Conceitos Flashcards
Células capazes de contrair através da conversão de energia química em energia mecânica
Miócitos
Capacidade de responder a sinais químicos, como distensão ou outros sinais, através de alterações elétricas na membrana citoplasmática
Excitabilidade
Estímulos elétricos locais provocam uma onda de excitação que viaja ao longo da fibra muscular
Condutividade
Capacidade de encurtar quando estimulado
Contractilidade
Capacidade de ser esticado por uma força externa
Extensibilidade
Capacidade de regressar ao comprimento original de descanso após ser esticado, quando a força externa deixa de ser aplicada
Elasticidade
Fibras pequenas, uninucleadas, sem padrão de estria óbvio
Músculo liso
FIbras longas, multinucleadas, com padrão de bandas bem definido
Músculo esquelético
Fibras ramificadas, uninucleadas, com padrão de bandas bem definido
Músculo cardíaco
Fibras que quando observadas no microscópio apresentam um padrão de bandas alternadas claras e escuras
Músculo estriado
“Todos os músculos esqueléticos estão ligados a ossos”
Falso, os esfíncteres têm músculo esquelético que não estão ligados a ossos
Capaz de originar novos miócitos esqueléticos no caso de lesão ou hiperestimulação muscular
Célula satélite
Fenómeno responsável pelo crescimento da massa muscular
Hipertrofia
Camada espessa de tecido conjuntivo que envolve todo o músculo
Epimísio
Envolve fascículos de fibras musculares
Perimísio
Envolve fibras musculares individualmente
Endomísio
Ocupa a maior parte do volume de uma fibra muscular
Miofibrilhas
Polímero de sarcómeros num miócito
Miofibrilha
Constituído por miofilamentos grossos e miofilamentos finos, extendendo-se de um disco Z a outro disco Z
Sarcómero
Conjunto de miofilamentos, formando um cilindro
Miofibrilha
Envolve as miofibrilhas, formando uma rede
Retículo sarcoplasmático
Zonas dilatadas do retículo sarcoplasmático que armazenam cálcio
Cisternas
Invaginações do sarcolema que contacta com as miofibrilhas
Túbulos T
Conjunto de duas cisternas de retículo sarcoplasmático e um túbulo T
Tríade
Membrana citoplasmática de um miócito
Sarcolema
Estrutura que marca os limites dos sarcómeros
Disco Z
Bandas claras de um sarcómero
Banda I
Bandas escuras de um sarcómero
Banda A
Porção do sarcómero constituído só por miofilamentos finos
Banda I
Porção do sarcómero constituído por miofilamentos grossos e finos
Banda A
Zona do sarcómero delimitada pelas extremidades dos filamentos finos
Zona H
Disco de ancoragem dos miofilamentos grossos
Linha M
Zona do sarcómero constituída apenas por filamentos grossos
Zona H
Zona mais clara da banda A
Zona H
Zona de ancoragem dos miofilamentos finos
Disco Z
Zona de ligação da G-actina
Cabeça de miosina
Estrutura formada pela ligação de uma cabeça de miosina com uma G-actina
Ponte cruzada
Proteína que cobre os locais ativos da G-actina
Tropomiosina
Monómeros que constituem a F-actina
G-actina
Regula a disposição da tropomiosina
Troponina
Molécula que se liga ao cálcio durante a contração muscular
Troponina
Troponina liga-se a isto para alterar a conformação da tropomiosina
Cálcio
Polímero de G-actina
F-actina
Em corte transversal cada miofilamento grosso é rodeado por x miofilamentos finos
6
Em corte transversal cada miofilamento fino é rodeado por x miofilamentos grossos
3
Proteína que se extende de um disco Z a outro disco Z, conferindo elasticidade ao músculo. Contribui para a manutenção da estrutura do sarcómero.
