asd Flashcards
A cadeia de custódia pode ser definida como a documentação do transporte e
manuseamento das provas desde a altura de recolha até a sua primeira apresentação em
tribunal, excluindo se os recursos.
F (a cadeia de custódia trata-se da sistemática de
procedimentos que visa à preservação do valor probatório da prova pericial caracterizada;
ou seja, trata-se de toda a documentação que acompanha as prvas onde está tudo descrito
detalhadamente incluindo os recursos)
Para manter a cadeia de custódia quando se recebe uma amostra todos os intervenientes são obrigados a assinar, quem entrega e quem recebe.
V
As alterações produzidas pela causa de morte que a tornou fatal da-nos a causa jurídica de morte.
F. A causa de morte é um evento que produz uma alteração fisiológica da
morte; o mecanismo de morte é o mecanismo provocado pela morte do animal que resultou
na morte; a causa jurídica de morte é o diagnóstico diferencial médico-legal e dita as
circunstâncias que levaram À morte do animal, esta podeser: morte natural, morte violenta
(acidental ou não acidental) ou morte indeterminada.
Os cadáveres de animais selvagens deverão ser, sempre que possível, radiografados antes da necropsia.
v
Como a causa de morte apareceu da-nos a causa jurídica de morte
V (‘como a
causa de morte apareceu’ = circuntâncias da morte)?
O resultado da análise de amostras no laboratório em medicina forense animal pode
ser prejudicada pelo armazenamento
v
Nas queimaduras para determinar a área afetada cada membro equivale a 9 por
cento de área total do corpo
o F 18% nos membros pélvicos e 9% nos membros da frente
Os animais podem ser considerados por processos legais as vítimas por agressão
física como fome
F ( a fome não é uma agressão física mas um caso de negligência)
As queimaduras de primeiro grau afetam apenas a epiderme e caracterizam se por
dor, eritema e descamação
v
Nas queimaduras de terceiro grau há destruição completa de todas as estruturas da
pele, prolongando se por vezes para o tecido subcutâneo
. F (as de 4º grau é que se
prolongam para o tecido subcutâneo)
As queimaduras de segundo grau afetam a epiderme e metade da derme
caracterizam se por dor e vesículas
v
A avaliação de degradação do DNA pode ser usada na estimativa do tempo de
morte nos animais
v
Para se ser um bom veterinário forense é imprescindível dominar todas as técnicas
de biologia molecular
F (Um bom veterinário forense domina a necrópsia)
As situações que causam danos psicológicos ao homem ou a outros animais podem
ter significado forense.
v
A asfixia química pode ser causada por inalação de fumo
v
Lesões na ressuscitação na faringe e na laringe causadas por intubação podem
imitar lesões causadas por estrangulamento.
F. estrangulamento trata-se da resposta
fisiológica e a morte ocorre devido a obstrução vascular ou das vias aéreas. O animal
demonstra cianose, sangue fluida, dilatação ventricular direita, congestão visceral e
petéquias anteriormente à zona de compressão.
A localização das petéquias pode depender do mecanismo de asfixia mas estás
podes surgir após a morte
V (aparecem anteriormente ao local de compressão)
A peripneumonia é provocada pelo Mycoplasma mycoides subespécie mycoides
colónias grandes.
. F sempre colónias pequenas
Os sequestros na peripneumonia são menores e menos frequentes do que na
Mannheimiose pneumónica
F (em ambas as situações surgem sequestros que se
caracterizam por serem áreas de pulmão necrosado encapsuladas por tecido conjuntivo,
sendo que ficam isoladas do restante parênquima; ocorrem devido a necrose extensa por
isquemia, enfarte por trombose de um grande vaso, efeito de toxinas necrosantes de
bactérias patogénicas).
A traqueobronquite infecciosa canina também é conhecida como tosse do canil.
v
A peripneumonia deve o seu nome a sua lesão macroscópica mais proeminente,
broncopneumonia fibrinosa.
v
A traqueobronquite infecciosa canina tem etiologia complexa: adenovírus, vírus
parainfluenza e bordetella bronchiseptica
V (juntamente com fatores ambientais)
Um bovino com diarreia viria bovina tem diarreia, pneumonia, lesões nas mucosas e lesões entre os dedos
F (doença das mucosas que se caracteriza por erosões e úlceras
bem demarcadas na língua, gengiva, palato, esófago, rumen, abomaso e bandas coronárias
dos cascos)
A tuberculose é um processo respiratório muito frequente nas aves de exploração
intensiva
. V
Podem observar se lesões granulomatosa no pulmão das aves provocadas por E.
