Anatomia e Fisiologia Flashcards
Cada ramo lobar divide-se em ramos segmentares. As vias aéreas continuam a se dividir por mais … gerações, dependendo de sua posição no interior
do pulmão.
À medida que a ramificação avança, a quantidade de cartilagem contida dentro da parede continua a diminuir. O ponto em que a cartilagem está totalmente
ausente da parede das vias aéreas é denominado …– e é a via aérea final, antes de atingir a unidade funcional do pulmão conhecida como…
5 a 25
bronquíolo terminal
ácino
Qual é a fonte de sangue sistêmico oxigenado que fornece a nutrição para os tecidos dos brônquios, a pleura visceral e a vasculatura pulmonar?
Circulação brônquica - proveniente da aorta e das artérias intercostais
A pressão intrapleural, que é usada como um substituto para a pressão intratorácica, por convenção, é de aproximadamente … na expiração final
Quando o diafragma e os músculos intercostais se contraem e a inspiração ocorre, o volume intratorácico aumenta, gerando uma nova pressão intrapleural de aproximadamente …
-5 cm de água (H2O)
-8 a -9 cm de H2O
Qual a definição de complacência pulmonar? Qual o valor normal? Como calcular?
A Complacência é definida como a variação de volume pulmonar para cada unidade de variação na pressão transpulmonar (C = ∆V/∆P)
A complacência pulmonar normal é de 150 a 200 mL/cm de H2O.
Complacencia Pulmão = Alteração no volume pulmonar / Alteração na pressão transpulmonar
Qual o valor normal da complacência torácica? Como calcular?
A complacência torácica normalmente é de 100 mL/cm de H2O e é definida como:
Complacência da Parede pulmonar = Alteração no volume pulmonar / Alteração na pressão transtorácica
Qual o valor normal da complacência total? Como calcular?
A complacência total é a combinação das complacências da parede torácica e pulmonar e normalmente é de 100 mL/cm de H2O. Ela é definida matematicamente como:
1/CT = (1/CPulmão) + (1/CParede pulmonar)
A resistência a um fluxo gasoso, no caso de um fluxo … …, está diretamente relacionado à viscosidade do gá, não tendo influência de sua densidade. No caso de um fluxo …, a resistência está diretamente relacionada à densidade do gás.
linear
turbulento
O bulbo contém os centros de controle de ventilação mais básicos, o grupo respiratório dorsal (GRD) e o grupo respiratório ventral (GRV). O … estabelece
uma frequência ventilatória ao estimular ritmicamente a inspiração. O …, por outro lado, coordena a expiração.
GRD
GEV
- O GRD estimula a inspiração, que é seguida por um
sinal pelo GRV para extinguir a estimulação do GRD, cessando o esforço inspiratório ativo e permitindo a expiração passiva. Sem o GRV, a atividade do GRD resulta em um padrão respiratório irregular caracterizado por esforços inspiratórios máximos e
crises de apneia. Desse modo, o GRD e o GRV funcionam juntos, resultando em uma
ventilação rítmica
Os centros respiratórios pontinos, o centro apnêustico e o centro respiratório pneumotáxico comunicam-se com centros respiratórios no bulbo para alterar o padrão e a frequência de ventilação.
O centro … envia sinais para o GRD para prolongar a inspiração, enquanto a função do centro … é limitar a inspiração.
apnêustico
pneumotáxico
- Com o aumento da estimulação, o centro pneumotáxico também aumentará a frequência ventilatória, além de diminuir o volume inspiratório. Dessa forma, os centros respiratórios pontinos são capazes de alterar a ventilação
Os quimiorreceptores centrais estão localizados no … e transmitem informações sobre as necessidades de ventilação por meio do …
Apesar de não ser diretamente detectado, o … tem um efeito potente sobre os quimiorreceptores centrais pela conversão para íons de … que alteram o …
bulbo
pH
dióxido de carbono
hidrogênio
pH
Os quimiorreceptores do … enviam sinais para os centros respiratórios baseados no teor de oxigênio e dióxido de carbono a partir da periferia. Esses
quimiorreceptores periféricos são encontrados na … e comunicam-se com os centros respiratórios pelo …
corpo carotídeo
bifurcação da artéria carótida comum
nervo glossofaríngeo aferente
Os quimiorreceptores do corpo aórtico, encontrados ao redor do arco aórtico, também enviam sinais sobre a pressão parcial de oxigênio por meio do … Isso leva a mudanças principalmente na …, com efeitos mínimos sobre a ventilação
nervo vago
circulação
A maioria dos adultos é capaz de prender a respiração por 1 minuto, atingindo níveis de PaCO2 de … e níveis de PaO2 de …
Se uma pessoa inala oxigênio suplementar, minimizando os sinais ventilatórios dos quimiorreceptores periféricos, a ventilação não ocorre até que os níveis de PaCO2 alcancem 60 mmHg, ou em … minutos.
