Sindrome Icterica Flashcards
GRAU QUE A ICTERÍCIA É IDENTIFICADA PELO EXAME FÍSICO
2,5-3,0 mg/dL
GRAU DE BILIRRUBINA EM QUE PODE SER IDENTIFICADA NA PELE
A partir de 5mg/DL
ICTERÍCIA FLAVÍNICA
PELE AMARELO PÁLIDO! RELACIONADA A AUMENTO DE BI, geralmente HEMÓLISE!
ICTERÍCIA VERDINICA
AMARELO ESVERDEADO, AUMENTO SIGNIFICATIVO DE BD, PENSAR EM COLESTASE FRANCA!
ICTERÍCIA RUBINICA
TOM ALARANJADO! AUMENTO DE BD + VASODILATAÇÃO CUTÂNEA, pensar em LEPTOSPIROSE
SINTOMAS CLÁSSICOS DE AUMENTO DE BD
ICTERÍCIA ACOLIA COLÚRIA FADIGA NÁUSEAS VÔMITOS ANOREXIA DOR EM HIPOCÔNDRIO DIREITO
COMO DIFERENCIAR LESÃO HEPATOCELULAR E COLANGITE
COLANGITE TEM PRURIDO: aumento de ácidos e sais biliares, que se acumulam na pele!
ALT
MAIS ESPECÍFICA DO FÍGADO, praticamente só é encontrada nos hepatocitos!
AST
ENCONTRADA NO FÍGADO, miocárdio, músculo, rins e cérebro
FOSFATASE ALCALINA aumenta quando?
1- PRESSAO NO INTERIOR DO SISTEMA BILIAR aumenta, levando a extravasamento para a corrente sanguínea na colestase
2- neoplasias e granulomas
FOSFATASE ALCALINA: locais onde pode se encontrar
FÍGADO, CANALICULOS E OSSOS
FA ELEVADA! O que fazer?
PODE SER ÓSSEA: pedir mais uma enzima que também se eleva na colestase
ENZIMAS QUE SE ELEVAM NA COLESTASE
FA
GAMAGLUTAMTRANSFERASE (GAMAGT)
5’-NUCLEOTIDASE
AUMENTO MAIOR QUE DEZ VEZES DE TRANSAMINASES (>300U/L)
SÍNDROME HEPATOCELULAR
AUMENTO DE FOSFATASE MAIOR QUE 4X
SÍNDROME COLESTATICA
TRANSAMINASES >1.000U/L com predomínio de TGP (TGP>TGO)
HEPATITE VIRAL AGUDA
TRANSAMINASES >1000 com predomínio de TGP ALÉM DE HEPATITE VIRAL AGUDA LEMBRAR DE
INTOXICAÇÃO POR PARACETAMOL E ISQUEMIA HEPÁTICA GRAVE
INVERSÃO DO PADRÃO NA HEPATITE: TGO> 2X TGP SUGERE:
HEPATITE ALCOÓLICA (gamaGT costuma se elevar também!)
HEPATITE VIRAL AGUDA COM PADRÃO COLESTÁTICO
HEPATITE A
HEPATITE MEDICAMENTOSA COLESTATICA
LABORATÓRIO DE SÍNDROME HEPATOCELULAR (TRANSAMINASES maior que 300) E DE COLESTASE (FA maior que 4x o valor de referência)
HEPATITE VIRAL EM PACIENTE COM OBSTRUÇÃO PRÉVIA DA ÁRVORE BILIAR
LABORATÓRIO DE SÍNDROME HEPATOCELULAR (TRANSAMINASES >300) E COLESTASE (FA MAIOR QUE 4x O VALOR DE REFERÊNCIA)
HEPATITE VIRAL OU COLESTASE EM PACIENTES PORTADORES DE HEMÓLISE CRÔNICA
PADRÃO DE BILIRRUBINA CONFUSO, ELEVAÇÃO IMPORTANTE DE BI E BD
HEPATITE AGUDA
< 6 MESES
HEPATITE FULMINANTE
ENCEFALOPATIA NAS PRIMEIRAS 8 SEMANAS
HEPATITE CRÔNICA
> 6messs
HEPATITES VIRAIS: características histológicas
1- INFILTRAÇÃO DO PARÊNQUIMA HEPÁTICO POR LEUCÓCITOS E LINFÓCITOS E MONOCITOS (células mononucleares)
2- Padrão de inflamação é PANLOBULAR
3- PADRÃO DE DESTRUIÇÃO PERI-PORTAL (destruição dos hepatocitos próximos ao espaço porta)
HEPATITES VIRAIS: quadros graves - qual é o padrão de destruição dos hepatocitos?
PADRÃO EM PONTE OU NECROSE SUBAGUDA - se estende do espaço porta para a véia central
HEPATITE AGUDA: qual o padrão de destruição dos hepatocitos?