Coli
V (sendo que foi falado no mesmo grupo da tuberculose, suponho que resulte em
lesões granulomatosas)
As lesões por Aspergillus spp são raras no aparelho respiratório das aves.
F (são
frequentes ao nível dos sacos aéreos)
A traqueobronquite infecciosa canina caracteriza se por lesões macro e
microscópicas desde ausentes até traqueobronquite catarrais ou purulentas.
F (catarral a
mucopurulenta)
A laringo-traqueite infecciosa aviaria caracteriza se por abundantes granulomas de
centro caseificado.
F (caracteriza-se por traqueíte fibrinocongestiva ou fibrinohemorrágica)
O aumento das concentrações plasmáticas de creatinina e ureia pode ser
acompanhado de uma glossite ulcerativa.
V (glossite urémica)
A aspergilose pode em muitos casos ser tratada com antibióticos.
v
Um frango com salmonelose apresenta nódulos de aspeto caseoso apenas na
parede dos cecos e amígdalas cecais.
F (hepatite multifocal necrótica com pequenos focos
disseminados elo fígado. Provoca também pneumonia necrótica com tonalidade amarela
esverdeada. Também podemos ter lesões mulinodulares nos sacos alveolares e pulmão,
tiflite difteronecrótica)
Perus com sinusites crônica e dilatação facial bilateral é compatível com
Haemophillus paragallinarum.
f
Nas aves as lesões de tuberculose mais exuberantes observam-se no baço e no
fígado.
V (lesões granulomatosas multicêntricas afetando principalmente fígado e baço)
A aspergilose causa uma doença multissistemica em todos os vertebrados.
f
O agente da paratuberculose é o Campylobacter pseklotubercolosis.
F
(Mycobacterium avium paratuberculosis ssp paratuberculosis)
A paratuberculose só se manifesta na idade adulta.
V (a infeção pode ocorrer in
útero, mas só se manifesta em animais adultos)
Um gato com peritonite infeciosa felina apresenta múltiplos focos de necrose no rim
fígado pulmão e cérebro, além de exsudação fibromatosa das membranas serosa.
V
(causada por coronavírus)
A colite histiocitica ulcerativa é uma inflamação transmural.
v
A colite histiocitica ulecrativa caracteriza-se pela presença de histrocitos com
partículas PAS.
F (macrófagos com partículas PAS positivas)
Um cabrito com coccidiose intestinal apresenta conteúdo intestinal fluido com
numerosos nódulos, semelhantes a grãos de arroz na serosa e na superfície da mucosa.
v
Na isquemia intestinal a muscular externa é a mais resistente.
F ?
Numa isquémia intestinal a muscularis interna é a camada mais resistente.
v
Nas enterites por parvovirus ocorre necrose das criptas e colapso da lamina
própria.
v
Na dilatação e vólvulo gástrico, no cão, a morte pode ocorrer por arritmia cardíaca.
V
(hipoxeia gástrica + desequilíbrio acido base +obstrução do piloro + aumento da pressão
intragástrica ondas antiperistálticas atonia, inquemia CV, arritmias e morte)
No cão, na dilatação e torção gástrica, a morte pode ocorrer por desequilíbrio
electrolítico.
v
No cão, na dilatação e torção gástrica, a morte pode ocorrer por diminuição da
perfusão dos restantes órgãos intra-abdominais.
v
Na enterite dos suínos por Lawsonia é uma enterite difteronecrotica.
F (erosiva)
A enterite linfoplasmocitária (doença inflamatória do intestino) pode surgir como
resposta a antigénios da dieta.
V (em gatos)
Nos equinos a arterite verminosa pode ser causa de intussusceção.
