imagens Flashcards

drusas duras

drusa mole

PED drusenoide

1-neovasos
2-atrofia geografica

memb neovascular

DMRI EXSUDATIVA - UMIDA

DMRI SECA

DMRI memb neovascular ativa

cictriz com fibrose-staining

mancha de tinta
serosa central

fumaça de chamine
serosa central

DR regmatogenico
rotura com operculo

DR regmatogenico
rotura com operculo

DR seroso
HARADA


retinosquise

pseudohipopio
oleo de silicone ficou branco ,emulsificou na CA


sempre verificar a posição da canula de infusão antes de injetar liquido,pois se ela tiver enre retina e coroide pode deslocar mais a retina
Paciente masculino, 8 anos, apresenta redução da acuidade visual somente no olho direito, há cerca de 2 meses.

Trata-se da doença de Coats, caracterizada por telangiectasias, microaneurismas e exsudação. É mais comum em homens com menos de 10 anos de idade e frequentemente é unilateral.
tto da doença de Coats
A fotocoagulação deve ser feita nas áreas de não perfusão para reduzir o risco de neovascularização e favorecer a reabsorção dos exsudatos.

A telangiectasia macular é uma anormalidade dos capilares foveais e perifoveais associada à perda das camadas nucleares externas e da zona elipsoide, podendo progredir para lesões císticas (cavitações).

múltiplos DEPS, sugestivo de DMRI

membrana epirretiniana distorcendo o contorno macular

síndrome de tração vítreo-retiniana

O OCT mostra fluido subretiano, com descolamento do epitélio pigmentar (DEP) em formato de “M”, sugestivo de vasculopatia polipoidal
(hiperfluorescência precoce do pólipo à angiografia com indocianina verde)


hipofluorescência precoce das lesões da epiteliopatia pigmentar placoide multifocal posterior aguda

retinopatia diabética à angiofluoresceinografia.

área de atrofia geográfica à angiofluoresceinografia

Hemorragia subretiniana é a presença de sangue entre a retina neurossensorial e o EPR
Apos injeção de gás intravítrea com posição de face para baixo.
Note na autofluorescência abaixo o deslocamento do sangue, a bolha de gás superiormente e a presença de roturas de coroide.


retinografia mostrando o aspecto em Bull’s Eye
Maculopatia por Cloroquina, distrofia de cones, doença de Stargardt avançada, doença de Batten, BM crônico, distrofia macular concêntrica benigna e a atrofia Olivopontocerebelar

degeneração em treliça ou tipo lattice da retina.
Trata-se de uma anormalidade vitreorretiniana encontrada em até 10% da população. Pode predispor a roturas retinianas e por isso a importância do seu diagnóstico. São áreas de atrofia e irregularidade da retina interna com bolsões liquefeitos de vítreo sobreposto, bem como forte adesão vitreomacular nas suas bordas.
Neste caso a lesão provavelmente se encontra na região próxima ao equador, tendo em vista que não está no polo posterior.
Lesões na extrema periferia são vistas apenas com indentação escleral, a qual não foi visualizada neste caso.
exame?

autofluorescência
exame?

AGF
de RDP
jovem masculino, usuário crônico de corticoide para tratamento de asma, com histórico de episódios recorrentes de descolamento seroso macular

coroidopatia central serosa

A telangiectasia macular é uma anormalidade dos capilares foveais e perifoveais associada à perda das camadas nucleares externas e da zona elipsoide, podendo progredir para lesões císticas (cavitações)

síndrome de tração vítreo-retiniana

múltiplos DEPS, sugestivo de DMRI

membrana epirretiniana distorcendo o contorno macular

doença de Stargardt. À angiofluoresceinografia, observa-se o silêncio coroideo (coroide escura - representada na alternativa A) e hiperfluorescência dos flecks.

edema macular cistoide

oclusão de veia central da retina

retinopatia diabética

doença de Coats, caracterizada por telangiectasias, microaneurismas e exsudação. É mais comum em homens com menos de 10 anos de idade e frequentemente é unilateral. A fotocoagulação deve ser feita nas áreas de não perfusão para reduzir o risco de neovascularização e favorecer a reabsorção dos exsudatos