PADRÃO PERIPORTAL
HEPATITE ALCOÓLICA: reação dos hepatocitos
HEPATOCITOS SE ABARROTAM DE GORDURA
HEPATITE ALCOÓLICA: padrão histológica em pessoas que bebem mais de 60g de etanol/dia
INFILTRAÇÃO GORDUROSA CENTROLOBULAR
DIFERENÇA HISTOLÓGICA ENTRE A HEPATITE ALCOÓLICA E A VIRAL
1- a inflamação na hepatite alcoólica ocorre nas regiões centrolobulares, enquanto na viral na região periportal
2- na hepatite alcoólica, a inflamação ocorre por leucócitos POLIMORFONUCLEARES (neutrófilo) enquanto na viral MONONUCLEARES (linfócitos e monocitos)
ACHADO NO HEMOGRAMA DA HEPATITE ALCOÓLICA
REAÇÃO LEUCEMOIDE - LEUCOCITOSE
HEPATITE ISQUEMICA: qual o padrão de lesão?
PADRÃO CENTROLOBULAR (igual hepatite alcoólica)
Motivo: circulação dos lóbulos e de fora pra dentro, quem mais sofre são os últimos da linha!
HEPATITES VIRAIS AGUDAS: Quais os vírus mais comuns?
HEPATITE A: crianças
HEPTITE B: adultos
APRESENTAÇÃO CLÁSSICA DAS HEPATITES VIRAIS AGUDAS
APRESENTAÇÃO TRIFÁSICA:
1 fase prodrômica: duração de DIAS: síndrome gripal leve, incluindo febre (pode ser alta) + sintomas GI inespecífico (fadiga, náuseas, anorexia, vômitos, perversão do paladar) + desconforto QSD + manifestações imunomediadas (mais comuns na Hepatite B: rash, glomerulonefrite e esplenomegali)
2 fase: ICTERICA: duração de SEMANAS: icterícia + colúria + acolia fecal + melhora dos sintomas prodrômico (menos os GI) - PS: a maioria das hepatites não cursa com icterícia
3 fase: CONVALESCENÇA: duração de SEMANAS: melhora clínica lenta e progressiva dos sintomas
LABORATÓRIO DAS HEPATITES VIRAIS AGUDAS
HEMOGRAMA: normal ou leucopenia discreta e linfocitose
Elevação de TRANSAMINASES maior que 10x o valor de referência predominando ALT (TGP)
ICTERÍCIA AS CUSTAS DE BD E BILIRRUBINURIA
PATOLOGIA DAS HEPTITES VIRAIS AGUDAS
SE FOSSE INDICADA BIÓPSIA: INFILTRAÇÃO MONONUCLEAR (linfócitos) PANLOBULAR E DOS ESPAÇOS-PORTA, DEGENERAÇÃO EOSINOFILICA APOPTOTICA DE HEPATOCITOS (corpúsculos de councilman)
PADRÃO DE NECROSE NOS CASOS GRAVES DE HEPATITE VIRAL AGUDA: na biópsia
SACA BOCADO
EM PONTE
MACIÇA
TRATAMENTO DAS HEPATITES VIRAIS AGUDAS
SUPORTE
TERAPIAS ESPECÍFICAS NAS HEPATITES C E CASOS GRAVES DA HEPATITE B
COMPLICAÇÕES DAS HEPATITES VIRAIS AGUDAS
1 hepatite fulminante 2 cronificação 3 manifestações extrahepaticas autoimunes 4 hepatite recorrente 5 síndrome COLESTATICA
HEPATITE A - epidêmio
- ALTA PREVALÊNCIA NOS PAÍSES COM CONDIÇÕES SANITÁRIAS RUINS E BAIXO NÍVEL SOCIOECONÔMICO
HEPATITE B - epidemio
VACINAÇÃO: leve tendência a queda
Maioria dos casos: sul e Sudeste
HEPATITE C - epidemio
Endemicidade baixa
Maior concentração de casos: sul e Sudeste
HEPATITE D - epidemio
Maiores taxas do mundo: AMAZÔNIA OCIDENTAL
TODO paciente HBsAg+ que reside ou esteve em área endêmica para o vírus D deve realizar exames para a pesquisa desse agente
HEPATITE E - epidemio
Não possui epidemia, apenas alguns casos isolados
PERÍODO INCUBAÇÃO HEPATITE A
4 semanas
INCUBAÇÃO HEPATITE E
5-6 semanas
INCUBAÇÃO HEPATITE C
7 semanas
Incubação HEPATITES B E D:
8-12 semanas
DETALHES SOBRE A FASE ICTERICA
- colúria precede a icterícia: geralmente em 1 a cinco dias
- Nesta fase, os sintomas gripais e febre desaparecem, ma sintomas GI permanecem e podem até se agravar (náusea e fadiga podem piorar)
- pode ter hepatomegalia dolorosa
FASE DE CONVALESCENÇA
- 2-12 semanas
- hepatomegalia e alterações laboratoriais podem permanecer nesse período
- a regressão clinicolaboratorial completa é esperada após um a dois meses nos casos de hepatite A e E, e três a quatro
Meses após o aparecimento da icterícia nos casos autolimitando de hepatites B e C
HÁ CORRELAÇÃO ENTRE TRANSAMINASES E GRAU DE LESÃO HEPÁTICA?