V (nos cães é
pelo manuseamento, nos bovinos e equinos também pode ser por tumores, abcessos e
granulomas)
A intussuscepção pode ser agónica.
v
Numa isquémia intestinal de médio prazo (13-14h), a arquitetura do tecido pode ser
reconstruída.
v
Na enterite linfoplasmocitária (doença inflamatória do intestino) ocorre o alargamento
e achatamento das vilosidades
v
Numa isquémia intestinal a proliferação de Clostridium spp no tecido afetado tem
consequências nefastas
v
Nas enterites por parvovirus o agente etiológico tem elevada afinidade para células
em divisão
v
Num tecido necrosado a proliferação de clostridium nos tecidos lesionados
provocam lesões nefastas.
v
Nas enterites por parvovirus o quadro microscópico é idêntico em cães e gatos.
v
A hiperplasia pancreática nodular não causa sintomatologia clínica
v
O derrame de bile causa uma peritonite química
v
O hidroperitoneu está sempre associado a processos inflamatórios.
F (pode resultar
de qualquer causa de hipoprteinemia)
O seminoperitoneu è comum em gatos.
f
Não há distinção possível entre uma atrofia pancreática e uma hipoplasia
pancreática.
F (as células do pâncreas exócrinos hipoplásico não costumam conter
lipofuscina pois não mantém os ilhéus)
Sialolitos são células das glândulas salivares que ocorrem devido a processos
inflamatórios.
F (cálculos)
Semitoráx é comum nos gatos
??
Hipoplasia pancreática não causa sintomatologia clínica.
F (provoca insuficiência
pancreática. A hiperplasia é que não causa sintomatologia)
Os antiinflamatórios não esteroides podem causar estomatites erosivas ou
ulcerativas cavalo
v
Na Pancreatatite aguda a fosfolipase A e a elastase são os fatores desencadeantes
do processo.
F (tripsina é o fator chave porque ativa todasas outras enzimas digestivas)
A pancreatite aguda é um processo muito doloroso.
V (por palpação do quadrante
superior direito)
No fígado a produção de proteínas plasmáticas, albumina e fibrinogénio faz-se no
RER
v
As células estreladas do fígado, além de acumularem vitamina A, sintetizam
colagénio
v
Para haver regeneração completa hepática há que manter a trama de reticulina.
V
(as fibras de reticulina são os componentes da matriz extracelular que odem ser corados
por técnicas de cimpregnação com prata; são colagénio do tipo III com fibronectina e outras
glicoproteínas anexas)
Quando há necrose dos hepatócitos da placa limitante, não há regeneração desse
acino.
V (não há parênquima de sobrevivência)
A hiperplasia biliar ocorre sempre associada a alterações do parênquima
v
No fígado a fibrose pode ser reversível.
F (típico de cirrose, completamente
irreversível, fase terminal)
A icterícia pode ser causada por um colangiocarcinoma.
v
Nos cavalos é comum a icterícia fisiológica
v
A disfunção hepatica e responsável por duas formas de fotossensibilização.
V (forma
secundária e porfiria congénita)
Os componentes fotodinâmicos podem ter origem dietética
v
A leptospirose causa uma hepatite focal tromboembólica.
F (icte´ricia, hemorragia
hepática, ascite e necrose focal e/ou controlobular)
A Leptospirose esta associada a edema da vesícula biliar.
f
A degenerescência induzida por glucocorticóides caracteriza-se por uma
acumulação excessiva de glicogénio nos hepatócitos
v
A degenerescência induzida por glucocorticoides é um processo irreversível
f
O edema pulmonar hidrostático ocorre por aumento da pressão osmótica no sangue.
v
O enfisema pulmonar primário não ocorre nos animais.
V (é sempre uma condição
secundária causada por lesões pulmonares primárias)
no enfisema ha perda de septos alveolares
V (é assim que se distingue da insuflação)
O vírus sincicial respiratório pode estar implicado na pneumonia enzoótica dos bovinos.
V(suínos não)
A atelectasia compressiva Pode ser originada por um pneumotórax.
v
Mannheimia pneumonica é uma pneumonia intersticial ou bronco intersticial.
F
(broncopneumonia)
- A doença das membranas hialinas é uma das formas de atlectasia e adquirida.
