IVAS Flashcards
Tratamento de rinossinusite bacteriana.
1ª escolha - amoxicilina 50-80 mg/kg por 14 dias
**H. influenzae e M. catarralis = produtores de betalactamase (associa clavulanato ou macrolideos -claritromicina e azitromicina, cefalosporinas 2 -cefuroxima - ou 3g)
Ponto anatômico da divisão das vias aéreas inferiores e superiores
Carina - limite da bifurcação da traqueia
Diferença faringoamigdalite estreptocócica e não estreptocócica
Estreptocócica não costuma ter coriza, tosse, conjuntivite…
Isolamento respiratório na coqueluche
5 dias após inicio de ATB.
Antibiótico de escolha coqueluche
Macrolídeos (Bordetella = bacilo gram negativo)
**eritromicina aumenta risco de estenose hipertrófica de piloro nos menores de 3 meses
Quadro clínico coqueluche (3 fases)
FASE CATARRAL: de 7 a 14 dias, com manifestações em vias aéreas superiores, com tosse, coriza e lacrimejamento, mimetizando um resfriado comum;
FASE PAROXÍSTICA: caracterizada por acessos de tosse seguidos de guinchos com expectoração de muco claro, viscoso e espesso, seguidos de vômitos. Dura geralmente de 4 a 6 semanas;
FASE DE CONVALESCENÇA: desaparecimento dos guinchos com persistência da tosse por até 3 semanas.
*lactentes < 3 meses pode ter apenas apneia.
Laboratório coqueluche
Leucocitose importante (>30.000) as custas de linfocitos tipicos. > 100.000 = hiperleucocitose > 300.000 = indicação de leucoaférese
Etiologia da crupe (laringite, laringotraqueobronquite e epiglotite)
Parainfluenza
Quadro clínico Crupe
Rouquidão , estridor inspiratório e tosse ladrante
Piores a noite
*Rx pescoço perfil = sinal da torre
Tratamento Crupe
Inalação com adrenalina 0,5 ml/kg a cada 15 a 20 min
Corticoide sistemico (dexametasona 0,6 mg/kg)
Atentar à necessidade de IOT
Quadro da epiglotite
Mais grave que as outras “crupes”
Febre alta subita, queda do estado geral, toxemia, dispneia com estridor. esforço respiratório importante.
*staphylococcus, streptococcus grupo A, pneumococo
H. influenzae (vacina)
Conduta na epiglotite
Manter permeabilidade das vias aéreas - intubação
ATB prontamente instituida com cloranfenicol ou cefalosporina 3g (ceftriaxona/cefotaxima)
Isolamento respiratório até 24h do atb.
Contactantes de epiglotite por Haemophilus influenzar
Quimioprofilaxia Rifampicina por 4 dias
Desenvolvimento das cavidades paranasais
Maxilares e etmoidais ao nascimento
frontal e esfenoidal - visiveis ao rx após 6 anos.
Otite recorrente
3 ou mais em 6 meses
4 ou mais em 1 ano
Tratamento OMA
Amoxicilina 50-80 mg/kg/d 10 a 14 dias.
Indicação amigdalectomia
7 vezes em 12 meses
5 vezes em 2 anos
3 vezes em 3 anos
Causa bacteriana mais comum de faringoamigdalite
S pyogenes (streptococcus beta-hemolítico do grupo A)
Laboratório Mononucleoso
Leucocitose com mais de 10% de atipia linfocitária
Antibioticoterapia das faringoamigdalites
Penicilina benzatina: < 30 kg 600.000 UI IM dose única > 30 kg 1.200.000 Amoxicilina - 50 mg/kg/d 10 dias Claritromicina 10 dias Azitromicina 5 dias
Complicações do resfriado comum
OMA, rinossinusite
Faringoamigdalite sem resposta a ATB
Mononucleose