A hiperventilação com oxigênio suplementar pode deprimir a PaCO2 para 20 mmHg, permitindo prender a respiração por aproximadamente … minutos
50 mmHg
65 mmHg
2 a 3
5
No que se refere à curva de resposta ventilatória ao dióxido de carbono, a resposta da ventilação é aumentada com … e diminuída com …
hipoxemia e acidose metabólica
depressores respiratórios como opioides e barbitúricos
Com níveis de PaCO2 acima de 80 mmHg,
o CO2 age como um …
depressor ventilatório e hipnótico
Um nível baixo de dióxido de carbono …
provoca supressão do impulso ventilatório, vasoconstrição cerebral e baixa concentração plasmática do íon cálcio, secundárias à alcalose
A afinidade do oxigênio pela hemoglobina é diminuída por …
Acidose
Elevação de temperatura
Níveis aumentados de 2,3-difosfoglicerato (um subproduto do metabolismo das hemácias, o que auxilia a hemoglobina parcialmente desoxigenada
a liberar mais oxigênio)
Descreva o efeito Bohr
diminuição da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio em ambientes com elevação de dióxido de carbono ou acidose
Descreva o efeito Haldane
A Hb desoxigenada tem maior capacidade de trasnporta CO2
“é a capacidade da hemoglobina desoxigenada de transportar o dióxido de carbono, facilitando a formação de bicarbonato e atuando como um tampão de íons hidrogênio formados e como composto carbamino”
Descreva a dinâmica da pressão alveolar
relativa (PA), pressão arterial pulmonar (Pa) e pressão venosa pulmonar (PV) nas 3 diferentes regiões do pulmão
Zona 1 (ápice) PA > Pa > Pv
A pressão arterial pulmonar é suficientemente baixa para que a pressão alveolar resulte em compressão
capilar pulmonar, limitando a perfusão
Zona 2 (intermédia) Pa > PA > Pv
Essa zona compreende a maior parte do pulmão, permitindo a harmonização entre perfusão e ventilação
Zona 3 (base) Pa > Pv > PA
Assim como a perfusão, a ventilação é maior em áreas dependentes de gravidade
V ou F
V
A ventilação e a perfusão dos alvéolos aumentam na base quando comparadas com o ápice, taxa de aumento é relativamente uniforme.
V ou F
F
A ventilação e a perfusão dos alvéolos aumentam na base quando comparadas com o ápice, mas a taxa de aumento é maior para perfusão do que para ventilação, com progressão para a base do pulmão
Quem compõe o espaço morto anatômico?
É a porção de ventilação de estruturas que são incapazes de intercâmbio de gás, tais
como faringe, traqueia e grandes vias aéreas
O espaço morto alveolar, um espaço morto relativo por definição, compreende a ventilação para os alvéolos com exposição da perfusão aquém do ideal
V ou F
F
O espaço morto alveolar, que pode ser
tanto absoluto quanto relativo, compreende a ventilação para os alvéolos com exposição da perfusão aquém do ideal
Como é denominado o shunt relativo?
mistura venosa
Como o organismo tenta se defender do shunt pulmonar? E do espaço morto?
A vasoconstrição pulmonar hipóxica diminui o shunt por meio da redução da perfusão de áreas pulmonares com ventilação deficiente.
A broncoconstrição pulmonar hipocápnica diminui a ventilação do espaço morto, reduzindo a ventilação em regiões pulmonares com perfusão deficiente
O que é a capacidade residual funcional? Quais volumes à compõem?
A capacidade residual funcional (CRF) é a quantidade de ar que permanece nos pulmões na expiração final após uma respiração normal.