Titina
Proteína que confere consistência ao miofilamento fino
Nebulina
4 proteínas que constituem o miofilamento fino
Actina, Tropomiosina, Troponina e Nebulina
2 proteínas que constituem o miofilamento grosso
Miosina e Titina
Sinapse do sistema nervoso somático com o músculo esquelético
Junção neuro-muscular
Neurotransmissor da junção neuromuscular
Acetilcolina
Inibe a acetilcolinesterase, causando paralisia tetánica nos insetos
Inseticidas organofosforados
Bloqueia os recetores de acetilcolina nas junções neuro-musculares, provocando uma paralisia flácida
Curare
Doença autoimune caracterizada por destruição de recetores de acetilcolina nas junções neuro-musculares
Miastenia gravis
Conjunto de um neurónio motor e as fibras musculares que inerva
Unidade motora
Conjunto de unidades motoras
Músculo
Proteína que atrai o cálcio para as cisternas do retículo sarcoplasmático
Calsequestrina
Recetores de voltagem dependente que se ativam quando o potencial de ação chega aos túbulos T a nível das tríades, promovendo o movimento de cálcio das cisternas do retículo sarcoplasmático para o sarcoplasma do miócito
Recetores de dihidropiridina
Canais de cálcio encontrados nas cisternas de retículo sarcoplasmático, ativados pelo recetor de dihidropiridina
Canais de rianodina
Responsável pelo transporte de cálcio do sarcoplasma para as cisternas de retículo sarcoplasmático durante o relaxamento
Bombas de cálcio
Alteração da zona de charneira dos miofilamentos grossos, provocando um deslizamento dos miofilamentos entre si
Golpe de força
Zona do sarcómero que não altera de tamanho na contração muscular
Banda A
Resulta do esgotamento do ATP, que impede a quebra das pontes cruzadas
Rigor mortis
Zona do sarcómero definida pelo comprimento dos filamentos grossos
Banda A
Zona do sarcómero definida pelas extremidades dos filamentos finos
Zona H
Zona do sarcómero entre as extremidades dos filamentos grossos
Banda I
Contração em que o músculo não varia de tamanho
Contração isométrica
Contração em que o músculo encurta
Contração isotónica
Estrutura que une os miócitos cardíacos entre si
Discos intercalados
Estrutura que permite uma forte ligação entre os miócitos cardíacos nos discos intercalares
Desmossomas
Estruturas que permitem a sinapse elétrica entre miócitos cardíacos
Gap junctions
“Na contração muscular cardíaca, as cisternas do retículo sarcoplasmático libertam cálcio para o sarcoplasma através dos canais de rianodina”
F, os miócitos cardíacos não têm cisternas de retículo sarcoplasmático e o cálcio tem origem extracelular
Estrutura com miócitos autorrítmicos com maior frequência de contração
Nó sinoatrial
Foco ectópico: os impulsos passam a ser gerados nesta estrutura do coração
Nó atrioventricular
“Se forem cortados os nervos que inervam o nó sinoatrial, a frequência cardíaca aumenta”
V, o nó sinoatrial está sobre constante inibição pelo sistema nervoso parassimpático, se o nervo vago for cortado, deixa de ser inibido e a frequência cardíaca aumenta
Estrutura que impede que os ventrículos contraiam ao mesmo tempo que os átrios
Esqueleto fibroso do coração
Primeira parte do coração a contrair
Átrios (aurículas)
Parte do coração que inicia a contração ventricular
Vértice do coração (apex, ápice)
Determina o declive do potencial marcapasso
Sistema nervoso autónomo
Canais que abrem automaticamente nas células autorrítmicas do coração
Canais influx funny de sódio
Os miofilamentos dos miócitos lisos organizam-se em
Escada
Estrutura que fixa os miofilamentos do músculo liso ao sarcolema e sarcoplasma
Corpos densos
Origem da maior parte do cálcio responsável pela contração dos miócitos lisos
Líquido intersticial
Molécula reguladora dos filamentos grossos do miócito liso
Calmodulina
Invaginações do sarcolema do músculo liso que contém vários canais de cálcio voltagem dependentes
Caveolae
Tipo de músculo presente na maioria das vísceras e vasos sanguíneos, com células que apresentam gap junctions e inervação autónoma restrita às células marcapassos, que reagem ao estiramento
Músculo liso unitário
Tipo de músculo presente nas artérias maiores, íris, m. eretores do pelo e m. ciliares, sem gap junctions, e cada um inervado por um ramo do SNA, não contraem em resposta a estiramento
Músculo liso multi-unitário
Cada célula do músculo liso multi-unitário contacta com pelo menos uma dessas estruturas nervosas
Varicosidades
“O grau de contração do músculo liso unitário é regulado pela quantidade de hormona, neurotransmissor ou fator parácrino”
F, isto seria verdadeiro para o músculo liso multi-unitário. O grau de contração do músculo liso unitário é regulado pela quantidade de cálcio que entra no miócito.
