Inguinal Flashcards
Tipo de hérnia mais comum
Inguinal indireta
Local mais comum na ordem de prevalência
Direita (60%)
Esquerda
Bilateral
Sexo mais prevalente
Homens
Causa da hérnia inguinal
Indireta (crianças)
Direta
Persistência do conduto peritoneovaginal
Direta; fraquezas na parede inguinal e esforço físico
Como se dá a classificação de nyhus
I hérnia indireta com anel inguinal interno sem dilatação(crianças)
II hérnia indireta com anel inguinal interno dilatado (indireta pura dos adultos)
III A hérnia direta
B hérnia mista
C hérnia femoral
IV hérnias recidivadas A direta
B indireta
C femoral
D mista
Principais músculos da região inguinal
Oblíquo externo, interno, transverso do abdome
Todos se integram medialmente para formar a bainha do músculo reto abdominal
Aponeurose do M oblíquo interno da origem…
Fáscia cremasterica e cremaster
Função do M cremaster
Afastar ou aproximar o testiculo aumentando ou reduzindo a bolsa escrotal de acordo com a temperatura
Aponeurose do M oblíquo externo da origem a
Seu espessamento inferolateral d origem ao ligamento inguinal
Ligamento de gimbernat
Região ligeiramente curva da espinha ilíaca anterior superior até o tubérculo púbico
Formação do cordão espermático
Músculo cremaster Canal deferente Vasos deferenciais Vasos cremastericos Ramo genital do nervo genitofemoral
Nervos presentes dentro do cabala inguinal mas fora do cordão espermático
Nervo ilio inguinal
Nervo ílio hipogástrico
Artérias testiculares são Ramos direto
E voltam desaguando
Da aorta
No lado D na VCI e o lado E veia renal esquerda
Hérnias inguinais direta
Reparo anatômico
Causa
Surgem mediamente aos vasos epigástrico
No triângulo de hesselbach
Limites do triângulo:
Medial - aponeurose do M reto abdominal
Lateral ao ligamento inguinal
Superior - vasos epigasticos
Fraqueza do assoalho da região inguinal especialmente indivíduos que fazem esforço repetidamente
Reparo anatômico da hérnia indireta
Causa
Surge lateralmente aos vasos epigástrico
No triângulo de hessert
Ocorre a passagem do conteúdo abdominal pelo anel inguinal interno
Quadro clínico
Exame físico
Abaulamento inguinal principalmente após esforços físicos ou ainda em posição ortostática que pode ou não ser reduzido espontâneamente
Palpacao do anel inguinal interno e verificar se há ou não dilatação
Manobra de valsalva
Hérnia encarcerada
Hérnia estrangulada
Clínica
Conteúdo herniario que não é passível de redução espontaneamente
Conteúdo em sofrimento vascular
Abaulamento não redutíveis é bastante dolorosos podendo ter sinais flogisticos a depender do caso
Toda hérnia diagnósticada é operada exceto em casos de….. devido ao risco de encarceramento
Presença de comorbidades importantes
Tentativas de redução manual devem ser…
Desencorajaras devido a dor no procedimento e por não alterar a conduta
Acesso por laparotomia mediana ocorre em
Casos com peritonite difusa associada ao caso devido a contaminação da cavidade que deverá ser cuidadosamente avaliada e lavada
Principais técnicas cirúrgicas
Técnica padrão ouro
Hernioplastia de bassini (sutura do tendão conjunto no ligamento inguinal) (menos usada hoje em dia devido a alta recidiva)
Técnica de shouldice (fechamento por planos com 4 linhas de suturas continuas - técnica do jaquetão ou do embricamento - melhor sem uso de tela com baixa recidiva)
Técnica de stoppa - hérnias inguinais bilaterais e/ou recidivadas ( tela)
Técnica de Lichtenstein- sem tensão e utiliza uma tela colocada sobre a parede posterior do canal inguinal fixada no pube, ligamento inguinal e tendão conjunto reforçando a musculatura e corrigindo eventuais dilatações do anel inguinal interno
Técnicas com tensão
Bassini
Shouldice
Mc vay
Técnica sem tensão padrão ouro
Lichtenstein
Técnica laparoscópica
Acesso trans ou extraperitoneal
Complicações
1 seroma hematoma e infecção
2 isquêmico pela trombose do plexo venoso dos testiculos com atrofia testicular e orquite isquêmica
3 neurológica - lesão de nervos da região inguinal causando hiperestesia genital com dor na face interna da coxa e da bolsa escrotal