É a combinação do volume residual e do
volume de reserva expiratório
Que condições reduzem o CRF? Quais as implicações clínicas de sua redução?
Há várias razões para a CRF estar reduzida. As condições que afetam o parênquima pulmonar diretamente são edema pulmonar, atelectasia, fibrose pulmonar e lesão pulmonar aguda. As causas mecânicas ou funcionais incluem derrame pleural,
postura (deitar-se simplesmente diminui a CRF em 10%), gravidez, obesidade (decorrente de uma diminuição na complacência da parede torácica) e síndrome compartimental abdominal. A fraqueza muscular ventilatória também é uma causa funcional
As reduções na CRF podem resultar em um
período muito mais curto de tempo para hipoxemia arterial durante a apneia
O que é a capacidade vital?
Quais valores normais?
é a quantidade máxima de ar que pode ser expelida dos pulmões após a inspiração e expiração máximas
60 a 70 mL/kg
Os pacientes com doença pulmonar obstrutiva estão predispostos a ter as vias aéreas mais reativas, o que pode potencialmente causar broncoconstrição e sibilância significativa. Que medidas o anestesista pode tomar para evitar tais alterações?
Que ajustes precisam ser feitos na VM?
Deve-se considerar a administração de broncodilatadores pré-operatórios e uma dose de corticosteroides intravenosos.
O paciente também deve estar em anestesia relativamente profunda antes da instrumentação das vias aéreas para ajudar a diminuir a chance de broncoespasmo; opioides e lidocaína antes da intubação também são úteis.
Durante a ventilação mecânica, é aconselhável evitar altas frequências respiratórias para evitar o aprisionamento de gases e permitir um maior tempo de expiração. Isso requer também que o volume corrente selecionado seja maior. Se for prevista
extubação traqueal ao final do procedimento, deve-se tomar cuidados para evitar broncoespasmo e o consequente aumento da resistência das vias aéreas. Uma estratégia útil é extubar o paciente em anestesia profunda, utilizando ventilação com máscara para o
desperta
Cite particularidades da anestesia para pacientes com distúrbios pulmonares restritivos
É comum a dessaturação rápida durante a apneia pela redução da CRF.
Esses pacientes também vão necessitar de volumes correntes menores e podem ter picos elevados de pressão inspiratória durante a ventilação mecânica devido à complacência pulmonar reduzida.
Provavelmente vão necessitar de frequências respiratórias mais altas. Deve-se tomar cuidado durante a ventilação mecânica para não permitir que a pressão inspiratória se torne demasiado elevada em um esforço para evitar o barotrauma
Qual a principal alteração da mecânica respiratório no pós operatório?
A principal alteração na mecânica pulmonar pós-operatória é um distúrbio restritivo.
Isso ocorre em quase todos os pacientes, e, como resultado, os pacientes tendem a ter respiração mais rápida e mais superficial. Com qualquer tipo de cirurgia sob anestesia geral, a CRF não retorna ao seu nível pré-operatório por até uma semana, eventualmente
até mesmo durante algumas semanas para as cirurgias envolvendo esternotomia
Duas complicações pós-operatórias significativas especificamente relacionadas ao sistema respiratório são a atelectasia e a pneumonia. A incidência dessas duas complicações está relacionada com o local da cirurgia. Cirurgias abdominais superiores abertas têm uma taxa muito superior; as cirurgias do baixo ventre e torácica têm uma taxa ligeiramente mais baixa do que a cirurgia abdominal superior e todas as outras
cirurgias periféricas apresentam risco menor
V ou F
V
Descreva o reflexo de Bainbridge
O reflexo de Bainbridge, também chamado de reflexo atrial, é um aumento na frequência cardíaca devido a um aumento na pressão venosa central. O aumento do volume sanguíneo é detectado por receptores de estiramento ( receptores cardíacos) localizados em ambos os lados dos átrios nas junções venoatriais.