NAAAAAAAAAO!
PERSISTÊNCIA DE NÍVEIS ELEVADOS DE BILIRRUBINA AO LONGO DA DOENÇA É BOM OU MAU PROGNÓSTICO?
MAUUUUUUUU
HEMOGRAMA DAS HEPATITES VIRAIS AGUDAS
Pode ser leucopenia e linfocitose
HÁ ELEVAÇÃO DE ALGUNS AUTOANTICORPOS DURANTE A FASE AGUDA DAS HEPATITES VIRAIS?
SIM, podem estar presentes antimusculo liso, fator reumatoide, FAN, anti-LKM1 (hepatite C) e anti-LKM3 (hepatite D)
Qual é a hepatite que mais fulmina?
HEPATITE B
Hepatite COLESTATICA?
Hepatite A
HEPATITE RECORRENTE?
A, B ou C!
HEPATITES QUE CRONIFICAM?
B: 1-5% em adultos
C: 80-90%
FENÔMENOS AUTOIMUNES NAS HEPATITES
B: poliartrite, glomerulonefrite, urticária e angiosperma
C: croglobulinemia e líquen plano
COMPLICAÇÕES RARAS DAS HEPTITES VIRAIS AGUDAS
- anemia aplásica
- mielite transversa
- síndrome de guillain- barre
HEPATITE B AGUDA: característica viral
ÚNICO VÍRUS DNA DAS HEPATITES VIRAIS AGUDAS
DIAGNÓSTICO DA HEPATITE VIRAL AGUDA
Através dos marcados sorológicos
HbSAg na hepatite B
PRIMEIRO MARCADOR
também chamado de antígeno Austrália
Na hepatite aguda vai para níveis indetectáveis em até 6 meses, se ainda positivo para mais de 6 meses, significa HEPATITE CRÔNICA!
Anti-HBC total na hepatite B
Contato prévio com o vírus
Anti-HBc IgM na heptite B
Infecção recente, encontrado no soro até 32 semanas após infecção
HBeAg na hepatite B
Marcador de REPLICAÇÃO VIRAL
Se POSITIVO: alta infecciosidade
Anti-HBe na heptite B
FIM DA FASE REPLICATIVA
surge após o desaparecimento do HBeAG
Anti-HBs na heptite B
ÚNICO AC QUE CONFERE IMUNIDADE AO HBV
INDICADOR DE CURA E IMUNIDADE
ISOLADAMENTE POSITIVO EM PESSOAS VACINADAS
Transmissão da hepatite B
Principal: SEXUAL
perinatal (vertical)
Percutânea
Complicações principais da hepatite B
Cronificação: principalmente em RN
hepatite fulminante
TRATAMENTO DA HEPTITE B
Fase aguda: suporte, só trata com drogas orais em casos graves
PROFILAXIA PARA HEPATITE B
Pré exposição: vacina
Pós exposição: imunoglobulina hiperimune (IGHAHB) + vacina
Eventos sorológicos no início dos sintomas da hepatite B?
Aumento das TRANSAMINASES + aparecimento do anti-HBc
Marcadores sorológicos mais importantes da HEPTITE B aguda
hBsAg + anti HBc IgM: permanece positivo por quatro a cinco meses
Sorologia da fase de convalescença da hepatite B
Anti-HBs surge, queda das TRANSAMINASES
Sorologia hepatite B CRÔNICA
Sempre que houver agudizacao, por tomada da replicação viral, aparecerá novamente no sangue o HBeAg
HBsAg positivo no sangue..
O VÍRUS B ESTÁ PRESENTE
Infecção oculta pelo vírus B (hepatite B)
O indivíduo tem o vírus mas o HBsAg está negativo (falso negativo)
HBsAg positivo
Hepatite B confirmada (não sei se é aguda ou crônica)
HBsAg negativo
Pode ser ou pode não ser
Anti hbc total (IgM e IgG) negativos
VIRGEM DE HEPATITE B
Anti hbc total (igm + igg) positivos
TEVE HEPATITE B ( não sei se já curou)
Se só IgG positivo na sorologia da hepatite B (anti-hbc)? Como sei que é curada ou crônica?