F
(congénita)
Os agregados do tecido linfoide na pneumonia enzoótica são achados proeminente em
porcos.
v
Mannheimiose pulmonar pode causar um exsudado de fibrina
v
.Nos vitelos o exemplo típico de pneumonia enzoótica é febre dos transportes
f
Necrobacilose laringica caracteriza-se por áreas de Necrose bem marcadas, com crostas espessas afetando especialmente as cartilagens aritenoides.
v
O enfisema bolhoso pode ser causa de pneumotórax
v
O agente etiológico da rinite atrófica que provoca a maior Necrose dos osteoblastos é Bordetella bronchiseptica.
F (Pasteurella Multocida)
Na rinite atrófica os turbinados dorsais são sempre os mais afetados
f
A pasteorella multocida produz uma citotoxina que promove a reabsorção ostioclastica
na rinite atrófica
v
A única sequela idêntica entre micose e o empiema das bolsas guturais é a erosão da
carótida interna.
F (no empiema não acontece)
9.Na mainnheimiose pneumónica pode ocorrer intensa exsudação da fibrina
v
O adenocarcinoma pulmonar dos ovinos só afeta os animais adultos.
F (pode ocorrer
ocasionalmente nos jovens)
Na mainnheimiose pneumónica observam-se foco de organização perivascular
.F
(pleuropneumonia contagiosa bovina / peripneumonia contagiosa dos bovinos)
Nas broncopneumonias existe inflamação aguda ponderada do tecido conjuntivo
peribronquiolar.
v
.Na esgana o pulmão apresenta-se edematoso com uma pneumonia intersticial.
v
Chame-se complexo primário da tuberculose a lesão granulomatosa do pulmão dos
bovino
f
Na esgana são frequentes as infeções secundarias Bordetella bronchiseptica e
micoplasmose
v
As pneumonias enzoóticas dos suínos caracterizam-se inicialmente por uma
broncopneumonia fibrinosa.
F (catarral)
.O adenocarcinoma pulmonar do ovino caracteriza-se por pulmões tumefactos por
múltiplos nodulos cinzentos firmes.
V
A consolidação crânio ventral do pulmão na broncopneumonia pode ser devido a
ramificação abrupta das vias aéreas.
v
O complexo primário da tuberculose nos vitelos localiza-se normalmente no intestino e
linfonodos mesentéricos.
V (pelo leite contaminado)
.Na estrongilose pulmunar o lume brônquico encontra-se preenchido por fibrina e
cosinofilos misturados com parasitas.
V
A estrongilose pulmonar pode confundir-se clinicamente com uma broncopneumonia
purulenta.
F (embólica)
Maedi caracteriza-se por hiperplasia do musculo liso e numerosas proliferações
linfofoliculares disseminadas pelos septos alveolares
v
Nas broncopneumonias a região primeiramente afetada é a junção
bronquíolo-alveolar.
v
A presença de sequestros é uma consequência muito rara da Manheimiose
pneumónica
f
Na morte por choque anafilático os pulmões estão mais firmes na região
crânio-ventral.
f
Os bovinos adultos apresentam as lesões de complexo primário a nível pulmonar
dando-se a disseminação do agente normalmente por via linfática.
v
Nos equinos os granulomas da tuberculose são duros e calcificados
f
Os suínos frequentemente apresentam as lesões de complexo primário na faringe e
nos gânglios retrofaringeos.
F (pulmão?)