Descreva o reflexo oculocardíaco
O reflexo oculocardíaco (OCR), também conhecido como reflexo de Aschner ou reflexo trigeminovagal (TVR), foi descrito pela primeira vez em 1908 como uma redução da frequência cardíaca secundária à pressão direta exercida sobre o globo ocular. É definida por uma diminuição da frequência cardíaca em mais de 20% após a pressão do globo ou tração dos músculos extraoculares. O reflexo mais comumente resulta em bradicardia sinusal. No entanto, também tem uma associação relatada com redução da pressão arterial, arritmia, assistolia e até parada cardíaca. Este reflexo tem sido mais notadamente representado durante procedimentos oftalmológicos, mais especificamente durante cirurgias de estrabismo; no entanto, também pode ser ativado por trauma facial, bloqueios nervosos anestésicos regionais e estimulação mecânica
Como a PaO2 e o pH afetam a frequência cardíaca?
Baixos PaO2 e pH → aumento da ventilação e tônus
do SNP → diminuição da frequência cardíaca e
inotropismo
Qual órgão do corpo tem o maior coeficiente de extração de oxigênio?
O coração (70%);
Em condições normais a saturação venosa de oxigênio do sangue no seio coronário (30%) é mais baixa do que no átrio direito (70%)
Descreva o fenômeno de Bowditch ou efeito escada
No músculo cardíaco isolado, a tensão contrátil aumenta com a frequência de estimulação devido a um aumento no conteúdo de cálcio intracelular. Resulta em tensão contrátil máxima em frequências de 150 a 180 contrações por segundo
No músculo cardíaco isolado, a pré-carga se refere ao …
A aplicação de força (pré-carga) ao músculo em repouso estira o músculo até o comprimento desejado e resulta em aumentos na tensão de repouso, na
velocidade inicial de contração e na tensão contrátil de pico. Essa relação entre pré-carga e desempenho contrátil é chamada de relação de …
comprimento do sarcômero imediatamente antes da contração
Frank-Starling
Qual lei relaciona a pressão do VE (p) e a tensão da parede (σ) na equação [p = 2σh)/r], onde r é o raio da esfera e h é a espessura da parede de VE?
Lei de laplace
O comprometimento do relaxamento do VE resulta em um tempo de relaxamento isovolumétrico (TRIV) …
prolongado
Durante a diástole, ocorrem dois padrões de fluxo distintos nesse local: um pico E precoce associado com um enchimento inicial do VE e um pico tardio A correspondendo a uma contração do AE. Quando o relaxamento do VE é prolongado, o tempo de desaceleração da onda E é …, a velocidade da onda A está …e a razão entre essas duas velocidades de fluxo …
À medida que a função diastólica piora
e as pressões do AE aumentam, as velocidades da onda E aumentam, primeiro para uma
razão E/A …, depois para razões …
prolongado
aumentada
diminui (E/A < 1)
na faixa normal (E/A > 1)
mais elevadas (E/A > 2)
As pressões arteriais sistêmicas excedem as pressões arteriais pulmonares devido a diferentes estruturas anatômicas e capacidades de bombeamento do VD e VE, impedância vascular significativamente mais baixa da circulação pulmonar comparada com a circulação sistêmica e débitos cardíacos …, seguindo a mecânica dos fluidos análoga à Lei de …
quase idênticos em ambas as circulações
Ohm (pressão = fluxo x resistência).
Em relação aos barorreceptores, a alça aferente do reflexo é iniciada por receptores de estiramento sensíveis à pressão no…, que enviam informações sensoriais para o centro vasomotor medular por meio do …
A alça aferente do reflexo inclui duas respostas possíveis:
(a) a pressão arterial elevada resulta em tônus do … aumentado e tônus do … reduzido, que modificam a frequência cardíaca para baixo nos nós SA e AV e reduzem a contratilidade miocárdica e a vasoconstrição arteriolar para diminuir o débito cardíaco e a pressão arterial;
(b) a pressão arterial baixa resulta em maior tráfego no SNS em vários níveis da cadeia simpática para modificar a frequência cardíaca para cima no nó SA e
aumentar a contratilidade ventricular para melhorar o débito cardíaco, bem como um aumento na vasoconstrição arteriolar para aumentar rapidamente a pressão arterial.