OLHAR PARA ANTI-HBS:
1- IgG positivo + anti-HBs positivo: Teve hepatite e já curou
2- IgG positivo + anti-HBs negativo: teve hepatite e ainda tem (crônica)
Achado na biópsia da hepatite B
Inclusões em vidro fosco (só são encontradas nas fases crônicas)
Vírus mutante pré-core hepatite B
FALHA NA SÍNTESE DE HBeAg
Sorologia pré core
HBsAg +
TRANSAMINASES elevadas
HBeAg -
Como confirmar pré core
DNA HBV elevado
Maior risco na variante pré core
Hepatite fulminante, cirrose e câncer
Cura da HEPTITE B
95%
Hepatite B: taxa de hepatite fulminante
1%: resposta imune exacerbada
Taxa de cronificação hepatite B
Adultos: 1-5%
Crianças: 20-30%
RN:90%
Achados da hepatite B
PAN
GN MEMBRANOSA
SÍNDROME DE GIANOTTI CROSTI
Síndrome de gianotti crosti
Lesão papular eritematoso e não pruriginosa
Quando tratar hepatite B?
1% que fulmina
Hepatite crônica (independente se caminhar pra cirrose já pode causar câncer)
Transmissão vertical da hepatite B
HBeAg +: transmissão 90%
HBeAg -: transmissão 15%
Transmissão vertical na hepatite B:
Não há indicação de cesárea
Aleitamento é permitido
Mãe: tenifovir se fase replicativa
PROFILAXIA HEPATITE B PRÉ EXPOSIÇÃO
Vacina: esquemas especiais: imunodeprimidas, renal crônico e transplante: 4 doses duplas e tem que ter mais de 10 títulos positivos anti hbs (soroconversao)
VACINA HEPATITE B: anti hbs - após três doses?
< 2 meses: revacinar
> 2 meses: 1 dose
Quando fazer ig na profilaxia pós exposição da hepatite B?
Infecção perinatal
Vítimas sexuais + acidentes biológicos em não vacinados
Imunodeprimidas expostos mesmo em vacinados
CO-INFECCAO DE HEPATITES B E D AGUDAS AUMENTA RISCO DE CRONICIDADE?
NAOOOOO
SE PACIENTE COM HEPATITE B CRÔNICA SE INFECTA COM HEPATITE D AUMENTA CHANCE DE CRONICIDADE?
Sim, e eleva risco de hepatite fulminante
HEPATITE A sorologia
Anti HAV IGM positiva no início dos sintomas
Tratamento da hepatite A
SUPORTE
PROFILAXIA PRÉ E PÓS EXPOSIÇÃO DA HEPATITE A
<1 ano: IG
> ou igual a 1 ano: vacina 12 e 18 meses (MS: 1 dose aos 15 meses)
RISCO DE HEPATITE FULMINANTE NA HEPATITE E?
20% nas gestantes
HEPATITE C
A QUE MAIS CRONIFICA
HEPATITE C
Não fulmina
HEPATITE C AGUDA TRATA?
SIMMMMMM, SEMPRE!!!!
Associações da hepatite c
Crioglobulinemia
GN mesangiocapilar
Líquen/porfiria
HEPATITE AUTO-IMUNE TIPO 1
Mulher jovem
FAN +
Ac antimusculo liso
HEPATITE AUTO-IMUNE TIPO 2
Meninas e homens
Ac anti LKM1
Anticitosol hepático 1
TRATAMENTO DA HEPATITE AUTO-IMUNE
CORTICOIDE +/- AZATIOPRINA
COLANGITE BILIAR PRIMÁRIA características
Mulher de meia idade Icterícia Prurido Fadiga Hiperpigmentação cutânea
Estímulo da secreção de bile
Via nervo vago
Hormônios: secretina, CCK e gastrina
Estímulo da contração da vesícula biliar
CCK
Inibição da contração da vesícula biliar
Peptídeo YY
Causas de cirrose biliar secundária
Adultos: coledocolitiase, estenose cicatricial iatrogenica, colangite esclerosantes, tumores
Crianças: cistos de colédoco e arredia biliar
TUDO QUE LEVA A OBSTRUÇÃO DE MANEIRA CRÔNICA
COLESTASE EXTRA-HEPATICA
A obstrução se encontra em uma grande via biliar
COLESTASE INTRA-HEPÁTICA
Cirrose biliar primária
Hepatites virais evoluindo com a forma COLESTATICA
Hepatites medicamentosas
Primeiro exame a ser realizado em TODO quadro de COLESTASE
USG ABDOMINAL: grande sensibilidade para dilatação de vias biliares intra-hepáticas
Vantagens do USG ABDOMINAL na icterícia obstrutiva
Boa sensibilidade para dilatação das vias biliares
Melhor exame para detectar cálculos na vesícula biliar (colelitiase): sensibilidade e especificidade acima de 95%
USG NA COLECISTITE AGUDA
Pode evidenciar cálculos
Pode mostrar espessamento da parede vesicular
Pode evidenciar coleção pericolecística
DESVANTAGENS DO USG
Ruim pra avaliar cálculos do colédoco
Acurácia examinador-dependente
PRINCIPAIS HIPÓTESES QUANDO É VISUALIZADA NO USG ABDOMINAL DILATAÇÃO DA ÁRVORE BILIAR, OU SEJA, OBSTRUÇÃO EXTRA HEPÁTICA?