Sufocação é causada pela obstrução mecânica ou oclusão das vias aéreas externas
V
As estomatites erosivo-ulcerativas são lesões observadas na diarreia vírica bovina e
febre catarral maligna
v
A uremia e a deficiência em vitamina C, nos primatas e porquinhos da índia,
caracterizam-se por uma estomatite erosivo-ulcerativa
v
As estomatites vesiculares podem surgir nas viroses citolíticas
v
A febre aftosa em animais muito jovens provoca uma miocardite vírica
v
A doença vesicular dos suínos é distinguível das outras estomatites vesiculares
F –
distingue-se mas por diagnóstico laboratorial, se n é clinicamente indistinguível
Megaesófago é sinónimo de acalásia
f
Megaesófago adquirido ou acalásia esofágica resulta da falha de relaxamento do
esfíncter proximal esofágico
f
As glossites são relativamente frequentes devido a doenças que atingem
primariamente a língua
F (resulta frequentemente de infeções primárias, sendo uma
consequência)
O bacilo Actinobacillus bovis é um oportunista que invade os tecidos linguais
danificados
f
A infeção por Candida albicans pode ocorrer como resultado de um aumento de
glicemia
V (animais imunodeprimidos, hiperglicémicos e por alteração da microflora
intestinal)
O ectima contagioso caracteriza-se por lesões proliferativas (pápulas, vesículas e
pústulas) nos lábios, patas e úbere dos pequenos ruminantes
v
Na ulceração gastrointestinal nos suínos normalmente encontra-se afetada a
mucosa glandular
F (não glandular)
A ulceração gastrointestinal nos suínos pode ser causa de morte súbita
f
Glucocorticoides e stress podem estar envolvidos na patogenia da ulceração
gastrointestinal
v
Uma inflamação profunda na língua de um bovino jovem caracterizada por zonas
necróticas, rodeadas por um halo hiperémico, é mais provável que seja provocado por
Actinobacillus lignieresii
F (pequenos nódulos de cor amarela e disseminados pela língua:
grânulos sulfurosos)
O megaesófago pode ser secundário a doenças inflamatórias da camada muscular
esofágica
V
O megaesófago é sempre uma doença neuromuscular
f
No timpanismo primário a falha de eructação deve-se a uma obstrução física do cárdia
v
Para diagnóstico de timpanismo primário é imprescindível uma necropsia precoce
v
Numa ruminite por acidose lática desenvolvem cicatrizes estreladas de cor pálida na mucosa rumina
v
Um cavalo com exantema vesicular apresenta na cavidade oral, lábios, palato e
língua vesículas preenchidas com fluído
F (só suínos)
A febre aftosa afeta ruminantes e suínos sendo o cavalo refratário
v
A febre aftosa é uma doença pouco contagiosa
f
A febre aftosa pode também afetar o esófago, rúmen e íleo
F (ileo não)
A gastropatia urémica pode ser observada em cães e ocasionalmente gatos e
cavalos com doença renal
F (mais comum em carnívoros, quando ocorre nos ungulados
obstrução renal)
Na gastropatia urémica a mucosa está espessada de cor vermelha negra
v
Numa gastrite hipertrófica o espessamento deve-se a uma hiperplasia das glândulas
gástricas
v
A gastrite hipertrófica pode surgir como resposta a infeções por Habronema ou
Trichostrongilus
V (nematodes)
A forma difusa da gastrite eosinofílica surge como uma lesão plana esbranquiçada
resultante do achatamento das vilosidades devido ao denso infiltrado eosinofílico
f
Um cadáver de ovino com infeção por Clostridium septicum apresenta efusão
peritoneal sanguinolenta, abomasite hemorrágica com enfisema da submucosa
v
A pneumatose quística ou enfisema intestinal surge devido a ectasias linfáticas
(quilíferos)
F (causa desconhecida)
Diarreia profusa é um dos sintomas de paratuberculose, hipocalcemia e
ingestão excessiva de carbohidratos
f
A ruminite necrobacilar afeta o saco ventral e os pilares do rúmen
v
Na ruminite necrobacilar as papilas estão tumefactas, descoradas envolvidas por
exsudado fibrinoso
F(Escuras)
Na ruminite necrobacilar as lesões iniciais são manchas escuras irregulares com
2-15 cm de diâmetro
V
Uma infeção ruminal por Fusobacterium necrophorum caracteriza-se por uma
vasculite necrosante e enfartamento hemorrágico de toda a parte
f
Forma difusa de gastrite eosinofilica é uma resposta a parasita.
F (devido a uma
reação de hipersensibilidade não sabendo o antigénio; a focal é que é parasitária e devido a
nematodes de toxocara canis; forma esquirrosa: infiltrado eosinofilico + fibrose origem
desconhecida)
Na paratuberculose há proliferação adenomatosa nas células epiteliais.
F (inflamação
granulomatose do tipo lepromatosa)
A amiloidose hepática esta associada a doenças agudas.