seio carotídeo e no arco aórtico
nervo glossofaríngeo e do nervo vago
SNP vagal
SNS
A água corporal total constitui aproximadamente … do peso corporal (42L em uma pessoa de 70 kg), com … no espaço intracelular e … no espaço extracelular. O
volume plasmático responde por … do volume extracelular, e o volume de hemácias (2L) é parte do volume intracelular; portanto, o volume sanguíneo é 5 litros em uma pessoa de 70 kg. O volume sanguíneo é distribuído de forma não uniforme na árvore circulatória, com aproximadamente … no sistema venoso sistêmico, no sistema arterial sistêmico, 10% na circulação pulmonar e o restante no coração e na
microcirculação sistêmica
60%
40% (28L) - intra
20% (14L)- extra
um quinto (3L) - vol plasm
65% - sist venoso siste
15% - sist art sist
Os esfíncteres précapilares, assim como as arteríolas, tem a capacidade de se contrair e reduzir o fluxo sanguíneo, sem, contudo, cessá-lo
V ou F
F
Os esfíncteres précapilares podem ocluir completamente o lúmen do vaso e dirigir o fluxo para longe de leitos capilares selecionados (p. ex., desvio do sangue para longe da circulação cutânea em ambientes frios).
Qual é o único nervo craniano cuja informação chega ao córtex cerebral sem passar pelo tálamo?
Olfatório
Qual o único órgão que recebe inervação direta das fibras pré-sinápticas do SNA simpático?
Suprarrenais
As duas subdivisões do SNP são a saída parassimpática cranial, que começa no tronco cerebral e sai do SNC com os nervos …, e a saída parassimpática sacral, que começa na porção
sacral da medula espinal … e sai pelas raízes anteriores do nervo espinal sacral e dos nervos esplâncnicos pélvicos
III, VII, IX e X
S2-4
No …, as fibras pré-sinápticas são longas e as fibras pós-sinápticas são curtas. No …, ocorre o oposto
SNP
SNS
A transmissão pré-ganglionar tanto do SNS como do SNP envolve a secreção de …
Porém, no nível efetor, o SNS libera predominantemente …, com poucas exceções nos terminais nervosos vasculares simpáticos (glândulas sudoríparas, suprarreinais).
No nível efetor, o SNP libera …
acetilcolina (ACh)
noradrenalina
ACh
A ACh, diferentemente de outros mediadores, não pode ser reciclada. Portanto, ela precisa ser constantemente produzida no terminal pré-sináptico. Esse processo químico é catalisado pela … e inclui a acetilação da colina pela …
A liberação de ACh depende da liberação de cálcio (Ca2) a partir do espaço intersticial. A rápida recuperação para a linha basal é essencial para uma regulação adequada da função de um órgão efetor.
Assim, a ACh precisa ser rapidamente removida da fenda sináptica por meio de hidrólise pelas …, encontradas ao nível dos neurônios na junção neuromuscular.
Essas enzimas hidrolisam a ACh e outros fármacos, tais como anestésicos locais do tipo éster e succinilcolina e outros
acetilcolina transferase
acetil coenzima A
colinesterases plasmáticas (acetilcolinesterase e pseudocolinesterase)
Existem três mecanismos possíveis para a inativação da noradrenalina. A noradrenalina é removida da fenda sináptica por …
(a) recaptação nos terminais pré-sinápticos (mecanismo preponderante)
(b) absorção extraneuronal por meio de células efetoras
(c) difusão
. A noradrenalina e a adrenalina, removidas por captação extraneuronal são metabolizadas pela …, formando um produto final, o …, que é eliminado pela urina.
Assim, as catecolaminas endógenas são inativadas principalmente pela recaptação na sinapse. O fígado e os rins metabolizam principalmente as catecolaminas
exógenas, e esse mecanismo confere uma duração de ação mais prolongada
monoaminoxidase (MAO) e catecol-O-metiltransferase
(COMT)
ácido vanilmandélico
Os receptores colinérgicos … estão localizados nos terminais pós-ganglionares do SNP dentro do músculo cardíaco e liso
muscarínicos
Os receptores muscarínicos são subclassificados em cinco subgrupos, de modo que … estão localizados principalmente no SNC e estão envolvidos em processos complexos tais como ativação da memória, atenção e analgesia.
Os receptores … são encontrados nos gânglios autonômicos e nas células parietais do estômago.
Os receptores M2 estão localizados principalmente no …, e os receptores M3 são encontrados em …
O receptor M4 é encontrado no SNC e inibe a adenosina 3’,5’-monofosfato cíclica (AMPc). O receptor M5 regula o Ca2 intracelular como uma via sinalizadora.
