Sono-Vigília Flashcards
Sono caracterizado por altos níveis de atividade cerebral e fisiológica, semelhantes aos da vigília
Sono REM
Latência normal do sono REM (tempo que demora do início do sono para chegar ao REM)
90 minutos
Transtornos nos quais a latência do sono REM está diminuída (2)
- Narcolepsia
- Transtornos depressivos
Problemas causados por desorganização durante o despertar dos estágios 3 ou 4 do sono (4)
- Enurese
- Sonambulismo
- Pesadelos
- Terror noturno
Alteração respiratória normal no sono REM
A resposta ventilatória aos níveis elevados de CO2 é deprimida durante o sono REM, de modo que nenhum aumento no volume corrente ocorre conforme aumenta a pCO2 (não há hiperventilação compensatória)
Termorregulação normal no sono REM
Pecilotermia: incapacidade de responder a alterações na temperatura ambiente com tremores ou suores.
Quando desperto ou em sono não-REM: homeotermia.
Características dos sonhos que ocorrem durante o sono REM
Abstratos e surreais
Características dos sonhos que ocorrem durante o sono não-REM
Lúcidos e propositados
Padrão de sono entre o período neonatal e os 4 meses de vida
- Sono REM representa mais de 50% do período total de sono
- Padrão eletroencefalográfico passa diretamente do estado de alerta ao estado REM, sem passar pelos estágios 1 a 4
Padrão de sono nos idosos
Redução do SOL e do sono REM
Perturbações do padrão do sono REM em pacientes deprimidos (3)
- Latência encurtada de REM (60 minutos ou menos)
- Porcentagem maior de sono REM
- Mudança na distribuição de REM da última metade à primeira metade da noite
Efeito dos ISRS no sono REM
Redução
Efeito da reserpina (anti-hipertensivo) no sono REM
Aumento. A reserpina pode causar depressão
Perturbações do sono na doença de Alzheimer (2)
- Redução do SOL
- Redução do sono REM
Possível causa das perturbações do sono na doença de Alzheimer
Perda de neurônios colinérgicos na porção basal do prosencéfalo
Neurotransmissor envolvido nas alterações do sono observadas no transtorno depressivo maior
Acetilcolina
Local onde a melatonina é produzida
Glândula pineal
Regulador da secreção de melatonina (marca-passo circadiano)
Núcleo supraquiasmático do hipotálamo
Neurotransmissor com efeito de alerta
Dopamina
Neurotransmissor que reduz o sono REM
Noradrenalina
Efeito do exercício e da fome no sono não-REM
Aumento
Características do sono REM nos long-sleepers
- Mais períodos REM
- Mais movimentos rápidos dos olhos em cada período (maior densidade REM), que podem estar relacionados com a vivacidade dos sonhos
Frequência para transtorno de insônia (DSM-5)
Pelo menos 3 noites por semana por, pelo menos, 3 meses
Transtorno de insônia episódico (DSM-5)
Os sintomas duram pelo menos 1 mês porém menos que 3 meses
Transtorno de insônia persistente (DSM-5)
Os sintomas duram 3 meses ou mais
Transtorno de insônia recorrente (DSM-5)
Dois ou mais episódios dentro do espaço de 1 ano
Efeito dos benzodiazepínicos na latência do sono
Redução
Efeito dos benzodiazepínicos no número de despertares ao longo da noite
Redução
Efeito dos benzodiazepínicos no tempo total de sono
Aumento
Efeito dos benzodiazepínicos no sono de ondas lentas
Redução
Efeito dos benzodiazepínicos na densidade do sono REM
Redução
Efeito dos benzodiazepínicos nos movimentos oculares (sono REM)
Redução
Efeito dos benzodiazepínicos na latência para o sono REM
Aumento
Efeito da fluoxetina no tempo total de sono
Redução
Efeito da fluoxetina no número de despertares ao longo da noite
Aumento
Efeito da fluoxetina no estágio N1 do sono
Aumento
Efeito da fluoxetina no estágio N3 do sono
Redução
Efeito da fluoxetina no sono REM
Redução
Efeito dos benzodiazepínicos no estágio N2 do sono
Aumento
Frequência de insônia com uso de fluoxetina
10 a 17%
Frequência de sedação com uso de fluoxetina