F ( a amiloidose
secundária está associada a inflamações crónicas)
A intoxicação por cobre pode ser causada por pastagens normais em Cu e
pobres em Fe.
F (excesso de ferro)
Na amiloidose hepática a deposição de substância amiloide ocorre no lume das
sinusoides.
F (espaço Disse, porta e nas paredes dos vasos sanguíneos)
Intoxicação aguda por aflatoxinas é muito frequente em bovinos e cavalos.
F (neles não
é nada comum porque teriam de ingerir uma grande quantidade para intoxicarem)
Na intoxicação por cobre a coloração negra dos rins deve-se a hemólise maciça.
v
Os cogumelos do género Amanita são tóxicos devido a possuírem apenas uma toxina,
a Amatoxina.
F (um grupo de toxinas denominados ciclopeptídeos tóxicos)
Nos suínos a aflotoxicose cronica causa esteatose e necrose dos hepatócitos, fibrose e
hiperplasia biliar.
V (a forma crónica é a mais comum)
As fosmopsinas metabolitos do fungo Phomopsis provoca necrose hepática aguda
principalmente a suínos e cavalos.
F (equi, bovi e ovi)
As fosmopsinas metabolitos do fungo Phomopsis provoca necrose hepática aguda
principalmente a suínos e cavalos.
F (equi, bovi e ovi)
A necrose hepática multifocal está associada com agentes que chegam por via biliar
f
A fibrose biliar pode ser consequência de colestase
v
- A necrose hepática periportal surge em intoxicações por P (fosforo
v
As células estreladas sofrem uma transformação fenotípica e aumentam componentes da matriz extracelular após uma agressão
v
Uma fibrose de ligação une um espaço porta a outro
v
A telangiectasia é uma alteração patologia idiopática.
V (e sem significado clinico)
A necrose hepática paracentral envolve os hepatócitos da zona 2
v
A trama de reticulina hepática acompanha sempre o crescimento hepatocitario.
f
O fator beta de crescimento, secretado pelos macrófagos, inibe o crescimento
dos hepatócitos.
v
Os shunts portossistemicos são sempre de localização extra-hepática
f
A deficiência em vit E e o selenio causam necrose hepática multifocal aos suínos.
F(é
maciça, não é multifocal)
A telangiectasia pode surgir como consequência de uma inflamação crónica do fígado
f
A lipidose hepática nos póneis(?) está associada a uma deficiência em vit B1 e
cobalto.
F (ovinos e caprinos, vit B12)
O fosforo vermelho usado nos … causa hepatoxicidade.
F (é só o branco que era
usado como rodenticida)
Os shunts portossistemicos causam sinais de encefalopatia hepática.
v
A esporidesmina nos ovinos causa hepatoxicidade
v
O acetaminofeno no cão causa hepatoxicidade.
F (causa nos gatos que são mais
sensíveis a ele)
Uma infeção aguda por Fusobacterium necrophorum caracteriza-se por uma necrose
de coagulação
v
.Na colangite linfocitaria cronica em gatas existe infiltrado … constituído por neutrófilos
e linfócitos.
F (só linfócitos pequenos no espaço porta, ao redor dos ductos biliares)
A colangite linfocitaria cronica afeta gatos jovens com menos de 4 anos
f
O mucocele da vesicula biliar ocorre no cão caracterizando se por uma distenção do
órgão preenchido por muco
v
Uma colecistite fibrinosa esta associada a uma infeção por clostridium pilliformis.
F
(Salmonella enteritidis dublin)
A colecistite fibrinosa no cão ocorre na hepatite infeciosa canina
v
Na necrose hepática nutricional ocorre necrose isolada dos hepatócitos periportais.
f
A fascíola é fator essencial para a infeção por clostridium haem…
V (hemoglobinúria
bacilar; migração de fascioloas jovens ou outros parasitas provocam a necrose necessária
para a proliferação de clostridium hemolítico)
A rotura de um abcesso hepático pode causar morte súbita por embolia pulmonar
séptica
v
A rotura de um abcesso hepático pode causar morte súbita por embolia pulmonar
séptica
v
Hidrotórax está sempre associado a processos inflamatórios
f
Na hepatite necrótica infeciosa os cadáveres sofrem putrefação muito rápida
devido a febre alta
v
Uma infeção ascendente normalmente causa lesões multifocais no parênquima
hepático
v
O adenovírus tipo 1 canino tem predileção para hepatocitos e células progenitoras
F (hepatócitos, células endoteliais e mesoteliais)
Na rinite fibrinosa crupal ou pseudodifterica apos a remoção do exsudado fibrinoso
fica uma superfície ulcerada.