Acontece quando não há ativação da miosina fosfatase no relaxamento do músculo liso
Mecanismo de trinco
Enzima que ativa a cinase de miosina de cadeia leve
Calmodulina
Enzima que permite a formação de pontes cruzadas no músculo liso
Miosina cinase de cadeia leve
Manutenção da tensão do músculo com consumo de energia
Tétano
Manutenção da tensão muscular sem consumo de energia
Mecanismo de trinco
Substância segregada para o meio ambiente e atua noutro indivíduo de outra espécie
Alelomona
substância segregada para o meio ambiente e atua noutro indivíduo
Feromona
Substância segregada para o meio ambiente e atua noutro indivíduo de outra espécie, favorecendo-o
Cairomona
Substância segregada para o meio ambiente e atua noutro indivíduo de outra espécie, favorecendo quem a produziu
Alomona
Substância segregada para o meio ambiente e atua noutro indivíduo de outra espécie, favorecendo-o e a quem a produziu
Sinomona
“As hormonas são libertadas diretamente para a circulação sanguínea”
F, passam primeiro pelo líquido intersticial
O sistema endócrino tem um sinal de frequência modulada
F, o sistema endócrino tem um sinal de amplitude modulada, quanto maior a intensidade do sinal, maior é a produção de hormona. O sistema nervoso tem um sinal de frequência modulada em que quanto maior a frequência dos potenciais de ação, maior a intensidade do sinal
Atuação de uma hormona numa determinada célula promove a síntese de mais recetores dessa hormona
Regulação por excesso
Atuação de uma hormona numa determinada célula promove a detruição dos recetores dessa hormona ou inibição da sua síntese
Regulação por défice
Agregado de corpos celulares que produzem a hormona antidiurética
Núcleo supra-ótico
Agregado de corpos celulares que produzem a ocitocina
Núcleos paraventriculares
Hormona produzida pelo núcleo supra-ótico do hipotálamo
Hormona antidiurética
Hormona produzida pelo núcleo paraventricular do hipotálamo
Ocitocina
Doença associada a um défice de vasopressina ou deficiência nos recetores dessa hormona nas células alvo
Diabetes insípida
Células com recetores de ocitocina importantes no reflexo de ejeção de leite
Células mioepiteliais
“As hormonas libertadas pela neuro-hipófise são neuro-hormonas”
V
“As hormonas reguladoras das hormonas da adenohipófise são neurohormonas”
V
Sufixo para uma hormona que regula outra hormona
Tropina
Hormona que aumenta em concentrações em situações de stress, hipoglicemia e aumento da concentração de aminoácidos
Hormona do crescimento
Sua produção segue um ritmo diário, com picos no sono profundo
Hormona do crescimento
Hormona que estimula a lipólise e síntese protéica e inibe a absorção de glicose nos músculos, adipócitos e condrócitos
Hormona do crescimento
Hormona cuja produção é inibida em hiperglicemia
Hormona libertadora da hormona do crescimento
Hormona cujo défice é associado a nanismo com inteligência normal em crianças
Hormona do crescimento
Proteína sintetizada no RER por associação de tirosina e iodo
Tiroglobulina
Doença caracterizada por dilatação da tiróide associada a deficiências de iodo na dieta, níveis elevados de TSH circulantes e níveis baixos de hormonas da tiróide (hipotiroidismo)
Bócio endémico
Doença caracterizada por dilatação da tiróide, com anticorpos que imitam a TSH, e níveis elevados das hormonas da tiróide circulantes (hipertiroidismo)
Bócio tóxico
Hipotiroidismo adulto, associado a tumefação da face
Mixedema
Hormona cuja ação diminui os níveis circulantes de cálcio
Calcitonina
Hormona libertada pelas células parafoliculares da tiróide
Calcitonina
Hormona cuja ação aumenta a reabsorção de cálcio e ativa a vitamina D nos rins
Hormona paratiroideia
É inibida pela hormona paratiroideia, sua ação inibe a diferenciação de células precursoras em osteoclastos
Osteoprogesterina
A matriz mineral do osso é constituída por
Fosfato de cálcio
Doença a nível hormonal que leva a tetania fatal em 3-4 dias
Hipoparatiroidismo
Hormona cuja ação aumenta os níveis de sódio sanguíneo e diminui os níveis de potássio e H+
Aldosterona
Produzido pela zona glomerulosa do córtex adrenal
Mineralocorticóides
Produzido pela zona fascicular do córtex adrenal
Glicocorticóides
Produzido pela zona reticular do córtex adrenal
Esteróides sexuais
Principal hormona responsável pelo crescimento de pelos púbicos e axilares nas mulheres
Androstenodiona
Estimula a secreção de HCl, atuando de uma forma parácrina
Histamina
Estimula a secreção de HCl, atuando de uma forma endócrina
Gastrina
Estimulada pela presença de H+ no duodeno, promove a libertação de bicarbonato e bilis
Secretina
Estimulada pela presença de ácidos gordos no duodeno, promove a libertação de enzimas digestivas
Colecistoquinina
Produzida pelas células delta dos ilhéus pancreáticos
Somatostatina
Recetor adrenérgico que predomina na aorta
Recetor alfa
Recetor adrenérgico que predomina no TGI
Recetor beta
Recetor colinérgico que predomina na aorta
Recetor M2
Recetor colinérgico que predomina no TGI
Recetor M3
Inibidor competitivo dos recetores M2 e M3
Atropina
Inibidor competitivo dos recetores alfa adrenérgicos
Fentolamina
Inibidor competitivo dos recetores beta adrenérgicos
Propanolol
Inibidor que bloqueia canais de cálcio
Verapamil
Divisão da molécula de miosina que, por alteração da conformação é responsável pelo golpe de força
Região charneira
Divisão da molécula de miosina com atividade ATPasica
Cabeça
Divisão da molécula de miosina que se liga umas as outras
Cauda
Péptidos produzidos pelo fígado e pelos rins em resposta à hormona de crescimento que reforçam a sua ação nos tecidos alvos.
Somatomedinas
Androgénio segregado pela zona reticular;
convertido em testosterona
Androstenodiona
O excesso de produção destas hormonas produz hirsutismo
Androgénios