.
Achado da pancreatite necrotizante. Pode ter líquido? Pode ter gás?
Heterogeidade ecotextural e coleções necróticas intra ou extra-pancreática. Líquido organizado há menos de 4 semanas, coleção aguda necrótica. Há mais de 4 semanas, walled off necrosis ou necrose encapsulada. Se tiver gás, infectou
Prinicipais complicações da pancreatite necrotizante
Pseudoaneurisma da artéria esplênica (sinal do yin yang) e trombose da veia esplênica.
Achados da pancreatite crônica
Atrofia com aumento da ecogenicidade e alterações fibróticas. Heterogêneo com calcificações parenquimatosas
Pancreatite autoimune - fisiopato, epidemio, medicação, outras doenças associadas
Relacionada a IgG4, mais comum em homens e idosos. Boa resposta a corticoide. Associada a outras doenças autoimunes e fibrose retroperitoneal
Achados da pancreatite autoimune
Aumento de volume com padrão salsichoide com halo hipoecoico peripancreatico. Não tem calcificação ou necrose
Achados do adenocarcinoma ductal
Lesao solida, hipoecogenica, mal definida e POUCO VASCULARIZADA. Típico - dilata o ducto pancreático com atrofia do parênquima
Achados do tumor no neuroendócrino
Lesão sólida, menores dimensões, limites precisos, muito vascularizado e sem dilatação de ducto
Achados do tumor de Frantz, sinônimo, epidemio e aparência
Neoplasia sólida pseudopapilar. Mulheres jovens com massa abdominal. Massa volumosa e bem heterogênea e baixo potencial de malignidade.
Lesões císticas no pâncreas
Cistoadenoma mucinoso (moça), cistoadenoma seroso (senhora) e os IPMN (homens)
Características do cistoadenoma mucinoso
Moças (meia idade), Mais comum, potencial Maligno, Macrocístico, mais na cauda
Características do cistoadenoma seroso
Senhora, Segundo mais comum, microcístico. Pode ter aspecto de favo de mel (septos e cicatriz central), mais na cabeça
Características do IPMN - neoplasia mucinosa papilar intraductal
Mais em homem idoso, se comunica com o ducto pancreático principal ou secundário. Dilata o ducto pancreático e pode ter vários cistos em aspecto de cacho de uva.
Características que aumentam o potencial maligno do IPMN
Acometimento do ducto principal, maior que 3 cm e nodulações internas
Características do pseudocisto pancreático
Lesão uniloculada, bem delimitada, mas com história de trauma ou pancreatite há menos de 4 semanas.