1- litíase biliar (coledocolitiase)
2- tumores periampulares (mais comum é o tumor de cabeça de pâncreas)
Flutuação da icterícia: causas
OBSTRUÇÃO INTERMITENTE OU NEOPLASIAS (pequenas necroses tumorais espontâneas, com consequente redução volumétrica da massa obstrutiva, comum nos tumores de papila)
SINAL MAIS IMPORTANTE PARA DIFERENCIAÇÃO DAS CAUSAS DE COLESTASE
SINAL DE COURVOISIER: vesícula distendida é palpável, porém indolor- indica neoplasia que obstrui o colédoco (ex: tumor de cabeça de pâncreas)
SINAL DE COIVOISIER TERRIER
Icterícia + vesícula palpável + indolor
TUMOR DE KLATSKIN
Colangiocarcinoma peri-hilar: geralmente acomete a região de união dos dúctos hepáticos direito e esquerdo
Aqui não há dilatação da vesícula, a vesícula estará murcha
EXAME PADRÃO OURO PARA DIAGNÓSTICO DE COLEDOCOLITIASE
CPRE
VANTAGENS DA CPRE
Diagnóstica e terapêutica (esfincterotomia e extração de cálculos)
Na paliação pode ser usado na colocação de endopeoteses biliares (stents)
Estuda todo o trato GI alto (esôfago, estômago e duodeno)
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DA CPRE
Colangite e pancreatite: mais comuns
Outras: sepse, hemorrafia e perfuração duodenal retroperitoneal
QUANDO PEDIR TC NA INVESTIGAÇÃO DE ICTERÍCIA OBSTRUTIVA?
Avaliar tumores periampulares, como CA DE CABEÇA DE PÂNCREAS
USG inconclusivo
COLANGIOGRAFIA TRANS-HEPATICA PERCUTÂNEA (CTP): o que é? Punção percutânea direta de um ducto biliar intra hepático
Bom pra icterícia obstrutiva com dilatação das vias biliares intra hepáticas! EXAME DE ESCOLHA QUANDO HÁ OBSTRUÇÃO NA PORÇÃO PROXIMAL DA VIA BILIAR
QUAL O CÁLCULO MAIS COMUM NA COLELITIASE?
Cálculos de colesterol (80%)
FATORES DE RISCO PARA COLELITIASE
1- COLESTEROL: obesidade, parentes de primeiro grau, perda ponderal rápida, gravidez, multipartisses, sexo feminino, drogas (estrogênio, ceftriaxone, icteroide), NPT, aumento de idade, dieta gordurosa, etinicidade, doença ilegal, clofibrato, hipomotilodade da vesícula
Melhor exame para colelitiase
USG abdominal
CÁLCULOS QUE APARECEM NO RX
Cálculos pigmentados
SINTOMA COLELITIASE
Dor em cólica (QSD ou epigástrio) Súbitaa Autolimitando Pode irradiar pra escapula direita ou ombro direito Precipitada por alimentação gordurosa
TRATAMENTO DE ESCOLHA PARA COLELITIASE
COLECISTECTOMIA
PARA QUEM É INDICADO O TRATAMENTO DE COLECISTECTOMIA
Pacientes sintomáticos
Pacientes assintomáticos com vesícula em porcelana, pólipos, cálculos >2,5cm, vesículas com anomalia congênita, anemia hemolítica
FASES DE FORMAÇÃO DE CÁLCULO NA VESÍCULA
1- supersaturação
2- nucleacao
3- crescimento do cálculo (hipomotilidade)
BILE LITOGENICA: características
Muito colesterol (mecanismo principal) OU pouco sal biliar
RELAÇÃO COM CROHN OU RESSECCAO ILEAL COM COLELITIASE
Ausência do ciclo entero hepático, que diminui a absorção de sais biliares, aumentando a capacidade de formação de cálculos pela bile
FISIOPATOLOGIA DOS CÁLCULOS PIGMENTAFOS PRETOS
HEMÓLISE CRÔNICA (ex: anemia falciforme, talassemia por isso muito comum em crianças)
Local de formação dos cálculos biliares castanhos
Ductos biliares: hepáticos, hepático comum e colédoco - COLEDOCOLITIASE PRIMÁRIA (10%)
FATORES PROTETORES COLELITIASE
CAFEÍNA
VIT C EM MULHERES
FATORES DE RISCO PARA LAMA BILIAR
Gravidez Uso de ceftriaxone e octreotide Perda rápida de peso Jejum prolongado NPT
TERAPIA CONSERVADORA DA COLELITIASE