M1, M4 e M5
M1
coração
músculos lisos
Os receptores … estão localizados na junção sináptica dos gânglios do SNS e do SNP, sendo a nicotina em baixas doses … e, em altas doses, …
nicotínicos
estimulatória
inibitória
Os receptores Alfa 2 pré-sinápticos atuam como … na
fenda sináptica, portanto modulam o fluxo parassimpático, resultando na….
Os receptores Alfa 2 pós-sinápticos são responsáveis pela …
inibidores da liberação de noradrenalina
diminuição da frequência cardíaca, do inotropismo, do débito cardíaco e em vasodilatação
vasoconstrição, agregação plaquetária, inibição da liberação de insulina e motilidade intestinal, bem como pela liberação do hormônio antidiurético.
Classicamente, os receptores … estão localizados no músculo liso dos vasos periféricos, artérias coronárias, pele, útero, mucosa intestinal e leito esplâncnico. O efeito nos vasos é a vasoconstrição, enquanto no trato intestinal o efeito é de relaxamento
Alfa 1
Os receptores … estão presentes principalmente no miocárdio, nó sinoatrial e sistema de condução ventricular.
Os receptores … predominam no músculo liso dos vasos sanguíneos, pele, músculos e mesentério e na árvore brônquica.
Beta 1
Beta 2
Os receptores dopaminérgicos são encontrados no SNC, nos vasos sanguíneos e nos nervos simpáticos pós-ganglionares. São divididos em diversas subcategorias, sendo clinicamente importantes as dos receptores DA1 e DA2.
O DA1 é apenas …, e seu efeito é principalmente …
DA2 é pré e pós-sináptico. O DA2 pré-sináptico é similar ao … e, assim, inibe a liberação de noradrenalina, induzindo a vasodilatação, enquanto o DA2 pós-sináptico é similar ao …, induzindo a vasoconstrição.
pós-sináptico
vasodilatador
Alfa 2 pré-sináptico
Alfa 2 pós-sináptico
A autorregulação do fluxo sanguíneo renal e da taxa de filtração glomerular são intimamente relacionadas. Em seres humanos normais, o fluxo sanguíneo renal é mantido
quase constante em uma faixa de … de pressão arterial média.
Há três mecanismos pelos quais o fluxo sanguíneo renal e, logo, a taxa de filtração
glomerular são regulados:
70 a 120 mmHg
resposta miogênica, retroalimentação tubuloglomerular e
estimulação do sistema nervoso simpático.
A farmacocinética dos anestésicos voláteis não é dependente da função renal, da ligação proteica ou do volume de distribuição. Contudo, o íon … liberado durante o metabolismo do … foi atribuído à nefrotoxicidade em pacientes que tiveram longa exposição a esses agentes
fluoreto
metoxiflurano e possivelmente enflurano
Muitos anestésicos são ligados
a proteínas em graus variáveis, e, em consequência, a fração livre está aumentada na DRC. Entre os agentes de indução, o … é o que se liga mais extensamente às proteínas e, portanto, é o mais afetado na DRT. A … são
menos afetados
tiopental
cetamina e o etomidato
O … não é afetado pela doença renal terminal porque é transformado rapidamente pelo fígado em metabólitos inativos, que são, então, excretados pelos rins.
propofol
Os narcóticos de ação … são preferíveis na doença renal terminal, e o … parecem seguros. O …, contudo, foi relatado como causa de narcose prolongada
ultrarrápida
fentanil e o remifentanil
sufentanil
Os relaxantes musculares de ação … são preferíveis em pacientes com doença renal, e os dois agentes …, que são metabolizados por degradação não enzimática espontânea, são os fármacos de escolha.
Todavia, esses dois fármacos
têm um metabólito tóxico, a …, que pode se acumular durante a infusão do fármaco original.
curta
atracúrio e cisatracúrio
laudanosina
O metabolismo hepático da droga ocorre por meio de dois sistemas de enzimas, seja isoladamente, seja em combinação. As enzimas de fase 1 geralmente alteram os
grupos funcionais existentes para tornar a molécula mais …, aumentando, assim, sua
… As enzimas de fase 1 consistem na classe de enzimas do … que hidrolisam, oxidam ou reduzem o composto original.
