Mycobacterium Flashcards
Características genomicas das micobactérias
69% de pb sendo GC
Genoma de 4 milhões de PB
Parece celular diferenciada
Classificação de micobactérias por crescimento
Lento: >7 dias (em média 3-6sem)
Complexo M. tuberculosis
Complexo M. avium (MAC)
Clado M. kansasii
Crescimento intermediário
M. intermedium
Rápido
Clado M. chelonae
Clado M. fortuitum
Não agrupadas
M leprae, M lepraemurium, M lepromatosis
O que são BAAR?
Bacilos Álcool Ácido Resistentes
São coradas com pouquíssimos corantes e, caso coradas, não se tira o corante mais
Morfologia das micobactérias nos tecidos
Bastonetes retos ou ligeiramente curvos e finos
Morfologia das micobactérias em meios artificiais
formas cocóides e filamentosas
Como se dá a resistência ao álcool e aos ácidos das micobactérias?
Pela sua parede celular, com ácido micólico, que impede a penetração de compostos hidrossolúveis.
Qual a outra consequência do ácido micólico das micobactérias?
Forte resistência a antibióticos pela dificuldade de penetração em sua parede
O que é o fator corda?
Feixes bacterianas de M. tuberculosis com dimicolato de trealose quando cresce em líquido
Quantos BAAR são necessários para iniciar a infecção em tuberculose por M tuberculosis?
10
Patogenia da M tuberculosis
- Inalação
- Na cavidade alveolar: fagocitose por macrófagos
- Liberação de citocinas por macrófagos com aumento da permeabilidade vascular
- Início da inflamação, que favorece a formação de nódulos granulomatosos
- Fibrose e calcificação da lesão
- Rompimento do granuloma, com distribuição das bactérias
Qual o principal fator de virulência do M tuberculosis?
Não apresenta toxinas, mas permanece viável, o que favorece a formação de granulomas
Quais as outras formas de tuberculose, que afetam mais imunossuprimidos?
Oral, miliar e ganglionar
O que caracterizam as micobactérias atípicas?
São não tuberculosas, de crescimento rápido e relacionados à surtos se infecção hospitalar
Espécies de micobactérias atípicas
M abscessus e M chelonae
As MNT estão relacionadas a qual contexto?
Clínicas de estética e contaminação de material cirúrgico, com formação de biofilmes
M leprae é cultivável in vitro?
Não, pois possui poucos genes são viáveis, não sendo capaz de metabolizar glicose em meios sintéticos
Como a M leprae cresce in vivo?
Baixas temperaturas (tatu, pata de camundongo)
Com tempo de incubação alto em humanos
Caracterize a Hanseníase lepromatosa (maligina)
Lesões cutâneas, nódulos eritematosos, destruição tecidual, perda sensorial
Caracterize a Hanseníase tuberculoide (benigna)
Lesões cutâneas hipopigmentadas, bordas demarcadas, lesão no SNP, perda sensorial.
Poucos BAARs
Patogenese de M leprae
- Exposição: assintomatica ou sintomática
- Espectro: da tuberculoide a borderline a leprosa
Infectas macrófagos e células de Schwann