Em cálculos de colesterol menores que 5-10mm pode se tentar o ácido ursodesoxicolico por VO por um período mínimo de 2 anos
Problema: alto custo e recidiva após suspensão da medicação
SINAL DE MURPHY
COLECISTITE AGUDA
SINAL DE KEHR
DOR REFERIDA NO OMBRO (irritação diafragmatica) - COLECISTITE
SINAL DE BOAS
Dor referida para a ponta da escapula direita - COLECISTITE
LABORATÓRIO DA COLECISTITE
Leucocitose
Bilirrubina normal
Aumento discreto das enzimas hepáticas e amilase
EXAME MAIS INDICADO PARA COLECISTITE AGUDA CALCULOSA
USG
Exame mais sensível para COLECISTITE aguda calculosa
Cintilografia com 99m Tc HIDA
Principais bactérias envolvidas na COLECISTITE aguda cálculos
Gram negativos entéricos ( e colo, klebsiella e enterobacter
TRATAMENTO INICIAL DA COLECISTITE AGUDA CALCULOSA
Antibioticoterapia venosa + hidratação + analgesia
TRATAMENTO DEFINITIVO DA COLECISTITE AGUDA CALCULOSA
Colecistectomia idealmente nas primeiras 72 horas
Complicações da COLECISTITE aguda CALCULOSA
1- empiema de vesícula + sepse biliar
2- gangrena + perfuração
3- COLECISTITE enfisematosa (clostridium perfrigens)
COLECISTITE DA ICTERÍCIA?
NAOOOOOOOO
TRATAMENTO INICIAL COLECISTITE AGUDA CALCULOSA
Analgesia
Hidratação venosa
Antibiotico (cefalosporina de terceira + metronodazol)
Suspensão da dieta oral
SÍNDROME DE MIRIZZI
OBSTRUÇÃO EXTRÍNSECA DO DUCTO HEPÁTICO COMUM POR UM GRANDE CÁLCULO IMPACTADO NO CÍSTICO OU NO INFUNDIBULO DA VESÍCULA: pode ser mecânica ou secundária a inflamação por episódios frequentes de colangite
CLÍNICA SINDROME DE MIRIZZI
Síndrome COLESTATICA (icterícia, colúria, acolia, prurido) progressiva
+ episódios recorrentes de colangite bacteriana aguda (icterícia + dor biliar + febre)
TRATAMENTO DA SÍNDROME DE MIRIZZI
SEMPRE CIRÚRGICO
CLASSIFICAÇÃO DA SINDROME DE MIRIZZI
I: sem fístula
II: fístula com envolvimento de1/3 da circunferência do ducto hepático
III: envolvimento de até 2/3
IV: envolvimento de toda a circunferência
COLANGIO-HEPATITE ORIENTAL
Comum em países asiáticos, associado ao parasitismo das vias biliares pelos vermes chlonorchis sinensis e ascaris lumbricoides
COLEDOCOLITIASE RESIDUAL
Identificado nós dois primeiros anos da colecistectomia
COLEDOCOLITIASE RECORRENTE
Identificado após dois anos da colecistectomia
COLEDOCOLITIASE
Icterícia flutuante
Exame padrão ouro para coledocolitiase
CPRE (diagnóstico e terapeutico)
TRATAMENTOS POSSÍVEIS PARA COLEDOCOLITIASE
1- PAPILOTOMIA ENDOSCÓPICA
2- EXPLORAÇÃO LAPAROSCÓPICA DO COLÉDOCO: coledocolitiase descoberta durante a colecistectomia
3- DERIVAÇÃO BILIODIGESTIVA (coledocojejunostomia em Y de roux): colédoco muito dilatado, mais de 6 cálculos, cálculos intra hepáticos residuais e coledocolitiase primária (cálculos pigmentados castanhos)
COLELITIASE CRÔNICA
Dor biliar
COLECISTITE AGUDA
Massa inflamada na barriga + febre
COLEDOCOLITIASE
Icterícia isolada
ESTADO DA VESÍCULA NA COLEDOCOLITIASE
VESÍCULA IMPALPÁVEL (escleroatrofica)
Quando a coledocolitiase deve ser tratada?
SEMPRE! Mesmo em pacientes assintomáticos
COLANGITE BACTERIANA AGUDA: quais as principais bactérias envolvidas?
E COLI, KLEBSIELLA SP E ENTEROBACTER (as mesmas da COLECISTITE aguda)
TRÍADE DE CHARCOT
Icterícia (vem acompanhada de colúria) + dor biliar + febre alta (39) associada a calafrios
COLANGITE
PENTADE DE REYNOLDS
Tríade de charcot (icterícia com colúria + febre alta com calafrios + dor biliar) + hipotensão + estado confusional (forma supurativa ou tóxica)
COLANGITE É..