As enzimas de fase 2 agem primariamente para …, assim aumentando ainda mais sua hidrofilicidade
polar
solubilidade em água
citocromo P450 (superfamília CYP)
conjugar os compostos polares
Caracteriza a reação de hipersensibilidade do tipo I
Reação de hipersensibilidade do tipo imediato (anafilaxia) com liberação de mediadores químicos pelos mastócitos e basófilos em resposta à ligação dos anticorpos da classe IgE às superfícies dessas células
Caracteriza a reação de hipersensibilidade do tipo II
mediada por anticorpos da classe IgG ou IgM dirigidos contra antígenos localizados nas superfícies das células estranhas (p. ex., reações de incompatibilidade ABO)
Caracteriza a reação de hipersensibilidade do tipo III
complexos antígeno-anticorpo formam complexos insolúveis que se depositam na microcirculação (p. ex., pós-infecção estreptocócica)
Caracteriza a reação de hipersensibilidade do tipo IV
reação de hipersensibilidade tardia mediada pela imunidade celular (p. ex., rejeição de tecidos, reação à tuberculina)
Cite os mediadores químicos da anafilaxia
Histamina
Mediadores peptídicos
Fator quimiotáxico para eosinófilos
Fator quimiotáxico para neutrófilos
Metabólitos do ácido araquidônico (leucotrienos e prostaglandinas são sintetizados após a ativação dos mastócitos a partir do metabolismo do ácido araquidônico dos fosfolipídeos das membranas celulares)
Cininas
Fator de ativação das plaquetas
Triptase
Manejo inicial da anafilaxia intraoperatória
- Interromper a administração do antígeno.
- Manter as vias aéreas superiores e administrar oxigênio a 100%.
- Interromper a administração de todos os anestésicos.
- Iniciar expansão do volume intravascular (2 a 4 L de solução cristaloide ou coloide se
houver hipotensão). - Administrar epinefrina (5 a 10 mg IV se houver hipotensão e titular a dose conforme a necessidade; 0,1 a 1,0 mg IV se houver colapso cardiovascular).
Manejo secundário da anafilaxia intraoperatória
- Anti-histamínicos (0,5 a 1,0 mg/kg de difenidramina IV)
- Infusões de catecolaminas (doses iniciais: epinefrina, 4 a 8 mg/min; norepinefrina, 4 a
8 mg/min; isoproterenol, 0,5 a 1,0 mg/min em infusão contínua e com doses tituladas
com base nos efeitos obtidos) - Albuterol (4 a 8 puffs por inalador dosimetrado)
- Corticoides (cortisol, 250 a 1.000 mg; metilprednisolona, 1 a 2 g, principalmente
quando há suspeita de ativação do
complemento) - Bicarbonato
- Avaliação das vias aéreas antes da extubação
- Hipotensão refratária (vasopressina para tratar choque refratário por vasodilatação,
dose de 0,01 U/min)
Qual doença resulta em incidência maior de alergia ao ao látex?
Espinha bífida
Pacientes alérgicos a quais frutas tem maior probabilidade de serem também alérgicos ao látex?
mamão, figo, banana, abacate, kiwi e melão
Existe a possibilidade de ocorrer sensibilidade cruzada entre
os relaxantes musculares, tendo em vista a semelhança entre seus sítios ativos (molécula de …)
amônio quaternário
Qual o distúrbio ácidobasico mais comum no paciente em estado crítico?
Alcalose Metabólica
Descreva o cálculo do anion gap corrigido
AGc = AG + 2,5 x (4 – [albumina])
Quais substâncias endógenas participam da regulação do volume do LEC?
- Aldosterona
- ADH
- Peptídio natriuretico atrial
Descreva valores médios aproxima dos para as perdas de água pelo TGI, imperceptíveis e renais em um adulto
TGI (100 a 200 ml/dia)
Insensíveis (500 a 1000 ml/dia)
Renais (1000 ml/dia)
Por que a hipernatremia súbita pode resultar em hemorragia subaracnóidea, trombose venosa cerebral e hematoma subdural?
Devido à distinção é possível ruptura dos vasos cerebrais em consequência à desidratação cerebral que acompanha a hipernatremia
Qual o distúrbio do magnésio potencializa os efeitos dos BNMs?
A hipermagnesemia antagoniza a liberação e o efeito da acetilcolina na JNM, potencializando o efeito dos BNMs não despolarizantes