F (pseudodiftérica não deixa úlcera!)
As rinites catarrais caracterizam-se exclusivamente por descamação epitelial muito
extensa.
F (exsudado seroso e mucoso com células descamadas- leucócitos e detritis
celulares)
Na obstrução recorrente (RAO) a patogenia é desconhecida.
V (Há uma predisposição
genética, resposta imunitária alérgica e uma hipersensibilidade das vias respiratórias
doença hiperreativa das vias respiratórias)
Na obstrução recorrente (RAO) os animais apresentam, as vias aéreas obstruídas
v
A cianose é um achado patognomónico da morte por asfixia
F (não é
necessariamente asfixia)
Na acidose lática, as papilas ruminais apresentam-se vermelhas e aderidas
principalmente ao saco ruminal ventral
F (as papilas destacam-se)
Na intussusceção, a parede intestinal afetada aparece hemorrágica, congestionada
e edematosa
v
Uma lesão puntiforme é uma lesão perfurante.
v
A acidose lática deve-se à fermentação no rúmen por falta da goteira esofágica
f
A paratuberculose é caracterizada por aumento de espessura lembrando
circunvoluções encefálicas devido ao infiltrado fibrinoso
f
Na gastropatia urémica, a lâmina própria entre as glândulas está edematosa e o
número de mastócitos aumentado
f
Os ovinos e caprinos com febre aftosa apresentam lesões proliferativas nos lábios e
nos tetos
v
Nos porcos, a pneumonia enzoótica é a pneumonia micoplasmática.
V (causada
pelo Mycoplasma Hyopneumoniae)
O enfisema alveolar é a lesão mais proeminente na obstrução recorrente das vias
aéreas dos cavalos (RAO)
F (tem brônquios, bronquíolos..)
Uma lesão no corto-perfurante caracteriza se por corte e pressão nos tecidos.
F
(pressão e deslizamento)
Dores crónica ou patológica resulta numa alteração do apetite, aumento ou
diminuição.
F (diminuição só)
A acalasia é uma alteração da motilidade.
V ( no esófago que resulta na
regurgitação)
A Pneumatose quística ou enfisema pulmonar é causado ou agravado por
proliferação bacteriana.
F (não se sabe a causa nem está associada a doença clinica)
Na PIF, há múltiplos focos de necrose no rim, fígado, pulmão e cérebro.
V
(pneumonia piogranumatosa)
A fibrose no fígado é sempre irreversível.
F (se o a fonte de lesão for eleiminada ou
a terapia bem sucedida, a fibrose pode ser reversível)
Numa lesão crónica do fígado só os hepatócitos têm capacidade de regeneração
v
A telangiectasia ocorre numa lesão crónica do fígado.
F (ocorre em áreas onde se
perderamhepatócitos; dilatação acentuada dos sinusoides hepáticos)
Na contusão, a epiderme é descontinua
F (lesão nos vasos mas não há
descontinuação da epiderme)
A hepatite infeciosa canina é caracterizada por edema e hemorragia da vesícula
biliar.
F (não há hemorragia, só parede espessada devido a edema)
Na amiloidose hepática a produção da proteína SAA faz-se no rim.
F (é no fígado)
Actinomyces bovis ataca tecidos danificados da língua
f
Numa estomatite vesicular, há evolução centrípeta da lesão
v
Contusão é o mesmo que ferida contusa.
F (uma lesão contusa pode ser provocada
por contusão, laceração, abrasão e fratura)
A atelectasia obstrutiva pode ter como etiologia neoplasias benignas presentes na
cavidade pleural. a)
F (redução do diâmetro das vias aéreas por edema, inflamação das
mucosas, lúmen das vias aéreas está bloqueado por muco, exsudado ou material estranho
inspirados ou parasitas LOGO nunca é nada da pleur
Os focos perivasculares são patognomónicos das peripneumonias contagiosas em
bovinos
v
A pancreatite aguda pode ser idiopática em cães e gatos.