COLECISTITE + COLEDOCOLITIASE
TRATAMENTO TRÍADE DE CHARCOT
ATBTERAPIA VENOSA + DESCOMPRESSÃO ELETIVA (CPRE ou colecistectomia + colangiografia intraoperatoria)
TRATAMENTO PENTADE DE RETNOLDS
ATBTERAPIA VENOSA + DESCOMPRESSÃO DE URGÊNCIA (via preferencial e endoscópica {papilotomia pra cálculos e endopeotese ou stent para tumores} se não houver sucesso descompressão cirúrgica)
ATBTERAPIA PARA COLANGITE
CEFTRIAXONE + METRONIDAZOL
PANCREATITE AGUDA BILIAR
Inflamação aguda do pâncreas decorrente da obstrução transitória por um cálculo biliar
COLANGIOCARCINOMA: qual o tipo histológico mais comum?
90% são adenocarcinomas
TUMOR DE KLATSKIN
Peri-hilar, na confluência dos ductos hepáticos
TIPO MAIS COMUM DOS COLANGIOCARCINOMAS? ADENOCARCINOMA DE..
KLTSKIN (75%)
CLASSIFICAÇÃO DE BISMUTH-CORLETTE
TUMOR DE KLATSKIN:
Tipo I: acomete só o hepático comum
Tipo II: acomete o hepático comum e a bifurcação dos hepáticos
Tipo IIIa: acomete a bifurcação dos hepáticos e hepático direito + hepático comum
Tipo IIIb: acomete a bifurcação dos hepáticos e hepático esquerdo + hepático comum
Tipo IV: acomete hepático comum, a bifurcação e invade tanto os hepáticos direito e esquerdo
FATORES DE RISCO PARA O COLANGIOCARCINOMA
Idade avançada
Colangite esclerosantes primária
Cistos biliares congênitos (câncer mais precoce)
QUADRO CLÍNICO COLANGIOCARCINOMA
Síndrome COLESTATICA clássica com icterícia progressiva indolor
LEI DE COUVOISIER-TERRIER
Tumor de klatskin não distende a vesícula, vesícula e vias extrahepaticas murchas
tumor distal distante vesícula (vesicula de couvoisier) e dilata vias intra e extra hepáticas
Laboratório: típico de COLESTASE com bilirrubina >10-15mg/dL e aumento significativo de FA, TAP alargado e elevação de Ca19-9
BILIRRUBINA >10mg/dL no colangiocarcinoma?
Indicação de drenagem por CPRE ou CPT
PROGNÓSTICO TUMOR DE KLATSKIN
RUIM: sobrevida 10-30% em 5-8 meses (40% se margens livres)
TUMORES DE KLATSKIN TRATAMENTO SE FOR RESSECAVEL
TIPOS I E II: resseccao em bloco dos ductos biliares extra hepáticos + colecistectomia + linfadenectomia regional + hepaticojejunostomia em Y de Roux
TIPOS III E IV: resseccao em bloco dos ductos biliares extra hepáticos + colecistectomia + linfadenectomia regional + hepaticojejunostomia em Y de Roux + lobectomia hepática com resseccao e reconstrução de veia porta e ou artéria hepática
Quando indicar a derivação biliodigestiva no intraoperatorio?
1- se durante a colangiografia observar colédoco maior que 2cm
2- se durante a colangiografia observar mais de 6 cálculos no interior do colédoco
3- se durante a colangiografia observar cálculos intra hepáticos residuais
4- se durante a colangiografia observar coledocolitiase primária (cálculos acastanhados)
Fator que sugere coledocolitiase primária
Cálculos acastanhados
TUMOR DE KLATSKIN
Colangiocarcinoma mais comum
TUMOR DE KLATSKIN
Ocorre na confluência dos ductos biliares principais causando dilatação APENAS das vias biliares intra/hepáticas
DOENÇA DE CAROLI
Anomalia CONGÊNITA na qual uma ou mais porções das vias biliares sofre dilatação cística permanente
COMPLICAÇÕES HEPATOBILIARES DA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
Colangite esclerosante primária (todo paciente com RCU e sinais de COLESTASE deve ter a colangite esclerose primária como o diagnóstico mais provável)
Achados na CPRE de colangite esclerosante primária
Estenoses intercaladas a dilatações curtas, conferindo o aspecto de contas de Rosário
Granulomatose com poliangeite (doença de wegener): fluxo sanguíneo para os tecido fica reduzido, doença autoimune
Padrão c-ANCA esperado
Cirrose (colangite) biliar primária
MULHERES
MARCADOR MAIS SUGESTIVO: anticorpo antimitocondria
Cirrose biliar primária
Doença autoimune idiopática, que causa inflamação crônica dos pequenos e médios ductos biliares mediada por linfócitos T, promovendo ductopenia, fibrose e cirrose - reação inflamatória granulomatose dos espaços porta com COLESTASE intra-hepática
INFLAMAÇÃO CRÔNICA DAS ESTRUTURAS PORTAIS COM INFILTRAÇÃO DOS DUCTOS BILIARES E FIBROSE PERIPORTAL
ANTICORPO ALTAMENTE ESPECÍFICO (95%) PARA CIRROSE BILIAR PRIMÁRIA
ANTICORPO ANTIMITOCONDRIA
qual melhor exame para diagnóstico do CÁ de pâncreas?
