Procedimentos de Enfermagem Flashcards
Sondagem gastrintestinal
Quando o paciente não consegue ingerir alimentos, mas ainda pode digeri-los e absorver os nutrientes, indica-se a alimentação enteral por sonda (POTTER et al., 2018).
Formas de Inserir sondas gastrointestinais
Nariz- Nosogastrica e nasoenteral.
Cirurgicamente- Gastrotomia e jejunostomia. Endoscopicamente- Gastrotomia por endocóspia percutãnea e jejunostomia por endoscópia percutânea.
Funções da Sonda Nasogastrica-SNG
Investigar e tratar sangramentos
Coleta de conteúdo gástrico para análise.
Realizar lavagem gástrica.
Aspirar secreções.
Adiministrar medicações e nutrientes.
Sonda Vesical
Quando a urina não pode ser eliminada naturalmente e precisa ser drenada de maneira artificial, podem ser inseridos cateteres diretamente na bexiga, no ureter ou na pelve renal.
Existem dois tipos de sondas vesicais
Intermitente ou de alívio e permanente e de demora.
Alívio utilizada para situações rápidas, ex: Coleta de material para exame, para tratamentos longos em pessoas com lesões na medula espinhal. A de demora quando a pessoa é incapaz de eliminar de forma voluntária a urina, pode permancer por até 30 dias.
Sinais Vitais
A verificação de sinais vitais ajuda a identificar problemas e avaliar a resposta do cliente. Tais medidas podem indicar eficiência das funções: Neural, circulatória, endocrina e respiratória.
Temperatura Corporal
Diferença entre a quantidade de calor produzida por processos do corpo e quantidade de calor perdida para o ambiente externo.
A temperatura é considerada normal entre 36 a 38 °C (POTTER et al., 2018).
Locais onde a
temperatura é
mensurada.
Oral, axila, membrana timpânica, esôfago, retal, bexiga urinária, artéria temporal e artéria pulmonar.
Tipos de febre
Febre reincidente, continua, intermitente e remitente.
São alterações da frequência respiratória:
Bradipneia
Taquipnéia
Hiperpnéia
Hipoventilação
Hiperventilação
Apnéia
Respiração de Cheyne-Stokes
Respiração de Kussmaul
Respiração de Biot
Vias de Administração de Medicamentos
Via Oral, via intrevenosa/endovenosa, intramuscular, subcutânea são as mais mencionadas, porém existem outras como: Via vaginal, via tópica, via retal, via sublíngual, via nasal, via respiratória.
Administração por via nasal
As soluções nasais são usadas para tratar os distúrbios temporários que afetam as
membranas mucosas nasais. As formas mais comuns são o spray e as gotas descongestionantes.
Administração por via inalatória
São administra medicamentos inalantes através das fossas
nasais, da boca, dos tubos endotraqueais ou de traqueostomia. Os medicamentos
podem ter efeitos locais e sistêmicos, devido à pronta absorção pela rica vascularização alvéolo-capilar.
Administração por via oftálmica
os medicamentos oftálmicos mais comuns são os colírios e as pomadas oftálmicas. As soluções oculares são estéreis, facilmente administradas e, normalmente, não interferem na visão quando instiladas. No entanto, os unguentos oculares causam
alteração na acuidade visual.
Administração por via intraocular
o medicamento é fornecido semelhante a uma lente de contato. O disco possui camadas externas que envolvem o medicamento, que pode permanecer por
até 1 semana.
Administração por via auricular (otológica)
As medicações usadas na orelha são chamadas de óticas e geralmente estão sob a
forma de gotas, formadas por uma solução contendo a substância desejada.
Administração por via vaginal
As medicações vaginais estão disponíveis na forma de supositórios, geleias, espumas, irrigações (duchas), comprimidos ou cremes.
Administração por via bucal
Está relacionada àqueles comprimidos projetados para serem mantidos na cavidade bucal (entre a bochecha e os dentes molares).
Administração por via sublingual
Os comprimidos sublinguais são projetados para serem colocados sob a língua para dissolução, e a absorção se dá por meio da vasta rede de vasos sanguíneos dessa
área. Ex: Captopril.
Via parenteral
A rota parenteral se refere às injeções intradérmica (ID),
subcutânea (SC), intramuscular (IM) ou intravenosa (IV).
Via epidural
Os medicamentos são administrados no espaço epidural (peridural) por meio de
um cateter. Essa via é mais comumente utilizada na anestesiologia.
Via Intratecal
Os medicamentos são administrados por meio de um cateter no espaço
subaracnoide ou nos ventrículos cerebrais. Também é utilizada para administração
de anestésicos (raquianestesia, anestesia espinhal, raquidiana ou bloqueio subaracnoide).
Via Intraperitoneal
Os medicamentos são administrados na cavidade peritoneal e absorvidos pela
circulação.
Via Intrapleural
Administração de medicamentos por injeção ou tubo torácico diretamente no espaço pleural.
Via Intra-arterial
Os medicamentos são administrados diretamente nas artérias.
Via Intravítrea
Os medicamentos são administrados no vítreo (região interna e posterior do olho)
por um oftalmologista.
Via Intra-articular
Administração de medicamentos dentro da cavidade articular.
Via Intracardíaco
Injeção de medicamentos diretamente no tecido cardíaco.
Via Intraóssea (IO)
Envolve a infusão de medicamentos diretamente na medula óssea
Via Intradérmica (ID)
Os medicamentos são injetados na derme, logo baixo da epiderme, em pequenos volumes (0,01 a 0,05 ml) ou até 0,5 ml. absorção por essa via é lenta, via preferida para realização de testes de alergia,
injeções de dessensibilização, aplicação de anestésicos locais e vacinas (BCG). O ângulo de inserção da agulha deve ser de 5 a 15° com o bisel voltado para cima.
Via - Subcutânea (SC)
Consiste na colocação de medicamentos no tecido conjuntivo frouxo sob a
derme (hipoderme). A absorção dos medicamentos é mais lenta do que a via IM. oOvolume máximo suportado nos adultos por essa via é de 1,5 a 2ml. Na pediatria o volume é de até 0,5 ml
ml,
Locais de administração por via subcutânea
Braços, face anterior das coxas e abdome, As áreas usadas
com menor frequência são
as nádegas e a porção
superior do dorso ou a
região escapular (POTTER et
al., 2018