5 a 6%
Efeito da paroxetina no tempo total de sono
Redução
Efeito da paroxetina na latência do sono
Aumento
Efeito da paroxetina no número de despertares ao longo da noite
Aumento
Efeito da paroxetina no estágio N1 do sono
Aumento
Efeito da paroxetina no sono REM
Redução
Frequência de insônia com uso de paroxetina
7 a 20%
Frequência de sedação com uso de paroxetina
2 a 21%
Efeito da sertralina na latência do sono
Aumento
Efeito da sertralina no tempo total de sono
Redução
Efeito da sertralina no sono REM
Redução
Frequência de insônia com uso de sertralina
9 a 21%
Frequência de sedação com uso de sertralina
7 a 13%
Efeito da fluvoxamina na latência do sono
Aumento
Efeito da fluvoxamina no tempo total de sono
Redução
Efeito da fluvoxamina no número de despertares ao longo da noite
Aumento
Efeito da fluvoxamina no estágio N1 do sono
Aumento
Efeito da fluvoxamina no sono REM
Redução
Frequência de insônia com uso de fluvoxamina
4 a 15%
Frequência de sedação com uso de fluvoxamina
6 a 40%
Frequência de insônia com uso de citalopram
2 a 11%
Frequência de sedação com uso de citalopram
5 a 18%
Frequência de insônia com uso de escitalopram
1 a 16%
Frequência de sedação com uso de escitalopram
5% (dose-dependente)
Propriedades que garantem o efeito sedativo da trazodona (2)
- Propriedades anti-histamínicas
2. Antagonismo alfa-1-adrenérgico
Dose antidepressiva da trazodona
150-600mg
Dose hipnótica da trazodona
25-150mg
Efeito da trazodona na latência do sono
Redução
Efeito da trazodona no tempo total de sono
Aumento
Efeito da trazodona no número de despertares ao longo da noite
Redução
Efeito da venlafaxina no tempo total de sono
Redução
Efeito da venlafaxina no número de despertares ao longo da noite
Aumento
Frequência de insônia com uso de venlafaxina
3 a 19%
Frequência de sedação com uso de venlafaxina
13 a 31%
Efeito da venlafaxina no sono REM
Redução importante
Efeito da duloxetina no sono REM
Redução
Frequência de insônia com uso de duloxetina
10 a 16%
Frequência de sedação diurna com uso de duloxetina
8 a 13%
Efeito da bupropiona no sono REM
Aumento
Efeito da bupropiona no estágio N3 do sono
Aumento
Efeito da mirtazapina no tempo total de sono
Aumento
Efeito da mirtazapina na latência do sono
Redução
Efeito da mirtazapina no estágio N1 do sono
Redução
Responsáveis pelos efeitos sedativos dos ADT (2)
Ação histaminérgica (receptor H1) e alfa-adrenérgica
Efeitos causados pela ação colinérgica dos ADT (4)
- Boca seca
- Tontura
- Visão turva
- Constipação
Efeito da amitriptilina na latência do sono
Redução
Efeito da amitriptilina no número de despertares ao longo da noite
Redução
Efeito da amitriptilina na latência para o sono REM
Aumento
Efeito da amitriptilina na porcentagem de sono REM
Redução
Medicamento que causa aparecimento de movimentos dos olhos no sono NREM
Amitriptilina
Efeito da amitriptilina no movimento dos olhos durante o sono REM
Aumento
Efeito da amitriptilina sobre os movimentos periódicos dos membros durante o sono
Aumento
Efeito da venlafaxina sobre os movimentos periódicos dos membros durante o sono
Aumento
Efeito da fluoxetina sobre os movimentos periódicos dos membros durante o sono
Aumento
Efeito da paroxetina sobre os movimentos periódicos dos membros durante o sono
Aumento
Efeito da agomelatina na latência do sono
Redução
Efeito da agomelatina no número de despertares ao longo da noite
Redução
Efeito da agomelatina no estágio N3 do sono
Aumento
Dose antidepressiva da amitriptilina
100-300mg
Dose hipnótica da amitriptilina
25-150mg
Dose antidepressiva da mirtazapina
15-45mg
Dose hipnótica da mirtazapina
15-30mg
Frequência de sedação com o uso de clorpromazina
33%
Frequência de sedação com o uso de haloperidol
23%
Frequência de sedação com o uso de tioridazina
35%