TC
Qual melhor exame para rastreamento do CÁ de pâncreas?
US endoscópica
QUAL PRINCIPAL FATOR DE RISCO PARA O CÂNCER DE PÂNCREAS?
TABAGISMO
Quais os fatores de risco para CÁ de pâncreas?
TABAGISMO História familiar Pancreatite crônica Sexo masculino Raça negra
MARCADOR DO CÁ DE PÂNCREAS
CA 19-9
Qual outra síndrome autoimune que a cirrose biliar primária é muito ligada?
Síndrome de sjogren (75%)
Primeiro sintoma da cirrose biliar primária?
PRURIDO
Tríade clássica da cirrose biliar primária
Prurido + icterícia + hiperpigmentação cutânea
Outros achados de cirrose biliar primária
Tríade: prurido + icterícia + hiperpigmentação cutânea
Outros: xantomas, xantelasma, dor óssea, esteatorreia, equimoses, Itú de repetição
Achado no USG do tumor periampular
INTENSA DILATAÇÃO DA VIA BILIAR PRINCIPAL, ou seja, do DUCTO COLÉDOCO
TTO PADRÃO PARA PACIENTE COM COLECISTITE AGUDA?
Colecistectomia videolaparoscopica nas primeiras 24-72h (pq? Recidiva frequente)
CD no paciente com COLECISTITE aguda
Internação Dieta zero Hidratação cuidadosa Analgesia ATB para gram negativos entéricos e anaeróbios (cefa de 3 geração ou quinolona + metronidazol)
Quando se indica a drenagem percutânea guiada por US no paciente com COLECISTITE aguda?
Pacientes graves e instáveis, sem condições cirúrgicas como os de UTI com COLECISTITE alitiasica
Esquema de TTO ATB para a COLECISTITE aguda
Cefalosporina de 3 geração (ex: cafotaxima, ceftriaxone) OU
quinolonas (cipro/levo) + metronidazol
O QUE É CLASSIFICAÇÃO DE ALONSO-LEJ MODIFICADA POR TODANI
Classificação que descreve as caracteristicas ANATÔMICAS dos cistos de colédoco
A SIMPLES PRESENÇA DE CÁLCULO NO INTERIOR DA VESÍCULA NÃO CONFIRMA A HIPÓTESE DE COLECISTITE! Verdadeiro ou falso?
Verdadeiro
Indício de COLECISTITE no US
Formação de um halo hipoecoico em torno da vesícula, que sugere inflamação e acúmulo de líquido
TRATAMENTO DA CÓLICA BILIAR
Tratamento conservador e programação de colecistectomia videolaparoscopica eletiva
Indicação do tratamento na cólica biliar
Colelitiase sintomática
TRATMENTO DA ESTENOSE CICATRICIAL DO COLÉDOCO
Derivação biliodigestiva - hepaticojejunostomia em Y de Roux para transpassar a área de estenose eletiva
TTO DA SÍNDROME DE MIRIZZI
Colecistectomia convencional retrógrada (iniciada pelo fundo) e colocação do dreno de kehr caso haja manipulação e lesão da via biliar principal
Indicação da cirurgia na síndrome de MIRIZZI
Risco de evolução para cirrose biliar secundária
Indicação da cirurgia para estenose cicatricial do colédoco
Risco de evolução para cirrose biliar secundária
TTO DA PANCREATITE AGUDA
Alcoólica: dieta zero, hidratação parenteral, interrupção do álcool, analgesia e antiemeticos
Origem biliar: dieta zero, hidratação, analgesia, antiemeticos, colecistectomia com colangiografia intraoperatoria na mesma internação
PACIENTE JOVEM COM AUMENTO DE BILIRRUBINA INDIRETA COM TRANSAMINASES E ENZIMAS CANALICULARES OK PENSAR EM:
SÍNDROME DE GILBERT
Hiperbilirrubinemia que cursa com colúria
DIRETA
AUMENTO DE BI PENSAR EM:
Hemólise ou distúrbio de metabolismo
SÍNDROME DE GILBERT:
Dificuldade na conjugação da bilirrubina, que se acentua em períodos de jejum prolongado no ado, exercício físico
Conduta síndrome de GILBERT:
SUPORTE
CI da colecistectomia na gestação
3 trimestre.
AST/ALT>1 pensar em:
HEPATITE ALCOÓLICA