F (obstrução dos ductos
por cálculos ou parasitas, lesões ou agressões diretas nas células acinares e transporte
aberramte de proenzimas )
O número de células pancreáticas pode ser indicador de hipoplasia pancreática
v
O empiema das bolsas guturais é normalmente uma sequela de uma inflamação
supurativa das cavidades nasais
v
O cobre não é tóxico quando ligado à enzima, Cu-sintase.
F (o cobre sérico está
ligado à seroplasmina e a maioria do cobre hepático está ligado à metalotiamina e
armazenado em lisossomas)
A rutura da vesícula biliar pode ocorrer numa infeção aguda ou crónica.
V (também
pode ocorrer secundariamente a enfarte)
A necrose centrolobular pode ocorrer por anemia grave
v
A leptospirose é identificada microscopicamente por um agente coloração álcool
ácido resistente.
F (coloração de prata)
A intoxicação por cobre pode ser por pastagens normais em cobre e pobres em
molibdénio.
v
A lipidose hepática em póneis é também conhecida como toxemia de gestação.
f
Os abcessos hepáticos nos vitelos causados por Fusobacterium Necrophorum são tóxicos.
v
Na esgana, a pneumonia intersticial é caracterizada por células epiteliais basófilos e
corpos de inclusão acidófilos.
F (broncopneumonia
Nos ovinos, a tuberculose brônquica apresenta granulomas grandes, caseiosos,
calcificados e bem capsulados
v
Os xenobióticos são sintetizados no fígado pelas enzimas do citocromo p450 do
RER.
F (eliminado e não sintetizado e pelo REL)
Causas jurídicas de morte: suicídio, tiro no tronco e morte natural.
F (a causa de
morte jurídica é só: natural, violenta ou indeterminada)
Um tipo de necropsia de clínica pode ser denominado anátomo-patológica.
v
Megaesófago pode ser causado por falta de zinco.
f
A coligranulomatose em aves é mais proeminente no cólon.
F (no ceco)
A diminuição da mucosa do piloro associada a granulomas (ou um nome semelhante
a este) pode ser causa de úlceras gástricas.
F (as úlceras ocorrem sempre quando há
desequilíbrio entre a produção de ácido e a proteção da mucosa)
Uma causa jurídica pode ser a morte natural.
v
O edema pulmonar hidrostático ocorre por aumento da pressão osmótica no sangue.
F (diminuição)
A obstrução venosa ocorre antes da arterial.
F (não é regra, mas normalmente é a
arterial porque tem as paredes mais espessas)
Shunts congénitos são em múltiplos vasos
v
Enfisema pulmonar é secundário a broncopneumonia.
F (so há hiperemia e edema)
Tuberculose primária pode ser dissociada quando apenas a lesão no gânglio
regional.
v
A hipertrofia da porção distal do esófago, peculiar em equinos e suínos, não tem
significado clínico.
v
Na leptospirose, há isquemia dos hepatócitos periportais.
F (só centrolobulares)
Hepatite nutricional causa necrose isolada de hepatócitos centro lobulares.
F
(hepatosis diatética)
Telangiectasia está associada a insuficiência cardíaca crónica com acumulação de
sangue nos sinusoides.
f
A administração de glucocorticoides leva a degenerescência dos hepatócitos da
zona II
v
A consolidação cranioventral do pulmão na broncopneumonia deve-se a uma maior
vascularização da região
f
A colecistite aguda no cão surge na hepatite infeciosa canina
f
Na obstrução recorrente das vias aéreas dos cavalos (RAO) a patogenia é
desconhecida
v
Na obstrução recorrente das vias aéreas dos cavalos (RAO) os animais apresentam
vias aéreas excessivamente sensíveis aos alérgenos
v
A bronquiectasia consiste numa dilatação transitória do brônquio como resultado da
acumulação de exsudados no lume do mesmo
f
O edema pulmonar de permeabilidade ocorre quando existe uma excessiva abertura
das fendas endoteliais.
v
O carprofeno é tóxico para gatos
v